Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2414762ArquivadoMecenato

Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha

ASSOCIACAO CULTURAL NONADA JORNALISMO
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 182,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-10
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha visa documentar e preservar os saberes de mestres da cultura popular gaúcha, gerando renda para os mestres, que também realizarão oficinas em escolas. Por meio de entrevistas e registros fotográficos, suas trajetórias serão contadas em um livro que busca não apenas celebrar a contribuição desses mestres, mas também disseminar suas tradições. A proposta também contempla a reposição de acervo de espaços afetados pelas enchentes, a partir da distribuição gratuita do material em escolas públicas, bibliotecas e espaços culturais atingidos, além de um evento de lançamento e oficinas artístico-culturais em comunidades vulneráveis afetadas.

Sinopse

O livro Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha apresenta as trajetórias de oito mestres da cultura popular gaúcha, destacando suas práticas culturais imateriais e histórias de vida. A obra combina textos e fotografias para oferecer uma visão profunda sobre o legado desses mestres, desde a preservação de tradições orais até o reconhecimento de elementos culturais afrogaúchos, como o sopapo. O livro tem o propósito de promover a educação patrimonial, sensibilizando o público sobre a importância de preservar e transmitir essas tradições para futuras gerações.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo principal do projeto é preservar, valorizar e difundir os saberes e práticas dos mestres da cultura popular do Rio Grande do Sul, promovendo sua transmissão para as futuras gerações, com especial atenção às comunidades vulneráveis, como as afetadas pelas enchentes. Por meio da documentação e da disseminação de suas histórias através de um produto literário, o projeto visa assegurar a geração de renda para os mestres e também a continuidade desse patrimônio imaterial, além de proporcionar uma valorização social desses mestres em vida. Alinhando-se ao artigo 3º do Decreto nº 11.453/2023, o projeto tem como finalidade ainda: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a documentação e celebração do patrimônio imaterial gaúcho através de entrevistas com 8 mestres da cultura popular do Rio Grande do Sul;- Produzir e publicar 1 livro, contendo as histórias e registros fotográficos desses mestres, que aborde suas práticas culturais e saberes tradicionais, com acessibilidade digital completa;- Realizar 1 evento cultural de lançamento do livro em espaço público, com bate-papo com os mestres e apresentações artísticas;- Distribuir 500 exemplares do livro de maneira gratuita em escolas públicas, bibliotecas comunitárias e espaços culturais, especialmente em regiões afetadas pelas enchentes;- Realizar 4 oficinas artístico-culturais em escolas públicas localizadas em bairros periféricos de Porto Alegre, com a participação de mestres da cultura popular, oferecendo atividades formativas e práticas relacionadas à cultura imaterial e a seus próprios trabalhos.- Distribuir virtualmente o livro, com acessibilidade completa, a um público estimado de 3.000 pessoas;

