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PRONAC 2414603ArquivadoMecenato

Teatro dos Seres Imaginários Circula RS

CARLOS MEZECK DE SENA
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 198,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de Formas Animadas Mamulengo Bonecos e Cong
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Canoas Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Seres Imagina´rios Circula RS contempla a circulaça~o do espeta´culo Teatro dos Seres Imagina´rios e as oficinas em cada cidade.

Sinopse

Uma caixa de tecido suspensa a 1, 5 metro do chão com escotilhas na base para que os espectadores coloquem a cabeça e possam acompanhar tudo o que se passa ali dentro. Este é o cenário insólito e original de Teatro dos Seres Imaginários, espetáculo de manipulação de bonecos. A encenação da peça é feita à altura dos olhos, nariz e ouvidos do público, e seus personagens sobrevoam o espaço cenográfico, contribuindo para proporcionar uma sensação de mergulho num universo inesperado e pulsante. O objetivo é estabelecer uma intimidade com o público de modo a transportá-lo através de um caminho sem atalhos até o mundo dos seres imaginários. Inspirado no Livro dos Seres Imaginários de Jorge Luis Borges e Margarita Guerrero, publicado em 1957, apresenta criaturas oriundas de mitologias e religiões ou da imaginação de autores como Homero, Shakespeare, Flaubert e Kafka. Nas palavras de Borges, são “estranhos entes engendrados, ao longo do tempo e do espaço, pela fantasia dos homens”. Contudo, não é uma adaptação literal, estão em cena os entes imaginários de Borges e os do próprio espectador. Tudo isto, claro, de mãos dadas com a brincadeira. Nesta atmosfera de sobressaltos, o próprio Borges surge como um personagem ilustre do espetáculo. Cada sessão pode ser assistida por 18 pessoas, com duração de 10 minutos. As sessões ocorrem num período de 4 horas/dia.

Objetivos

Objetivo Geral: Este projeto tem como objetivo geral proporcionar uma experiência cênica de vivenciar um teatro instalação em espaços públicos de grande circulação de pessoas, promovendo, de forma totalmente gratuita, o acesso e a interação com uma criação única no teatro de animação e nas artes cênicas brasileiras. Objetivos Específicos: Realizar 02 dias de sessões do espetáculo em cada uma das 03 cidades previstas para ciculação: Porto Alegre, Canoas e Lajeado; Realizar 16 sessões de 10 minutos em cada dia de apresentação do espetáculo, totalizando 32 sessões por cidade, ou seja, 96 sessões de 10 minutos ao final da circulação nas 03 cidades previstas no projeto; Atingir um público estimado em 576 pessoas em cada cidade, totalizando 1.728 pessoas ao final da circulação do espetáculo nas três cidades Atingir público diverso de diferentes classes, gêneros, raças e idades que circulam pelos espaços públicos das cidades; Formar plateias focando no público que não frequenta o teatro convencional em espaços fechados, possibilitando acesso gratuito à essa experiência cênica; Intervir nos espaços urbanos com um teatro instalação que muda a paisagem urbana e interfere na rotina e no movimento das pessoas, no tempo das suas vidas e na sua relação com os espaços públicos; Promover 03 oficinas diferentes, uma em cada cidade, ministradas pelos artistas do projeto, gratuitas e abertas à comunidade em geral; Atingir uma média de 25 alunos em cada cidade, totalizando 75 pessoas no final da circulação

