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O projeto visa a realização de 2 edições do evento Santa Jam, em Santa Cruz do Sul, com oficinas de desenvolvimento artístico, jams (reuniões) de escritores de graffiti, competição Slam Poesia e performances de artistas da cultura de rua local.
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: LIVRE Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: Oficina de Serigrafia (Graffiti): 1ª Edição - Design para Serigrafia, criando uma estampa apropriada pra ferramenta, e Passo a passo para gravação da arte na tela. 2ª Edição - Escolha de Materiais, Técnica de impressão em Serigrafia com Produção de Stickers. Oficina de Poesia (Rap): 1ª Edição - Estruturas, métricas de poesia e regras de Slam Poesia. 2ª Edição: Tipos de Rima e Criatividade. Oficina de Charme (Street Dance): 1ª Edição - Passos universais e Noção de Ritmo 2ª Edição - Coreografias coletivas e sintonia.
OBJETIVO GERAL: O objetivo desse projeto é realizar 2 edições do evento "Santa Jam" planejados para 2025 em Santa Cruz do Sul, RS. OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO: FESTA POPULAR- Realizar 2 edições do evento "Santa Jam" em espaço aberto e gratuito ao público;Quantidade: 2 edições Medição: Fotos, vídeos e clipagens de imprensa. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO- Realizar 6 oficinas destinadas ao desenvolvimento artístico com acessibilidade para pessoas surdas;Quantidade: 6 oficinas, 3 por edição. Medição: Fotos e listas de presença. PRODUTO: EXPOSIÇÃO CULTURAL DE ARTES- Realizar 2 jams (reunião) com 10 pintores/escritores de Graffiti com pintura ao vivo. Quantidade: 2 jams, 1 por edição; 10 artistas por jam/edição. Medição: Fotos e vídeos. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL- Realizar 4 pocket shows com artistas do hip hop local e regional;Quantidade: 4 pocket shows, 2 por edição. Medição: Fotos e vídeos. - Realizar 8 apresentações de sets de Dj; Quantidade: 8 apresentações de Djs, 4 por edição. Medição: Fotos e vídeos. PRODUTO: CONCURSO / PREMIAÇÃO- Realizar 2 competições Slam Poesia;Quantidade: 2 competições, 1 por edição. Medição: Lista de inscrição, fotos e vídeos. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- Realizar 2 encontros no formato Cypher de Street Dance.Quantidade: 2 encontros, 1 por edição. Medição: Fotos e vídeos.
A Santa Jam é um evento cultural que acontece desde o ano de 2015, é uma forma de lazer para a comunidade santacruzense em geral, e também um momento reservado para se manter a cultura Hip Hop viva na cidade de Santa Cruz do Sul. Visa promover o acesso à informação, cultura, arte e diversão de forma gratuita. Organizada pelo coletivo Ateliê Vivências Urbanas, a iniciativa também objetiva colaborar para a economia cultural e a desmistificação do movimento hip hop, ainda visto por muitos sob uma ótica preconceituosa. O fomento da cultura urbana ocorre de forma itinerante, em diferentes escolas e locais, contribuindo assim para a transformação desses espaços. O Ateliê Vivências Urbanas é um espaço de arte e cultura que surgiu de maneira orgânica, em 2014. A partir do ano de 2015 recebeu este nome e passou a deliberadamente buscar fomentar e promover práticas artísticas e culturais no município de Santa Cruz do Sul. Promovendo vivências culturais e artísticas, com foco no desenvolvimento dessas manifestações e na profissionalização das mesmas, o coletivo se dedica principalmente à cultura urbana, mas proporcionando suporte a inúmeras outras iniciativas afins. Desenvolvemos os mais diversos tipos de projetos, eventos e ações, buscando dar visibilidade a elementos culturais que, numa cidade de cultura germânica, acabam por ficar marginalizados e carentes de apoio. Destaca-se a Santa Jam como maior projeto produzido pelo coletivo, com 21 edições na cidade, chegando em escolas, praças e espaços públicos levando a cultura Hip Hop mais longe. O conceito de Hip Hop foi moldado a partir de 5 elementos: O conhecimento, o dj, o street dance, o graffiti, e o rap/a poesia. O movimento completou 50 anos em 2023. Sendo reconhecido