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PRONAC 2414795ArquivadoMecenato

VIVA A CASA DA ESTRELA - ASSOCIAÇÃO DOS ESCULTORES DO RS

50.450.788 DALILA ADRIANA DA COSTA LOPES
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "VIVA A CASA DA ESTRELA - ASSOCIAÇÃO DOS ESCULTORES DO RS" trata de um conjunto de ações realizadas no Ponto de Memória Casa da Estrela, sede da Associação dos Escultores do RS - AEERGS, tendo como entrega principal a instalação de um painel artístico expositivo permanente com visibilidade pública, intitulado "Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural" - obra de arte de grande porte, com 7 metros de comprimento, de autoria coletiva de Zoravia Bettiol, Ubiratan Fernandes e Vinicius Vieira, contando ainda com outros 15 artistas e lideranças comunitárias convidadas, que participação do trabalho expositivo de forma complementar, criando frases de homenagem ao patrimônio cultural e às artes visuais, a serem gravadas no painel. O projeto também inclui a realização de oficinas integrando vizinhança, artistas visuais e pessoas que atuam no segmento de memória e patrimônio.

Sinopse

O produto principal é o “Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural”, projetado especialmente para uma grande empena cega no espaço aberto da Casa da Estrela - sede da AEERGS, é formado por um conjunto escultórico em aço de alta resistência (ver desenho e detalhes em anexo). A forma principal remete esteticamente a um tecido urbano composto por diversos elementos esparalelos, fazendo referência a uma teia formada por várias contribuições distintas em leitura contemporânea, e que juntas montam composição harmônica visualmente, como uma cidade em busca de equilíbrios. As frases, criadas por 18 pessoas ligadas ao patrimônio (3 artistas e 15 colaboradores), trazem à tona as mensagens que reforçam as memórias afetivas, as referências imateriais, o patrimônio edificado ainda existente nos bairros, bem como os continuados esforços comunitários pela preservação do ambiente urbano, mediante a instalação de obra de arte coesa, que busca sintetizar elementos do território e da região em que Porto Alegre se insere. Também é prevista no projeto a instalação de uma placa pública expositiva, fixada em frente à Casa da Estrela, como forma de homenagear os membros da comunidade que contribuíram pela preservação do lugar. O projeto contempla, como produto secundário, duas oficinas de artes visuais gratuitas realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS, prevendo 40 vagas (20 vagas por oficina).

Objetivos

Objetivo geral: - Instalação coletiva de um "Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural", em aço corten com 7 metros de comprimento, contando com frases de homenagem ao patrimônio cultural e às artes visuais gravadas no painel, em referência aos esforços comunitários pela preservação do patrimônio e a valorização das artes visuais em Porto Alegre. Objetivos específicos: - Realização de duas oficinas de artes visuais com medidas de acessibilidade e contrapartida social