Justificativa

Realizar a circulação do Teatro dos Seres Imaginários justifica-se não somente pelo seu ineditismo em duas das três cidades escohidas, como pelas próprias características desse espetáculo. O inusitado da proposta está tanto na forma de acessar e se apropriar do espaço cênico como na interação entre o público e estes "seres imaginários". Possibilitar, através do acesso gratuito, essa experiência com o que chamamos de um "teatro instalação" nos espaços públicos, em cidades atingidas pela enchente Cultural, significa nos aproximar o mais plenamente possível dos sentidos imbuídos no "fazer arte": afetar das mais diferentes formas os mais diferentes públicos. Além disse, a proposta é ressignificar esses espaços, trazendo o lúdico para que possamos processar a trajédia que perpassou as cidades e cada uma das pessoas atingidades direta e indiretamente pelas enchentes de maio de 2024. Cacá Sena, autor e diretor do espetáculo, pertence a uma família que há 70 anos se dedica à arte dos bonecos. Essa longa intimidade com o ofício fez com que ele seguisse os passos da tradição, mas sempre buscando um olhar e uma expressão mais contemporâneos. A ideia de construir o cenário inusitado, do Teatro dos Seres Imaginários, surgiu a partir de uma instalação de artes visuais visitada por Cacá Sena em uma Bienal de Artes de São Paulo. A cenografia cria um ambiente em que as marionetes interagem muito próximas às pessoas. É nesse cenário que o público se torna não somente expectador, se apropriando do espaço, interagindo com os bonecos em uma linguagem corporal que se incorpora a esse teatro instalação. Os bonecos são confeccionados com materiais diversos (tecidos, metal e espuma) e manipulados através de fios e arames. Para determinados movimentos são usados motores à pilha. O Teatro dos Seres Imaginários ocupou, nesses dez anos de trajéotira os mais variados espaços e cidades de todas as regiões do Brasil. A montagem ja aconteceu nos centros e periferias do país, levando um cenário instalação que possibilita grande visibilidade e alcance. Nesse trajetória vivenciamos diversas possibilidades de fluência do público que circula nos espaços públicos e centros culturais. Abrimos uma caixa cênica de 6 metros de altura para propor ao público, sempre de forma gratuita, que enxergue, ainda do lado de fora do cenário, os corpos e ruídos da plateia reagindo ao que acontece do lado de dentro. Viabilizar a circulação desta obra contribui para o acesso às fontes de cultura, estimulando e difundindo a produção cultural e, sobretudo, a formação de plateias de todas as idades, cores, classes e genêros. Promover e fomentar uma produção cultural e artística é sempre essencial para a vida em sociedade. Em momentos emergenciais como este pós enchentes no RS, isso é condição sine a qua non no auxílio à cadeia produtiva de artistas e técnicas atingidos de forma direta no seu trabalho e fonte de renda. Além disso, é uma das formas fundamentais de garantir o direito ào lazer e à arte nas suas mais diversas formas de expressão. Em situações de trajédia e comoção coletiva a arte sempre pode atravessar cada um de nós canalizando as mais variadas emoções. Nosso Teatro dos Seres Imaginários é uma forma de transpor realidades, acessando o lúdico como forma de atribuir sentidos aos paradoxos da condição humana. Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 em que o projeto se enquadra são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Concepção cênica e dramatúrgica O roteiro do espetáculo é livremente inspirado no livro de Jorge Luis Borges e Margarita Guerreiro, publicado em 1957. Essa obra apresenta criaturas oriundas de mitologias e religiões ou da imaginação. Nas palavras de Borges, são “estranhos entes engendrados, ao longo do tempo e do espaço, pela fantasia dos homens”. No espetáculo estão em cena os entes imaginários de Borges e os do próprio espectador. Tudo isto, claro, de mãos dadas com a brincadeira. Nesta atmosfera de sobressaltos, o próprio Borges surge como um personagem ilustre do espetáculo, criando uma intimidade com o público de modo a transportá-lo através de um caminho sem atalhos até o mundo dos seres imaginários. Ao entrar no cenário o público depara-se com o desconhecido, o inesperado, a interrogação. O palco não está onde deveria estar, posiciona-se a um metro e meio do chão e com isso as pessoas são chamadas a ocuparem o espaço cênico, estarem presentes fisicamente no que está por vir e este estranhamento inicial dá lugar a uma viagem sensitiva ao encontro dos bonecos e da imaginação. Tudo acontece na altura dos olhos, do nariz e dos ouvidos. A concepção cênica se mistura com a concepção física do cenário onde o assistente praticamente veste a encenação como se fosse uma “roupa”. “Roupa” esta, que também permite, uma grande agilidade e possibilidade de deslocamento para os mais variados espaços. Também criamos a perspectiva de quem vê de “fora”, pois, a expectativa de ver aqueles corpos sem cabeça dentro da caixa faz parte do espetáculo. Esta estrutura pode ser montada em locais improváveis, não necessitando de um aparelho tradicional para sua apresentação. As personagens do espetáculo são seres híbridos que misturam em seus corpos gato com abelha, dragão com mosquito, elefante com borboleta além de um peixe metálico com asas e a cabeça hiper-realista do Borges. São bonecos confeccionados em espuma, tecidos, papel, madeira e arames. Também são utilizados pequenos motores para movimentos autônomos. Dois bonecos possuem luzes internas que iluminam os olhos e o interior da cabeça de uma personagem. É uma experiência única aproximando espectadores que na penumbra do teatro se veem confrontados pelo desconhecido. Sob os voos rasantes de fantásticas criaturas aladas, crianças e adultos se encontram em estado de contemplação das diferenças. Neste ano, 2024, o Teatro dos Seres Imaginários comemora 10 anos de trajetória.

