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PRONAC 2414770ArquivadoMecenato

MONUMENTO EXPOSITIVO RECANTO DOS POETAS

VINICIUS VIEIRA DE SOUZA
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto trata da construção de um monumento expositivo público permanente de 4 metros de altura, de autoria do escultor Vinicius Vieira, a ser instalado no Recanto dos Poetas, situado na Praça Brigadeiro Sampaio, no Centro Histórico de Porto Alegre, em área fortemente atingida pela enchente de 2024. Além da obra de arte pública, a proposta inclui a realização de oficinas de contrapartida. O projeto se destina a criar legado permanente em um espaço público territorializado pelos artistas na cidade.

Sinopse

O “Monumento Expositivo Recanto dos Poetas” foi projetado especialmente para o espaço territorializado pelos poetas na Praça Brigadeiro Sampaio em Porto Alegre-RS, em lugar fortemente atingido pela enchente de 2024. Ele é formado por um conjunto escultórico em aço de alta resistência. A forma principal remete ao instrumento de escrita dos poetas, que lembra um “bico-de-pena”, mediante elemento verticalizado e sinuoso com altura de 4 metros, em acabamento de tonalidade vermelho escuro envelhecido. Ele está envolto por mosaico de piso multicolorido original da praça, composto por granitos e pedras portuguesas, onde é inserida a palavra “recanto”, gravada em aço inox, que adentra o piso - remetendo ao trabalho dos poetas, ao compreender o piso como uma “folha de ação artística mediante escrita estilizada”. O conjunto ocupa área de intervenção artística delimitada, que busca sintetizar elementos do território e da região em que o Recanto dos Poetas se insere, fazendo referência ao ambiente que antigamente se consolidou como espaço de encontro dos poetas do Rio Grande do Sul, conforme registros históricos. Buscou-se, na concepção da instalação, uma linguagem contemporânea, não realista, dessa maneira oportunizando a maior diversidade de olhares possível, ampliando as interpretações pelos observadores da obra de arte. Assim se tem mais um elemento agregador, que não estanca a visão, abrindo a imaginação da população a se reconhecer no Monumento, pois ele não cristaliza uma determinada imagem. Pelo contrário, sua composição e traços longilíneos, sinuosos, criarão as condições para diversificar as visões, mantendo viva sua “transtemporaneidade” ao longo dos anos.

Objetivos

Objetivo geral Confecção e exposição de escultura pública de aço para o Recanto dos Poetas, criando legado permanente em um espaço público territorializado pelos artistas no Centro Histórico de Porto Alegre, em área fortemente atingida pela enchente de 2024. Objetivos específicos Realização de 02 oficinas de artes visuais com medidas de acessibilidade e contrapartida social.

