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Festival de palhaçaria feminina em sua 4ª edição, realizando múltiplas ações como: 04 oficinas formativas, 01 cabaré, 04 espetáculos, 01 roda de conversa e 01 vídeo-registro das atividades do festival. O objetivo é qualificar a formação artística, visibilizar o trabalho de artistas palhaças do RS, trocar experiências e discutir as implicações de gênero na máscara e nas relações sociais entre artistas afetadas direta ou indiretamente pela situação de calamidade pública do RS. Duração prevista para a execução do projeto: 6 meses.
Oficinas de palhaçaria: 1- Oficina de Comicidade Física - Ministrante Patrícia Sacchet - Duração 3h Nesta edição especialmente será trabalhado o potencial cômico dos participantes através da porosidade do corpo, respirando o olhar, as ideias e das certezas. Treinamento do olhar para si e para as outras pessoas com abertura para o jogo e curiosidade lúdica.. 2- Oficina: Montagem de Números - Ministrante - Pati de La Rocha - Duração 3h A proposta desta oficina é, a partir do repertório pessoal, orientar a criação ou aprimoramento de números curtos. Com foco na palhaçaria, mas aberto a outras linguagens que perpassam esta, como a performance, a dança e o burlesco. Será destinado prioritariamente àquelas pessoas que já tiveram algum contato com o circo e o teatro de forma a facilitar o trabalho a ser desenvolvido. 3- Oficina: Palhaçaria e Teatro do Oprimido Ministrante: Jaqueline Iepsen - Duração 3h De que maneira essa junção pode impactar no trabalho de palhaças, palhaços e fazedores de teatro? Nessa oficina, vamos refletir de forma prática, corporal e sensivelmente sobre o poder do riso que nos fortalece e nos impulsiona a lutar contra as opressões. 4- Oficina de Técnicas Circenses e o Jogo da Palhaçaria - Duração 3h - Ministrante: Karine Rico O palhaço no circo é o artista mais completo, pois mesmo atrapalhado ele demonstrar diferentes habilidades e consegue jogar com elas dentro da cena e do jogo de improviso que se dá com a plateia durante sua apresentação. Dominar uma técnica e conseguir mesclar ela com a cena sem perder o estado de jogo é um desafio para muitos artistas. Nesta oficina propomos nos aventurar por este lugar da palhaça que usa suas habilidades em cena como ferramenta de jogo. A oficina tem duração de 3 horas e vai se desenvolver em 3 momentos, o primeiro momento de jogos de atenção, dissociação e ritmo, seguido de uma vivência de iniciação a técnicas de malabarismo com elementos diversos. Na segunda parte iremos trabalhar jogos de improvisação com os elementos e na última parte faremos uma mostra das cenas desenvolvidas a partir das improvisações com os materiais e as habilidades desenvolvidas durante o percurso do encontro. A atividade tem objetivo de expandir o olhar cênico usando a arte da palhaçaria e mergulhar no universo circense. Espetáculos: Serão 4 espetáculos (3 para público adulto e 1 para público infantil) que estão sendo analisados pela curadoria do festival, composta por Ana Fuchs, Patrícia Sacchet e Pati de La Rocha, conforme os critérios do edital, espetáculos feitos por palhaças que possam representar as diferentes formas de atravessamentos dos aspectos femininos e dos feminismos na palhaçaria, permitindo atualizações de eventual produção que surja após a entrega deste projeto. Podemos citar alguns exemplos de espetáculos que poderão ser selecionados: Bapho de Cabaré - montagem, ensaio e apresentação – Duração: 6h Evento que reúne resultados cênicos da oficina de construção de números ou eventualmente das demais, desde que o participante se sinta inspirado e motivado a participar na apresentação coletiva. É possível a participação de palhaças profissionais especialmente convidadas. Os ensaios e montagem do cabaré se dará na Sala Multiuso, ensaio geral com passagem de som/luz acontecerá no palco do Teatro Hebraica aonde se dará a apresentação. Mestre de Cerimônias: Pati de La Rocha (Palhaça Massaroca) e Patrícia Sacchet.