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PRONAC 2414833Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ILÊ ARA

SIDNEI BARRETO NOGUEIRA
Solicitado
R$ 197,4 mil
Aprovado
R$ 197,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Mauá
Início
2025-01-03
Término
2025-12-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Ilê Ara é um projeto de valorização e difusão das manifestações culturais afro-brasileiras, com atividades em música, dança, gastronomia, artes visuais e letramento racial. Enfocado na Afrocentalidade e na resistência cultural e na frutificação da identidade preta, o projeto promove oficinas formativas, exposições, apresentações, espetáculos artísticos e eventos de culinária, conectando ancestralidade e inclusão social e a economia criativa.

Sinopse

Ilê Ara é um projeto que promove a história e a memória da cultura afro-brasileira em suas mais diversas expressões: música, dança, gastronomia e artes visuais. O projeto cria um espaço de celebração e resistência, onde a ancestralidade se torna um veículo de inclusão e fortalecimento da identidade preta. Cada atividade aproxima o público das tradições e saberes da cultura afro-brasileira, promovendo a consciência racial e o respeito ao patrimônio cultural. 1. Oficinas de Letramento Racial e Igualdade Racial Conteúdo: As oficinas formativas têm como objetivo educar e conscientizar o público sobre questões de igualdade racial, história e resistência afro-brasileira. Serão envolvidos temas como a construção social do racismo, o impacto do racismo estrutural e a importância do letramento racial para fortalecer a identidade preta. Classificação Indicativa: 12 anos 2. Oficinas de Música Afro-Brasileira (Samba e Percussão) Conteúdo: Focadas na musicalidade afro-brasileira, essas oficinas abordaram ritmos e técnicas de percussão e samba, explorando suas raízes e significados culturais. Os participantes aprenderão sobre os instrumentos tradicionais e a importância do samba como expressão de resistência e resistência. Classificação Indicativa: Livre 3. Espetáculo de Dança Afro Conteúdo: Um espetáculo de dança afro que explora as raízes culturais e a resistência preta por meio de movimentos coreográficos inspirados em danças de matrizes africanas. O espetáculo busca conectar o público às expressões de força e resiliência da cultura afro-brasileira. Classificação Indicativa: Livre 4. Eventos de Culinária Afro-brasileira (Culinária Ancestral) Conteúdo: Apresentações e oficinas de culinária ancestral que revelam os sabores e as histórias por trás de pratos afro-brasileiros tradicionais. A valorização da atividade de técnicas culinárias preservadas ao longo de gerações, promovendo o respeito e o interesse pela culinária afro como patrimônio cultural. Classificação Indicativa: Livre 5. Exposições de Artes Visuais Afro-brasileiras Conteúdo: Uma exposição de artes visuais que celebra a estética afro-brasileira através de pinturas, esculturas e fotografias. As obras expressam temas de identidade, ancestralidade e orgulho étnico, e convidam o público a refletir sobre a beleza e a diversidade da cultura preta. Classificação Indicativa: Livre 6. Sarau Literário - Vivências Coletivas Conteúdo: Um espaço para expressão literária e poética de temas afro-brasileiros, onde escritores e poetas analisam suas criações. O sarau visa criar um ambiente de diálogo sobre a identidade preta e a memória cultural, promovendo a literatura e a poesia como formas de resistência. Classificação Indicativa: Livre 7. Seminários e Debates sobre Memória e Patrimônio Cultural Afro-brasileiro Conteúdo: Seminários e rodas de conversa com especialistas e lideranças culturais abordando a história afro-brasileira, a memória coletiva e o papel da cultura preta na formação da identidade nacional. Os encontros discutem também o impacto do racismo e as estratégias para valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Classificação Indicativa: 16 anos 8. Performance de Música e Tambores Afro-brasileiros Conteúdo: Uma performance ao vivo de música e tambores que mergulha o público na sonoridade afro-brasileira, incluindo ritmos de tambores e sambas tradicionais. O espetáculo é uma apresentação cultural e um momento de celebração da ancestralidade sonora, promovendo o reconhecimento e o respeito às raízes afro-brasileiras. Classificação Indicativa: Livre Classificação Geral do Projeto: Livre, exceto para seminários e oficinas de letramento racial, recomendados para maiores de 14 e 16 anos. Sinopse Final: Ilê Ara é um projeto multifacetado, voltado para a promoção da cultura afro-brasileira em suas diversas expressões. Cada atividade, seja workshop, exposição, espetáculo ou seminário, é uma oportunidade de aprendizado e celebração da herança preta, contribuindo para a construção de uma sociedade mais consciente, inclusiva e respeitosa das contribuições afro-brasileiras.

