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O projeto Festival Corpo-tempo, Instrumento da Arte _ Circulação de Artistas 40+ do RS tem por objeto promover a circulação regional do Espetáculo CLLÃ (Prêmio Açorianos 2018 em 5 categorias) e mais 6 (seis) espetáculos solos/performances, com artistas do Rio Grande do Sul, com idades superiores a 40 anos, nas cidades de Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS) e Pelotas (RS); além da realização de aulas abertas e rodas de conversa sobre Dança e etarismo nas cidades-destino do projeto.
1. Espetáculo CLLÃRELEASEPor definição, clã é um grupo de pessoas unidas por parentesco ou por laços simbólicos… Um grupo de pessoas que por anos dividiu certezas e inquietações artísticas entre si se separou, expandindo seus horizontes com o objetivo de buscar novas experiências no amplo universo das artes do espetáculo. Correram mundo, encantaram nações distintas e acumularam em sua bagagem tesouros doados pelas plateias que os assistiram. Hoje, passados os anos, estas pessoas se encontram novamente e percebem que o afastamento foi apenas físico, já que o desejo de partilhar os palcos, a vontade de dialogar com os espectadores, de aprender e de criar está ainda mais latente. Esse reencontro de almas ratificou entre elas a admiração mútua, o respeito e a crença de que sensibilizar o público em geral com a manifestação da arte que habita corpos cheios de vida e de experiências como portadores de poesia é imprescindível em todos os tempos e contextos. Para festejar essa maioridade cênica fez-se necessária a criação do espetáculo CLLÃ. SINOPSEO espetáculo desenvolve-se em uma hipotética sala de estar, onde os móveis vão sendo dispostos conforme o espírito inquieto dos personagens. Uns partem, outros ficam, como num ambiente familiar, mas nem tanto... Inspirado levemente no universo de Wes Anderson, os personagens, numa relação dúbia, desfilam situações desconexas, desoladoras e sarcásticas. CATEGORIA: Dança contemporânea CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre DURAÇÃO: 55 minRegistro do espetáculo: https://vimeo.com/366511132Concepção: ALEX SANDER DOS SANTOSIntérpretes / Criadores: LUCIANA DARIANO, LAUREN LAUTERT e ALEX SANDER DOS SANTOSOlhar Externo: CARLOTA ALBUQUERQUEMúsicas: URI CAINE a partir de Mahler, ALDO D'IBAÑOSTrilha Sonora, composição e edição: ALDO D'IBAÑOSFigurinos: MARGARIDA RACHEIluminação: FERNANDO OCHÔAFotos: CLAUDIO ETGES, LÍVIA DÁVALOS, LEO SALDANHA2. Espetáculo de solos2.1. Espetáculo "Às Vezes Me Kahlo" (Graziela Silveira)SINOPSE: Partindo da imobilidade de Frida Kahlo, colhendo gestos contemporâneos, a obra tem foco no período em que Frida foi compulsoriamente paralisada em sua cama pelo grave acidente que sofreu, tornando-se uma mulher ágil, criativa, determinada a prosseguir em sua trajetória. O espetáculo de dança contemporânea intenciona incorporar e traduzir, ao extremo, as cores e dores de Frida e toda a sua imobilidade móvel emoldurada pela própria inquietação. CATEGORIA: Dança contemporânea Registro do espetáculo: https://youtu.be/Cw6QbiA_3So 2.2. Espetáculo "Casa das Especiarias - Fragmentos" (Angela Spiazzi)SINOPSE: "Casa das Especiarias" é um convite a um lugar onde o público visitante é instigado a envolver-se em experimentações despertadas inicialmente pelo olfato e paladar. Um espaço “casa” repleto de cheiros, sabores, amores e dores. Um lugar de visitas. Ao se apropriar do espaço, a obra traz, além do seu lado acolhedor e provocador de lembranças, uma mistura de linguagens, onde dança, música e projeções se unem. A obra emerge justamente dessa interação simultânea entre o real e o virtual, provocadores de muitas imagens. CATEGORIA: Dança contemporânea CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos2.3. Espetáculo "A Reminiscência