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O projeto visa realizar duas temporadas da peça teatral "Cinelândia Noir" com Elizabeth Savala, no Rio de Janeiro. Com 16 apresentações, o projeto destaca a estética Noir e a arquitetura do Centro, acessível a todos com ingressos populares na primeira temporada e ensaios gratuitos para escolas públicas. Inclui também 4 palestras de Elizabeth Savala sobre sua carreira e sobre o ofício de ser atriz/ator após sessões do espetáculo. A iniciativa buscar valorização do centro da cidade do Rio de Janeiro, promover a cultura do teatro, enriquecer o panorama cultural local e impactar positivamente a economia da região.
Inspirada nos filmes norte-americanos dos anos 40/50, com personagens sombrios que tentam lutar contra o destino inexorável, "Cinelândia Noir" é um espetéculo teatral que tem como pano de fundo as ruas do Centro do Rio de Janeiro, valorizando-as e difundindo a cultura daquele local. A peça é composta de três histórias que se fundem e se complementam: um pintor frustrado tem suas obras furtadas por um casal de trambiqueiros; sem saber que seus quadros valem um bom dinheiro, o pintor gasta os últimos recursos tentando pintar sua “grande obra”. Um homem que perdeu a visão recentemente se perde nas ruas do Centro da cidade, ao tentar reencontrar o caminho de casa ele faz uma grande descoberta. Em meio a diversos assassinatos misteriosos um “detetive holístico” tenta solucionar os crimes com a ajuda de uma mulher que acabou de conhecer na rua. "Cinelândia Noir" utiliza o gênero Noir como estética para explorar comédia e drama, celebrando a beleza e os contrastes do Centro do Rio de Janeiro. A peça combina humor astuto com uma narrativa rica, oferecendo uma visão lúdica e crítica da vida urbana. Com uma abordagem que mistura ironia e reflexão, "Cinelândia Noir" transforma a cidade em um palco para uma jornada de descobertas e reviravoltas que capturam a essência vibrante e intrigante do Rio.
Objetivo Geral: O objetivo do projeto é produzir e executar duas temporadas da peça teatral "Cinelândia Noir", com a atriz Elizabeth Savala, proporcionando ao público um espetáculo teatral inédito e inspirador com o pano de fundo que destaca as belezas do centro do Rio de Janeiro, sob a atmosfera nostálgica das décadas de 40 e 50, inspirada no cinema noir, com classificação indicativa para 14 anos. Objetivos Específicos: -Realizar um total de 16 apresentações teatrais da peça teatral "Cinelândia Noir", com classificação indicativa para 14 anos, em 2 temporadas, garantindo acessibilidade e diversidade de público.-Proporcionar ao público uma dramaturgia rica e nostálgica, inspirada pela estética do cinema Noir, em três histórias que se fundem e se complementam, tendo como pano de fundo as belas paisagens do Centro da Cidade do Rio de Janeiro.-Tornar o teatro acessível para a população menos favorecida, com preços populares na primeira temporada.-Promover as belezas do Centro da cidade do Rio de Janeiro, com imagens e textos abordados na peça.-Impactar positivamente a economia dos locais de apresentação com a presença dos espectadores nas regiões dos teatros. -Realizar dois ensaios abertos gratuitos para alunos e professores de escolas públicas como forma de democratização de acesso.-Realizar quatro palestras gratuitas com a atriz Elizabeth Savala sobre seus 45 anos de carreira e o ofício do ator/atriz, com mediação da Leoninna. -Fomentar o gosto pelas artes cênicas e valorização da arte em geral.
