Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
URBE - cultura visual urbana e contemporaneidade é uma publicação temática que promove um seminário (com o recurso de libras e legendagem para a transmissão online) e ambos compõe um projeto de cultura extremamente oportuno e aderente ao contexto atual da arte contemporânea e suas relações com as pessoas e o meio urbano, que procura estimular uma percepção mais atenta da cidade e uma maior consciência de possibilidades de ações dos cidadãos para torná-la um lugar criativo, espaço praticado, abordando noções de escuta e pertencimento sobre processos criativos e intervenções transformadoras de espaços urbanos. Com tiragem de 1000 exemplares, distribuídos gratuitamente, a Urbe terá conteúdo de 6 artigos / ensaios e uma entrevista; sobrecapa do artista indígena Xadalu Tupã Jekupé; Versão digital para acesso irrestrito com audiodescrição. Ver projetos: www.pubblicato.com.br/Urbe1 www.pubblicato.com.br/Urbe2 www.pubblicato.com.br/Urbe3 www.pubblicato.com.br/Urbe4 www.pubblicato.com.br/Urbe5
Urbe - vagas urbanas, é um projeto que reúne seminário, debate e publicação para versar sobre cultura visual urbana e contemporaneidade, totalmente independente, sem amarras, que fala de cultura contemporânea, e oferece espaço para que pessoas exponham suas ideias de maneira livre. Como é escrita em linguagem facilitada, pessoas de qualquer idade e nível de conhecimento poderão compreendê-la. A publicação tem a missão editorial de reunir os textos do seminário e inspirar a reflexão sobre cultura e contemporaneidade, relações dos cidadãos com as artes e o meio ambiente urbano para ações formativas e será distribuida gratuitamente, no dia do lançamento, em Ponto de Cultura Vila Flores, local atingido diretamente pela enchente e em diversos pontos culturais da cidade.
Objetivo geral Estimular, por meio de projeto cultural extremamente oportuno e aderente ao contexto atual da arte contemporânea e suas relações com as pessoas e a cidade, uma percepção mais atenta da cidade e uma maior consciência de possibilidades de ações dos cidadãos para torná-la um lugar criativo, espaço praticado, abordando noções de escuta e pertencimento sobre processos criativos e intervenções transformadoras de territórios urbanos. Objetivos específicos Publicar edição temática em versão física. Publicar a edição temática em versão digital com audiodescrição. Imprimir 1000 exemplares. Distribuir a publicação gratuitamente. Realizar seminário temático com transmissão online em Ponto de Cultura impactado pela enchente. Promover a economia da cultura por meio de pagamento para todos os articulistas e debatedores, bem como, para o ponto de cultura onde se realizará o seminário.
O projeto está em conformidade com o art. 3, inciso II, alínea b); Inciso IV, alíneas a) e b). Desde a primeira edição em 2012 até a quinta edição em 2015, a publicação teve reconhecida sua relevância e singularidade. Em 2012, recebeu o Prêmio Abigraf-RS de Excelência Gráfica, e em 2013, Prêmio Especial no VII Açorianos de Artes Plásticas (concedido pela Prefeitura de Porto Alegre), por seu caráter inovador. Em 2015 recebeu o Prêmio Você Contemporâneo MACRS, do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, por colaborar na transformação da arte contemporânea em um bem comum para toda a sociedade. Foram 4 edições temáticas financiadas por edital do Fumproarte, à saber: #1 - cartografias urbanas; #2 - cores urbanas; #3 - fobias urbanas; #4 - efemeridades urbanas; E a #5 - intermitências urbanas, financiada pelo edital do Pró-Cultura do RS. O projeto prescinde de financiamento por editais sem os quais não tem como pagar com valores justos aos que debatem, escrevem, ilustram e editam pelo seu trabalho consistente, que nas edições anteriores foram: Daniel Caminha, Tony de Marco, Eduardo Srur, Janara Lopes, Leo Felipe, André Venzon, Nina Moraes, Matheus Grimm, True, Trampo, Cello Pax, Camila Farina, Tridente, Tiago Lopes, Flávio Wild, Eduardo Hahn, Lucas Pexão, Marina CamargoGabriela Silva, Leandro Valiati, Fabriano Rocha, Luís Rubira, Paula Visoná, Sidnei Schneider, Bernardo José de Souza, Luísa Kiefer, Letícia Lampert, Débora Fantini. A Edição VAGAS URBANAS, objeto deste projeto, terá texto sobre a