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O projeto "Elas por Elas" é um festival itinerante de música afro-brasileira dedicado a mulheres negras no Rio Grande do Sul. Ele promove a inclusão dessas mulheres na cena musical local, essencial para a diversidade cultural e valorização de talentos frequentemente silenciados. Historicamente, a presença de artistas negras na música simboliza resistência e identidade cultural. O festival busca destacar essas artistas e sua contribuição à riqueza cultural do estado. Serão 6 cantoras negras apresentando um repertório de músicas de divas negras brasileiras,com nova roupagem que valoriza ritmos africanos como semba, ijexá e kuduro. Além dos shows em 4 cidades da Grande Porto Alegre, haverá oficinas de trança e automaquiagem para mulheres cis e trans negras.
O projeto "Elas por Elas" é um festival itinerante de música afro-brasileira que coloca em evidência as mulheres negras no Rio Grande do Sul. Focado na inclusão dessas mulheres na cena musical local, o festival é essencial para a diversidade cultural e valorização de talentos frequentemente silenciados. Com seis cantoras negras interpretando músicas de divas brasileiras em novos arranjos que valorizam ritmos africanos como semba, ijexá e kuduro, o festival celebra aresistência e a identidade cultural das artistas negras. Além dos shows em quatro cidades da Grande Porto Alegre,o evento oferece oficinas de trança, canto e automaquiagem para mulheres cis e trans negras, destacando a riquezacultural do estado. Duração do show: 90 minutos Classificação: 12 anos
O objetivo geral do projeto "Elas por Elas" é promover a inclusão e valorização de mulheres negras na cena musicaldo Rio Grande do Sul, destacando suas contribuições significativas para a diversidade e riqueza cultural do estado.O festival itinerante de música afro-brasileira visa criar uma rede de apoio para essas artistas, celebrando suaresistência e identidade cultural, enquanto educa e conscientiza sobre a herança cultural afro-brasileira. Alémdisso, o projeto busca fomentar a solidariedade e o apoio mútuo entre mulheres, promovendo um ambiente deempoderamento e representatividade. Objetivos Específicos - Valorização da Cultura Negra - Empoderamento Feminino - Resgate de memórias - Projeção de Artistas Negras, com evidência de 6 cantoras negras - Fomento da Cultura afro-brasileira-diaspórica - Realização de 4 show em 4 cidades do estado do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo) - Realizar 3 Oficinas + roda de conversa, em cada cidade - Realizar workshop de tranças, automaquiagem e canto
O projeto "Elas por Elas" consiste em um festival de música afro-brasileira itinerante voltado para mulheres negrasque acontecerá no estado do Rio Grande do Sul. A inclusão de mulheres negras na cena musical do Rio Grande do Sul é de fundamental importância para a promoção da diversidade cultural e a valorização de talentos muitas vezes marginalizados. Historicamente, a presença de artistas negras na música tem sido um símbolo de resistênciae identidade cultural. O projeto "Elas por Elas" visa não apenas projetar essas potências negras, mas também destacar sua contribuição essencial para a riqueza cultural do estado. Porto Alegre, assim como muitas outras cidades do Rio Grande do Sul, tem uma história profundamente marcada pelo processo de escravidão. Durante séculos, pessoas negras foram trazidas à força para trabalhar nas terras do Sul do Brasil. Essas pessoas, apesar das adversidades, mantiveram vivas suas tradições culturais e musicais, que hoje também fazem parte da identidade cultural da região. A música, em particular, serviu como uma forma de resistência e preservação da identidade africana em diáspora. Fomentar a música negra na região do Rio Grande do Sul é um ato de reconhecimento e valorização da herança cultural afro-brasileira. A música negra, em suas diversas formas como o samba, reggae, ijexá e afoxé, traz consigo histórias de luta, resiliência e celebração da vida. Promover festivais como "Elas por Elas" ajuda a manter viva essa herança, educando, conscientizando e mantendo viva a memória cultural afetiva deixada por nossos