(Palhaça Ondina). Rodas de Conversa: - 01 Roda de Conversa Palhaçaria Feminina nos Abrigos Uma roda que propõe trocas e partilhas acerca das atuações de Palhaças convidadas em abrigos durante o período das enchentes, suas experiências, projetos interrompidos, vivências impactantes, percepções acerca do que ocorreu durante a tragédia das enchentes no estado. Atuar pode trazer conforto para as pessoas desabrigadas eou em situações de calamidade? Como estava a saúde emocional das artistas atuadoras durante o período? Quais os limites possíveis, testáveis da doação? Quais os principais aprendizados para cada uma das envolvidas? Nesta roda terão as artistas convidadas, mas poderá ser aberto o mic para participações de espectadoras/es que se sentirem convidadas a perguntar ou trazer relatos pertinentes ao tema. Vídeo-registro do Festival - 01 vídeo regristro das atividades do 4º Festival Palhaças do Sul, pretende alcançar o mesmo objetivo do mini-documentário que foi realizado na 1ª edição do Festival Palhaças do Sul (que foi totalmente online devido à pandemia). Se é possível ver e sentir tanta potência através de telas em um festival que aconteceu totalmente de forma virtual, podemos imaginar como será mais intenso e rico as imagens sendo captadas em meio ao convívio na sala das oficinas, intervalos com cafezinho, Teatro, durante montagens, bastidores e camarins, ensaios dos números do cabaré, passagens de som, luz palco, apresentações com espectadores sendo entrevistados... O vídeo do mini-doc está disponível em: https://m.youtube.com/watch?v=TJO-vZNFO9E&pp=ygUZRmVzdGl2YWwgcGFsaGHDp2FzIGRvIHN1bA%3D%3D
Objetivo geral: Qualificar a formação artística, visibilizar o trabalho de artistas palhaças do RS, trocar experiências e discutir as implicações de gênero na máscara e nas relações sociais, buscando beneficiar prioritariamente artistas afetadas pela situação de calamidade pública do RS, conforme regras do edital. Objetivo específicos: 1- Realizar de 04 oficinas de palhaçaria: - 01 oficina de Comicidade Física - 01 oficina de Montagem de Números - 01 oficina Palhaçaria e Teatro do Oprimido - 01 oficina Técnicas Circenses e Palhaçaria 2- Apresentar de 04 espetáculos de palhaças: - 03 espetáculos (adultos) - 01 espetáculo (infantil) Observação: Os espetáculos estão sendo analisados pela curadoria qualificada e experiente, composta por Ana Fuchs, Patrícia Sacchet e Patrícia Rocha, respeitando os critérios do edital que considera municípios em calamidade no RS, considerando espetáculos feitos por palhaças que possam representar as diferentes formas de atravessamentos dos aspectos femininos e dos feminismos na palhaçaria, permitindo possíveis atualizações que surjam no contexto da nossa produção circense após a entrega deste projeto. A seguir citamos alguns espetáculos que estão por enquanto sendo analisados e poderão, fururamente, serem selecionados pela curadoria do festival: As Phynas - Garibaldi-RS; As Levianas - Passo Fundo _ RS; Cabarezim Meia Década - Porto Alegre _ RS; Projeto Abraço _ integrantes variados em rodízio provenientes de Guaíba e Porto Alegre _ RS. 3- Montar, ensaiar e apresentar 01 Cabaré - 01 Bapho de Cabaré - montagem, ensaio e apresentação _ Duração: 6h 4- Realizar 01 Rodas de Conversa - 01 Roda de Conversa Palhaçaria Feminina nos Abrigos - Guaíba - RS 5- Produzir 01 vídeo-registro do Festival - 01 vídeo registro das atividades do 4º Festival Palhaças do Sul PREVISÃO DO FESTIVAL EM NÚMEROS Até o momento o número estimado e almejado de artistas e espectadoras/es a serem envolvidas no projeto são: - 36 mulheres artistas e/ou trabalhadoras da cultura, envolvidas e remuneradas nas ações diretas do festival (oficinas, espetáculos, rodas de conversa e vídeo-registro), se considerar o número de participantes beneficiadas indiretamente, o valor deve dobrar ou até triplicar; - 100 mulheres qualificadas através das oficinas disponibilizadas; - 1.290 pessoas assitindo aos 4 espetáculos de grupos de mulheres palhaças ou aonde a linguagem da palhaçaria feminina seja predominante. Considerando que cada ação depende de um conjunto de outros profissionais como técnicas de mídia, de som, iluminação, registro fotográfico, etc, o projeto FESTIVAL PALHAÇAS DO SUL contemplará um grande número de artistas e trabalhadoras da cultura participantes, gerando renda para essas profissionais, abrindo espaço de visibilidade, troca e qualificação dos trabalhos. Além dos espectadores das oficinas, espetáculos, cabaré e roda de conversa, o vídeo registro documentando as ações e coletando entrevistas ultrapassará as fronteiras do estado e do período de realização do evento, colocando o estado novamente como um local de referência da Palhaçaria Feminina no país.