Objetivos

A. Objetivo Geral: Promover a cultura e identidade afro-brasileira, resgatando práticas e saberes ancestrais e fortalecendo a representatividade preta através de ações culturais integradas e um espaço cultural inclusivo e educativo voltado para o Letramento Racial. B. Objetivos Específicos: Realizar oficinas de letramento racial e conscientização sobre igualdade racial. Oferece oficinas de música afro-brasileira, com foco em samba e percussão. Promover apresentações de dança afro e espetáculos artísticos que enfatizem a resistência cultural. Organizar eventos de culinária afro-brasileira, destacando a gastronomia ancestral. Expor artes visuais que celebram a estética afro-brasileira e a herança cultural. Realizar seminários e debates sobre história, memória e patrimônio cultural preto no Brasil. Estabelecer o espaço cultural Ilê Ara como um centro de referência para afrocentralidade e economia criativa.

Justificativa

O projeto Ilê Ara é uma resposta cultural e social à urgente necessidade de valorização e preservação das manifestações culturais afro-brasileiras, que são continuamente marginalizadas e, muitas vezes, negligenciadas nos espaços de cultura e educação formal. Em uma sociedade onde persiste o racismo estrutural, a resistência cultural e a promoção da identidade preta desempenham papéis fundamentais no combate à discriminação e no fortalecimento da autoestima e do pertencimento de milhares de brasileiros. Assim, o Ilê Ara propõe-se ser mais do que um evento artístico: ele é um espaço de diálogo, aprendizagem e inclusão, com foco em afrocentralidade e economia criativa, fomentando a diversidade e o orgulho de heranças culturais que compõem a identidade nacional. A importância deste projeto é encontrar na promoção de um ambiente de letramento racial e inclusão sociocultural, em que o protagonismo da cultura afro-brasileira não é interrompido e sim amplificado. O Brasil, país com uma das maiores populações afrodescendentes fora da África, carrega uma herança criativa e diversa, cujas expressões culturais contribuíram significativamente para a formação da identidade nacional. No entanto, esta contribuição tem sido sistematicamente desvalorizada, o que evidencia a necessidade de projetos como o Ilê Ara, que defende a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro e promove um novo olhar para a herança preta como fonte de conhecimento, estética e criatividade. O Ilê Ara ainda se justifica pela sua capacidade de fomentar o desenvolvimento econômico da população preta através da economia criativa e da promoção de redes de empreendimentos afro-brasileiros. As atividades do projeto, que incluem oficinas formativas, apresentações artísticas, rodas de conversa e eventos gastronômicos, não apenas resgatam práticas e saberes ancestrais, mas também capacitam e empoderam a comunidade no entorno dos Chamados "Iles", ou seja, espaços sagrados, porém de resistência cultural proporcionando um espaço de crescimento econômico e de visibilidade para empreendedores culturais. Além disso, ao conectar o público com práticas como a culinária ancestral e a musicalidade afro-brasileira, o projeto fortalece o sentimento de pertencimento e respeito à ancestralidade, contribuindo para a preservação e disseminação de saberes tradicionais. Outro aspecto relevante é a contribuição do Ilê Ara para a democratização do acesso à cultura e para a promoção da igualdade racial, alinhando-se aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura e ao artigo 18 da Lei 8313/91. O projeto enfatiza a inclusão social e a acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que pessoas de diferentes idades e contextos possam participar das atividades e compreender as narrativas propostas. Dessa forma, o Ilê Ara amplia o acesso à educação antirracista e às artes afro-brasileiras, rompendo barreiras que normalmente limitam o alcance de manifestações culturais negras e oferecendo uma oportunidade transformadora para o público. Portanto, a justificativa para o projeto Ilê Ara é fundamentada na sua função social e cultural, que é necessária e urgente. Trata-se de um projeto que visa romper com a invisibilidade imposta às culturas afro-brasileiras e fortalecer a resistência cultural e a consciência racial. Ao promover ações educativas e inclusivas, o Ilê Ara coloca-se como um ponto disruptivo na luta contra o racismo e pela valorização da diversidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde as heranças africanas sejam celebradas e respeitadas como parte intrínseca da identidade brasileira.

