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Este projeto visa fortalecer a conexão da comunidade quilombola de Buritirana com suas tradições culturais e o meio ambiente, promovendo práticas de reflorestamento e sustentabilidade. Com o artesanato como a principal forma de expressão, serão realizados workshops que utilizam materiais naturais, como fibras, argilas e sentimentos locais, incentivando a criação de peças que reflitam a identidade cultural da comunidade. O projeto inclui contato de histórias, planejamento de mudas nativas e celebrações culturais, resgatando saberes ancestrais e reforçando a preservação ambiental como um legado comunitário.
Sinopses dos Produtos do Projeto 1. Oficina de Artesanato Sustentável Conteudo: Realização de oficinas práticas, ministradas por artesãos experientes da comunidade. As oficinas abordarão diferentes técnicas de artesanato, utilizando materiais como fibras, sementes e argila, abundantes na região. O foco será na criação de peças que representem a identidade cultural quilombola, promovendo a troca de conhecimentos entre os participantes. As peças criadas serão fotografadas para compor um catálogo digital, que servirá como ferramenta de divulgação e potencial venda dos produtos 2. Reforço da Educação Ambiental e Reflorestamento Conteudo: mutirões para o plantio de mudas de espécies nativas da região. Os mutirões serão conduzidos por especialistas em reflorestamento, com a participação de líderes comunitários e moradores, incentivando o trabalho coletivo e a responsabilidade ambiental.Rodas de Conversa: rodas de conversa, com a participação de especialistas e lideranças locais, para discutir práticas de cultivo sustentável, conservação do solo e preservação das nascentes. As rodas de conversa serão um espaço de diálogo e troca de experiências, buscando soluções conjuntas para os desafios ambientais. 3. Feira de Artesanato e Sustentabilidade Conteudo: feiras de artesanato, em locais estratégicos para atrair visitantes de outras regiões. As feiras oferecerão um espaço para exposição e venda das peças artesanais, além de atividades culturais e gastronômicas típicas da comunidade, como apresentações musicais, danças e degustação de pratos tradicionais. A feira será uma oportunidade de promover a cultura local, estimular o turismo e gerar renda extra para os artesãos. 4. Formação da Rede de Artesãos. Conteudo: Serão selecionados arteões locais com potencial de liderança para participarem de um programa de capacitação em gestão de negócios e práticas sustentáveis. O programa incluirá mentorias individuais e acompanhamento técnico para auxiliar os artesãos na criação de uma associação local, na melhoria da gestão dos seus negócios e na busca por novos mercados. A formação da rede de artesãos visa fortalecer a produção artesanal local, promover a troca de experiências e garantir a continuidade das práticas sustentáveis após o término do projeto. 5. Catálogo DigiSerão tal de Artesanato: Conteúdo: Apresentação de fotos e descrições detalhadas das peças artesanais produzidas nas oficinas, com informações sobre os materiais utilizados, técnicas de produção e significado cultural. O catálogo destacará a identidade cultural quilombola e a sustentabilidade das peças.Público-alvo: Potenciais compradores, lojistas, designers, pesquisadores e público em geral interessado em artesanato e cultura quilombola.Objetivo: Promover a divulgação e comercialização das peças, gerando renda para os artesãos e valorizando o artesanato quilombola. 6. Folhetos Informativos sobre Sustentabilidade: Conteúdo: Informações concisas e ilustrações sobre práticas de sustentabilidade ambiental, como reaproveitamento de materiais, compostagem, economia de água e energia, e a importância da preservação da biodiversidade local.Público-alvo: Moradores da comunidade quilombola, estudantes, professores e público em geral.Objetivo: Conscientizar a comunidade sobre a importância da sustentabilidade e incentivar a adoção de práticas ambientalmente responsáveis. 7. Vídeos Tutoriais sobre Artesanato Sustentável e Cuidados Ambientais: Conteúdo: Tutoriais em vídeo demonstrando passo-a-passo a produção de peças artesanais com materiais sustentáveis e dicas práticas sobre cuidados ambientais, como plantio de árvores, hortas orgânicas e reaproveitamento de água da chuva.Público-alvo: Membros da comunidade quilombola, artesãos, educadores e público em geral interessado em aprender técnicas de artesanato sustentável e práticas de preservação ambiental.Objetivo: Disseminar o conhecimento sobre técnicas de artesanato e práticas sustentáveis de forma acessível e visualmente atrativa. 8. Relatório Final do Projeto: Conteúdo: Apresentação dos resultados alcançados pelo projeto, incluindo dados sobre o número de participantes, mudas plantadas, peças artesanais produzidas, materiais educativos distribuídos e impacto das atividades na comunidade. O relatório incluirá também fotos, depoimentos e recomendações para projetos futuros.Público-alvo: Parceiros, financiadores, órgãos governamentais, organizações sociais e pesquisadores.Objetivo: Documentar e compartilhar as experiências e aprendizados do projeto, demonstrando seu impacto e contribuindo para a disseminação de boas práticas em sustentabilidade e desenvolvimento comunitário.Observação: A classificação indicativa etária não se aplica a estes produtos, pois se tratam de materiais informativos e educativos.