A arte da palhaçaria foi, por muito tempo, um território de predomínio masculino. As mulheres não podiam portar a máscara e quando a faziam eram vestidas de homens. A aproximação das mulheres com a palhaçaria se intensifica com as escolas de circo e os hibridismos entre teatro e circo, que possibilitaram a diferentes sujeitos e sujeitas experimentar e desenvolver essas técnicas. No Brasil o movimento de Palhaçaria Feminina começa a tomar contornos mais expressivos a partir da década de 1990, por intermédio de uma série de ações desenvolvidas por artistas palhaças, como festivais, debates, pesquisas, escolas e oficinas específicas. O movimento de Palhaçaria Feminina no país, atualmente, conta com aproximadamente 14 festivais, que promovem não só visibilidade ao trabalho das mulheres, mas possibilitam trocas entre artistas de diversas regiões, que qualificam seus trabalhos e permitem a plateia também entrar em contato com uma comicidade que tensiona os padrões sociais relacionados ao feminino, a mulher, a gênero e ao riso. O movimento de Palhaçaria Feminina estabeleceu diversas redes entre as mulheres, podemos citar: Rede de Palhaças do Brasil, rede de Festivais de Palhaças, Rede Catarina de Palhaças, Praiaças _ Movimento de Palhaças da Baixada Santista, entre tantos outros. É nesse contexto de visibilidade, troca e qualificação que se insere a proposta deste projeto que o 4º Festival Palhaças do Sul se propõe a dar sequência aos encontros que se constituem potentes espaços de troca e visibilidade do trabalho de artistas palhaças do Rio Grande do Sul. O objetivo é estreitar relações, proporcionar espaços de qualificação, apresentação dos trabalhos, discussão de processos e interação com a comunidade, nutrindo a rede de palhaças no estado que ganha contorno e fortalecimento desde a 1ª edição do festival. O projeto prevê priorizar apenas a contratação de artistas do RS, priorizando as localidades que se encontram em estado calamidade pública devido às enchentes de maio de 2024, respeitando o caráter emergencial da lei que rege este edital. A ação roda de conversa pretende viabilizar as partilhas das experiências da palhaçaria atuando nos abrigos, embora as demais ações do projeto também estejam abertas e atentas às necessidades de escuta e acolhimento dos sentimentos referentes a este período que foi muito trágico. O 4º Festival Palhaças do Sul será, portanto, essencialmente gaúcha, com ações conscientes da necessidade de um ambiente acolhedor, com escuta sensível, viabilizando o conforto dos encontros presenciais alegres, unindo artistas palhaças e suas diferentes trajetórias e experiências, fortalecendo laços de amizade, profissionais, de conhecimento e de amizade enquanto fomenta a economia da cultura local, tão fortemente atingida pela catástrofe climática. O foco é visibilizar, projetar e qualificar o trabalho de artistas do estado assim como estender para a comunidade os debates que envolvem a posição da mulher no que se refere à comicidade e as diversas relações sociais. O projeto prevê ações como espetáculos de palhaças do estado, cabaré com números diversos, oficinas com artistas de Porto Alegre e de estado. Todas as ações priorizam profissionais mulheres como forma de geração de renda e valorização do trabalho feminino. As diversas ações também atingirão diferentes segmentos da arte e da cultura, abrangendo profissionais não só da área circense e teatral, mas também do audiovisual, das multimídias digitais, profissionais especializados em acessibilidade cultural entre outras. O projeto também tem como objetivo estender para o maior número possível de pessoas a arte desenvolvida por mulheres palhaças e os debates