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PRONAC 2414706Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

V Festival A Cidade CRIA Cenário de Cidadania

CRIA CENTRO DE REFERENCIA INTEGRAL DE ADOLESCENTES
Solicitado
R$ 597,0 mil
Aprovado
R$ 597,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-04-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O Objetivo deste projeto é realizar o V Festival a Cidade Cria Cenários de Cidadania _ CRIA 30 anos+ 1 em Salvador incentivando a formação de uma rede de pessoas produtoras de arte e cultura, a partir da metodologia da arte educação,impulsionado pelo lema: A BELEZA DA ARTE QUE NOS CRIA!.

Sinopse

TEXTO DO ESPETÁCULO A arte do CRIA é centrada nos meninos, meninas e menines, em suas histórias de vida, suas experiências, buscas e desejos. Através de uma metodologia propositiva, propõe formações de conteúdos transversais e marcados pelas interseccionalidades contextuais de cada experiência, perfazendo o conjunto de expressões transformadas em jogos teatrais e improvisações. GRUPO IYA DE ERÊ ESPETÁCULO: “QUEM ME ENSINOU A NADAR?” Classificação: Livre · A formação e o histórico do grupo O grupo IYá de Erê, foi formado em 2008 a partir do olhar do CRIA sobre o território do Pelourinho- Centro Antigo e a vulnerabilidade que crianças e adolescentes que transitavam por este espaço eram cotidianamente expostos. Nesse contexto e na efervescência do debate sobre a proteção às infâncias, emergiu a necessidade de visibilizar o fenômeno do tráfico de pessoas em suas diferentes dimensões. Ao longo de 16 anos, este espetáculo vem sendo remontado a partir das vivências dos novos jovens atores participantes do Programa de Educação do CRIA, sendo uma arte viva e itinerante. · A Sinópse O espetáculo fala de uma história que se passa no Pelourinho, onde mulheres guerreiras fiam um destino que começou há muitos anos, em uma época em que os negros tornaram- se malungos (irmãos) no navio negreiro, chegando aqui para trabalhar na construção da cidade. A narrativa traça a luta do dia a dia das mães que criam seus filhos com imensa dificuldade e na brincadeira dos meninos e meninas que inventam mundos. · Ficha técnica Direção: Jedjane Mirtes Assistente de Direção: Gutemberg da Hora Dramaturgia: Jedjane Mirtes e Maria Eugênia Milet Coreografia: Jedjane Mirtes Experimentação Corporal: Gabriel Santos e Ítalo Silva Monitoria Musical: Ianei Sacra Cenário: Vânia Medeiros Figurino: Vânia Medeiros e Cássio Caiazzo Tecidos: Goya Lopes Colaboração Poética: Robson Poeta Du Rap Colaboração Musical: João Meirelles e Agatha Silva GRUPO CHAME GENTE ESPETÁCULO: “ATÉ QUANDO?”. Classificação: Livre · A formação e o histórico do grupo O grupo Chame Gente surgiu em 2012 com a proposta de refletir sobre as violências sofridas pela juventude negra na cidade de Salvador. A ideia é revelar na cena o genocídio da juventude negra, a marginalização da cor preta, a negação do direito de ir e vir desta juventude pela cidade e a impunidade instaurada na teia social. Com jovens atores majoritariamente negros, o CRIA tem em sua metodologia artística perspectivas afrocentradas, garantindo coesão crítica ao debate sobre o enfrentamento as estruturas racistas, apresentando, portanto um espetáculo visibiliza e denuncia essa grave violação com vistas à transformação. · A Sinópse Por mais que tentem nos silenciar, nossos mortos têm voz! O espetáculo fala do assassinato em massa da juventude negra, levantando questões e desejos de uma parte da sociedade que hoje vive entre os sonhos e o medo. Até quando? · Ficha técnica Direção: Jedjane Mirtes, Assistente de Direção: Natan Silva, Preparação Vocal: Yuri Chocoshow, Dramaturgia: Carla Lopes, Coreografia: Núbia Ferreira, Preparação Corporal: Núbia Ferreira e Rebeca Souza, Figurino: Cássio Caiazzo, Cenário: Deilton José. GRUPO INCLASSIFICÁVEIS ESPETÁCULO: “QUEM DISSE?” Classificação: Livre · A formação e o histórico do grupo O grupo Inclassificáveis nasce em 2018 com a missão de discutir a questão da diversidade, do direito de ser, amar e professar sua fé sem que isto seja o motivo de exclusão e descriminação. · A Sinópse O experimento cênico “Quem disse?” traz para cena questões sobre identidade, diferença e respeito de forma descontraída e reflexiva, questionando os padrões sociais que são impostos. Busca o reconhecimento das diferenças presentes, reflete identidades como uma construção. Um processo de produção é instável e inacabado. E quem disse que não pode ser diferente?! · Ficha Técnica (Ano 2019) Direção: Fernanda Silva, Dramaturgia: Jedjane Mirtes e Fernanda Silva, Direção Musical: Ronald Vaz e Fernanda Silva, Preparação Corporal e Coreografias: Fernanda Silva, Caique Biel e grupo Inclassificáveis, Cenário e Figurino: Thiago Romero