Objetivo geral Fortalecer a identidade cultural e ambiental da comunidade quilombola de Buritirana por meio do artesanato sustentável, promovendo a valorização das tradições locais e o desenvolvimento de práticas ecológicas de preservação ambiental. Para isso, busca-se incentivo ao uso de recursos naturais na produção artesanal, aliando a sustentabilidade com a preservação dos saberes ancestrais. Objetivos Especificos 1. Realizar Oficinas de Artesanato Sustentável:Oferecer 10 oficinas práticas de artesanato utilizando materiais locais e sustentáveis, como fibras, sementes e argila, para 50 membros da comunidade, promovendo a criação de peças que representam a identidade cultural quilombola. Produzir um catálogo digital com as peças criadas nos escritórios, para divulgação e potencial venda a 2. Reforçar a Educação Ambiental e o Reflorestamento:Organizar 4 mutirões de reflorestamento comunitário, envolvendo cerca de 100 participantes, com o plantio de 300 mudas de espécies nativas da região, promovendo o conhecimento sobre a importância da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos. Promover 3 rodas de conversa com especialistas e líderes comunitários sobre práticas de cultivo sustentável, conservação do solo e preservação das nascentes locais. 3.Criar uma Feira de Artesanato e Sustentabilidade:Realizar 2 feiras ao longo do projeto para exposição e venda das peças artesanais, incentivando a economia local e fortalecendo a identidade cultural da comunidade. Atrair visitantes de outras regiões para gerar renda extra e estimular a valorização do artesanato quilombola como patrimônio cultural. 4.Desenvolver Material Educativo sobre Sustentabilidade e Cultura Quilombola:Produzir 500 folhetos informativos sobre práticas de sustentabilidade e a importância da preservação ambiental, distribuídos nas escolas e centros comunitários de Buritirana. Disponibilizar 5 vídeos tutoriais online sobre técnicas de artesanato sustentável e cuidados ambientais, ampliando o acesso aos conhecimentos tradicionais para além da comunidade. 5.Formar uma Rede de Artesãos Locais para Fomentar a Continuidade das Práticas Sustentáveis:Capacitar 20 artesões locais para liderar iniciativas de sustentabilidade na comunidade, com um programa de acompanhamento técnico e mentorias, promovendo a continuidade das atividades após o término do projeto. Criar uma associação local de artes para facilitar o acesso a novos mercados e garantir a troca contínua de saberes. 6. Monitorar e Avaliar o Impacto do Projeto na Comunidade:Realizar um levantamento inicial e final com 100 participantes para avaliar o impacto das atividades no fortalecimento cultural e ambiental da comunidade.Elaborar um relatório final com os resultados obtidos e as principais conquistas, a ser compartilhado com parceiros, apoiadores e a comunidade em geral, para incentivo à replicação do modelo em outras regiões.