do Tambores do Corpo…" (Daniel Amaro)SINOPSE: Narrando a trajetória do povo negro, o espetáculo aborda a retirada dos negros da África até a contemporaneidade brasileira. Remetendo ao cotidiano africano, o espetáculo agregam movimentos que evocam a dança, os ritmos e a religiosidade da cultura africana, demonstrando a mescla cultural existente entre a África e o Brasil, além da reconstrução da identidade baseada na crença e na fé. Assim, a obra descreve uma tentativa de buscar a essência perdida de cada indivíduo, possibilitando a criação de novas formas de viver e de se expressar. E é quando relembramos de nossa história, do nosso ponto de partida, de nossas vivências no transcorrer do tempo, que enxergamos a importância de se preservar a essência de cada indivíduo na criação de novas formas de viver.Registros do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=Oqca45ygVU4&ab_channel=NELOOLUFSC
Objetivo geral: A proposta de realização de circulação de trabalhos criativos de Dança de artistas gaúchos, com 40-50 anos de idade (ou mais), tem o objetivo de convidar a sociedade a uma reflexão sobre etarismo e preconceitos. A energia e a presença de corpos maduros, impregnados de vivências e técnicas diversas, e que comunicam-se com beleza e profundidade artística, deverá provocar a reflexão sobre a discriminação etária que afeta a sociedade em geral.Além do alcance ao público direto e do alcance aos públicos específicos de PCDs visuais com audiodescrição (AD) ao vivo, ou auditiva, mediante tradução simultânea em LIBRAS, a contratação direta e indireta de profissionais, a contratação de produtores culturais, técnicos e serviços, a contratação de serviços de transporte, hospedagem e alimentação, garantem a circulação de recursos públicos que reverterão em sustentabilidade da cadeia produtiva que a economia criativa move, particularmente em especial momento de necessidade de reabilitação artística e econômica do Estado. Nesse sentido, a execução exclusiva em cidades em estado de calamidade a partir das enchentes de maio/2024 responde a essa importante demanda. Objetivos específicos: Levar o espetáculo CLLÃ e mais 6 (seis) espetáculos solos/performances de artistas do Rio Grande do Sul a circular nas cidades de Porto Alegre (RS), Santa Maria (RS) e Pelotas (RS), promovendo 2 (dois) dias de apresentações de dança, Aulas Abertas e Rodas de conversa com os artistas, com entrada franca, em cada uma das cidades escolhidas, com a realização das atividades em espaços/centros culturais/teatros com acessibilidade arquitetônica.Dentre os solistas convidados, estão Angela Spiazzi (espetáculo "Casa das Especiarias - Fragmentos"), Daniel Amaro (espetáculo "A Reminiscência dos Tambores do Corpo...") e Graziela Silveira (espetáculo "Às Vezes eu Kahlo"). Os outros três artistas do RS que comporão as apresentações solo serão escolhidos mediante processo seletivo público, e de ampla divulgação, nas cidades de execução do projeto.Nesse sentido, os produtos do projeto Festival Corpo-tempo, Instrumento da Arte - Circulação de Artistas 40+ do RS são assim discriminados: a) Porto Alegre (RS): - 01 (uma) Aula Aberta com as/os artistas do projeto;- 01 (uma) Roda de Conversa "Corpo-tempo, instrumento da arte";- 01 (uma) apresentação do espetáculo CLLÃ;- 01 (uma) apresentação de 6 solos de artistas do RS. b) Santa Maria (RS): - 01 (uma) Aula Aberta com as/os artistas do projeto;- 01 (uma) Roda de Conversa "Corpo-tempo, instrumento da arte";- 01 (uma) apresentação do espetáculo CLLÃ;- 01 (uma) apresentação de 6 solos de artistas do RS. c) Pelotas (RS):- 01 (uma) Aula Aberta com as/os artistas do projeto;- 01 (uma) Roda de Conversa "Corpo-tempo, instrumento da arte";- 01 (uma) apresentação do espetáculo CLLÃ;- 01 (uma) apresentação de 6 solos de artistas do RS.