ancestrais para novas gerações, salientando o quão importante é olhar o passado para poder projetar o futuro. O nome do projeto "Elas por Elas" encapsula um poderoso conceito de apoio mútuo e de solidariedade entre mulheres, especialmente no contexto da música e da vida. O título não apenas celebra a união feminina, mas também destaca a importância das mulheres apoiarem umas às outras, reconhecendo e valorizando suas contribuições indispensáveis para a construção e manutenção da sociedade. A expressão "Elas por Elas" simboliza a força coletiva das mulheres, que ao se unirem, conseguem superar desafios e alcançar feitos extraordinários. Na música, como em muitas outras áreas, as mulheres enfrentam obstáculos significativos devido a desigualdades históricas e sociais. No entanto, através da solidariedade e do apoio mútuo, elas podem criar espaços de resistência e empoderamento. O projeto visa fomentar esse apoio, proporcionando uma plataforma onde mulheres negras possam se destacar, compartilhar suas histórias e celebrar suas conquistas. A música, particularmente o samba, tem sido um campo fértil para a expressão e liderança feminina. O movimento do samba, gerido por mulheres negras, é um exemplo contundente de como a força feminina tem moldado e influenciado a cultura brasileira. Mulheres como Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Alcione, entre outras, não só contribuíram artisticamente, mas também se tornaram ícones de resistência e voz para muitas outras mulheres. Elas utilizaram o samba não apenas como um meio de expressão artística, mas como uma ferramenta de luta social, resistência e afirmação cultural. O apoio entre mulheres é crucial, pois eleva todas as envolvidas, criando uma rede de apoio mútuo. Esse apoio é vital não só na esfera musical, mas em todos os aspectos da vida.Quando mulheres apoiam outras mulheres, elas desafiam as estruturas opressivas e criam um ambiente onde todas podem se manter vivas e prosperar. Isso resulta em uma sociedade mais justa e equilibrada, onde as contribuições das mulheres são reconhecidas e valorizadas. Além disso, a importância das mulheres para a construção e manutenção da sociedade é inegável. Elas desempenham múltiplos papéis, desde a criação e educação dos filhos até a liderança em movimentos sociais e culturais. Historicamente, as mulheres têm sido as guardiãs da cultura e da memória coletiva, preservando tradições e lutando por um mundo mais igualitário. A representatividade é um aspecto crucial para a inclusão social e cultural. Mulheres negras, ao se destacarem na música, oferecem modelos positivos e inspiradores para outras mulheres e jovens negras. Elas demonstram que, apesar dos desafios históricos e contemporâneos, é possível ocupar espaços de destaque e reconhecimento. O projeto "Elas por Elas" busca, portanto, ampliar esses espaços de representatividade, promovendo um ambiente onde talentos negros podem florescer e serem celebrados livremente em praça publica. O projeto "Elas por Elas" é mais do que um festival de música, é uma iniciativa de empoderamento e celebraçãoda cultura afro-brasileira diaspórica, em uma região do país que é nacionalmente conhecido pela presença em massa de pessoas brancas, onde, muitas das vezes, deixa o questionamento se naquele território existem pessoas negras. Por mais que esses questionamentos possam passar despercebidos, esse é mais um processo de apagamento e invisibilização dos corpor negros, dos seus feitos e da sua relevância para a construção da história local. Ao dar destaque às mulheres negras na música, o festival reconhece e valoriza suas contribuições históricas e contemporâneas, promovendo a diversidade e a inclusão. A relevância de tal projeto se reflete na necessidade de reconhecer a história de escravidão e resistência, fomentar a música negra e assegurar que a representatividade se torne uma norma, e não uma exceção, na sociedade do Rio Grande do Sul. Justificamos a necessidade de apoio da renuncia fiscal através da Lei Rouanet pela dificuldade de patrocínio para projetos que tratam da identidade negra como algo de grande valor patrimonial para o país, em que especialmente meninas e mulheres negras aparecem em lugares de protagonismo e liderança. Mais especificamente sobre a lei federal de incentivo, o projeto se enquadra no artigo 1, por : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3, por: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
