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PRONAC 2414830ArquivadoMecenato

4o Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul

14.287.854 PATRICIA BRITO KNECHT
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-05
Término
2025-12-05
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O 4º Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul é uma importante mostra cultural e artística que celebra a diversidade e a influência da cultura afro-brasileira no estado. A exposição que traz como tema os desequilíbrios climáticos, reunirá até 60 artistas pré-selecionados em edital, apresentando até 150 obras que vão explorara principalmentearessignificação do episódio de maio no RS. O evento premiará os trabalhos que melhor traduzirem o tema do salao. A exposição, com duração de 45 dias no Memorial do RS, culminará no lançamento do catálogo que carrega o mesmo nome da mostra, "Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...".

Sinopse

Exposição de Artes Plásticas: O salão apresentará uma exposição de até 100 artistas, com um máximo de 200 obras focadas na temática do desequilíbrio climático pela perspectiva decolonial. A mostra será realizada durante 45 dias no Memorial do Rio Grande do Sul, um espaço de grande visibilidade e importância cultural. A exposição reunirá trabalhos em diversas linguagens artísticas, promovendo uma reflexão sobre identidade, decolonialidade, clima e memória na arte contemporânea.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Premiação em Dinheiro: Serão premiados os 5 melhores trabalhos que melhor representarem a essência do tema do salão: "Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...". A premiação será em dinheiro, destacando as obras que trouxerem uma abordagem crítica e inovadora sobre as intersecções entre arte, clima e decolonialidade.Classificação indicativa: sem indicação. Catálogo Digital: Um catálogo digital será publicado, reunindo as obras expostas nas quatro edições do salão. O catálogo será disponibilizado para o público e instituições culturais em formato de download, promovendo o acesso contínuo à produção artística afro-brasileira. Este catálogo não só documentará as obras, mas também incluirá textos críticos e análises sobre a evolução das discussões decoloniais no cenário artístico do estado.Classificação indicativa: Livre. Palestras Online – Programa Artistas (em) Conversação: O programa realizará 6 palestras online sobre arte decolonial, voltadas para artistas e profissionais do setor artístico. As palestras serão transmitidas ao vivo pelo canal do YouTube do salão e, posteriormente, disponibilizadas em formato de podcast, proporcionando um debate acessível a todos sobre o papel da arte na desconstrução de narrativas coloniais.Classificação indicativa: Livre, recomendada para maiores de 14 anos por envolver temas críticos e históricos. Palestras sobre Espaços de Arte Decolonial: Serão realizadas 2 palestras online focadas na gestão de espaços públicos de arte, com ênfase em práticas decoloniais. Essas palestras serão direcionadas a gestores de espaços culturais, oferecendo ferramentas e estratégias para tornar os espaços mais inclusivos e acessíveis, com reproduções no canal do YouTube e em formato de podcast.Classificação indicativa: Livre, recomendada para maiores de 14 anos. Formação para Professores da Rede Pública: O salão oferecerá 100 vagas para professores das áreas de artes, história, educação e afins, com foco no pensamento artístico responsivo decolonial. A formação incluirá palestras e debates que promoverão reflexões sobre novas abordagens pedagógicas e a inclusão de práticas decoloniais no currículo escolar. A formação visa enriquecer o ensino e proporcionar uma educação mais crítica e consciente sobre as heranças africanas.Classificação indicativa: Voltada para profissionais da educação.

Objetivos

Geral O objetivo geral do 4º Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul, é promover uma exposição de artes visuais retomando sua continuidade (4a edição), incentivando o debate crítico sobre os reflexos climáticos na humanidade. Através de uma exposição inclusiva, o salão vai premiar os melhores trabalhos com prêmio aquisição e estimulará o olhar decolonial de artistas para a temática do clima propondo assim, a reescrita da história da arte ao inserir protagonistas que foram os mais afetados pelas enchentes de maio de 2024 no Estado, através de seus processos e práticas artísticas. Específicos - Realizar uma exposição de artes plásticas, com a participação de até 150 artistas, exibindo no máximo 200 obras que abordem a cultura afro-brasileira, durante 45 dias no Memorial do RS. - Premiar em dinheiro os 5 melhores trabalhos que descreverem a essencia do Salão de Arte. - Publicar um catálogo digital reunindo as obras expostas nas quatro edições do salão, disponibilizando-o para o público e instituições culturais em formato de download. - Promover 6 palestras online sobre arte decolonial, como parte do programa Artistas (em) Conversação, voltadas para artistas, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube e disponibilizadas em formato de podcast. - Realizar 2 palestras online sobre espaços de arte decolonial, focadas em gestores de espaços públicos, com reprodução no canal do YouTube e podcast, voltadas para a gestão de espaços culturais. - Oferecer 100 vagas em formação para professores da rede pública nas áreas de artes, história, educação e afins, com palestras sobre pensamento artístico responsivo decolonial, promovendo reflexões sobre novas abordagens pedagógicas.

