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PRONAC 2414807ArquivadoMecenato

Exposição ÁGUAS PASSADAS, PRESENTE E FUTURO

MICHELE MARTINS NUNES 00155002090
Solicitado
R$ 123,1 mil
Aprovado
R$ 123,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Montenegro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Santa Maria Rio Grande do Sul

Resumo

Pensar sobre mudanças climáticas e o espaço urbano são temas pulsantes e de questionamento vital. A partir do encontro de tais temas, se busca realizar a exposição de arte contemporânea "Águas passadas, presente e futuro", com pinturas, fotografias, vídeo e instalação, onde será abordado o tema "transfigurações da paisagem urbana em tempos de mudanças climáticas". Durante a exposição serão realizadas mediações e oficinas criativas. Será elaborado um catálogo digital da mostra, com imagens e textos, um vídeo e duas propostas educativas. Haverá um trabalho especial direcionado a abrangência educativa da proposta.

Sinopse

O produto principal do projeto é a realização de uma exposição de arte, que será composta por 21 trabalhos de Michele Martines (em pintura, fotografia e instalação) tratando das transfigurações na paisagem urbana em tempos de mudanças climáticas, e uma proposta coletiva reunindo percepções de 20 artistas locais sobre o tema da exposição, também fará parte da mostra o vídeo documentário “Habitar: a poética em deslocamento de Michele Martines”, com duração de 14 min., abordando o processo poético da artista. Como produtos secundários, será realizada uma conversa aberta ao público, onde artistas e público poderão tratar sobre os trabalhos expostos. Serão ainda realizadas oficinas criativas no local e abrangência educativa digital, a mostra é um convite para uma reflexão amparada por imagens.

Objetivos

Objetivo geral · Realizar a exposição de arte contemporânea "Águas passadas, presente e futuro" no Museu de Arte de Santa Maria, de autoria de Michele Martines, com curadoria de Renata Santini, utilizando das diversas linguagens artísticas. Objetivos específicos 1) Realizar uma exposição de arte.2) Ofertar, pelo menos, 5 oficinas criativas para a população local, a fim de que possam desenvolver a capacidade criativa, promovendo o acesso à formação artística e a capacidade de questionamento através da arte, propondo ao participante expressar sua análise quanto aos temas da exposição em produtos artísticos/culturais.3) Realizar, pelo menos, 5 debates de ideias, através da realização de eventos de mediações, a partir de obras de arte pensadas e produzidas para tratar sobre as mudanças climáticas e as relações construídas na vivência com os lugares das cidades. 4) Produzir 1 catálogo da exposição. 5) Produzir 1 documentário sobre a exposição.

