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PRONAC 2414598Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

FESTICOM - CIRCULAÇÃO

ASSOCIACAO JORNAL VARANDA CULTURAL
Solicitado
R$ 196,9 mil
Aprovado
R$ 196,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de Formas Animadas Mamulengo Bonecos e Cong
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Canoas Rio Grande do Sul

Resumo

Em 2023 o Ponto de Cultura Varanda Cultural lançou o FESTICOM (Festival de Teatro Popular e Comunitário do RS), promovendo a produção teatral dos Pontos de Cultura, coletivos e artistas do fazer popular e comunitário, reunindo profissionais que não atuam nos palcos oficiais: palhaços que trabalham nos hospitais, Pontos de Cultura do interior, bonequeiros que trabalham em comunidade escolar, caixeiros que apresentam o teatro lambe-lambe nas praças e fazedores de cultura que integram as Pedagogias Africanas no teatro do seu bairro. São profissionais com conteúdo cultural importante do seu território e em 2024 estamos na segunda edição. Nesta nova oportunidade propomos circular com o Festival para a cidade de Canoas, em especial as escolas públicas e na Associação Pestalozzi de Canoas, dedicado às crianças e adolescentes com deficiência. Também contaremos com a criação e impressão de um livro de Teatro Lambe-Lambe, direcionado para a criação de teatro de bonecos em âmbito escolar.

Sinopse

O Proprietário- Sobre a luta por uma propriedade. Baseado no texto do argentino Roberto Espina, compõe uma das histórias da trilogia da "República do Cavalo Morto" texto já de domínio público. De João Francisco Vasconcellos Costa. Dragulengo – A história de um príncipe que quer salvar a princesa das garras de um dragão. Mas será que ela precisa ser salva? De César Augusto Camargo. Cachorro Alado – História sobre perdas e solidão de uma menina, até que uma surpresa canina acontece. De Cristiane de Freitas. A Caixa - Dois personagens decidem oferecer uma singela homenagem a quem os observa dentro da caixa onde vivem. Curiosamente optam por uma inusitada ajuda externa para poder alcançar esse objetivo. De Alexander Kleine. Livre-se - Rodolfo é o morador da casa amarela, que fica na rua das casas coloridas. Ele acredita que os livros funcionam como portais para lugares maravilhosos, porém nem sempre cruzar esse portal é uma tarefa fácil. Através da metáfora do leitor que não consegue ler, Livre-se busca representar a dificuldade de concentrar-se vivendo em um mundo cada vez mais ruidoso, demonstrando a luta da personagem contra uma maré de distrações. De Isaque Santos e Aline Elingen. Brincante - mini teatro que apresenta algumas manifestações culturais do nordeste do Brasil, trazendo uma reflexão sobre o celebrar e a conexão com a terra e a agricultura, trazendo à luz a importância do plantar e do celebrar na vida adulta. De Amanda Senna. Também para público PCD. Teatro de Bonecos O Relojoeiro- Ponto de Cultura Varanda Cultural: um senhor que cria a conserta relógios de sua aldeia medieval é surpreendido por um mercador ganacioso que rapta seu pequeno cuco e altera a rotina temporal dos seus moradores, fazendo com que ele e seu ajudante entrem em uma aventura em busca do tempo perdido. Uma história sobre como vivenciamos nosso tempo no planeta. Para o público infantil. Trabalhadores - Trabalhadores, do Varanda Cultural, de Porto Alegre. Teatro de marionetes de fio, um dos poucos deste gênero que existe no Estado. Antes de se tornar artista, um integrante do grupo lecionou para alunos operários do EJA - Educação de Jovens e Adultos. A partir desta vivência criou este espetáculo narrando cenicamente o cotidiano destes personagens por meio dos gestos: varrendo a rua (gari), entregando carta (carteira), cuidando do filho (dona-de-casa), reciclando (papeleiro) ou vendendo produtos (camelô). São os trabalhadores populares brasileiros. Destinado ao público infantil. Do Saci à Caipora - da Trupi di Trapu de Porto Alegre- Contação que trata destes dois importantes personagens da nossa mitologia, e em se tratando de uma sociedade tomada por telas de celulares e similares, onde cada vez mais cedo as crianças passam a interagir com um mundo pronto e com excesso de estímulos, buscamos resgatar a interação física, estimular a imaginação e a criatividade das crianças, através de jogos corporais de imitação e sequência, com uso de trava-línguas e adivinhas e claro, com muita história e ludicidade. A música aqui ganha papel fundamental, não só pelo resgate folclórico mas pela interatividade com o público, convidado a dançar e cantar e também a criar músicas junto com os atores. Além disso, a obra está perfeitamente alinhada e pode colaborar com a implementação nos planos de ensino das escolas da Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira no currículo da educação básica. A Mulher do Atirador de Facas- Joana do Carmo, de Porto Alegre- "Mulher do Atirador de Facas" é uma paródia que relaciona os riscos do número circense com nosso cotidiano de superar desafios e pressões que a vida nos impõe. Nessa comédia a mulher não é um alvo, ela refaz toda a trama e toma lugar de destaque, envolvendo a plateia a realizar com ela o arriscado número das facas. E ao vivo, para as câmeras do mundo inteiro! Livro teatral- transformar o teatro lambe-lambe em um teatro aberto em miniatura a ser encenado para mais crianças em uma sessão, e com uma diferença: o livro será dobrável de forma a criar uma pequena caixa cênica, do qual as crianças pintarão os personagens destacáveis, criarão as histórias e encenarão neste mini-teatro. O livro conterá uma história ilustrada para Contação de Histórias (O Dragão do Gasômetro, em processo de criação), Manual de criação de cenas (para adultos ensinarem), e dicas de histórias.