Justificativa

O 4º Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul se posiciona, nesta edição, como uma plataforma que amplia o debate sobre desequilíbrio climático a partir de uma perspectiva decolonial. Sob o tema "Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...", o salão conecta-se à questão climática, às memórias e experiências da diáspora africana, refletindo sobre como as comunidades afrodescendentes têm lidado com as mudanças climáticas e as injustiças ambientais que afetam seus territórios. Com essa abordagem, o evento visa revelar as intersecções entre arte, clima e colonialismo, oferecendo um espaço para a produção artística que não só denuncia as consequências do desequilíbrio climático, mas também propõe soluções baseadas no conhecimento ancestral e nas práticas comunitárias de sustentabilidade. Assim, o salão (re)surge com o objetivo de fortalecer essa narrativa decolonial, transformando o evento em uma atividade cultural permanente que, através de suas ações e acervo, contribui para a construção de um "museu virtual". Este projeto futuro pretende oferecer uma plataforma contínua de interação e crescimento para a sociedade e artistas, onde o tema do clima será revisitado e reinterpretado à luz das novas realidades e dos saberes tradicionais. O envolvimento direto da comunidade será central, com palestras e formações para professores, além da participação de gestores públicos e educadores. Essas ações, tanto online quanto presenciais, reforçarão a divulgação da produção cultural e o acesso às artes em diferentes setores sociais, incentivando a reflexão crítica sobre o papel da arte decolonial no enfrentamento de crises globais. Além disso, o salão é uma resposta às lacunas de representatividade e inclusão social no cenário artístico, especialmente quando se trata das vozes e produções afrodescendentes. A proposta de incluir artistas negros e indígenas de todo o estado do Rio Grande do Sul, em um mapeamento contínuo de suas produções, reforça o que as edições anteriores (2005, 2006 e 2011) vinha fazendo desde então, a necessidade de visibilizar essas vozes e discutir o impacto das mudanças climáticas sob a ótica daqueles que historicamente sofreram com o colonialismo e suas consequências ambientais. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8313/91, é fundamental para a viabilização do projeto. O salão se enquadra no: Inciso II: Incentivar o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, ao garantir que a produção artística afro-brasileira tenha o destaque e a visibilidade que merece. Inciso III: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais, com especial ênfase naquelas que tratam da identidade e da memória afro-brasileira.Inciso VI: Promover e difundir a cultura nacional e regional ao dar visibilidade à contribuição africana e afrodescendente nas artes plásticas do estado. Além disso, o projeto também atinge os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: Inciso I: Estimular a formação artística e cultural, através da realização de palestras e oficinas que promovem a reflexão crítica e o intercâmbio de ideias.Inciso II: Democratizar o acesso aos bens culturais, permitindo que a arte afro-brasileira seja acessível tanto fisicamente quanto em formato digital e online.Inciso IV: Promover a circulação de bens culturais, especialmente por meio da criação de um catálogo digital e a realização de atividades online, ampliando o alcance do projeto.O uso dos recursos previstos na Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, essencial para viabilizar a realização de um evento com este alcance e impacto, possibilitando que o 4º Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul continue sendo um espaço de resistência e de valorização das vozes afro-brasileiras no cenário cultural do estado e do país.