que envolvem a Palhaçaria Feminina. As atividades serão gratuitas mediante inscrição prévia em plataformas digitais e/ou retirada de senha presencialmente antes dos eventos. Todas as atividades serão divulgadas amplamente por meio digital, e realizadas de maneira presencial em um espaço que possui boa acessibilidade arquitetônica para recepção de PCD’s (cadeirantes). Uma das apresentações contará com intérprete de libras, e outra ação terá o recurso de audiodescrição, ampliando ainda mais o acesso às ações do projeto. A Roda de Conversa com discussões pertinentes à palhaçaria feminina em atuação nos abrigos poderá ser filmada (se for autorizada pelas participantes) para se constituir um material disponível ao longo prazo, tendo em vista a importância da experiência trágica vivenciada pelo RS e a arte da palhaçaria como instrumento de acolhimento diante da calamidade para os demais estados que não conheceram uma crise humanitária desta magnitude. O site que registra o Festival Palhaças do Sul desde a sua 1ª edição mantém um registro disponível da continuidade do festival. Por fim, o livro-registro documentará as ações em imagens, depoimentos, entrevistas, se tornando um material valioso disponibilizado para pesquisa acerca da palhaçaria feita por mulheres, palhaçaria, artes circenses e feminismos. Dessa forma o material produzido ao longo do festival não se circunscreve somente ao espaço ou tempo de realização do projeto, mas se estenderá por outros lugares do estado e fora dele, em diferentes momentos, ampliando ainda mais as possibilidades de acesso às produções culturais das mulheres do nosso estado.
PLANO DE DIVULGAÇÃO: Ações de comunicação e conexão com as comunidades ● Site: o festival contará com o site oficial do Festival Palhaças do Sul https://palhacasdosul.wixsite.com/palhacasdosul , criado em 2020 (desde a 1ª edição), que será atualizado com programação e informações pertinentes à sua 4ª edição. ● Mídias digitais e redes sociais redes sociais da Baphônicas Produções no instagram https://www.instagram.com/as_baphonicas/ e Página do do Festival Palhaças do Sul, no Facebook https://www.facebook.com/palhacasdosul?locale=pt_BR, e no YouTube, através do canal https://www.youtube.com/user/baphonicasproducoes ● Elaboração e envio do material referente ao festival para jornais, rádios e rede de TV pela Assessoria de Imprensa contratada. ● Elaboração e envio do material (release e vídeo curto com libras e audiodescrição) acessível referente ao festival para instituições, grupos e participantes cadastrados junto à instituições de surdos e cegos, jornais, rádios e rede de TV pela equipe de Produção de Acessibilidade contratada. Algumas informações não constam no projeto e pode ser importante para considerar na avaliação, trazendo maior transparência. - Os valores de cachês para os espetáculos já estão inclusos valores para autorais diversos como SABAT, ECAD. Em contrato o Festival coloca a necessidade de apresentar a autorização ou o recolhimento, pois o grupo será o unico responsável pelo pagamento destas taxas. - O Teatro Hebraica - Cultura e Arte, representado por Patrícia Sacchet é empresa constituida sob contrato de arrendamento da Associação Israelita do RS, tendo a sua administração obrigações para com a locadora Hebraica (Associação Israelita do RS). Há despesas mensais para seu uso/locação. A relação com a Hebraica já perdura de 2025, portanto são quase 10 anos de confiança e parceria para o crescimento deste espaço. - Ana Fuchs participará do projeto, mas por ser funcionária pública (concursada) em documento nos anexos se declarou impedida de receber valores pelo projeto devido ao carater emergencial do mesmo.