Justificativa

O projeto Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha visa à pesquisa, valorização e difusão dos saberes e práticas dos mestres detentores dos bens imateriais do estado, com ênfase na preservação das tradições orais e do patrimônio cultural imaterial. Além de garantir a documentação e conservação desse legado, o projeto promove a geração de renda para os mestres, valorizando seus conhecimentos e práticas e reconhecendo suas contribuições como detentores de um patrimônio cultural essencial. Adicionalmente, o projeto tem um forte compromisso social ao atuar em regiões recentemente afetadas por enchentes, como as cidades de Pelotas, Porto Alegre e áreas dos Vales. Com a distribuição gratuita do livro, busca-se contribuir diretamente para a reconstrução dos acervos de escolas públicas e bibliotecas comunitárias que perderam materiais devido às enchentes, ajudando a restaurar o acesso à cultura e à educação nessas comunidades vulneráveis. A iniciativa não só preserva o patrimônio imaterial dos mestres da cultura popular, mas também participa ativamente da reconstrução social e cultural das áreas atingidas. Dessa forma, o projeto fortalece a resiliência dessas regiões, garantindo que os mestres e suas tradições permaneçam vivos e relevantes, mesmo diante de adversidades. A proposta envolve a realização de uma pesquisa aprofundada, com entrevistas a serem conduzidas com 8 mestres da cultura popular provenientes de diferentes regiões do estado do Rio Grande do Sul. Estes mestres incluem 4 de Porto Alegre, 2 de Pelotas e 2 das regiões dos Vales, áreas que foram recentemente afetadas pelas enchentes no estado. Cada entrevista buscará documentar e registrar a história de vida, as práticas culturais e os saberes desses mestres, com o objetivo de criar um material que combine texto e fotografia para oferecer um panorama abrangente e acessível de suas contribuições culturais. Um exemplo notável desse projeto é a inclusão da história de Mestre Chico, 71 anos, diretor do Centro Cultural Tambores de Angola, Zona Norte de Porto Alegre, um griô que desempenha um papel fundamental na diversidade linguística através da preservação e transmissão de línguas africanas como o quimbundo, iorubá e lingala. Mestre Chico utiliza seu profundo conhecimento linguístico e cultural para fortalecer a memória afrodescendente no Rio Grande do Sul, demonstrando a relevância e a riqueza dos saberes que serão destacados no projeto. Outro exemplo é Mestre Batista, 64 anos, morador de Pelotas, e um dos "sopapeiros" mais antigos da região. Detentor dos conhecimentos para manufatura do Sopapo, tambor afro-gaúcho, o perfil do mestre mostrará sua narrativa de vida, assim como sua relação com o instrumento, considerado patrimônio cultural e histórico de Pelotas desde 2021. O material resultante desta pesquisa será estruturado em um livro que servirá como um recurso educativo distribuído gratuitamente a escolas públicas, bibliotecas comunitárias e espaços culturais afetados pelas enchentes em Porto Alegre, além dos territórios nos quais os mestres estão inseridos. Este livro será produzido com uma abordagem acessível, incluindo um audiolivro e versão digital acessível para leitores de tela, para garantir que estudantes de diferentes contextos possam se beneficiar dos conteúdos, assim como pesquisadores interessados em qualquer parte do país. A distribuição deste material nas escolas visa não apenas preservar e compartilhar os saberes dos mestres e a salvaguarda do patrimônio imaterial, mas também fomentar uma apreciação mais profunda das culturas populares entre os jovens. O projeto também prevê a realização de um evento cultural de lançamento do livro, contando com a presença dos mestres da cultura popular participantes, que conduzirão um bate-papo aberto ao público, bem como apresentações artísticas. Todo o evento contará com tradução simultânea de intérpretes de LIBRAS, sendo realizado em espaço com acessibilidade arquitetônica, e entrada gratuita ao público. Na ocasião, também serão doados exemplares do livro. Além da produção do livro, o projeto inclui a realização de oficinas artístico-cultural em escolas públicas localizadas em bairros periféricos de Porto Alegre, como Sarandi e Humanitá, atingidos pela catástrofe climática no Rio Grande do Sul. Nessas encontros, alguns dos mestres envolvidos participarão diretamente, oferecendo aos alunos uma experiência prática e imersiva nas tradições culturais imateriais a partir de suas próprias trajetórias. Essas atividades proporcionarão uma oportunidade para que os estudantes vivenciem e aprendam diretamente com os mestres, aprofundando seu conhecimento e entendimento sobre o patrimônio cultural local, como por exemplo, a capoeira e elementos afrogaúchos histórico-culturais como o sopapo. Assim, a combinação de pesquisa, documentação e ações práticas de integração com as escolas reflete um compromisso com a continuidade e vitalidade desses saberes. Em suma, o projeto Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha não apenas contribui para a preservação de um legado cultural dos bens e seus detentores, mas também promove um impacto educativo e social duradouro. A valorização dos mestres em vida, e de suas histórias enquanto conhecimento público, são pontos de destaque do projeto. A implementação de práticas acessíveis e integradas reforça o compromisso da circulação dos saberes culturais. Por esses motivos, a inscrição do projeto na Lei Rouanet e no programa Rouanet RS se justifica plenamente, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e sustentável através da educação e da cultura. Sendo assim, solicitamos nesta proposta o apoio do programa nacional de incentivo à cultura para a realização deste projeto. É uma forma de oferecer um espaço para a democratização do acesso à cultura e a preservação dos saberes e do patrimônio cultural imaterial de nosso estado, através de ações planejadas e eficazes de transformação social. Para além dos motivos mencionados, o projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1° da Lei 8.313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