Estratégia de execução

1. Impacto Social e Comunitário Empoderamento da Comunidade: O projeto Ilê Ara foca no desenvolvimento e na autoestima da população afro-brasileira, promovendo práticas culturais e formativas que reforçam a identidade e o orgulho afro. Esse trabalho é desenvolvido especialmente em comunidades que têm acesso limitado a iniciativas culturais, ou que ampliam o impacto social e fortalecem o sentido de pertencimento entre os participantes. Capacitação e Geração de Renda: Com oficinas práticas em música, dança, gastronomia e artes visuais, o projeto se compromete a capacitar a comunidade para que possa gerar renda através da economia criativa, fornecendo ferramentas e conhecimentos que incentivam o afroempreendedorismo e a valorização de saberes ancestrais. A feira cultural, que ocorre paralelamente aos escritórios, permitirá a venda de produtos e serviços dos participantes, incentivando o desenvolvimento de negócios locais. Sensibilização Antirracista: Os workshops de letramento racial e os seminários apresentados para a formação de uma sociedade mais justa e consciente, promovendo o respeito às diferenças e combatendo o racismo através da educação. Esse aspecto do projeto visa gerar um impacto duradouro, especialmente ao trabalhar com o público jovem, em que a educação antirracista ajuda a moldar atitudes e valores de inclusão e respeito. 2. Parcerias Estratégicas Apoio de Instituições Culturais e Educativas: O projeto pretende formalizar parcerias com escolas, universidades e centros culturais para garantir maior engajamento e promover a continuidade das ações educacionais. Essas instituições atuam como pontos de apoio para a divulgação das atividades e poderão utilizar os materiais didáticos do projeto em seus próprios programas educativos, ampliando o alcance do letramento racial e das atividades culturais. Colaboração com Artistas e Empreendedores Locais: O Ilê Ara incluirá artistas e empreendedores afro-brasileiros que tenham experiência e conhecimentos específicos em cada área de oficinas e atividades. Essa colaboração fortalece a comunidade artística e abre caminhos para o crescimento de uma rede de afroempreendedores, que é essencial para a sustentabilidade e expansão do projeto. 3. Circular de Sustentabilidade e Economia Práticas Sustentáveis: A concepção do projeto inclui práticas de sustentabilidade, como o uso de materiais recicláveis e biodegradáveis em escritórios e eventos. Além disso, a gastronomia afro-brasileira será praticada com ingredientes locais, incentivando a agricultura familiar e diminuindo a pegada de carbono associada à logística de suprimentos. Economia Circular: A comercialização de produtos culturais e artesanato afro-brasileiro durante o evento promove uma economia circular, com o retorno ganhando diretamente aos artistas e produtores. O projeto também prevê uma taxa de reaproveitamento de recursos, onde parte do valor arrecadado será reinvestido em ações futuras, ampliando a capacidade do Ilê Ara de se sustentar e crescer sem depender exclusivamente de financiamento externo. 4. Iniciativas de Inclusão e Acessibilidade Formação de Monitores de Acessibilidade: O projeto prevê a capacitação de monitores de acessibilidade que atuarão nas visitas guiadas, auxiliando pessoas com deficiência visual, auditiva e motora. Esses monitores estão disponíveis para apoiar as atividades culturais, reforçando o compromisso do projeto com a inclusão de públicos diversos. Programação em Rede e Transmissão Online: Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, o projeto contará com apoio ao vivo de algumas atividades e debates, permitindo que o público de diferentes regiões do país participe virtualmente. Isso amplia o alcance das ações do Ilê Ara e gera um impacto social ainda maior, promovendo a educação antirracista e a valorização da cultura afro-brasileira em escala nacional. Notas: Bibliografias, Conceitos E Referencias 7. Bibliografias Afrocentralidade e Resistência Cultural Nascimento, Abdias do (1980). O Genocídio do Negro Brasileiro: Processo de um Racismo Mascarado. São Paulo: Paz e Terra. Munanga, Kabengele (2004). Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional versus Identidade Negra. São Paulo: Autêntica. Economia Criativa e Afroempreendedorismo Howkins, John (2001). A Economia Criativa: Como as Pessoas Ganham Dinheiro com Ideias. Londres: Penguin. Cantor, Paulo (2002). Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. Letramento Racial e Igualdade Racial Ribeiro, Djamila (2017). O Que É Lugar de Fala? São Paulo: Letramento. Carneiro, Sueli (2005). A Construção do Outro como Não-Ser como Fundamento do Ser. São Paulo: Casa do Psicólogo. Identidade e Cultura Afro-Brasileira Davis, Angela (1981). Mulheres, Raça e Classe. Nova York: Random House. hooks, bell (1994). Ensinando a Transgredir: Educação como Prática da Liberdade. Nova York: Routledge. González, Lélia (1988). Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. São Paulo: Editora Paz e Terra. Memória e História Afro-Brasileira Santos, Milton (2000). Por Uma Outra Globalização: Do Pensamento Único à Consciência Universal. Rio de Janeiro: Record. Gomes, Nilma Lino (2002). Ação Educativa Afirmativa e Identidade Negra. São Paulo: Papirus. Conceitos Afrocentralidade: Valorização da cultura, história e perspectivas afrodescendentes, priorizando a experiência e identidade negra nas análises e práticas culturais. Antirracismo: Práticas e discursos contra o racismo e a discriminação racial, promovendo equidade e justiça social. Economia Criativa e Economia Solidária: Modelos econômicos baseados na criatividade e cooperação, incluindo práticas de empreendedorismo cultural afro-brasileiro. Letramento Racial: Processo educativo que visa conscientizar sobre questões raciais e igualdade de direitos, promovendo o reconhecimento das identidades pretas. Culinária Ancestral: Resgate e preservação da culinária afro-brasileira, valorizando técnicas e tradições que transmitem conhecimento e identidade cultural. Estética Afro: Manifestação das tradições e influências estéticas afrodescendentes nas artes visuais, moda e design, fortalecendo a autoexpressão e orgulho étnico. Quilombo Cultural: Espaço simbólico de resistência e celebração das culturas afro-brasileiras, rememorando os quilombos históricos como territórios de liberdade e identidade. Referências Teóricas Empoderamento e Representatividade Freire, Paulo (1970). Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Evaristo, Conceição (2003). Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Malê. Descolonização do Saber e Decolonialidade Mbembe, Achille (2018). Crítica da Razão Negra. São Paulo: N-1 Edições. Quijano, Aníbal (2000). Colonialidade do Poder, Eurocentrismo e América Latina. Buenos Aires: CLACSO. História e Cultura Afro-Brasileira Nascimento, Abdias do (1978). O Quilombismo. São Paulo: Ed. Vozes. Carolina Maria de Jesus (1960). Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. São Paulo: Francisco Alves. Literatura e Cultura Negra hooks, bell (1992). Black Looks: Raça e Representação. Boston: South End Press. Silva, Luiz Gama (2015). Primeiros Escritos: Luiz Gama. São Paulo: Edições SESC. Economia Criativa e Empreendimentos Afro-Brasileiros Bendassolli, Pedro (2007). Trabalho e Identidade: Para uma Ontologia do Presente. São Paulo: Cortez. Flórida, Richard (2002). A ascensão da classe criativa. Nova York: Basic Books.

