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Realização e difusão ao público de acervo documental-etnográfico e parecer sobre paisagem impactada pela emergência climática no sítio urbano de Galópolis, em Caxias do Sul, conhecido originalmente como “Il Profondo” (O Vale Profundo), com a participação do ensaísta e arquiteto da paisagem Carlos Fernando de Moura Delphim (autor de Paisagens do Sul / IPHAE/IPHAN-2008).
O projeto Galópolis – “Vale Profondo” promove e distribui ao público um ensaio etnográfico e diagnóstico da paisagem cultural da Vila de Galópolis, em Caxias do Sul, território fortemente impactado pela emergência climática do Rio Grande do Sul.
OBJETIVO GERAL Registrar, documentar e universalizar elementos culturais da vila de Galópolis, um significativo reduto de preservação patrimonial da região serrana do Rio Grande do Sul, profundamente impactado pela catástrofe ambiental de maio de 2024 (área de calamidade, com vítimas fatais, evacuação dos territórios, danos ambientais e patrimoniais). OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar e distribuir aos públicos local, regional e nacional, um diagnóstico da paisagem natural e cultural de Galópolis, em ensaios de textos e imagens, com a participação em campo e autoria central de Carlos Fernando de Moura Delphim, autor de estudos e publicações sobre patrimônio e paisagens do sul do Brasil (biografia e obras do autor em arquivo anexo). Promover duas mostras/exposições públicas dos conteúdos resultantes do projeto (fotos, textos, painéis gráficos); uma exposição na Vila da Galópolis, para a população local, e outra mostra no centro de Caxias do Sul, para ampliar os resultados do projeto. Promover a tomada de consciência da nova realidade climática, como estratégia de valorização da memória coletiva e do patrimônio cultural e paisagístico do sítio. Propiciar o acesso e diálogo da população ao conhecimento e trajetória da obra de Carlos Fernando de Moura Delphim, autor dedicado aos jardins históricos e ao patrimônio cultural e natural brasileiros, com histórico de publicações e projetos pelo Ipham e Unesco. Realizar registro fotográfico de abordagem etnográfica e tratamento estético/autoral de Galópolis, envolvendo a paisagem, pessoas, arquitetura e elementos da paisagem cultural do sítio. Produzir registros audiovisuais da paisagem cultural, experiências de vida e memórias da comunidade de Galópolis, para compor o acervo final do projeto, de modo especial galeria visual do site do projeto. Desenvolver um site do projeto, unificando os conteúdos gerados, ao abrigo do Instituto Vento (vento.org.br/Galopolis_Vale Profondo), de acesso universal ao público, para memória da realização e ampla divulgação e permanência dos conteúdos do projeto. Editar e imprimir catálogo, em forma de relatório final do projeto, em formato simples, com textos, fotos e ilustrações, para ampla distribuição para a comunidade regional e espaços de cultura, ensino e patrimônio (3 mil exemplares). Realizar pesquisa de acervos e em campo (informantes, comunidade, território), organização de equipe e logística, produção e tratamento de conteúdos de texto e visuais, edição e tratamento de acervos gerados. Integrar uma equipe de realizadores da região, com diversidade de olhares e conhecimentos nos campos da arte e do patrimônio. Realizar e contratar serviços técnicos tais como: produção e coordenação, direção de pesquisa, fotografia e arte, edição, tratamento e finalização de acervo.