O livro terá aproximadamente 168 páginas e será produzido em três formatos: impresso, PDF e ePUB. A versão impressa contará com capa colorida e impressão em papel de alta qualidade, enquanto as versões digitais serão acessíveis para leitores de tela. O audiolivro será produzido com narração profissional, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Capa: 65,4x21cm, 4x0 cores, Ti Escala em Supremo 250g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson. Miolo: 168 pgs, 21x21cm, 4x1 cores, Ti Escala e Verniz Base D'agua F/V em Couche Fosco 150g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson. Lombada:12mm, Entrega em Porto Alegre, Dobrado(Miolo), Laminação BOPP Fosca, Nº Lados 1(Capa), Vincado,(Capa), DOBRA(Capa), Blocado.

Acessibilidade

Produto Principal: LIVROAcessibilidade Física:O local onde será realizado o evento de lançamento do livro contará com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas de acesso e banheiros adaptados, para atender pessoas com deficiência motora ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para Deficiência Auditiva:O evento de lançamento do livro contará com tradução simultânea em LIBRAS, permitindo a participação plena de pessoas com deficiência auditiva. Item na planilha orçamentária: 11. Acessibilidade para Deficiência Visual:O livro será disponibilizado em formato digital acessível, compatível com leitores de tela e também como audiolivro. Essas versões garantem que pessoas com deficiência visual ou baixa visão possam acessar o conteúdo plenamente. A versão em audiolivro será narrada por profissionais, assegurando a qualidade e acessibilidade do material.Item na planilha orçamentária: 5. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Participantes que se enquadrem nas referidas características serão recebidos e auxiliados por monitores de inclusão capacitados durante a realização do evento de lançamento do livro. Item na planilha orçamentária: 4. Produto 2: CURSO/OFICINA/ESTÁGIOAcessibilidade Física:As oficinas serão realizadas em escolas públicas com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas de acesso e banheiros adaptados, para atender pessoas com deficiência motora ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para Deficiência Auditiva:Não se faz necessária a contratação para esta etapa do projeto, uma vez que as escolas que receberão as atividades devem, por lei, ter intérpretes de LIBRAS para acompanhamento de alunos com deficiência auditiva. Acessibilidade para Deficiência Visual:Não se faz necessária a contratação para esta etapa do projeto, uma vez que as escolas que receberão as atividades devem, por lei, ter monitores de inclusão para acompanhamento de alunos que se enquadram nas características descritas acima. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Não se faz necessária a contratação para esta etapa do projeto, uma vez que as escolas que receberão as atividades devem, por lei, ter monitores de inclusão para acompanhamento de alunos que se enquadram nas características descritas acima.

Democratização do acesso

A distribuição do livro Patrimônio Vivo: impulsionando trajetórias de mestres da cultura popular gaúcha será inteiramente gratuita, garantindo que o conteúdo alcance comunidades que geralmente têm menor acesso a produtos culturais. Serão distribuídos exemplares físicos em escolas públicas, bibliotecas comunitárias e espaços culturais de Porto Alegre, particularmente em áreas afetadas pelas enchentes, tendo como critério também localidades onde vivem os mestres envolvidos no projeto. Além disso, o projeto oferece oficinas artístico-culturais gratuitas em escolas públicas de bairros periféricos, democratizando o acesso ao conteúdo e incentivando a interação direta dos alunos com os mestres da cultura popular. Assim, como forma de democratizar o acesso, o presente projeto prevê, alinhando-se à Instrução Normativa nº 11/2024: Art. 29: Inciso II - “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”: Contemplado, uma vez que o projeto prevê gratuidade completa em todas as suas atividades. Art. 30: Inciso III - “disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”: Contemplado, uma vez que o projeto prevê registros fotográficos e videográficos de todas as atividades do projeto, com fins de divulgação e promoção das ações realizadas, e os registros videográficos contarão com versões com acessibilidade.