ocupação indígena em Porto Alegre; entrevista com Xadalu Tupa Jekupe, artista indígena que produz e vive em POA. Também texto do escritor, curador e crítico cultural Leo Felipe sobre A História Universal do After fruto da sua observação e vivência junto ao circuito underground de festas de música eletrônica, mais especificamente, das festas de ocupação do espaço público, sobretudo o coletivo Arruaça de Porto Alegre. Ensaio da Fotógrafa Heloísa Medeiros e seu trabalho de registro do corpo feminino em terrenos baldios; Maria Carmencita Job, tratará de Antropologia visual e arqueologia urbana; Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada do Grupo Poro, discorrerão sobre a realização de intervenções urbanas e ações efêmeras, de ocupação poética dos espaços. O ensaio de Alan Alves Brito, astrofísico, professor da UFRGS destacará a experiência com o projeto Akotirene Kilombo. Texto de André Venzon sobre tapumes e ocupações no quarto ditrito de Porto Alegre. A sobrecapa será obra de Xadalu. Com distribuição gratuita, destaca-se que desde 2015, em POA, nenhuma outra publicação de Arte Visual teve o mesmo êxito e reconhecimento do que a Urbe. Este hiato só reforça a qualidade do produto cultural e sua continuidade como legado de registro e memória de ações transformadoras no meio ambiente urbano e seus desdobramentos formativos. Para além da publicação impressa haverá o lançamento com seminário e debate, a participação dos autores, a versão digital da pubblicação com acesso irrestrito no site e transmissão online pela plataforma do You Tube, com legendagem e libras. Todas as formas de difundir os conteúdos verbais e visuais que a publicação traz são acervo para uma melhor compreensão de nossa contemporaneidade. O projeto ao longo de suas 5 edições virou referência para muitos trabalhos acadêmicos e para todos que se preocupam em discutir a cidade como território praticado. Em especial, esta edição terá sobrecapa colecionável, assinada por artista Indígena Xadalu Tupa Jekupe; texto do professor Alan Alves Brito sobre Akotirene Kilombo, O feminino e a cidade no projeto da fotógrafa Heloisa Medeiros. O projeto será realizado no Vila Flores, que é Ponto de Cultura e foi fortemente impactado pela enchente. E por fim, a impressão da publicação será feita em gráfica credenciada com o selo FSC, com uso de papel de manejo florestal que minimiza o impacto ao ambiente.
Pensar a cidade por meio de sua cultura visual urbana e contemporaneidade também é pensá-la como a possibilidade de encontro, de aproximação, de simultaneidade, de reunião, de intercâmbio e de relações. O resultado é uma surpreendente, densa e expressiva ampliação do debate, através da pluralidade das visões das conexões contemporâneas entre cidade e cultura. Para conhecer as edições do projeto acesse: www.pubblicato.com.br/Urbe1 www.pubblicato.com.br/Urbe2 www.pubblicato.com.br/Urbe3 www.pubblicato.com.br/Urbe4 www.pubblicato.com.br/Urbe5 Registro: www.pubblicato.com.br/UrbeRegistros Para todos os profissionais que atuam na área da cultura, em educação e formação cultural; para professores e estudantes de cursos correlatos (artes, arquitetura, urbanismo, design, publicidade); para todos os interessados em intervenção urbana como redefinição do espaço urbano (artistas, comunicadores e formadores de opinião); para a fruição das pessoas da comunidade; para pesquisadores sociais, antropólogos, sociólogos e todas as pessoas que se interessam por uma cidade mais afetiva.
Produto principal Seminário Temático com a participação dos articulistas, entrada franca e irrestrita. Transmissão online.Debate crítico sobre os textos apresentados no seminário, na publicação e processos criativos.Confraternização e distribuição de exemplares no Ponto de Cultura Vila Flores, local atingido diretamente pela enchente no quarto distrito de Porto Alegre. Produto secundário Pubblicação com as seguintes características. Formato fechado: 30cm x 23cm Capa: supremo 350g, 4x4 cores. Prolan fosco 1x1. Miolo: 52 páginas, off-set 115g, 4x4 cores Sobrecapa colecionável impressa em papel supremo, 350g, 4x1 cores. 67cm x 30cm Acabamento: costura passaporte localizada. Tiragem de 1000 exemplares Impresso em gráfica certificada com selo FSC de manejo florestal.