A necessidade de Incentivo a Projetos Culturais para financiar o projeto "Cinelândia Noir", respaldada pela Lei 8313/91, é importante para viabilizar a realização e o alcance dos objetivos culturais propostos. Este projeto, estrelado pela renomada atriz Elizabeth Savala, marca seu retorno aos palcos cariocas após mais de uma década, em comemoração aos seus 45 anos de carreira. Com uma temporada de dois meses, a peça valoriza a rica história e arquitetura da região da Cinelândia. Em sintonia com o movimento estético do Cinema Noir, a direção da peça, sob a égide de um estilo que podemos chamar de "Neo-Noir Carioca", mergulha na atmosfera nostálgica dos anos 40 e 50, tecendo paralelos fascinantes entre a arquitetura icônica do Centro histórico do Rio de Janeiro e as paisagens urbanas características dos filmes Noir. Inspirando-se em diretores como Fritz Lang e Billy Wilder, com seu jogos de luzes e sombras marcantes, a encenação busca levar para o palco não apenas a estética visual, mas também a essência emocional dessas obras cinematográficas. Esta abordagem estética não se limita apenas às referências cinematográficas; ela se estende à própria cidade do Rio de Janeiro, onde o Centro, que mescla edificações modernas com prédios e casarões antigos, se torna um personagem por direito próprio. É essa relação simbiótica entre o ambiente urbano e a narrativa teatral que dá vida à peça, enriquecendo-a com camadas de significado e profundidade que ecoam além das paredes do teatro. Ao trazer para os palcos essa fusão entre o Cinema Noir e a identidade urbana do Rio de Janeiro, "Cinelândia Noir" não apenas enriquece o panorama cultural local, mas também se insere em um legado global de adaptações teatrais inspiradas no gênero Noir. Nomes como Robert Wilson, com sua abordagem visualmente arrojada, e o grupo britânico Punchdrunk, conhecido por suas experiências imersivas, servem como referências para esta produção, que busca transcender os limites tradicionais do teatro e proporcionar uma experiência sensorial única para o público. O espetáculo se concretiza em três histórias que se interconectam e se complementam sob o gênero teatral da comédia, que, importante frisar, desempenha um papel essencial na cultura e na sociedade. A comédia, com sua capacidade de provocar riso e refletir sobre as vicissitudes da condição humana, oferece uma perspectiva única sobre temas complexos e cotidianos, muitas vezes suavizando críticas sociais e culturais através do humor. Através de situações engraçadas e diálogos espirituosos, o espetáculo proporciona ao público entretenimento e oportunidade de reflexão leve e acessível sobre as incongruências da vida. Além disso, a comédia tem o poder de criar uma conexão emocional imediata com o público, promovendo um ambiente de descontração e abertura para novas ideias. "Cinelândia Noir", ao integrar o humor ao ambiente do Cinema Noir e à cultura carioca, permite uma exploração lúdica e inovadora dos temas centrais, ao mesmo tempo que resgata e atualiza as tradições do gênero. Esta abordagem celebra a riqueza cultural da região, além de reforçar a função do teatro como um espaço para o riso e a reflexão, tornando rica a experiência cultural. Na direção e concepção do espetáculo, Thiago Picchi traz a fusão de elementos do Cinema Noir com a cultura do Rio de Janeiro para todas as áreas artísticas da criação: como interpretação, cenário, figurino, projeções, trilha sonora e iluminação evocando o suspense e os contrastes da cidade. Além disso, a realização da peça "Cinelândia Noir" permite alcançar objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, como a democratização do acesso à cultura, o estímulo à produção cultural regional e o fortalecimento do cenário artístico local. Ao proporcionar ao público uma imersão na cultura teatral e nas referências visuais e narrativas do Rio de Janeiro, a peça contribui para o desenvolvimento social, econômico e cultural da região. Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura desempenha um papel fundamental ao apoiar projetos culturais como "Cinelandia Noir", garantindo a realização de iniciativas que valorizam a identidade cultural e promovem o acesso à arte e à cultura de forma ampla e democrática. Sonhamos em deixar um legado que valorize não só um estilo de fazer cinema que marcou época e que ainda influencia gerações, mas também a diversidade e riqueza cultural do Centro do Rio, e a capacidade transformadora que o teatro tem de contar histórias que ecoam para além das cortinas, inspirando reflexões e memórias que perduram. Um legado que exalte nossos artistas, como a grande atriz Elizabeth Savala, e o autor e diretor Thiago Picchi com seu texto que não apenas cativem o público, mas também o inspire a explorar os limites da imaginação e da narrativa ficcional, alimentando assim o amor pela arte e pela criatividade.
O projeto "Cinelândia Noir" adotará a seguinte ação de CONTRAPARTIDA SOCIAL, conforme previsto no inciso II do §2º do artigo 30 da IN 01/2023: Dois ensaios abertos gratuitos ao público. Quatro palestras de uma hora de duração, ao final de quatro dos espetáculos sobre o ofício do ator e do artista no século XXI, ministrada pela atriz Elizabeth Savala, para o público em geral, estudantes de teatro, professores e interessados no assunto.
2 temporadas de 16 apresentações da peça teatral "Cinelândia Noir", protagonizada pela atriz Elizabeth Savala. Total de apresentações: 16. Duração do espetáculo: Uma hora e dez minutos. Classificação: 14 anos. Gênero: Comédia Número de atores: 5 Número de músicos: 2, um saxofonista e um baixista. Tempo estimado para montagem de cenário e checagem da luz: Uma hora antes do espetáculo. Tempo estimado para desmontagem: Uma hora depois do espetáculo.
