Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Songbook - Zé Caradípia é um registro detalhado e abrangente da obra do compositor, contendo 30 partituras de suas músicas já gravadas, além de histórias e depoimentos que enriquecem a compreensão sobre seu trabalho e trajetória. Serão impressos 1000 exemplares do livro, que não apenas oferece as partituras, mas também contextualiza as canções com narrativas que permitem ao leitor um mergulho mais profundo na vida e na carreira de Zé Caradípia. Uma das inovações do projeto é a inclusão de um QR Code na contracapa do Songbook, que direcionará o leitor ao áudio das 30 músicas transcritas. Isso proporciona uma experiência mais completa para quem deseja não apenas ler e tocar as partituras, mas também ouvir as canções em sua forma original, facilitando a conexão entre a leitura musical e a audição das composições.
O songbook será composto por 164 páginas, sendo 10 coloridas e 154 em preto e branco, com tiragem de 1.000 cópias. O miolo terá impressão frente e verso em papel couchê de 250g, no formato 15x21 cm, sem orelhas. A capa será colorida, impressa em papel supremo ou tríplex de 350g. O livro contará com 30 partituras, incluindo melodias, letras e harmonias para violão e guitarra. As partituras seguem a representação gráfica padronizada mundialmente, especialmente transcritas para este projeto. Entre as composições, estarão obras conhecidas como "Asa Morena" e "Diamante". Além das partituras, o songbook trará histórias sobre a criação das músicas. Um exemplo é o relato de como a canção "Asa Morena" foi composta e chegou à cantora Zizi Possi, tornando-se um de seus maiores sucessos. Outro relato interessante é sobre como o Padre Fábio de Melo conheceu a música "Ser Menino e Ser Amado". O livro também incluirá fotos de momentos marcantes de Caradípia em shows e festivais, suas parcerias com outras personalidades, capas de CDs, além de depoimentos de pessoas que fazem parte da sua trajetória artística. Haverá também indicações de onde as músicas podem ser encontradas nas plataformas digitais. A apresentação do livro será feita pelo jornalista e escritor Paulo Antônio Berquó Farias, profundo conhecedor da música popular brasileira e atual diretor da Gazeta do Alegrete. O livro contará ainda com depoimentos de personalidades como Zizi Possi, Ayrton (Patinete) dos Anjos, Ruy Godinho, entre outros. Além das partituras e histórias, serão gravados 30 vídeos com interpretação em LIBRAS, audiodescrição e legendagem de cada uma das letras, que serão disponibilizados nas plataformas digitais, garantindo acessibilidade para diferentes públicos. Na contracapa, um QR code exclusivo permitirá acesso ao áudio das músicas, gravadas especialmente para este projeto em voz e violão, com tratamento de estúdio de alta qualidade. Zé Caradípia as seguintes canções: 1 - Asa Morena (Zé Caradípia); 2 - Nossa Canção de Acordar (Zé Caradípia/Messias Lyra) 3 - Vermelho Paixão (Zé Caradípia) 4 - Diamante (Zé Caradípia/Sérgio Silva) 5 - Acordando o violão (Zé Caradípia/Elmo Lage e Reginado Mil) 6 - Pintando Falas (Zé Caradípia) 7 - Carinho aos 4 ventos (Zé Caradípia) 8 - Após Bares (Zé Caradípia) 9 - Tu Blues (Zé Caradípia) 10 - Tantos Seres (Zé Caradípia/Raul Boeira) 11 - Madeixa (Zé Caradípia) 12 - Olhos Claros (Zé Caradípia/Chicão Dornelles/Beto Bollo) 13 - Na Ribanceira(Zé Caradípia) 14 - Solo de Cuíca (Zé Caradípia/Mário Pirata) 15 - Sob a luz de um certo meio dia (Zé Caradípia) 16 - Céu Azulão (Zé Caradípia) 17 - Retina da Alma (Zé Caradípia) 18 - Senhora Bossa (Zé Caradípia/Reginaldo Mil), 19 - Chuva de Outono (Zé Caradípia/Vitor Hugo Santo) 20 - Canção do Lado Emocionado ((Zé Caradípia) 21 - Algodão doce (Zé CaradípiaZé augusto Marques), 22 - Sem nome ainda (Zé Caradípia/Márcio Celli) 23 - Antitese das Sombras (Zé Caradípia) 24 - Casa de Madeira, Morena (Zé Caradípia/Yuri Victorino) 25 - Brasil Quilombo (Zé Caradípia/Luiz Mauro) 26 - Mas é amor (Zé Caradípia/Roigério Nascente) 27 - Mais Um (Zé Caradípia/Ricardo Silvestrin) 28 - Encantramento (Zé Caradípia/Adriana Bandeira) 29 - O Negro e o Tempo - (Zé Caradípia/Paulo Ricardo Baiano) 30 - Serpente dos Sete Ares (Zé Caradípia/Galileu Arruda) Asa Morena (zé Caradípia)Zizi PossiMe faz pequena, asa morenaMe alivia a dorAliviando a dor que mataMe faz ser teu amorMe faz pequena, asa morenaMe alivia a dorAliviando a dor que mataMe faz ser teu amorMe toma no crescerDe um beijo muito loucoMe implodindo aos poucosNo universo a desvendarA vastidão do teu amorMe toma sem pensarNum gesto muito forteUnindo o sul e o norte do meu corpoFrágil corpo, com a mais pura emoçãoMe faz pequena, asa morena Todas as músicas que serão inseridas no projeto encontram-se no Link do google Drive aqui inserido: https://drive.google.com/drive/folders/1XbliHx4eUS4r1aJCw2dHMVqq6dIMlCxJ?usp=drive_link