A Vila de Galópolis é um sítio urbano de rara originalidade e resistência patrimonial da Serra Gaúcha, drasticamente impactado pelas enchentes e deslizamentos ocorridos na região. O vilarejo teve vítimas fatais e danos à paisagem, inclusive tendo sofrido um processo de evacuação de parte da população local. Consideramos muito importante que se faça um diagnóstico da paisagem de Galópolis, tão impactada pela catástrofe das enchentes, visando a conscientização da emergência climática frente ao patrimônio, como base para possíveis ações de memória, recuperação e valorização do acervo cultural e natural do vilarejo. A história de Galópolis está na origem da indústria têxtil do Brasil, em conexão com o fenômeno da imigração italiana para o sul do país (ver pesquisas e publicações anexas ao sistema, em Outras Informações). O centro da Vila é formado por um conjunto de edificações históricas preservado, com casas de tijolos (estilo operário manchesteriano), remanescentes do complexo do antigo Lanifício São Pedro, cuja implantação industrial também resiste, bastante íntegra, às margens do Arroio Pinhal. A geomorfologia da Vila explica a resistência da originalidade de Galópolis, no entorno da metrópole industrial de Caxias do Sul, onde o patrimônio histórico desaparece ao longo das décadas, frente à renovação urbana e uma visão desenvolvimentista da mentalidade regional. A Vila de Galópolis _ cujo nome lembra Hércules Galó, um dos primeiros proprietários do Lanifício _ é cortada pelo Arroio Pinhal e encaixada num vale profundo às margens da BR 116. Não por acaso, os antigos moradores, herdeiros da tradição e do idioma popular da imigração chamassem o lugar de "Il Profondo" (O Vale Profundo). Embora seja considerado um bairro de Caxias do Sul, Galópolis é uma espécie de mundo à parte da cidade serrana. Além do Lanifício São Pedro, outros exemplares históricos do sítio (casas de alvenaria e madeira, cinema, igreja) são parcialmente protegidos pelo município, mas não contam com tombamento definito. As consequências da emergência climática deixaram o patrimônio local mais vulnerável. Como linha conceitual para esta proposta, que une natureza e cultura, convidamos e integramos à equipe arquiteto Carlos Fenando de Moura Delphim, autor de ensaios, diagnósticos e obras sobre jardins históricos e paisagens brasileiras, sendo um dos precursores do conceito de Paisagem Cultural, integrada ao âmbito dos estudos do patrimônio cultural e histórico do país. No histórico da relação da obra de Carlos Delphim com o Rio Grande do Sul estão os ensaios e diagnósticos realizados para o IPHAN e IPHAE, reunidos no livro Paisagens do Sul (2008). Em 2022, Delphim retornou à região, integrando a equipe do projeto de patrimônio sobe os Aparados da Serra (Prêmio FAC Patrimônio-SEDAC-RS), que resultou no acervo intitulado Visões dos Peraus (site de conteúdos etnográficos, galerias de imagens, ensaios de textos), ao abrigo do Instituto Vento (www.vento.org.br/ paisagensprofundas.eco.br). . Carlos Delphim é um dos fundadores do Instituto Vento, ente que propõe esta iniciativa. Assim, propomos este inédito projeto de características e enquadramento cultural por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Considerando que o proponente, Instituto Vento, tem sede em região e cidade afetadas pela emergência climática do Rio Grande do Sul, recorremos à Lei 8.313/91 para buscar meios de custeio e execução deste projeto que conecta os campos do patrimônio e da paisagem cultural da região. Levamos em conta ainda a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 14, DE 12 DE JUNHO DE 2024 (Estabelece medidas emergenciais para projetos culturais financiados por meio do mecanismo de incenƟvo do Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac, em decorrência do estado de calamidade pública declarado por meio do Decreto nº 57.596, de 1º de maio de 2024, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, e reconhecida sumariamente pela União por meio da Portaria SEDEC nº 1.467, de 8 de maio de 2024, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional). Para tanto, o projeto está inserido nas finalidades previstas nos incisos no CAPITULO 1, ART 1º da Lei 8313/91, que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.
