Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Eu te desafio a entrar na minha cabeça" é um espetáculo teatral inclusivo que aborda temas de saúde mental e neurodiversidade, através da trajetória de uma atriz neurodivergente. A proposta inclui a montagem da peça e 20 apresentações com recursos de acessibilidade, como Libras, audiodescrição e materiais em Braille, além de rodas de conversa e oficinas de artes cênicas - interpretação com Ticiana Studart e produção com Alessandra Alves - em centros culturais e comunitários.
"Eu te desafio a entrar na minha cabeça" é uma peça teatral inovadora que explora a complexidade da mente humana e os desafios da saúde mental. Através de uma narrativa envolvente, a obra mergulha nas experiências de diferentes personagens que enfrentam questões de identidade, ansiedade e relações sociais. Com um formato interativo e recursos de acessibilidade, a peça busca não apenas entreter, mas também provocar reflexão e empatia, criando um espaço seguro para discutir temas muitas vezes negligenciados. A obra é um convite ao público para uma imersão sensorial que estimula a conexão emocional e a troca de experiências. Produtos do Projeto Peça Teatral:A obra central do projeto, "Eu te desafio a entrar na minha cabeça", será apresentada em 20 sessões. A peça combina elementos de drama, comédia e interação, proporcionando uma experiência única e reflexiva ao público.Classificação Indicativa: 12 anos, devido a temas sensíveis abordados, como saúde mental e questões sociais. Audiodescrição: Serviço que descreve os elementos visuais da peça em tempo real, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam acompanhar a narrativa com detalhes. Interpretação em Libras: A presença de um intérprete de Libras durante todas as apresentações, garantindo acessibilidade para o público surdo e ensurdecido. Materiais Impressos em Braille: Programas, sinopses e materiais informativos da peça disponíveis em formato Braille, facilitando o acesso à informação por pessoas cegas ou com baixa visão. Rodas de Conversa: Após algumas apresentações, serão promovidas rodas de conversa onde o público poderá discutir os temas abordados na peça, como saúde mental e inclusão. Esses eventos criarão um espaço para troca de experiências e reflexão. Oficinas de Ates Cênicas: Oficinas abertas para o público, com foco em práticas de criação teatral e discussões sobre os temas abordados na peça. As oficinas serão destinadas a grupos vulnerabilizados, promovendo a inclusão e a troca de experiências. Ensaio Aberto: Realização de um ensaio aberto onde o público poderá assistir a uma prévia da peça. Este evento visa criar uma oportunidade de feedback e interação com os espectadores antes da estreia oficial. Visitas Sensoriais: Sessões de visita sensorial, onde o público poderá explorar elementos da cena antes das apresentações, proporcionando uma experiência tátil e interativa. Campanha de Divulgação Inclusiva: Utilização de mídias sociais e outros canais de comunicação com uma abordagem inclusiva, visando alcançar diversos públicos e disseminar a mensagem do projeto. Relatórios de Impacto: Relatórios detalhando as atividades do projeto, avaliação do público e impacto cultural, que serão disponibilizados ao final da temporada para prestadoras de contas e futuras referências. Esses produtos têm como objetivo garantir que a proposta atenda às necessidades do público, promovendo um ambiente inclusivo e diversificado na experiência teatral.
Objetivo Geral: Promover a conscientização sobre saúde mental e neurodiversidade por meio de um espetáculo teatral inclusivo, proporcionando uma experiência artística que estimule a empatia, o entendimento e a desestigmatização dos transtornos mentais. Objetivos Específicos: - Realizar 20 apresentações teatrais com recursos de acessibilidade, incluindo Libras, audiodescrição e materiais em Braille, de modo a garantir acesso igualitário a pessoas com deficiência sensorial e visual.- Distribuir 500 ingressos populares e gratuitos para ampliar o acesso ao teatro, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade e de baixa renda, com foco em comunidades e públicos diversificados.- Oferecer 5 rodas de conversa com o público após as apresentações, abordando temas como saúde mental, inclusão e neurodiversidade, com a participação de profissionais da área, promovendo um espaço de diálogo e reflexão.- Criar materiais de divulgação inclusivos, incluindo posts em redes sociais com linguagem acessível e representativa, além de vídeos com legendas e intérpretes de Libras para alcançar diversos públicos.- Realizar 3 apresentações em centros culturais e espaços comunitários, localizados em regiões de maior vulnerabilidade, para democratizar o acesso à cultura e expandir o alcance da proposta.- Disponibilizar uma plataforma online complementar com informações sobre saúde mental e bastidores do espetáculo, permitindo o engajamento contínuo do público e a expansão da mensagem do projeto após o fim da temporada presencial.