O objetivo geral do "Songbook Zé Caradípia" é registrar e preservar a obra musical do compositor, proporcionando acesso às suas criações por meio da publicação de partituras e histórias que documentam sua trajetória artística. O projeto visa perpetuar seu legado cultural, facilitando o estudo e a difusão de sua música, ao mesmo tempo em que promove a valorização da cultura popular do Rio Grande do Sul e da música brasileira como um todo. Além disso, busca-se ampliar o alcance de sua obra, por meio de um material de alta qualidade estética, que integra elementos visuais, musicais e textuais, e que será distribuído em diversos formatos, incluindo plataformas digitais e recursos de acessibilidade. O Songbook de Zé Caradípia tem como objetivos específicos: Preservar a obra musical: Reunir partituras de 30 canções do compositor, permitindo que músicos e pesquisadores tenham acesso às suas composições de forma estruturada.Documentar a trajetória artística: Incluir textos que narram histórias sobre a criação das músicas, depoimentos de artistas como Zizi Possi, e registros fotográficos de momentos significativos da carreira de Zé Caradípia.Promover a cultura popular gaúcha: Destacar a importância de Zé Caradípia como referência na música popular do Rio Grande do Sul, contribuindo para a valorização e difusão da cultura regional.Facilitar o estudo e a interpretação: Oferecer partituras detalhadas, incluindo melodias, letras e harmonias para violão, auxiliando músicos que desejam interpretar ou estudar as composições.Garantir a acessibilidade: Disponibilizar uma partitura em Braille da música "Asa Morena", promovendo a inclusão de pessoas com deficiência visual no acesso à música, além de vídeos em LIBRAS das letras que serão impressar no songbookExpandir o alcance da obra: Distribuir o Songbook em bibliotecas, universidades, escolas de música e eventos culturais, além de disponibilizar versões digitais, visando alcançar um público mais amplo e diversificado. Esses objetivos combinam-se para celebrar e perpetuar o legado de Zé Caradípia, assegurando que sua contribuição à música brasileira seja reconhecida e apreciada por gerações futuras. Perpetuar a obra de um artista envolve não apenas preservar o legado, mas também garantir que seu trabalho continue a impactar as futuras gerações e a contribuir para a revitalização cultural e econômica. Para um artista cuja carreira foi afetada por crises — como as climáticas ou econômicas — a perpetuação de sua obra pode ser fundamental para sua recuperação profissional e emocional. É um projeto que perpetua o legado do artista resgitrando sua trajetória, gerando promoção de shows e eventos e reintroduz seu repertório ao público. Ao fazer isso, o artista ganha visibilidade e novas oportunidades de trabalho, fortalecendo sua presença no cenário cultural. Além disso, a recuperação de seu acervo, seja em formato físico (álbuns, livros) ou digital (streaming, YouTube), oferece um meio contínuo de gerar renda e manter sua arte viva. Esse tipo de apoio também cria uma conexão com novos públicos. A perpetuação da obra também pode incluir parcerias com instituições culturais e educativas, permitindo que o artista possa compartilhar sua experiência com novos criadores e continuar criando de maneira sustentável. Isso não apenas ajuda o artista a se recuperar, mas também fortalece a cultura local e cria uma plataforma para que sua obra tenha impacto contínuo. É um ciclo virtuoso, onde a recuperação de um artista alimenta a cultura, e a cultura, por sua vez, oferece novas possibilidades de sustento ao artista e à comunidade.
