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Capacitar 500 crianças e jovens na comunidade do Chapéu Mangueira e Babilônia através de oficinas de arte sustentável, criar um espaço de arte e sustentabilidade de 100 metros quadrados, e montar uma exposição itinerante para divulgar e comercializar as obras produzidas, promovendo a conscientização sobre reciclagem e consumo consciente.
Planejamento e Montagem do Espaço de Arte e Sustentabilidade Espaço Físico: Reformas e adaptações no local de 100 m² na Chapéu Mangueira.Mobiliário e Equipamentos: Mesas, cadeiras, prateleiras, iluminação. Oficinas com Jovens Material Didático e Artístico: Suprimentos para as oficinas e cursos. Materiais Artísticos Iniciais: Tintas recicladas, pincéis, telas, maquiagem e esmaltes para reciclagem. Implementação da Exposição Itinerante com obras produzidas nas oficinas jovens. Eventos Educacionais e Debates: Fomento de discussões sobre políticas de resíduos e consumo consciente, com participação da Fiocruz, UERJ, e outros. Desenvolvimento de Novos Produtos Produção e Personalização: Criação de novas peças de arte para venda.
Objetivo Geral: Promover a sustentabilidade e a conscientização ambiental através da coleta de resíduos domiciliares de forma sustentável, sua transformação em arte vendável, e a criação de uma rede de parcerias para amplificar o impacto socioambiental e educacional na comunidade. Objetivos Específicos: Coleta Sustentável de Resíduos: Implementar um sistema de coleta de resíduos domiciliares utilizando bicicletas, diferenciando-se dos grandes fabricantes e reduzindo a pegada de carbono. Transformação de Resíduos em Arte: Criar e comercializar produtos artísticos, como telas pintadas, a partir dos resíduos coletados, promovendo a economia circular. Pesquisa e Validação da Reciclagem: Conduzir pesquisas de campo em cooperativas para avaliar a eficácia da reciclagem dos materiais coletados e garantir que o processo seja sustentável. Parcerias Educacionais: Estabelecer parcerias com instituições de ensino público (ensino médio profissionalizante e universidades) para fomentar o debate sobre sustentabilidade, formando jovens multiplicadores do conhecimento e práticas sustentáveis. Capacitação de Jovens em Vulnerabilidade: Colaborar com a Receita Federal para obter mercadorias apreendidas, utilizando-as para financiar cursos e oficinas gratuitas para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Amplificação através de Feiras e Eventos: Participar de feiras e eventos culturais e artísticos para ampliar a divulgação do projeto, sensibilizar o público e estabelecer novas parcerias que fortaleçam a causa. Engajamento Digital e Vendas: Utilizar as mídias sociais para divulgar as artes produzidas, oferecendo a possibilidade de personalização para aumentar a receita de vendas e engajar um público mais amplo. Transparência e Prestação de Contas: Apresentar publicamente, de forma periódica, os resultados e impactos do projeto, permitindo à comunidade acompanhar a efetividade dos serviços prestados. Parcerias com Marcas e Influenciadores: Realizar colaborações com marcas de maquiagem e esmaltes ecológicos e/ou veganos, bem como com influenciadores digitais que promovem causas ambientais, para fomentar o consumo consciente e aumentar o engajamento com a causa.