Justificativa

A valorização das artes visuais e do patrimônio cultural, fortalecidas pela promoção de ações artísticas abertas ao público, muito contribui para consolidar a apropriação dos espaços de arte pelos cidadãos, principalmente quando se tratam das artes visuais instaladas em caráter expositivo permanente. Sabe-se que elementos escultóricos no cenário urbano das cidades, bem como a realização de ações artístico-culturais complementares, têm o potencial de registrar, guardar a memória e, por conseqüência, fortalecer lugares de existência, contribuindo ativamente na construção da identidade de uma cidade. A iniciativa de instalar o primeiro "Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural" no Rio Grande do Sul, que se soma às oficinas, faz com que o presente projeto agregue ainda mais força aos esforços comunitários pela vitalidade dos segmentos de patrimônio e artes visuais, pelo fato de que a Casa da Estrela já é um símbolo coletivo reconhecido pela preservação da memória. No caso específico, além da oralidade da vizinhança, das memórias associadas e do imaginário coletivo do bairro, os registros escritos e pesquisas já existem em documentos, fato que reforça sobremaneira o projeto em tela, oportunizando que a AEERGS seja palco de uma proposta inovadora e interdisciplinar. Importante destacar que a Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS é Ponto de Cultura, e recentemente também foi reconhecida como Ponto de Memória pelo Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM, em função do contínuo trabalho comunitário desenvolvido em sua sede na Casa da Estrela. A Casa se localiza na Rua Camerino, 34, no bairro Petrópolis, em Porto Alegre, em local historicamente conhecido como um território de valorização de aspectos materiais e imateriais nos esforços pela preservação. Atualmente todas as ações realizadas pela AEERGS no local são gratuitas, e buscam enfatizar a memória do lugar, do bairro Petrópolis e da própria AEERGS, incluindo a vizinhança através de atividades diversas. Vale mencionar ainda que a Casa da Estrela se insere no conjunto de edificações históricas do bairro Petrópolis, e as ações continuadas por sua revitalização a tornaram um símbolo de preservação e valorização da memória da comunidade na região, sendo hoje referência para ações análogas em processo de desenvolvimento em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. Nesse contexto, todas as atividades realizadas pela entidade neste espaço e suas adjacências buscam sempre atender os critérios da promoção da cidadania com ênfase nas artes visuais e no patrimônio, através de parcerias, termos de fomento e programas de desenvolvimento com entes públicos e privados, dessa forma estimulando a diversidade cultural. O projeto incluirá na equipe de produção profissionais com experiência na adequação de medidas de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional, amparando cada atividade ao longo do processo. O projeto ainda contempla a participação de experientes profissionais da cultura, de modo a garantir a diversidade de gênero, bem como a inclusão de pessoas LGBTQIAP+, pessoas negras e pessoas com deficiência. O "Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural", projetado especialmente para uma grande empena cega no espaço aberto da Casa da Estrela, é formado por um conjunto escultórico em aço de alta resistência (ver detalhes em anexo). A forma principal remete esteticamente a um tecido urbano composto por diversas formas desparalelas, fazendo referência a uma teia formada por várias contribuições distintas, mas que juntas montam composição harmônica visualmente, como uma cidade em busca de equilíbrios. As frases, criadas por 18 pessoas ligadas à cultura (3 artistas e 15 colaboradores), trazem à tona as mensagens que reforçam as memórias afetivas, as referências imateriais, o patrimônio edificado ainda existente nos bairros, bem como os continuados esforços comunitários pela preservação do ambiente urbano, mediante a instalação expositiva de obra de arte coesa, que busca sintetizar elementos do território e da região em que Porto Alegre se insere. Antigamente o bairro Petrópolis, local em que está situada a Casa da Estrela, sede da Associação dos Escultores do RS - AEERGS, era também ocupado por muitas famílias negras. Nas últimas décadas, entretanto, o bairro passou por um longo processo de desterritorialização, assim como os demais locais centrais da Capital. Pelo exposto, se mostrou essencial que o projeto contivesse efetiva participação de entidades e pessoas da comunidade negra em sua construção. Assim, o projeto inclui como aspecto central a valorização das referências de matriz afro-brasileira, priorizando efetivamente os valores de história oral e memória daqueles que colaboraram na construção da cidade e da região, mediante a multiplicidade de fazeres e saberes multiétnicos. A proposta está ancorada em diretrizes conceituais que demonstrem a importância do trabalho e da força contida em processos comunitários com efetiva participação da sociedade, como é o exemplo da preservação da Casa da Estrela ao longo dos anos. Assim, a pesquisa e os registros da preservação da Casa, bem como o histórico de mais de 40 anos da AEERGS, se somam e servem de referências conceituais para as distintas criações do projeto. Na instalação expositiva a concepção artística buscou sugerir elementos de forma não tão literal, permitindo novas interpretações. A forma construtiva horizontal de 7 metros adotada para a instalação coletiva "Monumento Expositivo ao Patrimônio Cultural" deixa nítida sua intenção de se diferenciar dos demais símbolos de artes visuais presentes nos espaços abertos de Porto Alegre, tornando o registro também inédito do ponto de vista estético. Já é possível afirmar que a construção de um marco visual ao patrimônio cultural colocará a Casa da Estrela em outro patamar de acolhimento através do presente projeto. Sabe-se que no espaço físico urbano das cidades é onde ocorre a maior convivência pública, o que gera múltiplos compartilhamentos de valores sociais e culturais, e que nesse caso é fator determinante na formação da identidade multiétnica de Porto Alegre. Realizar ações que evidenciem essas pluralidades e valorizem as artes visuais, a memória e o patrimônio cultural, pode ser visto como uma oportunidade de grande valorização dos esforços de preservação no contexto histórico, e nesta perspectiva fortalecendo a Capital do Rio Grande do Sul como lugar que valoriza a cultura em toda sua diversidade. Importante destacar que esta proposta enquadra-se no Art. 1º do PRONAC por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende ao seguinte objetivo do Art. 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Os itens necessários para compreensão da proposta estão todos especificados nos campos anteriores. Os detalhes do monumento expositivo e as cartas de anuência e de instalação da obra de arte encontram-se nos anexos.