Justificativa

A diversidade de manifestações artísticas no ambiente urbano contribui muito para consolidar a apropriação dos espaços públicos pelos cidadãos, principalmente quando se tratam das artes visuais instaladas expostas em caráter permanente, que ficam como legado. Sabe-se que símbolos escultóricos no cenário urbano das cidades têm o potencial de fortalecer lugares de existência, contribuindo ativamente na construção da identidade de uma cidade. No caso do Monumento Recanto dos Poetas, tem-se o propósito de que a memória, ao passar pela oralidade e pela palavra escrita, possa também se consolidar enquanto elemento estético, acessível, catalisado em forma de escultura pública, assim cumprindo papel de simbolismo e de pertencimento em caráter permanente. Assim, ao escolher o aço para o conjunto escultórico, e a valorização das pedras originais para a paginação de piso, optou-se por materiais que garantam durabilidade ao longo de décadas, mantendo-se íntegros por gerações. Em função de suas resistências, ao longo dos anos, obras de arte em aço e pedra, a céu aberto, se tornam bens acessíveis de natureza material, com permanência que fortalece aspectos de identidade e de memória das coletividades. A concepção do monumento expositivo é do escultor Vinicius Vieira, artista com destacada experiência no setor de artes visuais com ênfase em arte de visibilidade pública no Rio Grande do Sul, sendo autor de mais de 70 intervenções artísticas permanentes a céu aberto, instaladas em diversos municípios, como Porto Alegre, Santa Maria, Antônio Prado, entre outros. O projeto "Monumento Recanto dos Poetas" já conta com a anuência Prefeitura de Porto Alegre (ver Carta de Anuência em anexo) para a instalação do monumento, bem como da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul _ AEERGS. A realização integra experientes profissionais da cultura, com ênfase para garantir a diversidade de gênero, bem como a inclusão de pessoas LGBTQIAP+, pessoas negras e pessoas com deficiência. Participa do projeto a museóloga e liderança do movimento negro Jeanice Dias Ramos. Importante salientar que antigamente a Praça Brigadeiro Sampaio se chamava Largo da Forca, onde ocorriam as execuções dos condenados, que majoritariamente eram pessoas negras. Também foi chamada Praça da Harmonia, entre outras nomenclaturas. Em função de seu histórico também ligado à memória da comunidade afro-brasileira, em 2009 o local foi gravado como território negro, a partir de extensa pesquisa histórico-antropológica realizada pelo Dr. Ioswaldyr Carvalho Bittencourt Jr., que culminou com a inauguração do Monumento Tambor, uma das obras de arte do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre. Pelo exposto, se mostrou essencial que o projeto "Monumento Expositivo Recanto dos Poetas" contivesse efetiva participação de liderança negra que irá reunir pessoas da comunidade negra em sua construção. Assim, a proposta tem como um de seus aspectos centrais a valorização das referências de matriz afro-brasileira, visibilizando também a memória daqueles que colaboraram na construção da cidade e da região, mediante a multiplicidade de fazeres e saberes multiétnicos. A proposta de monumento expositivo também está ancorada em diretrizes conceituais que demonstrem a importância do trabalho, da força da escrita, bem como das ações artísticas típicas dos poetas. O desafio passou a ser conseguir sintetizar, através da escultura e do desenho de piso, uma ideia que mantivesse aberta qualquer possibilidade de manifestação cultural transitória no lugar, promovendo o território, mas que ao mesmo tempo oportunize rodas de conversas, reuniões e encontros diversos, assim criando as condições para fortalecer mais esse espaço na Capital, através das artes e dos seus diversos segmentos que o utilizarão nos próximos anos. Assim criando condições para que se desenvolvam novos estímulos às pessoas que ali transitam, multiplicando as interações delas com a arquitetura do local, o tecido urbano e o ambiente natural. Erguer um Monumento em território que passou pela enchente de 2024, em formato que evidencie essas pluralidades e valorize os poetas e o segmento de literatura em seus mais variados aspectos, mantendo em aberto a imaginação do observador, pode ser visto como uma oportunidade de grande valorização da cidade no contexto histórico, e nessa perspectiva fortalecendo a Capital do Rio Grande do Sul como lugar que valoriza as diversas manifestações artísticas e aqueles que contribuíram na construção da região em toda sua diversidade. Importante destacar que esta proposta enquadra-se no Art. 1º do PRONAC por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende ao seguinte objetivo do Art. 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Os itens necessários para compreensão da proposta estão todos especificados nos campos anteriores. Os detalhes do monumento expositivo e as cartas de anuência e de instalação da obra de arte encontram-se nos anexos.