Especificação técnica

Espetáculo: Teatro dos Seres Imaginários Faixa Etária: Livre Número de expectadores: 18 pessoas por sessão Técnica: teatro de bonecos de fios e varas Duração: 04 horas divididas em sessões de 10 minutos Tempo de Montagem: 10 horas Tempo de Desmontagem: 04 horas Área de palco: 08 x 10 m; pé direito: 6.5 m Caixa cênica aérea sustentada por estruturas de box truss, com forração de banners e tecidos. São utilizadas 04 caixas de som que reproduzem trilha sonora original. Todos os refletores são aéreos, suspensos por garra/gancho com cabo de segurança. A mesa de luz é fixada na estrutura. Oficinas oferecidas pelo projeto: 1. Oficina de Bonecos Artesanais: Ministrante: Cacá Sena – diretor e confeccionador de bonecos Esta oficina propõe demonstrar diferentes técnicas de utilização de bonecos artesanais que podem ser construídos facilmente com materiais acessíveis e em grande quantidade. Marionetes de quatro fios, dedoches, bonecos de vareta, são alguns exemplos dos diversos bonecos encontrados nas feiras de artesanato por todo o país. Objetivos: Ensinar técnicas variadas de confecção de bonecos artesanais Apresentar bonecos já confeccionados para demonstrar as técnicas de construção e manipulação Desenvolver habilidades para a contrução de bonecos artesanais, incentivando a economia criativa na região Necessidades técnicas: mesas e cadeiras Número de vagas: 25 Público: artesãos e professores da rede escolar Duração: 3 horas/aula. Idade Mínima: 16 anos 2. Oficina de Intervenção Urbana Nós na Rua: Ministrante: Sílvia Regina Ferrare, atriz e professora de teatro. A ideia da oficina surgiu a partir do interesse na área da performance que resultou na pesquisa de graduação "Investigação a cerca da perfomance" junto com a experiência em teatro de rua e intervenções urbanas vivenciadas ao longo da carreira como atriz e como professora de teatro. Direcionada às pessoas interessadas na interação corpo/cidade e na ocupação dos espaços públicos, tem como objetivo usar o espaço cotidiano social como alvo de reivindicações, convidando para uma reflexão sobre a relação das pessoas com as cidades. A intervenção urbana, mesmo sendo uma arte temporária, deixa traços permanentes na memória de quem a presencia ajudando a pensar e a criar espaços de arte e afetividade no cotidiano da cidade. Ao instaurar rupturas temporárias na rotina, elas instigam olhares curiosos, estimulam as pessoas a repensar relações e questionar normas e padrões, reafirmam as ruas e a cidade como lugar da partilha, da convivência das diferenças, da experiência com outro. Metodologia: A oficina acontecerá em dois momentos: preparação e ação. No primeiro encontro será dado um histórico sobre a intervenção urbana no Brasil e no mundo, serão realizados exercícios corporais e jogos teatrais e combinações para a ação. O segundo encontro será a ação na rua, em local de grande circulação da cidade. Necessidades técnicas: Equipamento de som e vídeo, sala ampla, sem móveis Número de vagas: 25 Público: pessoas interessadas na ocupação de espaços públicos, maiores de 14 anos. Duração: 3 horas 3. Oficina de Teatro com Libras: Ministrante: Elaine Regina – atriz e bonequeira Oficina com jogos teatrais utilizando o básico de libras, assim os/as participantes poderão vivenciar momentos que possibilitam ampliar a capacidade de expressão. Duração: 3 horas Turma: máximo de 25 pessoas. Público: acima de 18 anos. As oficinas são indicadas para docentes, classe artística, pessoas surdas. Objetivos: Aprimorar a percepção/ observação Trabalhar a tolerância e concentração Trabalhar com jogos teatrais como ferramenta de inclusão. Despertar o melhor em cada indivíduo Conhecer o básico de Libras (Língua Brasileira de Sinais) Necessidades técnicas: equipamento para som/vídeo. Sala com espaço suficiente para dinâmicas conforme o número de pessoas e para formar uma roda de mãos dadas. Sem mesas, somente cadeiras. Obs.: Utilizar roupas e calçados confortáveis, sem acessórios.

