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Realização de uma oficina de dança contemporânea para jovens e adultos, ofertada de forma gratuita, no município de Embu-Guaçu, com frequência de duas vezes por semana, em um período aproximado de 9 meses. Ao final da proposta, será realizado um espetáculo de dança, onde os participantes farão apresentações locais, com base no que foi vivenciado durante as oficinas.
A oficina de dança contemporânea se trata de um período, compreendido em 9 meses de duração, onde os participantes terão uma vivência inicial sobre a técnica de dança proposta. As aulas são indicadas para maiores de 12 anos e sem limite máximo de idade, voltadas, principalmente, para o público iniciante. No final da oficina, será apresentado um espetáculo de dança desenvolvido pelos próprios participantes, sob a direção do Coletivo Mascárate, que ficará encarregado de selecionar uma de suas obras do seu repertório e remontá-la com as turmas.
O projeto tem como público-alvo jovens a partir de 12 anos de idade e público adulto livre, sem idade máxima de restrição. O objetivo do projeto é captar o maior número de adolescentes e adultos possíveis, de preferência, aqueles que nunca tiveram acesso à linguagem da dança. Como o município de Embu-Guaçu carece de espaços culturais que ofereçam atividades artísticas para jovens e adultos iniciantes, esta é uma proposta de democratização ao acesso à dança, visto que ainda existem preconceitos em relação aos corpos que começam a dançar em idade mais avançada, por isso é necessário abordar este tema com a comunidade local e extinguir esse estigma. Será formada 2 turmas com até 20 pessoas e com aula 1 vezes por semana, com duração de 2 horas por aula. Serão ofertadas atividades de dança contemporânea, onde os participantes dançarão de forma livre e prazerosa, com o intuito de promover uma atividade que estimule o bem estar e a autoestima. O tempo de duração estimado para o projeto é de 9 meses. Poderão participar pessoas com idade superior a 12 anos e sem limite de idade máxima. As atividades serão realizadas em um espaço com rampas, banheiros adaptados e portas amplas, que permitam a circulação de pessoas com mobilidade reduzida. Está programado para que o projeto se divida em duas etapas, a primeira será dividida em 5 meses de aula, introduzindo conceitos básicos da dança contemporânea. Já na segunda fase, que terá 4 meses de duração, os alunos estarão focados no processo de criação do espetáculo de dança, para isto, contaremos com a presença do Coletivo Mascárate na direção artística para auxiliar na montagem e organização das apresentações. O tema do espetáculo será pautado pelo repertório do Coletivo Mascárate, remontando e resgatando obras que já foram apresentadas anteriormente e inserindo-as no contexto atual da cidade. O espetáculo de dança acontecerá como encerramento da oficina, sendo que haverá 2 dias de apresentação, com 2 sessões em cada dia.
A cidade de Embu-Guaçu está localizada no extremo sudoeste da região metropolitana de São Paulo, deste modo, o município é visto como "cidade dormitória" para muitos e por isso há uma certa negligência em relação ao acesso de atividades culturais e serviços de outros setores, pois espera-se que os municipes busquem estas necessidades em áreas mais centrais do estado. No entanto, há uma grande parcela da população que não tem condição de se deslocar para outras regiões e com esta falta de investimento cultural dentro da própria cidade, acabam não criando o hábito de consumir arte e cultura e não se conscientizam sobre a necessidade de ocupar esses lugares e remunerar os profissionais da área. Esta lei de incentivo é importante para o projeto pois queremos captar esta população local para formação de público e conscientização acerca do consumo de atividades artísticas no município.
O projeto é compreendido no período de um ano, sendo 3 meses destinados a pré e pós-produção e 9 meses para a realização da oficina e espetáculo de dança. Os primeiro mês são destinados para a contratação de profissionais e materiais para a divulgação do projeto: carro de som, panfletos, designer gráfico e etc. Já o segundo mês será compreendido em divulgar a oficina e fazer as inscrições dos participantes. Iniciaremos a oficina no terceiro mês, introduzindo os conceitos da dança contemporânea e evoluindo os conteúdos conforme o andamento das aulas. A partir do sétimo mês, a oficineira e o diretor artístico vão alinhar as questões para a montagem do espetáculo, essas informações serão repassadas aos participantes no oitavo mês de projeto, mesmo mês em que iniciarão o processo de montagem das coreografias a serem apresentadas. No nono mês, as contratações de serviços para o espetáculo se iniciarão, sendo eles: operador de som, operador de luz, locação de espaço para apresentação, contratação de costureira e etc. A apresentação acontecerá no décimo primeiro mês. O décimo segundo mês será destinado a prestação de contas.
O plano de acessibilidade está presente em nossa arquitetura, visto que o espaço em que será realizado a oficina está adaptado com rampas, banheiros adaptados e passagens amplas, além de espaço amplo para a circulação de cadeirantes. O espaço que será locado para a mostra de dança também seguirá os critérios de acessibilidade arquitetônica, para possibilitar tanto o acesso dos nossos possíveis alunos, quanto aos possíveis espectadores com mobilidade reduzida ou qualquer outra questão que necessite de tal cuidado.
Tanto as aulas quanto as apresentações serão ofertadas para a população de forma gratuita. Além disso, o foco da oficina de dança é engajar a maior quantidade possível de participantes em idade adulta, pois esta faixa etária está comumente associada a um grupo "velho para a dança", pois é nesta fase da vida que manifestamos problemas de saúde diversos, problemas financeiros e falta de acessibilidade a atividades artísticas para adultos iniciantes.
Thiemy Maria - Currículo resumido: Formada em Comunicação das Artes do Corpo, pela PUC-SP, atua como artista educadora em dança na cidade de Embu-Guaçu e na região do extremo sul de São Paulo. Além disso, atua como atriz, performer e bailarina em trabalhos autorais e coletivos com artistas parceiros da região. Dentre seus trabalhos mais relevantes estão: Lira I, exibido em eventos como FarOFFa, 4 em 1 noite e Semana Acadêmica da PUC-SP; Oficina de Dança Contemporânea para Todes, projeto que oferta oficinas de dança para jovens e adultos de todas a idades; Um Deus Chamado Dinheiro, peça de teatro em cartaz no ano de 2024, pelo Coletivo Mascárate. Função: Oficineira Coletivo Mascárate (Vaggner Jorge) - Função: Direção de Arte do espetáculo
PROJETO ARQUIVADO.