Oficinas: Todas as 04 oficinas tem duração de 3h, na Sala Multiuso, podendo receber inscrições de até 25 participantes. Serão todas realizadas presencialmente e não serão gravadas em nenhum momento, resguardando a intimidade e a confidencialidade do momento, gerando maior confiança e entrega. É possível que seja pedido para gravar no início ou no final para poder usar o material nas prestações de contas e vídeo-registro. Evento gratuito: lotação máxima: 25 participantes. Roda de Conversa. Duração de 1h. Acontecerá com as 03 participantes convidadas sentadas, descontraídas. É possível que se utilizem de projetor para mostrar imagens de ações de seus projetos. Somente este evento terá a possibilidade de gravar para depois disponibilizar nas redes, mas isso se as participantes autorizarem por escrito o uso de imagem, e caso não fira também a intimidade das participantes devido ao tema sensível. Evento gratuito e aberto ao público na Sala Multiuso. Lotação máxima: 60 espectadoras/es. Espetáculo: Serão 4 espetáculos no total: 03 direcionados para público adulto apresentados no turno da noite (20h), e um infantil (Bapho de mingau) será apresentado no turno da tarde (16h). Um deles terá AD (audiodescrição). Todos terão duração aprox. 60 min. e acontecerão no Teatro Hebraica, exceto se algum espetáculo selecionado for circo de rua. Evento gratuito e aberto ao público. Lotação máxima: 258 espectadores. Cabaré: Reunirá participantes das oficinas com intenção de apresentar seus números individuais ou coletivos. Reunirá até 13 números, com o limite de 6 minutos cada um, para buscar evento com 1h15min. Conta com operadora de som e de luz contratada pelo festival. Evento gratuito e aberto ao público no Teatro Hebraica. Lotação máxima: 258 espectadores. Vídeo-Registro: ação que envolverá elaboração de roteiro com brefing de pontos interessantes do festival, contrato de equipe com profissionais de captação, edição e montagem. Será disponibilizado gratuitamente de forma livre através do YouTube, tendo o seu link amplamente divulgado par fins de pesquisa. Previsão de duração: entre 20 e 40min.
O projeto contará com as seguintes ações e serviços presenciais para acessibilidade de participantes e/ou espectadores PCD’s: 1- Espetáculo com AD (audiodescrição); Roteiro e Audiodescrição ao vivo para o espetáculo selecionado pelo festival: Elaboração de roteiro; narração ao vivo; equipe de recepção e suporte dos usuários da audiodescrição; equipamentos para transmissão e recepção da AD com até 15 receptores; Todas as etapas contam com a consultoria de um profissional com deficiência visual. 2- Ação que contará com intérprete de libras: estudo prévio do espetáculo através do roteiro; Se possível, acompanhar um ensaio da apresentação para detalhamento do estudo e preparação para a interpretação. Realização da interpretação para Libras com a atuação de 1 (um) intérprete de Libras. 3- Produção de acessibilidade: para articular a comunicação e divulgação de forma especializada e direcionada para garantir que as ações acessíveis propostas cheguem realmente às pessoas cegas e de baixa visão e/ou surdas ou com deficiência auditiva. a) produção de 1 (um) vídeo com Libras, legendas e audiodescrição com as informações do festival e ações acessíveis; b) contato com as instituições de pessoas com deficiência (escolas, entidades representativas e associações) para uma divulgação mais direta do festival e gerenciar a lista de nomes de pessoas com deficiência visual e auditiva que tenham interesse em participar do evento com AD e do evento com Libras e enviá-la para a produção de evento até 1 (um) dia antes de cada evento; c) disponibilizar uma pessoa para o acolhimento das pessoas com deficiência visual e auditiva na chegada em cada um dos eventos; 4- Acessibilidade Arquitetônica: o prédio, o Teatro Hebraica, Foyer e Sala Multiuso oferecem acessibilidade completa para cadeirantes e pessoas com dificuldade de mobilidade, pois apresenta: a) rampa de acesso no hall de entrada da Hebraica; b) elevador: o teatro, o foyer e a sala multiuso do festival se encontram no 1º andar; c) banheiros acessíveis no 2º andar do prédio; d) entrada lateral do teatro para cadeirantes ou pessoas com dificuldade de mobilidade; e) espaço reservado para cadeirantes na plateia que permite boa visualização das apresentções e também dos recuros de acessibilidade. f) rampa para acesso de cadeirantes ao palco; 5- Atividade formativa contemplando o receptivo do público (acessibilidade atitudinal: Objetivo é qualificar e capacitar a receção da equipe técnica (produção, comunicação e técnicas de som e luz) do festival, incluindo também funcionárias do Teatro Hebraica. Serão abordadas questões referentes à audiodescrição em ambiente teatral, incluindo os principais objetivos, as necessidades de pessoa com deficiência visual, as principais diretrizes para a recepção e acompanhamento de pessoa com deficiência visual no ambiente do teatro. Duração: 4 horas.
