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O Festival Internacional de Dança Árabe é um evento cultural de caráter inclusivo e competitivo que visa celebrar e promover a arte da dança árabe no Brasil, abrangendo níveis amador, intermediário e profissional. Com duração de três dias, o evento reúne alguns dos maiores nomes da dança e da música árabe, tanto do Brasil quanto do exterior, assim como dançarinos de todo o país, proporcionando uma programação diversificada, que inclui workshops (Curso/oficina/capacitação em artes cênicas), mostras artísticas (apresentação musical e espetáculo de artes cênicas) e uma competição em diferentes categorias (concurso/premiação). Além de ser um espaço de formação e espetáculo, o evento inclui ações sociais de democratização do acesso à cultura, por meio da oferta de ingressos gratuitos e atividades educativas voltadas a comunidades em situação de vulnerabilidade (contrapartidas sociais).
Objetivo geral: Promover a cultura árabe por meio da dança, incentivando a prática e a apreciação dessa forma de arte em diversos níveis de habilidade, desde iniciantes até profissionais, em um ambiente de troca de conhecimento e valorização artística. Objetivos específicos: 1. Oferecer oito workshops (com duas horas de duração cada um), ministrados por profissionais renomados da dança árabe (curso/oficinas/capacitação - artes cênicas). 2. Criar uma competição justa e inclusiva, com categorias que atendam a diferentes níveis técnicos (amador, intermediário e profissional), com possibilidade de inscrição para 96 grupos competidores, distribuídos no formato solo, duo, trio/conjunto e grupo, em duas noites de evento (concurso/premiação). 3. Promover duas mostras abertas ao público, com a apresentação de 15 coreografias em cada mostra, proporcionando visibilidade à cultura árabe e suas manifestações artísticas (Espetáculo de artes cênicas). 4 Fomentar a cultura árabe através de um espetáculo de Gala, na abertura do festival, apresentando a dança e a música árabes com bailarinos e banda ao vivo, unindo artistas renomados do Brasil e do mundo (Apresentação musical). 5 Oferecer contrapartida social que democratize o acesso à cultura, garantindo cinco meses de oficinas de dança para detentas em presídio feminino, com uma aula semanal com duração de duas horas cada aula (Contrapartida social).
O projeto em questão se enquadra no uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para seu financiamento porque cumpre a premissa do inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91, que indica "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O Brasil tem uma crescente comunidade de praticantes de dança árabe, porém, muitos desses artistas não têm espaço para mostrar seu trabalho ou aprimorar suas técnicas em um ambiente profissional. Ao criar uma plataforma para a competição e a formação, este festival permitirá que novos talentos sejam descobertos, e que os já estabelecidos possam continuar se desenvolvendo. A dança árabe, popularmente conhecida no ocidente como dança do ventre, é uma manifestação artística rica em história e expressividade, mas ainda carece de uma maior representatividade no cenário cultural brasileiro. Este festival visa não apenas promover o desenvolvimento técnico dos dançarinos, mas também estimular o respeito pela cultura árabe, integrando diferentes públicos e promovendo uma aproximação intercultural, contemplando o inciso VII do Art. 1º da Lei 8313/91 que aponta para o desenvolvimento "da consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações". O crescimento da dança árabe no Brasil e no mundo demanda eventos de visibilidade e qualidade que conectem artistas, formem novos talentos e valorizem a cultura de origem. O festival atenderá tanto ao público aficionado quanto à comunidade em geral, proporcionando uma experiência cultural rica e diversa, contemplando o que aponta o inciso VIII do Art. 1º da Lei 8313/91: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A inclusão de oficinas e ingressos gratuitos busca proporcionar oportunidades de acesso cultural a populações que muitas vezes não têm esse tipo de acesso, como as comunidades em situação de vulnerabilidade e as detentas. Ao realizar o projeto, alcançaremos os seguintes objetivos expressos no Art 3º da Lei 8313/91: - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a artistas de artes cênicas no Festival Internacional de Dança Árabe que será realizado em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul; - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de festival de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante fomento da cultura árabe por meio das mostras e dos workshops de dança árabe.