Especificação técnica

Monumento expositivo (produto principal): - Instalação de monumento expositivo intitulado Recanto dos Poetas (ver detalhes em anexo), que envolve a criação, confecção e inauguração de 1 obra de arte pública, exposta com duração permanente no Recanto dos Poetas da Praça Brigadeiro Sampaio, em Porto Alegre. Trata-se de uma escultura de aço na cor vermelho escuro, medindo 4 metros de altura, e acrescida de gravação da palavra “recanto” em aço inox imersa em piso de pedras portuguesas. Oficinas de artes visuais (produto secundário): 1 – DADOS DAS OFICINAS: - Duas oficinas de artes visuais realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo (adultos): Estudantes de escola pública e professores/educadores. (1) Estudantes, artistas visuais, poetas, escritores, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (2) Pessoas com deficiência, (3) Moradores de Porto Alegre e transeuntes do Centro Histórico, (4) Idosos e (5) Jovens adultos de comunidades em situação de vulnerabilidade social, que circulam pelas áreas centrais da cidade. 2 - CONTEÚDO TÉCNICO: Oficinas de releituras, mediante técnicas de pintura sobre tela no âmbito das artes visuais. 3 - METODOLOGIA: 3.1 - METODOLOGIA DE INSCRIÇÃO PARA OFICINAS: O processo de divulgação para participação nas oficinas se dará mediante inscrições abertas e gratuitas. As chamadas serão divulgadas na página da Pólen (produção Executiva do projeto) e na mídia local, conforme midias oriundas das rubricas percentuais destinadas à assessoria de imprensa do projeto. 3.2 - CONCEITO DA AVALIAÇÃO PROCESSUAL DAS OFICINAS As oficinas se darão em formato de avaliação processual contínua, de forma a estimular que os participantes reflitam sobre suas produções, através de instrumentos que propiciem a avaliação de aprendizagem durante o processo criativo, assim promovendo trocas efetivas. A avaliação processual e contínua durante o processo de aprendizagem é dividida em 3 eixos: produção, apreciação e contextualização. De modo a explorar as descobertas e dificuldades durante a realização, tornando visível as alterações de concepção, as investigações que surgem, evidenciando dessa forma a qualidade do inacabado, contrapondo-se a ideias de “perfeição”, tão recorrentes quando se trata de arte. Nesta perspectiva, com os instrumentos fundamentais para avaliação em formato de processo propostos pela AEERGS, oportuniza-se assim aos participantes maior reflexão sobre o progresso, tendo em vista que dessa maneira estão garantidos os registros que o participante deixa durante seu percurso.

Acessibilidade

Monumento expositivo (Produto Principal): ACESSIBILIDADE FÍSICA: Correção de piso e acessos no local da instalação e exposição da obra, permitindo acesso a pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, estando a escultura exposta e disponível visualmente a todos os públicos. DEFICIENTES VISUAIS: instalação de placa em BRAILE com descritivo da obra. DEFICIENTES INTELECTUAIS: não se aplica, estando a escultura espoxta e disponível visualmente a todos os públicos. Oficinas (produto secundário): ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais escolhidos para realização das atividades serão de fácil acesso por meio de rampas para pessoas com dificuldade de locomoção ou cadeirantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: As atividades contarão com a presença de tradutor para LIBRAS para atender aos deficientes auditivos ou com baixa audição. DEFICIENTES VISUAIS: As atividades contarão com equipe para tradução simultânea (sempre que necessário) para atendimento a pessoas com baixa visão ou cegos. DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto estará apta a acolher direcionar questões relativas a necessidades especiais do público com neurodiversidades e/ou deficiência intelectual. Obs.: Os custos das ações previstas para o atendimento destes itens estão incluídos na planilha orçamentária

Democratização do acesso

Monumento expositivo (produto principal): - Produto principal instalado em espaço público (Praça) permanentemente acessível à toda população. Em atendimento ao Art. 30 que complementa as ações democratização de acesso, o projeto adotará a seguinte medida: - IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; As ações em atendimento à contrapartida social previstas na Sessão III – Art. 32 da IN 11 de 2024 serão organizadas da seguinte forma conforme indica o Inciso 2º itens I e II: Oficinas de artes visuais (produto secundário): - 2 oficinas de artes visuais realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo: Estudantes de escola pública e professores/educadores. (1) Estudantes, artistas visuais, poetas, escritores, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (2) Pessoas com deficiência, (3) Moradores de Porto Alegre e transeuntes do Centro Histórico, (4) Idosos e (5) Jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade social, que circulam pelas áreas centrais da cidade.

