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O I Festival Internacional de Teatro Lambe-Lambe em Maquiné, RS, contará com a apresentação de 20 espetáculos selecionados. Toda a programação acontecerá nos principais pontos culturais da cidade, incluindo as praças centrais do Centro e da Barra do Ouro, a Associação Quilombola de Morro Alto e a Aldeia Indígena Tekoa Ka’aguy Porã, em Maquiné. Durante o festival, serão promovidas trocas de saberes entre os artistas, e oficinas gratuitas serão oferecidas ao público ao longo do evento.
A iniciativa é liderada pelo grupo de teatro A Divina Comédia, residente em Maquiné, com mais de 20 anos de experiência em festivais nacionais e internacionais. Com uma trajetória rica em prêmios e reconhecimentos, o grupo é a alma deste festival, que promete não só entreter, mas também educar e inspirar. Para uma comunidade com acesso limitado à cultura, vivenciar essas artes é um passo crucial para o fortalecimento e a valorização do patrimônio cultural local.Este festival simboliza um verdadeiro renascimento para Maquiné, oferecendo à sua população, especialmente às crianças e adolescentes, uma rara oportunidade de se conectar com a arte e a cultura. Movimentar a cidade com eventos de qualidade e ampliar o acesso à arte é não apenas gratificante, mas também essencial para a revitalização e o desenvolvimento cultural da região. O festival celebra não só o teatro lambe-lambe, mas também a resiliência e a capacidade de transformação de Maquiné.Essas formas de fazer teatro são expressões culturais que mesclam tradição e inovação, transcendendo fronteiras. O Teatro encanta por suas narrativas visuais e personagens únicos, proporciona uma experiência íntima e poética em miniatura. O festival, cria um espaço de intercâmbio artístico e cultural, enriquecido pela troca entre bonequeiros e oficinas voltadas ao público. Assim, o evento se aproxima ainda mais da comunidade, oferecendo a oportunidade de vivenciar e se aprofundar nessas práticas. A realização deste festival é essencial para preservar, promover e expandir o alcance dessas artes, especialmente em um momento em que cresce a demanda por eventos culturais inclusivos e diversificados. Serão 3 dias de Festival, 20 Espetáculos de lambe-lambe sendo apresentados em grupo de 10 espetáculos em cada local, 3h de apresentações. público estimado: 1000 Na parte da manhã termos 2 manhãs de trocas de saber entre os artistas, com duração de 2h. A 2 oficinas abertas ao público com duração de 2h. público estimado: 20
Objetivo Geral: Promover e difundir as artes do Teatro Lambe-Lambe, reunindo artistas de renome e emergentes para apresentações, oficinas e troca de saberes, visando o enriquecimento cultural, proporcionando arte e cultura à população de forma gratuita, e de fácil acesso. • Objetivos Específicos:•Selecionar para apresentações 20 espetáculos de Teatro Lambe-Lambe, dentre eles nacionais e internacionais, sendo 50% das vagas destinadas a residentes do Rio Grande do Sul.•Oferecer oficinas e workshops voltados à criação, manipulação e técnicas de produção para bonecos e miniaturas.•Promover mesas redondas e debates sobre a proposta do trabalho de cada artista do Teatro Lambe-Lambe, fazendo trocas de retornos e avaliações entre os mesmos.•Incentivar a participação de jovens e novos artistas, proporcionando oportunidades de aprendizagem e networking.•Contribuir para a formação de plateias diversas, engajando comunidades locais. Levar o Festival à Associação Quilombola de Morro Alto e à Aldeia Indígena Tekoa Ka’aguy Porã Maquiné, realizando a estreia do festival nesses espaços.