Diante da diversidade cultural e dos altos índices de desigualdade socioeconômica, o Rio de Janeiro se apresenta como uma cidade de muitas faces. A promoção da cidadania se apresenta de diferentes formas para as diferentes classes, culturas e raças presentes no território carioca, explicitando uma estrutura socioespacial de engrenagens opressoras. A realidade periférica carioca como resultado do processo de urbanização capitalista é marcada pela vulnerabilidade social de seus moradores. Dificuldades na inserção ao mercado de trabalho, locomoção pela cidade, pouco ou nenhum aproveitamento do espaço público e do serviço público, assim como do acesso à cultura, apontam para a distância da conquista do pleno direito à cidade entre os moradores da comunidade. E por isso, o Projeto Pele na Tela toma como referência o papel da cultura como uma importante ferramenta de transformação social e de desenvolvimento integral, formando crianças e adolescentes para serem protagonistas de suas próprias histórias e agentes de mudanças no futuro. E no que tange as artes plásticas tem a importante função de trabalhar a comunicação, a autoconfiança, aceitação pessoal, percepção espacial, autoestima, o pensamento crítico, o desenvolvimento emocional saudável, além de debater e encontrar caminhos que priorizem o respeito, a justiça, a convivência com a diversidade. O enfrentamento da vulnerabilidade social e o fortalecimento dos vínculos familiares, sociais e comunitários para a superação das violações de direitos se faz enquanto um grande desafio, nesse sentido, a busca por soluções e desenvolvimento de ações e formas de promoção e garantia de direitos se faz uma necessidade. Trabalhar a cultura, nesta proposta representada pelas Artes Plásticas, se apresenta enquanto uma importante ferramenta para fortalecer a convivência social, a busca pelo sentimento de pertencimento, a construção de identidades e dos processos de sociabilidade. Podemos destacar ainda a importância da cultura como uma interlocutora legítima para criar espaços de referência para o convívio grupal, comunitário e social, como também o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo. Assim, ampliar o acesso ao universo informacional, artístico e cultural de crianças, adolescentes e jovens é proporcionar vivências para o alcance de autonomia e protagonismo social, estimulando e orientando os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas, na família e no território. Organiza-se de modo a ampliar trocas culturais e de vivências, desenvolver o sentimento de pertencimento e de identidade, fortalecer vínculos familiares e incentivar a socialização e a convivência comunitária. Possui caráter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação dos direitos e no desenvolvimento de capacidades e potencialidades, com vistas ao alcance de alternativas emancipatórias para o enfrentamento de vulnerabilidade social. Sendo assim, para nós, as artes plásticas possibilita, dentre outros benefícios, o autoconhecimento, desenvolvimento de expressão e comunicação, maior interação entre si e formação de novos laços de amizade, estímulo à leitura, a criatividade e à responsabilidade e comprometimento, promoção do aperfeiçoamento corporal. Todos esses benefícios considerados essenciais para o desenvolvimento socioemocional. Na operacionalização deste projeto, identifica-se as melhorias trazidas ao território _ a comunidade - e os impactos positivos na vida dos usuários. Estar na comunidade, atender suas demandas e mobilizar propostas emancipatórias é condizente com o elemento-chave proposto por nós. Logo, promover acesso à cultura vem ao encontro do projeto que valoriza o pluralismo, a diversidade de manifestações e expressões culturais, a subjetividade dos sujeitos e a necessidade de ampliar o acesso a todos. Deste modo, políticas públicas que contribuam para tanto para o desenvolvimento de mulheres, quanto para a preservação de equipamentos culturais são fundamentais, tal como o financiamento deste projeto que, de acordo com o exposto no art. 1º da Lei 8313/91, se enquadra nas seguintes características: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI -preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro Destacamos ainda, no que tange ao art. 3º da Lei 8313/91º seu enquadramento no inciso I, alínea d: incentivo à formação artística e cultural, mediante: estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes.
O projeto Arte na Pele - Chapéu Mangueira e Babilônia é um modelo inovador de inclusão cultural social e sustentabilidade, com potencial para transformar a realidade de jovens em situação de vulnerabilidade através da arte. Com o suporte dos parceiros e uma estratégia bem delineada, o projeto não só busca criar impacto na Chapéu Mangueira, mas também expandir para outras comunidades, contribuindo para um futuro mais justo e sustentável.
Projeto Pedagógico das Oficinas A Educação do Campo desempenha papel fundamental não só na promoção da aprendizagem dos alunos, mas também como ato político em face do atual modelo educacional e das circunstâncias enfrentadas pela comunidade. E os profissionais que atuam nessas comunidades têm a responsabilidade de incorporar constantemente as especificidades da vida dos alunos, integrando a cultura local e as atividades econômicas ao processo de aprendizagem. Essa abordagem visa não apenas proporcionar conhecimentos acadêmicos como também valorizar as tradições e experiências únicas dessas comunidades. Ao fazer isso, a Educação do Campo reconhece e fortalece a identidade dos alunos como agentes de transformação, tanto em seu meio quanto na sociedade como um todo. É assim um espaço de aprendizagem coletiva, resistência e fortalecimento identitário. Dentro desses princípios, o conteúdo programático será dividido entre tempo em sala de aula (aulas teóricas) e tempo em comunidade (aulas práticas e práticas cotidianas dos alunos). Ambos os tempos serão realizados em equipamentos disponíveis no espaço Arte e Sustantabilidade. Obras de arte produzidas pelos jovens utilizando as técnicas de pintura sobre tela com itens de maquiagens reciclados. Exposição das obras produzidas pelos jovens utilizando as técnicas de pintura sobre tela com itens de maquiagens reciclados.