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O Objetivo deste projeto é realizar o V Festival a Cidade Cria Cenários de Cidadania _ CRIA 30 anos+ 1 em Salvador incentivando a formação de uma rede de pessoas produtoras de arte e cultura, a partir da metodologia da arte educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Estimular a dinamização de espaços culturais do Centro Histórico de Salvador e 20 comunidades. 2. Ampliação do debate sobre o racismo estrutural, com ênfase no racismo religioso; 3. Favorecer espaços de rodas de conversas e oficinas de multilinguagens, a partir das intervenções artísticas, educativas e culturais utilizando as temáticas focos de atuação do CRIA, a saber, a) enfrentamento ao racismo e ao extermínio da juventude negra, cultura de paz com foco no bem viver das juventudes e na mediação de conflito, enfrentamento ao capacitismo, LGBTfobia e TRANSfobia, identidade e pertencimento cultural, auto organização comunitária, participação cidadã e superação das violências.

Justificativa

A realização deste projeto é favorecida pela experiência e metodologia que o CRIA, que durante seus mais de 30 anos vem aprimorando em sua atuação junto ao público prioritário, a saber, adolescentes e jovens. Mais de 70 mil pessoas já foram tocadas direta e indiretamente pela atuação da instituição, que alcançou uma média de 25 municípios do estado, além de ter presente em suas proposições ações de intercâmbio, incidência e residência artística cultural com projeção nacional e internacional. Não podemos deixar de mencionar que a sede da instituição está localizada no Centro Histórico de Salvador, mais precisamente no bairro do Pelourinho que desde a década de 1990, tornou-se uma espécie de centro de cultura mercantilizada e com forte incentivo dos movimentos sociais e organizações da sociedade civil, entre elas o CRIA. Tem em média 5.985 habitantes, cuja permanência têm sido historicamente marcada por muita resistência, uma vez que a partir da década de 90, com o processo de reestruturação do Centro Histórico, o que esta população experimentou foi um movimento de higienização social, com grande reflexo em processos de desapropriação dos moradores. Esse cenário empurrou a população das principais ruas do bairro para áreas da margem do território, uma vez que os imóveis tiveram suas funções de habitação substituídas para estruturas de turismo, estacionamentos, hotéis, pousadas e comércios. Todo esse processo foi marcado por grandes violações de direitos que ficaram registradas no Relatório Direito a Moradia realizado pela Relatoria dos Direitos Humanos, realizada em 2004. Há no Pelourinho, e nas comunidades de seu entorno, uma diversidade de culturas e expressões pouco valorizadas e/ou empoderadas, uma vez que tais expressões não são reconhecidas e visibilizadas no tecido midiático da cidade. Outro elemento que adiciona complexidades importantes no olhar da realidade deste bairro é que o mesmo é um dos principais pontos turísticos da cidade, o que impõe a esse lugar uma identidade mercantilizada pela passagem dos turistas e, portanto, na produção de consumo que muitas vezes extrapola as relações comerciais, a relações de vulnerabilização da população local, em especial de crianças e adolescentes. Cumpre registrar que apesar dessa peculiaridade no que diz respeito à representação social deste lugar, como um ponto de passagem de pessoas de todo o mundo, o bairro resiste em sua característica residencial e comunitária, sendo possível reconhecer espaços públicos diversos como escolas, a saber Escola Municipal João Lino e Escola Estadual Azevedo Fernandes, Teatro Sesc SENAC, Sociedade Protetora dos Desvalidos, Museu Afro Brasileiro, Olodum, Didá, Filhos de Gandhy, praças públicas, como Praça Pedro Arcanjo, Praça Tereza Batista, Casa Jorge Amado, museus, centros de cultura, praças de valor estético e histórico, museus e igrejas. O Pelourinho abriga também um vasto número de organizações da sociedade civil envolvidas com arte-educação focada no público infantil e adolescente, que possuem demanda aberta prioritariamente para quem vive no local, mas também acolhe crianças, adolescentes e jovens em condições de vulnerabilidade de outros bairros periféricos de Salvador. Não à toa, o CRIA têm em sua história jovens de mais de 80 bairros de Salvador e Região Metropolitana, além de outros municípios do Estado. A experiência acumulada da atuação nesses locais permite inferir que há uma rede engendrada de problemas sociais, entre eles o racismo, LGBTfobia e extermínio da população negra. Nesse ínterim, as manifestações históricas culturais e artísticas e o pertencimento territorial são engolidos pelas múltiplas expressões da violência. Há uma enorme contradição gerada por movimentos desiguais que forçosamente inviabilizam o acesso de grande parte da população a cenários de vivências de arte e cultura em suas múltiplas formas, sendo possível inferir também o descrédito em torno da possibilidade de manutenção da vida, a partir de estratégias geradas pela economia criativa, ficando muitas vezes esse lugar na mão da minoria branca, detentores do poder gerado pelo capital. Assim, todo seu processo metodológico de atuação se sustenta em princípios e objetivos previstos na Lei N. 8.313/1991, em seu artigo 1º e incisos I, III e VIII: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ás fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A realização do V Festival de Arte Educação alinha-se diretamente ao que prevê o artigo 3º da Lei nos incisos II e IV: fomento à produção cultural e artística (com realização de festivais de arte e espetáculos) e estímulo ao conhecimento dos bens culturais, mediante distribuição gratuita e publica de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Este projeto, mais do que comemorar os mais de 30 anos da instituição, apresenta a possibilidade de interação da juventude do centro e adjacências a múltiplas expressões artísticas, engendradas por um fazer metodológico voltado à provocação nas pessoas de atitudes transformadoras de si e da sociedade em que vivem de forma coletiva e comunitária. Desde sua gênese, há no fazer do CRIA o incentivo a grupos culturais artísticos das comunidades com as quais atua, não sendo contrário, portanto que esta proposta se construa nessa base, com foco na valorização do patrimônio material e imaterial, da salvaguarda dos espaços históricos culturais, do fortalecimento da identidade negra e do livre exercício da expressão cultural. Assim, o V Festival de Arte Educação propõe de forma sistemática e organizada, transversalizar cenários de produção artística, em especial no Pelourinho, articulando com as diversas organizações e instituições presentes, produzindo em rede acesso a bens culturais, a expressões artísticas em suas múltiplas linguagens, encorajado pela promoção do acesso a atividades de sensibilização, criação e expressão cultural profundamente arraigadas na cultura popular baiana e dos valores por ela manifestos: diversidade, alegria, respeito intergeracional, criatividade e resistência.