O projeto conta com diversas ações de inclusão social, tendo em vista que seu objetivo principal é visibilizar o trabalho de mulheres palhaças, como política afirmativa de gênero, isto inclui nas suas ações: oficinas, cabaré, roda de conversa que fomentam reflexões e debates sobre a comicidade das mulheres, entre outras temáticas abordadas. No corpo técnico e artístico e demais serviços e colaboradoras (mesmo terceirizadas), há total prioridade na escolha de profissionais mulheres para todas as funções necessárias para a sua execução. Este critério foi utilizado nas 3 edições anteriores, quando foram contratadas apenas mulheres. A curadoria para a escolha de participantes das oficinas, espetáculos, cabaré, roda de conversa, buscará reservar espaço (cotas) para beneficiar participantes com pontuação extra conforme os seguintes critérios: provenientes das cidades do RS listadas em calamidade pública; mulheres;, negras, pardas, indígenas; LGBTQIA+; PCD’s, provenientes de comunidades periféricas. Esta pontuação observará como sugestões as pontuações extras praticadas nos editais públicos vigentes na atualidade, que buscam maior diversidade nas suas participações. A divulgação para estes públicos e para todo o RS deverá atender a este propósito de busca ativa e abrangência, acessando possíveis interessadas através de divulgação para as subprefeituras das 17 regiões de Porto Alegre, e através dos representantes das diferentes regiões da capital que integram o Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre. As oficinas acontecerão em 3 turnos, viabilizando a presença de artistas e sua organização com sua família e trabalho. Serão oferecidas 10 bolsas no valor de R$200,00 como ajuda de custo para as participantes de cada uma das oficinas. A decisão caberá à curadoria do festival, atendendo aos critérios de inclusão acima mencionados. Será disponibilizado (fretado) um ônibus, ida e volta para levar pessoas de uma das comunidades afetadas pela enchente a um dos espetáculos. Para melhor acolhimento das participantes das oficinas teremos paralelamente o oferecimento do serviço de “recreacionista circense” (rubrica está como contadora de histórias) para atender no espaço do Foyer as crianças (filhos, sobrinhos, netos, dependentes) com jogos, brincadeiras abordando de forma lúdica e sutil alguns temas pertinentes à palhaçaria e feminismos; Todos os eventos da programação do festival serão gratuitos; A produção do vídeo-registro do 4º festival disponibilizará a compilação dos melhores momentos registrados das ações, disponibilizando o material online de forma livre (link aberto) através do canal do Youtube do Baphônicas Produções , Site oficial do Festival Palhaças do Sul e demais plataformas de conteúdos circenses como o Circonteúdo, por exemplo, referência para todas as pesquisas de circo no Brasil e no mundo e que tem interesse na divulgação do seu conteúdo.
