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O projeto irá realizar atividades que visam promover a difusão de diversas expressões artísticas no espaço cultural Vila Flores, atraindo um um público diverso para participar de apresentações de música e artes cênicas, atividades formativas para o público infanto juvenil, visitas mediadas com conteúdo relacionado à economia criativa e a preservação do patrimônio material e imaterial e uma exposição coletiva de artes visuais. O Vila Flores está sediado em um complexo arquietônico de valor histórico para a cidade de Porto Alegre e se configura como um centro cultural e núcleo de práticas colaborativas, composto por artistas e coletivos criativos que realizam projetos socioculturais junto as comunidades de seu entorno, com inuito de valorizar os saberes e fazeres da região de onde está inserido.O projeto Encontro das Artes abrirá espaço para diversas manifestações artísticas produzidas na cidade, democratizando o acesso à cultura através da realização das atividades gratuitas.
Apresentações musicais: Serão selecionadas 3 bandas locais, com produção autoral. Espetáculos de teatro: Serão selecionados 3 grupos de espetáculo de teatro para apresentarem um espetáculo para todos os públicos
Objetivo geral Realizar uma programação cultural com o objetivo de promover a difusão e a valorização de diferentes manifestações artísticas, como teatro, música, artes visuais, capoeira, circo, literatura e outras expressões culturais, por meio de oficinas, apresentações e atividades formativas. O projeto visa proporcionar acesso democrático à cultura realizando as atividades com entrada franca. Além disso, fomentar o intercâmbio de saberes entre artistas e participantes, e fortalecer a comunidade local através da arte. Objetivos Específicos Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Promover três apresentações de artes cênicas, descentralizando o acesso à produção cultural da cidade e auxiliando na formação de públicos, contemplando até 300 pessoas por apresentação; Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL: Fomentar a produção artística local através da realização de três edições do evento Pátio Sonoro, com uma apresentação musical gratuita, valorizando os artistas da cidade, fomentando a formação de público, democratizando o acesso à cultura e contemplando até 600 pessoas por edição; Produto: CURSO/OFICINA/ESTAGIO: Criar um programa de formação artística na área das artes, com foco no público infanto juvenil, através da realização de quatro oficinas gratuitas com duração de dois meses cada, relacionadas à produção artística do circo, da cerâmica, da literatura e das artes visuais, estimulando a formação, difusão de saberes e fomentando a expressão criativa de jovens e crianças, contemplando 15 vagas por atividade; Realizar 6 visitas mediadas gratuitas ao espaço cultural Vila Flores, voltadas para escolas e universidades públicas, com conteúdo relacionado à economia criativa e a preservação do patrimônio material e imaterial, contemplando aproximadamente 240 pessoas.
O Vila Flores se configura como um centro cultural e núcleo de práticas colaborativas no bairro Floresta, em Porto Alegre. O projeto trouxe nova vida a um conjunto arquitetônico de valor histórico e cultural, datado de 1928 e que se encontra listado como imóvel de estruturação do patrimônio arquitetônico da cidade. Formado por 3 edificações (2 edificios que abrigam ateliês e estudios de arte e um galpão) e um pátio, o conjunto sofreu um avançado estado de degradação estrutural entre as décadas de 1970 e anos 2000, transformando, atualmente, sua relação com o entorno e servindo como espaço de referência nas áreas de cultura, arquitetura, educação, economia criativa e colaborativa e projetos de impacto socioambiental. A Associação Cultural Vila Flores (ACVF) é uma associação sem fins lucrativos, responsável pela administração e programação cultural do espaço e pela articulação de projetos junto à sociedade civil, universidades, gestão pública e à iniciativa privada, buscando promover a integração entre a comunidade criativa do Vila Flores e a comunidade do entorno. Possui quatro eixos norteadores: Arte e Cultura, Educação, Empreendedorismo Social e Criativo, Arquitetura e Urbanismo. Desde 2012, o espaço vem se consolidando na cidade de Porto Alegre como uma nova possibilidade para produção e realização de atividades e eventos ligados à cultura e à economia criativa, re-significando a relação do espaço com seu entorno e seu público. Até 2023 o Vila Flores recebia cerca de 100 eventos ligados à arte, educação e economia criativa, por onde circulavam cerca de 50 mil pessoas por ano. Em maio de 2024, todos os espaços localizados no térreo do Centro Cultural Vila Flores, como os ateliês de arte, estúdios de empreendedorismo, assim como o galpão cultural e a entrada que abrigava uma cafeteria, foram severamente afetados pela enchente ficando 22 dias submersos em 1,5m de água. O térreo, que ao longo dos 10 anos de existência do Centro Cultural Vila Flores, foi sempre o local de acolhimento das atividades socioculturais e promoção da integração de diversos grupos sociais e comunidades do bairro Floresta e da região do 4° Distrito, é considerado o coração do centro cultural. Recursos