Especificação técnica

1. Oficinas de Letramento Racial e Igualdade Racial Paginação: Apostilas e manuais com 20 páginas, distribuídas entre conceitos de letramento racial, exercícios e conteúdo histórico. Duração: 4 semanas, com 2 horas por semana, totalizando 8 horas de atividades. Material: Apostilas impressas e digitais; projetor e slides interativos; kit de papelaria; livros e textos de autores afro-brasileiros e antirracistas. Projeto Pedagógico: Compreende a introdução ao conceito de letramento racial, estudo do racismo estrutural e histórico-cultural, e desenvolvimento da identidade afro-brasileira. A metodologia inclui debates, leitura dirigida e atividades interativas que envolvem análise de representações culturais. 2. Oficinas de Música Afro-Brasileira (Samba e Percussão) Paginação: Apostilas com 15 páginas sobre os ritmos afro-brasileiros, letras de músicas e história do samba. Duração: 6 semanas, com 3 horas por semana, totalizando 18 horas de escritório. Material: Instrumentos de percussão (tambores, atabaques, pandeiros); fones de ouvido para audição de exemplos rítmicos; partituras; apostilas impressas e em PDF. Projeto Pedagógico: Focado no aprendizado técnico e teórico do samba e da percussão, com exercícios práticos em grupo e avaliação musical para reconhecimento de ritmos e significados. A abordagem pedagógica inclui a explicação da importância dos ritmos na resistência cultural. 3. Espetáculo de Dança Afro Paginação: Folheto de 8 páginas para o público, contendo sinopse do espetáculo, informações sobre o elenco e a origem das coreografias. Duração: Espetáculo de 1 hora, com uma série de performances que percorrem a história da dança afro-brasileira. Material: Figurinos tradicionais afro-brasileiros; instrumentos percussivos; palco com cenário minimalista e luzes que destacam movimentos e expressões. Projeto Pedagógico: Introdução antes do espetáculo com explicação breve dos ritmos e danças de matriz africana; as coreografias são elaboradas para enfatizar uma narrativa de resistência cultural. Os dançarinos explicam a história e os significados dos movimentos nas rodas de conversa após a apresentação. 4. Eventos de Culinária Afro-Brasileira (Culinária Ancestral) Paginação: Livro de receitas ilustrado com 25 páginas, incluindo informações sobre ingredientes, história dos pratos e técnicas de preparação. Duração: Oficinas de 2 horas, realizadas uma vez por semana, durante 4 semanas, totalizando 8 horas. Material: Ingredientes frescos; utensílios de cozinha (painéis de barro, colheres de madeira); aventais para participantes; materiais informativos em braille e impressos para acessibilidade. Projeto Pedagógico: Envolve o estudo da origem dos ingredientes, técnicas de preparo e conexão com a história afro-brasileira. Cada oficina começa com uma introdução sobre o prato e sua importância cultural, e as atividades práticas reforçam a troca de saberes e a ancestralidade. 5. Exposições de Artes Visuais Afro-Brasileiras Paginação: Catálogo de 30 páginas, com biodiversidade das obras, biografia dos artistas e contexto histórico das artes afro-brasileiras. Duração: Exposição com duração de 4 semanas, com visitas guiadas duas vezes por semana, cada uma com duração de 1 hora. Material: Pinturas, esculturas e fotografias; iluminação focada nas obras; legendas descritivas e audioguias com audiodescrição; etiquetas em braille. Projeto Pedagógico: Inclui visitas guiadas e discussões sobre estética afro e simbolismos. Há materiais de apoio para escolas e estudantes, com atividades para reconhecimento de elementos visuais e expressão artística afro-brasileira. A exposição promove a apreciação crítica e reforça a valorização da cultura visual afro-brasileira. 6. Sarau Literário - Vivências Coletivas Paginação: Livreto com 10 páginas contendo poemas e textos de autores afro-brasileiros, reflexões e espaço para anotações dos participantes. Duração: Sessões de 2 horas, realizadas duas vezes por semana, durante 4 semanas. Material: Microfone; iluminação ambiental; cópia dos poemas; material de apoio em braille. Projeto Pedagógico: Focado na leitura e interpretação de textos sobre a identidade afro-brasileira, promovendo a liberdade de expressão e o reconhecimento da literatura como forma de resistência. Ao final de cada sessão, há um momento de roda de conversa para reflexões coletivas. 7. Seminários e Debates sobre Memória e Patrimônio Cultural Afro-Brasileiro Paginação: Guia de 15 páginas com tópicos abordados, referências e sugestões de leitura. Duração: 6 encontros de 2 horas cada, com espaço para discussão aberta após as palestras. Material: Projetor; microfone; material digital com acessibilidade (textos e vídeos); blocos de anotações para participantes. Projeto Pedagógico: Os seminários abordam temas como racismo, memória e patrimônio cultural afro-brasileiro, incentivando a troca de experiências e reflexões sobre o impacto cultural. A metodologia inclui palestras expositivas e mesas-redondas, promovendo uma construção coletiva de conhecimento. 8. Performance de Música e Tambores Afro-Brasileiros Paginação: Programa de 5 páginas com informações sobre os músicos e explicação dos ritmos apresentados. Duração: Apresentações de 1 hora, com uma breve introdução sobre a importância dos tambores e do samba na cultura afro-brasileira. Material: Instrumentos de percussão; sistema de som; palco aberto; iluminação. Projeto Pedagógico: Cada performance começa com uma introdução sobre a origem e o significado dos ritmos afro-brasileiros. Os músicos convidam o público a interagir e conhecer os instrumentos após apresentação, possibilitando uma experiência de interação e conexão com a tradição musical afro-brasileira.