por governos e universidades de todo mundo como uma importante e poderosa ferramenta de desenvolvimento humano e de inclusão social, podendo abrir caminhos para o aprendizado de vários outros conhecimentos acadêmicos e usuais da sociedade. A força da representatividade encontrada na cultura hip hop tem capturado corações e mentes e acolhido jovens estigmatizados pelas mais diversas periferias e centros urbanos do Brasil e do mundo. Além de ser um movimento artístico, o hip hop é também um movimento social e político, representativo e necessário. O movimento hip hop é a voz de muitos grupos pertencentes a comunidades marginalizadas, que aborda questões sociais e busca promover mudanças positivas na sociedade. O hip hop é uma forma de resistência e empoderamento para aqueles que vivem nas periferias, e sua influência se estende por todo o mundo, inspirando e conectando pessoas de diferentes culturas e origens. Em Santa Cruz do Sul o movimento Hip Hop está inserido nos bairros e vilas desde a década de 80 com uma riquíssima trajetória cultural, artística e social. Parte dessa história está registrada no Museu do Hip Hop, em Porto Alegre. O coletivo cultural AVU é resultante de um legado que vem sendo construído pelos precursores do movimento no município, e por novos adeptos que vieram surgindo ao longo do tempo. O projeto Santa Jam é um marco histórico e representativo, sendo o maior evento de hip hop do município e da região. É uma das poucas oportunidades onde a cultura pode ser vivenciada de forma plena, livre para desenvolver-se em suas essências identitárias, produzindo conhecimentos e despertando sentimentos de pertencimento e união. É também uma oportunidade de profissionalização da cultura, produzindo conteúdos, fomentando a economia solidária e oportunizando trabalho e renda para artistas. A partir dos elementos da cultura Hip Hop, a realização das 2 edições de 2025 planejadas nesta proposta prevê as seguintes atividades: Oficinas de desenvolvimento artístico; Sets de Djs; Pocket Shows de artistas locais; Jams de Graffiti; Competição Slam Poesia, Cyphers de Breaking e Social Dance. Estão previstas 3 oficinas de Desenvolvimento Artístico, são elas: Oficina de Serigrafia (silkagem), destinada ao público que se identifica com o elemento "Graffiti". Oficina de Poesia, destinado ao elemento "Rap". E oficina de Charme, destinado ao Street Dance; O A.V.U. tem dois espaços dedicados à silkagem (serigrafia). A sala escura onde é feito o processo de gravar a arte na tela; e a sala de silk onde ficam os berços para as telas e onde são feitas as gravações de estampa em camisetas e stickers. Sendo a vestimenta uma importante forma de se manifestar artisticamente e de gerar representatividade, foi um caminho quase natural desde o início do Ateliê até aqui, ingressar no mundo da silkscreen. Além de roupas e acessórios, a serigrafia também possibilita a produção de stickers, prática popular na cultura de rua. Este tipo de intervenção pode ser realizada com o propósito de transmitir uma mensagem, enfeitar a rua ou então para deixar uma marca por onde se passa. O serviço de serigrafia e a venda de camisetas por muito tempo foi fonte exclusiva de renda do Ateliê Vivências Urbanas para a realização de seus projetos, sendo assim, gostaríamos de compartilhar os saberes da técnica para expandir as possibilidades de serviço para artistas visuais, nesse contexto, escritores de graffiti. A Oficina de Poesia busca abordar temáticas introdutórias para o poeta iniciante. Os assuntos envolvem: estrutura de poesia, métricas, tipos de rima e adequação às regras nacionais de Slam Poesia. Inspirado pelos bailes de Charme, o coletivo também traz em sua trajetória o momento "Social Dance" tradicional no projeto Santa Jam, onde o artista anfitrião Digo Almeida comanda o ritmo e os passinhos da coletividade presente no evento. Nesta edição, também teremos a Oficina de Dança com a temática "Danças Coletivas: Passinhos de Charme". O termo charme foi criado nos anos 80, no Rio de Janeiro, para designar uma vertente do R&B contemporâneo executada por