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: A acessibilidade para o público cadeirante contará com uma rampa e praticável para acesso de uma cadeira de rodas em todas as sessões. A assistente de palco fará o atendimento do público em geral, bem como para as pessoas com necessidades especiais. A produção garantirá que as apresentações teatrais sejam realizadas em espaços com banheiros e acessibilidade para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. Ítem da planilha orcamentária: item 12 Acessibilidade para deficientes visuais: Está previsto em cada uma das três cidades um dia de sessões com audiodescrição com tradutora presencial. O processo envolve produção de roteiro de audiodescrição (AD), narração ao vivo, guia local de mobilidade e equipamento de transmissão e recepção para o espetáculo Teatro dos Seres Imaginários, com duração aproximada de 10', totalizando 16 sessões/dia nas cidades de Canoas, Lageado e Porto Alegre. Ítem da planilha orçamentária: itens 09, 28, 43 e 56 Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo não tem texto, portanto não é necessário prever acessebilidade para deficientes auditivos. Vídeos e postagens de divulgação (do processo e das apresentações) contarão com legendagem Item da planilha orçamentária: item 68 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Garantir acessibilidade física e promover acessibilidade atitudinal, por parte de toda a equipe no atendimento ao público, garantindo acomodações adequadas. O espetáculo permite interação espontânea do público, que garante acessibilidade, inclusive para pessoas com deficiência cognitiva. Item da planilha orçamentária: item 68 Produto: Oficinas Acessibilidade física: A produção garantirá que as oficinas sejam realizadas em espaços com banheiros e acessibilidade para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: As oficinas contam com atendimento específico para deficientes visuais. Ítem da planilha orçamentária: 56 Acessibilidade para deficientes auditivos: Uma das três oficinas oferecidas neste projeto é direcionada para o público com deficiência auditiva - Oficina de Teatro com Libras. As outas duas oficinas contam com auxílio de linguagem em libras para alunos com deficiência auditiva. Ítem da planilha orçamentária: 56 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Garantir acessibilidade física e promover acessibilidade atitudinal, por parte de toda a equipe no atendimento aos alunos, garantindo acomodações adequadas. As oficinas permitem interações que garantem acessibilidade, inclusive para pessoas com deficiência cognitiva.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do espetáculo e as oficinas oferecidas nos municípios são gratuitas. As formas de acessibilidade do espetáculo contemplam locais públicos que são de grande circulação como praças ou parques com acesso totalmente gratuito O espetáculo é voltado para o público de todas as idades e com acessibilidade para cadeirantes. Em cada cidade será oferecida uma oficina de Teatro com Libras que prevê a participação da comunidade surda. Também oferecemos uma oficina de Intervenção Urbana aberta a alunos com necessidades especiais (cadeirantes e cegos). A oficina de Construção de Bonecos Artesanais tem como foco a economia criativa abordando técnicas de construção de bonecos que podem ser produzidos em grande quantidade para serem comercializados. O projeto prevê a contratação de profissionais locais para assessoria de imprensa em mídias sociais e convencionais. O plano de divulgação das oficinas deve focar em locais como sindicatos de professores, escolas públicas e universidades e instituições que atendam ao público com necessidades especiais. As medidas do art. 30 da IN nº 11/2024 abaixo serão adotadas no projeto" III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

