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O projeto "Pra Falar das Nossas Coisas" visa realizar a circulação do álbum autoral de Rodrigo Fontoura, cujo repertório autoral é uma reverência ao samba e à música afro-gaúcha, com enfoque nas vivências e expressões culturais afro-gáuchas. A circulação do álbum ocorrerá por meio de apresentações ao vivo em cinco cidades do Rio Grande do Sul, com shows gratuitos ou a preços populares, garantindo acessibilidade e inclusão cultural para públicos de diferentes regiões
Sinopse do Show "Pra Falar das Nossas Coisas" O show "Pra Falar das Nossas Coisas" é uma experiência única que traz à vida a essência do álbum homônimo, celebrando a rica cultura afro-gaúcha e a tradição do samba. Sob a batuta do talentoso artista Rodrigo Fontoura, a apresentação mergulha em um universo sonoro vibrante, onde as histórias, lutas e conquistas das comunidades negras no Rio Grande do Sul se entrelaçam em uma narrativa poderosa e emocionante. Neste espetáculo, cada canção se transforma em uma janela para a identidade e a ancestralidade, convidando o público a vivenciar a profundidade das letras poéticas que falam sobre a valorização da cultura, a busca pela equidade racial e a conexão com as raízes. Com uma sonoridade que mescla ritmos tradicionais do samba com influências contemporâneas, o show promete envolver os espectadores em uma atmosfera de celebração, reflexão e resistência. Além das interpretações impactantes de Rodrigo Fontoura, o espetáculo contará com a participação de artistas negros da nova geração e representantes do samba tradicional, enriquecendo ainda mais a experiência musical. Juntos, eles irão explorar a força do samba como um espaço de afirmação cultural, onde as histórias de luta e amor ressoam em cada compasso. "Pra Falar das Nossas Coisas" é mais do que um show; é um manifesto sonoro que promove diálogos sobre identidade, pertencimento e o papel transformador da música na sociedade. Com performances emocionantes e um repertório que reverbera a beleza e a força da cultura afro-brasileira, esta apresentação é um convite para que o público não apenas ouça, mas sinta e vivencie a rica tapeçaria das narrativas que moldam nossa história coletiva. Prepare-se para uma noite inesquecível de música, dança e celebração, onde a cultura afro-gaúcha brilha intensamente e onde todos são convidados a "falar das suas coisas".
Objetivo Geral: • Promover a circulação do álbum autoral "Pra Falar das Nossas Coisas" de Rodrigo Fontoura, por meio de apresentações musicais em cinco cidades do Rio Grande do Sul, incentivando o acesso à cultura e a difusão do samba como expressão da identidade afro-gaúcha, com foco na valorização da representatividade negra e na formação de novos públicos.Objetivos Específicos: • Realizar uma apresentações do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em Porto Alegre/RS, atendendo até 300 pessoas a preços populares; • Realizar uma apresentações do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em Pelotas/RS, atendendo até 200 pessoas a preços populares; • Realizar uma apresentações do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em Lajeado/RS, atendendo até 200 pessoas a preços populares; • Realizar uma apresentações do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em São Leopoldo/RS, atendendo até 200 pessoas a preços populares; • Realizar uma apresentações do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em Canoas/RS, atendendo até 200 pessoas a preços populares;• Realizar como contrapartida social, uma oficina de música e rodas de conversa em Porto Alegre, com foco na formação cultural e no debate sobre equidade racial e representatividade negra nas artes em área de vulnerabilidade social.• Realizar como contrapartida social, um ensaio aberto do show Pra Falar das Nossas Coisas - Rodrigo Fontoura em Porto Alegre/RS, atendendo até 500 pessoas gratuitamente;
