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O projeto SOPAPO Circula RS objetiva oferecer oportunidade de retomada econômica ao setor cultural através da circulação de conteúdos negro centrados e proporcionar a movimentação cultural para comunidades do Rio Grande do Sul afetadas por situações de calamidade pública, através de contação de história infantil, realização de performance litero-musical e atividades educativas sobre a cultura negro-gaúcha, promovendo a reconstrução das estruturas locais via fortalecimento sócio econômico. Os produtos do projeto são: apresentações dos espetáculos Sopaporiki e Girafa da Cerquinha em 10 cidades do Rio Grande do Sul que enfrentaram a calamidade pública das enchentes, oficinas de escrita criativa de oriki (poética iorubá) para docentes e público em geral, palestras e rodas de conversa sobre a cultura negro-gaúcha e distribuição de materiais educativos sobre a importância da cultura negro gaúcha através da internet.
Performance Sopaporiki • Duração: 50 minutos por apresentação. • Estrutura técnica: Sistema de som compatíveis com a apresentação, microfones para voz e tambor levados pelo artista, retorno de palco, mesa de som digital, e amplificação de qualidade para espaços abertos e fechados. Iluminação cênica com refletores LED, equipamentos de iluminação direcional e luzes de efeito. • Material: Tambor sopapo e cenário. • Classificação indicativa: Livre. • Equipe técnica: Técnico de som, Técnico de Luz, Vídeo projeção em tempo real no Sopaporiki, equipe de filmagem, roadie, e equipe de acessibilidade mais produtora geral do evento e equipe de apoio operacional (roadies). Contação de Histórias Cênico-Musical Girafa da Cerquinha Duração: 30 minutos por apresentação. • Estrutura técnica: Sistema de som compatíveis com a apresentação, microfones para voz e tambor levados pelo artista, retorno de palco, mesa de som digital, e amplificação de qualidade para espaços abertos e fechados. Iluminação cênica com refletores LED, equipamentos de iluminação direcional e luzes de efeito. • Material: Tambor sopapo, cenário e boneca gigante. • Classificação indicativa: Livre. • Equipe técnica: Técnico de som, Técnico de Luz, equipe de filmagem, roadie, e equipe de acessibilidade mais produtora geral do evento e equipe de apoio operacional (roadies). Oficinas de Escrita Criativa de Oriki • Duração: 2 horas por sessão. • Número de participantes: Até 50 pessoas por turma, para garantir atenção individualizada e melhor aprendizado. • Material: Instrumento de percussão (tambor sopapo) para explicar ritmo e estrutura musical associados à escrita poética, folhas de papel e canetas • Projeto pedagógico: A oficina é estruturada em módulos, incluindo introdução aos ritmos afro-brasileiros, técnicas de escrita criativa, exercícios de coordenação e prática coletiva de percussão e poesia. A metodologia incentiva a aprendizagem colaborativa e a experimentação rítmica e poética em grupo, visando a valorização da tradição poética e percussiva negra além do fortalecimento do trabalho em equipe. • Classificação indicativa: Livre. • Espaço: Sala de 50 m² (mínimo) com ventilação adequada, cadeiras e acesso facilitado para pessoas com mobilidade reduzida e cadeiras para obesos também.