As especificações técnicas para a exposição, o site e o livreto que serão produzidos para a proposta do projeto são: 1. Especificações Técnicas para a Exposição:A exposição terá como foco central a paisagem cultural de Galópolis, abordando a natureza, arquitetura, costumes e a imigração italiana. a) Espaço Físico:A escolah será por um espaço cultural da comunidade que tenha fácil acesso para a população e possibilidade de fluxo de visitantes, permitindo a circulação e contemplação das peças expostas (fotos, textos, painéis).A iluminação deve ser neutra para destacar a facilidade de leitura dos painéis, fotografias e obras relacionadas produzidas no levantamento paisagístico. Prevemos ainda ter elementos importantes como fotos históricas e artefatos ligados à imigração italiana. b) Conteúdo da Exposição:Fotografias: Imagens que retratem o cenário natural e a arquitetura local, costumes e a relação com o cenário de Galópolis após as enchentes. Painéis fotográficos em alta resolução (formato 60x90 e 90x120). Propomos a produção de 3 mini documentários com depoimentos do parecerista Carlos Delphim, de moradores, imagens da paisagem e registros do levantamento cultural, com resolução Full HD mínima, e que irá estar presente no site e nas redes sociais do projeto. Mapas e Infográficos: Mapas que mostrem a evolução urbana de Galópolis, sua relação com a imigração italiana e o desenvolvimento de Caxias do Sul. c) Design da Exposição:Painéis informativos: Informações escritas sobre os temas abordados (natureza, arquitetura, costumes).Propomos também ter uma ambientação temática, usando uma decoração do espaço com elementos que remetam à imigração italiana e ao estilo arquitetônico de Galópolis. Este acervo será buscado como apoio dos moradores locais. d) Acessibilidade:Espaço acessível: Rampas de acesso e sinalização em braille para pessoas com deficiência visual.Audiodescrição: Para vídeos, oferecemos opção de audiodescrição através de QR Code que estrá disponível no local da exposição.2. Especificações para o Site:O site será uma plataforma digital que dará amplo acesso ao acervo gerado, permitindo uma visita virtual à exposição, aos conteúdos gerados, apreceres e disponibilizando o livreto em formato digital, além dos minidocs de 3'produzidos. a) Estrutura e Conteúdo:Página inicial: Apresentação da exposição, com um resumo sobre Galópolis.Paisagem cultural: Parecer, Fotografias, Vídeos e depoimentos sobre a relação da comunidade com seu entorno natural e arquitetônico, e sobre o impacto das enchentes na comunidade e região.Livreto digital: Versão online do livreto com o parecer de Carlos Delphim, disponível para download em PDF.b) Funcionalidades Técnicas:Texto alternativo e legendas para as imagens.Vídeos com legendas e audiodescrição.Sistema de busca: Permitir que os usuários filtrem o acervo por categorias (fotografias, vídeos, textos).Galeria interativa: Imagens e vídeos organizados em galerias temáticas, permitindo zoom nas imagens e comentários ou depoimentos dos visitantes.Compatibilidade: Site responsivo, acessível em smartphones, tablets e desktops.3. Especificações Técnicas para o Livreto:O livreto trará o parecer realizado por Carlos Delphim, ilustrado com fotografias e será distribuído gratuitamente. a) Formato:Tamanho: Formato A5 (148 x 210 mm), para fácil manuseio e transporte, com até 12 páginas.Capa: Impressão em papel cartão 250g/m² com laminação fosca.Miolo: Papel offset 90g/m², com impressão em 4 cores (CMYK). b) Conteúdo:Resumo do parecer: Texto de Carlos Delphim sobre a paisagem cultural de Galópolis, organizado em seções temáticas (natureza, arquitetura, imigração).Fotografias: Imagens do levantamento, dispostas ao longo do livreto para complementar o texto.Mapas e infográficos: Inclusão de mapas que ajudem a ilustrar a evolução da paisagem de Galópolis. c) Design Gráfico:Tipografia: Fonte legível para facilitar a leitura, com uso de negritos e destaques para pontos importantes.Layout: Simples e visualmente atraente, com espaçamento adequado entre texto e imagens. d) Tiragem e Distribuição:Tiragem: Previsão de 3.000 exemplares para distribuição gratuita.Distribuição: O livreto será distribuído durante as exposições, em eventos culturais, e disponibilizado em pontos de referência da comunidade, escolas e bibliotecas.