Especificação técnica

Monumento expositivo (produto principal): O monumento é uma instalação expositiva em aço corten, com 7 metros de extensão, instalado em espaço aberto e permanentemente acessível à toda população. Os demais detalhes técnicos estão contidos no arquivo anexo "Projeto Expográfico e Museográfico". Oficinas de artes visuais (produto secundário): 1 – DADOS DAS OFICINAS: - Duas oficinas de artes visuais realizadas na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo (adultos): Estudantes de escola pública e professores/educadores. (1) Estudantes, artistas visuais, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (3) Idosos e (4) Jovens adultos de comunidades em situação de vulnerabilidade social. 2 - CONTEÚDO TÉCNICO: Oficinas de releituras, mediante técnicas de pintura sobre tela no âmbito das artes visuais. 3 - METODOLOGIA: 3.1 - METODOLOGIA DE INSCRIÇÃO PARA OFICINAS: O processo de divulgação para participação nas oficinas se dará mediante inscrições abertas e gratuitas. As chamadas serão divulgadas na página da Pólen (produção Executiva do projeto) e na mídia local, conforme midias oriundas das rubricas percentuais destinadas à assessoria de imprensa do projeto. 3.2 - CONCEITO DA AVALIAÇÃO PROCESSUAL DAS OFICINAS As oficinas se darão em formato de avaliação processual contínua, de forma a estimular que os participantes reflitam sobre suas produções, através de instrumentos que propiciem a avaliação de aprendizagem durante o processo criativo, assim promovendo trocas efetivas. A avaliação processual e contínua durante o processo de aprendizagem é dividida em 3 eixos: produção, apreciação e contextualização. De modo a explorar as descobertas e dificuldades durante a realização, tornando visível as alterações de concepção, as investigações que surgem, evidenciando dessa forma a qualidade do inacabado, contrapondo-se a ideias de “perfeição”, tão recorrentes quando se trata de arte. Nesta perspectiva, com os instrumentos fundamentais para avaliação em formato de processo propostos pela AEERGS, oportuniza-se assim aos participantes maior reflexão sobre o processo, tendo em vista que dessa maneira estão garantidos os registros que o participante deixa durante seu percurso.

Acessibilidade

Monumento expositivo (Produto Principal): DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras no dia da inauguração do monumento expositivo. DEFICIENTES VISUAIS: instalação de placa em BRAILE com descritivo da obra. Oficinas de artes visuais (produtos secundários): DEFICIENTES AUDITIVOS: As atividades contarão com a presença de tradutor para LIBRAS para atender aos deficientes auditivos ou com baixa audição. DEFICIENTES VISUAIS: As atividades contarão com equipe para tradução simultânea (sempre que necessário) para atendimento a pessoas com baixa visão ou cegos. DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto estará apta a acolher direcionar questões relativas a necessidades especiais do público com neurodiversidades e/ou deficiência intelectual. Obs.: Os custos das ações previstas para o atendimento destes itens estão incluídos na planilha orçamentária no item "consultor de acessibilidades"

Democratização do acesso

Monumento expositivo (produto principal): - O Monumento expositivo será instalado em espaço aberto e ficará permanentemente acessível à toda população. Em atendimento ao Art. 30 que complementa as ações de democratização de acesso, o projeto adotará a seguinte medida: - IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; As ações em atendimento à contrapartida social previstas na Sessão III – Art. 32 da IN 11 de 2024 serão organizadas da seguinte forma conforme indica o Inciso 2º itens I e II: Oficinas de artes visuais (produto secundário): - 2 oficinas de artes visuais, na sede da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS. - Ministrantes: Integrante da AEERGS - Vagas: 40 pessoas (20 vagas por oficina) - Duração: 120min (cada) - Público-alvo: (1) Estudantes, artistas visuais, poetas, ativistas do movimento negro e lideranças comunitárias, (2) Pessoas com deficiência, (3) Idosos e (4) Jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade social.