djs em bailes do subúrbio, onde ao som do hip hop e soul, os frequentadores ensaiavam passos para as músicas. O entretenimento, é produzido/vivido sob várias formas, uma das mais perceptíveis, no baile, é a dança. "O corpo é a peça chave para se comunicar no baile, pois como a cidade, o corpo é um espaço de cultura, um lugar de diferenciação, de separação, mas também de aproximação com o outro. (SIQUEIRA, 2012, p.54). O corpo é usado para se fazer charmeiro juntos aos demais charmeiros, para ser parte daquele grupo. Simmel (2006) afirma que a sociabilidade é formada a partir do sentimento e satisfação do indivíduo em estar socializado, compartilhando interesses e necessidades específicas de um grupo. Essa sociabilidade associada ao entretenimento não pode ser tomada unicamente como algo vazio, sem propósito, O divertimento, contudo, não é vazio de conteúdos simbólicos. O elemento lúdico nos produtos culturais é sempre envolvido por outros conteúdos: político, social, religioso, econômico. (SIQUEIRA, 2008, p.34)." A realização das oficinas de Serigrafia e de Poesia serão no espaço Ateliê Vivências Urbanas, no primeiro dia (sábado) de cada edição, enquanto a oficina de Dança e as demais atividades serão realizadas em praça pública municipal no segundo dia (domingo). O DJ é pilar das movimentações da cultura Hip Hop, cada edição projeta a participação de 5 Djs por edição. Sendo eles, todos do Rio Grande do Sul. Os artistas de discotecagem estarão envolvidos paralelamente a todas as atividades do evento. O Rap aparece no formato de pocket show com 2 artistas locais em cada edição. Já a Poesia aparece no formato de competição Slam. "Slam Poetry _ traduzido literalmente por batalha de poesia _ são competições de poesia falada, onde qualquer pessoa pode participar. Cada poeta tem até três minutos para apresentar poemas de autoria própria, sem acompanhamento musical, uso de adereços, figurinos ou qualquer auxílio visual. O slammer _ como são chamados os poetas competidores nas batalhas _ defende sua composição através de performances que contemplam corpo e voz como instrumento no ato de recitar. Há também a figura do Slammaster _ mestre de cerimônia do slam _ que conduz e produz o evento. [...] Os slams brasileiros constituíram-se de característica responsiva às questões do seu tempo e localidade, abordam temas contemporâneos presentes ou invisibilizados na sociedade com propriedade permeada pelas vivências dos poetas. Temas como mazelas sociais, questão da mulher negra na sociedade, questões de gênero, feminismo, racismo, preconceito, denúncias, política e militância, entre outros, são abordados de forma visceral através de composições que expressam situações muitas vezes de cunho íntimo, e criam vínculo imediato com o público, transformando os eventos em geral em ambientes tanto de fala quanto de escuta. Configura-se também como elemento engajador ao proporcionar, sobretudo ao jovem das comunidades que é comumente colocado à margem, o espaço de criador e propagador de sua própria narrativa. A poesia estática e distante nas estantes sai às ruas e se aproxima do público, ganha corpo, voz e vez. (COSTA, 2020, SESC Rio)" Além da oficina de Charme e da Social Dance, o projeto tradicionalmente produz o espaço cypher, onde é instalado decorflex para que os breakers e dançarinos do Street Dance possam dançar. No elemento Graffiti, também objetivamos trazer um momento tradicional do projeto: a Jam de Graffiti. Momento este que possibilita a troca cultural entre artistas de diferentes localidades (desta vez, todos do rio grande do sul) e deixa registros histórico culturais por onde o evento passa. A Cypher de Street Dance, a Jam de Graffiti, os Sets de Djs e a competição Slam Poesia busca a reunião de artistas de diferentes localidades do Rio Grande do Sul a fim de contribuir com a cena gaúcha da cultura Hip Hop. Serão 10 dançarinos, 10 escritores de Graffiti, 5 Djs e 10 poetas em cada edição. A expectativa é que metade destes números sejam de artistas do município de Santa Cruz do Sul e a outra metade de artistas do estado do Rio Grande