JUSTIFICATIVA O projeto Mãos da Terra: Arte e Sustentabilidade em Buritirana requer o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para garantir a viabilização de suas atividades culturais e ambientais na comunidade quilombola de Buritirana, no Maranhão. Esse financiamento é indispensável para a realização das oficinas de artesanato com materiais naturais, os mutirões de reflorestamento e os eventos culturais que conectam os saberes tradicionais com práticas de sustentabilidade. A Lei de Incentivo à Cultura, ao estimular projetos como este, possibilita não apenas o fortalecimento da identidade cultural quilombola, mas também o desenvolvimento socioeconômico da comunidade por meio da geração de renda e da valorização da cultura local. Utilizar o incentivo previsto na Lei 8.313/91 é fundamental para garantir que os produtos culturais e ambientais produzidos pelo projeto possam alcançar seu pleno impacto. O suporte financeiro da lei permite que o projeto ofereça aos participantes uma estrutura de qualidade, com materiais, formação técnica e apoio logístico para as atividades planejadas, fortalecendo o potencial de transformação da comunidade Este projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois atende aos objetivos culturais da legislação ao: Inciso I: Estimular a produção, promoção e difusão de bens culturais. As oficinas e feiras de artesanato possibilitam que os participantes desenvolvam e disseminem suas criações, promovendo a continuidade das tradições locais e o acesso de novos públicos ao artesanato quilombola. Inciso II: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira. Como a cultura quilombola representa um importante patrimônio cultural, o projeto assegura a transmissão desses saberes entre gerações, incentivando a juventude local a preservar e inovar nas práticas artesanais de seus antepassados. Inciso III:Apoiar e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional. O projeto reconhece e valoriza a singularidade cultural de Buritirana, contribuindo para o reconhecimento e a inclusão das expressões artísticas e saberes quilombolas como partes fundamentais da identidade nacional. Os objetivos definidos no Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão atendidos pelo projeto incluem: Inciso II: Preservação da identidade e pluralidade culturais. Ao envolver a comunidade nas atividades culturais e ambientais, o projeto fortalece a identidade local, promovendo a valorização de práticas tradicionais que podem, ao mesmo tempo, gerar desenvolvimento sustentável. Inciso III:Promoção de amplo acesso aos bens culturais e sua fruição por todas as camadas da população. A realização de eventos públicos, como as feiras culturais e as oficinas, proporciona a troca e o aprendizado sobre a cultura quilombola, assegurando o acesso e a fruição cultural tanto pela comunidade local quanto por visitantes da região. Inciso VI: Apoio a programas e projetos culturais que promovam a integração de aspectos de desenvolvimento social e econômico, sobretudo nas áreas mais necessitadas.
Detalhamento Técnico dos Produtos do Projeto Quilombo Sustentáve Com base nos objetivos delineados e nas etapas de trabalho, podemos detalhar tecnicamente os produtos que serão gerados pelo projeto, levando em consideração a paginação, duração, material e projeto pedagógico de cada um. 1. Catálogo Digital das Peças Artesanais: Paginação: 20-30 páginas. [estimativa com base no número de peças e na necessidade de apresentar fotos e descriçõesDuração: Permanente, com possibilidade de atualização.Material: Plataforma digital de livre acesso (ex: website, blog, redes sociais) [sugestão com base em acessibilidade e baixo custoProjeto Pedagógico: O catálogo será uma ferramenta de divulgação e valorização do artesanato quilombola, apresentando cada peça com fotos de alta qualidade, descrições detalhadas (técnica, material, inspiração), breve biografia do artesão e informações de contato para compra. A linguagem será clara, acessível e atrativa para o público em geral, com o objetivo de promover a venda das peças e gerar renda para os artesãos. 2. Vídeos Tutoriais Online: Duração: 5 vídeos de 5-10 minutos cada.Material: Plataforma digital de livre acesso (ex: YouTube, Vimeo) [sugestão com base em acessibilidade e baixo custo]Projeto Pedagógico: Os vídeos tutoriais abordarão técnicas de artesanato sustentável utilizando materiais locais e apresentarão dicas de cuidados ambientais relacionados à coleta e uso dos recursos naturais. Serão ministrados por artesãos experientes da comunidade e utilizarão linguagem simples e visualmente atrativa para facilitar o aprendizado. 3. Folhetos Informativos: Paginação: 4 páginas (frente e verso, formato A5). [estimativa com base na quantidade de informação a ser transmitida]Material: Papel reciclado ou ecológico. [sugestão com base nos princípios de sustentabilidade do projeto]Projeto Pedagógico: Os folhetos abordarão práticas de sustentabilidade no dia a dia, com foco na redução do consumo de água e energia, compostagem, reutilização de materiais e consumo consciente. O conteúdo será apresentado de forma concisa, com linguagem clara e ilustrações que facilitem a compreensão. A distribuição será realizada nas escolas e centros comunitários de Buritirana. 4. Relatório Final do Projeto: Paginação: 20-30 páginas. [estimativa com base na necessidade de documentar as atividades e os resultados]Material: Versão digital em PDF para ampla divulgação online, e versão impressa em papel reciclado para parceiros e instituições. [sugestão com base na necessidade de diferentes formatos para diferentes públicos]Conteúdo: O relatório documentará todas as etapas do projeto, desde a pré-produção até a pós-produção. Abordará a metodologia utilizada, os resultados obtidos, os desafios encontrados, as lições aprendidas e as recomendações para futuras iniciativas. Incluirá dados quantitativos e qualitativos coletados por meio de levantamentos com os participantes, além de fotos e depoimentos que ilustrem o impacto do projeto. 5. Associação Local de Artesãos: Material: Ata de fundação, estatuto social e registro legal da associação. [sugestão com base nos requisitos legais para formalização de associações]Duração: Permanente, com gestão autônoma da comunidade.Objetivo: Facilitar o acesso a novos mercados, promover a comercialização conjunta das peças artesanais, garantir a troca contínua de saberes entre os artesãos e fortalecer a representatividade do grupo.Vale ressaltar que esses produtos representam os principais resultados tangíveis do projeto Quilombo Sustentável. O projeto também gerará impactos intangíveis, como o fortalecimento da identidade cultural, a conscientização ambiental da comunidade, a valorização dos saberes tradicionais e o desenvolvimento social e econômico local.
