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O projeto "CONECTAR E CRIAR" propõe a montagem e a exibição da exposição "ESSÊNCIAS", de Artes Visuais, por um período de 30 dias. Prevê a apresentação de 60 obras de 2 artistas do município de Santa Cruz do Sul e realização da mostra no município de Porto Alegre, ambas cidades foram profundamente afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Propõe palestras, visitas guiadas e rodas de conversas com a comunidade da região para formação e aproximação do público durante a mostra, com acesso irrestrito e gratuito à população, proporcionando à fruição da arte contemporânea brasileira, assim como oferta de publicações e ações formativas de público para desenvolver o pensamento crítico e criativo.
O projeto “CONECTAR E CRIAR” é uma proposta que nasce da conexão existencial entre dois artistas de extrema sensibilidade. Ao apreciar, pela primeira vez, a obra da artista Juliane Mai, o poeta Sérgio Schmitt confidenciou-lhe uma poesia que nascera de forma espontânea. Ali brotou o desejo de promover uma troca mais profunda entre as pinturas e as palavras. Ao serem questionados pela curadora a respeito do papel da arte em suas vidas, ambos sustentaram que a arte é a razão de suas existências. Criar, pintar, desenhar, escrever, imaginar e apresentar para o público é o que faz a vida correr em suas veias, é o que dá sentido para o abrir dos olhos. Cada um à sua maneira, os artistas exploram em profundidade, com seus corpos e almas, as conexões que existem entre o plano da matéria física e da matéria sutil, deste e de outros mundos possíveis. A arte é o sopro de vida, que nos torna mais humanos, mas também, mais leves. Esta leveza e fluidez é que queremos transmitir através desta conexão, criação das obras e da exposição “ESSÊNCIAS”, como um passaporte para outras dimensões, onde possamos, talvez, nos curar das indelicadezas do dia a dia e suspirar pela beleza de existir.
Objetivo Geral O objetivo geral do projeto "CONECTAR E CRIAR" é promover a exposição de artes visuais "ESSÊNCIAS", da artista visual Juliane Mai e do poeta Sérgio Schmitt da cidade de Santa Cruz do Sul (Interior do Estado) no município de Porto Alegre (Capital do Estado), desenvolvendo propostas educativas que visem a compreensão deste campo da arte em suas várias modalidades com acesso gratuito para o público em geral, com a finalidade de estimular o interesse pela cultura e proporcionar uma experiência enriquecedora que contribua para o bem-estar emocional e social do público em geral, especialmente em regiões afetadas por calamidades no Estado. Objetivos específicos: 1- Montar a exposição "ESSÊNCIAS"com 30 obras de artes visuais de Juliane Mai e 30 poesias de Sérgio Schmitt; 2- Realizar a exposição de artes Visuais "ESSÊNCIAS" no município de Porto Alegre por um período de 30 dias; 3- Realizar palestra de formação para 2 monitores (pessoas que possam orientar o público durante o período expositivo). Contrapartida social; 4- Realizar 4 sessões de bate-papos e rodas de conversas - Contrapartida social: Para aproximar o público das expressões da arte contemporânea, será oferecida 1 sessão de bate-papo de abertura (vernissage), 1 sessão de encerramento (finissage) com a participação dos 2 artistas (Juliane Mai e Sérgio Schmitt) e da curadora (Magui Kampf). Exclusivamente com a artista Juliane Mai, que é PCD, serão realizadas 2 rodas de conversas com os 2 grupos de minorias e PCDs, realização dos bate-papos e rodas de conversa antes da visita guiada para melhor entendimento do processo criativo; 5- Produzir um catálogo virtual das obras com audiodescrição para divulgação do projeto no formato on-line para acesso permanente; 6- Produzir 2 mil unidades de uma Cartilha física com QR Code para acesso ao Catálogo Virtual e ações do projeto nas mídias sociais; 7- Garantir a acessibilidade física, incluindo a instalação de rampas e banheiros adaptados, quando necessário; 8- Tornar uma parcela das obras acessível ao público com deficiência visual, ao apresentar as poesias na forma de áudio com acesso através de QR Code, 3 obras em formato tátil, sendo 1 obra em formato tátil impressa em material 3D; 9- Receber, através de agendamento, grupos escolares e professores da Rede Pública de Ensino (4 grupos de 45 pessoas), para dialogar com os artistas durante a exposição, e assim promover a construção de um público crítico e desperto para a apreciação e produção de arte de uma forma simples e acessível. Se necessário, terá acompanhamento com intérprete de Libras durante a visita guiada. Contrapartida social; 10- Receber, através de agendamento, associações que acolhem grupos de minorias e PCDs, como CRAS e APAES (2 grupos de até 45 pessoas) para democratização de acesso e inclusão destes, contribuindo também para o desenvolvimento das funções psíquicas e motoras. Com intérprete de Libras durante a visita guiada. Contrapartida social; 11- Promover um evento com debate e roda de conversa durante o período da exposição, convidando artistas da região para trocas e reflexões sobre a arte contemporânea, fomentando o desenvolvimento de pensamento crítico. Contrapartida social; 12- Alcançar aproximadamente 2.000 pessoas no formato físico e público ilimitado no formato on-line, proporcionando-lhes acesso às artes e à cultura de forma gratuita; 13- Avaliar os resultados do projeto por meio de feedback do público e relatórios de prestação de contas, assegurando a transparência e a eficácia das ações realizadas.