A Instrução Normativa MINC nº 14, de 12 de junho de 2024, estabelece medidas emergenciais voltadas para projetos culturais financiados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), em resposta ao estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, devido às enchentes declaradas pelo Decreto nº 57.596, e reconhecidas pela União. O projeto do Songbook - Zé Caradípia se enquadra nas medidas emergenciais previstas nesta Instrução Normativa por diversas razões: Contexto de Calamidade Pública: O compositor Zé Caradípia foi diretamente afetado pelas enchentes que motivaram o decreto de calamidade pública. O projeto visa justamente a preservação e valorização de sua obra, o que é fundamental num cenário onde artistas e suas produções culturais enfrentam grandes perdas materiais e de visibilidade. Teve diversos trabalhos cancelados e ainda mora em zona atingida pelas águas.Recuperação Cultural Pós-Crise: De acordo com a Instrução Normativa, projetos como o Songbook podem se beneficiar das medidas emergenciais de incentivo, uma vez que buscam revitalizar a cultura regional e preservar o patrimônio imaterial, funções que se alinham com os objetivos de recuperação e apoio previstos no documento.Adequação ao Pronac: O Songbook pode utilizar o mecanismo de incentivo do Pronac, previsto pela Lei Rouanet, para garantir financiamento. As medidas emergenciais abrem espaço para flexibilizações e adaptações nos processos de captação de recursos e execução dos projetos, o que facilita a viabilização do Songbook em um contexto de crise.Impacto Social e Econômico: Além de sua importância cultural, o Songbook envolve uma cadeia produtiva (técnicos, produtores, músicos, etc.), o que está em consonância com os objetivos da Instrução Normativa de não apenas proteger o legado cultural, mas também apoiar a economia criativa local, afetada pela calamidade.Foco na Preservação e Acessibilidade: A preservação da memória de Zé Caradípia e a democratização do acesso à sua obra (com recursos de acessibilidade como videoclipes em LIBRAS e divulgação digital) são pontos que reforçam a relevância do projeto dentro do contexto da Instrução Normativa, que visa apoiar a continuidade de projetos culturais acessíveis e de grande impacto social. Portanto, o projeto do Songbook - Zé Caradípia está completamente alinhado com as diretrizes emergenciais previstas pela Instrução Normativa MINC nº 14, permitindo que utilize os benefícios previstos, como flexibilizações administrativas e possíveis facilidades para captação de recursos, para assegurar a preservação e difusão da obra do artista, mesmo em um cenário de crise. O Songbook - Zé Caradípia não é apenas uma coleção de partituras, mas uma obra que documenta a carreira do artista, com fotos, registros históricos e parcerias com grandes nomes da música e poesia. Depoimentos de artistas como Zizi Possi valorizam ainda mais o projeto, contextualizando a relevância de suas músicas no cenário cultural. A criação deste Songbook é urgente e relevante, considerando que o compositor foi recentemente atingido pelas enchentes, o que torna ainda mais necessária a preservação e valorização de seu legado musical. O projeto não só resgata e perpetua a obra de um artista com mais de 40 anos de contribuição à cultura popular gaúcha e brasileira, como também movimenta a atividade cultural e econômica, envolvendo diversos profissionais e ampliando o impacto social do fazer artístico. Zé Caradípia é uma referência incontestável da música popular do Rio Grande do Sul, com sua obra já imortalizada em importantes publicações sobre a história da música brasileira. O lançamento do Songbook reforça sua posição nesse cenário, registrando partituras de 30 músicas consagradas, além de depoimentos e registros fotográficos que contam sua trajetória e colaborações. Esse material será uma fonte de pesquisa não só para estudiosos da música, mas também para músicos e entusiastas