CONTRAPARTIDA SOCIAL Oficinas de Danças Árabes em Penitenciária Feminina Justificativa A inserção de oficinas de dança em ambientes prisionais, especialmente em penitenciárias femininas, pode proporcionar um espaço de expressão corporal, autoconhecimento e ressignificação das experiências vividas pelas participantes. As danças árabes, ricas em movimentos e expressões culturais, são uma forma de promover a autoestima, a socialização e a desconstrução de estigmas associados à condição de detenta. Além disso, a prática da dança pode atuar como uma terapia alternativa, contribuindo para a saúde mental e emocional das participantes. Objetivos Gerais - Proporcionar um espaço de expressão e autocuidado através da dança. - Promover a inclusão social e cultural das mulheres detidas. - Contribuir para a autoestima, autoconhecimento e bem-estar emocional das participantes. - Fomentar a buscap or novos conhecimentos e culturas. Objetivos Específicos 1. Ensinar os fundamentos e técnicas da dança árabe. 2. Fomentar a disciplina, o respeito e o trabalho em grupo entre as participantes. 3. Estimular a criatividade e a autoexpressão por meio da dança. 4. Promover momentos de reflexão sobre a vida e as experiências pessoais através das atividades de dança. 5. Criar uma coreografia final que envolva a apresentação de tecnicas aprendidas durante as oficinas. Metodologia O projeto será desenvolvido ao longo de 20 encontros, com uma reunião semanal. Cada encontro terá a duração de 2h, e as atividades serão divididas em momentos de aquecimento, aprendizado de passos e coreografias, além de momentos de reflexão e descontração e relaxamento final. **Material Didático**: - Playlist com músicas tradicionais árabes. - Materiais visuais (pôsteres ou vídeos) sobre a cultura árabe e suas danças. - Roupas leves e confortáveis para as participantes (se possível). - Materiais para anotações pessoais e reflexões. Cronograma - Encontro 1: Apresentação do projeto com breve explanação sobre a dança árabe, seguida de aquecimento corporal,prática de movimentação e Introdução aos passos básicos da dança árabe, finalizando com relaxamento. - Encontro 2, 3 , 4 e 5: Breve conversa como se sentiram sobre a aula passada, seguido de alongamento e aquecimento e segue-se apresentando passos básicos estruturais para Dança Árabe, e finalizando a movimentação com alongamento/relaxamento, fechando com breve bate papo sobre a experiência vivida nesta oficina - Encontro 6 ao 10:Seguimos a dinâmica dos encontros iniciais , porém agora adicionando o aprendizado de uma sequências simples. - Encontro 11 ao 15 : Seguimos a dinâmica dos encontros 6 ao 10, porém agora acrescentamos práticas em duplas e trios, assim como modalidades da dança árabe, diferentes a cada encontro como Folclores dentro da cultura ( said e baladi e mouashahat), e de estilos mais atuais nos países árabes como Shabi e moderno. - Encontro 16 a 19 : apos alongamento e aquecimento , elas iniciaram processo coreográfico, para entenderem como chegamos no produto final quando apresentamos nossas aprendizagem em forma de coreografia, montando junto com a professora a própria coreografia , e ensaiando . -Encontro 20 : Encerramento do projeto com apresentação da coreografia para público carcerário presente na mesma penitenciária, público esse que será indicado pelas autoridades competentes dentro da instituição, e finalizando com roda de conversa e confraternização com as alunas do projeto, com entrega de certificados para as detentas.