O projeto "Eu te desafio a entrar na minha cabeça" é uma proposta cultural que busca explorar e difundir questões sensíveis e urgentes, como saúde mental, neurodiversidade e os desafios enfrentados por pessoas em situação de vulnerabilidade social. Ao focar na experiência de Mavie, uma atriz que vive com bipolaridade, a peça cria um espaço de reflexão profunda, destacando a complexidade e a riqueza da mente humana e oferecendo uma nova perspectiva sobre a superação de traumas e o fortalecimento pessoal. Esta obra se fundamenta no compromisso com a representatividade e a inclusão, tanto na temática quanto na equipe de criação, integrando profissionais neurodivergentes, PCDs e de diversas identidades. Dessa forma, o projeto não apenas reflete a diversidade humana, mas também a torna parte essencial de seu processo artístico, abordando temas que muitas vezes são estigmatizados e pouco discutidos nos espaços culturais. A escolha estética de mesclar realismo e expressionismo na narrativa e de investir em um plano de acessibilidade completo—com Libras, audiodescrição e sistemas em Braille—amplia o alcance e a recepção do espetáculo, trazendo uma abordagem sensorial e imersiva. As rodas de conversa e oficinas complementares visam transformar o teatro em um ponto de convergência cultural e social, incentivando um diálogo transformador com o público e promovendo a arte como um mecanismo essencial de empatia, inclusão e conscientização. O projeto "Eu te desafio a entrar na minha cabeça" requer o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar sua execução, tendo em vista o impacto artístico e social de suas ações inclusivas e educativas. O espetáculo visa abordar temas de grande relevância, como saúde mental, neurodiversidade e inclusão, de forma acessível e inovadora, cumprindo os objetivos estabelecidos no Art. 1º e Art. 3º da Lei 8313/91. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos incisos: Inciso II, ao estimular o desenvolvimento da cultura nacional e a compreensão dos problemas enfrentados por diferentes grupos sociais, especialmente os neurodivergentes e pessoas com deficiência.Inciso III, pois promove a democratização do acesso a bens culturais, com apresentações a preços populares, distribuição de ingressos gratuitos e ações em comunidades de baixa renda e vulnerabilidade social. No âmbito do Art. 3º da mesma lei, o projeto alcança os seguintes objetivos: Inciso I: contribuir para a difusão da cultura nacional e regional, abordando questões relevantes e emergentes no contexto brasileiro contemporâneo, como a saúde mental e a inclusão social.Inciso II: apoiar a produção de um espetáculo que respeita a diversidade e a pluralidade cultural, incorporando diferentes perspectivas de grupos vulneráveis e apresentando uma equipe diversificada, com inclusão de profissionais com deficiência e neurodivergentes.Inciso V: facilitar o acesso da população ao teatro por meio de apresentações gratuitas e sessões com preços populares, além de promover atividades educacionais e de reflexão com rodas de conversa e oficinas.O uso do incentivo é imprescindível para concretizar os recursos de acessibilidade e a inclusão de comunidades que, tradicionalmente, não têm acesso à cultura e à arte.