da cultura brasileira, enriquecendo o entendimento sobre a diversidade rítmica e poética do Sul do país. Além de seu valor cultural, o projeto tem potencial econômico significativo. O Songbook será lançado em feiras de livros e distribuído em escolas de música e universidades, criando novas oportunidades de mercado e visibilidade para o artista. A disponibilização nas plataformas digitais, juntamente com videoclipes acessíveis e divulgação nas redes sociais, amplia o alcance do trabalho, atingindo públicos diversos e garantindo a longevidade de sua obra. O formato físico do livro e CD também tem um apelo especial, mesmo em um contexto de crescente digitalização. Muitas pessoas ainda valorizam a experiência tátil de possuir um produto físico, o que reforça o charme do projeto. Ao unir o tradicional ao contemporâneo, o Songbook não apenas preserva a memória cultural de Zé Caradípia, mas também responde aos desafios e transformações da era digital, mostrando que a música e a arte podem coexistir e prosperar em diferentes formatos. A utilização da Lei reforça: 1. Apoio à Recuperação Cultural Pós-CriseEm momentos de crise, como as catástrofes climáticas que afetaram artistas e a população de São Leopoldo e outras regiões, muitos profissionais perdem suas fontes de renda, infraestrutura e visibilidade. A Lei Rouanet emergencial surge como uma ferramenta crucial para financiar projetos que ajudem a revitalizar esses artistas e a indústria criativa local. Esse apoio permite que continuem produzindo, mantendo suas carreiras ativas e contribuindo para o setor cultural. 2. Fomento à Economia Criativa e LocalA injeção de recursos pela Lei Rouanet impulsiona a economia criativa, que frequentemente sofre em tempos de crise. Projetos culturais geram empregos e movimentam a economia local ao envolver técnicos, produtores, artistas e prestadores de serviços. Nos seus projetos, por exemplo, há produção executiva, técnicos de som, luz e vídeo. Dessa forma, a Lei Rouanet emergencial apoia não apenas os artistas, mas também toda a cadeia produtiva ao seu redor. 3. Preservação e Divulgação da Memória ArtísticaNo caso do projeto de Zé Caradípia, a Lei Rouanet permite documentar sua obra e realizar novas gravações, preservando seu legado e tornando-o acessível a novas gerações. Isso é fundamental para que a arte continue a impactar a sociedade, mesmo após a crise, além de gerar renda futura com a distribuição digital de suas obras. A Lei Rouanet emergencial se mostra um meio eficiente de financiar esse resgate cultural. 4. Acessibilidade e Democratização da CulturaA Lei Rouanet também possibilita a inclusão de recursos voltados à acessibilidade, como LIBRAS, audiodescrição e conteúdos em Braille, iniciativas que já estão presentes em seus projetos. Em tempos de crise, é ainda mais importante garantir que a cultura chegue a todos, e a Lei Rouanet pode viabilizar essa inclusão, ampliando o impacto social das iniciativas. 5. Capacitação e Formação de Novos PúblicosEm projetos voltados à formação de público e capacitação, como oficinas culturais, a Lei Rouanet oferece suporte para que essas atividades continuem, mesmo em momentos difíceis. Ao proporcionar cursos e envolver a comunidade, promove-se uma recuperação não só econômica, mas também cultural e social, fortalecendo o patrimônio imaterial e renovando a força criativa local. 6. Viabilização de Projetos Complexos e de Longo PrazoProjetos como documentários, turnês e shows comemorativos — que demandam grande investimento — são difíceis de viabilizar sem apoio. A Lei Rouanet emergencial garante que esses projetos, que perpetuam o trabalho de um artista, possam ser realizados de forma profissional, sem comprometer a qualidade da obra ou a remuneração justa dos envolvidos. Em resumo, o Songbook - Zé Caradípia é de grande importância para a preservação da memória cultural do Rio Grande do Sul e para a promoção da música popular brasileira.
