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PRONAC 2414842Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

8º Festejos As areias Que me Banham a Senhora das Águas Iemanjá

ELIETE DE LUCENA LEAO
Solicitado
R$ 82,7 mil
Aprovado
R$ 82,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Balneário Pinhal
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Balneário Pinhal Rio Grande do Sul

Resumo

O 8º FestejosAs areias Que me Banham a Senhora das Águas Iemanjáem Balneário Pinhal RS, é um projeto que visapromover intercâmbios artísticos e fomentar o interesse pela cultura africana contida no espaço o Terreiro apresenta a abertura aos festejos a Iemanjá, que se expande a todos os Municípios do nosso litoral norte RS. Oobjetivo é trazer em sua programação ações permanentes ao longo do ano , intervenções artísticas e oficinas, buscando inserir-se no calendário da cidade e com a abertura dos festejos criar um momento de integração da população local e a cultura africana que contribui com a cultura do litoral saindo dos Terreiros aqui instituidos.As areias que me banham _ A Senhora das Águas Iemonjá. AsBonecas Abayomi Resistência,Tradição _ O Poder Feminino.O Sacro e LegadoCultural do Povo Negro.

Sinopse

Produtos O 8º Festejos As areias Que me Banham a Senhora das Águas Iemanjá,tem o compromisso de trazer à luz a cultura afro-brasileira que se faz desconhecida na sua totalidade nesta comunidade, apresentando o sagrado e a cultura negra através do Seminário 20 de Novembro que não tem seus fins centrado na data e sim numa ação pedagogica que tem sua cuminância nas procissões a Iemanjá a grande mãe que acolhe a todos nós que nascemos e fomos gerados na água. As açoes 20 de novembro se estende ao longo do ano com a continuidade das emerções do público-alvo nas 5 (cinco) oficinas : Oficina 1 – As areias que me banham – A Senhora das Águas Iemanjá. Oficina 2 - Bonecas Abayomi Resistência, Tradição – O Poder Feminino. Oficina 3 - O Sacro e Legado Cultural do Povo Negro. Diálogo - Títilọ Oficina 4 - A Máscara – As Riquezas do Saara – Produção e pintura Oficina 5 - Ler no ilê é conhecer o Aiyê Despertar a ludicidade o desejo pelo belo contido na arte que brota da força magística na produção de Máscaras,além de produzirem um significado místico foi uns dos adereços obrigatórios em função da pandemia e ao usar o artefato despertou o lúdico e o desejo a de ser reconhecido em sua individualidade e poder. Ao dar um olhar pedagogico deste acontecimento social, surge as oficinas para resgatar a ancestralidade que traz grandes conhecimento sobre este importante artefato usado na arte africana e grega, que se destinam ao exercício do empoderamento humano. A contação de itans relativo à Senhora das Águas, nos remete a produção das bonecas abayomi como amuleto e o Banho de Cheiro como um imantamento que modificou e ainda modifica os aromas que nos envolve em um manto protetor que emana novos sentidos sendo possível alinhar os átomos da água por um breve período, expondo-nos ao campo magnético de força. Temos como foco central a reprodução dos contos e as cenas que a contação de história produz. As obras apresentadas são alegorias que convida o leitor a refletir sobre ancestralidade, raízes culturais e a diáspora negra africana no Brasil. Traz também uma consciência de preservação ambiental e a adaptação da natureza em outras localidades do mundo. O Velho Baobá resolveu atravessar o oceano Atlântico para encontrar os parentes. Tudo porque soube que do outro lado, numa terra próxima à grande curva do mar, muitos baobás também brotavam. Inicia um arerê bonito! Com brincadeira e descontração, desvendam para as crianças, de forma muito lúdica, como são tantas e bonitas as palavras africanas que compõem a nossa língua. Estas ações conduzem o participante ao envolvimento cênico do itan, desenvoltura dos movimentos que qualifica a sua própria cena e a descoberta de abrir uma janela e prestamos um pouco de atenção ao mundo que nos cerca e ouvimos e vemos narrativas,aventuras, dramas e peripécias de princesas e príncipes africanos, cada um ao seu modo fazem autodescobertas e amadurecem em contos narrados por todos os autores apresentados nas oficinas. Nossa intenção é realizar uma emersão que faça o participante sentir-se envolvido, revelando um novo olhar para relações cotidianas, incentivando o desenvolvimento de um pensamento e comportamento mais equitativo nos espaços de convivência social. 