Acessibilidade Física Local de realização do seminário é plano, com acessos adequados para cadeirantes e pcd’s. Possui também rampas de acesso. Estaciobamento para PCD's. Banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo Uso de audiodescrição por qrcodes na publicação impressa. Uso de audiodescrição por links na publicação digital. Uso de libras no seminário. Além de gravação e registro videográfico para acesso em plataforma YouTube também com legendagem e libras.
Uso de audiodescrição por qrcodes na versão impressa Uso de audiodescrição por links na versão digital Uso de libras no seminário. Seminário com livre participação e distribuição gratuita. Além de gravação e registro videográfico para transmissão pela internet e acesso em plataforma YouTube também com legendagem e libras. Acesso ao conteúdo do seminpario no site do projeto.
Ficha técnica Pubblicato Editora Proponente. Com 25 anos de mercado editorial e de comunicação a Pubblicato chega em 2023 na marca de 100 mil páginas diagramadas. A empresa cria projetos de design gráfico e editorial. Produz conteúdo. Desenha marcas e publicações para empresas privadas e públicas, de vários setores econômicos. Desenvolve e participa de projetos culturais onde reúne todo o seu acervo criativo para estabelecer conexão on-line e off-line entre as pessoas, as empresas e as marcas. Assina o projeto URBE, premiado no açorianos, o projeto Volver e já realizou mais de 300 publicações para editoras como UCS, UFRGS, PUCRS, Unisinos e diversos departamentos acadêmicos. Veja mais em www.pubblicato.com.br/pubbfolio. Andrea Peccine da Costa Produção Executiva. Graduada em Administração e Marketing pela PUCRS, possui formação técnica em Criação e Direção de Arte pela ESPM/RS, Produção Gráfica pelo Senai, Curso de Extensão em Administração Pública da Cultura e Curso de Inovação e Empreendedorismo em Indústrias Criativas pela UFRGS. Há 24 anos, administra, gerencia e executa projetos de comunicação, design gráfico e editorial para empresas públicas e privadas, instituições, fundações e governos. Vitor André Rolim de Mesquita Curadoria Editorial. Formado em Artes Plásticas – História, Teoria e Crítica de Arte pela UFRGS, pós-graduado em Economia da Cultura pela Faculdade de Economia da UFRGS. Designer gráfico. Editor, Produtor cultural e especialista em Economia da Cultura. É parecerista do Ministério da Cultura. Atua no segmento editorial há 25 anos. Membro do Conselho de Cultura do Estado, CECRS, de 2019 a 2023. Consultor e designer para identidade visual do programa Acesse Museus, Ibram/OEI. Principais participantes Luciana Thomé. Jornalista, editora e produtora cultural. Foi curadora da Feira do Livro de Porto Alegre e trabalhou como coordenadora editorial do Fronteiras do Pensamento e do Fronteiras Educação. Editou e coordenou dezenas de projetos editoriais, além de atuar como consultora, leitora crítica e orientadora de produção de escritores. Pós-graduada em Jornalismo Literário, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura em duas edições. Xadalu Tupã Jekupé. Artista visual indígena que usa elementos da serigrafia, pintura, fotografia. Suas contribuições e sua origem estão ligadas ao povo que habitavam as margens do Rio Ibirapuitã. As visões e inquietações das aldeias são levadas para a cidade em forma de arte urbana, mostrando os contrastes sociais entre a cultura indígena e a cultura ocidental. Xadalu, faz parte de uma geração de artistas ativistas voltados para o debate e luta contra o apagamento da cultura indígena no Rio Grande do Sul. Marlei Teixeira. Jornalista formada pela Unisinos (Universidade do Vale dos Sinos). Nasceu em Jaquirana, morou em São Francisco de Paula e Novo Hamburgo e vive em Porto Alegre desde 1971. Trabalhou nos jornais Zero Hora e Correio do Povo, na TV Guaíba, na rádio Pampa e na TVE/RS. Já coordenou várias edições do Festival de Cinema de Gramado e da Feira do Livro de Porto Alegre. Dedica-se à produção e revisão de artigos e livros. Assinou o blog Isso não é comum no portal de notícias Sul21 de abril de 2016 até agosto de 2020, onde compartilhou vivências e reflexões no sentido de pensar coletivamente sobre o cotidiano de pessoas excluídas e estigmatizadas. Leo Felipe. É um escritor, jornalista, músico, DJ e curador de arte brasileiro. Foi um dos fundadores, em 1992, do bar Garagem Hermética, centro de grande atividade musical e o reduto da contracultura