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Realizar a circulação do Sovaco de Cobra Trio por 11 cidades do RS, mostrando o repertório e um pouco da história do Choro Pelotense, seus personagens, compositores e estilos, visitando redutos do Choro e gêneros afins para troca de experiências e conhecimentos além de propor parcerias musicais no formato de rodas de choro, com o intuito de retomar as atividades culturais e a autoestima do povo gaúcho.
O trio pelotense levará o Choro dos compositores do sul do país, em um espetáculo que dialoga com as rodas de choro, valorizando a tradição da troca de experiências, repertórios e sotaques que esses eventos proporcionam. Um show e uma visita à roda de choro local, em seu dia e local tradicionais, são o formato proposto pelo grupo para estabelecer uma comunicação de mão dupla, que possibilita compartilhar um repertório único e representativo de uma região, e ao mesmo tempo assimilar na prática as características regionais do estilo. Assistir, conversar, trocar materiais como gravações e partituras, histórias dos personagens que construíram essas tradições locais, são as ferramentas e objetivos dessa circulação. A apresentação é livre para todas as idades.
OBJETIVO GERAL: Proporcionar a retomada da autoestima gaúcha a partir da fruição do choro, patrimônio cultural do Brasil, e o intercâmbio cultural entre músicos gaúchos do Sovaco de Cobra Trio e das cidades visitadas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Visitar 10 cidades gaúchas para apresentar o show DOCE CHORO DA PRINCESA do Sovaco de Cobra Trio; Realizar 11 apresentações do Show de repertório 100% composto por obras de compositores pelotenses do gênero; Proporcionar 11 rodas de choro, samba ou boêmia, uma em cada cidade visitada, incluindo Pelotas; Oferecer um encontro com alunos de projetos sociais e ou escolas públicas em cada cidade visitada; Reunir gratuitamente aproximadamente 3.300 pessoas com as 11 apresentações; Trabalhar a autoestima dos cidadãos gaúchos e ressignificação de espaços públicos que tenham sido atingidos pela tragédia das cheias ou que tenham servido de abrigos e priorizando-os como local das apresentações; Fomentar a música e os trabalhadores da cultura no Estado do Rio Grande do Sul, recebendo sempre ao menos um grupo local em cada apresentação, gerando renda a pelos menos outros 50 profissionais.
Em seu 18º ano de atividade, o Sovaco de Cobra Trio, formado pelo violonista Silvério Barcellos, o percussionista Jucá De León e o flautista Gil Soares, acumula uma trajetória de palcos e estúdios que já passou pelas principais cidades do RS e realizou três turnês pelo Uruguai, sempre passando pela capital Montevidéu, e lançou três cedês, sendo que dois deles exclusivamente dedicados a compositores pelotenses de Choro. Com essa experiência e a longa militância na divulgação da produção local do gênero, o grupo quer alargar horizontes e compartilhar suas sonoridades com chorões de outras cidades de médio porte, que têm na tradição das rodas o ambiente natural e espontâneo do gênero instrumental genuinamente brasileiro ou de pequeno porte sem tradição com o choro, porém todas elas têm a tragédia climática das cheias em comum. Conforme o dossiê de patrimonialização do Choro Patrimônio Histórico Imaterial do Brasil "podemos compreender o choro, ao mesmo tempo, como um conjunto de práticas musicais, como um gênero musical guarda-chuva que as caracteriza e como a rede de sociabilidade que as engendra, formada principalmente por instrumentistas, instrumentos, repertórios, partituras, gravações, em rodas, bailes, bandas, rádios, bares, praças, salas de aula, salas de concerto… O choro é uma prática cultural complexa, diversa e perene por sua existência no tempo e no espaço, presente em todas as regiões do Brasil e disseminada em outros países. Nesse sentido, um dos primeiros desafios do processo de registro do choro está ligado ao reconhecimento do seu caráter plural, às diferenças estéticas associadas aos seus contextos performativos, aos diferentes "sotaques" regionais, às cosmologias e aos cânones atribuídos por diferentes comunidades de chorões e choronas em diversas regiões do Brasil e aos diferentes mitos de origem e continuidades históricas ligadas ao choro em cada contexto." Também mostra o dossiê que o choro como cultura popular serve de bandeira ,ao longo do tempo, para a luta contra o racismo, para o desenvolvimento e fortalecimento da autoestima, é lugar onde as famílias negras se protegeram. Assim ao propor o DOCE CHORO DA PRINCESA, nome que faz alusão, que "brinca" com o fato do projeto ser da cidade de Pelotas, chamada de Princesa do Sul e ter o doce "fama" reconhecida