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Este projeto pretende realizar a turnê de lançamento do disco Terrunho, do artista e instrumentista Ricardo Comassetto, em 03 municípios do Rio Grande do Sul. As apresentações serão realizadas em teatros e espaços culturais das cidades. O artista oferece ainda, como contrapartida e ação de democratização de acesso, a oficina "A origem da gaita ponto" em escolas públicas destes locais. Todas as apresentações serão gratuitas, com distribuição de ingressos conforme a lotação de cada espaço. Todas as atividades contam com medidas de acessibilidade.
Álbum “TERRUNHO” – de Ricardo Comassetto – TERRUNHO refere-se, diretamente, à terra! ...Ser da terra!... De uma determinada terra! É termo que vem do espanhol Terruñero, justamente para exaltar e explicar a nossa ligação mais intrínseca com os elementos de um determinado lugar, do solo, da coletividade e do Folclore da nossa “aldeia”. Ricardo Comassetto é um verdadeiro exemplo desta filosofia Terrunha, de como se portar a ela, de como tocar e de como agir para levar sua gente adiante. É ele um defensor da verdadeira música, com sabor de terra adentro, da musicalidade do nosso solo e das manifestações que mantém, ainda viva e forte, toda essa herança que embolsamos e cultivamos através das eras. Em seu segundo álbum – físico e digital – lançado em 8 de Abril, Segunda-Feira, Ricardo Comassetto leva a sua arte, a arte da sua Missões e da sua gente gaúcha e rio-grandense, para falar através de seus botões e foles, claramente sobre de onde veio e para onde se quer ir... E, junto, o que levar! O álbum TERRUNHO realmente dá valor ao seu nome e batismo, sem necessitar de maiores explicações ou palavras, contando com participações mais do que especiais, como as de Luiz Marenco, Joca Martins, Ricardo Bergha, André Teixeira, Gustavo Teixeira e Leonel Gomez; afora o nome expoente da canção chamamecera e latino-americana de Antônio Tarrago Rós. Entre as canções gravadas, alternando temas instrumentais e fortes poemas musicados, o álbum, além das composições das lavras e inspirações do próprio Ricardo Comassetto, apresenta suas influências mais genuínas, através de autores referência do nativismo gaúcho, como: Reduzino Malaquias, Dedé Cunha, Luiz Carlos Borges, Leonel Gomez, Luiz Marenco, Márcio Rosado, Renato Fagundes, afora a gravação dos clássicos “El cielo del Albañil”, de Teresa Parodi e Antônio Tarrago Ros e “Mate Amargo, considerada a primeira Rancheira a ser gravada, de autoria de Carlos Bravo, Francisco Brancatti. Tudo isto complementado pelos poemas de Sérgio Carvalho Pereira e Jayme Caetano Braun, musicados também por Ricardo Comassetto (“Roseta”, em parceria com Joca Martins e “Sombras que vivem” em parceria com Juliano Gomes). Com produção musical conjunta de Luciano Fagundes, gravado entre Agosto de 2023 a Janeiro de 2024 no “KBÇ@_Homestudio”, o projeto ainda conta com os músicos Carlos de Césaro, Rodrigo Maia, Cristian Sperandir, Higor Estremera, Pablo Schinke, Pedro Kaltbach, Rogério Melo e Yuri Menezes, mesclando ritmos e influências, que ultrapassam os limites de sua São Luiz Gonzaga através das influências tanto da fronteira Sul do Estado como da lindeira província argentina de Corrientes. A obra realmente marca um período e deixa, mais uma vez, o nome de Ricardo Comassetto preso, como alça de cordeona, ao colo de quem aprecia a boa música produzida no Rio Grande do Sul. Apreciem, sem moderação... E acompanhem, em todas as plataformas digitais, mais essa obra maestra da música instrumental do nosso Estado, chamada TERRUNHO, nascida das mãos e das inspirações de Ricardo Comassetto. Redes sociais: YouTube | ricardocomassetto Facebook | @ricardocomassettooficial Instagram | @ricardocomassetto X | Rcomassetto
Objetivo Geral Realizar uma turne de lançamento do disco Terrunho, do artista Ricardo Comassetto Objetivo específico - Realizar um show Terrunho em Porto Alegre; - Realizar um show Terrunho em Bagé; - Realizar um show Terrunho em São Luiz Gonzaga; - Realizar uma oficina de Gaita Ponto em Porto Alegre; - Realizar uma oficina de Gaita Ponto em Bagé; - Realizar uma oficina de Gaita Ponto em São Luiz Gonzaga;