Patrícia Sacchet (dirigente): Mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFRGS, com 24 anos de experiência em palhaçaria como Palhaça Ondina, Oficineira de Palhaçaria desde 2008. Atuante na pesquisa, atuação, e produção circense. Recebeu 02 prêmios Açorianos, um de melhor trilha sonora original de Teatro Adulto (2003) e Premio Artista Homenageada pelo Circo (2022). Fundadora e artista da Cia Ondina e Tufoni desde 2007. Produz junto ao coletivo Baphônicas o Festival Palhaças do Sul que está indo para a sua 4ª edição. Foi membro da diretoria de circo do SATED-RS, integra o Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre, Colegiado de Circo, fundadora da Associação de Circo do RS. Administradora e curadora da instiuição proponente Teatro Hebraica – Cultura e Arte, situada em POA-RS desde 2015 até os dias atuais. Atividades no projeto: Patrícia Sacchet é organizadora e curadadora e produtora execultiva do festival. Compõe a Baphônicas Produções, juntamente com a Pati de La Rocha e Ana Fuchs, parceiras desde a criação do festival. Ficará sob sua responsabilidade o contato com o MINC (Rouanet), com a contadora, assinatura de contratos com participantes, pagamentos, questões financeiras e burocráticas da empresa, elaboração de comprovantes de execução do projeto, financeiros, clippings, registros das ações, o necessário para realizar uma prestação de contas completa. No festival também atuará como oficineira e apresentadora do Bapho de Cabaré. Responsável também pela administração doTeatro Hebraica, organizará o espaço para que tudo ocorra bem e em completa adequeação e harmonia entre o festival e o local, providenciando o melhor acolhimento dos espectadores, em escpecial os PCDs. Responsável pelo contato direto com a assessora de Imprensa e produtora de acessibilidade. Patricia Rocha (Patí de La Rocha): Produtora, pesquisadora, atriz, palhaça, iluminadora e operadora de som. Formada em Direito na PUCRS e Graduanda em Teatro na UFRGS. Desde junho/2023 atua na Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro e é diretora do grupo teatral São Pedro em Cena, formado com usuários da rede do SUS, que já apresentou o espetáculo Movimentos em julho/2024., Na produção destaque para o Festival Palhaças do Sul e Cabarezin, este vencedor do prêmio de melhor produção no Prêmio Açorianos de Circo em 2023. Indicada ao Açorianos de Circo em 2021 por sua performance de palhaçaria " A Workaholica". Mestre de Cerimônias do 8º e do 9º SESC Circo. Atuou nos espetáculos "A Princesa Careca", "Os Excessivos na Terra da Abundância" e "Burlescagens". Realizou a sonoplastia de "Terra sem Mapa" "Esperando Godot" e "O inverno do nosso descontentamento, nosso Ricardo III" Como iluminadora trabalhou na Cia Rústica e na Cia Ronald Radde. Atividades no projeto: produtora executiva, oficineira, diretora e apresentadora do Bapho de Cabaré. Ana Fuchs: Doutora pela UFRGS, na qual defendeu a sua tese sobre pedagogias do riso e do risível na palhaçaria feminina. É professora de teatro do Colégio de Aplicação UFRGS onde desenvolve o projeto Palhaçaria no contexto escolar. É formada em artes cênicas com mestrado em educação. Trabalha com a linguagem da palhaçaria desde 2000 e teve formação com diversos profissionais brasileiros e estrangeiros. Atividades no projeto: organizadora e curadora do festival Jaqueline Iepsen: Palhaça Assuntina desde 2015. Participou de Festivais de Palhaçaria Feminina, tais como: Esse Monte de Mulher Palhaça, EIMPA - Enc. Internacional de Mulheres Palhaças e Festival Palhaças do Sul. Fez parte do coletivo de mulheres palhaças "Cabare_zin". É coordenadora da pesquisa "Teatro do Oprimido e Palhaçaria: Conversas e Convergências. É multiplicadora das técnicas de Teatro do Oprimido