Ficha técnica

1 – Proponente e artista autor do monumento expositivo: VINICIUS VIEIRA Vinicius Vieira (Porto Alegre, 1981). Escultor, Arquiteto e Urbanista. Graduado pela UFRGS. Proprietário da empresa cultural Vinicius Vieira de Souza - ME. O artista cria e produz arte para espaços abertos, edifícios, instituições públicas e privadas. Trabalha com aço inox, aço corten, bronze, alumínio, concreto, granito, basalto e mármore. É autor de mais de 70 obras de arte permanentes de visibilidade pública em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. Entre seus trabalhos se destacam o Monumento Pegada Africana na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre (UNESCO / Monumenta-IPAHN / PMPA), o Monumento ao Cinquentenário da UNIMED na Casa da Memória - Unimed Federação-RS, a obra no acesso principal da Fecomércio/RS, bem como o painel Jardim de Células e a escultura DNA da Universidade - ambas fruto de concursos nacionais de artes vencidos pelo artista junto à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - UFCSPA. Em 2024 Vinicius Vieira inaugurou o Monumento Diversidade em 200 Anos, instalado na Praça Tiradentes, no Centro de São Leopoldo - uma obra de arte escolhida em concurso público nacional realizado pelo Município em 2023, que selecionou monumento em referência aos 200 anos de São Leopoldo e ao Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil. Ganham destaque ainda as criações do artista para jardins de edificações em Porto Alegre, que resultaram em dezenas de esculturas de visibilidade pública, com trabalhos nas avenidas João Pessoa, Goethe, Independência, Cel. Marcos, Nilo Peçanha, Praia de Belas, Wenceslau Escobar, entre outras. O artista já participou de mais de 100 exposições ao longo de sua trajetória. Possui ainda obras nos acervos do MARGS, do MAC, da Pinacoteca Aldo Locatelli, da Galeria do IAB RS e de diversos colecionadores brasileiros. Em 2023 foi vencedor do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, com o trabalho Territórios Revistos em Ação de Difusão e Inovação. 2 - Produção Executiva: PÓLEN ARTE EM MOVIMENTO A Pólen - Arte em Movimento é um ecossistema que trabalha no fomento do universo cultural com a concepção de projetos e curadoria artística nas artes visuais e contemporâneas, buscando democratizar o acesso e a formação de públicos, atuando desde 2014 com projetos que colocam os artistas e a produção local como protagonistas, além de trazer para o Rio Grande do Sul iniciativas culturais como o evento canadense: ART BATTLE - maior competição de pintura ao vivo do mundo. Produz o Festival Olhe Pra Cima - primeiro festival de muralismo do sul do país - que desde 2021 vem transformando Porto Alegre em uma grande galeria de arte a céu aberto, pintando laterais de prédios no Centro Histórico e na Cidade Baixa. Hoje já são mais de 10 murais pintados, 14 artistas convidados, e mais de 4.000m² de arte pública espalhados pela cidade. A empresa é liderada por Vinicius Amorim, Bacharel em Comunicação Social - Relações Públicas. Atuou por mais de 10 anos com marketing promocional e agências de evento, como: Kzuka (Grupo RBS), Atelier de Imprensa, Mazah e Nó Promocional. O ano de 2014, foi marcado pela transição para o universo cultural, trabalhando como diretor de planejamento de projetos culturais na Maria Cultura. A exposição “Vinte Ver Quintana” foi o primeiro projeto realizado na área cultural - revisitando as memórias do poeta Mario Quintana, vinte anos depois do seu falecimento. Desde então desenvolve projetos com foco nas artes visuais, responsável no sul do país pelo projeto canadense - Art Battle e pela extinta Fábrica São Geraldo - uma galeria de arte e um espaço multiuso para iniciativas culturais no 4º distrito da capital gaúcha, aberto em 2018. 