Para o espetáculo "Cinelândia Noir” será garantida a acessibilidade com base nas diretrizes estabelecidas e serão implementadas as seguintes medidas: -Aspecto Arquitetônico: A lei determina que sejam implementados recursos de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de permitir o acesso aos locais onde ocorrerão as atividades culturais, bem como a espaços acessórios, como banheiros e espaços de circulação. Para tanto, os teatros que serão contratados serão espaços que garantam o cumprimento dessas medidas acessíveis para pessoas com deficiência física, idosas e gestantes. -Aspecto Comunicacional: No que se refere à garantia de acessibilidade para as deficiências intelectual, auditiva e visual, serão contratados intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e profissional de audiodescrição para proporcionar a tradução e interpretação das apresentações teatrais. Disponibilizaremos intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o entendimento do espetáculo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva e profissional de audiodescrição para atender pessoas cegas ou com deficiência visual em 4 das 16 sessões do espetáculo. Serão locados também os equipamentos necessários para permitir que as pessoas com deficiência visual possam desfrutar plenamente do espetáculo por meio da descrição detalhada dos elementos visuais presentes em cena. Serão disponibilizados, também, protetores auditivos para conforto sensorial para pessoas neurodivergentes. Para garantir a adequada implementação das medidas de acessibilidade, o projeto contará com um Coordenador de Acessibilidade, que será responsável por coordenar as ações de acessibilidade, preparar a equipe para promover um ambiente inclusivo e respeitoso e assegurar que todas as medidas sejam efetivamente aplicadas. No que se refere ao acesso de pessoas cegas ou com deficiência visual ao conteúdo do texto do projeto de artes cênicas, será disponibilizada uma resenha simplificada e impressa em sistema braille, garantindo que o público interessado possa estar ciente e usufrua do projeto como um todo.
O projeto é com acesos gratuito e o “Cinelândia Noir”está comprometido com a democratização de acesso de maneira ampla, pautando-se nas instruções normativas do Ministério da Cultura, visando a garantia de que a experiência teatral seja acessível a todos os públicos. 10% dos ingressos distribuídos entre os patrocinadores como reconhecimento, proporcional ao investimento efetuado por cada um deles. 10% dos ingressos para divulgação do evento, conforme legislação. Realização de 02 ensaios abertos gratuitos para alunos e professores de escolas públicas. Realização de 04 palestras gratuitas com a atriz Elizabeth Savalla, renomada atriz brasileira e protagonista do espetáculo.
ADRIANE FARAH FUNÇÃO: COORDENADORA PEDAGÓGICA DE ACESSIBILIDADE Possui graduação em Letras pela UFRJ, especialização e mestrado em Língua Portuguesa/Letras pela UERJ. É professora da educação básica do Colégio Pedro II (CPII). Atualmente, desempenha a função de chefe do Napne do Campus São Cristóvão II (CSCII), do CPII pela segunda vez. Atuou como Diretora Pedagógica do CSCII (Anos Finais do Ensino Fundamental). É especialista pela UFC em Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado (AEE). Possui experiência como professora, desde a Educação Infantil até a Pós-graduação. Também atuou como Diretora Geral do Campus São Cristóvão I. Lá também atuou como coordenadora de Língua Portuguesa e Orientadora pedagógica de 3a série. Como professora convidada, lecionou na Graduação em Letras da UERJ e na especialização em Língua Portuguesa. Coordenou projetos de alfabetização e assessorou escolas da 3a CRE, da SME. Iniciou a carreira como professora de Anos Iniciais da Rede Municipal de Educação. LAURA MOLLICA (MOLLICA ROSA FILMES LTDA) FUNÇÃO: PROPONENTE E COORDENADORA GERAL Laura Mollica é atriz, roteirista, editora e idealizadora do LM Produções, na área audiovisual e cênica. Roteirizou e editou programas pro GNT, Canal Brasil, Arte1, Futura. Concorreu Com Outras 800 Iniciativas Para O Edital Shell Iniciativa Jovem, Sendo Um Dos 67 Negócios De Impacto Social Que Receberam O Selo Empreendimento