A música pode estimular diversas emoções na vida, instigando sentimentos e comportamentos, podendo, inclusive, influenciar no humor de cada um. A ela é atribuída um importantíssimo papel nas relações interpessoais, estabelecendo, assim, conexões que podem vir desde a infância à vida adulta. Através da música é possível se aproximar das pessoas e a criar novos laços de relação. Simbolizando os sonhos, as emoções e a esperança, ela tem o poder de deixar qualquer um animado, triste, saudosista, e por vezes também pode auxiliar na concentração e no aprendizado. Desde a chegada da pandemia da Covid-19, momento em que as pessoas precisaram se isolar em seus lares para tentar evitar uma tragédia ainda maior, a música foi uma grande aliada, já que em muitos lugares pelo mundo ela passou a ser compartilhada através das janelas e sacadas dos prédios, por exemplo, dividindo assim a emoção em ouvir um vizinho ou outro tocando uma música para acalmar, aliviar e trazer alguma esperança aos corações. Além disso, as lives com as apresentações musicais trouxeram um sentimento de alegria e lazer, fazendo crescer o consumo de músicas nas plataformas digitais. Ela foi protagonista de momentos que jamais serão esquecidos. Pode-se dizer que foi um dos agentes transformadores de solidariedade, empatia, bem-estar e prazer por todo o planeta. Um antídoto que foi capaz de aliviar um pouco os dias de tensão vividos durante a pandemia. Quando se fala em sentimentos, uma grande maioria concorda que a música é a melhor forma de traduzi-los. Há quem ouça, por exemplo, o som que a gaita emite e instantaneamente se "transporte" para uma memória afetiva de algum momento especial da vida. Este encanto e saudosismo relacionado ao som tão diferenciado e singular do acordeom, que toca a alma e representa demasiadamente a nossa cultura, tradições e costumes. Conforme a lei nº 13.513, de 08 de setembro de 2010 do Estado, a gaita foi intitulada como o instrumento musical símbolo do Rio Grande do Sul. Portanto, apresentar uma proposta sobre a música regional que destaca um dos seus principais símbolos como parte da expressão cultural, identidade e tradição de um povo, nos dá a oportunidade de trazer à vista um artista gaúcho e seus convidados, que trabalham arduamente para levar adiante a cultura gaiteira, enriquecendo assim, as experiências através da música. Um artista que atuou muito durante a pandemia através das mídias digitais, foi Ricardo Comassetto. Ele contribuiu como agente promotor da boa música para trazer a alegria aos lares durante esse período difícil. Ricardo é músico, instrumentista e arranjador, que começou sua carreira profissional aos 17 anos de idade. Inspirado por grandes nomes da gaita, hoje ele também contribui com a música tradicionalista, não só como artista mas também como professor de gaita ponto. Participa ativamente de festivais, já ganhou premiações como melhor instrumentista, prêmios de melhor arranjo, 1°, 2° e 3° lugares por inúmeras vezes. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga "O Silêncio e a Campereada", com poema de Sérgio Carvalho Pereira e melodia dele e de André Teixeira. Em fevereiro de 2018, a composição foi eleita a "Melhor Música de Festival" de 2017 pelo blog "Ronda dos Festivais". Neste mesmo ano ele lançou seu primeiro CD "Ricardo Comassetto: Genuíno". Desde 2009, quando mudou-se de São Luiz Gonzaga para a cidade de Pelotas, também divide seu tempo entre alunos do instrumento. Durante o período de 2017 a 2019, o artista fez inúmeros shows para divulgar o seu trabalho e antes que pudesse começar a criar o seu 2º álbum, chegou a pandemia, como mencionado nos primeiros parágrafos desta justificativa. Mas essa "pausa obrigatória" não o impediu de continuar trabalhando e construindo pouco a pouco as músicas que hoje já estão selecionadas e gravadas em um novo