Estratégia de execução

PLANO DE COMUNICACAO: Estratégia de divulgação: Online● Site Oficial do CRIA ○ Página com programação detalhada, informações sobre convidados, locais, inscrições para oficinas, e histórias sobre o impacto social do CRIA. ● Redes Sociais ○ Instagram e Facebook: postagens com vídeos curtos, teasers sobre os artistas convidados, bastidores do festival e depoimentos de participantes. ○ YouTube: Transmissão ao vivo de alguns eventos, como espetáculos, rodas de conversa e a premiação. ○ Newsletter: Envio de newsletters para a base de contatos do CRIA e parceiros, contendo atualizações do festival e programação. Offline ● Material Gráfico: Cartazes, flyers e folders distribuídos em escolas, centros culturais, praças e outros espaços. Os materiais destacarão a programação e o conceito do festival. ● Relações Públicas: Coletivas de imprensa, convites a jornalistas e influenciadores culturais para cobertura do evento. Parcerias com rádios locais para spots publicitários. ● Mídia Tradicional: Inserções em jornais impressos, rádios comunitárias e programas de televisão com foco em cultura e educação. Estratégias de Divulgação- Pré-Evento (Abril - Maio 2025)● Criação de Identidade Visual: Desenvolvimento de um logotipo, paleta de cores e materiais gráficos que reflitam o tema "A beleza da arte que nos cria! ● Lançamento da Identidade Visual: Divulgar nas redes sociais e site oficial a nova identidade visual do festival, com postagens chamando a atenção para o conceito e a programação. ● Teasers e Contagem Regressiva: Criação de pequenos vídeos e publicações em contagem regressiva para aumentar o suspense e gerar curiosidade sobre os dias do festival. ● Parcerias com Influenciadores Digitais: Engajar influenciadores da área cultural, educacional e comunitária para amplificar a mensagem e o alcance do evento entre os jovens. ● Lançamento Oficial: Anúncio da programação e abertura das inscrições para oficinas e rodas de conversa. - Durante o Evento (28 a 31 de Maio de 2025) Cobertura ao Vivo: Lives no Instagram, Facebook e YouTube com trechos dos espetáculos, rodas de conversa e entrevistas com os participantes. Uso de stories no Instagram para atualizações em tempo real. Cobertura da Premiação: Divulgar amplamente os vencedores do 1º Prêmio de Arte e Educação Maria Eugênia Millet, destacando sua importância para a cena artística e educacional. Conteúdo Interativo: Postagens durante o evento incentivando o público a compartilhar suas experiências nas redes sociais com hashtags exclusivas do festival (#FestivalCRIA30+1, #ArteQueNosCria). - Pós-Evento (Junho 2025) Publicação de Resultados: Compartilhamento de vídeos e fotos dos melhores momentos do festival. Relatos e depoimentos de participantes e homenageados. Relatório de Impacto: Apresentação de dados e depoimentos sobre os resultados do festival, direcionado a patrocinadores, parceiros e a mídia.

