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O projeto Ouvi dizer histórias pelo mundo pretende executar a reforma cenográfica, de figurinos e das figuras de 2 espetáculos teatrais do gênero de lambe lambe que foram destruídos durante a catástrofe causada pela crise climática no Rio Grande do Sul. Após a reforma das duas caixas que foram danificadas, feita pela Casa Volante, considerado um dos maiores construtores do gênero de teatro de bonecos nacional, será realizada uma circulação teatral das mesmas e de mais uma caixa de lambe lambe. Os 3 espetáculos juntos, serão apresentados em comunidades escolares da rede pública nas cidades de Porto Alegre e Novo Hamburgo. Ao todo, serão realizadas 18 sessões, para contemplar cerca de 720 alunos. Pensando em agregar e acolher públicos diversos, as apresentações serão realizadas no âmbito de translinguagem Português/Libras. O projeto prevê ainda um ciclo formativo composto pela realização de 3 oficinas voltadas para a formação de artistas e profissionais do setor artístico e cultural
O projeto Ouvi Dizer histórias pelo Mundo prevê a execução de 03 espetáculos e de 03 oficinas SINOPSE DO ESPETÁCULO OUVI DIZER É um espetáculo de Caixa de Teatro Lambe-Lambe que, através do seu enredo, nos faz refletir sobre o espaço que ocupamos na terra. Aborda a força dos sentimentos, as diferenças, as semelhanças, a importância do respeito, da paz e do amor. Este espetáculo não possui texto, utiliza a manipulação de figuras para contar um enredo que pode ser compreendido por qualquer idade. SINOPSE DO ESPETÁCULO CLAIRE DE LUNE Ao cair da noite, as janelas do Edifício Clair de Lune revela pequenos detalhes da vida íntima dos seus moradores. O cotidianos dos moradores, com diferentes contextos de vida, é mostrado através do teatro de sombras. Um espetáculo sem texto e com trilha sonora de Claude Debussy, com a música Clair de Lune. SINOPSE DO ESPETÁCULO NO FUNDO DO MAR No fundo do mar é um espetáculo de criação e manipulação de Alice Ribeiro. De forma lúdica, aborda a inclusão, o respeito e a confiança. Através de um olho mágico, o espectador olha para dentro da caixa acompanhando todo enredo que acontece com um grupo de peixes no fundo do mar. SINOPSE DA OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL Ao longo da oficina, os interessados entenderão os conceitos mais importantes necessários para a formulação de um projeto artístico-cultural, tais como objetivo, justificativa, orçamento, cronograma, plano de trabalho e contrapartidas. SINOPSE DA OFICINA DESCOBRINDO SEU PALHAÇO A vivência propõe aos participantes, a descoberta do seu próprio ridículo, através de brincadeiras com o corpo, com a música e com a relação com o outro, permeados pelo jogo cênico. A proposta inclui exercícios de interação com o grupo e exercícios que revelem facetas individuais, resultando numa livre descoberta de situações cômicas que poderão desencadear risos e o aumento da autoestima. SINOPSE DA OFICINA TEATRO DE FORMAS ANIMADAS A oficina tem como objetivos desenvolver habilidades de manipulação de formas animadas na cena e pretende fomentar relação entre artista e objeto / artista e espaço. Pretende potencializar coordenação motora e a presença cênica dos artistas.
OBJETIVO GERAL O projeto Ouvi dizer histórias pelo mundo pretende democratizar as artes da cena para público escolar Pretende-se que os espetáculos apresentados estimulem alunos em idade de formação de conhecimentos e desenvolvimento de novos repertórios e visões de mundo. É almejado que o público se aproxime das artes e que o direito do acesso às artes e a cultura sejam acessíveis para todas/es/os que nelas tenham interesse, considerado aqui pessoas com necessidades especiais, sejam elas surdas, cegas, deficientes físicas ou intelectuais. É pretendido que as formações estimulem profissionais gaúchos do setor artístico e cultural a fomentarem seus próprios projetos no momento de reconstrução do Rio Grande do Sul. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Restaurar e reconstruir 02 espetáculos que foram danificados pelas enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul. O restauro engloba a reconstrução cenográfica, de figurinos e de formas de 02 caixas de lambe lambe. Realizar 06 apresentações de 03 espetáculos de lambe lambe, sendo eles "Ouvir Dizer", de Lua Pasquimell, "Clair de Lune", de Jéssica Ullman e "No fundo do Mar", de Alice Ribeiro. Ao todo, serão realizadas 18 apresentações em escolas públicas, que atenderão cerca de 720 alunos. Os 03 espetáculos terão medidas de acessibilidade, sendo um deles criado no âmbito de translinguagem Português/Libras Compartilhar o conhecimento técnico com profissionais gaúchos através da realização de 03 oficinas. São elas, "Descobrindo seu Palhaço", de Alice Ribeiro; "Teatro de Formas Animadas", com Carolina Garcia Marques" e "Elaboração de Projetos Culturais" ministrada por Lydia Arruda. As oficinas terão tradução simultânea de Libras. Como forma de democratizar o acesso da população aos bens culturais, todas as ações do projeto Ouvi dizer histórias pelo mundo serão gratuitas e acessíveis.
