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Este projeto pretende a produção do espetáculo "Mãe Peregrina de Schoenstatt - de Santa Maria para o mundo", para ser apresentado em Santa Maria/RS em 2025, ano jubilar em que a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt completa sua 75ª edição. O espetáculo contará a história do Santuário de Schoenstatt de Santa Maria, desde sua criação até os dias atuais, passando por eventos épicos dessa história, como a fuga das Irmãs da Alemanha e a busca por prosperidade em terras santa-marienses, a construção do Santuário de Schoenstatt, o surgimento da Campanha e o trabalho de João Pozzobon para a disseminação deste apostulado mundial. O espetáculo terá duas sessões no Clube Dores (cedido), e terá transmissão ao vivo, audiodescrição e LIBRAS.
Sinopse de "Mãe Peregrina de Schoesntatt - de Santa Maria para o Mundo" Esta obra apresenta momentos da história da Mãe Peregrina de Schoenstatt no Brasil, durante o século XX. No interior do estado do Rio Grande do Sul, Santa Maria é a cidade sede da Campanha da Mãe Peregrina com a construção do Santuário e difundida graças ao movimento iniciado pelo Diácono João Luiz Pozzobon, figura principal dessa história. Neste cenário de fé e crença se aproximando de temáticas do teatro sacro, do drama litúrgico, a dramaturgia assume um caráter biográfico e documental apresentando importantes registros históricos do município enquanto obra artística integrada. Classificação indicativa livre, duração de 40 minutos.
OBJETIVO GERAL Em 1º de novembro de 1950 surge a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, o Movimento de Schoenstatt em Santa Maria resolveu fazer uma ação missionária levando três imagens da Mãe e Rainha às famílias para rezar o terço com elas. Pouco antes, neste mesmo ano, em 10 de setembro, o senhor João Luiz Pozzobon, que participava ativamente do Movimento de Schoenstatt recebeu das mãos da Irmã Maria Teresinha Gobbo uma destas imagens. Tocado pela atuação de Maria nas famílias, João Pozzobon decidiu não encerrar esta iniciativa, pois sentiu-se chamado a ser instrumento a dar continuidade à visitação da Mãe e Rainha às famílias. João Pozzobon peregrinou durante 35 anos com a imagem da Mãe e Rainha nos ombros até a data de seu falecimento em 27 de junho de 1985. No ano de 1959, atendendo ao pedido de algumas famílias, João Pozzobon teve a inspiração de fazer circular pequenas imagens da Mãe e Rainha de Schoenstatt em grupos de trinta famílias. Desta forma, muito rapidamente, formou-se um grupo de pessoas empenhadas neste apostolado. Ano após ano, aumentou o número de imagens, paróquias e pessoas engajadas, levando ao surgimento de uma organização que sustentasse este apostolado e levasse em consideração as paróquias e dioceses, com seus planos e objetivos pastorais. A Campanha da Mãe Peregrina tomou uma dimensão internacional a partir da visita de João Pozzobon, com a Imagem Peregrina, ao lugar de Fundação da obra de Schoenstatt, na Alemanha e em Roma, no ano de 1979. Então, a partir da década de 80, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt se espalhou pelo mundo à medida que muitos países assumiram este apostolado. Atualmente está presente e dando frutos nos cinco continentes. No Brasil, existem em torno de 140 mil imagens peregrinas que alcançam cerca de 4 milhões de famílias mensalmente. No mundo, são em torno de 200 mil imagens peregrinas, são 116 países que assumiram a Campanha da Mãe Peregrina nas Américas, Ásia, Oceania, África e Europa. Hoje Santa Maria é conhecida internacionalmente como sede da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, que anualmente recebe milhares de pessoas de todas as partes do mundo. A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt completa 75 anos de existência em 2025, é uma história de luta, resistência e pertencimento da cidade de Santa Maria. A tradição jubilar de peregrinar a imagem da Mãe e Rainha de casa em casa é fruto desta Campanha que tem projeção mundial e que surgiu em Santa Maria através do trabalho voluntário do missionário João Pozzobon. Portanto a produção desta obra visa dar palco a essa tradição na linguagem artística, elucidando os feitos épicos dessa história e provocando o sentimento de pertencimento e representatividade à comunidade santamariense e aos seguidores da Mâe Rainha. A obra também visa promover a retomada cultural na cidade de Santa Maria, por meio de uma produção local de grande porte, movimentando diferentes setores da economia, sobretudo, o setor cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar dois ensaios abertos - Realizar duas apresentações do espetáculo, uma toalmente gratuita com LIBRAS, audiodescrição e transmissão ao vivo e outra com LIBRAS e cobrança de ingressos. - Pulverizar a renda através da contratação via edital de 8 artistas para elenco coadjuvante com vagas destinadas a pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas, baixa renda e LGBTQIAPN+. - Pulverizar a renda através da contratação via edital de 10 pessoas para formar duas equipes para atuar como recepcionistas nos espetáculo com vagas destinadas a PCD's, pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas, baixa renda e LGBTQIAPN+. Pulverizar a renda através da contratação de 4 pessoas para atuar como carregador. - Realizar contratação de 4 transportes para ação de contrapartida.