O espetáculo CLLÃ conquistou 5 Prêmios Açorianos em 2018: Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Coreografia, Melhor Bailarina (Luciana Dariano) e Destaque em Dança Contemporânea. Contemplado também com 3 Prêmios "Olhares da Cena" em 2020: Melhor Espetáculo, Melhor Bailarina (Lauren Lautert) e Melhor Cenário. A continuidade da itinerância deste grande sucesso produzido por artistas do Rio Grande do Sul se torna ainda mais significativa ante o cenário de calamidade e emergência enfrentado pelo Estado a partir de maio de 2024; conferir visibilidade à produção artística gaúcha é uma forma de garantir a reabilitação da cena cultural e econômica do RS, além de "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (Lei 8313/91, Art. 1º, II). É nesta direção que vai, igualmente, o espetáculo com 06 (seis) solos de Dança, que contará, além de 03 (três) artistas convidados, mais 03 (três) escolhidos mediante seleção pública nas cidades de execução do projeto - todas elas atingidas pela enchente de maio de 2024. Em sentido mais amplo, o projeto Festival Corpo-tempo, Instrumento da Arte _ Circulação de Artistas 40+ do RS foi livremente inspirado no Projeto Dance On, criado em 2015, em Berlim, por um conjunto de artistas da Dança, de vários países, com mais de 40 anos e que teriam sido dispensados pelas companhias nas quais atuavam. Dance On aborda o preconceito de idade no setor da dança e na sociedade, para que os bailarinos mais velhos sejam valorizados pela sua experiência e potência artística, para que sejam respeitados e se envolvam em atividades criativas e significativas e para que sirvam de inspiração para artistas mais jovens. Embora o aspecto sócio-político do projeto Dance On funcione dentro do microcosmo das artes performativas, a questão da discriminação etária reflete um problema que afeta a sociedade em geral. Nesse sentido, os trabalhos que serão apresentados pelos artistas (entre o espetáculo CLLÃ, os solos, as rodas de conversa e aulas abertas) convidam à reflexão sobre etarismo e preconceito na sociedade em geral; temas de interesse público no fomento à consciência contra todas as formas de discriminação. Alinham-se, portanto, ao intento de "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" (Lei 8313/91, Art. 1º, VIII). Considerando-se a realidade socioeconômica dos artistas do RS, em especial a partir da catástrofe climática de maio/2024, consolida-se uma situação quase impeditiva da circulação da produção artística dentro e fora do Rio Grande do Sul e do Brasil. Por essa razão consideramos essenciais as iniciativas de "fomento à produção cultural e artística mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres" (Lei 8313/91, Art. 3º, II-c), como o Rouanet RS Emergencial, tendo em vista não apenas o reaquecimento do mercado e da cena cultural-criativa em si, mas igualmente o acesso da população gaúcha aos bens e produções culturais, em uma perspectiva democratizante.
Aula Aberta de Dança - Oficina de Criação EMENTA: Aplicação prática de metodologias de criação coreográfica; Noções básicas de dramaturgia. CARGA-HORÁRIA: 2 horas. PÚBLICO-ALVO: Bailarinos, dançarinos, atores, músicos de formações diversas com disponibilidade para “experimentação” criativa em dança. OBJETIVOS - Estimular o potencial criativo dos alunos através da vivência prática de metodologias de criação coreográfica;- Refletir sobre dramaturgia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO- Contato e improvisação;- Brincadeiras populares;- Inscrições: a expressividade das partes do corpo- Isolamento e projeção. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS- Vivências práticas das metodologias propostas;- Apresentação de vídeo;- Roda de debate;- Exercício de composição em grupo. REFERÊNCIAS- KATZ, Helena. "O coreógrafo como DJ". In:PEREIRA, R. e SOTER, S. (Orgs.). Lições de Dança 1. UniverCidade Editora, 1997.- SCHULMANN, Nathalie. Da prática do Jogo ao Domínio do Gesto - do livro “Lições de Dança” – UniverCidade Editora.NECESSIDADES TÉCNICAS- Aparelho de som com entrada para aux. (ipod, notebooks ou similares)- Sala ampla que comporte a turma- Projetor de vídeo e multimídia de alta definição, 2000 ansi lumens compatível comS-VGA, acompanhado de cabo para som e áudio mini p2.- Tela ou parede clara para projeção de vídeo.