Prevemos que sejam aplicadas todas as camadas de acessibilidade exigidas para produtos culturais pelas normativas em vigor, permitindo o acesso e suporte a pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual aos conteúdos gerados Consideramos como um ponto diferenciado de acessibilidade o propósito central do projeto, de promover a produção e difusão de produtos culturais, diretamente para a comunidade de Galópolis, que foi afetada pela calamidade das enchentes no RS, e pela condição de estar distante do centro urbano, ficam mais privados ao acesso das atividades culturais. Produto: EXPOSIÇÃO CULTURAL DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão escolhidos locais amplos nos locais que irão abrigar a exposição, prevendo locais que tenham portas de largura compatíveis para receber cadeirantes, de preferência em andares térreos ou em locais que possuírem elevadores ou rampas de acesso, assim como banheiros acessíveis para cadeirantes, e locais com estacionamento facilitado para pessoas com deficiência. Os locais da exposição também deverão contar com piso tátil e um monitor será disponibilizado para acompanhar o público caso haja alguma dificuldade de acesso físico ou ajuda para os conteúdos expostos. Item da planilha orçamentária: Este produto não implica diretamente no orçamento do projeto, pois o local escolhido já irá ter a estrutura necessária para a acesisbilidade arquitetônica do local da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para os deficientes visuais, será disponibilizado um QRCode nas obras expostas, que remetem a uma aba exclusive de acessibilidade no site do projeto. Essa aba de acessbilidade do projeto, disponibilizará Audiodescrição para todas as obras expostas. Item da planilha orçamentária: Os valores para a produção da AUdiodescrição está provisto nos produtos "Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico" com os ítens Produção de textos e Transcrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Há a previsão de contratação de profissional que fará a tradução em libras caso exista algum participante da exposição com deficiência auditiva. Além disso os vídeos que estarão no site (3 de 3') contarão com a camada de legendagem descritiva e audiodescrição. Item da planilha orçamentária: Os valores para a produção de Tradução em Libras na exposição, assim como legendagem descritiva e audiodescrição estão previstas em Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico, na Aba Produção, considerando as rubricas de Intérprete de Libras, Produção de Textos e Transcrição. Para as pessoas que apresentem espectros, síndormes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos, a exposição contará com um Monitor que estará no local, auxiliando e apresnetando as camadas de acessibilidade do projeto - audiodescrição, legendgem e libras. Essas rubricas estão previstas no Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico, na Aba Produção, considerando as rubricas de Intérprete de Libras, Produção de Textos e Transcrição, também os monitores esta previsto em Exposição Cultural / de Artes, Aba Produção/Execução. ___ Produto: PERIÓDICO/ CATÁLOGO/ CARTILHA / PROGRAMA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, devido a característica do produto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para os deficientes visuais, será disponibilizado um QRCode na publicação, que remete a uma aba exclusiva de acessibilidade no site do projeto. Essa aba de acessbilidade do projeto, disponibilizará Audiodescrição para todas as obras expostas, contemplando a narração dos textos escritos, audiodescrição das fotografias e ilustrações. Item da planilha orçamentária: Os valores para a produção da AUdiodescrição está previsto nos produtos "Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico" com os ítens Produção de textos e Transcrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O conteúdo do catálogo/cartilha, estará todo acessiível no site do projeto, em aba específica, através da aplicação de QR Code, onde contemplará com detalhes e de forma integral as camadas de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: A previsão orçamentária de acessbilidade está praticamente centrado na produção do Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico, com Produção de textos e Transcrição. Para as pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos, a exposição contará com um Monitor presencial que estará no local, auxiliando e apresentando as camadas de acessibilidade do projeto - audiodescrição, legendgem e libras. Essas rubricas estão previstas no Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico, na Aba Produção, considerando as rubricas de Intérprete de Libras, Produção de Textos e Transcrição, também os monitores esta previsto em Exposição Cultural / de Artes, Aba Produção/Execução. Lembramos que todas as Medidas e camadas de Acessibilidade do projeto contemplam 100% das exposições previstas, assim como os produtos gerados, contemplando a acessibilidade para deficientes físicos, auditivos e visuais.