por toda a sociedade gaúcha, além de ser a Tradição Doceira outro Patrimônio Imaterial do Brasil reconhecido pelo IPHAN, nos faz crer que poderemos contribuir economicamente, socialmente e culturalmente ao realizar o show do Sovaco de Cobra Trio seguida de Roda de Choro com músicos locais, tentando que a sociedade possa se fortalecer e ressignificar lugares, emoções e sensações trágicas em momentos felizes. Apresentar um repertório 100% composto por obras de compositores pelotenses do gênero, apresentando breve histórico de cada um, curiosidades sobre os locais, ambientes, personagens e contexto social relacionados à cena do Choro Pelotense e suas peculiaridades, fazendo dialogar com outros músicos das cidades visitadas que se dediquem ao Choro e seus gêneros correlatos, como o Samba e a Boemia, a fim de engajá-los na ação e propor parcerias musicais durante o evento contribuirá não só na difusão cultural, mas também na divulgação e preservação do choro. Ressaltar a importância da recente Patrimonialização do Choro, reforçando na prática o papel fundamental das rodas para o intercâmbio de conhecimentos e contato com a comunidade, por tudo isso beneficiar-se do mecanismo de incentivo fiscal é fundamental para concretização de nossa inciativa que contribuirá para o alcance das finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura, em seu Art 1º, como segue: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, O DOCE CHORO DA PRINCESA, também atende ao Art. 3º da Lei 8.313/91 conforme os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; e, ainda, IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O trabalho do Sovaco de Cobra Trio pode ser acompanhado nas redes sociais: https://www.youtube.com/channel/UCwRe-UDszaGmU6zUcE8wNUw @instragram/sovacodecobratrio https://open.spotify.com/intl-pt/album/279IwO1qGgIurHNdEdoVAu https://open.spotify.com/intl-pt/album/5YIx2Cgf1bHc68IF4zLJou
A circulação está pensada para ocorrer por regiões, sendo: Região Noroeste com o município de Ijuí Região da Serra visitando as cidades de Caxias do Sul e São Francisco de Paula O Vale do Taquari as cidades de Lajeado, Roca Sales e Muçum Região da Grande Porto Alegre nas cidades de Canoas e Eldorado do Sul E ainda as cidades da Zona Sul do Estado, sendo São Lourenço do Sul, Rio Grande e nossa cidade Pelotas. A expectativa é de que os shows tenham abertura de um grupo local que possa dialogar com choro, samba e a boêmia. Tendo na sequência o Show do Sovaco de Cobra Trio e encerramento com uma grande roda de integração entre todos os músicos participantes. O espetáculo completo, abertura, show do Sovaco e a roda devem ter aproximadamente 2h30min de atividade. As apresentações, que terão entrada franca, devem ocorrer preferencialmente aos finais de semana, beneficiando o público trabalhador.
Para atender ao artigo 27 da IN 11/2024 adotaremos as seguintes ações para assegurar a ACESSIBILIDADE de todas as pessoas, sendo: ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Serão escolhidos espaços que possam receber pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. Também serão reservados os lugares mais próximos dos músicos para que idosos e cadeirantes possam colocar suas cadeiras ou ocuparem os assentos, caso as apresentações ocorram em lugares como centros culturais comunitários, teatros ou bibliotecas. ACESSBILIDADE DE CONTEÚDO PESSOAS CEGAS OU COM VISÃO REDUZIDA em se tratando da música nosso produto principal alcançaremos esse público com nossa arte. PESSOAS SURDAS OU COM BAIXA AUDIÇÃO contrataremos intérprete de libras e reservaremos os lugares mais à frente conforme citado nas medidas arquitetônicas. Cabe aqui ressaltar que a grande maioria do repertório será composto de música instrumental, dificultando um pouco adotar medidas para esse público, especialmente porque vamos priorizar apresentações ao ar livre. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL serão oferecidos abafadores às pessoas com o espectro autista, também usaremos linguagem adequada para comunicação dos músicos com a plateia. Também será distribuído cordão do girassol para identificar todos esses públicos para que possamos, por meio da equipe de produção e de acolhimento, identificá-los. Por último e não menos importante, buscaremos priorizar que o encontro com escola público ou projeto social previstos para ocorrerem em cada cidade contemplada pelo projeto, possa ocorrer prioritariamente para APAES, Escolas para Cegos ou Centros de Atendimento à Autistas. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL/DIVULGAÇÃO Todas as peças de divulgação e entrevistas fará a comunicação das medidas que serão adotadas para receber todos os públicos.