Objetivos

Objetivo Geral: - Reconhecer o teatro lambe-lambe como patrimônio cultural do país, criado por 2 mulheres nordestinas em chão de escola pública. - Circular e registrar os saberes cênicos na Rede dos Pontos de Cultura. - Proteger e desenvolver o entendimento de que o teatro popular tem características próprias que não podem ser enquadrados como "amadores", em sinal de desmerecimento aos seus saberes. - Democratizar o acesso com apresentações nos espaços públicos fora das suas bases comunitárias. - Possibilitar alternativas criativas e inovadoras de difusão da produção cultural. - Reconhecer o potencial artístico de cada região do estado possibilitando os saberes entre as diferentes regiões. - Auxiliar os mais atingidos pela enchente em espaços não tradicionais. Objetivos Específicos: - Apresentação de 6 (seis) espetáculos de bonecos em miniatura de teatro lambe-lambe com o Coletivo Caixa de Pandora, do Rio Grande do Sul: Espetáculos: O Proprietário- Sobre a luta por uma propriedade. Baseado no texto do argentino Roberto Espina, compõe uma das histórias da trilogia da "República do Cavalo Morto" texto já de domínio público. De João Francisco Vasconcellos Costa. Dragulengo _ A história de um príncipe que quer salvar a princesa das garras de um dragão. Mas será que ela precisa ser salva? De César Augusto Camargo. Cachorro Alado _ História sobre perdas e solidão de uma menina, até que uma surpresa canina acontece. De Cristiane de Freitas. A Caixa - Dois personagens decidem oferecer uma singela homenagem a quem os observa dentro da caixa onde vivem. Curiosamente optam por uma inusitada ajuda externa para poder alcançar esse objetivo. De Alexander Kleine. Livre-se - Rodolfo é o morador da casa amarela, que fica na rua das casas coloridas. Ele acredita que os livros funcionam como portais para lugares maravilhosos, porém nem sempre cruzar esse portal é uma tarefa fácil. Através da metáfora do leitor que não consegue ler, Livre-se busca representar a dificuldade de concentrar-se vivendo em um mundo cada vez mais ruidoso, demonstrando a luta da personagem contra uma maré de distrações. De Isaque Santos e Aline Elingen. Brincante - mini teatro que apresenta algumas manifestações culturais do nordeste do Brasil, trazendo uma reflexão sobre o celebrar e a conexão com a terra e a agricultura, trazendo à luz a importância do plantar e do celebrar na vida adulta. De Amanda Senna. Também para público PCD. Teatro de Bonecos O Relojoeiro- Ponto de Cultura Varanda Cultural: um senhor que cria a conserta relógios de sua aldeia medieval é surpreendido por um mercador ganacioso que rapta seu pequeno cuco e altera a rotina temporal dos seus moradores, fazendo com que ele e seu ajudante entrem em uma aventura em busca do tempo perdido. Uma história sobre como vivenciamos nosso tempo no planeta. Para o público infantil e será a estréia deste espetáculo. Trabalhadores - Trabalhadores, do Varanda Cultural, de Porto Alegre. Teatro de marionetes de fio, um dos poucos deste gênero que existe no Estado. Antes de se tornar