Especificação técnica

1. Exposição de Artes Plásticas 2. Premiação dos Melhores Trabalhos 3. Catálogo DigitalPaginação: O catálogo digital terá entre 120 e 150 páginas, contemplando as obras expostas nas quatro edições do salão. O catálogo incluirá imagens em alta resolução das obras, descrições, textos críticos e reflexões sobre a arte decolonial e o desequilíbrio climático.Quantidade: Disponibilização limitada a 5000 copias para download.Material: Formato PDF, acessível gratuitamente através do site oficial do salão e de plataformas culturais parceiras. 4. Palestras do Programa Artistas (em) ConversaçãoQuantidade: Serão 6 palestras transmitidas ao vivo, cada uma com duração de 1 hora, seguidas de uma sessão de perguntas e respostas de 30 minutos.Duração: Programadas ao longo das 6 semanas da exposição.Material: As palestras serão gravadas e disponibilizadas em formato de vídeo no YouTube e como podcasts em plataformas digitais. Materiais de apoio, como slides e textos de leitura, serão distribuídos aos participantes.5. Palestras sobre Espaços de Arte DecolonialQuantidade: 2 palestras, com duração de 1 hora cada, seguidas por um debate de 30 minutos.Duração: Realizadas nas semanas finais da exposição, com gravações disponíveis posteriormente.Material: As palestras serão transmitidas ao vivo pelo YouTube e convertidas em podcasts. Os temas incluirão a gestão de espaços culturais e públicos com foco em práticas decoloniais, acessibilidade e sustentabilidade.6. Formação para Professores da Rede Pública Título: Imersão no Pensamento Artístico Responsivo e DecolonialFormato: Programa virtual intensivo de cinco dias via Zoom, dentro do contexto da 4ª edição do Salão de Arte Afro-Brasileira.Vagas: 100 vagas serão disponibilizadas para professores da rede pública, com carga horária de 32 horas divididas em 8 encontros de 4 horas cada.Duração: O curso será ministrado ao longo de 4 semanas.Material: Serão fornecidos materiais didáticos digitais, incluindo vídeos, leituras complementares e slides das palestras. Haverá atividades práticas e reflexivas que incentivam os professores a integrar a arte decolonial em suas práticas pedagógicas.Projeto pedagógico: O curso terá enfoque no pensamento artístico responsivo decolonial, promovendo reflexões sobre como os educadores podem incluir a arte afro-brasileira e indígena em suas abordagens pedagógicas. Serão abordadas metodologias de ensino que tratam o desequilíbrio climático e justiça social como temas centrais. Programa: Semana 1 – Introdução ao Pensamento Artístico ResponsivoConteúdo: Apresentação dos conceitos de pensamento artístico responsivo e a relação com o ensino decolonial. Discussão sobre as consequências do desequilíbrio climático a partir das narrativas de comunidades afrodescendentes e indígenas.Atividade: Discussão em grupo sobre como incorporar a arte em temas curriculares, utilizando obras de arte contemporâneas afro-brasileiras como ferramenta de ensino.Objetivo: Capacitar os professores a introduzirem discussões sobre justiça ambiental e decolonialidade nas suas salas de aula. Semana 2 – Análise Crítica de Obras Afro-Brasileiras sobre o ClimaConteúdo: Análise crítica de obras de artistas afro-brasileiros que abordam questões climáticas, resiliência e justiça social. Reflexão sobre como a arte pode promover a conscientização ambiental e o engajamento social.Atividade: Debate sobre a obra de um artista específico, usando perguntas guiadas para estimular o pensamento crítico dos alunos.Objetivo: Equipar os professores com ferramentas para utilizar a arte como uma maneira de desenvolver a sensibilidade ambiental nos alunos. Semana 3 – Criação Artística e Reflexão PedagógicaConteúdo: Oficinas de criação artística, onde os professores experimentarão diferentes técnicas de expressão visual. Eles irão explorar como a prática artística pode ser incorporada em seus currículos.Atividade: Produção de uma peça de arte visual inspirada pelos temas discutidos nos dias anteriores.Objetivo: Incentivar os professores a vivenciarem o processo criativo e refletirem sobre como esse processo pode ser replicado em sala de aula. Semana 4 – Conectando Arte, Cultura e CurrículoConteúdo: Discussão sobre como integrar a arte afro-brasileira no ensino de disciplinas como história, geografia e ciências. Enfoque na construção de pontes entre o pensamento artístico decolonial e os temas curriculares obrigatórios, com foco no impacto do colonialismo nas mudanças climáticas.Atividade: Simulação de atividades pedagógicas usando obras de arte e construindo planos de aula com enfoque interdisciplinar.Objetivo: Capacitar os professores a integrarem as artes visuais de maneira fluida e significativa em seu currículo, promovendo uma educação mais inclusiva e reflexiva. Recursos e Materiais FornecidosConjunto de Arte Digital: Um conjunto de 5 imagens em alta resolução, provenientes do acervo da Black Brazil Art, será disponibilizado para impressão e uso em sala de aula. Questões para Discussão em Sala de Aula: Cada professor receberá um conjunto de perguntas preparadas para guiar discussões com seus alunos, promovendo o pensamento crítico sobre arte e clima. Catálogo Impresso: Cada professor receberá 2 exemplares do catálogo da exposição "Ingênuo e Primitivo – Um Tributo a J. Altair", para uso pedagógico e consulta em sala de aula. Certificação e BenefíciosCertificação: Os participantes receberão um certificado de conclusão da formação, reconhecendo sua participação e as habilidades adquiridas.Plataforma de Apoio Continuado: Através da plataforma virtual da Black Brazil Art, os professores terão acesso a um fórum de discussão e a outros materiais de apoio, facilitando a troca de experiências e a continuidade da aprendizagem colaborativa.