Como diz Gullar, a arte existe, pois, a vida não nos basta. A cidade de Santa Cruz do Sul foi uma das primeiras atingidas pelas enchentes que devastaram diversos municípios do estado do Rio Grande do Sul, causando perdas significativas em infraestrutura, habitação e, principalmente, no conforto emocional e social da população. Nesse momento, é essencial prover oportunidades de acesso à cultura e à arte, que desempenham um papel crucial na recuperação emocional e na formação de uma identidade cultural salutar. A artista visual Juliane Mai, 39 anos, pinta desde os 3 anos de idade sendo reconhecida no mercado emergente de Arte Contemporânea através da representação em galerias, por marchands e Art Dealers, no Brasil e no exterior, com uma identidade de traços únicos, suas obras seguem o estilo expressionista abstrato, ou seja, ela pinta o que sente e não o que vê. Já o poeta e colecionador de arte Sergio Schmitt, 75 anos, tem registrado seus sentimentos e vivências através de poesias ao longo de mais de 50 anos viajando pelo Brasil e Exterior. Através de um acompanhamento curatorial feito por Magui Kampf, 43 anos, os artistas estão criando obras e contextos, reagindo às palavras, emoções, fatos corriqueiros excepcionais do dia a dia, descobrindo as emoções que a obra de cada um desperta no outro, onde a linha da caneta se conecta com perfeição ao traço do pincel. As cidades de Santa Cruz do Sul e Porto Alegre, representam a síntese de dois municípios com diferentes oportunidades, interior e capital, com fronteiras reais ou simbólicas. Com o propósito de ampliar a circulação artística do interior do estado, a proposta consiste em reunir e divulgar obras de 2 artistas visuais do interior e fazer um grande encontro de troca e vivências artísticas com a comunidade da capital. Juliane Mai e Sérgio Schmitt, artistas do interior do estado contam com o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para apresentar suas obras na capital. O momento da divulgação da arte faz parte do ato artístico. É através dele que se trocam experiências, que surgem indagações, que se aprofundam as reflexões. Além disso, a arte se faz no olhar do outro, nas diversas interpretações por parte das pessoas que ressignificam as obras a todo momento. Neste contexto, a artista Juliane Mai se propõe a estar presente durante todo o período da mostra (30 dias), para potencializar o ato artístico, os processos criativos e interativos com o público e troca de vivências. Serão diversas atividades em um mês de programação artística, evidenciando as potencialidades dos artistas. Os bate-papos e rodas de conversas possuem a intenção de formar um público crítico, difundindo a prática das artes visuais contemporâneas para e com a comunidade. O projeto "CONECTAR E CRIAR" propõe uma exposição de qualidade que visa sensibilizar os visitantes para a valorização do saber e do fazer artístico, e a importância da preservação da cultura nesse momento de crise. Apresenta um recorte curatorial, com obras de 2 artistas do interior do estado, de um município que foi afetado pela crise climática, para serem expostas na capital, com o objetivo de fortalecer, difundir e democratizar a arte contemporânea de artistas do interior. Através deste projeto, será possível a realização da exposição "ESSÊNCIAS", realização de bate-papos e rodas de conversas, que apresentam diferentes visões de mundo e motivações poéticas como só a arte possibilita, plena de conceitos e questões que direcionam novos caminhos, novas percepções e novas vivências. Escolhemos realizar o projeto "CONECTAR E CRIAR" no município de Porto Alegre, porque é sabido que a capital do nosso estado concentra uma grande parte da população gaúcha que tem o hábito de apreciar e comprar obras de arte. Também são lugares que possuem Faculdades de artes, o que pode colaboram com o olhar dos estudantes. Além de serem cidades que costumam movimentar grandes públicos para visitas as exposições justamente por terem movimentos culturais pulsantes. Além de possuírem secretarias de cultura que incentivam a comunidade escolar nas visitas. Outro motivo é que os centros de cultura e galerias, em sua maioria, já possuem recursos de acessibilidade estrutural. Nosso grupo de trabalho também possui acesso a imprensa dessas regiões e isso facilitará a divulgação das atividades do projeto A execução do projeto será um fator favorável para a expansão da cadeia produtiva do setor, prevendo empregabilidade ao contratar, além da equipe principal, montadores, eletricistas, monitores, fotógrafos, videomaker, designer gráfico, libras, gestor de acessibilidade, locutor para audidescrições, produtor de textos, revisor de textos, transporte das obras, contador, jurídico, e demais profissionais para executar as ações do projeto a contento. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar essa iniciativa, permitindo que recursos sejam captados para a realização do presente projeto. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto alcançará os seguintes objetivos conforme o Art. 3º da mesma lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) - Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura se torna um instrumento vital para a execução deste projeto, permitindo que a arte e a cultura sejam acessíveis a todos, especialmente em momentos de crise, contribuindo para a reconstrução social e emocional das comunidades afetadas.