artista, um integrante do grupo lecionou para alunos operários do EJA - Educação de Jovens e Adultos. A partir desta vivência criou este espetáculo narrando cenicamente o cotidiano destes personagens por meio dos gestos: varrendo a rua (gari), entregando carta (carteira), cuidando do filho (dona-de-casa), reciclando (papeleiro) ou vendendo produtos (camelô). São os trabalhadores populares brasileiros. Destinado ao público infantil. Do Saci à Caipora - da Trupi di Trapu de Porto Alegre- Contação que trata destes dois importantes personagens da nossa mitologia, e em se tratando de uma sociedade tomada por telas de celulares e similares, onde cada vez mais cedo as crianças passam a interagir com um mundo pronto e com excesso de estímulos, buscamos resgatar a interação física, estimular a imaginação e a criatividade das crianças, através de jogos corporais de imitação e sequência, com uso de trava-línguas e adivinhas e claro, com muita história e ludicidade. A música aqui ganha papel fundamental, não só pelo resgate folclórico mas pela interatividade com o público, convidado a dançar e cantar e também a criar músicas junto com os atores. Além disso, a obra está perfeitamente alinhada e pode colaborar com a implementação nos planos de ensino das escolas da Lei 10.639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira no currículo da educação básica. A Mulher do Atirador de Facas- Joana do Carmo, de Porto Alegre- "Mulher do Atirador de Facas" é uma paródia que relaciona os riscos do número circense com nosso cotidiano de superar desafios e pressões que a vida nos impõe. Nessa comédia a mulher não é um alvo, ela refaz toda a trama e toma lugar de destaque, envolvendo a plateia a realizar com ela o arriscado número das facas. E ao vivo, para as câmeras do mundo inteiro! Livro teatral- transformar o teatro lambe-lambe em um teatro aberto em miniatura a ser encenado para mais crianças em uma sessão, e com uma diferença: o livro será dobrável de forma a criar uma pequena caixa cênica, do qual as crianças pintarão os personagens destacáveis, criarão as histórias e encenarão neste mini-teatro. O livro conterá uma história ilustrada para Contação de Histórias (O Dragão do Gasômetro, em processo de criação), Manual de criação de cenas (para adultos ensinarem), e dicas de histórias.

Justificativa

Até o momento não existia um Festival de teatro popular e comunitário no Estado que contribua para ampliação da base social discutindo políticas culturais no Brasil, absorvendo pautas que antes ficavam restritas ao meio artístico tido como oficial, que tem sua importância, mas que nascem de outras fontes. Os grupos oriundos do teatro popular e comunitário, por quase sempre não estarem legitimados pelo mercado, não conseguem se estabelecer sem o apoio governamental, que pode valorizar esses processos culturais da comunidade, impulsionando a conquista de qualidade de vida associada a esses processos. O Festival valoriza o saber oriundo de artistas populares, sua produção dramatúrgica, cenográfica, sua diversidade de tradições.