Justificativa

A arte é uma das primeiras janelas para propor questionamentos relevantes na sociedade. Questionar o clima e o território, dois elementos vividos diariamente pela população, é uma das ferramentas hábeis para propor a crítica e as mudanças necessárias para reverter uma jornada que tem como ponto final as tragédias climáticas experimentadas pelo Rio Grande do Sul nos últimos anos, em especial maio de 2024. A exposição "Águas passadas, presente e futuro" reunirá um conjunto de obras recentes e propostas inéditas da artista visual Michele Martines, que abordam as transfigurações do espaço urbano, buscando refletir sobre a complexidade do território habitado e as relações construídas na vivência com os lugares da cidade. Em maio deste ano, a artista proponente estava em Montenegro, sua cidade natal, quando uma imensa quantidade de chuva atingiu o Rio Grande do Sul, causando a maior inundação da história deste estado. As cheias do rio Caí configuram uma situação diversas vezes observada ao longo da história da cidade. Porém, esta foi uma enchente como nunca se havia visto. Esta vivência traumática direciona sua pesquisa artística para uma produção que questiona e reflete sobre o espaço urbano em tempo de mudanças climáticas, e abrindo conhecimento sobre ações futuras mais responsáveis. O geógrafo Milton Santos destaca que a paisagem "não é dada para todo o sempre, é objeto de mudança", sendo a paisagem urbana composta por "pedaços de tempos históricos", elementos artificiais, resultantes do trabalho contínuo e inovações. A exposição proposta pretende pensar a cidade como um conjunto de imagens heterogêneas, fragmentadas, que revelam suas contradições e múltiplas camadas, elaborando um corpo de obras que investigue como a cidade, enquanto imagem, contém traços de seu passado, que são constantemente ressignificados à medida que o espaço urbano muda. No atual panorama é provável que eventos climáticos extremos sejam cada vez mais frequentes, a arte pode ser um importante instrumento para promover a discussão sobre resiliência urbana. A exposição será a primeira individual da artista proponente na cidade de Santa Maria. As obras irão refletir a paisagem urbana de duas cidades do interior gaúcho com as quais possui fortes vínculos: Montenegro e Santa Maria, ambas sofreram estado de calamidade pública com as históricas e devastadoras enchentes de 2024. A exposição também irá contemplar a produção de dezoito artistas do município de Santa Maria, que serão convidados e contratados para criar um trabalho, respeitando suas pesquisas individuais, contemplando algum aspecto do Município. A escolha destes artistas irá considerar a diversidade relativa à faixa etária, classe social, cor, gênero, estilos artísticos, etc. Todos os profissionais que serão contratados pelo projeto vivem e trabalham nas cidades que sofreram com a calamidade. Logo, a contemplação pelo PRONAC se faz de suma importância para viabilizar um trabalho artístico de extrema importância, que fomenta à cultura e traz questionamentos importantes para a sociedade. Ainda, considerando os locais de criação e exposição, ambos atingidos fortemente pela tragédia climática de 2024, há uma dificuldade extra na busca de patrocínios, ante a recuperação física e econômica das cidades de Santa Maria e Montenegro. A proposta aqui apresentada está enquadrada nas previsões do art. 1º, da Lei Federal nº 8.313/1991, pois promove o acesso às fontes e ao exercício dos direitos culturais através da exposição de arte e tudos que está ligado a ela (inciso I); o projeto valoriza os recursos humanos e conteúdos locais, pois busca a contratação de profissionais das cidades atingidas pela tragédia climática de maio/2024 (inciso II), além de valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores (inciso III); estimula a produção e difusão de bens culturais, ao tornar a arte acessível a toda população, ante a gratuidade da exposição (inciso VIII); além de promover o florescimento de novos artistas, com a oferta de oficinas criativas (inciso V). No que se refere aos objetivos do PRONAC, nos termos do art. 3º da mesma lei, o projeto incentiva a formação artística e cultural, quando oferta oficinas para população local, de forma gratuita (inciso I, "c" e "d") e propõe a criação de novas obras de arte, a partir da proposta da exposição (inciso II, "b"). No que se refere a importância do projeto para as dimensões culturais previstas na Lei Federal nº 14.825/2024, chamamos atenção para a dimensão simbólica do projeto, pois busca conscientizar a população sobre as mudanças climáticas e a cidade, questionando a sociedade através da arte; quanto a dimensão cidadã, o projeto pretende, além de propiciar o trabalho de novos artistas, busca formar artistas, permitindo que pessoas da comunidade local recebam formação na área e possam experimentar a ação artística através das oficinas; por fim, no quanto a dimensão econômica, o projeto pretende fomentar artistas e o comércio local, extremamente atingidos pelos efeitos das tragédias climáticas do Estado do Rio Grande do Sul.

Estratégia de execução

Considerando o momento vivenciado e que ainda não foram selecionadas as obras que serão expostas, o projeto expográfico fica comprometido, motivo pelo qual ele está incluído na fase de pré-produção do projeto. Os currículos da curadora e da artista principal foram apresentados na ficha técnica. Demais artistas serão convidados posteriormente.