Para garantir a plena acessibilidade no projeto, é essencial abordar as dimensões físicas e de conteúdo de forma integrada, oferecendo condições inclusivas para que todas as pessoas, independentemente de suas capacidades, possam participar das atividades e usufruir dos espaços. Acessibilidade Física (caso necessite) Rampas de acessoBanheiros adaptados Guias táteisem todas as rotasPortas e corredores adequadosEssas adaptações não apenas promovem a acessibilidade, mas também são reduzidas para a experiência inclusiva de todos os participantes, garantindo que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida possam se mover livremente pelo espaço e acessar todas as áreas e serviços oferecidos pelo projeto. Acessibilidade de Conteúdo (caso necessite) Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) disponível durante as oficinas.Materiais em BrailleAudiodescriçãoLegenda descritivaVisitas sensoriaisEssas ações de acessibilidade de conteúdo têm como objetivo oferecer uma experiência rica e compreendida para todos os participantes, independentemente de suas limitações sensoriais, promovendo o entendimento, o engajamento e a apreciação de todos os participantes. Ao incorporar essas práticas de acessibilidade física e de conteúdo, o projeto estabelece um modelo inclusivo que não apenas atende aos requisitos de acessibilidade, mas também valoriza a participação de todas as pessoas. Dessa forma, crie-se um ambiente onde a diversidade é acolhida e a equidade é garantida, incentivando o envolvimento da comunidade.A adoção dessas estratégias de acessibilidade contribui significativamente para a construção de um projeto cultural que respeita e celebra a diversidade, promovendo a inclusão eficaz de pessoas com deficiência em todas as etapas e atividades. Esse compromisso com a acessibilidade amplia o alcance do projeto e fortalece seu impacto social, para garantir que o público possa não apenas participar das ações, mas também sentir-se valorizado e representado. Além disso, uma abordagem inclusiva facilita a interação e o aprendizado mútuo entre participantes com diferentes necessidades e perspectivas, enriquecendo o intercâmbio cultural e possibilitando novas experiências de integração. Assim, o projeto se posiciona como um exemplo de acessibilidade e inclusão, estabelecendo um ambiente em que possibilita o acesso pleno à cultura. Investir em acessibilidade, portanto, não apenas cumpre diretrizes legais e éticas, mas também enriquece o próprio projeto, potencializando seu alcance e impacto e demonstrando um compromisso genuíno com a inclusão social. Ao oferecer condições igualitárias para todos, o projeto não apenas facilita o acesso ao espaço físico e ao conteúdo, mas cria uma herança de valorização e inclusão.Assim, o projeto vai além da simples execução de atividades culturais, tornando-se uma prática para a inclusão e a transformação social. Ao incorporar acessibilidade física e de conteúdo, estabelece-se uma estrutura que não apenas facilita a participação, mas também empodera indivíduos historicamente Em suma, o compromisso com a acessibilidade física e de conteúdo integra o propósito maior do projeto: criar uma experiência cultural inclusiva e acolhedora que perdure, impactando positivamente as gerações futuras. Ao finalizar o projeto, espero não apenas cumprir metas e objetivos, mas deixar um legado de equidade e acessibilidade que inspire novas ações culturais, tornando a inclusão e a acessibilidade pilares de todas as iniciativas futuras.