Eventos típicos ou tradicionais costumam reunir um público que se identifica com temática do evento, evocando o sentimento de pertencimento e de representatividade. Nestes eventos as programações artístico-culturais ocupam um importante espaço de fruição ao público e chegam às comunidades muitas vezes como um convite a conhecer e participar do evento a que estão vinculadas. Também é sabido que muitos destes eventos realizam a contratação de produções e artistas já consolidados no Estado e muitas vezes com carreira nacional para comporem suas programações, deixando de lado os artistas locais e a oportunidade de promover programações artísticas que tenham a identidade do evento e do município. São através destas programações em eventos típicos que muitos artistas independentes têm a oportunidade de ganhar espaço e visibilidade em suas comunidades, fazendo uso da mesma como uma plataforma para impulsionar suas carreiras. Nesse sentido, o projeto "Mãe Peregrina de Schoenstatt - de Santa Maria para o mundo", busca este fomento para realizar uma produção autoral com artistas independentes de Santa Maria, trazendo identidade ao evento graças à participação dos artistas locais e reconhecimento à produção e aos artistas envolvidos graças à projeção do evento. Essa proposta de apoio mútuo entre contratante e prestador de serviço elucida alguns valores que colaboram tanto para a imagem do evento, quanto para a cadeia produtiva local. Em um aspecto simbólico, reforça a valorização dos artistas locais, projetando suas carreiras para além das fronteiras do município, através das suas assinaturas que atestam suas participações na produção realizada por meio de um financiamento nacional, reconhecendo também a importância desta política cultural para o crescimento de artistas independentes. Também afirma o valor simbólico de pertencimento para esta comunidade presente nas esferas local, regional, nacional e internacional ao proporcionar na cidade de Santa Maria, sede da Campanha, uma obra artística que conta a história do surgimento da mesma. Através deste sentimento de pertencimento se reconhece a relevância da produção para esta grande comunidade. O Instituto Pedagógico Social Tabor busca esta chancela para consolidar esta obra nos 75 anos da Campanha como uma programação artístico-cultural oficial integrante da programação das edições futuras, uma vez que a mesma se tornará repertório. A presença de programações artísticas em eventos típicos oportuniza a geração de renda aos artistas e técnicos envolvidos, fomentando a economia de outros setores. Essas programações promovem o acesso à cultura e, neste formato, atuam como um mecanismo de formação de público ao evento principal (a Campanha). A adesão por parte de outros públicos que chegam aos eventos por meio destas programações beneficia não somente o evento, como também toda uma rede de prestadores de serviços, desde profissionais autônomos e pequenos empreendedores até grandes empresas. Santa Maria é um destino muito procurado para o turismo religioso no centro do Estado, recebendo ao longo do ano milhares de fiéis que buscam a cidade em função da variedade de possibilidades turísticas nessa área, como museus, santuários e celebrações religiosas. Dentre os museus se destacam o Museu de Arte Sacra de Santa Maria, Museu Diácono João Luiz Pozzobon, Museu Histórico e Cultural das Irmãs Franciscanas e o Memorial Medianeira; dentre os santuários se destacam o Santuário de Schoenstatt e o Santuário Basílica Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças; além de festividades como a Festa em Honra a Santo Antão em sua 176ª edição, Romaria de Nossa Senhora Medianeira em sua 81ª edição e a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, que completa sua 75ª edição em 2025. Este projeto, com suas respectivas programações, denota prosperidade ao turismo