álbum: Terrunho. O intuito do artista com este álbum foi trazer à margem as raízes da cultura gaiteira e a sua influência na vida dele, assim como, na vida dos demais colegas presentes na gravação deste trabalho. O título escolhido pelo artista não foi uma mera escolha ao acaso. Ricardo Comassetto, que é natural de São Luiz Gonzaga mas instalou sua moradia em Pelotas há mais de 15 anos, tem como objetivo através do disco mostrar sua origem missioneira e a sua integração com a região sul do Estado. O significado de terrunho, para o povo gaúcho, vai muito além de palavras citadas em um dicionário. Para o povo gaúcho, em especial os moradores da Região Sul, "Terrunho" traduz o sentimento de tudo aquilo que é nascido, criado ou forjado na nossa terra. E, nas palavras do próprio artista, "Terrunho é o sentimento de dever e obrigação em contar o que se passa ao nosso redor, nossa maneira de contar com carinho, amor e respeito a nossa gente e nossa terra, traduzir o sentimento de pertencimento de um lugar, de um rincão, do nosso Terrunho mais profundo! Significa percorrer levando a arte aos mais distintos rincões, mostrando que somos assim, Terrunhos!". O disco foi o primeiro trabalho de Ricardo Comassetto financiado através de incentivos fiscais e com contratação de equipe técnica completa: o projeto para sua realização foi aprovado pelo Pró Cultura de Pelotas recebendo 30 mil como investimento, teve seu lançamento oficial em 18 de abril, na mesma cidade. Até aqui, sua carreira contou com muito esforço próprio e dedicação, alguns apoiadores que esporadicamente patrocinam com algum valor simbólico uma ou outra ação que o artista se propõe a executar _ e Ricardo é extremamente preocupado e cuidadoso nesse sentido, sabendo que é necessário renovar e estar presente na vida de seu público o máximo possível. Por isso, está sempre em busca de novidades para oferecer. Suas redes já contam com mais de 59 mil seguidores, entre seus perfis de instagram, facebook, youtube e spotify. Tudo isso, reforçamos, organicamente e trabalhando de forma independente. Com o disco pronto, este projeto pretende realizar sua turnê de lançamento. A primeira turnê em teatros e de forma profissional que o artista pretende e terá condições de realizar. Se têm essa ideia de que a música tradicionalista não ocupa teatros, ou que esse não é o espaço para esse segmento. Como mencionado, boa parte de nossos artistas trabalha de forma independente e muito pouco investimento recebem nesse sentido, o que dificulta a ocupação de espaços como estes, com qualidade, estando fadados, muitas vezes, apenas à bares e "couvert artístico" como pagamento. Mas Ricardo muda essa oportunidade agora. É através de políticas como a Lei Rouanet que isso será possível, e justamente em um momento tão delicado para o nosso Estado, onde enfrentamos mais uma vez um recomeço, após as cheias de abril e maio. A turnê de lançamento de Terrunho pretende passar por 03 municípios: em Bagé, ocuparemos do Centro Cultural Dom Diogo; em Porto Alegre, ocuparemos o maravilhoso e histórico Theatro São Pedro, e, claro, São Luiz Gonzaga, terra natal do artista, não poderia ficar de fora desta proposta, ocupando, então, o Centro de Artes Lucas Franco de Lima. A prefeitura de São Luiz Gonzaga, através de sua Secretaria de Cultura, já nos sinalizou a cedência deste espaço gratuitamente para a realização do show de Comassetto _ documentação que apresentamos juntos aos anexos deste projeto. Aqui também queremos salientar o sonho que o artista tem de poder tocar no Theatro São Pedro _ e entende-se a importância que este espaço tem para a arte e a cultura do Rio Grande do Sul. Ocupar este local, com música regional e instrumental, é um sonho para muitos, e realizado apenas por alguns. De forma independente isso até então, não foi possível ao artista, pelo investimento necessário, em estruturar, divulgar, e todo o restante que se faz necessário. (Continua em OUtras informações)