Objetivo Geral: Oferecer oportunidade de retomada econômica ao setor cultural através da circulação de conteúdos negro centrados e de movimentação cultural para comunidades do Rio Grande do Sul afetadas por situações de calamidade pública, através de contação de história infantil, realização de performance litero-musical e atividades educativas sobre a cultura negro-gaúcha, promovendo a reconstrução das estruturas locais via fortalecimento sócio econômico. O tambor sopapo, referência do povo negro gaúcho porque artefato político, vem efetivando expansão continuada para outros segmentos culturais. Trata-se de um tambor que menciona-se registro já no século XIX nas charqueadas em Pelotas. No século XX migra para o carnaval de Pelotas, Rio Grande e Porto Alegre. No final do século XX através do Projeto Cabobu e da ação de Giba Giba, tal tambor avança para a música popular. O projeto visa, pois, veicular um conteúdo cultural tambor centrado, que contextualize a contribuição negra para a construção econômica (charqueadas em Pelotas no século XIX) e as marcas culturais vivas disso (carnaval no século XX) e atuais protagonismo negro via sopapo em Porto Alegre. O projeto pretende contribuir para a elevação da auto estima de cerca de 10.000 pessoas através de atividades culturais e de integração social, promovendo espaços de acolhimento e expressão artística compartilhada com foco na cultura negra do RS. Objetivos Específicos: - Produto Apresentação Musical: Realizar 10 apresentações do espetáculo Sopaporiki e 20 apresentações da contação de histórias cênico-musical Girafa da Cerquinha em cidades do Rio Grande do Sul que enfrentaram a calamidade pública das enchentes, visando proporcionar momentos de lazer, fruição artística e integração comunitária. - Produto CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA: Oferecer, em cada local, 01 oficina de escrita criativa de oriki (poética iorubá) para docentes e público em geral ao longo do projeto, com foco em técnicas e fundamentos da escrita poética, fomentando o aprendizado e a interação cultural com as epistemologias africanas. Estenderemos tal ação presencial à difusão das redes sociais do artista atingindo um público mais amplo. - Sítio de Internet - AUDIOVISUAL: Distribuir materiais educativos sobre a importância da cultura negro gaúcha via internet para cerca de 5000 pessoas, como forma de ampliar o alcance da mensagem e da sensibilização cultural propostas no projeto. - Contrapartidas Sociais: Promover, em cada local, 01 roda de conversa sobre a cultura negro-gaúcha ministradas pelos artistas Richard Serraria e Leandro Silva voltadas para a comunidade escolar, para fortalecer a identidade cultural e fomentar o conhecimento histórico e social da presença negra na construção histórica do RS, Brasil e américas. Esta ação presencial será estendida à difusão das redes sociais do artista atingindo um público mais amplo.
O projeto SOPAPO Circula RS irá levar arte e cultura negro centrada para comunidades do Rio Grande do Sul que enfrentaram a crise climática de maio de 2024 e onde foi decretado estado de calamidade pública nesses locais. Tal iniciativa proporcionará performances musicais, oficinas de escrita criativa e atividades de valorização da cultura negro-gaúcha. Diante do impacto das enchentes de maio de 2024, diversas cidades do estado encontram-se em processo de reconstrução social e emocional, carecendo de iniciativas que promovam integração e esperança. O projeto é importante, pois visa: - Estimular a produção, a distribuição e o acesso aos produtos culturais. Ao realizar shows, rodas de conversas e oficinas, o projeto amplia o acesso da população a atividades culturais de qualidade e que promovem a educação antirracista e que afirmam a contribuição africana na cultura brasileira. - Valorizar as expressões culturais negro-brasileiras. As atividades do SOPAPO Circula RS são focadas na disseminação de conhecimentos sobre a cultura negro gaúcha, promovendo o reconhecimento e a valorização dessa herança africana. - Apoiar a preservação de bens e acervos de valor histórico e artístico como o tambor sopapo, patrimônio imaterial do RS. O projeto promove o protagonismo das contribuições culturais, especialmente as ligadas à musicalidade negro gaúcha que sofrem processo histórico de tentativas de invisibilização, mas que compõem parte significativa do patrimônio cultural do Rio Grande do Sul. - Incentivar o desenvolvimento da arte e da cultura como instrumentos de inclusão social e de cidadania. Em um contexto de calamidade pública, o SOPAPO Circula RS utiliza a arte como ferramenta para fortalecer os laços comunitários e proporcionar acolhimento e reconstrução emocional para os cidadãos e assim injetando recursos econômicos nas comunidades por intermédio da política pública. A política pública se mostra essencial para a execução deste projeto, pois garante a captação de recursos junto a empresas e cidadãos interessados em apoiar a revitalização cultural e a transformação social das comunidades atendidas. Com esse suporte, a abrangência das atividades e a qualidade das ações culturais planejadas é significativamente ampliada, fortalecendo a missão de levar arte, conhecimento e acolhimento às populações afetadas. Tal mecanismo possibilita que o projeto SOPAPO Circula RS atinja diretamente parcela significativa da sociedade gaúcha contemporânea, comunidades atingidas pela crise climática e artistas, que precisam de apoio, oferecendo uma experiência cultural única que contribui para a restauração da normalidade econômica e assim elevando a autoestima dessas comunidades. O projeto se enquadra nos objetivos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que tem por finalidade a proteção e a valorização do patrimônio cultural brasileiro (Inciso I), bem como a difusão e o acesso universal à cultura (Inciso II). Através das apresentações musicais e oficinas de formação, o SOPAPO Circula RS visa resgatar e preservar a cultura afro-brasileira e gaúcha, contribuindo para a revitalização cultural e promovendo o acesso à arte em regiões que enfrentam maiores desafios econômicos e sociais. Ademais, o projeto também atende aos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei de Incentivo à Cultura, pois busca: Inciso I: Estimular a produção, a distribuição e o acesso aos produtos culturais. Ao realizar shows e oficinas, o projeto amplia o acesso da população a atividades culturais de qualidade.Inciso II: Proteger as expressões culturais afro-brasileiras. As atividades do SOPAPO Circula RS são focadas na disseminação de conhecimentos sobre a cultura afro-gaúcha, promovendo o reconhecimento e a valorização dessa herança.Inciso V: Apoiar a preservação de bens e acervos de valor histórico e artístico. O projeto promove o resgate das tradições culturais, especialmente as ligadas à musicalidade afro-gaúcha, que compõem parte significativa do patrimônio cultural do Rio Grande do Sul.Inciso VI: Incentivar o desenvolvimento da arte e da cultura como instrumentos de inclusão social e de cidadania. Em um contexto de calamidade pública, o SOPAPO Circula RS utiliza a arte como ferramenta para fortalecer os laços comunitários e proporcionar acolhimento e reconstrução emocional para os cidadãos.