Ficha técnica

1 - Proponente e Curadoria: ADRIANA XAPLIN (Empresa Dalila Adriana da Costa Lopes) Adriana Xaplin. Artista Visual e Curadora independente. Proprietária da empresa Dalila Adriana da Costa Lopes (Xaplin Cultural). Trabalha na gestão e execução de obras de arte públicas. Foi Presidente da Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul - AEERGS (gestão 2020-24). Entre suas obras a céu aberto se destaca o Monumento “Incentivo ao Esporte Olímpico, localizado no Parque Alim Pedro no IAPI, realizado através do EDITAL PRÊMIO ARTE MONUMENTO BRASIL 2016 – FUNARTE/MinC. É co-autora da obra de arte pública Tambor, situada na Praça Brigadeiro Sampaio, no Centro Histórico, realizada em projeto do CRAB / Monumenta-IPHAN / SMC-PMPA-UNESCO. Entre suas principais exposições estão a mostra Linha Tênue, realizada no Campus central da UFRGS em 2005, a exposição Espécie Humana no Jardim Botânico em 2008, além da exposição contemplada no EDITAL CULTURA NA COPA 2014 FUNARTE/MinC “Liga da Canela Preta na Porto Alegre de 1910” durante a Copa do Mundo FIFA-2014, o projeto selecionado em edital do Ministério da Cultura, realizado no Museu Júlio de Castilhos em Porto Alegre. Dirigiu a Galeria Espaço IAB do Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB RS (2009-21). Já coordenou o Colegiado de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (2015-17). Em 2020 venceu o concurso artístico público para escolha da “Escultura Símbolo” da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural–RS escultura vencedora, sob o título “Nascentes”. 2 - Apoio institucional e ministrante das oficinas: ASSOCIAÇÃO DOS ESCULTORES DO RS - AEERGS A Associação dos Escultores do RS - AEERGS é uma entidade cultural fundada em 1982, com núcleos em diferentes cidades, contando atualmente com amplo quadro de associados, incluindo artistas, curadores, historiadores, arquitetos, museólogos, ativistas do movimento social e do direito à memória, entre outros profissionais da cultura. Historicamente atua no desenvolvimento de ações em formato de ateliê aberto de arte, realiza exposições e cursos, organiza debates e seminários, além de diversas ações complementares que objetivam defender os artistas, promover a cultura, bem como preservar as obras de arte, a memória e o patrimônio. Entre as realizações da entidade se pode destacar a organização de mais de 100 exposições desde os anos 1980, bem como vários cursos que propiciaram a formação de muitos novos artistas e demais fazedores de cultura a partir dos espaços de trabalho em formato de ateliê coletivo mantidos pela AEERGS ao longo desses mais de 40 anos. Atualmente a entidade é Ponto de Cultura e Ponto de Memória reconhecido pelo Governo Federal. 3 - Criação artística coletiva do Monumento Expositivo: ZORAVIA BETTIOL (artista 1) Zoravia Bettiol. Artista Plástica, Designer e Arte-educadora. Trabalha com artes gráficas, arte têxtil, pintura, murais, instalações e performances. Nasceu em Porto Alegre, RS, em 1935. Participou de 140 exposições individuais entre 1959 e 2019 na América do Sul, Europa, EUA e Japão. Sendo sua principal exposição: Zoravia Bettiol – A Mais Simples Complexidade, MARGS, 2007, Porto Alegre - RS. Suas obras estão em acervos dos principais museus do mundo como o Metropolitan Museum e o Brooklyn Museum, ambos de Nova Iorque, o Kunstindustriemuseet, de Oslo, o Museum of Modern Art de Kyoto, a Galeria Nacional de Praga e os museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e São Paulo. Foi criado recentemente o Instituto Zoravia Bettiol, sendo alguns dos seus objetivos divulgar e preservar a obra da artista, a inclusão social por meio da arte e da cultura e a difusão da arte contemporânea. 