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A proposta é realizar um curso de formação do software coreográfico Petipa e a abrir caminho para experimentar Inteligência Artificial (IA) nas Artes Cênicas. Petipa, inovação desenvolvida com o apoio da FAPERJ, tem como base a criaça~o de um desenho animado mostrando uma visa~o de cima do palco do que sera´ a movimentaça~o dos bailarinos em cena. Essa animaça~o, tendo como trilha sonora a pro´pria mu´sica que serve de base à coreografia, e´ o ponto de partida (mas pode muito bem ser o ponto de chegada) da construça~o do espeta´culo. Pode-se trabalhar em cima da planta-baixa do palco, incluir o mapa de luz e apontar o local dos cena´rios fixos e mo´veis. Uma audiodescriça~o pode ser acrescentada. Melhora a comunicaça~o entre toda equipe. Em cada aula experimentaremos o software Petipa e algumas ferramentas disponíveis de IA, imaginando juntos futuros possíveis nas Artes Cênicas, novos processos de trabalho, usando IA para amplificar as ideias, agilizar o trabalho e pesquisar.
Serão oferecidas 10 oficinas práticas sequenciais, totalmente gratuitas, envolvendo 2 grandes temas: formação completa no software Petipa pela própria criadora e proponente; e experimentações com ferramentas de IA com foco no uso inovador dentro dos processos de trabalho existentes na criação de um espetáculo de artes cênicas. A previsão é ocupar a sala durante 4 horas, em 10 dias diferentes, preferencialmente sábados, das 17:00 às 21:00 (já incluído o tempo necessário a montagem e desmontagem), duas vezes por mês, durante 5 meses, com o oferecimento de uma oficina temática a cada dia com 2 horas de duração. Os dias e horários podem ser melhor combinados e modificados, se necessário. Nas oficinas serão apresentadas coreografias criadas, anotadas e documentadas no software Petipa; serão ensinadas todas as funcionalidades existente atualmente no software Petipa; serão incentivados o registro de trechos de obras que normalmente são remontadas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, principalmente as criações nacionais; e serão incentivadas as experimentações e conversas sobre o uso de IA nas Artes Cênicas. Será apresentado também um exemplo de projeto feito no Petipa com inclusão de áudio-descrição, e levantando a necessidade de inclusão de audio- descrição para ampliação da acessibilidade de bailarinos cegos ou de baixa visão, bem como os procedimentos básicos para utilizar o software coreográfico Petipa e dicas de uso de softwares livres (gratuitos) para gravação de áudio, edição de vídeos e criação de marcação de palco. Em paralelo, em cada aula criaremos e experimentaremos formas de usar as ferramentas de IA como para criação de planilha de ensaios; criação e resumo de release de espetáculo; criação de planejamentos e pesquisas, e pensarmos juntos em novas formas de processos de trabalho dentro das Artes Cênicas. Está prevista a compra de equipamentos, e posterior doação à Fundação Teatro Municipal, de 9 laptops e demais equipamentos necessários para que os 18 alunos (2 por computador) tenham o mínimo suficiente para apoiar e ligar os laptops para assistir às oficinas práticas. O software Petipa será instalado gratuitamente para uso durante as oficinas (e por mais um período de experimentação gratuito após a oficina). As oficinas gratuitas e o uso gratuito do software pelos participantes garantem a democratização do acesso à informação e ao conhecimento. Lembrando que após o tempo do projeto, é necessário comprar a licença do software para salvar os projetos nos software Petipa (atualmente custa 499 reais à vista por ano, por usuário, com suporte e acesso às novas versões do software durante aquele ano incluídas). O objetivo é que cada participante desenvolva um trabalho próprio, que possa, eventualmente, ser finalizado a partir dos conhecimentos adquiridos nas oficinas. A professora das oficinas é a própria proponente, que tem 33 anos de experiência como professora de ballet clássico, ex-aluna da Escola de Danças Maria Olenewa, 10 anos de experiência no ensino universitário em matemática e computação, e experiência como testadora de software, programadora e analista de sistemas de grandes projetos. O proponente conta com laptop e projetor próprios. Esperamos usar a tela branca de projeção que o local já tem e o projetor da sala. Para quaisquer problemas técnicos envolvendo o software Petipa temos na equipe um programador sênior com larga experiência, Rodolfo Borges. Nosso público-alvo são profissionais da dança e do espetáculo, principalmente os envolvidos nas companhias de danças da Escola de Danças Maria Olenewa e do Corpo de Baile do Theatro Municipal como coreógrafos; assistentes de coreógrafos, diretores, coordenadores, ensaiadores, professores de dança e alunos do curso de pós-graduação no Ensino de Dança Clássica do TMRJ.