3 - Museóloga: JEANICE DIAS RAMOS Jeanice Dias Ramos (Porto Alegre, 1953). Mulher Negra. Graduação em Museologia (UFRGS/2011), Jornalismo (PUCRS/1976) e Biblioteconomia (UFRGS/1998). Especialização em Projetos Sociais e Culturais (UFRGS/2008) e Gestão de Políticas Públicas na Perspectiva de Gênero e Promoção da Igualdade Racial (PUCRS/2013). É Museóloga do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre. Integrou a diretoria de diversas organizações ao longo de sua trajetória, como a entidade Angola Janga e o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – IGTF. Também foi presidente do Conselho Regional de Museologia 3ª Região - COREM na gestão 2015-16. Atualmente integra a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. 4 - Ministrante das oficinas: ASSOCIAÇÃO DOS ESCULTORES DO RS - AEERGS A Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS é uma entidade cultural fundada em 1982, com núcleos ativos em diferentes cidades gaúchas, contando atualmente com amplo quadro de associados, incluindo artistas, curadores, historiadores, arquitetos, museólogos, ativistas do movimento social e do direito à memória, educadores, entre outros profissionais da cultura. Historicamente atua no desenvolvimento de ações em formato de ateliê aberto de arte, realiza exposições e cursos, organiza debates e seminários, além de diversas ações complementares que objetivam defender os artistas, promover a cultura, bem como preservar as obras de arte, a memória e o patrimônio. Entre as principais realizações da entidade se pode destacar a organização de mais de 100 exposições coletivas desde o início dos anos 1980 até os dias atuais, além de mais de 30 seminários, bem como vários cursos que propiciaram a formação de muitos novos artistas e demais fazedores de cultura a partir dos espaços de trabalho em formato de ateliê coletivo mantidos pela AEERGS ao longo desses mais de 40 anos. Atualmente a entidade é Ponto de Cultura e Ponto de Memória reconhecido pelo Governo Federal. A AEERGS, ao longo dessas 4 décadas de existência, constituiu e fortaleceu seus núcleos regionais. O endereço de seu escritório administrativo se localiza na Rua 24 de Outubro, 1340, em Porto Alegre, e a sede para atividades culturais abertas ao público na Rua Camerino, 34, bairro Petrópolis, também em Porto Alegre, em local historicamente conhecido como Casa da Estrela. 5 - Curadoria: ADRIANA XAPLIN Adriana Xaplin. Artista Visual e Curadora independente. Proprietária da empresa Dalila Adriana da Costa Lopes (Xaplin Cultural). Trabalha na gestão e execução de obras de arte públicas. Foi Presidente da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS (gestão 2020-24). Entre suas obras a céu aberto se destaca o Monumento “Incentivo ao Esporte Olímpico, localizado no Parque Alim Pedro no IAPI, realizado através do EDITAL PRÊMIO ARTE MONUMENTO BRASIL 2016 – FUNARTE/MinC. É co-autora da obra de arte pública Tambor, situada na Praça Brigadeiro Sampaio, no Centro Histórico, realizada em projeto do CRAB / Monumenta-IPHAN / SMC-PMPA-UNESCO. Entre suas principais exposições estão a mostra Linha Tênue, realizada no Campus central da UFRGS em 2005, a exposição Espécie Humana no Jardim Botânico em 2008, além da exposição contemplada no EDITAL CULTURA NA COPA 2014 FUNARTE/MinC “Liga da Canela Preta na Porto Alegre de 1910” durante a Copa do Mundo FIFA-2014, o projeto selecionado em edital do Ministério da Cultura, realizado no Museu Júlio de Castilhos em Porto Alegre. Dirigiu a Galeria Espaço IAB do Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB RS (2009-21). Já coordenou o Colegiado de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (2015-17) e participou de diversos júris e comissões, como o Fundo de Apoio à Cultura – FAC (2017-18) e a Comissão de Avaliação e Seleção do Fumproarte/PMPA (2009-11). Em 2020 venceu o concurso artístico público para escolha da “Escultura Símbolo” da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural–RS escultura vencedora, sob o título “Nascentes”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.