de Augusto Boal no grupo “Comparsaria das Façanhas” desde 2016. Foi integrante do grupo “Palhaços da Alegria” do Inst. Sociocultural do Hospital do Câncer de Barretos/SP e da Ong Esquadrão da Alegria de Porto Alegre. É integrante da ONG Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Atividade do projeto: Oficineira Carol Mendes: é Multi Artista independente, desenvolve suas pesquisas/projetos cênicos em diversas linguagens Artísticas. É artista do Projeto Mande Kuna onde desenvolve sua arte Originária urbana. Sua especialidade é na área da dança urbana, social, contemporânea e sensual. Ela é artista Burlesca e Chair dancer. Na área circense se desdobra no malabarismo e na manipulação de objetos. Atividade do projeto: Participante da Roda de Conversa Karine Rico Souza (KK Rico): DRT n° 12014. Artista circense, arte educadora, educadora social, instrutora de yoga e estudante de pedagogia. Trabalha com arte-educação desde 2011, com oficinas de circo, teatro e yoga, em escolas, projetos sociais e centros de cultura. Em 2013 Integrou o elenco da Cia. Circo Híbrido, no espetáculo "Ora Bolas", com o qual fez circulação pelo interior do RS. Em 2013 atuou no espetáculo "Circo Portátil" com apresentação no Teatro de Câmara Tulio Piva pelo projeto Noite do Circo, e no Teatro Bruno Keifer. Em 2014 se juntou ao coletivo NECITRA, com participação em edições do Espetáculo "Desdobramentos". Em 2015 desenvolveu a criação e produção do Espetáculo “Eu e ela na Janela” financiado pelo FUNPROARTE, que participou do Festival de Teatro de rua de Porto Alegre de 2016. Em 2018 realizou a criação e produção do projeto “Dias de chuva...”, com financiamento do FAC. Atividade do projeto: Oficineira Consuelo Vallandro: Consuelo Vallandro iniciou sua carreira na Ginástica Acrobática, passou para o circo com os aparelhos aéreos e posteriormente à dança aérea. Trabalha no campo da arte transdisciplinar, envolvendo a dança contemporânea, o circo e a performance, sendo esta última foco de sua pesquisa de mestrado junto ao PPG-AC da UFRGS. É gestora em Artes Circenses pelo IFSUL. Já participou de mais de 10 espetáculos e realizou performances em inúmeros eventos de dança e artes visuais. Utiliza a arte para a educação de alunos com e sem deficiência. É presidente da Associação Circo Sul. Atividade do projeto: Participante da Roda de Conversa Genifer Gerhardt: é palhaça, bonequeira miniaturista, atriz e poeta. Nascida em Santa Cruz do Sul /RS, é formada em Teatro pela Universidade Federal da Bahia. Desenvolve estudos com o teatro de bonecos em miniatura desde 2005, mesmo ano em que iniciou seus trabalhos como solista em espetáculos de rua e teatro, como palhaça e bonequeira. Viajou de mochila sozinha pelo Brasil em 2009 e em 2015/2016 passou um ano a viajar com o filho de 2 anos de idade pelo interior do Brasil com um motorhome - 18 Estados brasileiros em 19.500km Brasil adentro. Apresenta o solo “Brasil Pequeno” desde 2013. Recebeu premiações como o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz (2012 e 2014 - “Brasil Pequeno”), Prêmio Revelação 2013 -Melhor Atriz e Melhor Espetáculo por “Brasil Pequeno” (Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Secretaria Municipal da Cultura). Bolsa Funarte de Teatro Myriam Muniz 2023 (circulação pelo Norte do Brasil). Em 2024, com as enchentes de maio no Rio Grande do Sul, co-criou com outras/os artistas o Projeto Abraço, atuando em abrigos e zonas periféricas. Apresentou-se com seus espetáculos solos em praças, espaços públicos, festivais, circuitos, saraus, escolas, penitenciárias e eventos no Brasil, Argentina, França, Espanha, Holanda, Grécia e Bolívia. www.genifer.com.br . Atividade do projeto: Participante da Roda de Conversa
PROJETO ARQUIVADO.