1ª Ação do Seminário 20 de Novembro Gratuito: Rodas de Conversa – Período 4 dias – Local Escolas - Tempo: 1h por grupo 20 vagas; GENOCÍDIO E EXETRMÍNIO DO NEGRO NA ATUALIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES;PEDAGOGOS AFROCENTRADOS A ALTERNATIVA QUE ACOLHE Público-alvo: crianças Jovens Grupo 1 - faixa etária(6 aos 8) Grupo 2 - faixa etária(9 aos 12) Grupo 3 - faixa etária(13 aos 16) Obs.Especificação do calendário com as escolas durante o período já sinalizado 2ª Ação do Seminário : Palestras/Encontro /Roda de Conversa/Plenária Tribuna Livre Período 2dias 1º Dia Local: Câmara de Vereadores -150 lugares Público em geral Turno Manhã 8h30min Inscrição Palestrante Pedagoga Público: Alunos do Ensino Médio - Professores Tema: O Pedagogo Afro centrado que acolhe – Ações afirmativas dentro do espaço Escolar Turno Tarde 15h Inscrição Palestrante Pedagoga da Educação Infantil Público: Alunos da Pré escola Tema: Espaço Sensorial – Da Minha Janela Turno Noite 18h30min Credenciamento Obs. O Local atende aos requisitos de acessibilidade 2º Dia - Local: Auditório Marcelo Maresia 200 lugares Roda de Conversa Mediadora 1 Pedagoga, 1yalorixá; Tema:Provocar,dialogar, refletir – Quem é que já passou por isto e como fez para resolver? Público Alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental Professores Obs.O Local atende aos requisitos de acessibilidade Jovens e Adultos faixa etária (18 a 70 anos) Especificações técnicas 1– Panfletos de divulgação do Seminário impressão 1.000 8,3 x 11,7 A4 2- Panfleto de programação impressão 500 (quinhentas) 8,3 x 11,7 A4 3– Certificados Serão impressas 500 un 120g A4 210mm x 297mm 3ªAção -Abertura do 8º Festejos As areias Que me Banham a Senhora das Águas Iemanjá Cortejo a Iemanjá Eci Dirigente religioso Local Parque Cidadão Duração 1 dia Turno Tarde Especificações técnicas Compra de tecido para decoração do espaço, manto dos santos, saia dos cestos,toalhas dos altares 50m contratação para produção das saias dos balaios/costureira Locação de Carro aberto para condução do barco da santa Produção de Barco artesanal com duas velas de tecido dimenção de 1metro Compra de flores naturais para decorar o barco Produção de 10 balaios de flores Produção de 1balaio de frutas elemental obrigatório para ação liturgica 4ªAção - Procissão das Luzes Dirigente religioso da umbanda Dirigente religiosa do Ilê Omo Asé Omidewá Aguerrewá coordenadora do espaço Mãe Eliete da Oyá Dirigente religiosa do Ilê Asé Omidewá coordenação da ação liturgica Iyá Bete Omidewá Local Rua Coberta Tempo 1 dia Especificações técnicas: Decoração do portal de entrada /oficina sensorial 30m de tecido 10 litros de alfazema 40 ramos de ervas aromáticas naturais 40 ramos de flores variadas contratação de carro som para acompanhar a procissão motagem de tenda a beira mar Compra de 30pct velas para ação liturgica e iluminação da beira mar contração de show de fogos silenciosos contratação de 6 percucionistas/Alabes Montagem das bancas produção das saias decorativas 50m tecido contratação para produção das saias das bancas/costureira Produção de três saias para pedestais de sustentação do barco 10m de tecido 1- Compra dos livros 2 exemplares de cada título Meu Ori - Gilberto M Soares Pedro vira Porco Espinho -Janaina Tokitaka A Última Flor Amarela - Caulos Uma aventura do Velho Baobá -Inaldete Pinheiro de Andrade Da Minha Janela Otávio Júnior Omo-oba: Histórias de princesas e príncipes -Kiusam de Oliveira Quanta África tem no dia de alguém? Fernanda Fernandes Talentos do Coração -Andriw Quadro 2– Produção cenário /oficinas 6 (seis) Wind Banner 70x260 cm 3– Compra de umidificador de ar portátil 3 unidades para aromatizar o espaço 4-Compra de 3 indumentárias africanas para os personagens contadores dos itans 5– Compra de 3 tapetes azul 1 branco 200x200m 6– Compra 2 Tapete em Lona 2,50x2,00mt Areia Da Praia 7– Compra 1 Tapete Em Lona 3,00x1,70mt 8– Compra 1 ROLO FECHADO 100M² - CARPETE Sintético 9– Compra 12 Un ALMOFADA AFRICANAS 45CM X 45CM 10– Compra de 4 un ALMOFADA Bianca 45CM X 45CM 11– Impressão molde vasado 1000 un 12– Compra de material didático oficinas: 13- Compra de 1 banners 200x200 e 1 Suporte 2,15m Lápis de cor 160 un Lápis de cera 30 un Lápis preto 72 un Caneta esferográfica 50 un Tesoura escolar 60 un Tesoura de tecido 4 un Grampeadeira 3un Grampo 8 cx Grampeador grande 2 un Grampeador pequeno 3 un Tesoura para corte de flor 2 un Feltro preto 10m Cartolina 180g 50 un Papel cartaz 20 un Papel sulfite A4 1000 fl Papel ofício A4 1000 fl Tinta Guache 250g 21 Un Tinta PVA 40 Un 10 Telas De Pintura 50x70 Pincel escolar Nº4 30 Un/Nº24 30 Un