Com o propósito de estar alinhado à IN 11/24, o projeto prevê a totalidade de suas ações de forma gratuita, contemplando o que prevê o Art. 29 dessa instrução. Estamos prevendo a Democratização do Acesso, contemplando Galópolis, um importante território da Serra Gaúcha que foi impactado pelas enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, e que se encontra em estado de Calamidade. Esse processo envolve um planejamento cuidadoso garantindo que diferentes públicos possam participar e ter acesso à exposição, levando em consideração as barreiras estruturais, socioeconômicas, geográficas e culturais. Estão previstas duas exposições físicas que serão realizadas na cidade de Caxias, sendo uma na própria localidade de Galópolis e a outra no centro urbano da cidade de Caxias do Sul. A cidade e em especial o bairro/vilda de Galópolis sofreu graves impactos da catástrofe climática das enchentes no Rio Grande do Senário comercial e industrial. Galópolis é um antigo bairro/distrito de Caxias do Sul e que está ligada à imigração italiana e ao desenvolvimento de uma vila operária. O segundo local a receber a exposição é o centro urbano de Caxias do Sul, cidade sede de Galópolis e que tem mais de 500.000 habitantes, com grande participação no cenário econômico e cultural nacional. A cidade possui dois centros culturais públicos com fácil acesso à toda a comunidade por transporte público e por amplos espectros de público, procurando maior acesso e diálgo entre jovens, estudantes e educadores. Será oferecida entrada gratuita, garantindo o acesso amplo e democrático para quem deseja visitar o acervo do projeto nas exposições. Depois das duas mostras, manteremos um acervo adequado para itinerância, podendo ser disponibilizado para os territórios de interesse, para cidades e comunidades isoladas e impactadas, levando os acervos para escolas e universidades. Será criado um site com todos os acervos gerados, uma versão digital da exposição, acessível via internet, para que as pessoas que não possam comparecer nas mostras, tenham acesso ao conteúdo. O site incluirá textos, parecer, fotografias, pequenos fragmentos de videos, relatos dos moradores e explicações interativas. Também propomos criar usuários/canais nas redes sociais e plataformas culturais, com o intuito de potencializar a divulgação, disponibilizando parte do conteúdo em plataformas de uso comum (Instagram - Facebook) para aumentar o alcance e visibilidade do projeto. Prevemos oferecer na abertura de cada exposição uma conversa com equipe central do projeto, sobre arte, memória e patrimônio. Buscaremos apoio com as Secretarias da Educação do estado e município, para articular uma maior adesão de estudantes na exposição e acesso ao site, incentivando projetos colaborativos educacionais. Provocaremos os professores para que sejam produzidos no âmbito educacional trabalhos artísticos criados pelos alunos da rede pública das áreas afetadas, em diálogo com o tema do projeto, fazendo que a exposição sirva como um ponto de encontro para discutir reflexões sobre os impactos das enchentes na paisagem inclusive no ambiente familiar dos estudantes. Iremos utilizar vários canais de comunicação, incluindo jornais, rádios locais e comunitárias, as redes sociais, associação de moradores e de bairros do município para alcançar diferentes públicos e convidar para participarem das exposições e acessem os conteúdos do site, sempre garantindo que a exposição e sua curadoria respeitem e valorizem a história, a paisagem e a cultura de Galópolis para um público diverso, contribuindo para a conscientização e a valorização das histórias das pessoas e regiões impactadas pelas enchentes.