religioso local por meio dos fiéis que irão se deslocar de todas as partes do Brasil e do mundo à Santa Maria, e irão necessitar de diversos serviços que movimentarão os setores de hotelaria, alimentação, recreação, transporte, serviços de viagens e serviços turísticos. Para além das programações centrais que acontecem durante o evento, a proposta prevê a descentralização de atividades para que comunidades periféricas e de baixa renda possam fruir arte e cultura. Essas atividades são os dois ensaios abertos seguidos de um bate-papo com o intuito de democratizar o acesso à cultura e incentivar a formação de plateia, aproximando comunidade e artistas para a consolidação de novos públicos. Para fortalecer a democratização do acesso e a formação de plateia, será realizada uma sessão gratuita para o público de baixa renda e público escolar, onde serão disponibilizados quatro transportes gratuitos para o deslocamento até o local do evento. Estas programações vinculadas a eventos típicos não costumam ser acessíveis a diferentes públicos. Pensando nisso, o espaço escolhido para a realização da programação contempla uma vasta gama de acessibilidades arquitetônicas (o que justifica as programações não acontecerem junto ao evento no Santuário de Schoenstatt). Essa decisão é para que PCD’s tenham o direito garantido de se beneficiar da programação sem situações discriminatórias por falta de acessibilidade. O projeto também contempla acessibilidades comunicacionais, como a audiodescrição e LIBRAS, e para que a informação de que a programação possui essas acessibilidades chegue até esses públicos, haverá um produtor de acessibilidade que participará da estratégia de divulgação do projeto. A construção do legado que será deixado para a comunidade é a instauração da primeira programação artística junto a este evento, que acontecerá simbolicamente em seu jubileu, onde essa comunidade Internacional será agraciada com uma grande produção artística que conta a história da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e, uma vez produzido e apresentado, será o cartão de visitas oficial do evento para as próximas edições, consolidando em Santa Maria um tradicional espetáculo vinculado à esta Celebração. A longo prazo uma das perspectivas de continuidade do projeto é apresentada através da periodicidade anual do evento, onde o espetáculo, com seu repertório registrado passe a integrar a programação oficial das próximas anos da Campanha, sendo anualmente remontado para o evento gerando renda a novos profisisonais através da contratação de elenco. A comercialização de ingressos também nutre essa perspectiva de continuidade. Essa perspectiva também nutre a geração de renda aos artistas e técnicos locais que terão de ser contratados para cada remontagem. A curto prazo outra perspectiva do Instituto, assim como já feito com outras produções artísticas, é entendê-la como uma produção passível de ser submetida a editais de fomento enquanto proposta de apresentações na cidade, devido ao fluxo contínuo de pessoas para o turismo religioso. A médio e longo prazo é a busca por mecanismos de fomento que possibilitem uma circulação nacional da obra, atrelando simbolismo e pertencimento ao prever apresentações em cidades brasileiras que possuem Santuários de Schoenstatt. Através deste projeto são atendidos do Art. 1º os incisos I, II, IV, VII, VIII e IX e do Art. 3º, apresenta os seguintes objetivos I-d), II-c) e IV-a), gerando renda direta a mais de 30 profissionais e pulverizando e democratizando o acesso à renda a 22 profisisonis através de editais de chamamento. Receber a chancela da Lei Rounet atua como uma prova social que valida o trabalho do Instituito ao promover um evento de grande porte acessível em diferentes esferas, democrático em diversos aspectos, que valoriza os artistas locais e fomenta outros setores da economia.