I) Acessibilidade Física As atividades associadas aos produtos (espetáculo CLLÃ, espetáculo de solos, Rodas de Conversa e Aulas Abertas de Dança) ocorrerão, em cada uma das 03 (três) cidades-destino do projeto, necessariamente em locais que disponham de rotas acessíveis, com rampas de acesso e espaço de manobra para cadeiras de rodas. II) Acessibilidade de conteúdoA OVNI Acessibilidade Universal, criada em 2014 e dirigida por Mimi Aragón e Kemi Oshiro, atua a partir de Porto Alegre/RS e produz audiodescrição (AD), legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além de prestar assessoria a projetos culturais que prevejam a inserção de recursos de acessibilidade comunicacional. Reúne as experiências de suas profissionais, que desde 2010 atuam na produção de recursos de acessibilidade comunicacional, nas áreas de audiovisual, artes cênicas, música, artes visuais, museus, editorial, eventos, publicidade e propaganda, educação e multiplicação de conhecimento. Premiada com o troféu Açorianos de Dança 2021, com o projeto Ver Con Tus Oídos, e em duas edições do Festival VerOuvindo, no Recife/PE, a OVNI é uma empresa com reconhecida atuação nos mercados local, regional e nacional, e mantém uma estreita relação tanto com instituições e profissionais do setor cultural, como com o público usuário dos recursos de acessibilidade comunicacional - prioritariamente, pessoas com deficiência sensorial.A empresa OVNI Acessibilidade Universal prestará os seguintes serviços:a) Audiodescrição ao vivo para o espetáculo de dança Cllã com 55 min. de duração - 03 (três) apresentações.b) Tradução e interpretação simultânea em LIBRAS para rodas de conversa com 2h cada - 03 (três) rodas de conversa.Em todos os casos, os recursos de acessibilidade disponíveis serão explicitados nas mídias de divulgação das atividades, conforme o Art. 27, II, § 2º da IN 11/2024.
Uma das principais estratégias de democratização do acesso à arte como instrumento transformador e essencial ao desenvolvimento pleno da cidadania é a ocupação de espaços não convencionais e de relevante valor simbólico para a comunidade na qual se realizam as atividades, fora dos padrões pré-estabelecidos e voltadas para um público amplo e diverso.Tal premissa adquire ainda mais importância face ao cenário de calamidade enfrentado pelo Estado do Rio Grande do Sul a partir de maio de 2024, impactando diretamente no acesso à arte e cultura por parte da população em geral. Deste modo, para cada cidade que receberá o Espetáculo CLLÃ e as apresentações solo, serão igualmente promovidas duas atividades gratuitas: I. Roda de Conversa com os artistas; II. Aula Aberta de Dança; conforme previsto no Art. 30, Inciso V da IN 11/2024.Em relação aos espetáculos de Dança, está prevista a reserva de 10% (dez por cento) dos ingressos para estudantes e professores da rede pública de ensina, mediante inscrição prévia (IN 11/2024, Art. 30, I).