(COntinuação da justificativa) Os shows contarão ainda com a participação especial de 03 renomados artistas da música regional gaúcha: Ricardo Bergha, músico, compositor e produtor, há 14 anos atuando no cenário musical do sul do Brasil. Nascido e criado em Lages/SC, iniciou sua trajetória cantando em festivais escolares e concursos de intérprete vocal, e logo iniciou sua participação em importantes festivais nativistas. Ricardo, com seus 30 anos de idade, é um dos artistas considerados da nova geração que muito vem contribuindo para o cenário e tem o carinho de um grande público. Joca Martins, com 37 anos de estrada o cantor é considerado um dos maiores nomes da música gaúcha. Foi trilhando as estradas do sul do Brasil, desde 1986, entre festivais e apresentações, que conquistou além do carinho do público, diversas premiações. André Teixeira - finalizando os convidados - cantor, compositor, violonista e arranjador. Natural de São Gabriel (RS), iniciou a sua trajetória na música aos 13 anos. André é um dos compositores de maior destaque na atualidade, com um número impressionante de premiações, e diversos trabalhos lançados. O mais recente, Patrimônio, é um disco somente de vaneiras, ritmo musical pelo qual o artista é conhecido por suas composições. Acompanham ainda Ricardo Comassetto nessa turnê os instrumentistas que também fizeram parte da gravação do disco – Yuri Menezes ao violão, e Rodrigo Maia no contrabaixo. Este projeto oferece programação cultural qualificada a partir da contratação de artistas, contrata serviços técnicos e especializados para viabilizar a produção musical e os eventos propostos e promove a criação autoral. Além disso, visa qualificar a produção musical gaúcha e ampliar repertórios, preserva através de espetáculos, personalidades da área da música que possuam relevância cultural – visto o repertório de Comassetto traz não somente composições autorais, mas grandes nomes da música gaiteira e influências do artista, como Luiz Carlos Borges e Reduzino Malaquias. Todo o show será registrado em foto e vídeo, e o conteúdo disponibilizado nas redes sociais do artista nos dias que se seguem à programação, sempre divulgando as marcas dos patrocinadores, Lei Rouanet e Governo Federal, conforme determina o manual. A oportunidade que se dá com este edital é de primordial importância para a execução desta proposta. Com ele, poderemos contratar técnicos e prestadores de serviço, remunerando-os com valores praticados no mercado, além do investimento maior na divulgação, e assim fomentando o mercado da cultura direta e indiretamente, uma vez que as apresentações também movimentam outros setores por onde passam, como hoteleiro, alimentação, de transporte, comércio das cidades que poderão receber visitantes, movimentando a economia nesses locais. Também poderemos garantir cachês aos músicos pelas participações, inclusive por suas horas de ensaio, e sanar despesas com artistas e equipe durante o período de produção. Ajuda com a contratação de uma equipe de produção experiente, que estará à frente não só da parte burocrática do projeto, mas da organização, agenda, relatórios, e tudo o mais também facilita a execução deste trabalho, uma vez que os artistas podem – e devem – preocupar-se em fazer arte. Ressaltamos que a contratação de técnicos e equipe, assim como a organização dos espaços nos teatros, com sonorização, iluminação, camarins, divulgação profissional, registro de fotos e vídeos, tudo isso também é parte da valorização de cada artista participantes desta turnê, pois são tratados com o carinho e a qualidade que merecem, que sua arte merece. E valorização também do público que comparece a esses locais, e pode aproveitar de um espaço seguro e organizado, apreciando um espetáculo de forma gratuita em teatros – e quantos, sequer, tem a oportunidade de conhecer um, justamente pelo alto investimento que ingressos em espaços como estes costumam demandar? Como forma de contribuir com a formação de plateia e com a democratização de acesso, e com o legado desta proposta, o artista ainda se