Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2414564InadimplenteMecenato

Navegando pelas Artes

CASA ANJOS VOLUNTARIOS
Solicitado
R$ 102,8 mil
Aprovado
R$ 102,8 mil
Captado
R$ 59,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

58.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caxias do Sul
Início
2024-12-13
Término
2025-12-30
Locais de realização (1)
Caxias do Sul Rio Grande do Sul

Resumo

O Projeto Navegando pelas Artes oferece, por 12 meses, oficinas gratuitas de Teatro, Musicalização, Dança e Cultura Popular para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O Projeto promove inclusão, criatividade e acesso à arte, beneficiando 200 crianças e adolescentes de 6 a 16 anos no turno inverso ao escolar, no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Casa Anjos Voluntários, em Caxias do Sul. Mais que formar artistas, o projeto estimula habilidades que ampliam as perspectivas de futuro, fortalecendo a autoestima e proporcionando um ambiente seguro para explorar diferentes formas de expressões artísticas e culturais. Além disso, funciona como um fator de proteção social, prevenindo que crianças e adolescentes fiquem expostos aos riscos do território. Ao despertar o interesse pela arte e cultura, reforça-se a ideia de que suas histórias não os definem, mas sim suas potencialidades.

Sinopse

O espetáculo é resultado do processo criativo decorrente das oficinas de dança de salão, teatro, música e cultura popularque serão desenvolvidas ao longo de doze meses.A composição levará em conta as vivências de cada intérprete a partir do estímulo de cada oficineiro e utilizará ossegmentos artísticos integradamente.O cenário, a trilha e os figurinos serão confeccionados a partir do que for se desenvolvendo no processo criativo, sempre quepossível com a participação dos atendidos.A classificação indicativa é livre.

Objetivos

O objetivo geral do Projeto Navegando pelas Artes é promover inclusão social e desenvolvimento integral de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade por meio do acesso gratuito à arte e à cultura. Através de oficinas de Teatro, Musicalização, Dança e Cultura Gaúcha, o projeto busca estimular a criatividade, fortalecer a autoestima e ampliar as perspectivas de futuro dos participantes, proporcionando um ambiente seguro e acolhedor. Além disso, atua como um fator de proteção social, prevenindo riscos e reforçando o potencial de cada indivíduo para além de sua história de vida. Objetivos Específicos: Promover 4 Oficinas Culturais semanais no período de 12 meses para 200 crianças e adolescentes; Ofertar 1536 horas de Oficinas Culturais no período de 12 meses Realizar uma apresentação no encerramento do projeto; Promover o acesso à arte e à cultura; Estimular o desenvolvimento de habilidades socioemocionais; Ampliar as perspectivas de futuro; Criar um ambiente seguro e acolhedor; Fomentar a inclusão social; Prevenir riscos sociais; Valorizar a cultura local e popular; Execução das Oficinas: Cada oficina será realizada uma vez por semana, com carga horária semanal de 8 horas, distribuídas em quatro turmas por turno (manhã e tarde). Cada turma terá, em média, 25 alunos, com oficinas de aproximadamente 1 hora de duração. Ao longo de 12 meses, cada oficina totalizará 384 horas, resultando em 1.536 horas de atividades culturais oferecidas ao longo do projeto. Como culminância, será realizada uma apresentação final, aberta e gratuita, proporcionando à comunidade, às famílias e ao público em geral a oportunidade de prestigiar e celebrar os aprendizados e conquistas dos participantes. Metodologia de cada Oficina: Dança: Dança de Salão( salsa, bolero, samba, tango, valsa, forró, zouke) Teatro: O método Viola Spolin ( jogos teatrais, de improvisos, criação de narrativas e cenas; leitura; exercícios de escuta; Exploração de diferentes emoções e personagens; trabalhos em grupo para a criação coletiva; jogos de aquecimento e sensibilização corporal. Musicalização: Exploração sonora e percepção auditiva; jogos rítmicos e percussão corporal; exercícios de coordenação e consciência corporal; vivências com instrumentos de percussão simples; criação de pequenas músicas e letras; construção de instrumentos alternativos; atividades musicais coletivas; brincadeiras musicais colaborativas; introdução ao canto e ao uso da voz e exploração de escalas musicais e afinação Cultura Popular( Gaúcha) por meio de : Resgate histórico e cultural da origem da Cultura Gaúcha; abordar aspectos das tradições gaúchas( CTGs, comida típica, vestimenta, gastronomia); música; dança; costumes; poemas e prosas.

