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PRONAC 2414717Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Bando Teatro Favela - Ninguém Toma Providência

INSTITUTO ENTRE O CEU E A FAVELA PARA ARTE, EDUCACAO E CIDADANIA
Solicitado
R$ 785,7 mil
Aprovado
R$ 785,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-07-01
Término

Resumo

Circulação do espetáculo Niunguém Toma Providência,montagem do Bando Teatro Favela, por 3 regiões do Brasil: Norte, Sudeste e Nordeste.

Sinopse

Com um elenco formado por 6 atores, o espetáculo Ninguém Toma Providência traz a história do Morro da Providência entrelaçada à vida de seus moradores na contemporaneidade. Juntos, eles transitam pelas trajetórias de 7 personagens que são facilmente encontrados não só na Providência, mas em muitos territórios periféricos do Brasil. Os atores narram as belezas e desafios que moradores de favelas enfrentam cotidianamente e desvelam o Brasil profundo, repleto de questões sociais que precisam ser debatidas e combatidas. O fazem com humor e seriedade, abrindo caminhos para que sejam lançados olhares para uma população que precisa ser vista e ouvida de forma humanizada e inclusiva. Apresenta um olhar de dentro pra fora, fortalecendo os saberes e fazeres de territórios marginalizados, em que as vozes periféricas ganham centralidade no discurso.

Objetivos

Geral Promover itercâmbio do Bando Teatro Favela com as artes de outras regiões do Brasil, priorizando levando a história da primeira favela do Brasil, o Morro da Providência, para outros territórios e regiões ao mesmo tempo em que possibilita que outras histórias cheguem às crianças e jovens integrantes do Bando. Específicos - Realizar temporada de 12 apresentações no Rio de Janeiro, com ingressos a preço popular; - Realizar 2 apresentações gratuitas em Marabá (PA), com intercâmbio com outros grupos; - Realizar 2 apresentações gratuitas em Nova Olinda (CE), com intercâmbio com grupos parceiros; - Realizar 2 apresentações gratuitas em São José do Rio Preto (SP), com intercâmbio com grupos parceiros. - Alcançar cerca de 1800 pessoas em todas as temporadas.

Justificativa

O racismo, estrutura política e social que constitui uma das bases para as desigualdades que fundamentam a sociedade brasileira, não isenta as crianças da dinâmica de exclusão. Não é incomum ver olhares e gestos atravessados de adultos pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro, que traduzem o medo que sentem de crianças negras. Soma-se a isto, a infância como uma fase cujos protagonistas são definidos a partir do que pensadores/as chamariam de um "universo adultocêntrico". Ou seja, um olhar para a infância a partir de perspectiva centrada nos ideais de adultos, impossibilitando que crianças tenham agência. Quando se trata de crianças negras faveladas, o que a sociedade está comunicando? Que o lugar de serem vistas é de ameaça. As subjetividades delas vão sendo construídas, desta forma, desde os primeiros anos, sob alicerces que limitam os seus corpos e existências à ideia de marginalidade, violência e pobreza. O Bando de Teatro Favela possibilita que as crianças construam suas próprias narrativas sobre si através do teatro. Conta com instrutores/as negros/as, fortalecendo a representatividade. As montagens de espetáculos são criadas com influências que as crianças trazem, mostrando que suas vozes podem e devem ser escutadas. Levar ao amplo público um espetáculo que traduz o cotidiano de vivências de pessoas moradoras de favelas, invisibilizadas socialmente, é de extrema importância para qualificar debates em inclusão social e desenvolvimento social e humano, diretrizes que norteiam os trabalhos priorizados pela proponente, alinhados às políticas culturais nas esferas municipal, estadual e federal. O fazemos com muita consciência, contando com o envolvimento de equipe sensível e atenta a tais questões, tanto de corpo artístico quanto técnico. O trabalho com o Bando Teatro Favela se traduz nessa promoção da transformação através das artes e cultura, com acompanhamento bem próximo de cada ator/atriz/integrante e seus familiares, ampliando os efeitos que a arte pode provocar através do encontro.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo para amplo público, a partir de 10 anos, com 50m de duração. É uma montagem pensada para palco, mas pode ser realizado em espaços abertos, é adaptável para o teatro de rua.

Acessibilidade

No Bando Teatro Favela temos um integrante neurodivergente, que apoia as questões de produção e estará conosco durante o processo. Adaptaremos, junto aos parceiros de cada espaço, para que pessoas com deficiência ou qualquer dificuldade de locomoção (como longévos/idosos) tenham acesso. Todas as apresentações terão intérpretes de LIBRAS, obedecendo às normas da ABNT. Montaremos um espaço reservado para pessoas neurodivergentes, caso necessitem se retirar do espetáculo. Todo a acessibilidade será pensada junto a consultor/a contratado para otimizar o acesso de pessoas com deficiência ao espetáculo.

Democratização do acesso

O Bando Teatro Favela nasce de uma iniciativa voltada às ações afirmativas direcionadas às famílias com crianças em situação de vulnerabilidade social do Morro da Providência, na zona portuária do Rio de Janeiro. Para além do processo de formação das crianças, a criação do Bando auxilia suas famílias oferecendo bolsa para que os integrantes possam seguir no projeto, reduzindo a taxa de mão de obra infantil no território e ampliando o acesso das mesmas a ambientes diversificados. Além da ação afirmativa presente na própria composição do Bando Teatro Favela, faremos divulgação específica com mobilização de público em bairros e regiões com famílias negras, ribeirinhas, indígenas e/ou em situação de vulnerabilidade social em cada local. Também estimularemos nos parceiros a realização de iniciativas similares com estes grupos, viabilizando trocas entre grupos de cada território. No que tange à IN 11/2024, Art. 30, atendemos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.