Impacto Cultural e Social O projeto SOPAPO Circula RS busca não apenas a realização de apresentações artísticas, mas também a criação de um legado cultural nas comunidades visitadas. A iniciativa promove o acesso à arte e à cultura de forma gratuita e inclusiva, especialmente em localidades que enfrentam dificuldades de acesso a eventos culturais, como as cidades afetadas por calamidades. Através das oficinas, palestras e shows, o projeto reforça a importância da cultura negro gaúcha e originária no contexto regional e incentiva a valorização cultural entre os moradores. Essa valorização cultural é especialmente importante para comunidades em processo de reconstrução social, fornecendo elementos de pertencimento e autoestima através do acesso a riqueza cultural negra e indígena num estado com forte presença colonial europeia. Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental O projeto SOPAPO Circula RS se compromete com práticas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental em todas as suas etapas. Durante os eventos, serão adotadas medidas como a utilização de materiais recicláveis ou reutilizáveis nas oficinas e exposições, além de uma política de descarte responsável de resíduos. A proposta busca minimizar o impacto ambiental das atividades, oferecendo ao público alternativas de consumo consciente e incentivando o respeito ao meio ambiente, alinhando-se aos valores de preservação cultural e natural da região. Capacitação de Artistas Locais Como parte de sua missão de promover a cultura e a formação artística, o projeto SOPAPO Circula RS visa, sempre que possível, incluir artistas e músicos locais nas atividades, criando oportunidades de intercâmbio cultural e profissionalização. Essa estratégia ajuda a potencializar os talentos das comunidades e a criar redes de apoio entre os artistas, fortalecendo o cenário cultural local e ampliando a atuação do projeto além de sua duração inicial. Esse intercâmbio também proporciona uma troca rica de conhecimentos, possibilitando que os artistas locais se envolvam ativamente nas apresentações e oficinas, enriquecendo ainda mais a experiência cultural para todos os envolvidos. Parcerias e Articulações Comunitárias O projeto prioriza a construção de parcerias locais para viabilizar suas atividades. Isso inclui articulações com pontos de cultura, secretarias de cultura, ONGs e coletivos culturais, que colaboram com a logística e a divulgação dos eventos, bem como com a mobilização da comunidade. Essas parcerias fortalecem o impacto do projeto nas cidades e garantem a participação ativa das populações locais nas atividades propostas. Além disso, o apoio institucional dessas entidades é fundamental para garantir a continuidade do legado cultural deixado pelo projeto, estimulando a criação de novos projetos culturais a partir dessa experiência. Legado e Continuidade A proposta do SOPAPO Circula RS não se limita ao período de execução do projeto, mas almeja um impacto a longo prazo nas comunidades visitadas. O material didático distribuído nas oficinas e palestras é uma ferramenta importante para que os participantes continuem explorando os temas abordados, incentivando a criação de grupos de percussão comunitários e rodas de conversa sobre a cultura negro gaúcha e originária. Além disso, a presença do grupo nas cidades visa inspirar novas iniciativas locais que utilizem a arte e a cultura como instrumentos de transformação social, estimulando a continuidade da valorização cultural mesmo após a conclusão do projeto. Divulgação e Promoção Para maximizar a visibilidade do projeto, o SOPAPO Circula RS contará com uma estratégia de comunicação que inclui divulgação em redes sociais, canais de imprensa regional e plataformas digitais. Haverá produção de conteúdos como vídeos, fotos e depoimentos dos participantes, que serão compartilhados em tempo real durante a circulação nas cidades. Essa abordagem não só amplia o alcance das atividades do projeto, mas também documenta o impacto positivo nas comunidades, oferecendo um registro que poderá ser utilizado como referência em futuras ações culturais no estado. A comunicação ativa e transparente com o público reforça o compromisso com a democratização do acesso e a valorização das experiências vividas pelas comunidades. Adaptação ao Contexto Regional O projeto foi desenhado considerando as especificidades culturais e sociais das cidades do Rio Grande do Sul que se encontram em situação de calamidade pública. Cada atividade é adaptada para respeitar as tradições