A dança é uma arte que se comunica através do corpo, utilizando a linguagem não verbal. Por si já é inclusiva. Abaixo seguem descritas as ações de acessibilidade ao projeto: Apresentação musical, Concurso/premiação e Espetáculo de artes cênicas: 1) Acessibilidade física: O teatro oferece facilidades para locomoção como rampa, rampa de elevação, banheiros adaptados, além de cadeiras especiais para obesos e espaços para cadeirantes e acompanhantes. Facilitadores estarão à disposição para orientar plateia e participantes, conforme item 34 da planilha orçamentária. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição, conforme item 34 da planilha orçamentária. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: libras, conforme item 34 da planilha orçamentária. 4) Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos ou desconheçam linguagens ou idiomas dos conteúdos: facilitadores estarão à disposição para orientar plateia e participantes, conforme item 34 da planilha orçamentária. 5) Acessibilidade de conteúdo: será ofertada por meio de um espaço para visita sensorial, em formato de tenda árabe, montado no foyer do teatro. Dentro deste espaço de sensibilização sensorial serão ofertadas experiências táteis (para que os visitantes possam sentir a textura dos materiais que compôem os figurinos dos dançarinos), auditivas (com a utilização dos snujis e derbak) e cinestésicas (através da experimentação dos movimentos, guiados pelos corpos dos dançarinos). Curso/oficinas/capacitação - artes cênicas: 1) Acessibilidade física: A Casa das Artes - Novo Hamburgo oferece facilidades para locomoção como rampa, elevador, banheiros adaptados, além de cadeiras especiais para obesos e espaços para cadeirantes e acompanhantes. Facilitadores estarão à disposição para orientar os participantes, conforme item 34 da planilha orçamentária. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição, conforme item 34 da planilha orçamentária. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: libras, conforme item 34 da planilha orçamentária. 4) Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos ou desconheçam linguagens ou idiomas dos conteúdos: facilitadores estarão à disposição para orientar plateia e participantes, conforme item 34 da planilha orçamentária. Contrapartidas sociais: 1) Acessibilidade física: o local onde será realizada a contrapartida (penitenciária) já conta com acessibilidade física. Além disso, facilitadores estarão disponíveis para orientar os participantes. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição, conforme item 34 da planilha orçamentária. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: utilizar sistemas de comunicação alternativos (como cartazes, por exemplo) 4) Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos ou desconheçam linguagens ou idiomas dos conteúdos: facilitadores estarão à disposição para orientar plateia e participantes, conforme item 34 da planilha orçamentária. A equipe de produção estará preparada para receber pessoas com deficiências, pois atenderão ao curso de formação e sensibilização ao atendimento de PCD´s, conforme item 34 da planilha orçamentária.
Visando democratizar o acesso a cultura, o projeto oferecerá 5 meses de oficinas de dança árabe para detentas (com uma aula semanal de duas horas de duração), garantindo a contemplação do inciso VI do artigo 28 da IN nº 01/2023, realizando, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto na forma de oficina de dança árabe na Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Com esta mesma ação, contempla também o inciso VIII do artigo 28 da IN nº 01/2023, que aponta a realização de atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação.
Atividade Vanessa Raithz como proponente do projeto Produtora responsável pelo projeto desde sua concepção fazendo orçamentos e pesquisas de mercado para informar os produtos do projeto, contratando os envolvidos , até o final da execução, trabalhando como anfitriã do festival, recepcionando e auxiliando no que for necessário os professores, banda, bailarinos e convidados, e encerrando o evento com pagamentos de todos os profissionais envolvidos e prestação de contas. Fará uma participação na noite de gala dançando com banda ao vivo. Também estará ministrando um dos workshops do evento, com carga horária de 2h. Além das atividades mencionadas, Vanessa Raithz será a professora responsável pela contrapartida, onde serão feitas 20 oficinas de diferentes abordagens referente a dança Árabe de 2h cada, em penitenciária feminina em Porto Alegre. Currículo Vanessa Raithz (professora de um workshop, bailarina da Noite de Gala e professora da Oficina para Detentas) Vanessa Raithz é uma bailarina, professora e coreógrafa de dança do ventre, amplamente reconhecida por sua técnica sofisticada e performances expressivas. Com uma carreira consolidada no Brasil e internacionalmente, Vanessa é referência em ensino e difusão da dança oriental. Ela ministra workshops e participa de festivais renomados, onde compartilha sua expertise com estudantes e profissionais da área. Sua abordagem pedagógica é marcada pela mistura da tradição árabe com elementos contemporâneos, tornando