Mãe Peregrina de Schoenstatt - de Santa Maria para o mundo Esta obra apresenta momentos da história da Mãe Peregrina de Schoenstatt no Brasil, durante o século XX. No interior do estado do Rio Grande do Sul, Santa Maria é a cidade sede da Campanha da Mãe Peregrina com a construção do Santuário e difundida graças ao movimento iniciado pelo Diácono João Luiz Pozzobon, figura principal dessa história. Neste cenário de fé e crença se aproximando de temáticas do teatro sacro, do drama litúrgico, a dramaturgia assume um caráter biográfico e documental apresentando importantes registros históricos do município enquanto obra artística integrada. Cenário: Ciclorama como tela de projeção ao fundo do palco. A representação do Santuário se dá com uma capela de MDF construída para ser movimentada, tendo sua visualidade modificada. A iluminação traça caminhos representando os percursos, as ruas e o movimento de peregrinação até o Santuário. Personagens: Pe. Kentenich - Padre José Kentenich João Pozzobon - Diácono João Luiz Pozzobon Ir. de Maria - Irmãs de Maria de Schoenstatt Cidadão - Figuras da sociedade Cidadã - Figuras da sociedade Coro - Atores e bailarinos em representação do povo PRÓLOGO Entre murmúrios, orações incompreensíveis e um navio no meio do oceano, a sonoplastia e a projeção de videomapping ambientam a viagem das Irmãs de Maria de Schoenstatt ao Brasil, fugindo da Segunda Guerra Mundial na Alemanha. (Primeira canção entoada pelos músicos) NARRAÇÃO - Em 1935 chegam ao Brasil as primeiras Irmãs de Maria de Schoenstatt e em 1945 se estabelecem no coração do Rio Grande. Essa origem retoma o surgimento do primeiro Santuário da Mãe Rainha Vencedora Três vezes Admirável de Schoenstatt em 1914, na Alemanha, sendo obra do Pe. José Kentenich. ATO 1 Pe. KENTENICH - (em relação com a capela) “Levem a Imagem da Mãe de Deus e dêem um lugar de honra nos lares, assim eles hão de se tornar pequenos Santuários nos quais a Imagem de graças se manifestará, operando milagres e criando uma Santa Terra de Famílias.” (Segunda canção entoada pelos músicos) (Cena de dança coreografada com o coro) Nesse ato, representam-se as visitas do Pe. Kentenich à Santa Maria e a formação de um apostolado com a construção do Santuário até o início da peregrinação de João Pozzobon. Utilizam-se os recursos disponíveis com a projeção e a iluminação. JOÃO POZZOBON - (em relação com o videomapping) Ferdinando e Augusta Pozzobon, meus pais eram imigrantes italianos. Me ensinaram a seguir os ensinamentos de Jesus desde cedo. Lembro de sentir uma saudade, devia ter uns 12 anos, ainda era criança, mas lembro de sentir essa saudade que simplesmente não conseguia parar de sentir. A não ser quando… quando olhava assim pro horizonte… lá na nossa terra que tinha uma colina, ali onde o céu parecia tocar a terra, me sentia tocado de alguma forma e aquele vazio parecia ser preenchido no momento. Foi uma sensação que durou quase 40 anos, mas saciada quando decidi me dedicar à Mãe. (Trajetória em jogo com a iluminação até à capela onde encontra-se com uma das Irmãs de Maria que lhe entrega a Imagem da Mãe) ATO 2 NARRAÇÃO - Setembro de 1950. O Sr. João Luiz Pozzobon, dono de um pequeno comércio, pai de sete filhos e católico fervoroso, após participar de um grupo de homens, no início do Movimento Apostólico de Schoenstatt e receber a formação schoenstattiana, encontra-se com a Irmã Maria Teresinha Gobbo. IR. DE MARIA - (entrega-lhe a Imagem) Esta Imagem ficará sob seu cuidado. Não é preciso que reze o terço todas as noites. Apenas deverá cuidar para que peregrine de casa em casa. JOÃO POZZOBON - Querida Irmã, será minha grande missão, levar esta Imagem Peregrina da Mãe e Rainha de Schoenstatt até às famílias. (Trajetórias da peregrinação de João, encontrando-se com representantes de famílias que cruzaram o seu caminho) (Terceira música entoada pelos músicos. Coro representa o povo.) JOÃO POZZOBON - ( em diálogo com uma família) Quando algo é divino, um homem sozinho pode mover o mundo… CIDADÃO - E a sua família Sr João? Soube que tem pra mais de cinco filhos… JOÃO POZZOBON - Sete filhos… sabe que eu tinha dito à Mãe que pouco me importava mover o mundo inteiro, se descuidasse de minha família. Se isso acontecesse, não estaria fazendo nada… mas tudo vem ocorrendo bem. Quando Deus quer que se realize uma missão, se pode fazer tudo. CIDADÃ - O Sr. é um verdadeiro missionário. Quantos anos de peregrinação? JOÃO POZZOBON - Já fazem quase 10 anos. Mas