locais e dialogar com a realidade de cada comunidade, buscando promover a valorização da diversidade cultural presente no estado. A flexibilidade do projeto em adaptar a programação de acordo com a resposta do público permite que as atividades sejam mais efetivas e significativas para os participantes, garantindo uma experiência única em cada localidade. Valorização da Política Pública de Cultura O SOPAPO Circula RS é uma iniciativa que visa à democratização do acesso à cultura e à valorização do patrimônio cultural brasileiro. O apoio da política pública de retomada é essencial para viabilizar a circulação do projeto e permitir que ele alcance as cidades que mais precisam de atividades culturais. O incentivo cultural é um instrumento que potencializa a capacidade de atingir seu objetivo principal: promover a arte e a cultura como formas de acolhimento e reconstrução social em tempos de adversidade.
Distribuição de Material Didático: Ao final das oficinas e palestras, serão distribuídos materiais didáticos disponibilizados via Linktree que incluem um resumo dos conteúdos abordados, curiosidades sobre os ritmos negro-brasileiros e sugestões de leituras e filmes que aprofundam o tema. O acesso a tais conteúdos se dará via QR Code e estará disponível durante todo o trabalho presencial portanto. Distribuição online, após apresentação dos conteúdos aos participantes, vide o link: https://linktr.ee/girafadacerquinha
Produto Apresentação Musical Acessibilidade FÍSICA - Priorização de locais que já estejam adaptados arquitetonicamente para realização dos espetáculos ou; - Adaptações necessárias para receber pessoas com deficiência e mobilidade reduzida: instalação de rampas móveis e piso tátil. Acessibilidade de CONTEÚDO • Intérpretes de Libras durante as apresentações dos espetáculos, possibilitando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo apresentado. • Legendas descritivas nos materiais audiovisuais e nas peças de divulgação dos espetáculos, facilitando o acesso ao conteúdo por parte de pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade para PcD Intelectuais: • Monitores treinados para acompanhar e atender necessidades do público PcD intelectual. Produto CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA Acessibilidade FÍSICA • Priorização de locais que já estejam adaptados arquitetonicamente para realização das oficinas ou; • Adaptações necessárias para receber pessoas com deficiência e mobilidade reduzida: instalação de rampas móveis e piso tátil. Acessibilidade de CONTEÚDO • Intérpretes de Libras durante as oficinas, possibilitando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo apresentado. • Legendas descritivas nos materiais audiovisuais e nas peças de divulgação das oficinas, facilitando o acesso ao conteúdo por parte de pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade para PcD Intelectuais: • Monitores treinados e sala sensorial para TEA. Sítio de Internet - AUDIOVISUAL Acessibilidade FÍSICA: Não se aplica. Acessibilidade de CONTEÚDO • Uso de recursos e tecnologias assistivas na estruturação da página, como: texto alternativo para imagens, botões, links e infográficos; alto contraste de cor; links com texto informativo; estruturação lógica e compreensível do conteúdo; legendas e janela de Libras, dentre outras. • Libras e legendas em todos os produtos audiovisuais postados na página. • Descrição nas imagens postadas na página. Acessibilidade para PcD Intelectuais: Não se aplica. Contrapartidas Sociais Acessibilidade FÍSICA - Priorização de locais que já estejam adaptados arquitetonicamente para realização das rodas de conversa ou; - Adaptações necessárias para receber pessoas com deficiência e mobilidade reduzida: instalação de rampas móveis e piso tátil. Acessibilidade de CONTEÚDO • Intérpretes de Libras durante as rodas de conversa, possibilitando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo apresentado. • Legendas descritivas nos materiais audiovisuais e nas peças de divulgação das rodas de conversa, facilitando o acesso ao conteúdo por parte de pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade para PcD Intelectuais: • Monitores treinados e sala sensorial para TEA. Com essas ações, o projeto visa não apenas cumprir exigências legais, mas também proporcionar uma experiência cultural inclusiva e acolhedora, permitindo que todos os públicos possam participar e aproveitar plenamente as atividades oferecidas. Dessa forma, reafirma seu compromisso com a acessibilidade atitudinal e a inclusão social.