Acessibilidade

Acessibilidade Física O espaço físico do Memorial do Rio Grande do Sul, onde será realizada a exposição, jpa conta com adaptação arquitetônica para atender a acessibilidade de locomoção ou mobilidade reduzida. Porém para alé disso, vamos contat com: Acessibilidade de Conteúdo - Intérpretes de Libras durante as palestras e eventos online, garantindo a acessibilidade para surdos ou pessoas com deficiência auditiva;- Audiodescrição das obras expostas, permitindo que pessoas com deficiência visual possam compreender o conteúdo e o contexto das peças exibidas;- Legendas descritivas nos vídeos e palestras online, assegurando que o público surdo e com deficiência auditiva tenha acesso às discussões e informações apresentadas;- Visitas sensoriais e digitais, especialmente programadas para pessoas com deficiência visual, permitindo a exploração tátil de algumas obras, assim como a descrição detalhada das peças por audioguias. Essas medidas asseguram que o 4º Salão de Arte Afro-Brasileira seja um evento inclusivo e acessível, proporcionando uma experiência completa e participativa para todos os públicos, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais.

Democratização do acesso

O 4º Salão de Arte Afro-Brasileira do Rio Grande do Sul busca garantir a democratização do acesso tanto aos produtos culturais quanto às atividades formativas e expositivas. As seguintes medidas serão adotadas para ampliar o alcance e a acessibilidade da proposta: Distribuição de Produtos: - O catálogo digital contendo as obras das quatro edições do salão será disponibilizado gratuitamente em formato PDF, acessível através de uma plataforma online, facilitando o acesso do público a um material de alta qualidade que documenta a trajetória dos artistas participantes do salao de arte afro-brasileira. - A exposição presencial no Memorial do RS será gratuita, permitindo a participação de todos os públicos, independentemente de sua condição econômica por se tratar de espaço público. - O conteúdo digital gerado nas palestras e oficinas será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube de forma gratuita, e também em formato de podcast no canal do Spotify, permitindo o acesso remoto e em diferentes momentos, ampliando o alcance para além do público presencial. Medidas de Ampliação de Acesso: - Montagem aberta: Durante a montagem da exposição, haverá uma visita guiada e aberta ao público, permitindo que visitantes acompanhem o processo curatorial e de instalação das obras, proporcionando uma imersão educativa e interativa com o conteúdo artístico. Mediante agendamento. - Formação de professores: Será realizada formação virtual sobre "pensamento artístico responsivo" paralelo à exposição, com temas relacionados à arte afro-brasileira e decolonialidade. Essas formação será gratuita e terá como objetivo fomentar o debate e a produção de novas narrativas artísticas em sala de aula. Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com a inclusão e ampliação do acesso às artes e à cultura, atingindo tanto o público local quanto nacional e internacional, através de ferramentas digitais e atividades presenciais inclusivas.