Sustentável Após Um Ano De Mentoria. Em 2021 Foi Um Das Selecionadas No Edital Foca-Rj 1, Com O Projeto Limbo. Em 2022 Foi Uma Das Selecionadas No Edital Municipal Em Cena-Rj Com O Projeto Limbo. Ainda Em 2021 Foi Selecionada Em 2022 No Edital Rua Cultural. E Em 2022 Realizou Recentemente O Projeto Una No Turano. THIAGO PICCHI FUNÇÃO: DRAMATURGO E DIREÇÃO Thiago Picchi é um autor, dramaturgo e diretor que se destacou no cenário literário e teatral brasileiro desde o início dos anos 2000. Com uma carreira multifacetada, ele atua também como roteirista e preparador de elenco, demonstrando versatilidade em diversas áreas artísticas. Em 2024 escreveu e dirigiu a peça teatral “A mulher estátua”. Em 2021, lançou o curta-metragem Sorria, pelo qual recebeu o Prêmio Respirarte da Funarte. Além disso, publicou o livro Pescoço e é autor de várias outras obras literárias, como Neste Livro Cabe uma Baleia (2016) e A Arte de Salvar um Casamento (2014), que figurou entre os mais vendidos na Livraria Travessa. Na direção e roteiro, Picchi esteve à frente do espetaculo teatral infantil Tá Certo ou Não Tá? (2015 até 2024) e também os filmes O Papagaio (2005) e Leilao (2017). No teatro, dirigiu peças como Cinelândia Noir (2019), Que Tiro Foi Esse? (2018) e Suely Apaixonada (2006). Em 2013, foi laureado com o 5º Prêmio Paulo Henriques Britto de prosa pelo conto Sorria. Além de sua produção artística, atuou como preparador de elenco em diversas produções da Globo, incluindo Quanto Mais Vida Melhor (2021) e Filhas de Eva (2020). Thiago Picchi também tem experiência como músico profissional e como ator, tendo participado de várias novelas e peças de teatro ao longo dos anos. Sua versatilidade e inovação o tornam um dos autores mais instigantes da cena cultural brasileira contemporânea. PERY DE CANTI FUNÇÃO: PRODUTOR EXECUTIVO Gestor Cultural; Consultoria de Projetos; Professor de Sociologia; Cineasta (STIC); Produtor Executivo; agente captador; especialista em projetos, leis de incentivos, editais. Autor dos projetos “Cultura na Tela”, “Montagem de Projetos”, - ambos Lei Aldir Blanc I, “Nenhum Aluno a Menos”, alguns pela SECEC/RJ, Lei ICMS/RJ, e Lei Rouanet; Selecionado nos editais da Eletrobrás/Lei Rouanet, Light Lei ICMS/RJ, Municipal em Cena Edital/FTM/SECEC/RJ, todos esses em 2022 e Edital Rua Cultural em 2021 pela SECEC/RJ. ELISABETH SAVALLA FUNÇÃO: ATRIZ Elizabeth Savala Casquel (São Paulo, 23 de novembro de 1954)[2] é uma atriz brasileira.[3]Conhecida por interpretar papéis ecléticos de uma grande variedade de gêneros televisivos, ela é reconhecida como uma das atrizes mais prolíficas das décadas de 1980 e 1990 no Brasil. Ao longo de sua carreira de mais de quatro décadas, Savalla recebeu vários prêmios, incluindo dois Prêmios APCA, um Troféu Imprensa, e um Prêmio Extra, além ter recebido indicações para quatro Prêmios Qualidade Brasil. Nascida e criada em São Paulo, Savalla estudou na renomada Escola de Arte Dramática da USP, onde decidiu seguir atuando. Iniciou sua carreira profissional atuando em peças de teatro populares, onde ela pensava em se estabelecer sem atuar frente às telas.[4] Mas, enquanto ainda estudava, foi convidada a realizar testes para a televisão e chamou atenção por seu talento. Estreou em 1974 no teleatro A Casa Fechada (1974), na TV Cultura. No ano seguinte despontou como a jovem rebelde Malvina em Gabriela, na TV Globo. Desde então passou a protagonizar diversas outras produções, alcançando o sucesso como a taxista Lili em O Astro (1977), pela qual ganhou uma enorme popularidade.[4] Ao longo de sua extensa carreira na televisão, interpretou vários tipos de personagens, de mocinhas românticas e contemporâneas, a vilãs elegantes e sedutoras. Elizabeth também é presença constante nas tramas do novelista Walcyr Carrasco, de quem é amiga. Em suas novelas sempre está interpretando personagens de destaque, com o teor cômico.[5]Elizabeth também é empresária. É sócia e diretora na empresa que herdou de seu pai, a Gráfica e Editora Brogotá, que atua na fabricação de bulas e cartuchos para as indústrias farmacêuticas. Durante anos foi vencedora do Prêmio Sindusfarma de Qualidade na categoria de bulas.[6]
PROJETO ARQUIVADO.