Justificativa

A capacidade de simbolizar é inerente aos seres humanos, desta forma toda a ação humana é construída por meio de símbolos que, entrelaçados, formam redes de significados que variam conforme os diferentes contextos sociais e históricos. Sendo assim, a cultura humana é o conjunto de modos de viver, que variam de tal forma que só é possível falar em culturas, no plural. Adotar essa dimensão possibilita instituir uma política cultural que enfatiza toda a gama de expressões que caracterizam a diversidade cultural brasileira. Utilizando-se desses fragmentos do texto base da 2ª Conferência Nacional de Cultura, entende-se a importância de utilizar as diversas formas de manifestação cultural para estimular a construção de valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências, bem como, o desenvolvimento de potencialidades, sensibilidades, percepções, reflexões e imaginação das crianças e adolescentes atendidos pela Casa Anjos Voluntários. Estimular o pensamento crítico e reflexivo em torno de valores simbólicos, possibilita uma forma de reconhecer e valorizar a diversidade cultural e étnica, principalmente no que diz respeito a cultura regional sul-rio-grandense. É fundamental que se mantenha viva a cultura de um povo e uma forma de garantir que isso ocorra é possibilitando a disseminação dessa cultura através das novas gerações. O desenvolvimento do projeto hora proposto busca, principalmente, a democratização do acesso à cultura, através da criação de novos espaços que permitam a integração das crianças e adolescentes com a família e a comunidade. Entendendo a cultura como elemento de desenvolvimento social e econômico, visa demonstrar a importância de manter viva a cultura e as expressões populares, além de incentivar a descoberta de novos talentos e, desta forma, estimular a formação de redes de trabalho socioculturais. O projeto busca, também, possibilitar o desenvolvimento do indivíduo enquanto sujeito social, permitindo a compreensão da cultura como uma oportunidade de geração de trabalho e riqueza, estimulando o aceso a informação, a criatividade e o conhecimento. O artigo 215 da Constituição Federal de 1988 estabelece que "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais". Sabendo que esses direitos são colocados em segundo plano, por serem muitas vezes não conhecidos e/ou subestimados, se reconhece a importância de facilitar o acesso à cultura, principalmente para as novas gerações. A cultura é pensada aqui como uma das estratégias para proporcionar cidadania e caminhos para a não violência, fazendo sua articulação com as demais áreas sociais, destacando seu papel estratégico no processo de desenvolvimento. As seguintes falas representam exatamente a justificativa do nosso projeto, visto que nosso foco é possibilitar que crianças e adolescentes se sintam protagonistas de suas histórias, se tornem sujeitos autônomos e promotores de sua própria identidade. A cultura remete a este foco, como se vê a seguir: A cultura "(…) se mostra em um processo dialético com a realidade, no momento em que alguém seleciona, compara e interpreta as imagens registradas sobre qualquer suporte, seja o som, a dança, o teatro, a cor, a forma de uma escultura e de tudo que faz parte da vida. Ela transforma o olhar, que deixa de ser passivo e torna-se ativo, seletivo, tátil, contemplativo e criador, articulando-se aos processos da vida cotidiana. Nesse entendimento, a prática artística torna-se uma linguagem promotora da identidade, em que é possível estabelecer uma reflexão crítica, considerando o jovem um sujeito sociocultural, ou seja, que percebe, reconhece e passa a considerar a diversidade no contexto social." (SANTIAGO. P. 69). "A Arte contribui para construção de um cidadão emancipado com autonomia no pensar e no fazer, promove a coletividade e desenvolve as capacidades do indivíduo. Proporciona a produção coletiva, contribui para o entendimento dos próprios sentimentos e emoções. Faz com que o indivíduo reconheça e admire as diferenças, desenvolva o sentimento de pertença e de identidade. Ajuda a comunicar, experimentar, construir e reconstruir as suas histórias." (LACERDA, 2020) Através da cultura, em suas mais diversas manifestações, estamos instigando nossas crianças e adolescentes a serem sujeitos ativos, reflexivos, críticos, com aptidões e potencialidades para transformar a realidade em que vivem.