O primeiro Festival de Teatro Lambe-Lambe em Maquiné marca um momento de grande relevância para a região, trazendo uma nova e vibrante energia cultural. Em uma cidade onde a cultura sempre foi pouco explorada, este evento oferece uma oportunidade única para acolher manifestações artísticas que ultrapassam gerações e fronteiras. Mais do que apenas um evento, o festival se estabelece como um marco na história cultural de Maquiné, uma cidade que, após enfrentar desafios como enchentes devastadoras, busca se reerguer e revitalizar seu patrimônio cultural. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, amparado pela Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), se apresenta como essencial para a realização do I festmaqneco, especialmente por sua proposta de revitalizar e consolidar a cultura local e regionais. A cidade, ainda em recuperação após as enchentes de 2024, vê neste festival uma oportunidade de transformação cultural e social, utilizando o teatro lambe-lambe como uma linguagem artística de impacto. Além disso, com a presença e organização do renomado artista local Marcelo Tcheli, o evento se torna uma oportunidade de expandir essa técnica, reavivando a importância das artes no espaço público e inspirando novas gerações de artistas. Para viabilizar essa iniciativa, o festival se enquadra em diversos incisos do Artigo 1, sendo eles: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX. Ao todo serão 20 artistas, 50% das vagas serão destinadas a artitas do Rio Grande do Sul, os outros 50% serão desinados a artistas de outras regiões e países. Ocupar espaços públicos com arte e cultura é um dos propósitos do festival, trazer novas realidades para para município e despetar novos fazedores de arte. Marcelo Tcheli, fundador do Grupo A Divina Comédia reside no município de Maquiné e começou sua carreira com o teatro lambe-lambe em 1996, com isso fomentar essa arte no município é também um momento marcante, tendo um artita de renome na cidade e que está na organização desse festival ampliando sua arte e mostrando o potencial artístico dessa arte. Oficinas aberta do público serão ofertadas durante o festival, dando oportunidade para jovens e adultos experenciarem e conheceram ainda mais sobre essa técnica. Levar essa arte até espaços como Associação Quilombola e Aldeia Indígena Tekoa Ka’aguy Porã Maquiné, descentraliza o acesso à cultura e ocupa espaços historicamente marginalizados, promovendo a inclusão e valorização das identidades culturais locais. Esse movimento permite que a arte ultrapasse as fronteiras tradicionais e chegue a comunidades que preservam saberes ancestrais, criando um acervo cultural que fortalece o reconhecimento e o respeito pela diversidade. Ao incorporar o teatro lambe-lambe nesses territórios, o festival fomenta a expressão artística e estimula o protagonismo cultural de grupos historicamente excluídos, enriquecendo o patrimônio cultural e ampliando as possibilidades através da arte e cultura.
Currículo da Cia Divina ComédiaFundado: Canoas-RS 27/05/1996 Cidade atual: Maquiné-RS/ Brasil Breve Currículo: Desde 1996 participa ativamente de festivais como: o 1°Festival de Curta-metragem em São Paulo 1997; o 11°Fest. Inter. Teatro Bonecos Canela 1998; o Fenadoce Pelotas 1998; o Feira do Livro de Porto Alegre 1998,2001 e 2007; o 2°Mostra de Teatro de Rua da Grande Florianópolis 2000; o 1° Mostra Inter.Caxias do Sul 2000; o Jornada de Literatura de Passo Fundo 2001; o 11° POA em Cena 2004, 13°Fest. Inter. de Teatro de Bonecos de Porto Alegre 2004; o Fest.Puppet in my Pocket na Hungria 2004; o Festival de Bonecos de Tramandaí; o Festival Sesi Bonecos 2008 e 2009 Brasil excursionando pelos estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Minas Gerais; o Fest. Espetacular de Teatro de Bonecos Paraná 2007 e 2010; o 4°Litoral em Cena Paraibuna e Caraguatatuba-SP 2010; o 27° Fest. Internacional de Neapolis Tunísia- África 2013; o 13° Fest. Inter. de Títeres Morélia México 2014; o 1° Fest. Nacional Teatro Bonecos de Brasília 2014; o 4° Fest. Internacional de Teatro Lambe-Lambe de Valparaíso Chile 2017; o 15°Fest. Inter. de Títeres de Morelia México 2017; o Festerê Festival de Teatro de Poa 2021; o IV Festival Villas de Teatro de Bonecos Araucária PR 2021; o 3°Festevi Festival de Teatro de Viçosa MG 2021. Como mambembe passou pela Áustria, Argentina e Peru • Prêmio Instituto Sacatar 2008 • Prêmio Fumproarte 2009 • Prêmio Artes Cênicas na Rua Funarte 2009 • Prêmio FAC 2012 Circulação • Prêmio Funarte 2022 RJ Ocupação Teatro Dulce Prêmio melhor trilha sonora 5° Capão em Cena 2024 Prêmio melhor espetáculo infantil 5° Capão em Cena 2024.