Democratização de Acesso Distribuição e Comercialização dos Produtos. Para garantir que os produtos artesanais desenvolvidos durante o projeto de alcance do público local e regional, será aplicada uma estratégia de distribuição e comercialização que inclui: Eventos comunitários de exposição e Feiras culturais em Buritirana e regiões próximas, onde os produtos artesanais serão expostos e vendidos diretamente à comunidade e aos visitantes. Essas feiras permitirão a interação direta entre produtores e público, promovendo o diálogo sobre a cultura e as práticas quilombolas.Essas ações reforçam a sustentabilidade econômica e cultural da comunidade, promovendo a visibilidade dos produtos e gerando oportunidades de renda. Além disso, parte dos lucros obtidos será reinvestida na comunidade, destinando-se so publico-alvo do projeto. Medidas de Ampliação de Acesso As medidas de ampliação de acesso são fundamentais para garantir que o projeto Mãos da Terra: Arte e Sustentabilidade em Buritirana alcance uma audiência ampla e diversa, proporcionando oportunidades para a participação ativa de diferentes grupos sociais, incluindo aqueles que normalmente são marginalizados ou excluídos. A seguir, são apresentadas algumas estratégias específicas que serão inovadoras: - Atividades Abertas:Realizar atividades abertas, onde a comunidade poderá acompanhar o processo criativo das artes e participar ativamente. Esses eventos não apenas promovem a transparência do projeto, mas também permitem que os participantes aprendam sobre as técnicas utilizadas e a importância da arte e da sustentabilidade, fomentando o envolvimento e a troca de saberes. - Oficinas paralelas :As oficinas paralelas serão uma das principais estratégias do projeto Mãos da Terra: Arte e Sustentabilidade em Buritirana proporcionando uma oportunidade poderosa para a capacitação e o fortalecimento das habilidades dos participantes. Esses escritórios serão planejados para atender a diferentes interesses e faixas etárias, e incluirão abordagens como Artesanato Sustentável - Oficinas que ensinam técnicas de artesanato utilizando materiais recicláveis e sustentáveis, como papel, garrafas plásticas e tecidos. Os participantes aprenderão a criar objetos decorativos, bonecas e acessórios, promovendo a criatividade e a conscientização ambiental, além da Gestão de Pequenos Negócios. - Exposição itinerante:A exposição itinerante será uma parte fundamental do projeto Mãos da Terra: Arte e Sustentabilidade em Buritirana, com o objetivo de levar a arte e a cultura da comunidade quilombola a diferentes localidades, promovendo a visibilidade e o reconhecimento do patrimônio cultural local. A seguir, são detalhadas as estratégias e características da exposição itinerante: 1. Conteúdo da Exposição: A exposição incluirá uma variedade de obras de arte produzidas pelos participantes das oficinas de artesanato e expressão artística, como peças de cerâmica, têxteis, esculturas e outros produtos sustentáveis. Além disso, serão apresentadas fotografias, vídeos e relatos que documentam o processo criativo e as histórias dos artistas, destacando a riqueza da cultura quilombola. 2. Roteiro Itinerante: A exposição será organizada em um roteiro que visitará diferentes comunidades, escolas e centros culturais nas proximidades de Buritirana. O objetivo é alcançar tanto públicos locais quanto visitantes de áreas urbanas, promovendo a interação entre culturas e a troca de experiências. 3. Eventos de Abertura: Cada parada da exposição será acompanhada por um evento de abertura, que incluirá apresentações culturais, como danças, músicas e dramatizações, executadas pelos participantes do projeto. Esses eventos criarão um ambiente festivo e acolhedor, incentivando a participação da comunidade e a valorização da cultura local. 4. Interatividade e Participação: A exposição será interativa, permitindo que os visitantes participem de atividades práticas, como mini-oficinas de artesanato, onde poderão criar suas próprias peças utilizando técnicas aprendidas durante o projeto. Essa abordagem estimula o aprendizado e a criatividade, tornando a experiência mais envolvente. 5. Parcerias Locais: O projeto buscará parcerias com escolas, instituições culturais e organizações comunitárias para viabilizar a realização da exposição em diferentes locais. Essas colaborações ajudarão a ampliar o alcance do projeto e fortalecer as redes de apoio na promoção da cultura quilombola. 