Especificação técnica

1. Exposição: Será realizada na sala Janine Vieira, do Museu da Arte de Santa Maria - MASM, com duração de 60 dias, em data a ser definida com a direção do espaço. Serão apresentadas 21 obras da artista visual Michele Martines, contemplando pintura, fotografia e instalação. Também será apresentado o vídeo documentário de 14 min. “Habitar - a poética em deslocamento de Michele Martines” (produzido com recurso da Lei Paulo Gustavo, será lançado em março de 2025), e uma proposta colaborativa, composta por trabalhos de 20 artistas que vivem na cidade de Santa Maria, representando espaços urbanos do município. Os textos curatoriais serão adesivados no local expositivo. Todas as obras serão identificadas e irão conter QR Code para acesso às audiodescrição. 2. Catálogo digital: irá conter imagens e dados de todas as obras que serão expostas, textos da curadora e do curador assistente e biografia da artista. 36 páginas, tamanho A4. Adequadamente será inserido conteúdo de audiodescrição. 3. Vídeo da exposição: com duração de 10 minutos, contemplando imagens das obras e falas da artista e da curadora, ao qual adequadamente serão inseridas legendas, libras e audiodescrição como forma de acessibilidade. 4. Folder: formato aberto 30x63cm formato fechado 21x30cm, papel couchê fosco, 250 gr, laminação fosca, frente e verso, 3 vinco, dobra 4x4, cores. 5. Distribuição do conteúdo educativo: o projeto conta com um profissional especializado para contatar todas as escolas do município divulgando, instruindo e disponibilizando o material educativo (catálogo, vídeo e propostas de atividade), para que a exposição possa ser fruída e reverberar em sala de aula mesmo quando não houver possibilidade da visita física. 6. Mediações e oficinas criativas: serão desenvolvidas por equipe especializada contratada pelo projeto, responsável pela criação das atividades e capacitação para o atendimento. Os agendamentos de turmas serão realizados pelo MASM. As mediações + oficinas terão duração média de 2 horas. Poderão ser agendadas mediações especiais, com intérprete de libras. Nas oficinas de artes, a partir das leituras das obras expostas, realizadas durante a visita guiada, os participantes serão convidados a desenhar uma paisagem urbana propondo um ideal de cidade. Ao final, os trabalhos serão expostos coletivamente, estimulando reflexões sobre sustentabilidade e futuro das cidades. 7. Bate-papo: destinada ao público em geral e em especial estudantes e profissionais das áreas de educação, artes visuais, urbanismo e meio ambiente. Será realizado no ambiente expositivo, onde serão dispostas cadeiras para acomodação do público. Duração prevista: 2 horas. Participantes: Michele Martines, Renata Santini, Marcelo Eugenio, também serão convidados os responsáveis pela atividades educativas: Jean Oliver e Rogério Schraiber, e os artistas participantes da proposta coletiva sobre a cidade. Acessibilidade: Registro em vídeo para posterior divulgação e presença de intérprete de libras durante o evento.

Acessibilidade

No que se refere ao produto EXPOSIÇÃO: 1) acessibilidade arquitetônica: o museu onde será realizada a exposição (MASM) possui estruturas e equipamentos que possibilitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades especiais: rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimões, dentre outros fatores que permitam a acessibilidade integral nas ações. 2) acessibilidade atitudinal: contaremos com a presença permanente de monitores que irão auxiliar no deslocamento e na movimentação de pessoas idosas e/ou portadoras de necessidades especiais. 3) acessibilidade comunicacional: locução para audiodescrição das obras e legendagem descritiva no material audiovisual. Na ficha das obras haverá QR Code que irá direcionar para o conteúdo de audiodescrição, e serão disponibilizadas impressões táteis em menor escala das obras. Também será possível agendar visita guiada por profissional de Libras. No que se refere ao produto OFICINAS: 1) acessibilidade arquitetônica: o museu onde serão realizadas as oficinas (MASM) possui estruturas e equipamentos que possibilitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades especiais: rampas de acesso, banheiros adaptados, corrimões, dentre outros fatores que permitam a acessibilidade integral nas ações. 2) acessibilidade atitudinal: contaremos com a presença permanente de monitores que irão auxiliar no deslocamento e na movimentação de pessoas idosas e/ou portadoras de necessidades especiais. Para as oficinas criativas os instrutores estarão preparados para oferecer suporte individualizado, se necessário, considerando as diferentes habilidades dos participantes. 3) acessibilidade comunicacional: contratação de monitor para comunicação com pessoas com deficiência. No que se refere aos produtos GRÁFICOS/AUDIOVISUAL: 1) acessibilidade arquitetônica: não aplicável 2) acessibilidade atitudinal: não aplicável 3) acessibilidade comunicacional: libras, audiodescrição e legenda.

Democratização do acesso

O projeto será integralmente gratuito, atendendo assim todos os critérios exigidos para democratização do acesso. O acesso à exposição e ao seu material explicativo e ilustrativo é totalmente gratuito ao público. Durante o período expositivo serão disponibilizados, gratuitamente, mediadores treinados para acompanhar, guiar a visitação e dialogar com o público sobre os artistas e seus trabalhos. Além da exposição, o projeto promoverá um encontro com a artista Michele, cuja entrada também é gratuita ao público. Como ação de democratização do acesso, também será estabelecido o contato com as escolas do município e interior, divulgando a exposição e realizando a capacitação do conteúdo: o catálogo virtual, vídeos e a proposta educativa, de modo que, mesmo que a escola não possa fazer a visita física, os conteúdos poderão ser trabalhados em sala de aula através do material digital. O catálogo digital estará acessível para download e consulta, assim como o vídeo, com tradução em libras e audiodescrição; A democratização de acesso atende na integralidade o art. 30 da IN nº 11/2024 do Ministério da Cultura.