A proposta tem duas vertentes principais o fim de explorar inovações tecnológicas nas artes cênicas: 1. Criar condições mínimas suficientes para que o software Petipa seja instalado, aprendido e que comece a ser utilizado por parte da equipe responsável pela realização dos espetáculos de artes cênicas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. 2. Abrir espaço para conversas e experimentações sobre o uso de Inteligência Artificial no trabalho e desenvolvimento das Artes Cênicas. Serão realizadas as seguintes ações: -Disponibilizar 9 laptops a serem utilizados durante o curso de formação sobre o software coreográfico Petipa; -Comprar equipamentos necessários, dentro do orçamento, como mesas dobráveis, extensão de fios e conversores de tomada, para acomodar os alunos e laptops (espera-se que já existam cadeiras suficientes no espaço); -Oferecer 20 horas de curso presencial durante 5 meses, 2 aulas por mês com 2 horas de duração cada aula;-Oferecer mentoria individual aos participantes para acompanhamento de projetos criados no software Petipa e/ou sobre Inteligência Artificial aplicada ao trabalho (até 4h para cada); -Manter equipe mínima com 1 programador sênior, 1 analista de sistemas (a própria proponente) e 1 designer para modificações, eventuais correções e desenvolvimento de novas funcionalidades no software e no site, de acordo com conversa e trocas entre os participantes e a equipe criadora do software Petipa, seguindo a metodologia Lean Startup de criação de produtos e serviços inovadores que visa reduzir desperdícios e aumentar a eficiência de uma empresa. -Oferecer 18 vagas para professores, coreógrafos, assistentes de coreógrafos e demais profissionais envolvidos como iluminadores e cenógrafos (2 pessoas por computador); -Responder à demanda de professores, coreógrafos e, em geral, profissionais envolvidos na construção de um espetáculo em artes cênicas que pensam sobre o uso de novas tecnologias digitais nos ensaios, nas remontagens de grandes ballets, nos registros e nas criações coreográficas. -Trabalhar para corrigir a assimetria de conhecimento na área tecnológica por parte de bailarinos, coreógrafos, assistente de coreógrafos, e outros profissionais de artes cênicas que muitas vezes estão acostumados a trabalhar com o corpo, mas não com o computador, mas que estão vivendo numa era tecnológica cada vez mais avançada. -Propor novos caminhos para o trabalho da percepção espacial do corpo ao se movimentar no espaço-tempo, a partir do uso do software coreográfico Petipa, inédito e inovador, que teve seu início a partir de projeto original "Geometria e Dança" criado pela proponente e pelo prof. Felipe Acker; -Experimentar e conversar sobre novas formas de usar Inteligência Artificial no trabalho para amplificar as ideias, agilizar o trabalho, pesquisar e muito mais que nem imaginamos. A proponente tem mestrado em Engenharia de Sistemas e Computação, e sua dissertação envolve duas áreas: Banco de Dados e Inteligência Artificial, mais exatamente "Aprendizado de Máquina Aplicada a Fragmentação Vertical de Banco de Dados", além disso foi professora por anos de "Programação em Lógica", ou PROLOG, na Universidade Estácio de Sá, linguagem de programação utilizada na área de Inteligência Artificial e que a proponente utilizou para programar seus experimentos no mestrado.