porto-alegrense nos anos 1990. Foi diretor e apresentador por muitos anos de um popular programa musical na TV Educativa de Porto Alegre. Lançou um livro sobre a história do Garagem que teve ótima recepção, A Fantástica Fábrica (2014), e desenvolveu intensa atividade cultural como administrador e curador da galeria de arte da Fundação Ecarta, entre vários outros projetos. Heloísa Medeiros. Artista visual, formada em fotografia artística e Fine Art pela Escola de Fotografia Artística EFA. Há dez anos se dedica ao registro de ensaios sobre o feminino. É professora de fotografia artística e fotografia de moda na escola de câmera viajante em Porto Alegre e na escola Portifólio em Curitiba. Participou de diversas ações coletivas como mostras e festivais nacionais e internacionais de fotografia. Em 2016 fui a única brasileira selecionada para expôr no Arsenale di Venezia, durante o Laguna Art Prize e em 2017 participou da Biennale di venezia com a obra "diálogo" exposta no Palazzio ca Zanardi. Em 2019, expôs em uma coletiva no claustro em le Marais, Paris. Com imagens que já foram capa de revistas como Worbz e Orchidmag. Possui obras na Galeria Airez em Curitiba e acervo permanente na Centro Cultural Ordovás em Caxias do Sul e Calafia e Moodo em Porto Alegre. Atua na área de moda com editoriais e revistas, como a revista Vogue, onde mantém um portfólio com mais de 80 imagens. Brígida Campbell. É transdisciplinar artista plástica e professora do curso de Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Há mais de dez anos pesquisa as conexões entre arte e ambiente urbano, trabalho coletivo e arte socialmente engajada. É colaboradora do Espaço Experimental de Arte (EXA), em Belo Horizonte. Possui doutorado em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes - Universidade de São Paulo (2018) e mestrado pela Escola de Belas Artes - Universidade Federal de Minas Gerais (2007). Sua tese de doutorado recebeu Menção Honrosa no Prêmio Tese Destaque da Universidade de São Paulo em 2020, na área de Linguística, Literatura e Artes. Como artista, participou de diversas exposições e residências artísticas no Brasil e no exterior, incluindo: Brazil Soft Power, Kunsthal KAdE, Amersfoort (Holanda); Ein Tag Danach, Bunker 101, Colônia; Festival Eletrônica, Belo Horizonte; Cidade Gráfica, Itaú Cultural, São Paulo; 3ª Bienal da Bahia, Salvador; Arte: Diálogo, CCBB Belo Horizonte; Brasília: (Cidade) [Estacionamento] (Parque) [Condomínio] - Funarte, Brasília; Festival CRio 2012, 2º Fórum Mundial de Criatividade, Píer Mauá, Rio de Janeiro; Vizinhos, Vernetzte Kunst in Brasilien, MuseumsQuartier, Viena (Áustria); e o Festival de San Martin de Los Andes (Argentina), entre outros. Foi uma das coordenadoras do projeto Arte e Política na América Latina (2021), curadora do projeto “Muros - Territórios Compartilhados” e uma das organizadoras da SEMANÁRIA – Semana de Artes Gráficas da EBA- UFMG. É autora de “Arte para uma cidade sensível” (2015), “Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador” (2014), “Exercício para a Liberdade” (2016) e “Intervalo , Respiro, Pequenos Deslocamentos - ações poéticas do Poro” (2009). É também editora das revistas “NUVEM” e “Refil”. André Venzon. É artista visual, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais pelo IA-UFRGS e especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona. Dedica-se à pesquisa dos tapumes na paisagem urbana, de elemento arquitetônico a significante de operações poéticas. Diante de sua forma de perceber a arte como atributo social foi ainda presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (2006-2010), conselheiro Estadual de Cultura (2008-2010/2016-2018), membro do Colegiado Nacional de Artes Visuais (2010-2012), diretor do Museu de Arte Contemporânea do RS (2011-2014/2019-2021), coordenador da galeria da Fundação ECARTA (2018-) e diretor artístico do Instituto Cultural Laje de Pedra. Atualmente integra o conselho curador do evento "Noite dos Museus". É membro da Comissão Técnica permanente de avaliação de projetos de obras de arte, monumentos e marcos comemorativos (COMARP), da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, além de integrar o Núcleo de Programação e Curadoria do Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo - MALG/UFPel (Pelotas/RS). Alan Alves Britto. Astrofísico, professor de Física da UFRGS. Ativista e pesquisador quilombola.
PROJETO ARQUIVADO.