no começo meu trabalho não era compreendido, fui muitas vezes caluniado. CIDADÃO - Nós adoraríamos ter a Imagem peregrina da Mãe conosco. JOÃO POZZOBON - Muitas famílias tem expressado esse desejo. NARRAÇÃO - E então em 1959, atendendo ao pedido, João Pozzobon teve a ideia de circular pequenas imagens peregrinas da Mãe e Rainha de Schoenstatt em grupos de trinta famílias. Desta forma, formou -se um grupo de pessoas empenhadas neste apostolado. Ano após ano, aumentou o número de imagens, paróquias e pessoas engajadas, levando ao surgimento de uma organização. Até que em 1972, na Capela Nossa Senhora das Graças em Santa Maria, João Pozzobon é ordenado Diácono da Igreja por Dom Érico Ferrari. E assim exerceu o apostolado durante 35 anos, percorrendo mais de 140.000 Km junto a Imagem da Mãe, sem faltar um dia sequer. JOÃO POZZOBON - Minha ordenação foi como uma flor que se abriu, uma grande alegria que se estendeu a todos os amigos. Senti a união como um só coração. ATO 3 Representação da construção da Vila Nobre da Caridade pelo Diácono a famílias carentes de Santa Maria. JOÃO POZZOBON - (em diálogo com o coro) “Viver e ensinar a viver!” São as palavras que me norteiam. Adoraria que nessa Ermida da Vila, essa frase seja gravada. CIDADÃO- Vais ajudar tanto nossas famílias com essa construção… JOÃO POZZOBON - Esse é nosso objetivo! Vocês poderão ficar nessas casinhas até conseguirem construir suas casas próprias. CIDADÃ - Nos incentiva e nos conduz a fazer isso, com toda certeza. NARRAÇÃO - Em 1979, o Diácono Pozzobon, leva a Campanha ao lugar de Fundação da Obra de Schoenstatt, na Alemanha e em Roma, promovendo uma dimensão internacional. A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt se estende a todos os Estados do Brasil e propaga-se por mais de oitenta países dos cinco Continentes. É uma Campanha de nível internacional, em comunhão com bispos, párocos e leigos. (Quarta canção entoada pelos músicos) (Cena de dança coreografada com o coro e os recursos do videomapping) JOÃO POZZOBON - (finalizando a cena anterior) Se um dia me encontrarem morto no caminho, saibam que eu morri de alegria! NARRAÇÃO - 27 de junho de 1985. A caminho do Santuário, ao atravessar uma avenida, devido a um forte nevoeiro, o Diácono Pozzobon foi atropelado por um caminhão. Assim ele faz a sua última romaria, retorna ao Santuário Eterno e se realizam suas palavras. Seu processo de beatificação é iniciado em Santa Maria/RS, sua diocese de origem, em 12 de dezembro de 1994, por Dom Ivo Lorscheider. No momento, aguarda-se um milagre para que ele seja beatificado. IR. DE MARIA - O Sr. João preocupou-se com o futuro. Confiou em testamento a Peregrina Original, com a qual iniciou a Campanha, ao Instituto das Irmãs de Maria, na pessoa de Ir. M. Teresinha, de quem a recebera anos atrás. A guardamos com grande cuidado no Centro Mariano aqui em Santa Maria, onde pode ser visitada por todos. EPÍLOGO Cena final integrando os recursos artísticos.
ESPETÁCULOAcessibilidade atitudinal Serão contratadas equipes para realizar acessibilidade atitudinal nas duas sessões do espetáculo, essa ação compreende a recepção e acomodação de PCD's e idosos nos espaços de realização das atividades. Acessibilidade física O espaço realizado para a realização do espetáculo é o Clube Dores, com estacionamento reservado para idosos e PCD's, rampas de acesso com rotas acessíveis para cadeira de rodas, banheiros masculinos e femininos adaptados, elevadores, espaço na plateia para cadeirantes, cabine para audiodescrição, guardacorpos e iluminação adequada para o deslocamento dentro do espaço.ENSAIOS ABERTOSAcessibilidade atitudinalSerão contratadas equipes para realizar acessibilidade atitudinal nos dois ensaios abertos, essa ação compreende a recepção e acomodação de PCD's e idosos nos espaços de realização das atividades. Acessibilidade físicaO espaço onde acontecerão os ensaios abertos, o Centro de Referência Familiar Recanto do Sol, possui rampas de acesso, corrimãos, rotas acessíveis, elevador para chegar ao auditório e espaço para cadeirantes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto conta com um produtor de acessibilidade que fará parte da equipe de divulgação do projeto e fará a divulgação acessível através de textos adaptados para leitores de telas, e descrição textual de cards, o espetáculo contará com audio descrição em uma de suas sessões e interpretação em LIBRAS nas duas sessões e visita sensorial antes do espetáculo.