Ficha técnica

Associação Cultural Nonada Jornalismo - COORDENAÇÃO GERAL E GESTÃO DO PROJETO A Associação Cultural Nonada Jornalismo surgiu como coletivo em 2010 e, atualmente, busca ecoar com viés decolonial as múltiplas vozes que formam a cultura brasileira, com enfoque em projetos sobre processos artísticos, políticas culturais, comunidades tradicionais, culturas populares, censura e direitos humanos, memória e patrimônio. Hoje formalizada como uma associação sem fins lucrativos, a Nonada atua no âmbito do conteúdo cultural e realiza projetos culturais e educacionais. Entre os principais projetos realizados, estão o “Comunica: potencializando Culturas Locais” (2023), já realizado via Lei Federal de Incentivo à Cultura na cidade de Campinas/SP, além de projetos ligados à arte tendo como plataforma a cultura digital, como a Rede Veredas de Artistas e Educadores Decoloniais (2023),a série de histórias em quadrinho “Movimenta: Política e Diversidade em Quadrinhos” (que criou HQ’s sobre democracia e diversidade étnica e de gênero na política) e a série de vídeos informativos “Travessias pela Cultura Popular”, além do Observatório de Censura à Arte, plataforma que mapeia casos de censura a artistas no Brasil. Em 2024, o Nonada lançou o Sonário das Cozinhas, uma biblioteca de sons das coxinhas solidárias de Porto Alegre, em parceria com a UFRGS. Nos anos anteriores, foram realizados projetos como o “Sons do Sul - uma cartografia linguística”, um mapeamento sobre 7 línguas faladas no Rio Grande do Sul (iorubá, guarani, kaingang, japonês, polonês, talian, pomerano) e a Revista Nonada, publicação sobre políticas culturais e criação artística, com 1000 exemplares distribuídos gratuitamente. A Revista Nonada, no ano de 2023, ganhou sua segunda edição, com distribuição gratuita de 675 exemplares, dentre eles versões da revista adaptada em braile. Nos últimos anos, a Nonada também compôs a mesa de lançamento do MOBILE (Movimento Brasileiro Integrado pela Liberdade de Expressão Artística) em Porto Alegre. Entre os microprojetos realizados no período, estão o livreto digital “Pioneiras da Arte no Rio Grande do Sul”, sobre as artistas visuais proeminentes no estado no século XIX e início do século XX, além do podcast “A tradição e o futuro do samba do Rio Grande do Sul”. Também integram o rol de projetos realizados pelo coletivo sessões especiais de cinema na sala Redenção e na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre (RS), em 2016, a feira “Cultura é Resistência”, no espaço cultural Pasito, em Porto Alegre (2016), e o “Sarau dos Não Lidos”, na programação da Feira do livro de Porto Alegre (2018 e 2019), além de diversas oficinas e atividades formativas realizadas gratuitamente. Thaís Bueno Seganfredo - COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA É jornalista, produtora cultural, diretora da Associação Cultural Nonada Jornalismo e co-idealizadora do Observatório de Censura à Arte. Nos últimos anos, co-coordenou os projetos Sonário de Cozinhas-Território (2024), em parceria com a UFRGS; Comunica: potencializando culturas locais (2023), financiado pela Lei de Incentivo à Cultura; Rede Veredas de Artistas e Educadores Decoloniais (2023) e Travessias pela Cultura Popular (2022), ambos financiados pela Meta Journalism Project; Sons do Sul - uma cartografia linguística (2021), que abordou a diversidade linguística do RS; e Pioneiras da Arte no Rio Grande do Sul (2020), financiado via Lei Aldir Blanc 1. Também participou da produção de projetos como o Movimenta: política e diversidade em quadrinhos (2022) e o Sarau dos Não Lidos (2016 e 2017), na Feira do Livro de Porto Alegre. Atuou na assessoria de imprensa da Feira do Livro de Porto Alegre entre 2017 e 2018 e para a empresa Escaiola Arquitetura Rara (2018 a 2022), especializada em restauro de patrimônio cultural. Foi contemplada com uma bolsa do Pulitzer Center (2024) e com o primeiro lugar no