provenientes de financiamenro coletivo e financiamento bancario estão sendo empregados para a reconstrução dos espaços, para que as atividades culturais possam voltar a acontecer, a equipe da Associacao Cultural Vila flores possa voltar a produzir e artistas, coletivos e artes educadores voltem a se apresentar e realizar atividades formativas nesse espaço que tem grande relevância histórica e cultural para a região e para a cidade. Atualmente, o espaço sedia mais de 40 iniciativas e projetos ligados à economia criativa, totalizando mais de 120 empreendedores residentes do espaço. Toda a diversidade do fazer criativo do espaço será abordada nas visitas mediadas gratuitas oferecidas como contrapartida social do projeto para escolas e universidades públicas, inspirando jovens a pensarem em novas possibilidades profissionais ligadas à cultura e à economia criativa. Através das visitas mediadas, o público poderá também compreender a importância da preservação e manutenção do patrimônio arquitetônico que guarda a memória cultural e a história das cidades, assim como vislumbrar oportunidade de formação para o mercado de trabalho na área do patrimônio material e imaterial. Além das visitas mediadas o projeto Encontro das Artes pretende oferecer atividades formativas para crianças e jovens da região, como uma proposta de contra turno escolar, uma vez na semana, com tematicas diversas que serão trabalhadas ao longo de dois meses corridos, oportunizando desta maneira a formação artistica para o público infanto juvenil e ampliando o capital cultural das comunidades mais próximas. O projeto busca ainda promover apresentações artísticas gratuitas para a população de Porto Alegre, se fortalecendo enquanto espaço acessível para a fruição e difusão das práticas artísticas em uma região que já sofria com o falta de infra estrutura urbana e portanto sofreu muito com o impacto da enchente, recebendo tradicionalmente muito pouca oferta de atividades culturais para a população local. Para isso, serão realizadas apresentações musicais e teatrais gratuitas nos finais de semana e uma exposição coletiva de artes visuais, criada pelos artistas residentes do Centro Cultural Vila Flores para falar sobre a importância da colaboração dentro do campo das artes e para a vida, formando aasim novos públicos para a arte produzida localmente. Através da realização deste projeto via lei de incentivo, o Vila Flores poderá oferecer uma programação cultural e formativa gratuita para a população de Porto Alegre, além de fortalecer e valorizar sua equipe gestora, de comunicação e administrativa, sem depender exclusivamente da locação privada dos espaços para sua sustentabilidade, potencializando ainda mais o espaço Vila Flores como uma possibilidade para o fazer cultural e democratizando o acesso à cultura e à educação. O projeto Encontro das Artes também é visto como uma oportunidade de fortalecer a auto estima das comunidades afetadas pela enchente, que estão buscando recuperar-se financeira e emocionalmente. Acreditamos que encontros em torno da arte, que valorizam os saberes, os fazeres e união entre as pessoas de um território, contribuem imensamente para a recuperação da saúde mental e emocional de uma população que passou por um trauma tão imenso e tão recente. Também, a crise relacionada as enchentes afetou mais de 90% da rentabilidade da associação, tornando-se necessário criar novas frentes que sustentem as iniciativas culturais gratuitas promovidas pela instituição. Por acreditar em nosso papel enquanto espaço cultural democrático e diverso, buscando ampliar diálogos com a comunidade artística e o público em geral e fomentar o acesso à cultura e à educação, compreendemos o projeto Encontro das Artes como uma oportunidade de ampliar a promoção de atividades culturais gratuitas, valorizando as artes visuais, as artes cênicas e a música autoral da cidade, ao mesmo tempo em que o projeto contribui para manter em parte a sustentabilidade financeira da Instituição. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como está de acordo com os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
OFICINA DE CERÂMICA Número de vagas: 15 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 16h A oficina de cerâmica propõe uma imersão no universo do barro e suas múltiplas possibilidades de moldagem, incluindo técnicas de impressão de gravuras, desenhos, e recortes. As aulas abordarão todas as etapas do processo de cerâmica, incluindo a moldagem, intervenções no barro, secagem, queima, e esmaltação, focas na produção de obras de arte, esculturas e utensílios. OFICINA DE ARTE E CRIATIVIDADE Número de vagas: 15 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para estudantes de escolas públicas e para a população em situação de vulnerabilidade social. Duração: 16hA oficina tem como objetivo estimular a criatividade das crianças utilizando técnicas manuais de artesanato com materiais diversificados e se utilizando da linguagem das artes visuais. Buscamos trabalhar com elementos recicláveis para despertar a consciência do reaproveitamento e resignificado de produtos. OFICINA DE ESCRITA E LITERATURA Número de vagas: 15 Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para estudantes de escolas públicas e para a população em