A exposição prevê a venda das obras de arte conforme prática de mercado, com receita voltada 100% para os artistas. E as obras serão entregues, no caso de venda, após o encerramento da exposição. Está sendo contruindo o site: www.julianemai.com.br, com recursos próprios, onde serão também postadas todas as ações do projeto.
Especificação Técnica A Exposição de artes visuais “ESSÊNCIAS" terá duração de 30 dias de mostra no município de Porto Alegre, com classificação livre. Tempo de montagem: 3 dias. Tempo de desmontagem: 2 dias. Expografia: O Projeto Arquitetônico de Ambientação e Cenografia será definido pela Curadora Magui Kampf na etapa de Pré-produção de acordo com a seleção e definição do local expositivo junto a Secretaria de Cultura de Porto Alegre. A expografia terá objetos e instalações que dialoguem com as obras, criando cenários interativos, incluindo materiais de reaproveitamento nas obras e no mobiliário, e uma proposta de expor as obras de forma a tirar o visitante da zona de conforto, com trabalhos nas paredes, bancadas, penduradas no teto, no chão e nos cantos. Obras: As 30 obras da artista Juliane Mai terão diversos tamanhos, sendo 8 obras telas grandes com mais de 1 m² e demais com tamanhos menores diversos, e propõe 3 obras táteis sendo uma tátil impressa em 3 D. As 30 obras/poesias do artista Sérgio Schmitt serão expostas de forma cênica através de escritas à mão livre, impressões, bordados, etc. Oficina de monitoria: Oficina de monitoria para formação de 2 monitores para recepção de público. Encontro de 2h para apresentar o plano de trabalho da exposição, mostrando do que se trata a mostra, como eles devem informar os visitantes e também como receber, ajudar e orientar os PCDs, levando em consideração cada tipo de necessidade. Teremos um material escrito para orientação mais pontual e para que possa servir de consulta caso seja necessário. Catálogo: Produção de um Catálogo, com texto curatorial, biografia dos artistas e curadora, imagens de referência de obras dos artistas e imagens de obras participantes das exposições em formato digital com audiodescrição. Cartilha física: Produção de uma Cartilha física, 2.000 unidades, em 6 páginas, tamanho 21x30cm aberto, 4x4 cores, grampeado, Couché 115g interno e Couché 170G a CAPA, com texto curatorial, biografia dos artistas e curadores, algumas imagens de referência de algumas obras dos artistas, com QR Code para acesso ao Catálogo completo no formato digital, para distribuição aos visitantes durante a mostra. Sessões (5) de bate-papos e rodas de conversas - Contrapartida social: Para aproximar o público das expressões da arte contemporânea, será oferecida 1 sessão de bate-papo de abertura (vernissage), 1 sessão de encerramento (finissage) da exposição e 1 sessão durante o período da mostra com artistas convidados com a participação dos 2 artistas (Juliane Mai e Sérgio Schmitt) e da curadora (Magui Kampf). Exclusivamente com a artista Juliane Mai, que é PCD, serão realizadas 2 rodas de conversas com os 2 grupos de minorias e PCDs. A programação irá abordar conceitos da arte com uma linguagem acessível, procurando desmistificar a arte contemporânea e levá-la ao público a fim de que este possa interpretá-la e refletir de tal modo que passe a fazer algum sentido em suas vidas. Espaço Interativo: Proporcionar um espaço interativo para o visitante opinar sobre a exposição, podendo ser através de escrita ou pintura. (Material será disponibilizado para essa dinâmica como contrapartida social). Visitas guiadas-Contrapartida social: Previsto 4 visitas guiadas para estudantes e professores da Rede Pública de ensino (grupos de 45 pessoas), totalizando 180 pessoas, preferencialmente de bairros mais pobres de Porto Alegre, previsto transporte para estes 4 grupos. Visitas guiadas-Contrapartida social: Previsto 2 visitas guiadas para grupos de minorias e PCDs (grupos de até 45 pessoas), totalizando 90 pessoas, preferencialmente de bairros mais pobres de Porto Alegre, previsto transporte para estes 2 grupos. Intérprete de Libras: Prevista para acompanhar, caso seja necessário, nas 6 visitas guiadas, previamente agendadas na mostra, para 6 grupos de 45 pessoas, estudantes e professores da Rede Pública de ensino, grupos de minorias e PCDs.