Acessibilidade

A. ACESSIBILIDADE: Acessibilidade Física: Banheiros Adaptados: Inclusão de banheiros acessíveis com portas mais largas, barras de apoio e espaço suficiente para circulação de cadeiras de rodas. Rampas de Acesso: Instalação de rampas ou plataformas elevatórias em áreas de entrada e locais internos que se apresentem desníveis, permitindo acesso facilitado para cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida. Guias Táteis: Faixas e sinalizações táteis no chão para orientação de pessoas com deficiência visual, especialmente nas áreas de circulação e nas entradas principais. Estacionamento Reservado: Vagas específicas para pessoas com deficiência e idosos, próximas aos acessos principais do evento. Acessibilidade de Conteúdo: Tradução em Libras: Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) disponíveis para eventos, oficinas e apresentações, permitindo acesso pleno às pessoas surdas. Material em Braille: Produção de folhetos, programas de atividades e outros materiais informativos em Braille para pessoas com deficiência visual. Audiodescrição: Descrição sonora das atividades e exposições visuais para auxiliar pessoas com deficiência visual a compreender as cenas e as ações. Legendas Descritivas em Vídeos: Vídeos e apresentações com legendas descritivas, que detalham não apenas os diálogos, mas também os sons de fundo e outros elementos relevantes. Visitas Sensoriais: Experiências de visita sensorial, que incluem contato tátil com itens culturais e estranhos além, proporcionando uma compreensão mais ampla para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

1. Distribuição e Comercialização dos Produtos: Distribuição Gratuita de Material Educativo: Disponibilização gratuita de catálogos, cartelas e outros materiais informativos, tanto em formato impresso em locais culturais e educacionais, quanto digitais, para acesso em redes sociais e no site do projeto. Venda de Produtos Culturais e Artesanato Afro-brasileiro: Produtos criados durante os workshops (como artesanato e material cultural) serão vendidos em eventos culturais e em feiras de economia criativa, incentivando a sustentabilidade econômica dos participantes e a valorização da cultura afro-brasileira. Licenciamento Gratuito de Conteúdos Digitais: Conteúdos digitais, como vídeos e materiais educativos, serão disponibilizados gratuitamente em plataformas online, para garantir que o público geral possa acessá-los sem custo. 2. Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Realização de ensaios abertos das apresentações artísticas, permitindo que o público participe de forma gratuita e tenha acesso aos processos culturais e criativos do projeto. Oficinas Paralelas e Acessíveis: Organização de escritórios culturais e educativos paralelos, acessíveis a públicos diversos, com temas como música, dança e letramento racial, promovendo o envolvimento de comunidades periféricas e estudantes de escolas públicas. Transmissão pela Internet: Exibição online ao vivo das atividades principais, como apresentações artísticas, rodas de conversa e eventos culturais, em plataformas de mídia social para alcançar pessoas que não possam estar presentes fisicamente. Eventos de Diálogo e Troca: Realização de rodas de conversa e debates ao final das atividades gratuitas, abertas ao público, com o objetivo de gerar discussões sobre temas como igualdade racial, economia criativa e memória afro-brasileira.