O projeto SOPAPO Circula RS adota diversas estratégias para garantir a democratização do acesso à cultura nas cidades do Rio Grande do Sul em situação de calamidade pública, possibilitando que a maior quantidade de pessoas possa usufruir dos shows, oficinas e conteúdos formativos. A distribuição e difusão dos produtos culturais e as medidas de ampliação de acesso incluem: Distribuição e Acesso Gratuito • Shows gratuitos: Todos as intervenções do projeto SOPAPO Circula RS serão gratuitas para o público, garantindo que qualquer pessoa, independentemente de sua condição socioeconômica, tenha acesso às apresentações. As apresentações ocorrerão em espaços públicos, como praças e centros culturais, ou em locais de fácil acesso nas cidades beneficiadas. • Oficinas de escrita criativa de oriki gratuitas: As oficinas de poesia iorubá (orikis) também serão oferecidas gratuitamente, com inscrições abertas à comunidade local. Serão priorizados jovens, crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade bem como deficientes, ampliando o impacto social e cultural do projeto. Outras Medidas de Ampliação de Acesso • Ensaios abertos: Antes da ida às cidades, serão realizados ensaios abertos ao público via redes sociais do artista, permitindo que as comunidades conheçam o processo artístico tambor centrado e interajam diretamente com o artista e conheçam já o sopapo, criando uma experiência mais próxima e participativa quando ocorrer o presencial na sequência. • Transmissão pela internet: Para ampliar o alcance das atividades além dos ensaios abertos, as performances, contações de história e palestras serão transmitidos ao vivo por meio de plataformas de streaming, permitindo que pessoas de outras regiões e até de fora do estado possam acompanhar as apresentações e conteúdos formativos. Além disso, o conteúdo gravado ficará disponível em plataformas de vídeo para visualização posterior. • Parcerias com escolas e ONGs locais: Serão estabelecidas parcerias com escolas públicas, pontos de cultura através da Rede RS e ONGs locais para que estudantes e membros de projetos sociais tenham acesso direto às atividades, incentivando a participação de jovens e promovendo o engajamento com a cultura amefricana (negro e originária) do RS. Essas iniciativas de democratização de acesso visam não apenas atender ao público presente nas cidades afetadas, mas também criar um legado cultural que possa ser acessado por um público mais amplo, fortalecendo o vínculo das comunidades com a cultura e a arte. Dessa forma, o projeto SOPAPO Circula RS reforça seu compromisso em proporcionar uma experiência cultural inclusiva e acessível a todos.