Ficha técnica

Michele Martines - Proponente - Artista e produção - Produção de trabalhos exclusivos para a exposição no MASM, além de obras já concluídas. Responsável pela proposição colaborativa, convidando 18 artistas para atuarem nessa produção. A artista também atuará junto com a equipe curatorial na concepção da exposição, assim como da identidade visual e da gravação do vídeo sobre o conteúdo da mostra. Participará de conversas com a equipe de mediação na preparação dos conteúdos abordados, e da conversa aberta ao público. Será responsável pelas contratações, reuniões com equipe, cronograma, organização de cada etapa e relatório. Doutoranda e mestre em Artes Visuais pela UFSM e graduada pela UERGS. Recebeu prêmios como Funarte Descentrarte (2019), Prêmio Garimpo Revista DasArtes (2015), Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea (2012). Em 2024 realizou a exposição individual “Perspectivas para além da visão”, no Centro Cultural Porongo, foi artista residente da Revista Arte ConTexto N.19 e participou do projeto GAS da Galeria Anitta Schwartz, ambos no Rio de Janeiro - RJ. Entre as exposições recentes destacam-se as individuais “ABUSO!”, na Galeria Ecarta, em Porto Alegre - RS (2023) e “Nichos Urbanos”, na FUNDARTE, em Montenegro-RS (2022). Realizou residência artística no R.A.T., Cidade do México (2013) e no CAMAC, Marnay-sur-Seine, França (2011). É membro do Grupo de Pesquisa Processos Pictóricos - UFSM/CNPQ. www.michelemartines.com Renata Favarin Santini - Curadora - Escreve sobre processos artísticos, atuando como pesquisadora, curadora e editora. Possui mestrado, especialização, licenciatura e bacharelado em arte pela UFSM. Realizou em curadorias, como a coletiva “Colecionador - Arte Contemporânea Brasileira”, no Centro Cultural Porongo, Rio de Janeiro (2024), e a individual “Toparius”, de Vanessa Freitag, no SESC, em Três Rios, RJ (2024). De 2013 a 2017 atuou na equipe editorial da revista Arte & Ensaios , onde foi co-editora executiva. Durante esse período, participou de entrevistas com artistas, iniciou a escrita de textos curatoriais e a pesquisa em processos artísticos. É editora chefe da Revista Arte ConTexto e gestora do Centro Cultural Porongo, com sede no Rio de Janeiro - RJ. Doutoranda na área de História, Teoria e Crítica de Arte pelo PPGAV/UFRJ. Traduziu o texto "Necropolítica", de Achille Mbembe, publicado pela N-1 Edições em 2018. Em 2022, coordenou o Projeto Maria Graham: olhares sensíveis para o Rio de Janeiro do século XIX, financiado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, cujo resultado foi uma conferência on-line publicada em http://artcontexto.com.br Marcelo Eugenio - Assistente de curadoria - Doutorando em Artes Visuais, na linha de pesquisa Arte e Transversalidade, pela UFSM; Mestre em Artes Visuais, com ênfase em Poéticas Visuais, pela UFRGS; Especialista em Pedagogia da Arte pela UFRGS, e Bacharel em Artes Visuais pela UFSM, com período de intercâmbio na Universidad de La República, Montevidéu, Uruguai. Curador da exposição “Modos de Pensar e Fazer Poética”, na Sala Claudio Carriconte, do Centro de Artes e Letras - UFSM, Santa Maria, 2024. Recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro (2021), Salão Jovem Artista RBS (2008). Foi membro da Ação Educativa do Santander Cultural-Porto Alegre (2010-2013). É membro do Grupo de Pesquisa Processos Pictóricos - GPICTO (CNPQ). Jean Link Oliver - Coordenador do projeto educativo - Atua como Professor de Arte. Doutorando em Artes Visuais, pelo PPGART/UFSM; Mestre em Tecnologias Educacionais em Rede PPGE/UFSM; Especialista em Artes pela UFpel e Especialista em Tecnologias aplicadas à Educação - TIC pela UFSM; Licenciatura Plena em Desenho e Plástica pela UFSM. Membro do