A arte e a cultura são capazes de estimular o desenvolvimento de novas perspectivas e visões de mundo. Fomentar ações artísticas e culturais junto ao público escolar em idade de formação, além de democratizar o acesso das artes junto ao público/alunos, também permite que os mesmos tenham um maior repertório de escolha pessoal em suas dimensões políticas, cidadãs e comunitárias. No momento em que todo o Estado do Rio Grande do Sul se encontra diante do grande desafio de se reconstruir, ações e políticas que fomentem o desenvolvimento se mostram primordiais e relevantes. Neste sentido, a execução do projeto Ouvi dizer histórias pelo mundo se insere em um contexto de recuperação e fortalecimento das redes produtivas de arte e cultura no Rio Grande do Sul, especialmente após as enchentes devastadoras de maio de 2024. O projeto fomenta todo o setor englobado dentro do campo da Economia Criativa, desde os técnicos que trabalharão na reconstrução dos espetáculos, passando pelas artistas que farão as apresentações nas escolas, incluindo aqui também toda a equipe de produção, foto, vídeo, comunicação que será agregada ao projeto, até os setores secundários de transporte, hospedagem, alimentação, que de forma indireta serão impactados e estimulados positivamente pelo projeto. O projeto "Ouvi Dizer historias pelo Mundo" visa não apenas restaurar um espetáculo que promove reflexões profundas sobre a humanidade e nosso papel na Terra, mas também revitalizar a infraestrutura cultural da região, fortemente abalada pelas catástrofes naturais recentes. Este projeto vai além da simples restauração de um espetáculo. Ele simboliza a resiliência e a capacidade de recuperação da comunidade artística do Rio Grande do Sul, oferecendo um retorno para a sociedade que ultrapassa os investimentos solicitados. A escolha visual e conceitual dos espetáculos refletem a importância de cuidar e preservar o nosso ambiente, incentivando uma maior conscientização ecológica e social. A execução do projeto "Ouvi Dizer Histórias pelo Mundo" não só assegura a continuidade e evolução de espetáculos culturalmente significativos, mas também reforça o compromisso com a acessibilidade, a inclusão e a disseminação da cultura produzida por artistas gaúchas. Esta iniciativa é uma resposta robusta às adversidades recentes, demonstrando como a arte e a cultura podem ser um agente de reconstrução e transformação social. O gênero de lambe lambe, tradicionalmente brasileiro, é composto por uma caixa cênica, onde a obra teatral é encenada geralmente para um único espectador, e em alguns casos para 2, no máximo 3 pessoas. As peças são curtas e repetidas sequencialmente. Por conta disso, as obras possibilitam que o público se aproxime e se familiarize com as artes de um modo lúdico, divertido e realmente próximo, demonstrando que as artes podem e devem estar perto das pessoas. Como dito por Gilberto Gil, quando Ministro da Cultura "Cultura é ordinária, é igual a feijão com arroz. É necessidade básica, tem que estar na mesa, tem que estar na cesta básica de todo mundo" Os espetáculos que serão apresentados ao público são "Ouvir Dizer", de Pasquimell, proponente do projeto "Clair de Lune", de Jéssica Ullman e "No fundo do Mar," de Alice Ribeiro. As três artistas gaúchas já possuem histórico de trabalho em conjunto, tendo inclusive apresentado os referidos espetáculos simultaneamente em feiras, eventos e festivais nacionais e internacionais, incluindo a participação na mostra off do FMTM, Festival Mondial des Théâtres de Marionnettes, em Charleville-Mezières, França. Tendo em consideração o artigo 215 da Constituição Federal Brasileira, que assegura aos cidadãos que "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais", o projeto Ouvi dizer histórias pelo mundo se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto justifica sua aptidão para para captar e canalizar recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, por alcançar os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: alínea "c" e "e" do inciso II, ao fomentar a produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