A empresa Carlos Mezeck de Sena ME é responsável pela elaboração, gestão e coordenação geral do projeto. O proponente supervisionará todas as etapas do projeto, assegurando a execução do projeto e a aplicação adequada dos recursos financeiros. Carlos Mezeck de Sena, administrador da empresa, dirige e integra o elenco do espetáculo Teatro dos Seres Imaginários. Carlos Mezeck de Sena - DRT/RS 035645/00 : Iniciou seu trabalho em 1976, atuando com o grupo TIM Teatro de Marionetes, fundado pela família em 1954. O TIM comemora 70 anos em 2024, sendo o grupo mais antigo em atividade no Brasil. Criou e dirigiu diversos espetáculos. Foi manipulador do programa TV Colosso da Rede Globo e nos filmes de longa-metragem Super Colosso e Castelo Rá Tim Bum, o filme. Trabalhou com os grupos Cem Modos e A Cidade Muda. Criação e direção geral Teatro dos Seres Imaginários que estreou em 2010 na Usina do Gasômetro em Porto Alegre, comemorando dez anos em 2024. Manipulação dos curtas metragem Retirantes (2013) e no programa Mundo da Leitura UPF TV e Canal Futura (2010). Participações nos Festivais de Segovia, Redondela, Madri, Santiago de Compostela, Évora e SESI Bonecos do Brasil e do Mundo com o Grupo Anima Sonho. Criador e manipulador do Circo Rapadura que estreou em 2010, apresentando, entre outros, festivais e eventos, na Feira do Livro de Porto Alegre, no 6º Animaneco em Joinville e 18º Palco Giratório, POA/RS. Charles Kray - DRT 0012613/RS : Atua como bonequeiro desde o ano de 1992. Fundou a Cia. de Teatro de Bonecos “Caras de Totem”. Já participou de inúmeras mostras e festivais de Teatro de Bonecos pelo país. É professor de Cerâmica e Pintura pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e artista visual na cidade de São José dos Campos.Integra a Cia Seres Imaginários desde o seu início em 2014. Participou com a Cia Seres Imaginários de vários festivais entre eles, o Ocupa Caixa Cultural, em 2017 e o Palco Giratório Nacional SESC, em 2019. Elaine Regina - DRT/RS 4994: Atriz, bonequeira, produtora cultural, focalizadora das Danças Circulares. Principais cursos: TEPA – teatro escola Porto Alegre/RS, Mestrado em Reabilitação e Inclusão, especialização em Pedagogia da Arte, Atendimento Educacional Especializado (AEE), cursos nas áreas de deficiência mental, visual e surdez. Arteterapia e Focalização em Danças Circulares. É bonequeira no espetáculo Teatro dos Seres Imaginários, direção de Cacá Sena, está no elenco de “Retirantes”, documentário da multiartista Maíra Coelho. Participou de trabalhos com Júlio Saraiva, Paulo Fontes, Deborah Finocchiaro, Décio Antunes, Evandro Soldateli. Foi selecionada no Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, Lei Aldir Blanc nº 14.017/20, com o projeto “Encontros no seu portão – unidade móvel”, na cidade de Eldorado do Sul/RS, assim como no edital 10/2023 da Lei Paulo Gustavo/2024. É integrante do grupo Varanda Cultural, do “Coletivo Dandô” e também do “Coletivo Caixa de Pandora”. Sílvia Ferrari - DRT 5033: Atriz, bonequeira e professora de teatro. Inicia sua trajetória no teatro em 1996, com a peça Núpcias Pois e, no teatro de bonecos, em 1997, com a peça Bonecos Gigantes na Cidade. Licenciada em Teatro pela UFRGS, em 2012. Participa de vários festivais de teatro regionais e nacionais com os Bonecos Gigantes e Cia dos Seres Imaginários. Em 2021, atua na campanha para TV, Reajuste já, do CPERS Sindicato e, em 2023 na campanha de Natal La Máfia para mídias eletrônicas Atualmente, integra a Cia Seres Imaginários e o elenco do espetáculo Woyzeck, Preto, Poético e Político, Grupo Coadjuvantes.Ministrou a oficina para crianças “Fazendo Arte com Teatro e Papel” em julho de 2023. É professora de Teatro na rede pública estadual do Rio Grande do Sul, desde 2009, atuando como bolsista docente no PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) entre 