Nome: Richard Serraria Função no Projeto: Coordenador geral, músico, coordenador pedagógico de oficinas e oficineiro Currículo: Poeta e cancionista porto alegrense, tocador de sopapo e pesquisador da cultura negra no cone sul da Améfrica. Ligado à expressão e pesquisa da palavra poética em suas diferentes versões: canção, rap, poesia pura no gogó, poesia com sampler, cantopoema, vídeo poesia e performance de corpo/poema. Doutor em Estudos em Literatura pela UFRGS em julho de 2017, Graduado em Letras (1998) com Mestrado na Poesia Brasileira (2000), 8 Prêmios Açorianos de Música, fundador da Bataclã FC (3 discos lançados desde 1997 até 2017), Alabê Ôni (um DVD lançado em 2012 e 1 CD lançado em 2018), 1 Kikito em Gramado pela trilha sonora do filme Cavalo de Santo no Festival de Cinema em 2021. -------------------------------------- Nome: Leandro Silva Função no projeto: Diretor teatral e assistente administrativo Currículo: Diretor teatral - DRT 12402 RS, Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dirige o Núcleo de Teatro de Animação (NuTA) do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo e coordena a Biblioteca Comunitária Mestra Griô Sirley Amaro no mesmo espaço. Dirigiu Páginas Amarelas - Vida e Obra de Carolina de Jesus, Grimm para os Pequenos e Na Trilha das Andarihas, dentre outras peças, tendo particpado de importantes festivais e mostras com seus trabalhos. Nordestino radicado no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo em Porto Alegre desde 2013, homem negro e gay, atualmente diretor da performance Sopaporiki e também da contação de histórias cênico-musical Girafa da Cerquinha, espetáculos sopapo centrados em parceria com Richard Serraria. Diretor teatral também do show Pai Guaíba da Bataclã FC, banda que recebeu selo Cultura Viva do MINC em 2011 por sua atuação com o tambor sopapo, referência da cultura negra do RS. -------------------------------------- Nome: Função no projeto: Produção Currículo: Lucimaura Souza Rodrigues, conhecida artisticamente como Maura Souza, é uma produtora cultural e atriz com mais de 25 anos de experiência no setor. Possui uma especialização em Psicologia da Criança e do Adolescente, com ênfase em Teatro, além de ser licenciada em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Atualmente, é proprietária da empresa Morabeza Cultural Ltda. e Coordenadora Geral da OSC Morabeza Assessoria Integral de Projetos. Sua atuação se estende à assessoria cultural para os editais da Lei Complementar 195/2022 (Lei Paulo Gustavo) e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), nos municípios de São Borja, Júlio de Castilhos, Pedro Osório e Jaquirana, todos localizados no Rio Grande do Sul. Maura Souza é também uma pesquisadora ativa. No NUPAC (Núcleo de Práticas Criativas) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela investiga práticas teatrais voltadas para o desenvolvimento da empatia. Além disso, colabora com a Rede Humanidades Covid-19 MCTI, do Programa de Pós-Graduação da Antropologia da UFRGS onde conduziu entrevistas qualitativas com artistas das artes cênicas do Rio Grande do Sul, explorando os impactos do isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Dessa pesquisa surgiu o projeto aprovado pelo edital da LPGRS da SEDAC para criação artística, intitulado 'Brechó da Corália'. Como professora no SESI RS, ministra seminários sobre temas como criatividade, inovação, relacionamento interpessoal e convivência em grupo. De 2006 a 2014, atuou como Analista de Projetos Culturais no SESC RS, onde coordenou, planejou e executou uma ampla gama de projetos culturais, incluindo programas de literatura, teatro, dança, música, artes visuais, cinema e educação. Durante esse período, também foi responsável pela elaboração de materiais de divulgação, representou o SESC em diversas entidades e conduziu programas de treinamento na área cultural. Seu trabalho no SESC RS e em outras instituições tem sido fundamental para o desenvolvimento e promoção da cultura no Rio Grande do Sul, solidificando sua reputação como uma profissional comprometida e versátil no campo da produção cultural. -------------------------------------- Nome: Tuti Rodrigues Função no projeto: Assistente de Produção e Oficineiro Currículo: Músico multi-instrumentista, arranjador, compositor e produtor musical, Cristiano Tuti Rodrigues iniciou a sua carreira artística em 2000. É especializado em instrumentos percussivos ancestrais, misturado com o uso de tecnologias, como pedais. Dedica-se ao estudo e pesquisa da influência da percussão e da música afro nos ritmos latino americanos. Nos últimos anos Tuti tem expandido sua atuação em Cuba, África do Sul, América Central (Panamá e Costa Rica) e USA (San Diego Children’s Discovery Museum e Universidade de Miami) ministrando aulas. Atuou em projetos sócio-educativos como Musicando, Pedagogia do Sopapo, Nação Periférica, Tambores da Paz, entre outros, sempre ligados ao ensino da arte em locais de grande vulnerabilidade social. Integrante do grupo Gaúcho Alabê Oni. Em 2016 organizou atividades artísticas no Programa do Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. Em 2017 coordenou a produção musical do CD O Berço do Batuque no RS, realizado pelo Alabê Ôni via Cadon e Fundação Palmares. Premiado em duas oportunidades com o Grammy Latino pela co-produção do álbum Noturno, de Anaadi, e melhor álbum latino com Tony Succar. Tuti é diretor da TS Arte, empresa que atua na produção cultural com ênfase em produção musical e atividades educativas relacionadas à percussão, a nível internacional.
PROJETO ARQUIVADO.