Todas as apresentações terão entrada franca, e sempre que houver possibilidade de realização ao ar-livre, em locais onde já exista o hábito de fruição popular de música, esta será a escolha. A troca de informações com os músicos locais será fundamental para a identificação desses pontos estratégicos, além da produção local. Os resultados serão medidos pela adesão local aos eventos, e serão documentados através de fotos, vídeos, depoimentos e demais peças de divulgação veiculadas nos canais virtuais do projeto, dos participantes e dos convidados. Outra forma de democratizar ainda mais o acesso será a visita em escola pública ou projeto social em cada cidade para divulgação do choro como expressão musical genuinamente brasileira e patrimônio nacional, além de também buscar a inserção de pessoas com deficiência, quando for o caso. Assim, em atendimento à diligência da adequação do projeto, saliento que as ações acima mencionadas atendem ao art. 30 da IN nº 11/2024, incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC;
GILVAN CORRÊA SOARES – MEI Função: administração e gestão do projeto Micro empreendimento individual do músico, compositor e arranjador Gil Soares. Como empresa já realizou inúmeros projetos financiados por editais públicos na cidade de Pelotas e do Programa Municipal de Incentivo à Cultura em Pelotas. É produtor cultural cadastrado junto à Secretaria de Estado da Cultura. GIL SOARES Função: Músico Flautista Flautista graduado pela UFPel. atuou como Professor Substituto, através de seleção pública, no Curso Superior de Música da UFPel, na cadeira de Flauta Transversal. De 2012 a 2019 atuou como educador social no projeto Música é Vida, no CRAS Getúlio Vargas, na cidade de Camaquã. Além de ministrar aulas de pífaro e flauta, desenvolveu atividades de musicalização para crianças e adolescentes, aulas de teoria e percepção musical. A partir de 2014 assumiu a coordenação da escola de música do Projeto e a regência da Orquestra de Câmara Getúlio Vargas, vinculada a ela. Como instrumentista participa em festivais do circuito nativista do RS desde o final dos anos 1980, contando inúmeras premiações e gravações ao lado de compositores e intérpretes consagrados do gênero. É membro do Clube do Choro de Pelotas desde sua fundação em 2014. Junto a esse coletivo realiza atividades de pesquisa, produção de conteúdos didáticos e divulgação do gênero na cidade e região. SOVACO DE COBRA TIO (GIL SOARES (flauta), JUCÁ DE LEON (pandeiro) e SILVÉRIO BARCELLOS (violão) Formação instrumental pelotense em atividade ininterrupta desde 2006. Acumulam passagens por palcos importantes do RS e Uruguai, país onde excursionam com frequência desde 2010, principalmente na capital Montevidéu e arredores. Possuem uma discografia de três cedês, sendo dois deles financiados pelo Procultura Pelotas. Selecionados várias vezes para participação em eventos e mostras de relevância, como: Musical Petropar no Teatro São Pedro PoA; Festival Música de la Tierra, em Jacksonville, Montevidéu; Tum Tum Instrumental, em Caxias do Sul; Show de abertura no Reponte, em São Lourenço do Sul; Verão Cultural no Cassino (3 vezes); Estação SESC em Caxias do Sul; Festival Acorde, em Pelotas; Sarau no Solar, da Assembleia Legislativa, em PoA, dentre outros. CECÍLIA SOARES Função: Intérprete – participação especial Jovem talento das artes, ainda em formação por sua pouca idade, 17 anos. Como instrumentista estudou piano desde os 7 anos. Como intérprete tem estudado com o professor João Ferreira Filho. Vem se lançando na arte de cantar tendo atuado no Coral da Sociedade Pelotense Música Pela Música com quem participou do Festival Internacional SESC de Música. Em 2024 tem sido uma das vozes do Clube do Choro de Pelotas e vem atuando como cantora do coletivo Juntos e Misturados. Teve uma passagem pelo cinema no filme Domingo de Clara Linhart e Felipe Barbosa, como uma das crianças do elenco. ALESSANDRA FERREIRA Função: Produção Executiva Produtora Cultural com mais de 25 anos de experiência na gestão pública e privada da cultura. Esteve a frente da Diretoria de Projetos da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas, nos últimos 11 anos, tendo sido a coordenadora do Sistema Municipal de Cultura e gestora do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da cidade de Pelotas e de inúmeras atividades e programas como o Dia do Patrimônio. Foi parecerista do Ministério da Cultura junto à FUNARTE. Foi conselheira municipal de cultura em diversas oportunidades como membro titular tanto pela Secretaria de Cultura quanto eleita pela sociedade civil. Como produtora cultural, atuou com músicos locais, na produção independente, com dança, com edições da Feira do Livro de Pelotas, com Orquestra e Coro Música Pela Música e com edições do carnaval de rua tanto em Pelotas, quanto em São Lourenço do Sul. De volta a iniciativa privada desde junho do corrente ano, tem atuado junto à Associações de cultura, como a OTROPORTO Indústria Criativa e a Academia do Samba. Está, desde março de 2024, Conselheira Estadual de Cultura, indicada pela Secretaria Estadual de Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
PROJETO ARQUIVADO.