O projeto "Inovação tecnológica na Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro" pretende abrir caminhos para pensar sobre novas tecnologias no trabalho dos funcionários envolvidos nas artes cênicas na Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Com base neste entendimento recorre-se à Lei Rouanet como instrumento de viabilização de recursos para a execução das propostas educacionais para o ano de 2025, alinhando-se aos incisos do Artigo 1º da Lei Rouanet da seguinte maneira: Inciso I: O projeto é uma atividade cultural e educacional que promove as artes cênicas e o uso de novas tecnologias, inclusive Inteligência Artificial, nos processo de construção dos espetáculos. A doação dos equipamentos para a Fundação Teatro Municipal ao fim do projeto contribui para a valorização e democratização ao acesso aos bens culturais, pois fortalece a instituição cultural pública e amplia o acesso à cultura e ao aprendizado artístico. Inciso II: o projeto valoriza recursos humanos locais na sua equipe e também como alunos do projeto, estimulando e renovando o conhecimento de alguns dos responsáveis principais da produção artística local, proporcionando curso de formação que contribui para o aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura local. Inciso V: o uso de novas tecnologias no cotidiano, uso de IAs em vários segmentos diferentes de trabalho, já influenciam e modificam os modos de criar, fazer e viver da sociedade em todo mundo. O projeto pretende contribuir para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver dos artistas e funcionários, que trabalham nas artes cênicas da Fundação do Teatro Municipal. Acredita-se que através desse projeto uma semente será plantada e os alunos participantes irão continuar a plantar novas sementes e difundindo a ideia de usar novas tecnologias na sociedade brasileira. Inciso VI: o aprendizado do uso do software coreográfico Petipa abre vias para uma forma inédita de organização dos arquivos relacionados à construção de um espetáculo de artes cênicas onde planta-baixa, movimentação no palco, foto dos figurinos, vídeos dos ensaios, relatos, audio-descrições, música, planilha de ensaios, e qualquer outro formato de arquivo (vídeos, fotos, textos, planilhas, etc) ficam organizados em um só projeto dentro do software Petipa, e facilmente podem ser duplicados para estudos de uma nova montagem, por exemplo. Com ajuda de ferramentas de IA, mesmo pessoas que não saibam trabalhar muito bem com planilhas, por exemplo, conseguem criar uma planilha caso saiba falar de forma adequada com a IA. Dessa forma o projeto está ajudando a pensar e criar novas formas de registro e preservação de bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Inciso IX: vamos priorizar o uso do software coreográfico Petipa, fruto de pesquisa e trabalho da proponente, e de apoio da Faperj através do programa StartupRio 2019. Dessa forma priorizamos um produto criado no Rio de Janeiro para as Artes Cênicas, o software Petipa, para criação, registro e estudos do espetáculo. Vamos buscar ferramentas de IA brasileiras e tentar experimentá-las. Também daremos prioridade em registrar primeiramente, caso seja autorizado, trechos de ballets ligados à produção cultural brasileira, como o ballet "Floresta Amazônica". Inciso X: Através da conversa com os alunos, os criadores do software Petipa pretendem, em paralelo, experimentar o uso de novas tecnologias de IA para criar jogos dentro do contexto do software coreográfico Petipa, estimulando assim a experimentação na produção de jogos brasileiros independentes. Sobre o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto alcançará os seguintes objetivos, atendendo os seguinte incisos: Inciso I - (a) Incentivo à formação através de concessão de 18 bolsas de estudos para artistas e técnicos e oferecimento de 1 computador para cada 2 alunos para serem utilizados durante o curso. Inciso I - (c) oferecimento de curso de formação no software Petipa e abertura para conversas e experimentações com IA na área de Artes Cênicas. Inciso III - (a) o projeto oferece a oportunidade de artistas e técnicos aprimorarem seus conhecimentos, conhecerem uma nova forma de organização e registro, com uso do computador, do software Petipa e de ferramentas de IA, que ampliam o modo de preservação e organização dos arquivos e memórias relacionados aos espetáculos de artes cênicas. Inciso IV - (b) contribui para estudos e pesquisas sobre criação, registro e remontagem de espetáculos de de artes cênicas, principalmente de dança que possuem muitas movimentações em cena. Inciso V - (b) Contribui para a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Em resumo, o projeto pode se alinhar com os incisos do artigo 3º da Lei Rouanet, que incluem a promoção da formação cultural, oferece aprimoramento com conhecimentos inovadores, o estímulo à pesquisa e estudos na área de registro e memória da construção de espetáculos e a participação da sociedade civil. Destacando-se ainda a relevância do projeto a partir da perspectiva educacional, artística e cultural.