propõe a oferecer, sem custos adicionais, uma oficina de gaita ponto em cada um dos municípios. A oficina “A origem da Gaita ponto” pretende ser realizada em escolas públicas. A expectativa é atender entre 50 e 100 alunos, de qualquer idade. A escolha dessas escolas será acertada posteriormente com as secretarias de cultura e de educação desses locais, avaliando quais melhores espaços para receber o artista e seu material. Importante frisar que prevemos também para esta oficina o acompanhamento do intérprete de libras. Para os deficientes visuais, os mesmos poderão escutar a oficina de Comassetto, e através do tato conhecer o instrumento e a prática do que estará sendo levantado pelo artista. A mesma profissional de libras tem essa especialização no auxílio aos invisuais para ajudar a atendê-los. É uma das formas que temos de contribuir e difundir a gaita junto com eles, além de motivar futuros artistas que espelham-se em nomes como Borghetti, Comassetto, Gilberto Monteiro e tantos outros instrumentistas do nosso Estado. Oferecer conteúdos artísticos de forma gratuita para um significativo número de pessoas em ambiente virtual (através da gravação e publicação completa do show) e presencial também faz jus a ideia do projeto e no que é assegurado por Lei para todos: democratizar o acesso à cultura e a inclusão social. Além de ofertar a oficina de forma gratuita para um número expressivo de alunos, o discurso e o reconhecimento de que a cultura é um direito de todos é potencializado. Este tipo de projeto impacta diretamente na vida dos artistas, suas famílias e participantes da oficina, além dos espectadores, tendo assim, um caráter inclusivo e democrático. Esta proposta se enquadra no art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ainda os seguintes objetivos do art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
OFICINA A ORIGEM DA GAITA PONTO Temas abordados: Origem da gaita pontoPrecursoresMúsicas mais conhecidasTécnicas usadasEscalasTempo de estudoTipos de gaita pontoInfluências Duração: De 60 a 90 minutos.
Ao público, querermos garantir também – além da democratização do acesso com a gratuidade dos espetáculos -, a acessibilidade física e de conteúdo. Sendo assim, cadeiras logo à frente dos artistas estarão reservadas para o público PCD, idosos, mães com crianças pequenas ou grávidas, e qualquer outra pessoa com algum tipo de necessidade que precise do espaço. Apesar do show ser basicamente instrumental, uma intérprete de libras também estará presente, acompanhando as falas dos artistas e ainda as poucas composições cantadas que o repertório terá. A profissional especializada em acessibilidade, ainda fará, antes das apresentações, a descrição do espaço para os invisuais que estiverem presentes, visto que os shows não contam com parte cênica e podem ser acompanhados por estas pessoas normalmente através da audição. A equipe de produção estará atenta recepcionado o público e orientando quanto a esses locais e possibilidades, visto que já possui experiência, inclusive, com atendimento ao público PCD. Vale lembrar que todo o conteúdo audiovisual que será disponibilizado, tanto na divulgação pré quanto pós lançamento, também conta com possibilidade de legendas. As próprias plataformas digitais disponibilizam esse serviço, o que se torna mais uma ação de acessibilidade de conteúdo. Os vídeos também são medidas de acessibilidade intelectual, pois contribuem para um melhor compreendimento do projeto, assim como a linguagem, que será clara e objetiva, outro facilitador. Para as oficinas, a mesma interprete de libras capacitada também em audiodescrição acompanhará as atividades, garantindo a plena participação de todos. Cadeiras também serão reservadas à frente ao público PCD – sendo as escolas já adaptadas em suas estruturas para o acesso de cadeirantes e outros. A linguagem aqui também é bem simples além de haver a possibilidade do toque no instrumento para melhor compreensão do mesmo – àqueles que possuem deficiência intelectual.