Objetivos

Promover os Festejos de Iemanjá como promotor de manutenção do legado cultural dos povos de tradição, mantendo as festas populares de Balneário Pinhal, com foco na influência das tradições culturais dos Terreiros,visando um olhar atento a diversidade cultural, através de mostra de artesanato,produtos culinários tipicos, produção de oficinas como fomento a qualidade educacional e ampliação ao acesso a espaços dignificados para o evento de nossa comunidade local. Especificamente : I - Realizar a abertura dos Festejos de iemanjá no Litoral Norte com a Chegada de Iemanjá Eci em Balneário Pinhal se deslocando até a capital das praias Tramandai, passando por vários município visinho através de carreata procissão, anuciando o inicio dos festejos de iemanjá com fogos de artificios luminosos e Banho de Cheiro _ Águas de Oxalá, envolvendo o coletivo religioso e simpatizantes com a entrega de presentes a nossa Iemanjá a mãe dosfilhos peixes guardião dos Salva Vidas, pescadores e todos os seus devotos na intenção de levar o público alvo a refletir acerca de sua trajetória de vida,resultando na descoberta que possuiu um projeto mítico social e politico de vida cidadã; II - Conhecer aspectos culturais das produções artísticas afro-brasileiras atravé de mostra de artesanato, arte sacra, demostração e distribuição de receitas típicas da culinária africana, preservação das ervas nativas e utilizadas no comsumo diário e produzidas na natureza livre e nos terreiros, visitação pública ao longo da Rua Coberta; III _ Desenvolver a comunicação através da leitura e expressão corporal trazendo à luz a cultura afro-brasileira que se faz desconhecida na sua totalidade nesta comunidade, apresentando o sacro através das oficinas que se destinam a prática de produção de água de cheiro, contação de itans relativo à Senhora das Águas, produção das bonecas abayomi como amuleto simbulo da resistência, tradição e do poder feminino. Roda de conversa - O Sacro e Legado - Público alvo: Crianças, Jovens e adulto, 20 Vagas por oficina; IV _ Conhecer a historia dos povos tradicionais através dos itans e produção do seu próprio itan, Despertando a ludicidade e o desejo pelo belo contido na arte que brota força mágistica. Produção de Mascaras: As máscaras além, de produzirem um significado místico foi adereços obrigatórios em função da pandemia, usar a arte com incentivo lúdico ao uso e se apropriar do conhecimento sobre este importante artefato usado na arte africana e grega, tem como foco central a produção de mascaras e contação de história para crianças do Ensino Fundamental Anos Iniciais comportando 25 vagas.; V - Realizar Seminário no dia 20 de novembro, como culminância da Semana da Consciência Negra e rodas de conversa nas escolas do Município atendendo público variado em turnos específico através de imerções em temáticas específica a Crianças, Jovens e adulto Ensino Fundamental e Médio. especificação do calendário com as escolas durante o período já sinalizado.

