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O projeto "Que ferramentas eu uso para viver? Quem é que vai cuidar de você?" apresenta uma exposição fotográfica composta por narrativas visuais e orais de profissionais de saúde, abordando os reflexos de sua atuação na saúde e no bem-estar.
O projeto “Que ferramentas eu uso para viver? Quem é que vai cuidar de você?” apresenta uma exposição composta por narrativas visuais e orais de profissionais de saúde, abordando os reflexos de sua atuação na saúde e no bem-estar. A proposta visa fomentar a reflexão sobre o cotidiano desses trabalhadores, discutir o impacto do trabalho em sua saúde e ressaltar a importância de políticas que assegurem condições dignas de trabalho, promovendo, assim, a qualidade na atenção à saúde. Classificação Indicativa: Livre.
OBJETIVO GERAL: O projeto "Que ferramentas eu uso para viver? Quem é que vai cuidar de você?" visa contribuir para a promoção e valorização da cultura e saúde dos profissionais de saúde, alinhando-se ao inciso I do artigo 1º da Lei 8313/91. Através da realização de uma exposição que aborda as experiências e desafios enfrentados por esses trabalhadores, o projeto busca facilitar o acesso à reflexão crítica sobre suas condições de trabalho, promovendo o livre exercício dos direitos culturais. Com isso, pretende-se sensibilizar a sociedade sobre a importância de garantir condições dignas de trabalho e a valorização da saúde e bem-estar desses profissionais. OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar uma exposição fotográfica com duração de 60 dias, disponível para visitação de terça-feira a domingo, das 09h às 20h, apresentando fotografias que retratam a realidade e os desafios enfrentados por profissionais de saúde, com um público-alvo estimado de 1000 visitantes.
O projeto "Que ferramentas eu uso para viver? Quem é que vai cuidar de você?" é uma iniciativa essencial para promover a reflexão sobre as condições de trabalho e saúde dos profissionais da saúde, que frequentemente enfrentam desafios significativos em seu cotidiano. Ao abordar suas experiências por meio de uma exposição fotográfica e atividades complementares, buscamos sensibilizar a sociedade para a importância de valorizar e garantir condições dignas de trabalho para esses profissionais. Este projeto não só visa dar voz a quem cuida da saúde da população, mas também fortalecer o diálogo sobre políticas públicas que assegurem o bem-estar desses trabalhadores. A proposta visa fomentar a reflexão sobre o cotidiano desses trabalhadores, discutir o impacto do trabalho em sua saúde e ressaltar a importância de políticas que assegurem condições dignas de trabalho, promovendo, assim, a qualidade na atenção à saúde. A exposição tem como objetivo possibilitar a reflexão e discussão sobre o cotidiano de trabalhadores da saúde; o impacto do trabalho na sua saúde-doença e a importância de políticas que garantam condições de trabalho dignas e, consequentemente, qualidade na atenção à saúde. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar e por ser gratuito, ou seja, não tem nenhuma outra fonte de receita, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Não se aplica.
Não se aplica.
Exposição Acessibilidade Física: O local da exposição será escolhido e/ou adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, sinalização tátil e espaços adequados para circulação de cadeirantes.Item na planilha: Medida de acessibilidade/Piso TátilAcessibilidade ao Conteúdo: Serão disponibilizadas legendas e audiodescrições em QR Codes para as obras expostas, permitindo que pessoas com deficiência visual possam apreciar o conteúdo.Item na planilha: Medida de acessibilidade/Audiodescrição e intérprete de libras
A exposição será gratuita e aberta ao público, com conteúdo acessível via plataformas digitais (YouTube e Instagram), incluindo recursos de acessibilidade como legendas e audiodescrição. Dessa forma, amplia-se o alcance para além dos visitantes presenciais, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube e Instagram.
Instituto Foto em Curso (Proponente) - Coordenação Geral O Instituto Foto em Curso, fundado em 2016 e localizado em Brasília, é o proponente e coordenador geral do projeto, responsável pela gestão financeira e execução das atividades decisórias. Desde sua criação, o Instituto já formou mais de 1200 fotógrafos e é uma referência em ensino fotográfico. Focado no desenvolvimento artístico, o Instituto busca inspirar seus alunos a produzirem obras únicas, apoiando o crescimento técnico e criativo de cada um. A filosofia central do Instituto é a de que a fotografia vai além da técnica: cada imagem deve se tornar uma obra de arte que reflete a identidade e o olhar pessoal do fotógrafo. O Instituto também realiza exposições anuais com os trabalhos dos alunos, onde novos talentos são destacados. Os destaques são a Exposição "Metamorfoses", realizada anualmente no espaço Oscar Niemeyer, na Praça dos Três Poderes, recebendo destaque da imprensa e aumentando em 40% a visitação do espaço no coração da capital. Katarzyna Chiluta - Curadora/Mentora Katarzyna Chiluta, coordenadora e professora do Instituto Foto em Curso, é uma fotógrafa de origem polonesa com uma vasta formação internacional. Estudou em Roma, Polônia e Brasil, e possui graduação em História da Arte e Fotografia, concluída no Centro Universitário IESB, onde recebeu a láurea acadêmica de melhor aluna. Com forte atuação no cenário cultural de Brasília, Katarzyna já expôs em mostras significativas, como a exposição Domus no Museu da República, que atraiu mais de 200 mil visitantes. Em 2021, ela foi premiada em dois concursos europeus de fotografia, consolidando seu trabalho internacionalmente. Monique Andrade - Produtora Formada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília (UnB) e formada em Fotografia pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Especialista em curadoria e produção cultural, Monique já atuou em projetos importantes e premiados, como o “Kwá Yepé Turusú Yuriri Assojaba Tupinambá”, selecionado como uma das melhores exposições de 2021 pela revista Select. Além disso, foi produtora e curadora da mostra coletiva Metamorfoses, reunindo mais de 300 obras fotográficas de artistas de todo o Brasil, realizada no Espaço Oscar Niemeyer em Brasília. Monique também participou do curso de crítica de arte do projeto BSB Plano das Artes, onde aprimorou suas habilidades em análise crítica e curadoria experimental. Com um trabalho que mistura linguagens visuais e outros suportes artísticos, ela possui uma abordagem sensível e inovadora, pautada em memórias e processos criativos. Em 2022, foi curadora da exposição individual “Sobre Tempos que Descansam” de Alexandra Martins, na galeria A Pilastra, e, em 2023, da mostra “Aterrar o chão, Recolher horizontes”, individual do artista Igu Krieger. Sofia Campos - Artista Nascida em Alagoinhas, estado da Bahia, há 61 anos; desde os 7 moro em Salvador onde desempenho alguns papéis diariamente: mulher negra, terapeuta ocupacional, da área de Saúde Mental, mãe, irmã, esposa, filha, amiga & outras tantas coisas. Dentre os fazeres e afazeres iniciei, em 2014, no SENAC, meus estudos sobre a fotografia. Atualmente sou aluna do Instituto Foto em Curso, buscando aperfeiçoar o meu olhar e a técnica. Para mim a fotografia tem a função de fazer recortes do dia-a-dia, que compõem histórias de vida e viver como se fosse uma colcha de retalhos - minha e dos outros. É também, uma via de produção de textos, que podem contar sobre mim e a minha leitura de mundo ou mobilizar outras leituras, a partir do olhar de diferentes espectadores em tempos diversos.
SITUAÇÃO CORRIGIDA PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.