O projeto em questão encarna uma significativa democratização de acesso à cultura, refletindo um compromisso firme com a inclusão e a equidade. Não apenas celebra a diversidade cultural, mas também fortalece os valores fundamentais de inclusão, equidade e acessibilidade, contribuindo para uma sociedade mais justa e culturalmente rica. Ao oferecer eventos gratuitos com medidas abrangentes de acessibilidade física e de conteúdo, o projeto assegura que pessoas de todas as origens e condições tenham a oportunidade de participar e se envolver plenamente nas experiências culturais proporcionadas. A gratuidade dos eventos remove barreiras financeiras, garantindo que a cultura e a arte sejam acessíveis a todos, independentemente de sua situação econômica. As medidas de acessibilidade física e de conteúdo demonstram um compromisso essencial com a inclusão, garantindo que pessoas com deficiência tenham igualdade de acesso às atividades culturais. A disponibilização gratuita do show na internet amplia ainda mais o alcance do projeto, permitindo que pessoas em todo o mundo desfrutem das performances e participem virtualmente, ampliando essa democratização do acesso à cultura. Assim, cumprem-se também aquelas ações listadas na IN vigente: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - visto que a classificação é livre
GESTÃO ADMINSITRATIVA E ARTISTA PRINCIPAL – RICARDO COMASSETTO (proponente) Ricardo Comassetto é Músico, instrumentista e arranjador, começou sua carreira profissional aos 17 anos. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Como já descrito neste projeto, sua experiência na área de produção vem de seu trabalho independente, onde na grande maioria das vezes Ricardo contou apenas com sua dedicação, seu tempo, seu olhar artístico em seus produtos, sejam eles quais fossem: ele sabia o que queria entregar ao público e trabalhava da forma que podia em prol disso. Seu cadastro como produtor cultural como proponentes de projetos é recente, ainda não houveram projetos aprovados via Lei Rouanet. Via Pró Cultura Pelotas, aprovou recentemente seu primeiro projeto incentivado, onde com a ajuda de uma equipe experiente e contratada através desse incentivo, o artista amplia sua experiência gerencial nesse sentido. Boa parte desta mesma equipe encontra-se junta novamente para a apresentação e execução desta turnê. Mais sobre a carreira do artista está anexada nos documentos desta proposta. Como artista: Ricardo Comassetto é músico, instrumentista, compositor e arranjador, natural de São Luiz Gonzaga. Começou sua carreira profissional aos 17 anos de idade. É participante ativo de festivais e conquistou premiações na maioria deles. Já atuou nos países do prata, oportunidades em que, nos anos de 2009, 2010 e 2015, juntamente com Luiz Carlos Borges, na Argentina, participou do maior evento de chamamé do País. No ano de 2014, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumentista. Possui dois trabalhos solos, chamados “Genuíno” e “Terrunho”, este lançado recentemente. Trabalhos que traduzem a gratidão e o anseio de Ricardo Comassetto por fazer o registro de composições autorais e compositores de sua terra, São Luiz Gonzaga, e de toda a região das Missões, além de contar com participações de artistas importantes do cenário musical que marcaram, pessoal e profissionalmente a sua caminhada, com ritmos e sonoridades que juntos formam uma mescla de lugares, caminhos e palcos. Também atua como professor de gaita ponto. Realiza aulas e oficinas sobre o instrumento: sua origem, precursores e a importância de sua continuidade entre as novas gerações, bem como o valor da nossa história e cultura através deste instrumento tão peculiar do nosso estado. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA CULTURAL E PRODUÇÃO EXECUTIVA – CONFRARIA DA PRODUÇÃO Mais de 12 anos de conhecimento na produção cultural, atuando desde a consultoria e elaboração e prestação de contas de projetos via Leis de Incentivo (municipais, estaduais e federais), quanto na execução dos mesmos, além de projetos independentes. Tem em seu currículo experiência em mais de 200 projetos de cinema, circo, dança, teatro, música, literatura, entre espetáculos, turnês, festivais, audiovisual, etc. Em seu portfólio mais recente: -Clássico Nas Estâncias com Joca Martins | 2024 Via Lei Paulo Gustavo - Faxinal do Soturno/RS -Coplitas – “o campo” na voz de Juliana Spanevello | 2024 Via Lei Paulo Gustavo – Faxinal do Soturno/RS -Ricardo Comassetto: Terrunho | 2023 Via Pró Cultura Pelotas/RS -Festival Itinerante da Música Brasileira | 2021 e 2023 Via Pró Cultura LIC RS– Frederico Westphalen e Três Passos | RS https://festivalitinerante.com.br/ -Festimar da Tradição e Festimar em Cena | 2023 Via Lei Rouanet – Rio Grande | RS -Rock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande | 2022 Via LIC Federal – Caxias do Sul, Camaquã, Gravataí e Porto Alegre | RS https://youtu.be/_cIP2ayTPns REGISTRO AUDIOVISUAL - GUILHERME VALADAS Valadas se destaca como um dos principais nomes no cenário do Rio Grande do Sul. Sua trajetória é marcada por parcerias com os maiores talentos da música gaúcha, colaborando em produções de lives e videoclipes que encantam e emocionam o público. Desde 2020, o Valadas tem sido peça fundamental nas produções de vídeo do Grupo IESA, elevando a qualidade e a criatividade em cada projeto. À frente do programa semanal "Na Beira do Fogo com El Topador" para o SBT, ele conquistou uma audiência fiel e apaixonada, transmitindo entretenimento de qualidade para todos os telespectadores. Em 2021, o Valadas conquistou novos patamares ao dirigir o documentário "Danças Tradicionais do Rio Grande do Sul - O Filme", demonstrando sua habilidade em contar histórias de forma única e envolvente. No mesmo ano sua dedicação à cantora Bibiana Alves resultou na produção de mais de 40 videoclipes ao longo do ano, evidenciando sua expertise e sua paixão pela arte visual. Hoje, o Valadas concentra seu foco na produção televisiva, de videoclipes, nas redes sociais e na criação de documentários impactantes. Sua determinação, criatividade e comprometimento continuam a solidificar sua posição como um dos maiores produtores do Rio Grande do Sul, trazendo vida e emoção a cada projeto que abraça. Seu portfólio pode ser conferido em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLhVVAD56LgTCR2M-uDS2dKjHW94tjWp6B FOTÓGRAFO - EDUARDO ROCHA Nasceu na fronteira, em Dom Pedrito/RS, divisa do Brasil com o Uruguai, vem da amplidão do Pampa Gaúcho, onde se unem duas Pátrias. Fez dessa vastidão e de sua intimidade a matéria prima para sua arte. O homem, o cavalo, a natureza, marcas ancestrais do tempo. Fotógrafo e publicitário, mas sobretudo um olhar aguçado para as coisas essenciais da terra e sua gente. Andou por países como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Canadá, África do Sul, Estados Unidos, China e Mongólia. Fez, nesses lugares, retratos que revelam sua essência: assombro e acolhimento do homem diante da força e do útero do ambiente. Faz também da fotografia um movimento. Dedica-se à pesquisa e opera nos diferentes meios digitais, com criação, edição e produção. Move-se pela busca constante por imagens e reflexos do que é mais fundamental: o homem diante de si mesmo, do outro e da natureza. Seu legado na fotografia mostra o talento de um brasileiro apaixonado em contar histórias com a luz. E para cada instante capturado, a importância de um momento eternizado.
PROJETO ARQUIVADO.