Especificação técnica

USO DO ESPAÇO GRUPO IYA DE ERÊ- ESPETÁCULO: “QUEM ME ENSINOU A NADAR?” Tempo Espetáculo: Recursos técnicos, cenográficos, de iluminação, trilha sonora, figurino e caracterização. o Cenografia § 03 caixas de madeira de rodinha que se descola em cena. § 01 Biombo dando a ideia de uma casa § 01 repique § 01 dobrado de dois § 01 fundo § 02 atabaques § 20 pares de baquetas § 01 pandeiro § 01 berimbau § 01 carron § Iluminação § Considerando a proposta do projeto em apresentações nos terreiros a iluminação será luz ambiente. § Trilha sonora § A trilha do espetáculo é composta de músicas de domínio popular e de autoria dos jovens atores criada e produzidas no processo de remontagem do espetáculo § Figurino e caracterização. § Roupas básicas azul composta de short e blusa § Adereços com Tecidos de Goya Lopes Caracterização. § Saias longas caracterizando fiandeiras do destino § 01 terno branco caracterizando Mestre de Samba § 02 vestidos longos brancos caracterizando as Iemanjás § 03 vestidos, lenços de cabeça, avental caracterizando as mães § Roupas do cotidiano dos jovens (vestidos, blusas, calça, shorte) § Ideia e a metodologia a ser empregada para seu desenvolvimento Tendo em vista que este espetáculo será uma remontagem a ideia poderá ser reconstruída com novos elementos no processo criativo da peça GRUPO CHAME GENTE- ESPETÁCULO: “QUEM DISSE?” Tempo Espetáculo: Recursos técnicos, cenográficos, de iluminação, trilha sonora, figurino e caracterização. § Cenográficos, § 03 biombos grandes com grafites que representa a cena urbano de hoje e a do passado escravocrata § 02 bancos de praça 01 alfaya § 01 atabaque § 01 zabuma § 01 triângulo § Câmera de filmar 01 microfone § 01 megafone § Iluminação, Considerando a proposta do projeto em apresentações nos terreiros a iluminação será luz ambiente. § Trilha sonora § A trilha do espetáculo é composta de músicas de domínio popular e de autoria dos jovens atores criada e produzidas no processo de remontagem do espetáculo. § Figurino § Macacões coloridos Caracterização. § 01 saia longa preta, blusa preta e tosso caracterizando a mãe § 01 calça de coton preta caracterizando o filho § 10 Batas coloridas caracterizando heróis e heroínas negras § 01 bolo de caixa de papelão não caracterizando o não aniversário da juventude negra § 01 sapato de salto alto caracterizando a madame § 01 blaser caracterizando a repórter § Ideia e a metodologia a ser empregada para seu desenvolvimento Tendo em vista que este espetáculo será uma remontagem a idéia poderá ser reconstruída com novos elementos no processo criativo da peça GRUPO INCLASSIFICÁVEIS- ESPETÁCULO: “QUEM DISSE?” Tempo Espetáculo: Recursos técnicos, cenográficos, de iluminação, trilha sonora, figurino e caracterização. § Cenográficos: § 01biombos grandes § 01 banco § 01 cajon § Iluminação- Luz natural, devido a localidade em que os espetáculos irão acontecer § Trilha sonora- A musicalidade do espetáculo é feita a partir de canções de domínio público, juntamente com composições do elenco. Instrumentos musicais são utilizados em cena, assim como sons produzidos por objetos de cena e percussão corporal. § Figurino- O figurino foi criado pelo artista Thiago Romero, inspirado na coleção Yasuke de 2016 do Lab fantasma. Os figurinos são 18 peças distintas como vestido, calça, saias, bermudas, entre outros que mesmo tendo uma unidade, cada peça tem um modelo, um desenho diferente do outro. O que mantém a unidade das peças são as cores, inspiradas nas divindades Exu, Iansã e Xangô, preto, vermelho e branco. Segundo o figurinista, os orixás sempre o direcionam na construção de um trabalho e a escolha dessas entidades na construção do figurino dessa montagem se deu por conta da própria encenação, que fala de construção de subjetividades, identidade, relações raciais, de gênero e sexualidade. Por serem orixás que apontam para outras percepções de visão, a escolha foi uma afirmação do discurso estético do espetáculo. São utilizados também 18 pares de tênis preto. Caracterização – Não se aplica § Idéia e a metodologia a ser empregada para seu desenvolvimento Tendo em vista que este espetáculo será uma remontagem, a ideia poderá ser reconstruída com novos elementos no processo criativo da peça.

Acessibilidade

Os desafios e a preocupação de pensar inclusão e acessibilidade acessam a esse projeto em medidas que consideramos importantes. Em todo o percurso da realização de todas as ações serão designadas responsáveis cujo foco será vislumbrar possibilidades múltiplas de acessibilidade ao público. Exemplificamos o uso de estratégias de acessibilidade comunicacional e atitudinal, atenção aos aspectos de infraestrutura para acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida e uma formação em Direitos Humanos que legitima e fundamenta uma prática garantidora de direitos sociais e culturais. Cumpre registrar que pela sede do CRIA estar sediada em um casarão do Centro Histórico, as inovações correspondentes a acessibilidade arquitetônica, precisam dialogar diretamente com o permitido pelo IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia. Ainda assim, atualmente o CRIA conta com os serviços voluntários de uma arquiteta, que tem estado imbuída em pensar projetos nesse aspecto, já sendo possível aplicar para este projeto ajustes diários e processuais, como a instalação de corrimão de apoio, piso tátil e adequação do portão de entrada e dos banheiros, com instalação de barras de apoio. As ações a serem realizadas em espaços fora da sede em Salvador, priorizarão espaços públicos de fácil acesso e com garantias de acessibilidade, sendo adequadas e inseridas estratégias de acessibilidade para além do aspecto arquitetônico. As estratégias de divulgação contarão com estratégias múltiplas de linguagem e comunicação para alcance equânime do público, frente às particularidades de cada pessoa. Importante frisar que o uso das redes sociais têm sido um importante aliado para o alcance do público do CRIA, sendo a plataforma do Instagram uma fonte direta desse contato rápido e fluído, assim, toda produção de imagem e vídeos serão apresentadas com legendas descritivas e audiodescrição, ampliando assim ações de acessibilidade digital. A utilização da audiodescrição também será uma prática a ser fortalecida nos espaços que envolvem rodas de conversas e oficinas. As circulações dos espetáculos abertas ao público maior contarão com a presença de profissionais de tradução simultânea de libras. Todas as atividades serão gratuitas, bem como a realização de todas as ações que envolvem circulação de espetáculos, serão realizadas em locais preferencialmente públicos e/ou na sede do CRIA, e estratégicos do ponto de vista de alcance, segurança e possibilidade de acesso.