Como democratização do acesso o evento terá transmissão ao vivo, dois ensaios abertos com capacidade de 250 pessoas cada, e uma sessão do espetáculo gratuita voltado para instituições públicas de ensino e pessoas de baixa renda com capacidade para 1.190 pessoas. Para a sessão gratuita haverá a contratação de 4 transportes para trazer comunidades periférias até o espaço do evento. Os ingressos da sessão com cobrança de ingressos serão comercializados a preços populares de R$ 40,00, sendo meia entrada para estudantes, idosos, PCD's e seus acompanhantes por R$ 20,00 e ingresso solidário a preço de R$ 30,00 + 1kg de alimento não perecível. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Direção geral e coreógrafo: Helder MachadoHelder Machado é Bacharel em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria (2019) e Pós-graduado em Arte na Educação - Dança, Música e Teatro pela Faculdade Dom Alberto (2021). Possui 19 anos de experiência em dança e há 12 anos atua como profissional, com projetos aprovados em esfera municipal, estadual e federal. Dentre suas principais atuações destaca: Professor Substituto de Magistério Superior do curso de Dança Bacharelado da Universidade Federal de Santa Maria 2022/2 até 2023/2. Parecerista do “Prêmio Trajetórias Culturais - Mestra Sirley Amaro” realizado pela SEDAC/RS, integrante do Colegiado Setorial de Dança do Rio Grande do Sul, gestão 2021/2023 e cencedor do prêmio Destaques da Cultura 2021 do Diário de Santa Maria na categoria Dança. Coordenação administrativo-financeira: Instituto Pedagógico Social Tabor (voluntário) Direção de cena: Daniela da Cunha Daniela da Cunha é Técnica em Administração pelo Instituto Federal Farroupilha, Bacharela em Artes Cênicas – Interpretação Teatral na Universidade Federal de Santa Maria e graduanda em Direção Teatral. Atualmente, se dedica à direção, dramaturgia e produção de espetáculos cênicos, em destaque “Blub BOOM: uma experiência teatral para infâncias” e “Minha avó quem diz” aprovados dentro de projeto da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria; “Recanto do Sul: a história das danças gaúchas”, aprovado na Lei Paulo Gustavo de Santa Maria e “Um vírgula cinco quilômetros por hora”, trabalho premiado no 1º Festival Estadual de Esquetes Dramáticas (POA-2023) como Melhor Esquete Júri Popular. Direção musical: João Guilherme Acadêmico do curso de Licenciatura Plena em Música pela UFSM com uma trajetória de 10 anos na área da educação musical. De 2014 a 2016, atuou como professor de violão na Paróquia São Pedro Apóstolo de São Pedro do Sul. Posteriormente, entre 2018 e 2023, ministrou aulas de teclado e teoria musical no Curso Extraordinário de Música da UFSM. Em 2020 e 2021 lecionou aulas de teclado e piano na Escola Musiartes, em Santa Maria, RS e desde 2021, é oficineiro de teclado, flauta doce e práticas musicais e regente da Orquestra Infanto Juvenil do Centro de Referência Familiar Recanto do Sol. Elenco principal: Daniela da Cunha, Helder Machado Geison SommerAtor, diretor, iluminador e produtor cultural. É Bacharel em Artes Cênicas – Habilitação em Interpretação Teatral - Universidade Federal de Santa Maria / Santa Maria – RS (2013). Ao longo da graduação integrou o Laboratório de Investigação do Ator (LITA, 2011-2013). Participou da Oficina “O Silêncio - Memórias Inventadas” (2011) com Françoise Kahn e da Sessão de Trabalho de 3 dias com Thomas Richards (2013) no Seminário Internacional Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards Santa Maria. Ém 2021, recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais – Mestra Sirley Amaro por sua atuação no segmento Teatro. Atualmente é professor no curso livre de tratro do grupo Por Que Não?. Pedro Diana Bacharel e Artes Cênicas (2024),ator e palhaço, Pedro Diana participou de projetos audiovisuais, como o longa-metragem: Em 97 Era Assim(2017) e a web-serie de ficção cientifica: Cronos - A Relíquia do Tempo (2020). Em 2019, ingressou na Universidade Federal de Santa Maria, no curso de Artes Cênicas. Durante sua trajetória de graduação, atuou em diversos projetos experimentais da universidade e, ainda na universidade, começou a trabalhar com oficinas de técnicas circenses e com intervenções artísticas. É um dos idealizadores do Grupo Contra- Regras, grupo de Teatro e intervenções artísticas