Carlos André Costantin - Curadoria e Coordenação de trabalhos em campo. Diretor de conteúdo, pesquisador em etnografia e ensaísta. Mantém longo histórico de registros e colaboração com o escultor João Bez Batti. Realizador de projetos artísticos, filmes, séries documentais e conteúdos híbridos – em projetos que conectam o audiovisual à pesquisa etnográfica, memória, patrimônio e processos culturais.Fundou a produtora TranseLAb em 1999, abrindo um caminho para projetos e realizadores no interior do Estado, num tempo em que o mercado e as janelas de oportunidades concentravam-se na capital.Entre as primeiras realizações que romperam essa barreira, estão dois Prêmios DocTV Brasil: longa-doc Continente dos Viajantes (2004) e longa-doc Blau Nunes – O Vaqueano (2006), ambos levados ao ar nacionalmente na Série Brasil Imaginário, em redes de tevês coordenadas pela TV Cultura de São Paulo, em uma experiência precursora reunindo realizadores independentes de todas as regiões do Brasil.Dirigiu séries para a tevê, entre elas a Série Antártida (2007/Globo Internacional/RBSTV/Canal Brasil) e Porto Alegre dos Açores (2009/Globo Internacional/RBSTV). Para o Núcleo de Programas Especiais da RBSTV, realizou argumentos, documentários, especiais, sendo três Prêmios Histórias Curtas – sempre promovendo a inserção de profissionais do interior.Criou e dirigiu pela TranseLAB a Série Vento Sul (2017 - 13 episódios/TVBrasil/TVCultura.), no âmbito do 1º Edital das TVs Públicas Brasileiras (Ancine/BRDE), em um projeto que agregou 35 profissionais do audiovisual ao longo de dois anos, em núcleo criativo formador de jovens técnicos e produtores que depois seguiram com suas trajetórias individuais.Na área acadêmica, tem Mestrado em Letras e Culturas Regionais pela Universidade de Caxias do Sul, RS – onde foi professor no Curso de Pós-graduação em Cinema e integrou por 10 anos um grupo de pesquisas nas áreas da antropologia e etnografia (Instituto Memória Histórica e Cultural). Também na UCS, desenvolveu e dirigiu por quatro anos o projeto de programação Rede de Olhares, levado ao ar na grade nacional do Canal Futura. Sempre lidou com temáticas ligadas às artes, populações tradicionais, de imigração e da cultura afro-brasileira, diversidade linguística, paisagens culturais e direitos humanos. Esses temas estão presentes em seu histórico de realização, do qual citamos alguns projetos:- Coautoria Projeto Invernada dos Negros (Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras – Edições 2010 e 2012 / Fundação Palmares).- Prêmio de realização FAC Patrimônio Sedac 2022 – Projeto Paisagens Profundas / Paisagem Cultural dos Aparados da Serra.- Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (ONU-OIT/2019-2020) – No ar em GloboPlay.- Longa-metragem Eco das Montanhas (2008-Coprodução Brasi-Itália).- 1o Etnodoc 2008 - Ministério da Cultura (Média-metragem Se Milagres Desejais).- Série Trabalho Digno (2016-Canal Futura / Globoplay).Atualmente, desenvolve a série Gaia – Sabedorias Amazônicas, realizada em expedições de registro do barco Gaia na região amazônica, e a Série Aparados da Serra (15 episódios de 12min, Aparados da Serra, RS/SC, 2024/2025). Diretor do documentário Aparados da Serra - Nas pegadas do Lobo-guará e leão-baio e do projeto Etno-LAB, ambos para o Instituto Vento.https://drive.google.com/drive/folders/1IajqI6dJu2e6ARdJhyIkMoOJ3zo6Ek-5?usp=sharing Carlos Fernando de Moura Delphim - Parecerista Engenheiro-arquiteto pela UFMG, contratado em 1977 para restaurar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde permaneceu até 1985, foi pioneiro na defesa dos jardins históricos no Brasil, passando a tratá-los como bens culturais segundo as normas internacionais de preservação. Criador do Programa Jardins Históricos na Fundação Nacional Pró-Memória (1985-1990), é autor do primeiro manual de intervenções em jardins históricos no Brasil. Foi membro-suplente da Comissão O Homem e a Biosfera da UNESCO e Conselheiro-Titular decano no Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA como Representante do Ministério da Cultura. Emitiu pareceres sobre inclusão de paisagens na Lista de Patrimônio Mundial da Unesco, como as florestas tropicais úmidas de Queensland, Austrália, adotado como a posição oficial do Brasil. Atualmente é encarregado de elaborar parecer sobre a inscrição do Rio de Janeiro nessa lista, na qualidade de paisagem cultural. Trabalhou como Coordenador