Democratização do acesso

Para garantir a democratização do acesso no tange as suas atividades o CRIA irá: - Desenvolver atividades para o público jovem de comunidades periféricas da cidade de Salvador; - Oferecer transporte para o público direto (jovens atores do CRIA) participarem das atividades, bem como garantir transporte nas ações de intercâmbio, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; - Disponibilizar nos canais de comunicação da organização, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, utilizando medidas de acessibilidade como audiodescrição, legendas descritivas e libras; - Realizar gratuitamente ensaios abertos, oficinas e circulação de espetáculos. - Favorecer a circulação das atividades artísticas, em especial dos espetáculos e oficinas para estudantes da rede pública de ensino;

Ficha técnica

EDJANE MIRTES DE SOUZA - CoordenaçãoGeral Pós-graduada em arte educação pela faculdade Olga Metting ,licenciada em educação física pela faculdade social da Bahia(FSBA), técnica em dança e coreografia pela escola técnica de dança da fundação cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), curso de extensão em produção cultural e eventos pelo centro universitário Jorge Amado, coreógrafa do centro de referência integral do adolescente, instrutora de teatro do instituto João Carlos Paes Mendonça e instituto Aliança, professora do curso profissionalizante de dança afro do projeto Mundo Afro, Rainha do bloco afro Malê Debalê 2014, princesa do Ilê ayê 2006/2014, atriz , poetisa diretora teatral ,coreógrafa dançarina ,empresária, mãe e mulher preta. ROBERTO DE JESUS DOS SANTOS - Produtor Cultural Gestor e produtor cultural, educador social, técnico contábil, graduado em administração, pós graduando em ambientes culturais e cidadania pela UFRB, Coord da Ong Bumbá, entre as principais produções destacam-se: direção de produção dos espetáculos: Mágico Mar, lixo sem fim?; O Encontro das Yabás; Coisa de Viado, Luz forte, Acenda sua Luz...Produção executiva: Festival Alternativo de Pituaçu; Festival tchau; cortejo cênico; IX encontro das tribos jovens (Porto Seguro); Desfile da Casa Maria Filipa; produção de figurino do filme do seriado: Os sonhadores. EUGÊNIO LIMA - Assistente de Produção Arte educador e diretor de teatro, coord geral da ONG Bumbá, assistente de coordenação na CIPÓ Comunicação interativa, bacharelando em artes pela UFBA. Idealizador da polemica peça teratral Coisa de Veado. Uma critica a toda LGBTFóbia presente na sociedade, revelada a partir da cultura e das singularidades do mundo LGBTPQNIA+ ÍCARO OLIVEIRA DE JESUS - Assistente de Produção Ator, produtor cultural, graduado em Comunicação Social com ênfase em publicidade, graduando em produção cultural, coord de produção na ONG Bumbá e produtor do teatro Gamboa. CASSIO VINICIUS DA SILVA - CASSIO CAIAZZO - Ambientação - concepção e realização Artista visual, designer de moda de formação com atuação na área cultural com desenvolvimento de figurinos para diversas linguagens. Descobriu no macramê um caminho para explorar sua potencialidade aplicando design nas criações. BEATRIZ SANTANA - Coordenação de Comunicação Graduanda em Licenciatura em teatro pela Universidade Federal da Bahia, Criadora de conteúdo digital, coordenadora geral o grupo de teatro Novos Arteiros, Arte Educadora do Centro de Referência Integral para adolescentes (CRIA) e professora de Teatro no Centro Cultural Ensaio. Participou enquanto atriz das seguintes produções do grupo de teatro Novos Arteiros: Bairro do sossego(2014/2015), O portal paradoxo dos sonhos(2016/2017) e Tropicália(2018/2019) com direção de William Cardoso e da peça: O cidadão de papel(2017/2018) dirigido por Marcos Oliveira. Fez parte do CRIA(Centro de referência Integral para adolescentes) integrando o grupo Chame Gente, com o espetáculo: Pra lá de Tempo(2015/2016). Participou do coletivo Facção Negra que teve um processo de direção coletiva e no ano de 2019 apresentaram a experimentação: AWÁ - Em processo de arte ancestral. Ainda neste mesmo ano atuou na performance Verticilo dirigida por Hilder e também da Performance: Ilê Aye, Afefe, Omi, Ina - Os cantos da natureza construída em conjunto com Lidiane Souza e Lídia Souza. Em 2020 esteve em cena com o espetáculo: Um Remoto Crepúsculo no Futuro ou Miçangas Cênicas de HD - H(arildo) D(éda), produção em homenagem aos 40 anos da Companhia de Teatro da UFBA e também a partir de um trabalho autoral realizou a performance: E agora pretinha? No ano de 2021 fez parte do elenco do espetáculo: Lenda das Yabás dirigido por Fábio Tavares. EVALDO MACARRÃO - Mestre de Cerimônia 33 anos, ator baiano, nascido em Salvador, teve seu início nas artes cênicas