Todas as ações de acessibilidade previstas para o projeto têm como foco a acessibilidade atitudinal - ou seja – pode ser definida como o conjunto de práticas interpessoais que se traduzem em condutas no sentido de diminuir diferenças e eliminar barreiras sociais entre as pessoas. Esta dimensão da acessibilidade merece atenção especial, pois tão importante quanto ter “as coisas” acessíveis, é que as pessoas tenham atitudes acessíveis. Nesse sentido, a plena participação refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa, pois é a atitude que impulsiona a remoção de barreiras.
A Democratização do Acesso leva em conta as ações formativas, os registros fotográficos e visuais, a replicação da metodologia e ações do projeto, a possibilidade de ações de voluntariado, bem como a divulgação dos seus resultados. No que tange a distribuição o projeto é 100% gratuito, visto que destinado exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo e de formação de cultural E nesse sentido haverá a doação de 100% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público. Para além, serão disponibilizados gratuitamente na Internet e nas redes sociais, todos os registros audiovisuais, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, autorizando sua veiculação por redes públicas e privadas de televisão e outras mídias.
Produção Executiva. Coordenação das oficinas. May Ramasine Artista plástica autodidata, desenvolveu em 2019 sua própria técnica de pintura utilizando maquiagem e esmaltes vencidos como matéria prima para a pintura de telas. Na sua inquietude transformou seu trabalho independente em um projeto social e ambiental deixando para trás sua carreira de mais de 10 anos na hotelaria, apostando no talento de crianças e adolescentes de comunidades e na consientização sobre o descarte adequado desses materiais, coletando e reciclando-os gratuitamente na cidade do Rio de Janeiro desde 2022. Professora voluntária no Projeto social Pipa no Ar (100h) - Artesanato para 60+ - Comunidade do Chapéu Mangueira - RJ. Professora voluntária na oficina de pintura artística sustentável - IFRJ - 30 Alunos (Jovens e adultos). Professora voluntária em oficinas públicas semestrais de pintura artística sustentável ministrada no CEFET- RJ - 50 Alunos (todas as idades).Professora contratada para ministrar oficinas mensais gratuitas de pintura sustentável para o público infanto-juvenil, Portadores de deficiência e crianças atípicas - Planetário do Rio de Janeiro. Professora contratada para ministrar oficinas mensais de pinturas sustentável com foco em emreendedorismo para mulheres periféricas 50+ no Mercadão de Madureira - RJ. Veículação pela mídia: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/globo-comunidade-rj/video/empreendedores-de-comunidades-do-rio-participam-do-expo-favela-no-rio-13087956.ghtml https://globoplay.globo.com/v/11841177/ https://youtu.be/Jc8LWvrduXU?si=DZ4OkpbzZdobv9 Gestor Cultural. Adriana Guilherme. Advogada. Responsável de elaboração, coordenação e gestão de projetos sociais e culturais. Elaboração de planejamento estratégico. Relacionamento com empresas de diversos segmentos para estabelecimento de parcerias, incentivadores e mantenedores. Captação de recursos. Gestão físico-financeira de contratos, convênios e termos de parceria com a Administração Pública e Empresas Privadas. Planejamento, execução e acompanhamento de Festivais, Mostras Culturais, Workshops e Treinamentos externos. Produções culturais: Mostra Cultural Diversidade em Cena, Mulheres em Movimento - FUANRTE, MINC, Grupo Cataratas. Cultivar Sentidos. Comunicação e Acessibilidade em Instituições Culturais da Rede Unlimited | Territórios Acessíveis em parceria com o Museu do Amanhã e OI Futuro. Recebendo o Turista com deficiência - STAFF. 2014. Rodadas Temáticas de Acessibilidade. Rio 2016.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.