O projeto “CONECTAR E CRIAR” prioriza a acessibilidade para garantir que o público em geral possa participar gratuitamente e plenamente das exposições e atividades propostas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão implementadas diversas medidas para facilitar a locomoção no espaço físico durante as exposições. Isso inclui a instalação de rampas de acesso para cadeirantes e a locação de banheiros adaptados quando necessário, garantindo que todos possam se deslocar com segurança e conforto. Haverá preferência de a exposição ser em local térreo, para garantir acessibilidade de circulação por todos. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Acessibilidade para deficientes visuais: A exposição apresentará etiquetas das obras com QR Code para acesso a audiodescrição das obras. O Catálogo virtual terá audiodescrição. A Cartilha física terá QR Code para acesso ao Catálogo virtual completo. Teremos 3 obras táteis, uma impressa em formato 3D, para que o visitante sinta os detalhes dos traços desenhados. Acessibilidade para deficientes auditivos: será através de intérprete de Libras nas visitas mediadas previamente agendadas na mostra. Também serão disponibilizadas legendas descritivas para conteúdos audiovisuais (Reels) de divulgação. Essas medidas visam criar um ambiente inclusivo e acolhedor, onde todos possam desfrutar da arte e da cultura. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Terá 2 monitores capacitados disponíveis para recepção e atendimento a todo tipo de público durante o período expositivo.
Além da exposição com entrada gratuita à população, o projeto implementará outras medidas de ampliação de acesso, como a realização de visitas guiadas para estudantes e professores da Rede Pública de ensino, grupos de minoria e PCDs, rodas de conversas, bate-papos, onde a comunidade poderá assistir ao processo criativo e interagir com os artistas, promovendo uma maior aproximação entre o público e a arte. Serão produzidos Reels durante a exposição e um catálogo virtual das obras para divulgação permanente na internet (Youtube, site, Instagram e Facebook). Toda a programação do projeto é ofertada gratuitamente a todos os públicos e de todas as camadas sociais, sem distinção de raça, credo, etnia ou gênero. Será permitida a captação de imagens das atividades e da exposição e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Juliane Mai possui um networking de mais de 16 mil contatos e costuma movimentar grandes públicos em seus eventos, de todas as classes sociais, crédulos e idades. Ela também é PCD e entende as necessidades do público especial. Essa estratégia de democratização de acesso visa não apenas ampliar o alcance do projeto, mas também fomentar o interesse e a formação de plateia, contribuindo para a valorização da cultura e das artes junto ao público. O Projeto com finalidade de captar e canalizar recursos para o setor se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural atenderá aos seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;
Juliane Mai: Proponente, Coordenadora Geral e Artista Visual Possui formação em artes visuais, curadoria, pesquisa, história da arte, produção cultural, design gráfico e é bacharel em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda. Atua há mais de 22 anos na área cultural. Como artista visual participou de mais de 100 exposições nacionais e internacionais, recebendo prêmios, medalhas e honrarias, tanto como pintora quanto mediadora. Seu trabalho é representado por galerias, Art Dealers e marchands do Brasil, de Portugal, da Suíça e do México. Assina a curadoria de 14 mostras nacionais e internacionais como curadora independente e mais 4 curadorias coletivas. Atualmente presta assessoria e consultoria para artistas visuais de 29 países. Em suas pinturas, geralmente realizadas com técnicas mistas sobre tela e materiais recicláveis, Juliane usa muitos elementos que surgiram desde os primeiros rabiscos, criando uma identidade visual com tipos de arabescos e formas, através de traços a mão livre, para compor “figuras”, com ou sem texturas de base. A série mais recente de obras inclui dados numéricos, que passam a ser uma marca registrada de seus trabalhos. Considerada uma artista expressionista abstrata, desafia o espectador a encontrar elementos que ativam o subconsciente particular, permitindo que o observador faça parte da construção imaginária da obra. Juliane Mai possui um networking de mais de 16 mil