logo cedo, aos 14 anos, quando participou de aulas de teatro em seu bairro de origem, Cosme de Farias, com o grupo comunitário Nova Geração. Em seguida conheceu o Centro de Referência Integral de Adolescentes - CRIA, no Pelourinho, Centro Histórico da capital baiana, organização social que tem como missão, desde 1994, o despertar de sensibilidades por meio da arte educação, voltado para crianças e adolescentes das diversas comunidades de Salvador. Através do trabalho do CRIA foi que Evaldo Macarrão teve sua estreia no teatro profissional, no ano de 2007, com a remontagem do espetáculo “Silêncios Sentidos” e, logo depois, participou da montagem da peça “Quem Me Ensinou a Nadar?”, com o teatro de improvisação coletiva, sob a orientação e direção artística de Carla Lopes e supervisão de Maria Eugênia Milet (2007-2012). Ainda no CRIA, Macarrão teve a oportunidade de identificação para o cinema, sendo um dos atores selecionados para atuar na adaptação cinematográfica do clássico livro de Jorge Amado, “Capitães de Areia”, dirigido por Cecília Amado (2011). Para viver o personagem Pirulito o ator teve a orientação do preparador de elenco e instrutor de dramaturgia, Christian Duurvoort. Após a experiência no cinema, surgiram outras oportunidades no teatro, em outros grupos e espetáculos, tais como: “Usina Conta Zumbi” (2010-2011), com o Grupo Usina de Teatro; “Olorum” (2012), do grupo Narrativas Teatrais e Audiovisuais – NITA; “A Paixão de Cristo”, dirigido por Paulo Dourado (2011-2013); do Bando de Teatro Olodum, atuação no espetáculo “Ó paí ó” (2015); o espetáculo “Barrela”, da obra de Plínio Marcos (2017-2018); e os espetáculos “Compadre de Ogum” e o musical de rua “A Cidade da Bahia é Nossa” dirigido por Edvard Passos (2017- 2018). Além do teatro, outros trabalhos continuaram em produções audiovisuais, como a participação no filme curta metragem “Olho de Boi” (2009), dirigido por Diego Lisboa, e em 2012 no curta-metragem “A Morte de Quincas Berro D’Água”, de Jéfter Duarte. Em 2013 é convidado pela Rede Globo para viver a versão mais jovem do personagem Pajé, interpretado em sua versão original pelo ator Luís Miranda no programa “A Grande Família”. Em 2016 faz uma participação na novela “Velho Chico”. Em 2017, Macarrão participa do filme longa metragem “Tungstênio”, dirigido por Heitor Dhalia com preparação de ator de Francisco Accioly. Em 2018 é convidado para participar de um workshop voltado para o humor pela emissora Rede Globo e, em seguida, passa a integrar o elenco fixo do programa “Zorra”, em 2019 e 2020. Em 2021, Macarrão estreou no novo programa do Multishow, o “Central de Bicos”, interpretando o personagem soteropolitano Escovinha. Em 2022, Séries Netflix: A Sogra que te pariu, "Aloisio", e O Cangaceiro do Futuro, “Frei Menino”, 2022; • Série Multishow - Central de Bicos, 2ª temporada, personagem “Escovinha”; Esquetes para Porta dos Fundos 2022 “Lei da Atração”, 2022 “Julgamento Final”, Bar do Gogó, Humor Negro, ambos em 2023 pelo Multishow, Os Farofeiros 2 – 2023 Globloplay e em 2024 estreou em Drama no grande sucesso da Globo, a novela Renascer. Em breve, o ator poderá ser visto na novela da Globo, No Rancho Fundo. Além de trabalhos no teatro, cinema e televisão, o ator Evaldo Macarrão também é educador multidisciplinar, graduado no curso de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Católica do Salvador (UCSal), atuando também no CRIA e em escolas públicas. Atualmente dirige o Grupo de Teatro Alto Falante, com formação de adolescentes e jovens artistas-multiplicadores culturais. SERGIO RICARDO SANTOS DA SILVA - Mestre de Cerimônia Doutor e Mestre em Educação e Contemporaneidade; Pedagogo; Psicopedagogo; músico; pesquisador do Programa Descolonização e Educação – PRODESE; Cordelista. Articulador de projetos arte educativos a partir da Literatura de Cordel e da música nordestina em vários trabalhos comunitários e salas de aula das escolas. Integrou a equipe do CRIA – Centro de Referência Integral de Adolescentes – como Produtor Cultural, Assistente Artístico Pedagógico, Coordenador de Processos educativos no Núcleo de Poesia e Jovem ator nos espetáculos: Liberdade da Bahia, Quem Descobriu o Amor?, Com Arte Sem Aids e Por que você não vem? Foi Violonista da banda Simples Rap`ortagem. Cordelista com os seguintes livretos lançados: Lima Barreto em caso e verso, A Estória de Grampolândia e seu Rei, Peleja Por que você não vem?, A Peleja das Línguas, Sarno e a tal dita cuja contra Deus e Conselheiro, A mulher de 106 anos que deu um chute na bunda de Lampião, A Pirigospel que repensou sua fé num pagodão, Dengue da Xuxa voltou, mas não para brincar; A Revolta dos Búzios pendurada no Cordel (e mais