situação de vulnerabilidade social. Duração: 16h Ementa (resumo do conteúdo da formação / capacitação): Oficina de escrita criativaEsta oficina busca exercitar o nosso escrever – e o nosso pensar – por meio de práticas de escrita que podem ir desde elaborar uma receita de bolo até a produção de um poema de amor. Escritura e reescritura que lembrem a sova de um pão até que chegue ao ponto certo.Essa caminhada se dará também por meio de rodas de conversa, de contação de histórias, da leitura de textos de toda ordem: notícias de jornal, receitas, poemas, cartas, textos literários e dramáticos, de autora(e)s de língua portuguesa – brasileir(a)os, africana(o)s, portugueses – dos mais variados gêneros. Na oficina trabalharemos os itens: Escrita narrativa I (a crônica); Escrita de si (diários, cartas) OFICINA DE CIRCO E PALHAÇARIA Introdução teórica e prática à linguagem da palhaçaria, por meio de um trabalho de estímulo criativo que compreende dinâmicas, jogos, improvisaçáo e montagem de cenas cômicas. Através deles o participante é conduzido para si e para o outro, para a cena e para seu lugar na sociedade, para o espaço real e imaginário, para a criatividade, a ação e a experiência mágica do Contato com o universo da palhaçaria.Introdução às técnicas básicas de malabarismo, Exercícios de coordenação e concentraçãoDesafios progressivos de malabarismo, Atividades em grupo para promover interação VISITAS MEDIADAS COM PALESTRA Número de vagas: até 40 pessoas por visita Público alvo: crianças e adolescentes de escolas públicas do entorno e instituições sociais (10 a 18 anos) Duração: 2h A visita mediada percorre todos os espaços do Condomínio Cultural Vila Flores, ressaltando suas características arquitetônicas e contextualizando o histórico do prédio. Datado de 1928, localizado na antiga região industrial na várzea do Rio Guaíba, o conjunto de edificações, projetado originalmente para servir como casas de aluguel para os trabalhadores da indústria, não apenas permitiu como inspirou o projeto Vila Flores. A semente de um espaço compartilhado, adequado ao desenvolvimento de atividades colaborativas, já estava no projeto original de Joseph Lutzenberger, artista e arquiteto que assinou sua construção, pela diversificação dos tamanhos das unidades e pela concepção dos espaços de uso comum. Ocupar, trabalhar, viver e conviver são as bases para o processo de readequação do conjunto arquitetônico, que está listado como interesse cultural para o patrimônio da cidade. O projeto vem sendo desenhado de maneira processual e colaborativa desde 2011 quando o Vila Flores foi aberto para a comunidade com a intenção de tornar-se um Centro de Cultura, Educação e Economia Criativa. A resposta da cidade foi muito positiva e o local hoje abriga atividades culturais abertas ao público e mais de 40 iniciativas residentes nas áreas de artes, educação, gastronomia, cultura digital, design, moda, empreendedorismo social e arquitetura. O Vila Flores serve hoje para a comunidade como um laboratório de experiências culturais, inovação social e participação cidadã. A visita mediada passará pelas salas das iniciativas residentes, para apresentação de novos modelos de trabalho, produção e colaboração em segmentos criativos e contará com uma palestra sobre as atividades desenvolvidas pelo Vila flores e compartilhamento de experiências.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando esse público para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: contratação de audiodescrição. Item 1 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de intérprete de libras para apresentação. Item 3 PRODUTO: CURSO / FORMAÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando acessibilidade para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as oficinas de capoeira, circo, literatura e arte e criatividade para o publico infanto juvenil, que podem atender esse tipo de público, caso haja a demanda, os alunos com deficiência serão acompanhados por um monitor de acessibilidade especializado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: caso haja a demanda, os alunos com deficiência auditiva serão acompanhados por um intérprete de libras. Item 21 PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: o Vila Flores possui acessibilidade em todo seu espaço térreo, contemplando acessibilidade para todas as atividades propostas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: serão contempladas pelos shows, pois poderão ouvir a performance musical. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de intérprete de libras, em caso de shows com uso de voz (exceto se for instrumental). Item 33 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de monitor de acessibilidade especializado. Item 37
Todas as atividades do projeto serão gratuitas, atendendo as seguintes medidas de democratização de acesso às atividades conforme art. 30 da IN nº 11/2024: III - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; As atividades formativas serão divulgadas na escolas públicas da região e terão prioridade de vaga para participantes oriundo de comunidades de baixa renda, as visitas mediadas serão divulgadas na escolas e universidades públicas priorizando grupos de estudantes provenientes de instituições públicas de ensino.