1) PROPONENTE: Humanitas Arte e Cultura Ltda. (CEPC 4646)CNPJ: 12.282.130/0001-43Sede: Av. Guaíba, 4330, Vila Assunção, Porto Alegre-RS. CEP 91900-420Responsável legal CEPC: Marise Gomes SiqueiraCPF: 654.202.330-53Contatos: humanitasartecultura@gmail.com – (51) 98012.5438Funções no projeto: Direção-Geral/Produção Executiva Marise Siqueira – Profissional da Dança, Produtora Cultural e Advogada com atuação na área cultural, especialmente na área de Dança. Formação em Ballet Clássico (1984) pela Escola João Luiz Rolla, em Porto Alegre/RS. Atuou como bailarina nas Cias Ballet de Câmara do Sul, Grupo Mudança e Ballet Oficina. Produtora Cultural e Sócia-Diretora da Humanitas Arte e Cultura – Produções Culturais, fundada em 2010. Idealizadora e produtora de projetos premiados pelo IBERESCENA (2012), Prêmio FUNARTE Klauss Vianna (2013 e 2015), além de várias produções independentes. “Artivista”, atuou como gestora em entidades e coletivos como Comissão Permanente de Dança do RS, Célula de Dança, ASGADAN, atualmente compõe a Diretoria da Associação Cultural Articula Dança RS e da Associação Fórum Nacional de Dança e atua no coletivo ATAC – Articulação dos Trabalhadores das Artes da Cena pela Democracia e Liberdade. 2) Gabriel Giacomazzi - Coordenação de ProduçãoCPF 026.311.570-44Contato: (51) 993136855 / giaco.acad@gmail.com Gabriel Giacomazzi (Porto Alegre, 1995) é Mestre em História Social pela UFRGS e historiador (reg. 0000470/RS). Organizou eventos regionais e internacionais na área de História da África, como a Conferência Internacional "Sociedades Africanas: Religiosidades, Identidades e Conexões Globais" (2021). Integra o projeto de pesquisa internacional "ETHIOKONGROME - Les chrétiens d'Éthiopie et de Kongo face à Rome : écrire une autre histoire des connexions entre l'Afrique et l'Europe (XVe-XVIIe s.)", 2024-2027, contemplado pelo edital AAPG 2023 - ANR (França). É roteirista e fundador do HistoriCast, projeto de história pública criado em 2020. Artisticamente, também é escritor e músico instrumentista, tendo integrado grupos e performado em shows, apresentações públicas e gravações desde 2013. Pela banda Bom Fim, gravou o EP Îrixe (Umbaduba Records, 2015); pelo duo Xirús, gravou o single "Banca 40" (2016, independente) e, pela Karma Dharma, o EP "Ilha de Céu" (Lezma Records, 2017). 3) Alex Sander dos Santos - Artista bailarino Bailarino e coreógrafo, formado em Educação Artística pela Universidade do Rio Grande (1998), especializado em Dança Cênica pela UDESC (2000). Iniciou-se na dança em 1993 com Heloisa Bertoli, passando por formações em dança contemporânea, moderna, clássica e sapateado. Atuou em várias companhias, como Cia Heloisa Bertoli e Grupo Sótão, realizando turnês pela América do Sul. Premiado em diversas ocasiões, incluindo melhor interpretação masculina em 1998 pelo solo "Clown" e melhor bailarino em 2002 nos espetáculos "Grand Genet" e "Três Motivos". Em 2004, foi à França para uma formação em mímica corporal na escola Hippocampe e, em 2007, obteve o diploma em Artes do Espetáculo Coreográfico pela Universidade de Paris 8. Em 2018, criou o espetáculo CLLÃ em Porto Alegre, premiado no Prêmio Açorianos nas categorias melhor espetáculo, direção, coreografia e bailarina. 4) Luciana Dariano - Artista bailarina Formada em ballet clássico com mestres como Thais Virmond e Marina Fedossejeva, Luciana atuou como solista em várias peças de repertório clássico. Especializou-se em dança contemporânea com Jussara Miranda, integrando o repertório da Muovere Cia. de Dança e a Cia. de Ballet Mudança. Trabalhou com coreógrafos como Ivan Motta e Humberto da Silva. Destacou-se como melhor bailarina em prêmios como o Troféu Açorianos (1993, 2002, 2005 e 2018) e em competições de dança clássica no Festival de Joinville e no CBDD. É co-criadora e intérprete do espetáculo CLLÃ, ganhador de 5 Prêmios Açorianos em 2018. 