outros); Período: 2004 a presente data. Recital em diversos locais, como a II Conferência Estadual de Cultura em Feira de Santana, Jornada Literária Sesc em Salvador, Festival Um Milhão de Histórias de Vida de Jovens, em São Paulo; FLIPELO - Festa Literária do Pelourinho (2017 e 2023); Mostra Literária com Dendê, Festa Literária de Santo Antônio de Jesus, Arte da Palavra (todos os três promovidos pelo SESC); Bienal do Livro da Bahia (2016). BIANCA CERQUEIRA DOS SANTOS - Mestre de Cerimônia Arte educadora, atriz e preparadora corporal. Com experiência no trabalho com juventudes em grupos de teatro comunitário. Atua desde 2017 como atriz de destaque no grupo de teatro novos arteiros no território de Marechal Rondon. Atua como pesquisadora popular de contos e mitos africanos. FERNANDA SILVA - Mestre de Cerimônia é Atriz, Percussionista, Produtora Cultural, doutoranda e mestre em Artes Cênicas no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – PPGAC UFBA; Especialista em Arte­Educação Cultura Brasileira e Linguagens Artísticas Contemporâneas pela Escola de Belas Artes da UFBA e Professora Licenciada em Teatro pela Escola de Teatro da UFBA. Iniciou os trabalhos de atriz em 2005 e desde então atuou em mais de 40 produções teatrais e áudio visuais. Atua tambem como apresentadora, mestre de cerimônias e locutora. No campo da docência, lecionou em ongs, escolas e projetos culturais atuando com públicos diversos. ELIENILSON SILVA DOS REIS - Mestre de Cerimônia Arte educador e oficineiro de teatro, atuou como articulador comunitário do campo da arte e cultura no grupo Arteiros , no bairro de marechal , produtor do , Miac , Sertão Brasil , atuou no grupo tribo do teatro , abebe omi e o grupo de clonw , produtor de elenco do filme capitães da areia e trampolim conforte , logo depois professor de teatro no caps nizinga , e trabalhando com arte educador com o mundo dos games e hoje instrutor Educacional das obras sociais irmã Dulce. WASHINGTON JOSÉ DOS SANTOS - Prêmio - Concepção e Confecção Estatueta Prêmio Nasceu em Salvador, é graduado em Artes Plásticas pela UFBA e tem Especialização em História e Cultura Afro-brasileira pela Faculdade Visconde de Cairu. Desde 2002, vem atuando no Brasil e no exterior. Já assinou diversos trabalhos para o agito do verão na Bahia, como pintura do carro alegórico da Festa de Iemanjá (EMTURSA) e de blocos afro do carnaval de Salvador, por exemplo, o “Bloco da Capoeira” e execuções artísticas para o “Cortejo Afro”, além de figurino da Banda “Os My Friends”. Assinou a cenografia para importantes artistas baianos como Carlinhos Brown, no Candhyal Guetho Square, e Tonho Matéria. Durante a pandemia, idealizou e executou a Pintura Mural do Quarto Azul das lives do cantor Alexandre Leão. No exterior, realizou exposições na Noruega e na Alemanha; assistência de curadoria e montagem da exposição sobre os Blocos Afro da Bahia na República Dominicana; conceito artístico para trio elétrico e camisa da Lavagem de Madeleine na França; e identidade visual para o Carnaviena, na Áustria. Em 2024, a convite de Tonho Matéria, volta a assinar a concepção artística das estampas do Bloco da Capoeira e das projeções em led do trio elétrico, que este ano traz como tema “Nas Asas da Tecnologia Africana”. O bloco realizará uma homenagem aos 50 anos do Bloco Afro e ao centenário de morte de Besouro Mangangá. A sua produção artística revela busca e preocupação constante por afirmação e valorização da identidade afrodescendente. É voltada para as linguagens e temáticas tradicionais, propondo a atualização da expressão plástica entre a tradição e a modernidade. Ute Engelke ERICK FERREIRA BARRETO – OGÃ ERICK - Oficineiros (as) Graduado em Educação física, capoeirista com 10 anos de prática, formado pelo grupo ACARBO de Santo Amaro, BA. Músico e diretor do Grupo Samba Nova Geração, diretor musical, percussionista e vocalista do Samba Lailá, músico do Samba Raízes de São Braz, ator e músico do Bando de Teatro Quimera, professor de toques de raízes africanas há 5 anos, ogã alágbê confirmado no Odé Lailá, Babá Ijéna do Odé Tobi, professor do projeto Capoeira nas Escolas. ADAILSON DA PAIXÃO – DAINHO XEQUERÊ - Monitor (a) Dainho Xequerê nascido em 13 de maio de 1988 no quilombo do Cabula onde reside até os dias atuais, Músico, Arte-educador, Contramestre de Capoeira, Tata Xikaringoma, Idealizador da Escola de artes e espaço Cultural Esse é Nosso, maestro da OBA DX Orquestra de Berimbaus Afinados e pai de Mona Kwandala. YURI JOSÉ GONÇALVES DOS SANTOS – YURE CHOCOSHOW - Oficineiros (as) Morador da comunidade do Arenoso conhecido no mundo artístico como Chocoshow Yuri, Músico Multi-instrumentista, educador