Oficinas: As oficinas contarão a história de vida do oficineiro e seu encontro com os bonecos, abordando também a história do teatro lambe-lambe. Este espetáculo é um exemplo de resgate histórico, exaltando a cultura ancestral dos bonecos. A metodologia do projeto conduz os alunos por um resgate histórico e uma escolha temática para criação de um boneco que será feito com materiais reciclados, seguindo o exemplo do bonequeiro. O objetivo é criar harmonia com a natureza e desenvolver a criatividade através da arte do teatro de bonecos. Metodologia:dialogal e construção de bonecos Faixa etária: aparir dos 12 anos Vagas: 10 por oficina. total de 20 vagas total de oficina: 2 Duração:2h
Teremos 2 caixas do teatro Lambe-lambe com áudio descrição, proporcionando acessibilidade de conteúdo. Todo festival acontecerá nas principais praças de Maquiné de fácil acesso e acessibilidade.
Todas as apresentações do I Festival Internacional de Teatro Lambe-Lambe serão gratuitas e de classificação livre, permitindo o acesso irrestrito ao público de todas as idades. Paralelamente ao festival, oficinas abertas ao público acontecerão, oferecendo oportunidades para que a comunidade e os visitantes explorem e experimentem a arte de forma prática. As apresentações nas comunidades quilombolas e indígenas reafirmam o compromisso do festival com a democratização da cultura, levando a arte a territórios que, historicamente, têm menos acesso a eventos culturais. Esse movimento destaca a arte como um direito fundamental e amplia o alcance das expressões artísticas, promovendo inclusão social e valorização cultural.
Elisângela Zavalik contribuirá no projeto como Coordenador Geral.Formada em Serviço Social – Ulbra/Canoas dez/2010; Oficina de teatro e apresentação de espetáculo – Grupo Família D atuadores/Capão da Canoa - 2017; Pós graduada em Projetos Sociais e Culturais – UNIRITTER 2023 Produção e contraregra no IV Festival Villas de Teatro de Bonecos Araucária PR 2021, 3°Festevi Festival de Teatro de Viçosa MG 2021 e Domingo Cultural Barra do Ouro 2021; Produção e contraregra no Prêmio Funarte 2022 RJ Ocupação Teatro Dulce;Produção e contraregra Teatro São Pedro, apresentação do espetáculo Bonecos de Pau 2023; Produção e contraregra no espetáculo Bonecos de Pau na Festa de aniversário da Cidade de Maquiné RS 2024; Produção e contraregra no espetáculo Bonecos de Pau Cidade de Chapecó 14° Festival de Teatro de Chapecó. Julho/2024; Produção e contraregra 5º Capão em Cena, Capão da Canoa RS out/2024; Produção, contraregra Circula RS 2024 SESC, SENAC e Femércio out/2024 Marcelo Narciso de Oliveira, Produtor. Natural de Canoas/RS em 27.05.1976 Produz miniaturas desde os 9 anos de idade. Autodidata, em 1996, criou "A Divina Comédia" grupo de teatro de bonecos. Dirige, manipula, cria as músicas, cria as histórias, confecciona bonecos e objetos com matéria prima orgânica e de reciclagem. Desde 1996 participa ativamente de festivais como Feira do Livro de Porto Alegre, Jornada de Literatura de Passo Fundo, 11° POA em Cena, Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Porto Alegre, Festival de Bonecos de Tramandaí, Fenadoce em Pelotas, Festival de Curta-metragem em São Paulo, Festival Sesi Bonecos 2008 e 2009 excursionando pelos estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Minas Gerais, Festival Espetacular de Teatro de Bonecos Paraná, II Mostra de Teatro de Rua da Grande Florianópolis, Festival Puppet in my Pocket na Hungria 2004. Participou como concorrente convidado no quadro "Se Vira nos Trinta" do Faustão ,apresentando seu teatro na caixa de fósforos, na Rede Globo, sendo assistido ao vivo, por mais de 100 milhões de telespectadores, 27° Festival Internacional de Neapolis Tunisia- Africa 2013, 13° Festival Internacional de Títeres Morélia – México 2014, 4° Fest. Int. de Teatro Lambe-Lambe Valparaíso- Chile 2017 . 