2014 e 2016. Jackson Vieira Zambelli - DRT 12147: Diretor de Teatro. Licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Diretor da peça Infantil “O Sol de Cada Um” 2022, Diretor e dramaturgo de “Histórias Extremas” projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc 2021,Colaborador artístico de dramaturgia do Projeto “A Última Invenção”, vencedor do Prêmio Itau 2019,Roteirista do espetáculo “Cem Anos de Jackson do Pandeiro” realizado no SESC em São Paulo com o grupo Cabelo de Maria 2019,Diretor do espetáculo “Teatro dos Seres Imaginários” inspirado na obra de Jorge Luis Borges, Espetáculo selecionado do RS para o Festival Palco Giratório 2019, com participação no Mirada 2016, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas promovido pelo SESC de Santos-SP,Caixa Cultural 2017(Brasília). Diretor do espetáculo “Automákina - Universo Deslizante”, vencedor do Prêmio Fumproarte da Prefeitura de Porto Alegre, 2008.Com o espetáculo “Automákina - Universo Deslizante” participou do Festival Porto Alegre Em Cena 2009, do FITO 2010 (Festival Internacional de Teatro de Objetos) promovido pelo SESI, nas cidades de Porto Alegre e Belo Horizonte e do FIT (Festival Internacional de Teatro) em São José do Rio Preto, 2011. Em 2012 participou do Festival Cena Gaúcha em Brasília, do FITA-Floripa, do Festival Latino-americano de Teatro de Salvador e do FIL (Festival Intercâmbio de Linguagens), no Rio de Janeiro. Em 2013, do Festival Internacional de Teatro de Curitiba. Prêmio Petrobrás 2018 apresentando em São Luís do Maranhão, Ilhéus na Bahia. Virada Cultural em SP 2018, Diretor do espetáculo “O Contra-Regra” vencedor do prêmio Mirian Muniz da Funarte em 2008, Diretor do espetáculo “Os Enganadores da Morte”1998,Com o Espetáculo “Os Enganadores da Morte” participou do Festival Porto Alegre Em Cena; do Festival Internacional de São José do Rio Preto; do Projeto Latinidades do SESC-SP percorrendo 13 cidades do interior paulista; do Festival de Teatro RioCenaContemporânea e do Festival de Inverno do Sesc no Rio de Janeiro; do Festival de Lages-SC; do projeto “Um diálogo entre sul e norte – As artes cênicas aproximando o Brasil, patrocinado pela Petrobrás, apresentando-se em Manaus, Belém, São Luis e Fortaleza. Fabiane Baumann Diretora de Produção - 0020646/RS: Mestra em Sociologia pela UFRGS. Atuou por mais de 20 anos como professora universitária e na consultoria ambiental. Iniciou como assistente de produção atuando na área de música e teatro, com destaque para a produção de Buffet Glória, de Élcio Rossini. Em 2000 foi produtora de teatro de bonecos no espetáculo Apitos e Lá, lá, lá de Cacá Sena, em temporada no Museu da República/RJ. Foi assistente de produção do espetáculo de teatro "Jantar entre Amigos - Pequenos Terremotos" com estreia no Teatro dos Quatro/RJ - Direção de Felipe Hirsch. Em 2016, assumiu a produção executiva da Cia Seres Imaginários e do Circo Rapadura. Entre outros trabalhos, fez a produção da temporada do Teatro dos Seres Imaginários na Caixa Cultural em Brasília e no Sesi Bonecos do Mundo, em Maceió e Recife. Em 2018 produziu a Cia Seres Imaginários, como grupo convidado do 25°Porto Alegre em Cena. Em 2019, realizou a produção executiva da Cia Seres Imaginários no Palco Giratório Nacional do SESC. Em 2020, produziu duas oficinas do Cacá Sena para o Arte Sesc em Casa com Você. Fez a produção do vídeo performance "Aqueronte, a outra margem do rio” e da performance "Pegadas no Ar”, dirigidos por Cacá Sena para o 27° Porto Alegre em Cena. Atualmente, além dos trabalhos na área de consultoria ambiental, faz a produção da Cia Seres Imaginários e do Circo, ambos dirigidos por Cacá Sena. Produz o espetáculo Bonecrônicas, da Cia Anima Sonho e a Perfomrnace Tim Marionetes, dirigida por Rafael Cambará.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.