social, capoeirista, compositor, regente de percussão, fundador e maestro do projeto de percussão (Afrotumtum), Músico da Pracatum, Banda Mametto, Timbaleira Drums de Carlinhos Brown, Banda Olodum entre outros e Maestro em formação da Escola Criativa Olodum. JOSÉ ERICK SIMÕES GONZAGA - Monitor (a) Artista, aderecista e autodidata no macramê. Nascido em Alagoas, terra da renda, desde a infância o artesanato se faz presente... Cresceu em contato com muitas artes manuais que deu a ele know-howpara dominar a técnica do macramê e fazer dela seu ofício. DANIEL FRÓES SOUTO MAIOR - Monitor (a) Nascido em 1980 em Salvador, Daniel Fróes é Bacharel em Cinema e Vídeo (FTC/Salvador), Mestre em Literatura e Cultura (Letras/UFBA) e fez diversos cursos de audiovisual (Roteiro, Direção, Assistência de Direção, Direção de Atores, Crítica Cinematográfica, Direção de Fotografia, Produção e Prestação de Contas) em Salvador, Buenos Aires e Montréal. Iniciou sua vida profissional no audiovisual em 2004 em curtas-metragens e campanha política. A partir daí, teve diversas experiências nas mais diferentes áreas do audiovisual – Assistência de Direção, Edição, Direção, Roteiro, Fotografia e Câmera, Produção e Assistência de Produção, Produção Executiva e Coordenação de Pós-Produção, nos mais diversos tipos de produtos – Vídeos Institucionais, documentários, longas-metragens, curtas-metragens, séries documentais, séries ficcionais, publicidade e desenhos animados. É sócio-Diretor da Ideograma Filmes, empresa que já produziu 2 longas-metragens, diversos vídeos institucionais, curtas e videoclipes, e presta serviço há alguns anos para a Griot Filmes e a Takapy Digital Art, como Roteirista e Assistente de Direção (Auts, Pequenos Narradores, Galera da Praia) e Coordenador de Pós-Produção (Hiperpraia, Cordel da gente, O futuro é ancestral, Tradições Amazônia Atlântica), dentre outros projetos. FÁTIMA FRÓES SOUTO MAIOR - Monitor (a) Mestre em Estado, Governo e Políticas Públicas pela Flacso; Produtora Cultural; Gestão Pública: BNH até 1986, ocupando diversos cargos, entre eles Assessora de Planejamento e Pesquisa, Caixa Eonômica Federal, Fundação Gregório de Mattos, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon; Participando de GT e Comissões do MINC; Sócia Fundadora da Kanema Produções Culturais, realizando programas de formação; Presidenta do CRIA; Participou do Conselho de Cultura do Estado da Bahia; Dirigente da Fundação Pedro Calmon, onde participou de diversas comissões; Secult, tendo presidido comissão de Editais, Integrante do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial; Participa do Conselho da Fundação Hansen Bahia. GUTEMBERG DA HORA - Gerenciamento Redes Sociais Estudante de Jornalismo. Foi jovem ator dinamizador cultural no Grupo Iyá de Erê com Direção de Carla Lopes-2016 a 2018. Assistente de Direção do Grupo de Teatro Alto Falante, Direção de Evaldo Macarrão-2017 a 2021.Atualmente, Assistente de Direção no Grupo Iyá de Erê- Direção Carla Lopes- 2019 a 2021. CAMILO FRÓES – Design Gráfico É ator, produtor, DJ e escritor. Criou, com Vinicio de Oliveira Oliveira, A Outra Companhia de Teatro, como grupo residente do Teatro Vila Velha em 2004, grupo com o qual atuou e produziu diversos espetáculos, entre eles Arlequim - Servidor de Dois Patrões, indicado ao Prêmio Braskem de Teatro como Melhor Espetáculo, e O Contêiner, montagem apresentada na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba. Como autor trabalhou em parceria com O Balé Teatro Castro Alves, com a publicação Sob Rasura, publicou a graphic novel Cidade-Motor e, em parceria com Gordo Neto e Fernanda Paquelet, adaptou o texto de O Alfaceto para a versão digital montada em 2021 durante a pandemia. CASSIO ABEL DOS SANTOS PEREIRA – Cobertura Videográfica Bacharel em Publicidade e Propaganda pela UNIFACS (Universidade Salvador) no ano de 2020, operador de câmera e editor de vídeos pela Brainstorm Academy, piloto de Drone. Enquanto operador de câmera e editor fez trabalhos para marcas como a Betobita, Seda, Brilhante entre outras, bem como trabalhou na produtora Imagine produções e gravou matérias para a TV Feira, uma afiliada da TV Brasil. Atualmente é CEO da Hellow Marketing, uma produtora especializada em criação de conteúdo para plataformas digitais. GUTEMBERG SANTANA DE JESUS – Cobertura Fotográfica Arte educador, poeta, fotógrafo, produtor cultural, operador de luz e Diretor de recitais artístico culturais. Escritor e cordelista, tem no currículo a produção de mais de 20 livretos e folhetos volantes. Idealizador do mosquitinho antiracista. Autor do premiado cordel Lia e Zé. Roteirista e produtor de áudio visual.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.