seu estilo único e inovador. Além de seu trabalho artístico, Vanessa é uma figura ativa na cena cultural, promovendo a dança do ventre em diversas plataformas e eventos. Currículo Mahaila (professora de um workshop, jurada e bailarina da Noite de Gala) Mahaila El Helwa, nome artístico de Gabriela Nogueira de Aguiar Ferro, iniciou seus estudos de dança do ventre em 2000 na Rede Luxor. Em 2001, foi campeã brasileira na categoria amadora no festival Mercado Persa. Atuou como professora, bailarina e coreógrafa na Rede Luxor e na Rede Hayat El Helwa. Em 2004, recebeu reconhecimento de grandes mestres egípcios e apresentou-se na Argentina. Conquistou o 2º lugar no concurso profissional do Mercado Persa em 2005 e, no mesmo ano, venceu o campeonato mundial de dança do ventre no Egito. Ao longo de sua carreira, lançou DVDs didáticos, participou de programas de TV e ministrou workshops internacionais. Mantém aperfeiçoamento constante com mestres renomados da dança. Currículo Jade El Jabel (professora de um workshop, jurada e bailarina da Noite de Gala) Jade El Jabel é uma bailarina brasileira de destaque nacional e internacional na dança do ventre, atuando em 13 países. Iniciou seus estudos na dança em 1991, consolidando-se como professora e bailarina, mesclando a dança egípcia com seu estilo único. Poliglota, ministra aulas em cinco idiomas e lançou três DVDs didáticos. Diretora da Cia Dumuaini e proprietária do estúdio homônimo, Jade já produziu mais de 15 espetáculos e o show “Lua Nova”. Em 2014, lançou seu livro “Cairo: amor, humor, solidão…”, sobre suas experiências no Egito. Desde 2019, integra o grupo “Eshta”, e também estuda percussão e canto árabe. Banda Tony Mouzayek (Banda que se apresentará na Noite de Gala) Tony Mouzayek é uma banda brasileira liderada por Tony Mouzayek, um dos principais nomes da música árabe no Brasil. A banda é conhecida por sua fusão de ritmos árabes com influências brasileiras, criando um som único e vibrante. Com mais de 30 anos de carreira, Tony e sua banda são referência em eventos culturais, festas e celebrações árabes, além de já terem se apresentado em diversos programas de televisão e festivais importantes. Suas músicas, muitas delas cantadas em árabe, são populares entre comunidades árabes e apreciadores da música oriental no Brasil. Currículo Soraya Zayed (professora de dois workshops, jurada e bailarina da Noite de Gala) Soraya Zayed é uma bailarina brasileira internacionalmente reconhecida no mundo da dança do ventre. Com uma carreira sólida no Egito, onde se destacou como uma das poucas estrangeiras a obter grande sucesso, Soraya é famosa por sua técnica impecável e presença cênica marcante. Ela foi pioneira ao levar a dança oriental a novos patamares, apresentando-se em renomados eventos e festivais ao redor do mundo. Além de bailarina, é professora e coreógrafa, ministrando workshops globalmente e sendo referência para novas gerações de dançarinas. Sua arte é conhecida por mesclar tradição e modernidade, cativando audiências em diversos países. Currículo Alessandra Forte (professora de um workshop, jurada e bailarina da Noite de Gala) Alessandra Forte é uma bailarina, professora e coreógrafa de dança do ventre, amplamente reconhecida no cenário brasileiro. Com uma carreira dedicada à disseminação da dança oriental, ela é conhecida por sua técnica refinada e estilo cativante. Alessandra atua como instrutora em diversos workshops e cursos, contribuindo para a formação de novas dançarinas e promovendo a arte da dança do ventre. Sua abordagem mescla a tradição árabe com influências contemporâneas, tornando suas performances e ensinamentos únicos. Além disso, ela participa de festivais e eventos culturais, consolidando seu nome como uma das grandes representantes da dança oriental no Brasil. Currículo Vlada Sitnikova (professora de dois workshops, jurada e bailarina da Noite de Gala) Vlada Sitnikova é uma renomada bailarina e coreógrafa de dança do ventre, reconhecida internacionalmente por sua técnica excepcional e estilo cativante. Com uma sólida formação em dança oriental, ela tem participado de importantes festivais e competições ao redor do mundo, ganhando destaque por suas performances inovadoras e expressivas. Além de bailarina, Vlada também atua como professora, ministrando workshops e cursos que atraem dançarinas de diversos países. Sua abordagem combina tradição e modernidade, tornando seu trabalho uma referência para estudantes e profissionais da dança do ventre. Currículo Cristiano Ferreira (jurado) Cristiano Ferreira é um renomado estilista e bailarino especializado em dança árabe, reconhecido por seu trabalho inovador tanto no cenário da moda quanto da dança oriental. Com uma carreira que alia a criação de figurinos exclusivos e de alta qualidade para dançarinas e a atuação como bailarino e coreógrafo, Cristiano se destacou no mercado por seu olhar único para o design de trajes que valorizam a cultura árabe. Além de ser uma referência como estilista, ele também participa de festivais e eventos de dança, onde apresenta sua arte como bailarino, oferecendo um estilo moderno e elegante, tanto no palco quanto em suas criações de vestuário.
PROJETO ARQUIVADO.