Departamento de Proteção do IPHAN-RJ, Brasília, DF, responsável pelo patrimônio arqueológico e pelos bens culturais tombados em nível federal, sendo atualmente assessor da direção do IPHAN no Rio. É professor convidado da UNB em Brasília e da Universidade Católica de Goiânia. Suas atividades profissionais desde 1977, compreendem projetos e planejamento para manejo e preservação de sítios de valor paisagístico, histórico, natural, paleontológico e arqueológico em diversas cidades brasileiras desde 1977. Entre seu projetos destacam-se: Restauração do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Memorial da América Latina em São Paulo, Jardim Botânico de Brasília, Jardins do Brasil The International Garden and Greenery Exposition em Osaka, Japão, e o Superior Tribunal de Justiça em Brasília. Em 2022 colabrorou com a elaboração do parecer sobre a paisagem cultural do territórios dos Aparadores da Serra (Cambará do Sul e São José dos Ausentes - RS. É membor fundador do Instituto Vento. Geni Salete Onzi - Articulação no Território e Apoio de Pesquisa Pesquisadora e produtora; historiadora.Atua na coordenação de produção e pesquisa avançada dos projetos da TranseLab nos territórios de abordagem.Coordenou a produção em campo e pesquisa da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados para a OIT /ONU.Faz a mediação social dos projetos, contatos com parceiros e fontes, devolução de resultados às comunidades registradas, aliando a coordenação de trabalhos de campo.Coordenadora de produção dos documentários Continente dos Viajantes (Doc TV I, 55min, 2004), Blau Nunes – o vaqueano (Doc TV III, 55 min, 2007), O Milagre do Pão (Fundação Nestlé, 52 min, 2007), Brasil Talian (Transe, Brasil/Itália, 65 min, 2015).Foi produtora e pesquisadora dos projetos da Série Trabalho Digno (2010-2016-MPT/Transe/Futura).Respondeu pela coordenação de pesquisa da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil.Pesquisadora e produtora dos documentários Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (FAC/RS 2021), premiado como direção destaque no Festival Cine Negro em Ação do RS.Também responde pela pesquisa avançada do trabalho Paisagens Profundas - Aparados da Serra (2022 - FAC), com a TranseLAB e participação de Carlos Fernando de Moura Delphim.https://drive.google.com/drive/folders/1WMeAYm-sVIOnntM0Cm8UjN8go6ll88nT?usp=sharing Rodrigo Lopes - Pesquisador Rodrigo Lopes é jornalista formado pela Universidade de Caxias do Sul e atua na área há 25 anos. Pesquisador da área de memória e patrimônio histórico, é titular da coluna Memória, espaço diário veiculado no jornal Pioneiro (www.pioneiro.com), onde destaca histórias da cidade, seus personagens e curiosidades, arquitetura e evolução urbana. Possui passagens alternadas por diversos veículos e assessorias de comunicação de Caxias do Sul, incluindo Jornal Pioneiro (como repórter e editor de cultura), RBS TV, UCS TV e Universidade de Caxias do Sul, além de ter atuado no Diário de Santa Maria e como voluntário do Museu da Indústria Metalúrgica - Memorial Gazola, em Caxias do Sul. Atuou na curadoria fotográfica dos livros Ecos do Passado, de Marcos Fernando Kirst; Treze, de Jéssica De Carli; e Maesa - Poema Arquitetônico, de Rubia Frizzo, além da curadoria das exposições permanentes sobre a história do prédio central da Metalúrgica Abramo Eberle (atual Pátio Eberle) e da residência da família Sanvitto (atual Colavoro Sanvitto). Pesquisador da Série de documentários O Silêncio das Mulheres (8 episódios de 15min), produzida pela DH Projetos, que aborda a explosão que vitimos 8 jovens trabalhadoras em 1943, durante a 2a Guerra Mundial em uma fábrica de granadas e bombas em Caxias do Sul, RS. Monitor dos projetos de Memória Pátio Eberle (Metalúrgica ABramo Eberle, Caxias do Sul, RS), Vinícola Luiz Antunes (Caxias do Sul, RS) e Vila de Galópolis (Amigos de Galópolis, Caxias do Sul, RS). Daniel Herrera - Direção de Fotografia e Conteúdos Uruguaio radicado no Brasil, é fotógrafo e produtor executivo. Assina a produção fotográfica da série Iconografias do Brasil, com os livros Iconografia Belém do Pará, Iconografia Local do Pampa e Iconografia Local Santa Maria, para o estilista Walter Rodrigues e Sebrae nacional.