do Sul, priorizando a Região dos Vales. A produção de cultura popular, como citado anteriormente, prevê ações culturais coletivas que promovem também a empregabilidade. Os projetos e ações realizadas pelo movimento hip hop, geralmente são promovidos de forma independente, sem apoio ou recursos públicos ou de patrocinadores. Essa é uma oportunidade para o movimento realizar uma programação dispondo de recursos, permitindo aos produtores dedicar uma atenção ainda maior para as atividades artísticas e culturais, de formação e de profissionalização. Por fim, há muitos anos a cultura hip hop atua e contribui com eventos municipais e comunitários de forma gratuita e voluntária. Os recursos da LIC Rouanet de Retomada Cultural RS são uma oportunidade de fomentar o segmento e, dessa forma, contribuir para reparar uma discrepância histórica que acontece no município quando comparados os investimentos destinados a outros segmentos. O projeto se enquadra na Lei de Incentivo a Cultura 8313/91 através dos incisos I, II, III, IV e VIII do Art. 1º e pelo inciso II do Art. 3º. Seguem destacadas os objetivos respectivamente: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II-fomento à produção cultural e artística, mediante:
Realização do 1º dia de evento, de cada edição, será no espaço cultural Ateliê Vivências Urbanas. O 2º dia de evento, planeja-se que sejam realizados em 2 praças municipais diferentes de Santa Cruz do Sul, a depender de disponibilidades de espaço para pintar e autorização com a prefeitura.
1) Produto FESTA POPULAR: - Santa Jam 22ª Edição: 2 dias, somando 15 horas. No 1º, duração de 9 horas. No 2º, duração de 6 horas. - Santa Jam 23ª Edição: 2 dias, somando 15 horas. No 1º, duração de 9 horas. No 2º, duração de 6 horas. 2) Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: - Oficina de Serigrafia (Graffiti): Duração de 2 horas, cada edição.Plano de conteúdo: 1ª Edição - Design para Serigrafia, criando uma estampa apropriada pra ferramenta, e Passo a passo para gravação da arte na tela./ 2ª Edição - Escolha de Materiais, Técnica de impressão em Serigrafia com Produção de Stickers. - Oficina de Poesia (Rap): Duração de 2 horas, cada edição. Plano de conteúdo: 1ª Edição - Estruturas, métricas de poesia e regras de Slam Poesia. / 2ª Edição: Tipos de Rima e Criatividade. - Oficina de Charme (Street Dance): Duração de 2 horas, cada edição. Plano de conteúdo: 1ª Edição - Passos universais e Noção de Ritmo / 2ª Edição - Coreografias coletivas e sintonia. 3) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Intérprete de libras em todas as oficinas. Somam-se 6 horas de interpretação por edição. 4) Produto EXPOSIÇÃO CULTURAL DE ARTES: - Jam de Graffiti: 10 artistas por edição. 1 obra por artista, por dia de evento (2 obras por artista, por edição = 20 obras por edição). A duração é proporcional a realização do projeto. 2 dias, somando 15 horas. No 1º, duração de 9 horas. No 2º, duração de 6 horas. 5) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: - Sets de Djs: 5 artistas/sets por edição. Sets de mais ou menos 1 hora e 30 minutos cada. - Pockets Shows: 2 artistas por edição. Shows de 30 minutos cada. 6) Produto CONCURSO / PREMIAÇÃO: - Competição Slam Poesia: Competição de poesias com 3 fases. Com duração de 1 hora e 30 minutos, sendo mais ou menos 30 minutos cada fase. Serão 10 poetas competidores e a competição seguirá as regras padrão do formato, são elas: Podem ser recitadas poesias autorais (decoradas ou lidas na hora) de até três minutos; É proibida a utilização de figurino, cenário ou instrumento musical; São escolhidos, aleatoriamente, cinco jurados na plateia que serão os responsáveis por dar notas de zero a dez. Leva a competição aquele que tiver a maior nota. Serão premiados os 3 primeiros lugares, com valores de R$500,00, R$300,00 e R$150,00, respectivamente. 7) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Cypher de Dança: Com expectativa de 10 dançarinos de Street Dance, a duração é proporcional a realização do 2º dia de evento: 6 horas. - Social Dance: 30 minutos de atividade em cada edição.
ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As oficinas de desenvolvimento artístico contarão com intérprete de libras.
Os eventos serão realizados com acesso gratuito e livre para o público. De acordo com o Art. 30. o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso:III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos,tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
RODRIGO DE ALMEIDA (PROPONENTE)FUNÇÃO/ITEM DE CUSTO: Coordenação Geral e Oficineiro. ATIVIDADES: Presente em todas as etapas de Produção (Pré, Execução e Pós), está envolvido nas atividades de Plano das edições do projeto; Solicitações e Autorizações Municipais; Programação: definição de datas, agenda e cronograma; Curadorias e contratações artísticas e de equipe; Orçamentos: Locações, Serviços, e Materiais Gerais do Projeto; Compras Gerais do Projeto; Plano de Aula para Oficinas; Visitas Técnicas; Pagamentos, relatórios e prestação de Contas junto à Produção Executiva. RESUMO: Rodrigo de Almeida, conhecido como Digo Almeida, é um artista visual, produtor cultural e arte-educador com mais de duas décadas de experiência na cena cultural de Santa Cruz do Sul, RS. Sua trajetória é marcada pelo protagonismo no Hip Hop e pela luta por representatividade negra, utilizando a arte como ferramenta de empoderamento e transformação social. Digo iniciou sua conexão com o Hip Hop nos anos 2000, primeiramente pelo breaking, e posteriormente encontrou no graffiti sua principal forma de expressão artística. Seu estilo é inspirado na estética africana e nas raízes afro-brasileiras, com destaque para o manifesto "Tibano", que simboliza coletividade e igualdade. Como fundador do Ateliê Vivências Urbanas (A.V.U.), criado em 2014, Digo consolidou um espaço de resistência cultural, promovendo os cinco elementos do Hip Hop: dança, graffiti, rap, DJ e conhecimento. Sob sua liderança, o A.V.U. organizou eventos como a Santa Jam, com mais de 20 edições, e desenvolveu oficinas e exposições que conectam comunidades locais à cultura urbana, fomentando a profissionalização de manifestações artísticas. Digo também atua como arte-educador, conduzindo oficinas que vão além da técnica, promovendo debates sobre identidade racial e valorização da cultura negra. Suas iniciativas ampliam oportunidades no setor cultural, formando novas gerações de artistas e fortalecendo redes de economia criativa. Reconhecido como um dos principais representantes do Hip Hop na região dos Vales, Digo Almeida contribui significativamente para a cultura local, inspirando jovens e criando narrativas que promovem inclusão e pertencimento. RAFAELA VIEIRAFUNÇÃO/ITEM DE CUSTO: Produção Executiva e Coordenação de Comunicação ATIVIDADES: Presente em todas as etapas de Produção (Pré, Execução e Pós), está envolvida nas atividades de Plano das edições do projeto; Solicitações e Autorizações Municipais; Curadorias e contratações artísticas e de equipe; Orçamentos: Locações, Serviços, e Materiais Gerais do Projeto; Compras Gerais do Projeto; Planejamento estratégico de comunicação; Aprovação da aplicação de marca pela plataforma Salic; Produção de conteúdo; Coordenação de todas as atividades de Comunicação; Pagamentos, relatórios e prestação de Contas junto à Coordenação Geral. RESUMO: Rafaela Vieira, de 26 anos, é uma produtora cultural e executiva natural de Rio Pardo, RS. Profissional de Comunicação e cursando Relações Públicas na UNISINOS, sua trajetória está profundamente conectada ao Movimento Negro e à Cultura Hip Hop, com atuação no fortalecimento de expressões culturais marginalizadas no Rio Grande do Sul. Com experiência em comunicação, planejamento e produção cultural, Rafaela desempenhou