O projeto de circulação do álbum "Pra Falar das Nossas Coisas", do artista Rodrigo Fontoura, é de extrema relevância para a cultura gaúcha, sobretudo no que tange à valorização e difusão do samba e da cultura afro-gaúcha. O samba, como uma das mais importantes expressões da identidade nacional, carrega em si um forte vínculo com a história e a cultura do povo negro no Brasil. Com este projeto, visamos não apenas a promoção de um trabalho autoral de alta qualidade artística, mas também a valorização da memória e das vivências culturais afrodescendentes, especialmente em um contexto onde as narrativas históricas de resistência negra são, muitas vezes, invisibilizadas. O projeto promove essa representatividade ao trazer um artista negro à frente de um processo criativo que dialoga com a contemporaneidade sem deixar de celebrar as tradições do samba. Além disso, ao realizar apresentações em cidades do interior do Rio Grande do Sul, o projeto contribui para a descentralização da produção cultural, levando shows e atividades formativas a regiões que, frequentemente, têm menos acesso a eventos culturais de grande porte. A inclusão de oficinas de música e rodas de conversa sobre representatividade negra amplia o alcance social do projeto, fomentando a formação de novos públicos e abrindo espaços para discussões essenciais sobre equidade racial e valorização cultural. Necessidade de Uso de Incentivos Fiscais: A concretização do projeto depende do uso de incentivos fiscais, pois o cenário atual da cultura no Brasil, especialmente no âmbito da música autoral, enfrenta grandes desafios quanto à captação de recursos financeiros. Projetos que envolvem circulação por diferentes cidades, contratação de profissionais locais e a produção de atividades formativas precisam de um suporte orçamentário que não é facilmente viabilizado pela bilheteria ou por patrocínios diretos, sobretudo em regiões onde o poder aquisitivo do público é mais restrito. A gratuidade ou preços populares nas apresentações são pilares fundamentais do projeto, pois garantem o acesso democrático e inclusivo ao bem cultural, além de fomentar o intercâmbio cultural entre artistas e o público das cidades contempladas. Sem o incentivo fiscal, a execução do projeto em sua forma proposta, com acessibilidade e atividades educativas de impacto social, seria inviável. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para garantir a qualidade das ações e o amplo alcance da proposta, consolidando-a como um evento acessível e transformador. Aderência aos Artigos 1º e 3º da Lei 8.313 (Lei Rouanet): De acordo com os Arts. 1º e 3º da Lei Rouanet, o projeto contribui diretamente para as finalidades e objetivos da legislação: Art. 1º: O projeto promove o pleno exercício dos direitos culturais ao garantir a difusão de uma obra que valoriza a cultura afro-gaúcha e o samba, ampliando o acesso ao público a manifestações culturais de relevância. Ademais, contribui para a preservação e o estímulo da identidade e diversidade cultural, proporcionando o fortalecimento de uma vertente importante da música brasileira.Art. 3º: A proposta se alinha com os incisos que visam: Inciso I: A formação, o desenvolvimento e a difusão cultural. O projeto integra apresentações ao vivo e atividades formativas como oficinas e rodas de conversa, promovendo o acesso à educação cultural e a troca de saberes.Inciso II: A ampliação do acesso dos cidadãos aos bens culturais. Com shows gratuitos ou a preços populares em regiões fora dos grandes centros urbanos, o projeto democratiza o acesso à cultura.Inciso III: A valorização da diversidade étnica e regional. O projeto se propõe a valorizar a cultura afro-gaúcha, que é uma parte significativa da identidade nacional, ao mesmo tempo em que promove a inclusão de artistas e comunidades negras.Inciso V: O estímulo à produção cultural em todas as suas formas. O projeto incentiva a criação de uma obra autoral e colabora com o fortalecimento da cadeia produtiva do samba no Estado do Rio Grande do Sul.Enquadramento na Instrução Normativa MINC nº 14, de 12 de junho de 2024: O projeto de circulação do álbum "Pra Falar das Nossas Coisas" se enquadra nas diretrizes estabelecidas pela Instrução Normativa MINC nº 14, de 12 de junho de 2024, que dispõe sobre a execução de projetos culturais incentivados, sobretudo aqueles voltados para a inclusão social e o fortalecimento da diversidade cultural. O projeto atende aos princípios de fomento ao acesso à cultura, ao difundir o trabalho em regiões de menor oferta cultural e ao garantir que as ações formativas (oficinas de música e rodas de conversa) contribuam para a capacitação de jovens e artistas em vulnerabilidade. Cumprimos os requisitos de acessibilidade financeira ao público, utilizando mecanismos de entrada franca ou a preços populares, em consonância com a diretriz de democratização do acesso prevista na Instrução Normativa. Além disso, a proposta contempla a realização de atividades de contrapartida social, como as oficinas de formação e eventos culturais em comunidades quilombolas e áreas de vulnerabilidade, reforçando o compromisso do projeto com os princípios de inclusão e impacto social.