Segue o acesso aos vídeos e páginas nas plataformas e redes sociais para conhecer o trabalho do compositor. Canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCKN7P-RV-sy2DKgzht8Nd7g Asa Morena Um Documento: https://www.youtube.com/watch?v=O-VGQmDHfe8&t=21s
Livro: Impressão de 1.000 cópias, com 164 páginas (10 coloridas e 154 em preto e branco), sem orelha. O miolo será impresso frente e verso em papel couchê de 250g, no formato 15x21cm. A capa será colorida, impressa em papel supremo ou tríplex de 350g. O livro contará com 30 músicas transcritas em partituras, e o acesso aos áudios dessas músicas será feito por meio de QR Code impresso na contracapa do Songbook. O Songbook terá a transcrição de partituras musicais, que são as representações gráficas da música, onde as notas e instruções para a execução de uma composição são escritas em um sistema de notação padrão. Elas contêm símbolos e sinais que indicam altura (nota), duração (ritmo), intensidade (dinâmica), articulação (forma de tocar) e outras nuances musicais. Em uma partitura, as notas são dispostas em pentagramas (conjuntos de cinco linhas e quatro espaços), e diferentes claves (como a clave de sol ou clave de fá) indicam qual a referência de altura para as notas. Além das notas musicais, as partituras também podem incluir marcas de compasso, que indicam a métrica da música, e sinais de dinâmica (como p para "piano" – suave – ou f para "forte" – alto). Existem partituras para instrumentos solo, vocais, e partituras orquestrais, que mostram as partes de todos os instrumentos que participam de uma obra musical. Elas são fundamentais para que músicos possam ler e interpretar a música escrita por compositores, permitindo uma execução precisa, mesmo que os intérpretes nunca tenham ouvido a música antes. Vídeos: Serão produzidos vídeos com a tradução LIBRAS para cada uma das letras das músicas incluídas no Songbook e a narração das letras. Esses vídeos terão entre 3 a 5 minutos (cada) de duração e, após a edição, serão disponibilizados em sites e plataformas digitais, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Configuração da Letra em Braile: O Songbook também contará com a transcrição das letras das músicas em braile, proporcionando acessibilidade para pessoas com deficiência visual. As páginas em braile serão impressas em papel adequado para essa tecnologia, garantindo a legibilidade e durabilidade. Cada música terá sua letra transcrita, facilitando o acesso ao conteúdo para leitores com deficiência visual. Serão realziadas 30 cópias e disponibilizadas em Associação de cegos e de baixa visão,
Para garantir o cumprimento das Medidas de Acessibilidade, conforme a Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto do Songbook - Zé Caradípia contempla tanto a Acessibilidade Física quanto a Acessibilidade de Conteúdo, alinhado às exigências legais, incluindo os artigos 27 e 28 da referida Instrução. 1. Acessibilidade FísicaO projeto prevê que, sempre que houver eventos presenciais, como lançamentos ou apresentações, os locais escolhidos contarão com recursos de acessibilidade arquitetônica, conforme estabelecido no Art. 27, inciso I. Isso inclui: Acessos adaptados para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosos;Banheiros acessíveis e áreas de alimentação e circulação adequadas.Essas adaptações garantirão que todos possam acessar os espaços culturais e participar das atividades previstas no projeto. 