É co-autor (com André Costantin) e fotógrafo do projeto Invernada dos Negros, premiado duas vezes no âmbito do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (Fundação Palmares / MinC).Dirigiu e fotografou o documentário Pedro, só Pedro premiado no programa Rumos Itaú.Diretor de Fotografia do Projeto Ser Brasil Migrantes e Refugiados (OIT/OIM/ACNUR-2020) e do Projeto de Conteúdos de Saúde e Segurança no Trabalho (Caminhoneiros Autônomos e Pequenas Empresas), também para OIT / ONU.Assina a Direção de Fotografia da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil.Também responde pela produção executiva dos documentários Aos Olhos de Santa Bárbara (RBS TV | Canal Brasil), Bah!ia (RBS TV | Canal Brasil) e A Jaqueta do Elvis (RBS TV com Canal Brasil) e Samba de Fronteira (RBS TV | Canal Brasil).Coordenou os projetos realizados em parceria MPT/Transe/Futura: Ser Criança (2017/2018); Caminhos da Aprendizagem (2019); Série Trabalho Digno (2010-2016), Meu Chão – Clubes Negros do Rio Grande do Sul (2021), campanha de combate ao Trabalho Infantil Lugar de Criança é na Infância (MPT, Fepeti, Fogap/ 2021) e Rua dos Negros (2022 Circuito Sesc de Cinema do RS).É diretor de fotografia dos longas Brasil Talian (co-produção Brasil / Itália com Instituto Memória) e Eco das Montanhas (Brasil/Itália).Assina a direção de fotografia do projeto GAIA Amazônia (Instituto Vento / TranseLAB, Fitzcarraldo e Ministério do Meio Ambiente) que faz navegações amazônicas desde 2017, registrando as memórias amazônicas dos povos ribeirinhos e indígenas. Produtor Executivo da Série de documentários O Silêncio das Mulheres (8 episódios de 15min. 2024), produzida pela DH Projetos, que aborda a explosão que vitimos 8 jovens trabalhadoras em 1943, durante a 2a Guerra Mundial em uma fábrica de granadas e bombas em Caxias do Sul, RS.É membro e compõe a Mesa Diretiva do Colegiado do Audiovisual do Rio Grande do Sul desde 2022 e também Conselheiro Municipal de Cultura em Caxias do Sul RS (2024/2026).https://drive.google.com/drive/u/2/folders/1SsiJSzMYZtvGo-53rVNFDKnfsdeRkJqb Rosa Maria Casara - acessibilidade Formada em pedagogia, trabalha há 15 anos como tradutora de Libras – Língua Brasileira deSinais, em instituições, associações de pessoas com deficiência e centros de ensino.Em seu histórico nos projetos da Transe Lab, interpretou Libras em Ser Brasil – Migrantes eRefugiados (OIT); Série Vento Sul - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17),longa Pampa Hypertropical - TVs Públicas; Série Trabalho Digno (Futura/ MPT /Transe); Documentários SerCriança e Caminhos da Aprendizagem (MPT/Futura/Transe).Também assina a acessibilidade em Libras dos documentários Paisagens Profundas e Clubes Negros do RioGrande do Sul (Transe LAB), e O Desfile das Abelinhas (Move). É colaboradora do coletivo MOVE Língua de Sinais, que trabalha com acessibilidade comunicacional, inter-pretação para Libras, tradução audiovisual e ações educativas. Débora Haupt - Acessibilidade / Audiodescrição – roteiro e narração – PCD Audiodescritora roteirista para streaming, audiovisual, imagens estáticas, lives e eventos. Tradutora independente no par de línguas espanhol / português Br.Pós graduada em Audiodescrição pela PUC Minas, fez o curso AD Imagens que Falama na UniversidadeFederal de Pernambuco e pós graduada em tradução pela Estácio de Sá, São Paulo.Roteiro de filmes, documentários e séries para Netflix: Spiderhead, That's Amor, Marmaduke, A PerfectPairing - Combinação Perfeita, Chip andPotato 3o e 4o Temp., Me time, Brown and Friends 1o Temp., Natal com você, Wendell e Wild,Sonhos na casa da bruxa - Gabinete de Curiosidades, O Milagre, Três Vidas 1o Temp, AElefanta e o Mágico, Chupa, Você não está convidada pro meu Bát Mitzvá, Corpo emChamas, Caso Rosa Peral.
O PROPONENTE NÃO RESPONDEU A DILIGÊNCIA DENTRO DO PRAZO.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.