Estratégia de execução

Casa Anjos Voluntários busca, constantemente, parcerias para a realização de oficinas culturais por entender que essas atividades são um excelente instrumento para socialização e conhecimento das nossas origens, além de estimular o reconhecimento de novos talentos. Desta forma, já foram realizadas diferentes oficinas na área cultural, com o apoio de diferentes parceiros, sendo que atualmente estão sendo desenvolvidas as oficinas de dança, musicalização, teatro e cultura popular que têm aporte financeiro até setembro/2024. A participação das crianças e adolescentes é efetiva e vem demonstrando significativos resultados em relação ao grau de socialização entre os usuários, familiares e comunidade. A oficina de cultura popular também já vem sendo realizada, porém com aporte financeiro próprio do oficineiro e este ano queremos incluí-lo no nosso projeto. Em relação ao projeto proposto, serão realizadas oficinas de musicalização (canto/coral, violão, teclado e percussão)dança, teatro e cultura popular que serão desenvolvidas na sede da Instituição. Cada oficina terá duração de 50 (cinquenta) minutos, sendo realizada uma vez por semana, entre segunda e sexta-feira, nos turnos da manhã (das 8:00 às 12:00 horas) e tarde (das 13:30 às 17:30 horas). Os participantes, todos os 200 usuários da instituição e com acesso gratuito, serão divididos em sete turmas de acordo com a faixa etária, sendo que cada turma será composta por até 30 (trinta) participantes. Manhã: Turma 1- crianças com idade entre 6 e 7 anos; Turma 2 - crianças com idade entre 7 e 8 anos; Turma 3 - crianças com idade entre 8 e 9 anos. Tarde: Turma 4 - crianças com idade entre 10 e 11 anos; Turma 5 - crianças e adolescentes com idade entre 11 e 12 anos; Turma 6 - adolescentes com idade entre 13 e 14 anos; Turma 7 - adolescentes com idade entre 14 e 15 anos. Além das oficinas, serão realizadas, ao longo do período de execução do projeto, duas apresentações em regiões públicas, todos com acesso gratuito. Ao final do período de execução será realizado um evento de encerramento, na sede da instituição, com apresentação para as famílias dos participantes e comunidade. Os profissionais atuantes nas oficinas deverão observar alguns itens em sua docência, como: • Formação técnica • Apresentarcomprometimento e perseverança em auxiliar na formação e desenvolvimento dos(as) participantes; • Acreditar na transformação para um mundo melhor; • Ter alegria, capacidade de sonhar com um mundo igualitário; • Semear confiança e esperança; • Educar pelo seu exemplo; • Estabelecer vínculos com o seu grupo; • Conviver com conflitos e buscar alternativas de soluções; • Procurar vivenciar relações marcadas pela não violência, respeitando o espaço de cada um; • Contribuir com odesenvolvimento da criatividade e conhecimento científico e tecnológico dos usuários. • Ter valores como solidariedade e respeito; • Valorizar e estimular a autoestima dos participantes; • Assumir a responsabilidade e zelo pelo espaço e pelos participantes; • Estimular o otimismo, valorizar as capacidades e garimpar valores; • Fazer uso da dialogicidade como caminho. Disciplinas trabalhadas: Teoria musical: Conhecimentos teóricos, leitura de partituras, estudo de notas musicais. Musicalisação: introdução à música; gêneros musicais; história da música enquanto expressão cultural e social; musicoterapia. Canto: técnicas vocais, formas de interpretação solo, em dueto, trio, quarteto e coral. Cordas: Técnica e execução para violão e violão elétrico (teoria, prática e repertório). Teclado: técnica de execução do instrumento de teclas (teoria, prática e repertório). Teatro: Teoria e prática Dança e Expressão: teoria, prática. Cultura Popular: resgate da cultura braileira. Serão realizadas duas avaliações ao longo do período de execução do projeto, que terão como base: • Levar em consideração todas as dimensões trabalhadas (cognitiva - motora – afetiva - social); • Ser baseada na observação diária e registro de dados e fatos através de relatórios; • Enfatizar a qualidade nas modificações que vão ocorrendo ao longo de todo trabalho desenvolvido; • Buscar diagnoóstico das causas que prejudicam o crescimento individual e coletivo, propondo soluções. O resultado desta avaliação será externado aos responsáveis pelos usuários, através de um parecer avaliativo semestral.