2. Acessibilidade de ConteúdoO aspecto comunicacional da acessibilidade será abordado com medidas que garantam o acesso pleno ao conteúdo cultural do Songbook - Zé Caradípia para pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. As ações incluem: Partitura em Braille: Será realizada um tiragem das 30 canções em Braille assegurando que pessoas com deficiência visual possam acessar o conteúdo musical. E entregue a associação de cegos e pessoas de baixa visão; Vídeos em LIBRAS e Legendas: Zé Caradípia também prevê a gravação de 30 vídeos que contarão com tradução em LIBRAS das letras das músicas e legendas. Esses vídeos garantirão maior acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva, permitindo que possam compreender e apreciar as canções do compositor. A inclusão de LIBRAS e legendas nos vídeos amplia o alcance e a acessibilidade do projeto, reforçando o compromisso com a democratização do acesso ao conteúdo cultural.Livro com Linguagem Acessível: Todos os textos do Songbook serão redigidos de forma clara e acessível, utilizando uma linguagem de fácil compreensão, garantindo que o conteúdo seja acessível para o público em geral, incluindo pessoas com deficiência intelectual. Divulgação e Informações sobre Acessibilidade: O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto indicará claramente a disponibilidade de todas essas medidas de acessibilidade, conforme o §2º do Art. 27. Isso inclui informações sobre as partituras em Braille e os recursos de LIBRAS e audiodescrição nos vídeos. 3. Previsão OrçamentáriaOs custos relacionados às ações de acessibilidade estão devidamente previstos no orçamento analítico do projeto, conforme exigido pela Instrução Normativa. Caso haja ações de acessibilidade realizadas de forma voluntária, essas serão devidamente justificadas e acompanhadas da qualificação dos profissionais envolvidos, de acordo com o §1º do Art. 27. 4. Medidas AlternativasCaso haja alguma especificidade no projeto que impeça o cumprimento total das medidas de acessibilidade previstas na legislação, o proponente oferecerá alternativas devidamente justificadas, conforme o Art. 28, garantindo que a acessibilidade seja contemplada de maneira adequada. Em resumo, o Songbook - Zé Caradípia está em total conformidade com as normas de acessibilidade exigidas pela Instrução Normativa MINC nº 11, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência, tanto no acesso físico aos eventos, quanto no conteúdo cultural produzido.
O projeto do Songbook - Zé Caradípia está em conformidade com as Medidas de Democratização de Acesso previstas no Art. 29 da Instrução Normativa, garantindo que o acesso aos produtos culturais seja amplamente disponibilizado de forma inclusiva e acessível a todos. As ações de democratização incluem: Distribuição Gratuita com Caráter Social e Educativo: Serão distribuídos exemplares gratuitos do Songbook para alunos de faculdades de música no Estado do Rio Grande do Sul e em outras regiões do Brasil, bem como para as bibliotecas de escolas de música e universidades. Essa medida visa incentivar a formação musical e ampliar o acesso ao conteúdo educativo e cultural do projeto, beneficiando estudantes e instituições de ensino.Acessibilidade Física, Atitudinal e Comunicacional: O projeto também prevê acessibilidade total, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015). Isso inclui: Acessibilidade física nos eventos de lançamento e apresentações relacionadas ao projeto.Acessibilidade atitudinal, promovendo uma postura inclusiva em todas as fases do projeto.Acessibilidade comunicacional, com a inclusão de vídeos em LIBRAS, legendas e materiais em Braille, para que pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual possam acessar o conteúdo cultural.Distribuição Promocional e Comercialização a Preços Acessíveis: - 10% dos exemplares do Songbook serão destinados à distribuição gratuita para fins promocionais, tanto pelos patrocinadores quanto pelo proponente, conforme o limite estabelecido. - 20% dos exemplares serão comercializados a preços acessíveis, não ultrapassando 3% do salário-mínimo vigente, o que permite que o produto cultural esteja ao alcance de um público mais amplo, respeitando o princípio da acessibilidade econômica. Essas medidas garantem que o Songbook - Zé Caradípia seja amplamente distribuído e acessível, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e a inclusão social, além de oferecer suporte à formação musical e preservação da memória cultural brasileira.