4 - Criação artística coletiva do Monumento Expositivo: VINICIUS VIEIRA (artista 2) Vinicius Vieira. Escultor, Arquiteto e Urbanista. Graduado pela UFRGS. Pesquisa, cria e produz arte para espaços abertos, edifícios, instituições públicas e privadas. Trabalha com aço inox, aço corten, bronze, alumínio, concreto, granito, basalto e mármore. É autor de mais de 70 obras de arte permanentes de visibilidade pública em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. Entre seus trabalhos se destacam o Monumento Pegada Africana na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre (UNESCO / Monumenta-IPAHN / PMPA), o Monumento ao Cinquentenário da UNIMED na Casa da Memória - Unimed Federação-RS, a obra no acesso principal da Fecomércio/RS, bem como o painel Jardim de Células e a escultura DNA da Universidade - ambas fruto de concursos nacionais de artes vencidos pelo artista junto à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - UFCSPA. Em 2024 Vinicius Vieira inaugurou o Monumento Diversidade em 200 Anos, instalado na Praça Tiradentes, no Centro de São Leopoldo - uma obra de arte escolhida em concurso público nacional realizado pelo Município em 2023, que selecionou monumento em referência aos 200 anos de São Leopoldo e ao Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil. Em 2023 foi vencedor do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, com o trabalho Territórios Revistos em Ação de Difusão e Inovação. 5 - Criação artística coletiva do Monumento Expositivo: UBIRATAN FERNANDES (artista 3) Ubiratan Fernandes. Artista visual. Proprietário da empresa UBIRATAN DAVID SANCHES FERNANDES - ME. Trabalha com obras públicas e obras diversas para colecionadores, com técnicas de pintura, escultura, desenho, fotografia e instalações artísticas. Entre seus trabalhos se destaca o PROJETO TAMPART, que inclui atividades de educação ambiental em escolas públicas e privadas. Foi Presidente da Associação dos Escultores do RS - AEERGS. É autor da Obra Recriando do Lixo, localizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Possui inúmeros trabalhos com materiais recicláveis. Já expôs em Nova York, na Jadith Gallery, e na I Bienal do Lixo, em São Paulo. 6 - Produção Executiva: PÓLEN ARTE EM MOVIMENTO A Pólen - Arte em Movimento é um ecossistema que trabalha no fomento do universo cultural com projetos e curadoria artística nas artes visuais e contemporâneas, buscando democratizar o acesso e a formação de públicos, atuando desde 2014 com projetos que colocam os artistas como protagonistas, além de trazer para o Rio Grande do Sul iniciativas culturais como o evento canadense ART BATTLE - maior competição de pintura ao vivo do mundo. Produz o Festival Olhe Pra Cima - primeiro festival de muralismo do sul do país - que vem transformando Porto Alegre em uma grande galeria de arte a céu aberto, pintando prédios no Centro Histórico e na Cidade Baixa. Hoje já são mais de 10 murais pintados, 14 artistas convidados, e mais de 4.000m² de arte pública espalhados pela cidade. A empresa é liderada por Vinicius Amorim, Bacharel em Comunicação Social - Relações Públicas. Atuou por mais de 10 anos com marketing e agências de evento, como: Kzuka (Grupo RBS), Atelier de Imprensa, Mazah e Nó Promocional. Trabalha como diretor de planejamento de projetos culturais na Maria Cultura. A empresa desenvolve projetos com foco nas artes visuais, responsável no sul do país pelo projeto canadense - Art Battle e pela extinta Fábrica São Geraldo - uma galeria de arte e um espaço multiuso para iniciativas culturais no 4º distrito da capital gaúcha, aberto em 2018. 7 - Museóloga: JEANICE DIAS RAMOS Jeanice Dias Ramos. Mulher Negra. Graduação em Museologia (UFRGS/2011), Jornalismo (PUCRS/1976) e Biblioteconomia (UFRGS/1998). Especialização em Projetos Sociais e Culturais (UFRGS/2008) e Gestão de Políticas Públicas na Perspectiva de Gênero e Promoção da Igualdade Racial (PUCRS/2013). É Museóloga do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre. Integrou a diretoria de diversas organizações ao longo de sua trajetória, como a entidade Angola Janga e o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – IGTF. Também foi presidente do Conselho Regional de Museologia 3ª Região - COREM na gestão 2015-16. Atualmente integra a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.