Justificativa

O Egbé Ilê Omo Omidewá Àsé Oyá Aguerewá, tem sua atividades culturais voltada a manutenção da educação e do legado artístico dos povos de tradição de matriz africana. As atividades tem a finalidade de dar conhecimento a comunidade local da herança cultural que os afro-brasileiros contribuíram de forma rica na formação da cultura artística do povo brasileiro. Entendemos que as ações promovidas pelo Egbé Ilê fortalece a permanência de nossas memórias fortalecendo as raízes de nossa gente.Pretendemos neste projeto, promover ações permanentes para manter o legado cultural dos povos de tradição, na intenção de garantir a manutenção da educação que visa sua qualidade com olhar a diversidade cultural de nossa comunidade. Especificamente objetivamos estimular a reflexão do público alvo a rever sua trajetória de vida e visualizar que como sujeito possui um projeto mítico social e politico de vida e a contribuição preciosa que este traz a sua comunidade e as pessoas de seu entorno social. Conhecer aspectos culturais e a diversidade das produções artísticas de outras culturas, no nosso entendimento garante acessibilidade e leva o participante a compressão da obrigatoriedade social de respeitar as diferenças, mas o que não é conhecido dificulta a compreensão do grande coletivo. Buscamos para tanto o apoio na literatura africana que traz em seus intãs (contos) o conhecimento da historia deste povo, bem como ensinamentos éticos e morais que contribuem para o desenvolvimento das relações sociais mais harmônicas, facilitando a comunicação, a expressão corporal característica de cada etnia e individual do sujeito. Nossa intenção está em incentivar a leitura, pois entendemos que esta ação aumenta a integração e permitir que um número maior de pessoas possa brincar e explorar novos conhecimentos e todo o potencial que o contato com o mercado cultural pode contribuir para sermos sujeitos melhores.Sabedores que os projetos possuem um tempo que determina, o inicio, meio e fim, a permanência deste em especifico tem seu produto duradouro, por termos objetivos com características e finalidades que nos garante ações diversificadas que o manterá vivo. Neste primeiro momento nos propomos a executar as seguintes açõesem nossa contrapartida social: Promover a execução de oficinas durante a festa popular e tradicional de Nossa Senhora dos Navegantes e homenagem a grande Mãe Iemanjá. Festividade que consta no calendário anual como feriado nas localidades de lagos, rios e mar. Conta a lenda que antigamente, tínhamos uma lei que não permitia os escravos ou negros frequentar a igreja. Então, um padre em desacordo juntou dia de Iemanjá com a Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Conceição tudo no dia 2 de fevereiro e hoje, esta é nossa motivação de manter viva a tradição dos festejos de iemanjá na cidade de Balneário Pinhal, iniciamos nossas ações em de janeiro com chegada de Iemanjá Eci no Litoral Norte, que vai em procissão ao Município de Tramandaí capital das praias dando abertura aos festejos a Iemanjá, que se expande a todos os Municípios do nosso litoral. Pontuando especificamente o calendário do nosso Município de Balneário Pinhal em fevereiro junto com o coletivo religioso de matriz africana de nossa comunidade realizamos a abertura dos festejos a grande deusa das águas Iemanjá com Banho de Cheiro, oficinas voltada ao público infantil supracitada, apresentação de artesanatos religiosos e locais ao longo da Rua Coberta, fechando as atividades do dia com a Procissão a pé pela Avenida Castelo Branco em direção a Praia cruzando o Osso da Baleia com toque de Umbanda com entrega de presentes a nossa Iemanjá a mãe dos filhos peixes guardião dos Salva Vidas, pescadores e todos os seus devotos. No segundo dia realizamos Banho de cheiro e oficinas no Parque Cidadão ponto de concentração para largada da carreata de Encerramento dos Festejos de Iemanjá no Litoral Norte. E para tanto nossa intenção é ofertar para as crianças, jovens e adultos o contato com arte sacra, literatura e produções artesanais, conto e dança. E por não ter ações desta formatação ao longo do ano civil o projeto visa não ter seu fim nestes momentos especificados acima, um total de dez (10) dias, ao longo do ano, envolvendo palestras, oficinas distribuídas em 2 dias na semana da criança em outubro e 5 dias no mês de novembro durante a semana da Consciência Negra e 1 dia em janeiro e 2 dias em fevereiro. É no fazer fazendo que o próprio feito se faz é nosso dever não deixar a chama apagar. Justifica-se o projeto para resgatar a fé e a materialidade perdidas em função das águas que nos atingiram,pois é preciso trazer a luz que o sagrado não é punitivo, mas um renovador do que está estagnado, nos remete a renovação e restauração de nossos bens imateriais e materias.