José Luiz Fernandes dirigente - Pseudonimo (Zé Caradípia) - Cantor/ Compositor - Atuando no circuito musical desde 1976, Zé Caradípia tem uma carreira sólida com diversos sucessos em seu currículo de compositor, cantor e músico. Asa Morena, sua música mais famosa, ficou conhecida por meio da interpretação de Zizi Possi em disco homônimo de 1982, figurando entre as 100 músicas mais tocadas no século XX no Brasil. Em novembro de 2015, o Padre Fábio de Melo registrou no CD/DVD Deus no Esconderijo do Verso, em gravação realizada ao vivo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a música Ser Menino e Ser Amado, composta por Zé Caradípia. Sua obra é referência da cultura popular do Rio Grande do Sul e faz parte de livros que tratam da história da música brasileira, como “Então Foi Assim” Vol. 2, de Ruy Godinho; “A Canção No Tempo”, de Jairo Severiano e Zuza Homem de Melo; de publicações regionais, como a “História da Música do RGS”, de Henrique Mann, e “Um Século de Música no RS”, de Arthur de Faria. Para o Cinema fez a música tema do filme, A Palestina Brasileira, apresentado no Canal Curta e em diversas salas do Rio Grande do Sul e de outros estados do Brasil, e em festivais pelo mundo afora em países como Argentina, Polônia, Espanha, Alemanha, Hungria, Itália, Síria tendo recebido premiações e elogios. Na televisão além de sua música “Asa Morena” ter sido apresentada em quase todos os programas das emissoras brasileiras pela cantora Zizi Possi, em programas dos apresentadores Sílvio Santos, Faustão, Globo de Ouro, Qual é a Música, fez parte da minissérie, filme e CD: ANIMAL – exibida na Rede Globo; Produção Accorde Filmes; Minissérie e filme: A FÓRMULA – Exibida na Rede Globo. Asa Morena, composta em 1980, figura entre as 100 músicas mais populares do século XX no Brasil, e faz parte de diversas coletâneas lançadas em CD. Zé Caradípia Lançou até o presente momento 14 trabalhos nas plataformas digitais, oito Cds, um DVD: Onda Forte (1995), Retina da Alma (ao vivo - 2002), Pintando Falas (2003), Mariana Em Canto (infantil - 2012), e o DVD/CD Armadilha Zen (2008), Acústico (2019), Os Versos Por Dentro (2023), Voltando (2024 - com a participação de Elisa Furtado, Gelson Oliveira, Márcio Celli e Nelson Coelho de Castro o álbum de 1987: Galileu arruda & Zé Caradípia); os singles: Roca da Saudade, Algodão Doce; Nossa Canção de Acordar e Serpente dos Sete Ares.Apresentações com Orquestra: Com a Orquestra da OSPA participou interpretando Lupicinio Rodrigues (1999), Com a Orquestra UNISINOS interpretou duas canções de Nando D’Avila (falecido em 1998) na regravação do CD Paralelo 30 no ano de 2002. Em Projetos Dana (2008), Cinco canções de sua autoria foram arranjadas e interpretadas pela Orquestra da ULBRA;Entre os seus parceiros musicais destacam-se os nomes de Euclydes Dutra de Moraes (Kydo), Jerônimo Jardim, Richard Serraria, Paulo Antônio Berquó, Márcio Celli, Reginaldo Mil, Rogério Nascente, Ricardo Silvestrin, Mário Pirata, Paulo Baiano, Elmo Lage, Paulo Ricardo Botafogo, Luiz Mauro Vianna, Zé Aughusto Marques, Paulo de Campos, Beto Bollo, Marcelo Lehmann, Sérgio D’Almeida, Chicão Dornelles, Negendre e Dimitri Arbo (Duo Quintal de Clorofila), Robson Barenho, Talo Pereyra, Silvio Genro, Dinho Oliveira, João Palmeiro, Greice Morelli; Luiz Coronel, Jairo Luiz de Souza; Hique Barboza; Yuri Victorino, Vitor Hugo Santos (Turuga), Marcos Barreto, Sérgio Napp, Galileu Arruda, Nando d’Ávila e Paulo Sitó.Composições de sua autoria foram gravadas e/ou são interpretadas por vários artistas da cena local e nacional: Lucinha Lins, Loma, Márcio Celli, Lui Coimbra, Nilson Chaves, Paula Souto, Adriana Sperandir, Nanci Araújo, Flora Almeida, Maria Lúcia, Marina Falcão, Zé da Terreira, Dani Rauen, Chico Saratt e o Grupo Canto Livre.Monica Balejo – Redação