O projeto foi elaborado recentemente, logo após o término recente pela proponente do Curso de Pós-Graduação no Ensino da Dança Clássica, cursado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com término em agosto de 2024. Não houve tempo hábil para mostrar o projeto terminado aos principais responsáveis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ). Caso o projeto seja aprovado, a ideia é que a proponente peça uma reunião com a presidente Clara Paulino e com o Diretor do Ballet, Hélio Bejani, para apresentar a proposta para eles. Flavia fez parte da 1a turma da pós-graduação no Ensino da Dança Clássica, e seu trabalho de conclusão de curso também envolve o software Petipa e sua outra vertente, a licenciatura em Matemática, e chama-se: "Integrando Conceitos Matemáticos e Ferramenta Digital para Enriquecer a Aprendizagem e a Prática do Ballet Clássico". Durante o curso a proponente notou a falta de equipamento para uso pelos professores e alunos da pós-graduação e pelos professores da Escola de Danças Maria Olenewa. Por exemplo, a escola possui apenas 1 computador disponível para todos os professores. Na biblioteca não há internet nem computador disponível para pesquisa. Notou também a falta de apoio para anotações no caderno e/ou no laptop na Sala Mario Tavares onde as aulas teóricas são realizadas. Assim, a doação destes equipamentos comprados para este projeto, poderão ser de grande utilidade para o começo de uma pequena sala de computadores, que pode ser planejada para ser desmontável, caso necessário. Flavia, além de professora de ballet desde os 16 anos e bailarina profissional, é formada em licenciatura e bacharelado em Matemática pela UFRJ, com 2 mestrados: em Engenharia de Sistemas e Computação/COPPE, envolvendo as áreas de Banco de Dados e Inteligência Artificial, e também mestrado em em Artes Visuais, linha Poéticas Interdisciplinares,, todos pela UFRJ. A proponente também chegou a cursar todas as disciplinas do doutorado em Inteligência Artificial na COPPE, porém por motivos pessoais não pode completar após 3 anos de estudos no doutorado, e não completou, mas carrega grande bagagem de estudos e experimentos. Flavia e Felipe Acker construíram juntos o software Petipa desde as primeiras ideias iniciais. Rodolfo Borges, programador sênior, entrou para a equipe em 2019 logo no início da participação de Flavia e Felipe no Startup Rio 2019.
Estima-se: 10 aulas de 2 horas cada 5 meses 2 aulas por mês (15 em 15 dias) 4 horas de mentoria individual para cada aluno (ou em pequenos conjuntos, se preferir) a ser marcado individualmente sugestão de horário da oficinas práticas: 17:00 às 21hs 17:00 às 17:45 - montagem da apresentação, preparação, conexão com o laptop da proponente, teste de som e projeção de vídeo e acomodação 17:45 às 18:30 - entrada do público e ajuda na instalação do software* caso necessário 18:30 às 20:30 - oficina prática 20:30 às 21:00 - dúvidas individuais e desmontagem *anteriormente será enviado aos participantes o passo-a-passo para instalação mas caso ainda fique dúvidas podemos ajudar a instalar pessoalmente
A fim de garantir que o projeto promova ações de acessibilidade, algumas ações serão desenvolvidas: 1.Consultoria de acessibilidade na fase de pré-produção 2.Diante da presença de artistas ou alunos que possuírem deficiência física ou cognitiva haverá um planejamento específico para acolher este grupo e garantir o acesso ao conteúdo e a experiência de aprendizagem.
Estão previstas: -realização do curso de formação gratuito completo para aprender a usar, experimentar, criar e registrar as coreografias com o uso do software coreográfico Petipa; - acesso gratuito ao software durante as fases de pré-produção e produção do projeto. - criação de vídeos sobre o processo e a vivência dos alunos durante o projeto, que serão divulgados nas redes sociais; - após a finalização do projeto os computadores e equipamentos espera-se doar para a Fundação Teatro Municipal (ainda a conversar com eles caso o projeto passe), que receba os computadores onde seja possível criar uma sala de computadores (mesmo que seja desmontável) para uso por parte dos artistas de artes cênicas e que permita que o software Petipa continue instalado no sistema dos computadores doados, que os profissionais tenha acesso aos computadores para uso no trabalho, o que inclui acesso gratuito ao software para experimentação com uso de conta anônima (mas sem a possibilidade salvar o projeto), sem a necessidade de criação de conta de usuário e pagamento para acesso ao software. Para salvar o projeto feito no software é necessária a criação de conta de usuário e pagamento de plano anual para acesso após a finalização do curso.