Estratégia de execução

Diante das perdas e abalos sofridos pela enchente em nossa cidade realizar os Festejos de Iemanjá traz a comunidade de Balneário Pinhal um momento de reconexão com o sagrado, promovendo a cultura local. O Projeto está na sua oitava edição e a captação deste recurso dará mais qualidade ao evento e ampliação do público – alvo. Salientamos que é nosso primeiro ingresso na Lei Rouanet.

Especificação técnica

8º Festejos As areias Que me Banham a Senhora das Águas Iemanjá Os Festejos têm visitação livre nos dois dias do evento, com abertura às 9h e fechamento às 24h. Credenciamento para as oficinas promovidas ao longo do ano pelo Seminário 20 de Novembro, promotor da mostra de trabalhos realizados durante a itinerância do projeto. O ato oficial de abertura contém protocolo oficial, apresentação cultural, momento de oração e agradecimentos pela Paróquia Santo Antônio, Ilê Asé Omidewá e Ilê Asé Omo Omidewá Aguerrewá. Simultaneamente abriram e fecharam as bancas de artesanato local, artesanatos africanos, elementais religiosos, flores, perfumes, alimentação típicas africanas, agricultura familiar, mel, peixe, Exposição de arte, fotografia. O Banho de Cheiro acontecerá em dois locais: Rua Coberta e Praça central Magistério. Tendo seu fechamento com a Procissão das Luzes e romper dos atabaques de umbanda no primeiro dia e segundo dia ,Procissão de Encerramento dos festejos de Iemanjá no Litoral Norte. Evento duração: 2 dias Horário: 9h às 24h Bancas:10 Apresentação cultural: 01 Celebração Ecumênica: 01 Banho de cheiro: 02 Procissão:2 Oficina: 05 Oficina de Emersão:01 Sessões de oficineiro de Emersão: 06 Sessões de oficineiros de contação de itans (história): 48 (08 apresentações por oficineiro) OFICINAS 1º e 2º Dia Emersão – Apresentação permanente durante o evento – Abertura Portal de Entrada Manhã 9h Tarde 14h Grupo 4 - faixa etária livre CONTAÇÕES DE ITANS (HISTÓRIAS) Apresentação de 04 sessões de contações de itans (histórias ) distribuída ao longo de 2 dias no evento realizadas nos turnos da manhã e tarde com seis oficinas simultâneas em dois tempos de 1h de duração atendendo o público em suas faixas etárias distintas, distribuídas na responsabilização de aplicação entre 5(cinco) oficineiros. 9h30min às 10h30min -14h30min às 15h30min - Oficina 1 – As areias que me banham – A Senhora das Águas Iemanjá Da Minha Janela Otávio Júnior Oficineiro 1 Grupo 2 - faixa etária (9 aos 12 ) 10h30min às 11h30min - 15h30min às 16h30min Oficina 1 – As areias que me banham – A Senhora das Águas Iemanjá Quanta África tem no dia de alguém? Fernanda Fernandes Oficineiro 1 Grupo 2 - faixa etária (9 aos 12 ) 9h30min às 10h30min - 14h30min às 15h30min - Oficina 2 - Bonecas Abayomi Resistência, Tradição – O Poder Feminino - Omo-oba: Histórias de princesas e príncipes -Kiusam de Oliveira Oficineiro 2 Grupo 1 - faixa etária (6 aos 8 ) 10h30min às 11h30min - 15h30min às 16h30min - Oficina 2 - Bonecas Abayomi Resistência, Tradição – O Poder Feminino - Omo-oba: Histórias de princesas e príncipes -Kiusam de Oliveira Oficineiro 2 Grupo 1 - faixa etária (6 aos 8 ) 9h30min às 10h30min - 14h30min às 15h30min - Oficina 3 - O Sacro e Legado Cultural do Povo Negro. Diálogo - Títilọ(Movimento) - A Última Flor Amarela – Caulos Oficineiro 3 Grupo 3 - faixa etária (13 aos 16) 10h30min às 11h30min -15h30min às 16h30min - Oficina 3 - O Sacro e Legado Cultural do Povo Negro. Diálogo - Títilọ(Movimento) - A Última Flor Amarela – Caulos Oficineiro 3 Grupo 3 - faixa