Duração do show: 50 minutosRepertório: 1- Bailarina2 - Pra que ninguem desista3 - Numa tarde de Sol4 - Meu céu5 - Nação de Ogum6 - Poeta Cantador7- Dia do meu Samba8- Embarcação9- Razão do meu cantar10- Capitão do Mato11 - Sei lá
1. Acessibilidade para Apresentações MusicaisAcessibilidade Física no Local das Apresentações: Rampas de Acesso e Elevadores: Caso o local da apresentação não seja em plano térreo, rampas de acesso e/ou elevadores serão disponibilizados para garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam acessar a área de espetáculo com segurança.Banheiros Acessíveis: Garantia de banheiros adaptados para pessoas com deficiência, incluindo corrimãos, barras de apoio e espaço adequado para cadeiras de rodas.Assentos Preferenciais: Reserva de áreas específicas para pessoas com mobilidade reduzida, idosos e gestantes, com visibilidade adequada do palco e espaço para cadeiras de rodas, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI - Lei 13.146/2015).Sinalização Adequada: Uso de sinalização tátil e visual (em Braille e letras ampliadas) para identificar banheiros, saídas de emergência e acessos exclusivos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade Conteúdo: Interpretação em Libras: Durante todas as apresentações musicais, será oferecido um serviço de interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo que pessoas surdas possam compreender as falas, as introduções e interações realizadas durante os shows.Legenda em Tempo Real (Closed Caption): Para apresentações musicais que possuam algum tipo de projeção audiovisual ou fala do artista, será disponibilizada a legenda em tempo real nas telas de projeção.Audiodescrição: Disponibilização de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo os detalhes importantes das apresentações musicais, cenários, figurinos e movimentação dos artistas no palco, promovendo uma experiência mais imersiva para o público com deficiência visual.2. Acessibilidade para contrapartidas sociais:Acessibilidade Física no Local das Oficinas: Locais Acessíveis: As oficinas de música serão realizadas em locais acessíveis, com rampas de acesso ou elevadores, e banheiros adaptados, conforme as normas técnicas de acessibilidade (ABNT NBR 9050).Equipamentos Adaptados: Quando necessário, será disponibilizado equipamento musical adaptado para atender pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, garantindo a participação ativa de todos os inscritos.Acessibilidade Conteúdo: Material Didático Acessível: As partituras e outros materiais didáticos das oficinas serão disponibilizados em formatos acessíveis, como Braille para participantes com deficiência visual, além de versões em áudio e textos em fontes ampliadas para pessoas com baixa visão.Intérprete de Libras: Um intérprete de Libras estará presente em todas as oficinas para garantir a plena participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Audiodescrição: Se necessário, as explicações sobre técnicas musicais ou demonstrações que envolvam o uso de instrumentos serão descritas de forma clara para os participantes com deficiência visual.Metodologias Inclusivas: A metodologia de ensino será adaptada conforme as necessidades dos participantes, utilizando práticas inclusivas que considerem a diversidade de habilidades e formas de aprendizado, respeitando o ritmo de cada participante, garantindo que pessoas com deficiência possam acompanhar e participar das atividades de forma plena. Linguagem Simples e Inclusiva: As rodas de conversa serão conduzidas com o uso de linguagem simples, clara e acessível, para facilitar a compreensão por pessoas com deficiência intelectual ou com baixa escolaridade, garantindo a participação equitativa de todos.