ESPECIFICAÇÃO DOS ESPETÁCULOS TEATRAIS Os espetáculos “Ouvir Dizer”, de Lua Pasquimell, “Clair de Lune”, de Jéssica Ullman e “No fundo do Mar” são do gênero de teatro lambe lambe e tem duração de até 4 minutos cada um. Todas as obras possuem classificação indicativa livre e duração aproximada de 1h40 e atenderá 20 alunos. Os espetáculos serão montados dentro das escolas públicas e apresentados em horário adequado, proposto pela coordenação pedagógica de cada escola. OFICINAS As oficinas serão realizadas em modo presencial e terão duração mínima de 2 horas. Serão disponibilizadas 15 vagas gratuitas para cada oficina Os interessados poderão fazer a inscrição através de formulário online, disponibilizado nas redes sociais da proponente . Os critérios para seleção são familiaridade com o assunto e interesse de desenvolvimento artístico e profissional
O projeto Ouvi Dizer histórias pelo Mundo garante desde o momento de sua idealização que a Lei 13.146/2015 seja cumprida em consonância com os artigos descritos abaixo: Artigo 42: garantir o acesso do público ao “assegurar que qualquer pessoa deficiente tenha acesso garantido aos bens culturais em formatos acessíveis”; Artigo 43: promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, esportivas e recreativas, com vistas ao seu protagonismo, ao “incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas”; “assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo” e, “assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas”. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS As apresentações do espetáculo contemplam os aspectos de acessibilidade físicos e de conteúdo Todas as apresentações do espetáculo contarão com audiodescrição e quando cabível, tradução simultânea de Libras. A obra “Ouvi Dizer”, da proponente do projeto será feita no âmbito da translinguagem português/Libras, sendo encenada em Libras pela própria artista. As apresentações serão realizadas em espaço acessível para pessoas deficientes e/ou com dificuldade de locomoção. OFICINAS As oficinas do projeto contemplam os aspectos de acessibilidade físicos e de conteúdo Todas as oficinas contarão com tradução simultânea de Libras. As apresentações serão realizadas em espaço acessível para pessoas deficientes e/ou com dificuldade de locomoção.
Como forma de garantir a democratização do acesso da população aos bens culturais, todas as ações do projeto serão ofertadas de forma gratuita para a população. Os patrocinadores do projeto, juntos, terão uma cota máxima de até 10% do plano de distribuição dos bens, serviços e ações culturais promovidos pelo projeto. Para fins de divulgação, será disponibilizado no máximo, 10% do plano de distribuição dos bens, serviços e ações culturais promovidos pelo projeto. Em consonância com os artigos 30 e 31 da IN 11/2024, é garantida a captação e veiculação de imagens das atividades e espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Também são previstas atividades paralelas ao produto principal, caracterizadas no formato de 03 oficinas, para profissionais e interessados nas artes e na cultura, realizadas de modo totalmente gratuito para os participantes.
Concepção e Atuação : Lua Pasquimell (proponente do projeto) Orientação cênica : Carolina Garcia e Alice Ribeiro Espetáculos: Lua Pasquimell, Jessica Ullmann e Alice Ribeiro Restauro de figurinos, bonecos e formas: Casa Volante | Jeanne Kieffer e Guilheme Pam Produção: Líria Cultural * as demais funções do projeto serão definidas após a aprovação do projeto LUA PASQUIMELL (proponente do projeto): Concepção e Atuação Iluminadora, assistente de produção , operadora de som , bailarina de dança do ventre . É da equipe artística e receptivo no Espaço de Residência Artistica desde 2011 .Trabalha com a cia Caixa do Elefante em seus espetáculos desde 2006 e com a Cia Entrelinhas/NH, desde 2007. Participa dos encontros do Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre. Faz aulas de Proxilaxia do Movimento na dança com Marcia Pinheiro. Trabalhou na Cia de Arte como recepcionista e técnica do teatro prestando serviço de criação, montagem e operação de luz e som aos grupos de teatro e dança que ocupavam a sala de espetáculos de 2007 a 2016. ALICE RIBEIRO Artista visual, atriz, palhaça, oficineira, performer e diretora, além de gestora cultural. Fundadora da Cia de Teatro Entre Linhas. Graduada em Artes Visuais com Especialização em Poéticas Visuais. Pesquisa as formas animadas, desde 2003, com ênfase no teatro miniatura, em especial as Caixas de Teatro e o Teatro de Sombras. Realiza trabalhos de produção para vários tipos de eventos e, entre eles a produção de lançamento do filme Scholles – Sementes da cor, com direção de Rejane Zilles, (média metragem que trata da vida e obra do artista Flávio Scholles) que estreou em 23/09/2016. Para o Filme Walachai (2013), com direção de Rejane Zilles, realizou a Coordenação de Produção. CAROLINA GARCIA Produtora