Oficina Produção de Teatro Independente com Alessandra Alves A oficina de Produção de Teatro Independente expõe diversas temáticas importantes para o produtor teatral com apresentação de exemplos de cases realizados em diferentes formatos. A oficina tem como objetivos a abordagem de conteúdos conceituais e práticos, a troca de experiências e a capacitação utilizando como exemplos práticos a montagem e circulação da peça “Romeu e Julieta, cordel de Ariano Suassuna” com Aramis Trindade e outras peças brasileiras produzidas por Alessandra Alves Conteúdo Programático PARTE 1: DA IDEIA AO PROJETO: OS 4 PROCESSOS DA PRODUÇÃO | BRAINSTORM | CANVAS | PROJETOAS ETAPAS DE UMA PRODUÇÃO PARTE 2: Dia 2: PLANEJAMENTO E GESTÃO: ANÁLISE DE VIABILIDADES TÉCNICAS | DIREITOS AUTORAIS | MONTAGEM DA EQUIPE | FUNÇÕES E ATIVIDADES | ORGANOGRAMA | CONTRATOS | PLANO DE EXECUÇÃO | CRONOGRAMA | ORÇAMENTO | CACHÊS | DIVULGAÇÃO | RELATÓRIOS | FONTES DE RECURSOS Sobre a oficina: 8 horas de duração | Conteúdo inédito | Facilitadora com vasta experiência | Passo a passo de como produzir teatro | Exemplos de cases | Checklists | Modelos de documentos |Apostila em pdf | Dicas importantes | Certificado de participação Alessandra Alves: Formada na U.C.L.A. School of Theater, Film and Television; Hollywood Film Institute; A.F.I. – American Film Institute; TEBA – Escuela de Buenos Aires de TV y Cine; UBC Continuing Studies Professional Film Arts Program Canadá. Produtora, produtora executiva, diretora de produção, roteirista, pesquisadora, criadora e sócia proprietária da Marina de Idéias Produções. Atua no mercado de produção cultural desde 1994. Diretora de Produção das peças “Romeu e Julieta, cordel de Ariano Suassuna” de Aramis Trindade e seus desdobramentos; “Fala, crioulo!" de Haroldo Costa | direção Amir Haddad;“Manaká Passarinheiro, o musical” de Xico Abreu | direção de Luis Igreja, “O Tratado da Sra Clap” de Marta Duque Vaz | direção de Cadu Cinelli, “A Paixão de Cristo” de Gustavo Bechara – Mesquita – RJ e São José do Rio Preto - SP ROMEU E JULIETA, CORDEL DE ARIANO SUASSUNA: É um espetáculo em forma de cordel que conta a história de amor de William Shakespeare na visão de Ariano Suassuna, misturando o erudito com o popular. A peça valoriza a cultura popular revivendo um dos mais lindos momentos da obra de Ariano Suassuna. No primeiro ato, um monólogo, com o ator Aramis Trindade dá vida e emoção ao poema de 98 sextilhas acompanhado por música Armorial composta por Zé da Flauta, contando toda a trajetória de Romeu e Julieta. No segundo ato, Aramis "incorpora" Ariano Suassuna III, em uma mini aula espetáculo, introduzindo ao público informações sobre a origem da estória de Romeu e Julieta, as diferenças entre a versão de Shakespeare e a versão de Suassuna, a literatura de cordel, o movimento Armorial, a heráldica, cultura popular e causos do mestre Ariano Suassuna com dinamismo e humor. Direção: Aramis Trindade. FALA, CRIOULO! DE HAROLDO COSTA: A peça apresenta depoimentos de brasileiros de ascendência africana de diferentes situações sociais. São relatos de cidadãos afrodescentes que procuram se expressar no mais puro e espontâneo estado de espírito. Histórias de vida carregadas de indignação e revolta, mas também do mais profundo amor e respeito ao próximo. São brasileiros que precisam falar e se fazer ouvir. Direção: Amir Haddad. ESPETÁCULO PAIXÃO DE CRISTO. DE GUSTAVO BECHARA: O texto de Gustavo Bechara com colaboraçãode Simone D’Albuquerque tem revisão de Dom Nelson Francelino e foi adaptado partir de dois livros: a bíblia em sua primeira tradução, “Bíblia de Jerusalém” e o livro “Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus” de Anna Catharina Emmerick. Esta versão conta a história de Jesus Cristo, desde a anunciação do anjo Gabriel à Maria até a ressurreição após a crucificação. Direção: Gustavo Bechara. AVENTURAS CANTADAS - MANAKÁ PASSARINHEIRO. DE XICO ABREU: O espetáculo musical “Aventuras Cantadas” reúne teatro, contação de história e brincadeira. Os cantores e brincantes Liv e Chico trazem 