Especificação técnica

O conteúdo programático das oficinas foi inserido nos documentos anexos.

Acessibilidade

OficinasAcessibilidade Física – Rampa de acesso e banheiros adaptados no local das oficinas.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplicaAcessibilidade para Deficientes Auditivos – Estímulo aos alunos portadores de deficiência auditiva para participarem a partirda vibração dos movimentos e do som, além da visão.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplicaAcessibilidade para Deficientes Visuais - Estimulo aos alunos portadores de deficiência visual para participarem com as suascapacidades, a partir do estímulo do som.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplicaAcessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assimcomo pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos – Estímulo aos alunos com algumas atividades paraque participem e interajam com as ações.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplicaEspetáculo de Artes Cênicas:Acessibilidade Física: Rampa de acesso e banheiros adaptados no local das apresentações.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de libras e cadeiras reservadas próximo ao palco e às caixas de sompara sentirem a vibração dos movimentos e do som.Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de librasAcessibilidade para Deficientes Visuais: Audiodescrição sobre o local, pessoas e as ações das apresentações.Item da Planilha Orçamentária: AudiodescriçãoAcessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assimcomo pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos – Assentos reservados em locais estratégicos, deacordo com a doença, para que sintam e/ou enxerguem e/ou ouçam a apresentação.Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica

Democratização do acesso

A realização do projeto é toda gratuita, justamente para fomentar a arte e a cultura de forma acessível e democrática atodos, sem distinções.Assim, com relação às medidas de ampliação de acesso do art. artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet,registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produtoprincipal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão eoutros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.