Associação Cultural Vila Flores - proponente e coordenação administrativa e financeira do projeto Organização sem fins lucrativos, fundada em 2014, com o objetivo de fomentar atividades socioculturais, educativas, de inovação socioambiental, de empreendedorismo e de educação patrimonial. Está sediada em Porto Alegre, no bairro Floresta, que faz parte da região denominada 4º Distrito, antigo pólo industrial da cidade localizado na várzea do Rio Guaíba. Nossa sede física, conhecida como Centro Cultural Vila Flores, é um complexo arquitetônico (dois prédios, um galpão e um pátio) de valor histórico e cultural listado no Inventário do Patrimônio Cultural de Bens Imóveis no bairro Floresta. Nos prédios estão ateliês e escritórios de mais de 50 artistas e empreendedores de diversas áreas da Economia Criativa, e no pátio e no galpão são realizadas atividades abertas ao público como seminários, festivais, oficinas, feiras, entre outras. Desde nossa fundação, realizamos projetos voltados ao desenvolvimento social, econômico, cultural e territorial do bairro Floresta, em especial, e da cidade de Porto Alegre. Aline Bueno - Coordenadora Geral Desenvolve projetos criativos, culturais e socioambientais há mais de 20 anos. Começou sua trajetória acadêmica, em 1998, no curso de Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda (PUCRS) complementando sua formação com um MBA em Gestão Empresarial (FGV-RS), uma especialização em Economia da Cultura (UFRGS) e um mestrado em Design Estratégico (UNISINOS). Durante seu percurso profissional, desenvolveu projetos junto a organizações exercendo atividades de criação, articulação, gestão, curadoria, comunicação e pesquisa. Foi uma das fundadoras da Associação Cultural Vila Flores, da Casa da Cultura Digital de Porto Alegre, do projeto de arte participativa Projeto Vizinhança e sócia de empreendimentos nas áreas do design, moda e arte contemporânea. Também foi professora universitária na Unisinos atuando em disciplinas de pensamento projetual e criativo, responsabilidade socioambiental e formação cultural. Antônia Chaves Barcellos Wallig - Coordenação Pedagógica. Pedagoga e Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UDESC. Tem especialização em Terapia Artística Antroposófica pela Associação Sagres- Florianópolis. Atua na gestão de projetos criativos e colaborativos, na mediação de grupos nas áreas de arte-educação e sustentabilidade. Integrante do Coletivo de arte Geodésica Cultural Itinerante e do Projeto Rekombinando, é também uma das fundadoras do Centro Cultural Vila Flores (POA - RS), onde atua desde 2013 como gestora na Associação Cultural Vila Flores, orquestrando e produzindo as atividades culturais e educativas que acontecem neste espaço. É coordenadora do Lab Vila Flores, projeto de contraturno escolar realizado nas escolas municipais em convênio com a Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. Carolina Ribeiro - Produtora Executiva Psicóloga, especialista em Gestão e liderança de Pessoas e negócios pela ESPM, mãe do Francisco, apaixonada pela infância e idealizadora do coletivo parental Aldeinha, uma iniciativa de mães e pais que compartilham os cuidados da primeira infância de seus filhos e filhas. atuou como psicóloga clínica de crianças e adolescentes e profissional de recursos humanos, trabalhando sempre com o foco nas pessoas e nas dinâmicas de relacionamentos justos entre elas. Entusiasta da arte, da cultura e dos processos colaborativos, atualmente trabalha no complexo cultural vila flores, na articulação dos espaços, das pessoas e de projetos. Maiara Dallagnol - Gestora de redes sociais e assessoria de imprensa Jornalista formada pela UFRGS. Interessada pelos desdobramentos da comunicação social e suas diferentes aplicações, é responsável pelo Núcleo de Comunicação da Associação Cultural Vila Flores desde 2018. Márcia Braga - ministrante da oficina de cerâmica Artista visual, arquiteta, professora substituta no Departamento de Artes Visuais/IA/UFRGS. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura Ritter dos Reis (1998) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2014). É pós-graduada em Arquitectura arte y espacio efímero pela Universidade Politécnica da Cataluña (1999), mestre e doutoranda em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participa do Grupo de Pesquisa CNPq “Arte pública participativa: articulação entre poética e cidadania”. Andre Tuiga-ministrante da oficina de circo Multi-instrumentista e palhaço, pesquisa a linguagem do excêntrico musical, com foco especial no clarinete, acordeão de botão de 8 baixos, piano de garrafas, tábua de lavar roupa e serrote musical. Trabalhou como músico, sonoplasta e palhaço nas companhias Cia Um e Meio, Cia Sem Lona e Trupi Di Trapu Teatro de Bonecos. Atualmente, circula com o espetáculo solo de palhaço intitulado “Tuiga Sólito - Um solo de um palhaço só".Como fundador da Coop Circo - Cooperatíva de Trabalho de Circo, dírecíona esforços para a produção e pesquisa contínua em palhaço excêntrico musical, circo, música e contaçao de histórias.Tem formação na ESLIPA, Escola Livre de Palhaços do Rio de Janeiro. Sua contribuição em ações de circo social incluiu colaborações com o grupo Palasos en Rebeldía, organizaçao internacional dedicada a apoiar movimentos de resistência em áreas de conflito social global. Foi voluntário ativo durante dois anos na Clownperativa de Palhaces, participando de visitas regulares à Oncologia do Hospital Conceiçao, em Porto Alegre. Adriana dos Santos - ministrante da oficina de arte criatividade para crianças. Criadora do Clube Invencionices, espaço para estimular a criatividade e desenvolver habilidades manuais de crianças, trabalha com oficinas e aulas de costura e manualidades com diversos materiais.Senac Canoas nos Cursos de Mercado Modelista e Costureiro, Cursos Técnicos de Criação e Coordenação de Moda, Modelagem do Vestuário e Produção de Moda, Orientação de alunos no trabalho final dos cursos técnicos. Curso Técnico em Administração, componentes: Teorias e Fundamentos da Administração, Marketing e Empreendedorismo e Gestão de Carreira. Mara Lucia Barbosa da Silva - ministrante da oficina de literatura para crianças. É professora, mestre em Teoria da Literatura (PUCRS), Doutora em Letras (UFRGS) e realizou estágio de pós-doutorado na UFSM. Criadora da Ekoar Educação, empresa que realiza formação para educadores e coordena o projeto Pequena Biblioteca de Leituras Pretas. Atuou como educadora na área de comunicação/língua portuguesa do projeto de turno inverso da Escola Convexo e como professora voluntária de Literatura em cursinho pré-vestibular popular. Coordenou a oficina de Escrita Criativa do Projeto 50+ Cultura e orientou a área de Letramento no projeto educacional Lab Vila Flores. Trabalha como professora da rede municipal do município de Alvorada e revisora de língua portuguesa. Tem experiência no ensino básico e superior. Fernanda Soares - curadoria da exposição coletiva de artes visuais Fernanda Soares (São Leopoldo, RS/Brasil - 1966) é Mestre em artes visuais e bacharel em gravura pelo Instituto de Artes da UFRGS (2008 e 2005). Especialista em design gráfico pela Escola de Design da UNISINOS/Politécnico de Milão (2011). Artista visual, professora de gravura, designer e co-fundadora e da Design de Atelier (www.designdeatelier.com.br) Participa de exposições coletivas, nacionais e internacionais, desde 2001. Realizou exposições individuais em 2014, 2013, 2009, 2007, 2005. Reside e trabalha em Porto Alegre, onde mantém ateliê próprio e desenvolve seu trabalho. Em 2019, instalou o atelier de artes gráficas Gravura na Tulipa, no Centro Cultural Vila Flores, onde desenvolve seu trabalho como artista, professora e gestora de projetos gráficos. Luana Barros - coordenação administrativa e financeira Gestora administrativa na associação Vila Flores. Bacharel em administração pela UFRGS, com experiência em RH com foco na área de recrutamento e seleção e também em criação de indicadores administrativos. Experiência também na área financeira como contas a pagar e receber, planejamento de fluxo de caixa e prestação de contas para editais públicos.
PROJETO ARQUIVADO.