- Realização de 4 show em 4 cidades do estado do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo) - Realizar roda de conversa + Realizar workshop (tranças, canto e automaquiagem) em cada cidade - Promover acessibilidade com um camarote acessível em Porto Alegre e apoio de monitores de acessibilidade. Duração dos workshops: 4h cada
ACESSIBILIDADE FISICA: A Prefeitura Municipal de Porto Alegre, juntamente com a Secretaria Municipal de Cultura (SMC), responsáveis pela organização de festas e eventos no município, em parceria com a execução do projeto, será a responsável por proporcionar o direito de ir e vir dos portadores de necessidades especiais, ficando a mesma responsável pela colocação de sanitários químicos específicos a deficientes físicos bem como rampas de acesso ao espaço de realização. Identificação e/ou eliminação de todos os obstáculos e barreiras ao seu acesso nas vias. Rota do trajeto ao espaço de execução será acessível aos cadeirantes. * O mesmo metodo de acessibilidade física se aplicará as demais cidades: Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Da nossa parte será um compromisso promover a conscientização sobre as questões relacionadas às deficiências,educar as pessoas sobre as capacidades e contribuições das pessoas com deficiência e combater estereótipos prejudiciais. - Garantir a igualdade de oportunidades para pessoas com deficiência; - Locação de camarote acessível; - Garantir que espaços físicos, tecnologias e serviços sejam acessíveis a todos, independentemente de suas capacidades física sou mentais; - Promover a inclusão social e profissional de pessoas com deficiência, garantindo que elas tenham oportunidades iguais de participar do evento; ACESSIBILIDADE DE CONTEUDO - Todas as falas dos shows contarão com tradução simultânea em LIBRAS e apoio dos monitores de acessibilidade, além de local reservado para acomodação confortável do público PCD.- Aquisição de fone anti-ruídos;
Os shows acontecerão em praças públicas de forma inteiramente gratuita, começando com ensaios abertos ao público. Durante a semana serão oferecidos workshops de tranças afro, canto e automaquiagem para mulheres cis e trans, negras e PCDs. A participação de banda/artista local serve como impulsionamento da economia e distribuição de renda, além de visibilidade para o artista. Haverá em cada cidade rodas de conversa. Esses encontros abordarão temas como empoderamento feminino, autoestima e combate ao racismo.
Gerson Rodrigues, proponente. A gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira é sua competência exclusiva. Atuará no projeto como DIRETOR GERAL E ARTÍSTICO. Borracha, como é conhecido, começou sua carreira em 1997 no Grupo Elenco de porto alegre,Em sua trajetória como cantor,compositor, instrumentista e arranjador oficineiro e professor de música,produtorcultural e ativista social realizou diversas atividades e shows dedicados a cultura popular. Em diversos lugaresdentro e fora do Rio grande do Sul (Torres Caxias Cruz Alta Florianópolis São Paulo Minas Gerais Punta Dell leste)entre outras. Isabel Meireles - Dir. Produção: Gestora de projetos culturais, desenvolvimentos e elaboração de projetos. Anderson Chagas - Musico e Produtor Cultural Dayse Reis - professora de danças afro-brasileiras e Folclóricas, cirandeira e artevista. Ana Lúcia Barbosa Duarte (Aninha Duarte) - Cantora, compositora, pedagoga e trancista. Valeria Antunes - Cantora Júlia Ribeiro - Produtora cultural e multiartista. Naiane Rosa - Professora e Artista da dança. André Munnari - Maestro Arranjador Rhosangela Silvério - Cantora e trancista. Juliana Tavares - Interprete e tradutora de LIBRAS. Andrea Cavalheiro - Cantora. Ari Rodrigues - Músico e Web Designer. Jairton Camisolão - Assessor de Imprensa. Wagner Abreu - Fotografo/cinegrafista. Rogério Souza Vieira - Assessoria Jurídica Os currículos estão em anexo.
PROJETO ARQUIVADO.