prêmio ARI de jornalismo - categoria reportagem web (2021) por reportagem publicada no Nonada Jornalismo. Desde 2016, ministra oficinas sobre cultura e jornalismo para agentes culturais. Avesso Cultural - PRODUÇÃO EXECUTIVA A Avesso Cultural nasce em Porto Alegre/RS, como uma produtora cultural que atua com elaboração de projetos, captação de recursos, produção executiva e administrativa de projetos via editais e Leis de Incentivo à Cultura, nas mais diversas linguagens artísticas. Fundada por Fe Volcan e Titi Bayarri, a produtora hoje trabalha diretamente com projetos de organizações como a Associação Cultural Nonada Jornalismo (RS), a Fundação Cultural Mata de São João (BA), o Instituto Porvir (SP), o AjudaTransRS e o grupo teatral Nau da Liberdade (RS). Fe Volcan é uma pessoa não-binária, produtora cultural, artista, escritora e estudante de Bacharelado em Filosofia na UFRGS. Com foco na redação para editais e leis de incentivo, atua na produção cultural pela Avesso Cultural, da qual é cofundadora, e organiza projetos independentes como AjudaTransRS e Desgráfica de Feira. Com uma trajetória ativa na Associação Cultural Casa da Praça, conduziu diversas atividades artísticas e culturais, como saraus, feiras, clubinhos de jazz, rodas de conversa e eventos como 5ª Feira do Livro Independente de Novo Hamburgo, 2 edições do Bazar Coletivo Independente e o palco Kromaki no Festival Morrostock, consolidando sua experiência e dedicação no campo cultural. Titi Bayarri é cofundadora da Avesso Cultural, artista não-binária, produtora cultural, arte-educadora e iluminadora cênica, realizando também assistência de produção com o grupo teatral Nau da Liberdade. Com formação em Teatro: Licenciatura pela UERGS, hoje é pós-graduanda em Transtorno do Espectro Autista: Inclusão Escolar e Social pela UNINTER. Tem ampla experiência com elaboração e execução de projetos, eventos culturais e espetáculos, e via Lei Rouanet, cita os projetos culturais educativos “Comunica: Potencializando Culturas Locais”, realizado em Campinas/SP, e “Bibi: tem um livro no portão”, realizado em diversas cidades do interior do RS. Anna Ortega - COORDENAÇÃO EDITORIAL Anna Ortega é fotógrafa, artista visual e jornalista especializada na escrita das culturas populares, da sociedade, dos direitos humanos e da educação. Desde 2022, atua como repórter do Nonada Jornalismo, veículo especializado em arte e cultura. Em 2024, foi bolsista do Pulitzer Center com uma reportagem sobre as comunidades de terreiro afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Já trabalhou em diversos projetos culturais, como o Unimúsica, um dos projetos musicais mais antigos de Porto Alegre. Em 2020, atuou no departamento de Fotofest, Bienal de Fotografia em Houston, na exposição "African Cosmologies: Photography, Time and the Other". Seu trabalho artístico integra exposições nacionais e internacionais, como Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, a Mostra Aberta de Arte de Porto Alegre, O Circuito de Arte Contemporânea Latino-Americana e o Photovisa (Rússia). Ministra oficinas de fotografia e retrato, além de cursos sobre a elaboração de projetos artísticos e culturais. Nestas atividades, já atuou na Fundação Iberê Camargo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, e em projetos independentes como o "Comunica: Potencializando Culturas Locais", um trilha formativa para 35 jovens de Campinas, sobre jornalismo e cultura. Brenda Vidal - REDAÇÃO DE TEXTOS Brenda Vidal redatora e poeta gaúcha. Autora da obra Sujeita (2020), fala de música há pelo menos sete anos, além de curtir cultura, direitos humanos e meio ambiente. Integrou a academia do prêmio Multishow de 2023 e já escreveu para Noize, revista Balaclava, Monkeybuzz, BRASA MAG, Tangerina News, Hysteria, Hypebeast Brasil e The Intercept Brasil. Atualmente é gestora de redes de O Joio e O Trigo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.