5) Lauren Lautert - Artista bailarina Lauren começou sua formação em ballet com Maria Cristina Fragoso, complementando seus estudos com João Luiz Rolla e Jane Blauth. Especializou-se também em dança moderna, teatro e cinesiologia. Atuou como bailarina e coreógrafa na Línea Cia. de Dança (1989-1996) e, a partir de 1997, integrou a Muovere Cia. de Dança, onde trabalhou até 2013. Recebeu o Prêmio Açorianos de melhor bailarina em 2004, destacando-se no cenário da dança contemporânea. 6) Aldo D'Ibaños - Artista/músico/performer Aldo começou seus estudos musicais aos 12 anos, aprendendo violão erudito e contrabaixo, e estudou teoria musical na Escola da OSPA. Aos 17 anos, já atuava profissionalmente com artistas locais e, em 2002, passou a integrar a banda da casa no Abbey Road Studio Pub. Mudou-se para Paris em 2007, onde estudou na École Nationale de Dance, Musique e Théâtre e colaborou com o coletivo Le Collectif Des Yeux. De volta ao Brasil, foi indicado ao Prêmio Açorianos em 2008 com o grupo Trio de Janeiro. Mudou-se para Barcelona em 2017 para estudar cinema e interpretação, fundando a banda Fatt Foes em 2018, com a qual lançou singles e videoclipes. Além de atuar em curtas-metragens e no teatro, destaca-se na trilha sonora e interpretação de diversas produções. 7) Graziela Saraiva - Artista bailarina Formada em ballet clássico pela Fundação Cultural de Canoas (1999) e tecnóloga em Dança pela ULBRA, Graziela se especializou em flamenco, integrando a Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz (2003-2017). Desde 2010, dirige o Grupo Grazi Silveira Dança Flamenca e atua como bailarina e professora. Indicada ao Prêmio Açorianos como Melhor Bailarina (2011) e Destaque em Flamenco (2014), participou de espetáculos como Cem metros de valsa e um grama e Vaga. Também atua na Companhia de Flamenco Del Puerto e no canal do YouTube da Professora Daniela Araújo. 8) Daniel Amaro - Artista bailarino Daniel iniciou sua trajetória na dança afro desde a infância, fundando o Grupo Brother Show em Pelotas aos sete anos. A partir de 2000, dirigiu nove espetáculos, com destaque para Tambores do Corpo (2002) e A Dança dos Orixás, que alcançou reconhecimento internacional e foi estudado na Universidade de Harvard. Produziu eventos culturais como o Festival Dança Pelotas (2010-2017) e a Mostra de Dança e Teatro de Origem Africana. Desde 2019, Daniel é requisitado para colaborar em projetos culturais com artistas como Paco Gomes e instituições como o Teatro Guarany e o Clube Fica Ahí. 9) Angela Spiazzi - Artista bailarina Bailarina profissional desde 1983, Angela integrou a Terra Companhia de Dança do Rio Grande do Sul e cofundou a Cia. Terpsí-Teatro de Dança com Carlota Albuquerque em 1987. Trabalhou com grandes diretores, como Zé Adão Barbosa e Selton Mello, em projetos de dança, teatro e cinema. Atuou em espetáculos premiados como Bandoneon e Nossa Senhora das Graças, recebendo o Prêmio Açorianos de Melhor Bailarina (1996) e Melhor Atriz Coadjuvante (2017). Atua como coreógrafa e preparadora corporal para diversos espetáculos e, em 2022, foi assistente de direção na montagem de Esperando Godot.10) Carlota Albuquerque - CuradoraFormada em Dança Clássica pela Escola João Luiz Rolla, com bolsa para a Ecolle BESSO de Danse Classique em Toulouse. Foi voluntária, na base de cooperação do governo francês em Ouagadougou, em Haute Volta (atual Burkinafasso), na África, criando uma escola de dança para crianças, existente até hoje. Foi bailarina do Grupo Experimental de Dança e da Companhia de Dança do RS, além de co-fundar a Terra Cia. de Dança, realizando apresentações em várias regiões do Brasil. Fundou e dirige a Terpsí Teatro de Dança, com coreografias como Quem É? (1989), Lautrec... Fin de Siècle (1993), A Família do Bebê (1999). Recebeu a Ordem do Mérito Cultural (2010) pelo Governo Federal, o maior reconhecimento do Governo Federal a personalidades que contribuem para o desenvolvimento da identidade cultural brasileira.
PROJETO ARQUIVADO.