e revisão de Texto - Bibliotecária, com mais de 30 anos trabalhando diretamente na produção de livros. Iniciei na Editora da Universidade/UFRGS, desenvolveu atividades também na Editora da Ulbra e na Editora AGE. Foi Coordenadora Editorial de Empresas do Grupo A, Artmed e Penso, por 12 anos, e na Sinopsys Editora.Clotilde Maria – Editoração do livro atuando no mercado há mais de 20 anaos realizou a editoração de mais de 100 produtos editorais para Editora Sulina. Jefferson Marx – Transcrição e editoração de partituras violonista, guitarrista, arranjador e educador musical, graduado pelo Curso de Licenciatura em Música na Universidade do IPA – Instituto Porto Alegre/RS. Foi indicado duas vezes como melhor instrumentista ao Prêmio Açorianos de Música em Porto Alegre nos anos 2008 e 2012. Fez a Direção Musical em alguns espetáculos como: Tributo ao Clube da Esquina e Natal Luz. Gravou participando como instrumentista nos discos de: Maria Lúcia, Marcos Ungaretti, Fernando Giraffa, Fábio Milman, DNA Mc’s, New & Luis Mauro Vianna, Marcelo Ribeiro , Flora Almeida, Márcio Celi, Yoli Planagumá e Alex Alano, nos CD´s dos projetos da CCMQ (Casa de Cultura Mário Quintana) : “Seresta na Casa”, “Instrumentando” e “Solo as Terças”. Trabalhou como produtor musical e arranjador nos discos de: Márcio Celi (cds - "Márcio Celi canta Adriana Calcanhoto" e "Da minha janela" - este que teve suas indicações ao prêmio açorianos de 2014.) e Yoli Planagumá (CD - Na telha). Acompanhou músicos em shows: do saxofonista Derico Sciotti (Sexteto Jô Soares), Milton Guedes (saxofonista do Lulu Santos), do cantor e compositor paulista Magno Mello e da cantora paulista Mirianês Zabot, realizados em Porto Alegre. Marcos Abreu – Masterização - Engenheiro eletrônico especialista em sistemas de audio e acústica em aplicações profissionais. Há 30 anos atua no segmento de gravações, mixagem e masterização de música erudita e popular. Já assinou mais de 5000 cds comerciais para Gravadoras EMI Music, Warner Music, ACIT, USA Discos, Revivendo Musicas e Sony Music. Restauração de áudio, a partir de tapes analógicos e discos 78 rpm, utilizando equipamento SADIE/CEDAR, para mais de 300 cds. Restauração de gravações do Maestro Leopold Stokowsky, realizadas entre 1927 e 1935, para cds e disponibilização no site www.stokowsky.org para download. Restauração para acervo de partes da obra de Arnold Schoenberg para o Arnold Schoenberg Center de Vienna, Áustria. Troféu Açoriano no ano 2000, Menção Especial, pelo conjunto da obra. Rosane Furtado – Tem uma trajetória ampla como produtora executiva em diversos projetos culturais, desde turnês musicais, espetáculos de ópera, até eventos grandiosos com orquestras e lançamentos de documentários. Ela coordenou a turnê de Shana Müller e as apresentações da Companhia de Ópera (CORS), além de produções com a Orquestra Villa-Lobos, como os espetáculos AFRIKA e Bituca. Sua atuação se estende também à produção de documentários como Cantata Sete Povos e Cidadãos da Rua - Eles Têm Voz, além de vídeos e lives de Zé Caradípia e Márcio Celli. Produção e pesquisa e entrevista com os participantes da MPG – Produtora cultural há 40 anos, na área da literatura produziu o Livro do RICKY BOLS por Ricardo Irigoyen, A História Ilustrada do RGS, Golpe Mata Jefferson Barros. Monica Balejo – Redação e revisão de Texto - Bibliotecária, com mais de 30 anos trabalhando diretamente na produção de livros. Iniciou na Editora da Universidade/UFRGS, desenvolveu atividades também na Editora da Ulbra e na Editora AGE. Foi Coordenadora Editorial de Empresas do Grupo Artmed e Penso, por 12 anos, e na Sinopsys Editora. Clotilde Maria – Editoração do livro atuando no mercado há mais de 20 anos realizou a editoração de mais de 100 produtos editorais para Editora Sulina.
PROJETO ARQUIVADO.