contatos e costuma movimentar grandes públicos em seus eventos, de todas as classes sociais, crédulos e idades. Ela também é PCD e entende as necessidades do público especial. Magui Kampf: Curadoria e Expografia É curadora, gestora cultural, artista visual, arquiteta e cenógrafa. Trabalha no setor cultural há mais de 15 anos, com importante experiência em desenho de museus e exposições, em projetos pelo Brasil e Europa. Arquiteta formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005), especialista em cenografia pela Ecole Nationale Supérieure d'Architecture de Nantes, França (2010) e mestranda em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Santa Cruz do Sul, com ênfase em Cultura, memória e mudanças climáticas (2024). Fundou, coordena e faz a curadoria, junto com mais 4 profissionais, do Imaginário das Artes Visuais de Santa Cruz do Sul, projeto que reúne 102 artistas visuais da cidade e que busca movimentar esse setor nas mais diversas áreas da economia criativa, trazendo formação para o grupo e apresentando obras de qualidade para a sociedade. Alguns desses artistas possuem carreira internacional. Entre 2011 e 2016 esteve à frente da M+E Design, empresa da economia criativa no Rio de Janeiro, onde desenvolveu trabalhos e pesquisa de inovação em projetos culturais participativos. Possui especialização na criação de espaços cênicos e sensoriais para contar histórias nas exposições. Sérgio Nilo Schmitt: Artista/Poeta É poeta, escritor, Colecionador de Arte e Teólogo, Nasceu no ano de 1948, em Venâncio Aires/RS, com formação em Teologia, exerceu o pastorado na IECLB, por 36 anos. Por onde residiu, principalmente, Santa Maria, Porto Alegre, Novo Hamburgo (onde teve uma galeria de arte) conviveu intensamente com artistas, galeristas e marchands, chegando a um acervo em torno de 300 obras. Agora, em Santa Cruz do Sul, continuando essa interação com as artes e artistas, alcança o momento em dar destino às obras de arte, das quais não se considera proprietário, mas destinatário para um bem coletivo. Surge a possibilidade em doar, parte da coleção, em comodato, à formação da Pinacoteca da Unisc (junto à doação de outros colecionadores e artistas). Ao longo de sua vida, exerceu a poesia com afinco, publicando semanalmente no Facebook/Instagram e no Riovale Jornal. Crê que é chegado o momento de unir pintura/desenho e poesia, em um projeto, para uma exposição. Fernando Pozzobon da Costa: Produtor Executivo Fernando Pozzobon da Costa é historiador, produtor cultural desde 2007, especialista em acessibilidade. Foi assistente, coordenador de produção e atualmente é o produtor executivo do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência, realizado bienalmente no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Foi coordenador de equipe de audiodescrição na Rio+20 e Jogos Olímpicos Rio2016. Atuou também nos projetos Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes e Acessibilidade no Teatro Oi Futuro. Fez a produção executiva da exposição AoTAPETEVERMELHO, de Umberto França, no Centro Cultural Justiça Federal (RJ). A partir de 2017, realizou a gestão administrativa e produção de eventos da Casa Círculo, espaço sustentável para eventos em Santa Maria/RS. Neste contexto, foi proponente de diversos projetos, notadamente na área musical e de educação ambiental. Foi roteirista de audiodescrição do livro de fotografias Os Mundos que Cabem em uma Rua, de Carlos Donaduzzi. Em 2022, produziu a acessibilidade na série “O que Tem Passado”, da TV OVO e a audiodescrição do livro de fotos “O sobe e desce de uma avenida: entre o patrimônio Art Deco e a preservação da Mata Atlântica em Santa Maria – RS”, de Carlos Donaduzzi. Em 2023, realizou a Mostra Assim Vivemos de Filmes Sobre Deficiência em Santa Maria – RS, através do edital Funcultura, da Prefeitura Municipal. Fez também a coordenação de equipe de intérpretes de LIBRAS para a Feria do Livro de Santa Maria. Atualmente, reside em Santa Cruz do Sul, onde foi assistente de produção do Santa Cruz Jazz n’ Blues Festival (Branco Produções) e da Festa das Orquídeas de Mato Leitão (Skene Produções). Atualmente, realiza a audiodescrição na série Distrite-se, produzida pela TV OVO, e atua como consultor de acessibilidade do Teatro Por Que Não?, ambos em Santa Maria. Foi contemplado como proponente no edital estadual da Lei Paulo Gustavo com o projeto Imaginário das Artes de Santa Cruz do Sul, a ser realizado em 2024.
PROJETO ARQUIVADO.