LabInter e da Associação dos Artistas Plásticos de Santa Maria. Pesquisa questões relacionadas ao cotidiano, deslocamento, lugares, paisagens, memórias. Recebeu Prêmio "Liderar com Compaixão" do Lions Internacional, foi Professor de Artes Semifinalista na 18ª edição do Prêmio Arte na Escola Cidadã, do Instituto Arte na Escola e teve projeto aprovado no Edital "Sociedade em ação: apoio a projetos culturais e educacionais", Fundação Antônio Meneghetti (2022). Rogério Tubias Schraiber - Aproximação com as escolas - Pós-doutorado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede da UFSM. Doutor em Educação na Linha de Práticas Escolares e Políticas Públicas pelo PPGE/UFSM. Mestre e Doutorando em Artes Visuais pelo PPGART/UFSM; Especialista em TICs/Tecnologias da Informação e da Comunicação Aplicadas à Educação pela UAB/UFSM; Graduado em Artes Visuais - Licenciatura e Bacharelado pela UNIJUÍ; Exerce tutoria na Universidade Aberta do Brasil (UAB), vinculada à UFSM. Foi professor substituto no curso de Artes Visuais/UFSM e professor de Arte no Ensino Médio da rede pública estadual de Santa Maria/RS. Participa do Grupo de Pesquisa Arte e Design CNPQ/UFSM. Possui experiência nas áreas de Artes Visuais, Arte-educação, Arte e Tecnologia, Design de Superfície, Educação a Distância, Tutoria e TICs. Cíntia Freitas - Designer Gráfica - Designer e ilustradora. Criou projetos de design gráfico para empresas e realizou diagramação e ilustração de dezenas de livros. Cursou Design Gráfico no Senac, Criação de personagens na Hype Animation, Animação 2D e direção de arte na Pocilga Filmes. Publicou de forma independente um livro de sua autoria, em parceria com o roteirista Felipe Longhi, intitulado “Dicionário Ilustrado dos Sentimentos escondidos” lançado em 2019, em 2021 lançou o livro infantil “Nave Mãe”, pela Editora Joanin e em 2023 publicou o livro “A amiga privada” ambos como autora e ilustradora, em 2024 lançou o livro “Será que é lixo” , patrocinado pela ACI Montenegro, que tem como tema a importância do descarte correto dos resíduos. Site: www.cintiafreitasilustradora.com Vicent Solar - Fotografia e Vídeo - Mestrando do PPGART-UFSM, linha de Arte e Tecnologia, com ênfase em Fotografia Urbana. Integra a equipe do projeto “Ativação da Cultura Indígena Kaigang por Meio de Práticas em Arte, Ciência e Tecnologia” (pelo Laboratório Interdisciplinar Interativo LABINTER - UFSM) atua como fotógrafo e documentarista. É membro do Grupo de Pesquisa em Fotografia - LabFoto (CAL - UFSM). Realizou intercâmbio pelo programa da AUGM para Universidad de Cuyo (Mendoza, Argentina - 2017); Atuou como iustrador no projeto Turismo e Geodiversidade para o Desenvolvimento do Potencial Turístico dos Municípios da Campanha. (Financiado pela FAPERGS). Possui experiência nas linguagens da fotografia, áudio-visual, ilustração digital, design gráfico e escultura. Portifólio: http://vicentsolar.com Camila Vermelho - Assessoria de comunicação - Doutoranda e mestra pelo PPGART-UFSM, na linha de pesquisa Arte e Tecnologia. É integrante do Grupo de Pesquisa e Criação em Interatividade, Arte e Tecnologia (gpc-InterArtec CNPq) e pesquisadora do Laboratório Interdisciplinar Interativo (LabInter), UFSM. É roteirista formada pelo Instituto Brasileiro de Audiovisual - Escola de Cinema Darcy Ribeiro (IBAV-ECDR), Rio de Janeiro, RJ. Possui graduação de Bacharelado em Artes Cênicas e de História - Licenciatura e Bacharelado - pela UFSM. Contemplada em diferentes concursos, prêmios e editais artísticos, com projetos que envolvem multimídia e sonoridades. Os demais artistas locais ainda serão objeto de convite, onde serão analisados seus portifólios e sua aderência ao tema da exposição.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.