Conforme consta no art.30, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação de acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
O dirigente Rodrigo Fontoura atuára como intérprete e artista principal do projeto, além de Produtor Executivo.O Produtor Executivo será responsável por gerenciar a execução financeira, administrativa e operacional do projeto "Pra Falar das Nossas Coisas", sendo uma figura essencial na estrutura organizacional do projeto. Ele atuará em estreita colaboração com o Diretor de Produção, mas estará focado em garantir que todos os aspectos financeiros, contratuais, de captação de recursos e prestação de contas sejam realizados de forma eficiente e de acordo com a legislação.Currículo:Rodrigo Fontoura: Rodrigo "Fileh" Fontoura é gaúcho de Porto Alegre e desde muito cedo, um apaixonado pela mais tradicional música popular brasileira: o Samba. Faz parte do Instituto Brasilidades, movimento cultural fundado em 2009 e que acompanhou artistas em apresentações gratuitas na capital gaúcha, como Monarco e Guaracy da Portela (RJ), Tantinho da Mangueira(RJ) e Tuco Pellegrino(SP). Atualmente ainda integra dois outros projetos: Turucutá Batucada Coletiva Independente e Projeto Timoneiros - OSamba da Viola de Paulinho. O violonista, cantor, compositor e educador musical tem dois livros digitais direcionado a prática do Violão de 7 cordas lançados pela sua produtora Ideias Musicadas, responsavel também pela produção musical de alguns artistas como Vanessa Netz, Trio/4, entre outros. Em 2018, foi convidado pelo Estúdio Santana 51 para trabalhar do primeiro cd de Nego Izolino, sambista e compositor tradicional do Rio Grande do Sul,que contou com a participação de nomes como Kiko freitas, Luciano Leães, Sandro Ferraz, dentre outros grandes nomes da música popular gaúcha. Neste trabalho, Rodrigo assina a captação, edição, mixagem e ainda como co-arranjador emalgumas faixas. Em 2020 Rodrigo visita seu repertório autoral e lança As Canções do Meu Quintal. Um EP com canções compostas e gravadas durante a pandemia no quintal da sua casa contemplado no Edital FAc Digital. Em 2024 gravou seu segundo disco através de financiamento do FUMPROARTE.Cristiano Dias Pinto Rodrigues: Músico, produtor, arranjador e diretor musical. Vencedor de 2 Grammys Latinos com Anaadi em 2018e Tony Succar em 2019. Possui uma carreira internacional como produtor de nomes como: banda Snark Puppy (Denton Texas, EUA, Tony Succar (Miami), Gipsy Kings, (originário das comunidades ciganas de Arles e Montpellier, no Sul de França), John Secada, Marquinhones, Mark Whitfield (New Jersey), Alfredo Linares (Lima; Peru), Banda universalize (SAN Diego). Trabalhou com produção da trilha sonora do FILME DÜSSELDORF USA (Los Angeles Estados Unidos), também vencedor de melhor trilha no festival de gramado (alabê oni) festival cinegro em ação (trilha sonora sambas às avessas), prêmio açorianos, Prêmio Afro Fundação Palmares (CADON RJ) e Reconhecimento do Conselho Estadual de Cultura.Eduardo Lopes Gerhardt: Com 15 anos de experiência em gestão empresarial, Eduardo Lopes é o responsável pelo planejamento e execução das ações que viabilizam esse projeto, deixando os demais envolvidos com o foco total na qualidade da construção técnica-artística. Além de colocar no mercado diversas ideias construídas do “zero”, Formado em Relações Publicas pela FAMECOS, Eduardo coordena desde 2009 o Instituto Brasilidades, pensando e organizando atividades periódicas de promoção da cultura popular brasileira na cidade. Agrega também a sua habilidade em construir uma estrutura de projeto detalhada e nítida, tensionando as entregas e prazos, ao mesmo tempo que flexibiliza as ações conforme os recursos necessários.Ananda Vargas Aliardi: Ananda Aliardi é artista visual formada pela UFRGS e trabalha com arte, design e gestão de redessociais desde 2014. Como artista já teve trabalhos expostos em museus importantes como o MARGS, além de participar de exposições coletivas em Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande e Berlim, na Alemanha.. Além disso, é participante ativa do cenário cultural de Porto Alegre, sendo percussionista em duas bandas da cidade: Bloco da Laje e Turucutá, nas quais também assina a comunicação visuale a gestão das redes
PROJETO ARQUIVADO.