Estratégia de execução

https://www.instagram.com/varandacultural?igsh=dHNpdnl5dXo0ZmR1 https://www.facebook.com/varandaculturalpontodecultura?mibextid=2JQ9oc https://varandacultural.wixsite.com/site

Especificação técnica

- No caso do teatro lambe-lambe, por ser de pequeno porte e itinerante, todos os espetáculos comportam Uma caixa cênicaMini holofoteTripédois bancosaparelho de som com dois auto-falantes Duração média de cada espetáculo: 3 minutos por espectador. Em média, os artistas atuam para 60-70 pessoas. - Para os outros espetáculos, duração de cada: 40 minutos. Sem necessidade de aporte técnico. Cada grupo tem o seu equipamento de som e luz para transporte e utilização. - Livro Teatral: projeto pedagógico por parte da própria pesquisadora que é formada em Pedagogia pela Unisinos. Nesse sentido, atendará o público infantil em conjunto com os professores, de forma que ele possa ser utilizado/lido como um livro ilustrado somado ao Manual de construção de caixa de lambe-lambe.

Acessibilidade

Para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência auditiva, a associação realizará: Acessibilidade de Conteúdo: O espetáculo de lambe-lambe Brincante também é destinado a pessoas com deficiência auditiva, pois foram pensados também para este público. Acessibilidade Física: Compra de uma cadeira de rodas como contrapartida do proponente para Acadef, de Canoas.

Democratização do acesso

Conforme art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, o projeto realizará: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - Após a apresentação do espetáculo Trabalhadores, ocorrerão uma exposição do trabalho junto às crianças e artistas interessados em conhecer as técnicas de manipulação. - Todas as atividades são de acesso gratuito.