etária (13 aos 16) 9h30min às 10h30min - 14h30min às 15h30min - Oficina 4 - A Máscara – As Riquezas do Saara – Produção e pintura - Meu Ori - Gilberto M Soares Oficineiro 4 Grupo 2 - faixa etária (9 aos 12 ) 10h30min às 11h30min -15h30min às 16h30min - Oficina 4 - A Máscara – As Riquezas do Saara – Produção e pintura - Talentos do Coração -Andriw Quadro Oficineiro 4 Grupo 1 - faixa etária (6 aos 8 ) 9h30min às 10h30min - 14h30min às 15h30min - Oficina 5 - Ler no ilê é conhecer o Aiyê- Uma aventura do Velho Baobá -Inaldete Pinheiro de Andrade Oficineiro 5 Grupo 1 - faixa etária (6 aos 8 ) 10h30min às 11h30min -15h30min às 16h30min - Oficina 5 - Ler no ilê é conhecer o Aiyê - Pedro vira Porco Espinho -Janaina Tokitaka Oficineiro 5 Grupo 2 - faixa etária (9 aos 12) Público-alvo: crianças, Jovens, adultos e professores SEMINÁRIO 20 DE NOVEMBRO O Seminário 20 de Novembro é promotor de ações culturais que objetiva dar conhecimento da cultura do povo negro por intermédio de seus mantenedores os Terreiros. Desta forma dispomos de um projeto pedagógico configurado através de oficinas de sensibilização, informação e práticas lúdicas com momentos literários, pintura, escultura produções artísticas como resultado da emersão nesta cultura um tanto distanciada das crianças, jovens e adultos. O Seminário 20 de Novembro, vem para realizar uma intervenção no currículo escolar trazendo suporte pedagógico aos professores que buscam atender as exigências legais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que estabelece os conteúdos mínimos que devem ser trabalhados na Educação Básica, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. A BNCC define as competências, habilidades e aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver. A Lei nº 10.639/03, de 9 de janeiro de 2003, é a lei que exige o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio. A lei altera a Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. A Lei nº 11.645/08, de 10 de março de 2008, também tornou obrigatório o ensino da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio. A Lei 10.639/03 também instituiu o Dia da Consciência Negra no calendário escolar, no dia 20 de novembro. Apesar da lei, especialistas afirmam que o ensino da história e cultura afro-brasileira ainda enfrenta desafios para ser posto em prática. Alguns dos desafios são: Falta de formação de professores antirracistas ;Educação eurocêntrica ainda enraizada nas escolas; Assunto tratado com superficialidade e estereótipos; Falta de apoio na formação dos professores. Mas no que tange atender as Leis, está claramente presente um grande acanhamento em sua aplicabilidade, numa prática pouco ou nenhuma qualificação para tal. O projeto de oficinas promovidas ao longo do ano como parte fundamental do Seminário 20 de Novembro nos traz a certeza que podemos atingir mais público do que somente em um dia instituído por lei nos calendários escolares. Nossa intenção é informar dar um lume sobre este ponto da cultura brasileira, como se diz em yoruba Títilọ (Movimente-se), esta é nossa maior ação que podemos realizar para gerações futuras que é não deixar a chama de nossa cultura apagar. - Realização de 06 palestras para professores do ensino infantil da rede pública de educação Obs.: Os palestrantes e apresentação cultural do produto Seminário, os contadores de histórias e grupo teatral do produto Oficina e os instrutores de oficinas somente serão contratados após a provação do projeto e captação de recursos.