Ficha técnica

Casa Anjos Voluntários – Direção - Responsável administrativa e pedagógica do projeto, e sua realização será nasdependências da Organização. Seus dirigentes fazem o acompanhamento cotidiano das atividades, inclusive doacompanhamento às famílias, através do trabalho voluntário, estando presentes em todas as atividades desenvolvidas. ADirigente/Presidente Isamar Damin Ordovás Sartori, inclusive, a tua como gestora de todas as atividades desenvolvidas naOrganização, de forma voluntária.Giovani de Souza Monteiro – Oficineiro de Dança de Salão – Clube Ballroom (20h) – Bailarino, professor e coreógrafo. Possuiexperiência em dança de salão desde 1999, paralelamente à dança contemporânea. Foi bailarino da Cia Municipal de Dançade Caxias do Sul de 2002 a 2005. É proprietário e professor da Ballroom Casa de Dança. É professor do CETEC nas atividadesde dança, desde 2006. Desenvolve projetos como o Salão Sul, Forró da Serra e Patrimônio Gafieira, que visam a valorizaçãoda dança no cenário local e o enriquecimento cultural e social da cidade Caxias do Sul e região. Desde 2014 ata comoprofessor de dança de salão na Casa Anjos Voluntários.Caroline Zini – Oficineira de Dança de Salão – Clube Ballroom (20h) - É bailarina e professora de dança, graduada emadministração de empresas com habilitação em Recursos Humanos. Organiza, elabora e desenvolve projetos que contribuamtanto para o desenvolvimento e difusão da dança num cenário local e nacional quanto projetos que contemplem a formaçãoe inclusão social. Desde 2014, ministra aulas de dança de salão na Casa Anjos Voluntários.Angelita Bianchetti – Oficineira de Teatro – Iniciou sua carreira como atriz em 1992, em um projeto escolar do I.E.EProfessora Irmã Teofânia ministrado pela professora Marisa Manfroi, logo após fui uma das fundadora do grupo teatral “Horavaga”, dirigido por Sidnei do Carmo, nesse período trabalhamos em diversos espetáculos, ministramos oficinas pelaprefeitura de Garibaldi através da secretaria de educação e cultura, circulamos com o grupo em diversas cidades e nacapital com a peça “Os Cegos“. Com o mesmo grupo, fomos dirigidos em um espetáculo por Gessé de Oliveira, ondeparticipamos de um projeto de circulação infantil chamado “Maria Trapalhona e o palhaço todo azul”. Tempo depois, fuifundadora da companhia teatral “Mulheres Barbadas”, exerci direção de grupo, onde foi desenvolvido elaboração eplanejamento artístico, de grande valor para meu desenvolvimento pedagógico. Nessa mesma época fui convidada a serjurada em um circuito artístico em escolas do município. A partir de 1994 construí minha personagem “Mariola”, clownesca,deste então trabalho com recreação infantil, contação de história, recepção de eventos, comédia infanto juvenil. Fiz parteda “Cia teatral Acto” que surgiu em 2013 na cidade de Garibaldi, desde então vem realizando um trabalho de formaçãovoltado às artes cênicas. Segue abaixo trabalhos realizados pela companhia: - Mostra de Teatro Cia Acto. (2014) - Montagemda Peça "A Maldição do Vale Negro". (2014) - 2ª Temporada da Peça "A Maldição do Vale Negro". (2015) - Sarau Cia TeatralActo. (2015) - Estreia Performance Mundo Virtual (2015) - Participação da Mostra de Teatro Centro Social São José (2015).João Viegas - Oficineiro de Cultura Popular (40h) – João é baterista desde 1992. É professor particular de bateria desde o ano2000, tendo lecionado nas escolas Pró-Musica, 2001 Instrumentos Musicais, Ritmando e Escola Teclados. Fundou o grupo deMaracatu Baque dos Bugres em Caxias do Sul, do qual é o coordenador e regente. Trabalhou como Oficineiro no CAPSCidadania (2012 a 2014), CAPS I Florescer (Flores da Cunha, de 2015 a 2017), como Cuidador no Centro Dia (2016 a 2018),como Educador Social no CAPS IJ Aquarela (2019 a 2020), Centro de Convivência Santo Antônio (2019 a 2020), Casa AnjosVoluntários (2018 a 2020), como Educador Residente na Casa Anjos Voluntários – Lar de Anjos (julho a outubro de 2020). Trabalhou também Educador Social na APAE e atualmente ministra atividades de cultura popular, rítmicas e maracatu naCasa Anjos Voluntários.Lucas André Bertoletti - Oficineiro de Música (40h) - Iniciou seus estudos musicais com o violão aos 8 anos de idade. Aos 12anos, começou os estudos de acordeom diatônico (Gaita Ponto). Aos 16 anos, teve como foco, para além do violão eacordeom, explorar e agregar os estudos da técnica vocal em sua bagagem, se especializando desde então na área. Iniciouas atividades na docência musical aos 16 anos de idade de forma autônoma e, posteriormente, em escolas de música eescolas infantis, atuando nas áreas da técnica vocal, violão, harmonia, percepção musical, leitura musical, inicializaçãomusical e musicalização infantil. Atua também na área de produção musical como produtor musical, instrumentista, cantor,arranjador e técnico de mixagem e masterização no Sonido Home Studio. Em 2018 iniciou trabalhos na área de produçãocultural com a abertura da Sonido Produtora, a qual é diretor e proprietário.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.