gaúcha, desde 2003 promove a montagem de espetáculos teatrais, intercâmbios, mostras, seminários e cursos, participando de eventos de cunho artístico, realizando apresentações em artes cênicas e oficinas de arte. Suas produções receberam Prêmio Açorianos 2004 para melhor espetáculo, direção e cenografia e em 2011 para trilha sonora e dramaturgia; Premio IEACEN Teatro de Arena em 2006; Tibicuera em 2008 para melhor produção, atriz, figurino e iluminação; Brasken/ POA em Cena 2011 para melhor atriz; Premio Myriam Muniz 2009 e 2010; Premio FUMPROARTE 2009; Prêmio Fundação Piratini TVE e FM Cultura – Teatro 2011. Em 2003 seu trabalho foi selecionado para representar o Brasil nos Festivais de Edimburgo (Escócia) e Avignon (França). Artista multidisciplinar e educadora somática Feldenkrais. Fundadora e gestora do Vale do Arvoredo – Espaço e Residência Artística, localizado em Morro Reuter, RS. Coordena um núcleo de pesquisa em formas animadas/EAB e atividades de intercâmbio e formação Festival Cena Brasil Internacional. Professora de Feldenkrains na Faculdade Angel Viana. Pós-Graduada em Economia da Cultura UFRGS/RS. Graduada em Licenciatura em Artes Cênicas DAD/UFRGS. CASA VOLANTE A Casa Volante é formada por Jeanne Kieffer e Guilherme Pam. Jeanne será responsável pela produção dos figurinos e Guilherme Pam será responsável pela produção dos cenários e formas/bonecos utilizados nos espetáculos. Jeanne é formada em imagem e narração na École de l'Image, Epinal 2005 e na École de la Marionnette, Charleville 2008, ela se estabelece no Brasil onde ela constrói junto a Guilherme PAM um espaço de criação, construção e apresentação (com o festival ARTE NO MATO) no meio a natureza. Artista pluridisciplinar e mãe de família, Jeanne desenvolve entre outros um trabalho de construção de bonecos, máscaras e figurinos com um gosto cada vez mais pronunciado para materiais reutilizados ou naturais. Guilherme é marionetista desde 2003. Tendo como escola inicial o Grupo Giramundo, Guilherme se desenvolveu bastante nas disciplinas de criação e construção de bonecos, cenários e estruturas cenotécnicas. Artista multidisciplinar Guilherme mescla seus conhecimentos nas áreas de desenho, fotografia, escultura, animação, iluminação, criação e construção de estruturas. Em seu trabalho com cenografia sempre busca trabalhar a linha que une a representação cênica/visual, com a técnica construtiva, considerando a narrativa dos materiais. Uma pesquisa sobre forma, informação e praticidade técnica. JÉSSICA ULLMANN Jéssica Ullmann é formada em Bacharelado em Interpretação Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria (RS) e pós-graduada em Ensino de Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (RS). Na mesma instituição, cursa Especialização em Artes. A artista iniciou sua carreira em Santa Maria, onde atuou em diversos espetáculos e performances como atriz, produtora audiovisual, assistente de produção e técnica em som e luz. Desde 2017 é integrante da Companhia de Teatro Entre Linhas, de Novo Hamburgo (RS), onde atua como assistente de produção e atriz. Além disso, já realizou oficinas de teatro em escolas públicas, fez parte da equipe de preparação do musical Staici Lauser a história cantada, e montou contações de histórias contempladas em editais de estímulo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e do Município de Novo Hamburgo. LÍRIA CULTURAL Produtora dedicada exclusivamente à produção e gestão de projetos artísticos e/ou culturais que possuam impacto social. Através do acompanhamento que realiza em todas as fases de execução de um projeto, desde a sua idealização até o momento da prestação de contas, procura fazer com que os mesmos estejam alinhados aos ODS da ONU Atualmente coordena a Tulha Cultural, gestora de um ponto de cultura na cidade de Guaxupé, o Teatro Contadores de Mentira, que possui mais de 25 anos de existência e é reconhecido como um dos principais grupos da América Latina na linguagem teatral a cia Circodança, com 37 anos de existência; o Coletivo Mulheres Visíveis, que visibiliza a arte contemporânea produzida por artistas mulheres brasileiras; o programa de rádio Palavras; o artista circense André Schulle, que em 2022 recebeu indicação de melhor espetáculo circense junto ao trabalho com a Cia solas de Vento; a cantora Marília Calderón, selecionada como uma das 40 cantoras pelo SESC Convida e também os projetos Infundadas Certezas dos artistas Aline Moreno e Marc do Nascimento, com curadoria de Marina Frúgoli
PROJETO ARQUIVADO.