13 canções originais para contar uma aventura intergalática que explora o universo. Eles querem encontrar vidafeliz em outros planetas e aos poucos descobrem que o segredo da felicidade está no estado da infância. Direção: Luis Igreja. O TRATADO DA SRA CLAP. DE MARTA DUQUE VAZ: Uma conferência sobre a Arte de Bater palmas é interrompida pela aproximação de um perigo iminente. Diante disso, um grupo de aplausologistas decide reviver os princípios do célebre “Tratado universal sobre a arte de bater palmas em situações alegres ou tristes” escrito por sua mestra, a Senhora Clap, e recrutam o público para mergulhar nesse incrível estudo. O ATOR É MAIOR QUE A PERSONAGEM com Ticiana Studart A oficina visa observar o ator ainda sem a personagem em várias situações. 8 horas de duração. Exercícios e técnicas da Mestra Americana Uta Hagen, já filtradas por mim, pelos anos de experiência que tenho com esta prática: eles propõem o teatro urgente. O ator como um criador. Serão lidos textos e cenas, para sentir que não é apenas o subtexto que devemos procurar, mas a pontuação, a pausa, a imagem da palavra, o peso da palavra. Técnica de Alexander: No exercício físico da Técnica de Alexander, nos empoderamos, largamos o medo, o maior entrave do ator. Alongamos e criamos movimentos e gestos. Proponho uma busca criativa e profunda. Ticiana Studart . Atriz, Diretora de teatro e Produtora. Concluiu o Bacharelado em Teatro e a Pós-Graduação em Direção Teatral da Faculdade CAL de Artes Cênicas. Estudou direção teatral por três anos no Director’s Company , New York-NY, com Uta Hagen , Geraldine Page e F.Murray Abrahan, Peter Brook. Faz parte do corpo docente da CAL, onde dirigiu mais de 23 montagens TEATROYerma –Staret Theatre; Delicadas Torturas – com Paulo José , Zezé Polessa , Lilian Cabral, entre outros; Bukowski, Bicho solto no mundo, direção de Ticiana Studart – com Paulo José e grande elenco; Música Divina Música; Casa de Prostituição de Anais Nin; Coração na Boca (premiada no Festival de Coral Gables, Miami); Insensatez; As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant; As faces de Jean Genet; Tudo sobre Mulheres; Freud – A Última Sessão; Amargo Fruto – A Vida de Bilie Holliday. Dirigiu também os seguintes atores: Denise Weinberg, Miwa Yanagizawa, Felipe Camargo, Lucélia Santos, Dora Pellegrino, Luiz Armando Queiroz, Debora Secco, Carla Marins, Betina Viany e Pedro Kosowski.
Acessibilidade Física: O projeto “Eu te desafio a entrar na minha cabeça” oferece ampla acessibilidade física, garantindo que o espaço teatral seja adaptado para receber todas as pessoas. Estão previstas rampas de acesso e piso tátil nas áreas de circulação para orientação de pessoas com deficiência visual. Os banheiros serão adaptados com barras de apoio e espaço adequado para cadeiras de rodas, proporcionando autonomia e segurança. Serão reservados assentos acessíveis e adaptados na plateia, além de uma área de fácil acesso para pessoas obesas ou com mobilidade reduzida. Corrimãos serão estrategicamente posicionados nas escadas e nas áreas de circulação, e a sinalização será reforçada para facilitar a locomoção de todos os espectadores. Acessibilidade de Conteúdo: A peça contará com medidas de acessibilidade de conteúdo para assegurar que o espetáculo seja compreensível e acessível para todos. Um intérprete de Libras estará presente em todas as apresentações para auxiliar a compreensão de pessoas surdas. O conteúdo textual, como programa, sinopse e materiais de apoio, será disponibilizado em Braille e em formatos compatíveis com leitores de tela para garantir que pessoas cegas ou com baixa visão tenham acesso à informação. Também será oferecido serviço de audiodescrição durante as sessões, narrando detalhes visuais importantes e permitindo que pessoas com deficiência visual vivenciem a experiência de forma completa. As gravações e vídeos promocionais incluirão legendas descritivas, e uma visita sensorial prévia ao espetáculo será organizada para introduzir o público com deficiência visual ao espaço e à cenografia.