15°Fest.Int. de Títeres México 2017 Como mambembe passou pela Áustria, Argentina e Perú. Na 53ª Feira do Livro de Porto Alegre, criou o Quintal do Inventor, onde expôs um conjunto de invenções que mostram alternativas para utilização de aquecimento solar, tratamento de resíduos e curiosidades; através de diversas técnicas populares de bioconstrução, como: telhado vivo e captação de água da chuva. Como Bioconstrutor, desde 1997 pesquisa e resgata técnicas de construção de casas ecológicas e constrói tecnologias de energia limpa Prêmio Instituto Sacatar 2008; Prêmio Fumproarte 2009; Prêmio Artes Cênicas na Rua Funarte 2009; Prêmio FAC 2012 Circulação; Prêmio Funarte 2022 RJ Ocupação Teatro Dulce. Cristiane Cubas assistente de produçãoProdutora cultural premiada por atuar junto a comunidades, redes e artistas independentes, com 15 anos de experiência na coordenação e gerenciamento de projetos. Prêmio Jovem Agente de Cultura MINC/ Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural/2011. Menção Honrosa Prêmio Itaú Ação Educativa e Sensibilização Artística/2012. Prêmio Trajetórias Culturais Mestre Sirley Amaro na categoria Memória e Patrimônio (Instituto Trocando Ideia/Secretaria Estadual da Cultura RS)/2021. Formada em Letras pela UFRGS. Há 15 anos cria, escreve, executa, coordena e administra projetos e prêmios a nível estadual e nacional. Já viajou por mais de 10 estados através de editais e festivais de cultura, música e de teatro. É cooperada do Ponto de Cultura e Cooperativa de Produção Cultural Coletivo Catarse. Foi gestora do Time de Comunidade da Apoia.se. Em 2024 tem se dedicado a escrever, coordenar e gerenciar projetos, fazer consultorias em produção cultural, circulações e conexões interestaduais (RS-SC-BA-SP-RJ). Mauricio Quadros, fotógrafo e videomaker 41 anos. Designer e artista plástico gaúcho com formação em Comunicação Social pela Unisinos. Autônomo, realiza trabalhos de designer gráfico voltados à cultura através de home office junto com atividades de fotografia e pintura no município Maquiné RS. Anaiara Ventura, assessoria de imprensa. Assessora de Imprensa, Comunicadora Social e Jornalista formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2009) Especialista em Educação Ambiental pela Universidade Federal de Rio Grande, por meio da Universidade Aberta do Brasil (2014); Produtora de fotografia do Estúdio João Ricardo, em Novo Hamburgo (2002-2004); Assessora de Comunicação do Programa Escolinhas Integradas, em UNISINOS – São Leopoldo (2004-2006); Repórter do Site Coletiva.Net, em Porto Alegre (2006-2007); Repórter da Revista News, Novo Hamburgo (2007-2008); Mirella Rabaioli, fotógrafa e vídeomaker é autodidata e se dedica à fotografia e filme documental e de eventos culturais desde 2018; Realizou algumas exposições fotográficas como NASCER – A Luz do Parto contemplada pela Lei Aldir Blanc Canoas (2021). Também foi responsável pelo registro audiovisual do projeto ECOS – Temporada de Arte e Sustentabilidade (2021); e pela Websérie HABITAT – Casa Artesanais e Bioconstruídas de Maquiné com 10 episódios (2023). Realizou a oficina MIRA de ensino de fotografia para alunos do Ensino Médio em Maquiné-RS e atualmente orienta formação em audiovisual para jovens mulheres da aldeia Tekoa Ka’aguy Porã também em Maquiné-RS. No momento está construindo a exposição “FRASCOS DE MEMÓRIA” sobre a história da Farmacinha Comunitária Filhas da Esperança, local que é co-gestora desde 2019.É gestora e co-fundadora do Ponto de Cultura AMÓ - Lugar de Bem Viver, que é um espaço cultural de arte e sustentabilidade em Maquiné-RS. O espaço se propõe a investir em pesquisa, criação artística e produção de projetos culturais, assim como na assessoria para elaboração de projetos desde 2019.
PROJETO ARQUIVADO.