6. Feedback e Avaliação: Durante a exposição, serão coletados feedbacks dos visitantes por meio de formulários, entrevistas ou caixas de sugestões. Essa avaliação permitirá compreender o impacto da exposição e identificar áreas de melhoria para futuras edições. 7. Documentação da Exposição: Todo o processo da exposição itinerante, incluindo fotos, vídeos e depoimentos dos visitantes e participantes, será documentado. Esse material será utilizado para compor um relatório final e poderá ser apresentado em futuras propostas de financiamento, mostrando os resultados e a importância do projeto. 8. Divulgação e Comunicação: A divulgação da exposição será realizada por meio de redes sociais, sites de organizações parceiras e imprensa local. Cartazes e folhetos também serão distribuídos nas comunidades para garantir que todos tenham acesso às informações sobre as datas e locais da exposição. A exposição itinerante é uma excelente oportunidade para reforçar os laços comunitários e promover a cultura quilombola de Buritirana. Ao levar a arte e a história da comunidade para fora de suas fronteiras, o projeto contribui para a valorização da identidade cultural e a conscientização sobre a importância da sustentabilidade, empoderando os participantes e aumentando a visibilidade de suas criações. Essas ações visam construir uma ponte entre a comunidade quilombola e o público em geral, ampliando a acessibilidade e promovendo o reconhecimento da cultura e das práticas sustentáveis de Buritirana. Ao fornecer múltiplos pontos de contato, o projeto garante que suas atividades sejam acessíveis e inclusivas, reforçando seu impacto cultural e social de forma abrangente e rigorosa.
Atividades Voluntárias dprponente e Currículos Resumidos Atividades Voluntárias:Oficinas de Artesanato Sustentável: O proponente e outros voluntários poderão contribuir podem auxiliar na condução das oficinas, compartilhando seus conhecimentos com os membros da comunidade.Mutirões de Reflorestamento: Voluntários podem participar dos mutirões, auxiliando no plantio das mudas e na organização do evento.Feira de Artesanato e Sustentabilidade: Voluntários podem ajudar na organização e logística da feira, como montagem de estandes, recepção de visitantes e divulgação do evento.Produção de Material Educativo: Voluntários com habilidades em design gráfico, edição de vídeo e redação podem contribuir na produção de folhetos, vídeos tutoriais e outros materiais educativos.Monitoramento e Avaliação: Voluntários com experiência em pesquisa social podem auxiliar na aplicação de questionários e na análise dos dados coletados para avaliar o impacto do projeto. Currículos Resumidos:1. Coordenador de Projeto: Formação: Graduação em áreas como Gestão Social, Meio Ambiente, Desenvolvimento Comunitário ou áreas afins.Experiência: Experiência comprovada em gestão de projetos sociais, com foco em sustentabilidade e desenvolvimento comunitário.Habilidades: Liderança, comunicação, organização, planejamento estratégico, trabalho em equipe, capacidade de mobilização e articulação com diferentes atores sociais. 2. Artesão(ã) Educador(a): Formação: Não é exigida formação específica, mas é desejável experiência comprovada em técnicas de artesanato com materiais sustentáveis. Conhecimento da cultura e tradições quilombolas será um diferencial.Experiência: Experiência em ministrar oficinas de artesanato, com habilidades de ensino e comunicação.Habilidades: Domínio de diferentes técnicas de artesanato, criatividade, paciência, capacidade de adaptação e transmissão de conhecimento. 3. Especialista em Meio Ambiente: Formação: Graduação em áreas como Engenharia Ambiental, Biologia, Gestão Ambiental ou áreas afins.Experiência: Experiência em projetos de reflorestamento, educação ambiental e conservação da biodiversidade. Conhecimento da flora nativa da região do projeto será um diferencial.Habilidades: Conhecimento técnico sobre práticas sustentáveis, capacidade de planejamento e execução de ações de reflorestamento, habilidades de comunicação e educação ambiental. 4. Designer e Comunicador(a): Formação: Graduação em Design Gráfico, Comunicação Social, Marketing ou áreas afins.Experiência: Experiência em criação de peças gráficas, edição de vídeos e desenvolvimento de conteúdo para mídias sociais.Habilidades: Domínio de softwares de design (Adobe Photoshop, Illustrator, InDesign), edição de vídeos, criatividade, boa comunicação escrita e visual.
PROJETO ARQUIVADO.