Acessibilidade

Nos propomos a utilizar a Rua Coberta que possui toda uma estrutura acessivel, com banheiros reampas, guias tateis bem como os espaços escolares que estão devidamente organizados conferme a legislação vigente. Acessibilidade Física.Nos comprometemos a sempre utilizar espaços acessiveis. É importante salientar que temos no litoral em nossa cidade o banho acessivel no mar acompanhado de profissionais, bem como o transporte que fica adisposição durante os eventos que estão no calendário municipal como os festejos de iemanjá.Acessibilidade de Conteúdo iremos garantir através do interprete de libras, telelão com legenda descritiva, vivencias tateis nas oficinas, que permitam o participante obter a comunicação do conteúdo através das sensações do ofato do banho de cheiro, a suavidade das tendas com tecidos sedosos que transmitem a sensão da espiritualidade e bem estar para todos.Tudo conforme planejamento orçámentário.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso é livre e totalmente gratuita a participação nas oficinas, o material didático ficará disponivel nas rede social do ilê you Tube

Ficha técnica

Eliete de Lucena Leão Sacerdote dirigente do Ilê Omo Ásé Omidewá Aguerrewá O proponente realizará a função de Gestão Geral no projeto, sendo também responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/8100648288017546ID Lattes: 8100648288017546Possui graduação em LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA pela Faculdade de Filosofia N.Sª. da Imaculada Conceição (1998). Pós-Graduação Lato Sensu em Educação: Espaços e Possibilidades Para a Educação Continuada - Modalidade a Distância - CPRaD. do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense. Fazendo jus ao certificado de Especialista em Educação pelo IFSUL. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em SUPERVISÃO ESCOLAR, atuando principalmente nos seguintes temas:Planejamento curricular, coordenação de grupos de estudos para implementação de projeto de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais a nas classes regulares de ensino, professora de filosofia do ensino médio. Elisabete Picoli de Lucena - Ialorixá Bete Omidewá Realizará a função de coordenar as ações litúrgicas do projeto Possui graduação em LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA pela Faculdade de Filosofia N.Sª. da Imaculada Conceição. Especialista em Educação com ênfase em orientação escolar. Diretora da escola indígena, palestrante de temas relativos à intolerância religiosa e inclusão de alunos em vulnerabilidade social, coordenadora do Programa E Agora Terreiro e Cafezinho do Batuqueiro progamas de relevância social. Marcos Vinicios de Lucena Leão Omorixá responsável pelas midias do Ilê. Realizará a função de coordenador das contratações e acompanhamento da equipe de midias necessárias para o evento, motagem de palco, luzes, som. Acadêmico de Licenciatura em Filosofia na universidade Federal de Pelotas 8º semestre. Cursos de extensão em mídias, programação, digitação, ministrou curso de inclusão digital para idosos na Escola Estadual de Ensino Médio Diogo Penha Osvaldo Braga Netto Omorixá responsável pelo transporte dos membros do Ilê . Realizará a função de coordenar os demais motoristas e contratação e locação de transportes, entrega dos oficios de solicitação de fechamento e acompanhamento da procissão, apresentação da rota aos orgãos oficiais. Possui formação de nível médio e pós médio na área da saúde, técnico do DAER/RS aposentado, motorista profissional credenciado

Providência

PROJETO ARQUIVADO.