Ficha técnica

Varanda Cultural O Ponto de Cultura Varanda Cultural, atua há 16 anos com ações em comunidades, sindicatos, espaços alternativos, criando e produzindo seus espetáculos de teatro e formas animadas, participando tanto da vida de sua comunidade quanto de circuitos tidos como oficiais, como Arte como Respiro do Itaú Cultural, Anima Praça (RJ) ou apresentando seus espetáculos fora do Brasil, como o Realeza Africana no Uruguai. Também já criou e produziu lançamento de livros de Patrimônio Imaterial e Artes Gráficas; fundou 8 Gibitecas em municípios do interior com Alto Índice de Reprovação Escolar e baixo Idese (IDESE 2008) e circulou com teatro de bonecos nas comunidades associativas e de moradores das 17 Regiões do Orçamento Participativo da capital. Pelo seu trabalho recebeu Prêmio Mídia Livre (2009) do Ministério da Cultura, Prêmio Culturas Populares – Edição Teixeirinha (2018) e Menção Honrosa no Word Press Cartoon (2008). Também possui sua mídia livre impressa de distribuição gratuita com história em quadrinhos e fotonovelas. A associação atualmente possui uma sala de aula para ensaio e construção de bonecos em uma escola pública de Porto Alegre, participando da sua vida escolar (um pouco prejudicadas por conta da pandemia) e desenvolvendo ações na cidade de Triunfo, com oficinas para os aproximadamente 300 professores por meio do recurso do edital Rede Pontos de Cultura - RS, além de videonovelas com os bonecos. Espetáculos: Uma Realeza Africana, A Dupla Sertanojo, O Mugido, Casal Blá, Varandico e seus amigos, e as caixas de lambe-lambe Dragulengo e Cachorro Alado. Atividades com apresentação dos espetáculos O Relojoeiro e Trabalhadores, com a contratação dos atores e atrizes envolvidos. Alexander Kleine – Coletivo Caixa de Pandora Alexander Kleine é graduado em Letras – Português/Alemão – Licenciatura Plena pela UNISINOS, São Leopoldo/RS e é ator profissional com formação pelo curso Técnico de Teatro no Conservatório Carlos Gomes, Campinas/SP. Em Porto Alegre funda a Trupe de Dois, grupo de contação de histórias de temática popular com intervenção cênica, a Companhia Medindo Palavras, grupo teatral com foco em contação de histórias direcionadas à ecologia, ao meio ambiente e às relações humanas e é cofundador do Coletivo de teatro Lambe-Lambe Caixa de Pandora. Atuou em diversas montagens de teatro e uma ópera, ministrou oficinas de teatro pelo Projeto Mais Educação do Governo Federal, integrou a Trupi di Trapu teatro de bonecos como ator/manipulador e produtor. Atualmente é integrante da Cia Passa Lá! Teatro de Bonecos e ministra oficinas de teatro, contação cênica e de criação de bonecos com material reciclável em Porto Alegre-RS. João Francisco Vasconcellos Costa – Coletivo Caixa de Pandora Professor e animador cultural em escolas e centro de lazer para crianças de maternal em Paris (França); - Ministrante de cursos e oficinas de teatro de bonecos para professores e alunos das redes de ensino de Porto Alegre e do RS; Ex-componente do grupo de teatro de bonecos "Armando Farra";- Participante como ator, em vários festivais nacionais e internacionais de teatro de bonecos;- Participante e fundador da AGTB - Associação Gaúcha de Teatro de Bonecos;- Componente em várias edições, da equipe organizadora do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela - RS - Brasil;- Foi integrante por 20 anos do "Grupo Camaleão Teatro de Bonecos" onde participou de vários espetáculos, na condição de idealizador e ator, tais como: Flicts (Ziraldo), Um Guri Daltônico (Carlos Urbim), O Rio Que Ficou Triste (Mery Bastian), Fragmentos do lixo (Grupo Camaleão), Ósculos e Ampexos (Grupo Camaleão), A Águia que Quase Virou Galinha (Leonardo Boff), Plano de Voo -A história de Santos Dumont (Artur Pinto), entre outros;- Autor e ator do espetáculo solo "Eu e Meu Bicho";- Participante do grupo de bonecos gigantes "Gigantes pela Própria Natureza";- Ator do grupo "Passa Lá..." com o espetáculo Brincadeiras e Fuzarcas; - Integrou a equipe da AES Sul na Comunidade na condição de ator no espetáculo, “O inspetor Intergaláctico" com a produtora Axis Mundi Amanda Carina de Senna Melo e Silva Há mais de 15 anos trabalha com arte educação em projetos sociais pelo país pesquisando como a cultura popular brasileira apoia na educação formal e informal. Premiada pela Funarte - Programa Interações Estéticas - em 2011, quando realizou o projeto Movimento e Voz em Cordel, integrando as linguagens do teatro de mamulengo e a literatura de cordel. Em 2018 ganhou o prêmio Dramaturgia Funarte. Em 2020 foi contemplada pelo Fac Digital com o Projeto Movimento e Voz em Cordel e pela Lei Aldir Blanc Viamão com o Projeto Brincando na Janela. Participou da Jornada Infâncias Plurais, organizada pelo Itaú Cultural e Instituto Alana e teve o seu vídeo ‘Brincante’ premiado pelos organizadores. Em 2021 ganhou o prêmio Trajetórias Culturais Mestra Griô Sirley Amaro, lançou o livro "Adivinha quem é? Pássaros em cordel" e criou o projeto "Brincante teatro de lambe-lambe" pelo Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas. É integrante do Coletivo Toque de Comadre, Grupo Luzeirim e criadora do projeto Gente Grande Também Brinca. Aline Helena Elingen Aline Helena Elingen é atriz, produtora, pesquisadora e co-fundadora do Grupo Teatral Realejo EnCena. É formada em Artes Cênicas pela UFSC. Desde 2012, já atuou em espetáculos como Os Dias de Penélope, Foplin Fútil ou o Senhor da Moda, Fando e Lis e O Homem, a Mulher, o Pássaro e a Chave. Já ministrou oficinas de Jogos Teatrais e de Teatro de Animação. Atualmente, atua no espetáculo Livre-se, no espetáculo A Grande Máquina (em montagem) e no espetáculo Hospital-Bazar (em montagem). Também é ilustradora na Editora Palavreado, de Guaíba/RS. Cristiane de Freitas Atriz, bonequeira, dramaturga, pedagoga e pesquisadora do Teatro Lambe- Lambe. Recebeu em 2019 prêmio Nacional Bicentenário da Independência do Ministério da Cidadania por sua peça teatral Santa Independência! Em 2021 realizou as lives Descobrindo o Teatro Lambe-Lambe no curso de extensão Descurso das Artes do Instituto de Artes Universidade Federal do RS. Graduada em Pedagogia pela UNISINOS. ESPETÁCULOS TEATRAIS/ATUAÇÃO 2021 Do que podemos inventar : fragmentos de breves criações remotas – coordenação Patrícia Fagundes - DAD UFRGS O Mugido – direção Cristiane de Freitas, César Camargo e Elaine Regina Realeza Africana – direção Celina Alcântara Uma Realeza Africana em Poa – direção Cristiane de Freitas, César Camargo e Genifer Gerdarth Teatro de Rua “A Dupla Sertanojo” – direção coletiva Varanda Cultural. A Nossa Novela das 8 – direção Cristiane de Freitas e César Camargo Padrão de Atendimento – direção Deborah Finocchiaro Crack queimando a vida - direção Deborah Finocchiaro O Exame - direção Deborah Finocchiaro Mulheres - direção coletiva Trupi di Trapo Assombramento - direção: Beto Russo/ Sandra Alencar - POA A Tontina - direção: Beto Russo - POA Banho de Noiva - direção: Beto Russo - POA Flor de Obsessão -direção: Roberto Oliveira - POA A Farra dos Atores - direção : Marcio Vianna -POA/RJ Romeu e Julieta - direção : Zé Adão Barbosa - POA Equipe acima será de teatro lambe-lambe César Augusto Cougo Camargo Historiador pela Unisinos, roteirista, construtor de bonecos, ator-bonequeiro e diretor para teatro de formas animadas. Foi professor do EJA. Um dos fundadores do Ponto de Cultura Varanda Cultural em 2006, associação de base comunitária. Percorreu o interior do Estado e exterior com o espetáculo Uma Realeza Africana, Dupla Sertanojo, Histórias de Pijama, O Mugido, de 2010 ao presente. Ganhou Prêmio de dramaturgia – Ministério da Cidadania e de poemas na Feira do Livro em Porto Alegre. De 2017-2019 foi Conselheiro Municipal de Cultura de Porto Alegre pelos Pontos de Cultura Dedica-se ao jornal impresso Varanda Cultural, recebendo o Prêmio Mídia Livre do Ministério da Cultura. Criou e mantém 8 Gibitecas em cidades de alto índice de reprovação escolar. Ingressou no audiovisual criando roteiros e dirigindo para o seriado de formas animadas “Varandico e seus amigos”, dentro do projeto Pontos de Cultura e selecionado pelo Concurso do Banco Itaú Cultural em 2020. Foi conselheiro municipal de cultura de Porto Alegre. Integrante do Coletivo Lambe-Lambe Caixa da Pandora e extensionista do Curso de Teatro Lambe-Lambe, da UEA. Um dos criadores do 2022-2023 – 1º FESTICOM, Festival de Teatro Popular e Comunitário do Rio Grande do Sul. Realizado nas cidades de Porto Alegre, Guaíba e Vila Maria. 2019 produziu o Documentário da Mestra Sirley Amaro, da Ong Movimentação. Atualmente atua com o espetáculo Trabalhadores

Providência

PROJETO ARQUIVADO.