Democratização de Acesso: O projeto “Eu te desafio a entrar na minha cabeça” será amplamente acessível ao público, com ações voltadas à democratização cultural. Parte dos ingressos será oferecida a preços populares e haverá sessões gratuitas para ampliar o alcance a públicos em situação de vulnerabilidade. Serão firmadas parcerias com instituições sociais que atendem comunidades como pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+, idosos e jovens em situação de risco, permitindo uma distribuição de convites direcionada. Outras Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Serão realizados ensaios abertos, convidando estudantes, coletivos culturais e moradores da região a participarem do processo de criação da peça. Esse momento também permitirá uma interação com a equipe criativa, enriquecendo a experiência cultural desses grupos. Roda de conversas: Após as apresentações que permitirá uma interação com a equipe criativa, enriquecendo a experiência cultural desses grupos. Oficinas Paralelas: O projeto incluirá oficinas gratuitas sobre temas como atuação, direção e acessibilidade nas artes, ministradas por membros da equipe do espetáculo. Essas oficinas serão abertas a interessados de comunidades vulnerabilizadas, proporcionando capacitação e inclusão profissional. Transmissão Online: A última apresentação será transmitida ao vivo pela internet, com legenda descritiva e interpretação em Libras, permitindo que o espetáculo alcance ainda mais pessoas e beneficie o público de localidades que não têm acesso direto ao teatro. Essas ações visam ampliar o acesso ao espetáculo e também fomentar um espaço de reflexão e diálogo sobre a importância da inclusão e da acessibilidade cultural.
Texto: RÔMULO PACHECO; Direção Artística: TICIANA STUDART; Diretor assistente: CHICO SUZANO; Assistente de direção e ilustração: MARINA LESSA TRINDADE; Elenco Principal: MIKAELA KOWATSCH | CHICO SUZANO | PAOLA CES MUNIZ; Elenco coadjuvante:LUCAS FIGUEIREDO | PAULA MURICY | CAMILE NOUGUEIRA (mulher trans) Direção de Movimento: MARINA SALOMON; Preparação vocal: ROSE GONÇALVES; Diretor musical | Trilha sonora original: MARCELO ALONSO NEVES; Iluminação: AURÉLIO DI SIMONI; Operador de Luz: BRUNO HENRIQUE CAVERNINHA; Cenografia: MINA QUENTAL; Figurino: MARIA DUARTE; Visagismo| Maquiagem: JACK; Designer | Projeto Gráfico: GABY BARBETTA; Fotos: GUGA MELGAR; Videomaker | making off | edição: ROB CURVELLO; Diretora de Produção: ALESSANDRA ALVES; Produtora Executiva: PATRICIA RODRIGUES | ALESSANDRA ALVES; Assessoria de Imprensa: JOÃO FELIPE TOLEDO; Gestão de Mídias Sociais: LUCAS STUDART; Intérprete de libra: RICIERI PALHA; Assessoria contábil: HEBERT HAHN MARTINS DE MENEZES; Assessoria Jurídica: AGLAY BOND DE MIRANDA SCHOLZ; Elaboração de projeto e Coordenação Geral: MARINA DE IDEIAS PRODUÇÕES
PROJETO ARQUIVADO.