da cidade de Santa Maria. Em 2024, graduou-se Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral. Trilha Sonora: Ronaldo Palma Ronaldo Palma é músico, compositor e produtor musical com ênfase nas áreas de trilha sonora, desenho de som, mixagem e produção de outros artistas e operação de som em espetáculos artísticos. Atua em parceria com artistas da dança e do teatro na criação de trilhas sonoras para espetáculos, videodanças e performances e destaca os seguintes trabalhos em produção musical: clipe “garganta do diabo” - gravação, produção, mixagem e masterização (2018); “SOZINHO - Um lamento, uma espera” espetáculo de dança - trilha sonora (2021); “ESPORAS” espetáculo e videodança - trilha sonora e desenho de som (2021); "Para que eu não esqueça", videodança e "Memórais para um menino do ano 2000", espetáculo (2024). Cenógrafo: Anderson MartinsBacharel em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente, integra o grupo Teatro Por Que Não? (Santa Maria-RS) desempenhando as funções de ator, figurinista, cenógrafo, produtor e instrutor de cursos de teatro. Iniciou sua trajetória teatral na década de 90, tendo participado de mais de 30 espetáculos, entre trabalhos como cenógrafo. Figurinista: Luciano Santos Mestre em Artes e Visualidade pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais – (UFSM/PPGART, RS, Brasil – 2009). Possui graduação em Bacharelado em Desenho e Plástica (Universidade Federal de Santa Maria-UFSM/2006). É um dos idealizadores e fundadores do Ateliê Solar, fundado em 2019 e que em 2022 instalou-se em um espaço físico em Santa Maria, realizando constantes exposições em seu espaço. Luciano já realizou mais de 40 exposições coletivas e 10 exposições individuais. Trabalha com a criação de figurino desde 2001, com 22 espetáculos com figurinos concebidos entre projetos de Porto Alegre e Santa Maria. Desde 2009 cria os figurinos dos espetáculos da “Companhia Armazém Cultural” de Santa Maria. Iluminador: Dionatan Rosa Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade do Estado do Rio Grande do Sul. Mestre em Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro, do Centro de Artes (CEART), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), possui graduação em Bacharelado em Artes Cênicas - habilitação em Direção Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente é professor substituto do curso de Artes Cênicas da UFSM. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Direção Teatral, atuando principalmente nos seguintes temas: apresentação teatral, atuação, jurado, direção teatral e produção. Creator 3D e designer gráfica: Jamille Marin Jamille Marin Coletto, Artista Visual e Designer Gráfica, é graduada em Comunicação Social - ProduçãoEditorial (2017), graduanda em Artes Visuais (2019…) e Mestranda em Artes Visuais (2023…) pela Universidade Federal de Santa Maria. Integra o Grupo de Pesquisa Arte e Tecnologia, o Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais - LABART/UFSM, a equipe do Museu Arte, Ciência e Tecnologia - MACT/UFSM. Participou do Grupo de Pesquisa e Experimentação em Vídeo, Imagem e Som - VIS/UFSM (2022), do Grupo de Pesquisa em Processos Pictóricos - GPICTO/UFSM (2022) e do Laboratório de Pesquisa em Artes, Tempo e Espaço - LARTES/UFSM. Formada pelo Curso de Extensão em Produção de Cinema e Audiovisual da UFSM (2023) Operadora de video mapping: Júlia Urach Júlia Urach é Bacharelanda em Dança na Universidade Federal de Santa Maria. Integra o Laboratório de Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais - LABART/UFSM, a equipe do Museu Arte, Ciência e Tecnologia - MACT/UFSM, o Laboratório de Performance, Arte e Cultura - LAPARC/UFSM, o grupo de pesquisas Kháos: Danças, Encruzilhadas e Tecnologias/CNPQ e o Núcleo de Investigação do Corpo e Tecnologias. É aluna do Curso de Extensão em Produção de Cinema e Audiovisual da UFSM. Desenvolve pesquisa na área da Dança Contemporânea, Audiovisual e Performance desde 2018. Sua videoperformance “IMAGO”, em Full Dome, foi apresentada na abertura do FACTO 10 é BIENALSUR em 2023. Fotógrafa: Carolina Cabral Videomaker: Vicent Solar Assessor de Imprensa: Mickael Corpes Audiodescritor: Fernando Pozzobon Intérprete de LIBRAS: Carine Vasconcelo Contadora: Claucelei Portela (voluntária)
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.