Ficha técnica

Direção Geral e administrativa: Instituto Entre o Céu e a Favela Começamos a nossa jornada em 2011 como um informativo mensal de notícias, serviços e um segmento para contar as histórias do Morro da Providência. Com a certeza de que a comunicação e a cultura são ferramentas potentes para o enfrentamento da desigualdade, a fundadora e CEO Cintia Sant’anna, uniu a sua paixão pelo teatro e a vontade de transformar vidas como solução para que as crianças da região também tivessem acesso à autoestima através da arte. Com a evolução do trabalho, em 2020 o projeto Entre o Céu e a Favela se tornou um instituto, expandindo a sua atuação com ações de valorização, inclusão e desenvolvimento social. No ano de 2021, fomos selecionados para coordenar o projeto Favela 3D, com a Gerando Falcões, com o objetivo de tornar a Primeira Favela digital, digna e desenvolvida, firmando uma rede de apoio dentro e fora do território. Coordenação Geral: Cintia Santana Cintia Santana, atriz formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena, ficou oito anos no grupo de teatro de rua Tá Na Rua.Foi cofundadora da Companhia Horizontal de Arte Pública. Em 2012 fundou o Entre o Céu e a Favela e em 2015 o grupo Bando Teatro favela. É líder social, arte educadora e produtora cultural autodidata. Licenciando em teatro pela Universidade UniRio. E ha 13 anos é a cabeça criativa do instituto que criou. Coordenadora de Comunicação: Bruna Manso Fotógrafa com abordagem fotojornalística, graduada no Curso Superior de Tecnologia em Fotografia pela Universidade de Franca. Integra o time do Instituto Entre o Céu e a Favela há 5 anos, e em função do seu trabalho com as crianças atendidas pela ONG, teve sua primeira exposição "Interpretando", apresentada em 2018 no Festival WOW Mulheres do Mundo no Boulevard Olímpico no Rio de Janeiro e também no Pavilhão 1 do Riocentro em 2020, fazendo parte da mostra “Favelados” produzida pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Diretora Artística: Vilma Melo Vencedora do Prêmio Shell 2017, na categoria Melhor Atriz pelo espetáculo Chica da Silva – o musical, Vilma Melo conta ainda com diversas indicações e premiações ao longo de sua carreira. Ao longo dos últimos anos esteve em grandes espetáculos e produções audiovisuais. Na televisão seu trabalho mais recente é a série "Encantados", na Rede Globo.Também atuou na terceira temporada de Sob Pressão, com exibição na Rede Globo em 2019, na quarta temporada de PSI (HBO). A atriz ainda esteve em Avenida Brasil e Joia Rara, também pela Rede Globo. No cinema atuou nos longas-metragens, Campo Grande e Três Verões, com direção de Sandra Kogut, Selvagem, de Diego Costa. Preparadora Vocal: Carol Futuro Atriz, cantora, preparadora vocal e professora. Graduada em Interpretação pela UNIRIO, (2001-2005). Pós- graduada em Licenciatura Plena na UCAM. Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos com o premiado “Tuhu, o menino Villa Lobos” 1997, com direção musical de Tato Taborda e direção de Karen Acioli. Prêmio CBTIJ e Botiquim Cultural de melhor atriz 2016, pelo espetáculo “A Gaiola , texto de Adriana Falcão, direção de Duda Maia. Personagem fixa na série DPA-Detetives do Prédio azul- canal GLOOB, como Sissineide, ainda no ar. Diretor Musical: Luciano Fogaça Formado em Teoria musical pelo curso SISTEMUS (Sistematização em música) e cursando o 13° período de Licenciatura em Música pela UNIRIO, Luciano Fogaça acumula experiências musicais e educacionais. Professor de música e Multinstrumentista, já subiu em palcos consagrados no Rio de Janeiro e no Brasil. Atuou como músico percussionista nos musicais: “Zé Keti, A voz do Morro” e “Deixa Clarear, Um Musical Sobre Clara Nunes”. Atuou também como baterista da Velha Guarda Show da Mangueira, viajando por todo Brasil. Hoje atua como músico do Bloco Toca Rauuul, músico do espetáculo infantil Pim Pom Pim, Diretor Musical, músico e ator do espetáculo infantil Samba Do Pererê, Diretor Musical da CHAP, Companhia horizontal de arte pública (Teatro), Diretor musical do cantor Enzo Belmonte, Fundador e regente do Bloco Percussaça. Professor da Fundec, (Escola de Música Professor Ricardo Boechat) e ministra aulas particulares de cavaquinho, percussão e bateria. Produção: Clara Martins Mulher, branca e mãe. É formada em Ciências Sociais com ênfase em Produção Cultural, pela Universidade Cândido Mendes, e Mestra em Memória Social, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Também é especialista em Discursos: Cultura, História e Sociedade, pelo Centro de Estudos Sociais- Universidade de Coimbra. Atua na cultura há mais de 15 anos, desenvolvendo e produzindo projetos voltados à redução de desigualdades através da arte, do auto-reconhecimento e das narrativas de si. Foi coordenadora do Sesc Madureira (2013-14), produziu as Oficinas VideoInteratividade do Cinema Para Todos (2011-12), o educativo do CCBB (2022), entre muitos outros. Com a maternidade e toda a transformação que chega a partir deste novo papel social, iniciou o desenvolvimento de projetos voltadas para infâncias, questões étnico-raciais e de gênero, participando de coletivos como o AteliERÊ e Coletivo Casa Escola e produzindo o Bando Teatro Favela, junto ao Inst. Entre o Céu e a Favela.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-02-28
Locais de realização (4)
Nova Olinda CearáMarabá ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão José do Rio Preto São Paulo