papeis-chave em projetos como a 19ª Santa Jam (Edital FAC Expressões Culturais), onde foi Produtora Executiva e Diretora de Produção, e no Complexo Negre, que promove debates e eventos para valorizar a comunidade negra. Além disso, ela integrou produções audiovisuais como "Nós a Sós" e "Guardiões do Fogo", atuando em demandas de organização e necessidades de equipe. Para aprimorar suas competências, Rafaela realizou cursos específicos, incluindo "Planejamento e Gestão de Eventos Culturais" (MINC e IFRS, 2024), "Elaboração de Propostas Simplificadas" (ESCULT - MINC e IFG, 2024) e "Submissão de Propostas Simplificadas" (ESCULT - MINC e IFG, 2024). Sua formação acadêmica e técnica se alinha com sua prática profissional, cobrindo desde a elaboração de projetos para editais até a execução e avaliação pós-projeto. Além disso, Rafaela atua como escritora de graffiti sob o nome “ELA”, conectando sua prática artística à sua visão de valorização da cultura de rua. JOÃO MATHEUS KROTHFUNÇÃO/ITEM DE CUSTO: Produtor, Mestre de Cerimônia e Oficineiro. ATIVIDADES: Presente na Etapa de Produção/Execução, é responsável pela Equipe Artística; pela Oficina de Poesia, é MC e está envolvido nas atividades de Acompanhamento/alinhamento semanal; Planejamento de Alimentação; Planejamento de Logística; Plano de Aula para Oficinas; Visitas Técnicas; Realização das atividades previstas para o evento. RESUMO: João Matheus Xavier Kroth, conhecido como Berma Mc, nasceu em maio de 1999 em Santa Cruz do Sul, RS. Ele é MC, poeta, músico, escritor de graffiti, produtor cultural e arte educador, além de ser integrante do coletivo Ateliê Vivências Urbanas (AVU). A trajetória de Berma na cultura urbana começou em 2012, quando ele se envolveu com o skate. Em 2014, participou do evento "Santa Jam", onde despertou sua paixão pela cultura Hip Hop e começou a se apresentar como MC em 2015. Um ano depois, em 2016, tornou-se produtor cultural, organizando diversos eventos, incluindo batalhas de rima e campeonatos de skate. Berma é um dos fundadores do evento União de Rua, criado em 2016 por um grupo de amigos ligados à arte. O evento celebra a cultura Hip Hop e de rua, reunindo DJs, rimas, skate, graffiti, dança e outras manifestações artísticas em um ambiente acessível à comunidade. O União de Rua visa proporcionar um espaço aberto para a expressão artística, oferecendo batalhas de rima e dança, jams de graffiti, campeonatos de skate e discotecagem de DJs, respondendo à necessidade de eventos culturais na cidade. Na virada de 2018 para 2019, Berma mudou-se para Florianópolis, onde desenvolveu sua paixão pela poesia e gravou seu primeiro rap. Desde então, tem participado de batalhas de rima em várias cidades do Brasil e atuado como mestre de cerimônia em diferentes eventos culturais. Em setembro de 2019, Berma idealizou a Batalha do Centro (BDC), um projeto que surgiu da sua experiência em batalhas em Florianópolis. A BDC busca revitalizar as batalhas de rima em Santa Cruz do Sul, promovendo encontros semanais na Praça da Pista de Skate Siegfried Heuser. O projeto se destaca por sua estrutura única, combinando a Batalha de Conhecimento, declamação de poesias e a Batalha de Sangue, priorizando o conhecimento e incentivando MCs a desenvolver rimas mais profundas. Atualmente, Berma também desenvolve oficinas de rap, poesia e graffiti em escolas da região. Seu trabalho é voltado para promover a cultura Hip Hop em Santa Cruz do Sul, uma cidade historicamente conservadora, através de eventos gratuitos que buscam conscientização e inclusão cultural. Seu objetivo é promover uma cultura de qualidade e acessível para toda a comunidade dos Vales do Rio Pardo e Taquari.
PROJETO ARQUIVADO.