Ficha técnica

PROPONENTE/PRODUTOR EXECUTIVA - Patrícia Brito (RS) Patrícia Brito é curadora independente, historiadora e museóloga. É idealizadora e fundadora da Bienal Black Brazil Art e do Programa de Residência Artísica Virtual Compartilhada. Colaboradora da Enciclopédia do Itaú Cultural, citada no mapa dos curadores e curadoras negrasdo Brasil pelo Rio Grande do Sul - pela equipe de trabalhadores de Artes da América Latina. Indicada ao Prêmio Açorianos Artes Visuais 2021 - pela exposição coletiva I Bienal Black Brazil Art eixo Rio Grande do Sul. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da International Association of Women Museums (IAWM) e da Aliança Profissional de Curadores Negros através da AAMC. Seus útimos trabalhos foram a 3a edição da Bienal Black realizada na cidade do Rio de Janeiro (2024), a 4a edição da Residência Artística Virtual Compartilhada (2024), além diversas outras mostras e festivais nacionais... destaca-se o premio nacional Baobá de formação e capacitação Convergência Comunicação Comunitária realizado em Porto Alegre nos anos de 2016 e 2017. COORDENADORA DE OFICINA - Alexandre da Silva (RS) Homem negro, hétero, pesquisador das religiões de matriz africana e escritor nas horas vagas. Tem formação em Design Gráfico pelo SENAC-RSe cinema e fotografia. É ativista político, também desenvolve no mercado de audiovisual as funções de operador de câmeras e drones, técnico de som direto, sonoplasta e editor de vídeos. Como pesquisador, atua nas interseções entre Políticas Institucionais, Práticas Políticas e Poéticas identitárias. A poesia em minhas práticas herda a resiliência emergente e criativa das tradições do Candomblé, Umbanda, Capoeira Angola e do Reinado de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Meus trabalhos em todos os contextos são caminhos de reflexão politica sobre o lugar historico do qual cada pessoa fala. Em minha poética busco caminhos para um vivencia do "Devir Negro" (Mbembe) Afro-transcendente. Presentificando a experiencia relacional humana com outra perspectiva de tempo e o espaço, trazendo sementes poéticas da cosmovisão Bantu-Kongo que orbita as memórias e o modo de vida do povo afro brasileiro. Busco abrir campo para movimentos de um olhar sobre a vida individual e coletiva, em uma espiral que se revoluciona nas relações. Trazer outra cosmovisão para a filosofia da arte é acender um fagulha que visa desvelar processos de harmonizaçao e cura coletiva. ASSESSOR DE IMPRENSA - Isidoro Guggiana (RS) Formado em jornalismo pela PUC-RS, Isidoro B. Guggiana desempenha a função de assessor de imprensa desde 2002. Assessora a Bienal Black Brazil Art desde a primeira edição de 2019 e da primeira edição do projeto Convergência Comunicação Comunitária 2016-2017. Trabalha na divulgação dos festivais de cinema Festival Internacional de Cinema da Fronteira (2017-2023), FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (2017-2023) e outros. Entre as produções audiovisuais, destacam-se os longas de ficção "Porto dos Mortos" (2010), "Desvios" (2016), "Os Pássaros de Massachusetts" (2019) e "A Colmeia" (2022), "O Acidente" (2023), e os documentários "Grupo de Bagé" (2018), "Pra Ficar na História" (2018), "Trinta Povos" (2020), “Portuñol” (2021), "5 Casas" (2022), "Hamlet" (2023) e "1798 - Revolta dos Búzios" (2024). Trabalhou nas séries de TV "Tainá e os Guardiões da Amazônia" (2018), "Viola e Tambor" (2019), "Angry Birds Bubble Trouble" (2020), "A Bênção" (2020) e nos vídeo games "Esquadrão 51" (2021) e "Reverie Knights Tactics" (2022). Atua na divulgação de artistas musicais, entre eles Cristian Sperandir, Marcelo Delacroix e Vanessa Longoni; e livros como "Júpiter Marte Saturno" (Irka Barrios), "Nhemombaraete Reko Rã’i: fortalecendo a sabedoria" (José Verá) e "Um certo cinema gaúcho de Porto Alegre” (Boca Migotto). CONTADOR - Gustavo Mello Feijó (RS) Contador registrado no CRC-RS -103413/O-6. Atua para projetos relacionados a cultura desde 2011 - sendo o contador oficial das atividades e ações da Black Brazil Art (MEI Patrícia Brito Knecht). ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - Adriana Lemos (RJ-RS) Homem negro, hétero, pesquisador das religiões de matriz africana e escritor nas horas vagas. Tem formação em Design Gráfico pelo SENAC-RS Sou uma Artivista multidisciplinar afro-indigena. Nascida na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro em 1995, Parte da Geración 29 do Curso Regular da EICTV ( @eictv_cuba ), na especialidade de Tv e Novas Mídias e aluna de Foto Expandida na EAV Parque Lage. Formada no Bacharelado Interdisciplinar de Artes e Design (UFJF). Dialogo com as poéticas da diáspora africana pela auto-representação de mulheres afrolatinas em múltiplas linguagens. Membro da APAN e co-fundadora do Coletivo Descolonia. Tenho pesquisado e criado temas relacionados com a memória e o surrealismo presente no sul global, com enfase na encruzilhada africana e indigena dentro de Abya Yala (América Latina).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.