Flavia Cruz Acker - Direção Geral, Analista de Sistemas e Coordenação Pedagógica Flavia Cruz Acker é professora de ballet clássico há 33 anos e possui mestrado em Engenharia de Sistemas e em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui duas graduações em Matemática: a licenciatura e o bacharelado. Tem experiência como professora universitária no campo da matemática e computação, e como analista de sistemas. Com ampla experiência em direção geral de projetos, dirigiu iniciativas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como "Samba e Ballet: possibilidades e realidades" (2023 e 2024) e "O Software Coreográfico Petipa: criação, anotação e documentação de espetáculos na era digital" em 2022. Desde 2015, dirige e organiza um espetáculo de fim de ano com a professora Thais Castro. Foi finalista do edital StartupRio 2019 da FAPERJ, ganhando o investimento máximo possível do programa, chegando até a última fase, e apresentando seu trabalho no DemoDay. Em 2017 criou uma instalação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em 2018 foi residente no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, com projetos envolvendo a pesquisa e desenvolvimento do software coreográfico Petipa e seus desdobramentos. Currículo completo no Lattes: http://lattes.cnpq.br/2981779129914078 Atividades no projeto: Responsável pela direção geral do projeto, coordenação pedagógica; preparação dos planos de aula; ministrar as oficinas; criar as divulgações junto com a equipe e divulgar nas redes sociais e por e-mail; responsável pelo frontend das páginas do site www.petipa.dance onde ficarão informações tal como o passo-a-passo para instalação do software utilizado nas oficinas; analista de sistemas que juntamente com o programador irá acompanhar e propor novas funcionalidades e ajustes no software Petipa e no site caso necessário. Rodolfo Pereira de Freitas Borges - programador sênior Programador sênior, formado em Computação pela UFRJ, com décadas de experiência em desenvolvimento de softwares, incluindo desenvolvimento de jogos, e participa particularmente no desenvolvimento do software coreográfico Petipa nos últimos anos. Atividades no projeto: Responsável por consertar erros que por ventura venham ocorrer tanto no código do software quanto em relação a conexão com o servidor; consertar erros na leitura no banco de dados do servidor necessário para login e cadastro dos usuários no sistema; e também responsável pelo backend do site www.petipa.dance onde ficarão informações tal como o passo-a-passo para instalação do software utilizado nas oficinas. Felipe Acker - Pesquisador/consultor em inovações na Matemática Aplicada (voluntário) Professor titular do Departamento de Matemática Aplicada da UFRJ, dirigiu a equipe que criou as primeiras versões do software coreográfico Petipa. Atividades no projeto: Responsável por acompanhar a preparação das oficinas; acompanha e opina em relação a eventuais mudanças que possam ter que ocorrer no software e no site do software Petipa; opina sobre o planejamento das divulgações. Mariana Borgerth - Produção Cultural Formada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de diversos projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Em parceria com diferentes idealizadores, esteve envolvida no lançamento do livro Chama das Histórias: O Brasil contado por mulheres (literatura), Tibicuera Costura o Brasil (literatura), Galeria Mundo (exposição fotográfica que circulou pelo interior do RJ), Pixinguinha para Crianças (música), Narrativas Indígenas (literatura), FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura (2021/22, dirigido por Pablo Castellar); Dia do Choro (2018 e 2017 Produção executiva e prestação de contas do projeto Dia do Choro, dirigido pelo Instituto Casa do Choro. Rio de Janeiro - RJ); Festival MUSICAR (2017 - Produção executiva da primeira e segunda edição do MUSICAR, realizado no CCBB, que reuniu mais de vinte atrações voltadas para o público infantil. Brasília - DF). Além de ter acompanhado a circulação de diversos artistas nacionais e internacionais: “Álbum de Retratos” (abril e agosto de 2017 em cidades de São Paulo); Cabernet Vocal (outubro de 2015 - Idealização e circulação do grupo argentino Cabernet Vocal por unidades do SESI/SP); Os Seminários de Música Pro Arte (2010 - 2016; Elaboração e gestão de projetos voltados para música e educação musical (diversos municípios do RJ, Ouro Preto/MG, Olinda/PE).
PROJETO ARQUIVADO.