Ficha técnica

1. Coordenação Geral Responsável: Sidnei Barreto Nogueira Atividades: Como coordenador geral, Sidnei será responsável pelo planejamento estratégico e pela execução do projeto, incluindo a supervisão de todas as etapas de trabalho (pré-produção, execução e pós-produção). Ele atuará diretamente na captação de recursos e na organização logística, garantindo a melhoria de acessibilidade e o cumprimento dos objetivos de afrocentralidade e resistência cultural. Além disso, liderará a contratação e cooperação da equipe, a definição de parcerias institucionais, e o relacionamento com o público e patrocinadores. Currículo Resumido: Sidnei Barreto Nogueira é ativista cultural, educador e coordenador com vasta experiência em projetos voltados para a cultura afro-brasileira e letramento racial. Ele atua em iniciativas que promovem inclusão social, igualdade racial e preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro, com destaque para projetos de letramento e formação antirracista em espaços comunitários e culturais. 2. Produção Cultural Responsável: Produtor Cultural (Nome a definir) Atividades: Gerenciará a organização e logística dos eventos, exposições, apresentações e workshops. Será um ponto de contato para fornecedores e parceiros, coordenando a montagem dos espaços e o cronograma das atividades. Ele também cuidará da supervisão dos materiais e da comunicação visual, garantindo que a identidade visual do projeto esteja atualizada com sua proposta afrocentral. Currículo Resumido: O produtor cultural selecionado para o projeto terá experiência comprovada na produção de eventos culturais, especialmente em contextos de inclusão e resistência afro-brasileira. A expertise deve incluir gerenciamento de cronogramas, organização logística e contato com a comunidade. 3. Educador em Letramento Racial Responsável: Educador (Nome a definir) Atividades: Ministrará oficinas de letramento racial, abordando temas como igualdade racial, combate ao racismo e valorização da identidade afro-brasileira. Ele será responsável por desenvolver conteúdos educativos que promovam a conscientização racial e ofereçam ferramentas para o enfrentamento do racismo estrutural. O educador também participará de rodas de conversa e seminários sobre memória e patrimônio cultural afro-brasileiro. Currículo Resumido: O educador será um profissional com formação em educação antirracista e experiência em programas de conscientização racial e letramento voltados para a comunidade. Sua atuação inclui projetos de impacto social e cultural, com ênfase em formação para a valorização da cultura afro-brasileira. 4. Equipe de Música e Percussão Afro-brasileira Responsável: Grupo de Músicos e Percussionistas Afro-brasileiros (Nomes a definir) Atividades: Esse grupo será responsável por apresentações musicais e por ministrar oficinas formativas de samba e percussão. As atividades incluem desde o ensaio aberto até a execução de espetáculos, proporcionando uma visitação nos ritmos e tradições afro-brasileiras. Além disso, eles auxiliarão na criação de vivências sensoriais com tambores e outros instrumentos típicos. Currículo Resumido: Os músicos e percussionistas envolvidos são artistas com experiência em tradições musicais afro-brasileiras, com participações em festivais e eventos culturais de afrocentralidade. Eles trazem um repertório que conecta o público com a ancestralidade musical e o samba de resistência. 5. Coreógrafos e Dançarinos Afro Responsável: Equipe de Coreógrafos e Dançarinos (Nomes a definir) Atividades: Realização de apresentações de dança afro e ministração de oficinas de dança que enfatizem a resistência cultural afro-brasileira. Também iremos desenvolver coreografias para espetáculos artísticos e culturais, destacando a beleza e a força da dança afro-brasileira. Currículo Resumido: Uma equipe de coreógrafos e dançarinos é formada por artistas com formação sólida em danças afro-brasileiras e afro-latinas. Eles possuem experiência em ensino e performance, tendo participado de projetos voltados para a valorização da cultura afro e para a sensibilização cultural pelo meio da dança. 6. Chefs e Culinários Especializados em Gastronomia Afro-Brasileira Responsável: Equipe de Culinária Afro-brasileira (Nomes a definir) Atividades: A equipe será responsável pela organização dos eventos de gastronomia afro-brasileira, onde compartilharão técnicas e receitas tradicionais da culinária ancestral. Eles conduziram oficinas e eventos de amostragem, conectando o público com a cultura alimentar afro-brasileira e promovendo a preservação dos saberes culinários ancestrais. Currículo Resumido: Os chefs são especialistas em culinária afro-brasileira com experiência em projetos gastronômicos comunitários e eventos de valorização da cultura ancestral. Tem formação e vivência em práticas de preservação das receitas tradicionais e na promoção da alimentação como ato cultural e de resistência. 7. Curadores e Artistas Visuais Responsável: Equipe de Curadoria e Artes Visuais (Nomes a definir) Atividades: Os curadores serão responsáveis pela organização de exposições de artes visuais, além de desenvolver vivências em estética afro e oficinas de arte visual. Eles também supervisionarão a produção de artes relacionadas à estética afro-brasileira, garantindo que uma proposta de resistência cultural e afrocentralidade seja refletida nos trabalhos expostos. Currículo Resumido: A equipe de curadores e artistas visuais possui vasta experiência em trabalhos artísticos voltados para valorização da cultura afro-brasileira. Eles já participaram de entrevistas de destaque, promovendo a arte como veículo de consciência e identidade afro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.