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O projeto visa produzir uma exposição fotográfica que retrata a história velada de mulheres que sofrem com endometriose, por meio de imagens sensíveis e artísticas que irão dar vozes e espaço de escuta para dores invisíveis.
§ Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é sensibilizar a sociedade e aumentar a conscientização sobre a endometriose, dando visibilidade às histórias e dores invisíveis das mulheres que sofrem com a doença. Através de uma exposição fotográfica o projeto busca promover empatia e criar um espaço de escuta e apoio para essas mulheres. O projeto se enquadra nos itens abaixo relacionados do artigo 3º. do Decreto 11.453 de 23/03/23: V. Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; § Objetivos Específicos:Para alcançar os objetivos do projeto serão realizadas as atividades abaixo listadas: As atividades propostas são: 1. Exposição Meta: Produzir e exibir uma série de no mínimo 30 fotografias em preto e branco com intervenções em vermelho, retratando a vida e as dores das mulheres com endometriose. A exposição deve apresentar além das fotografias, textos e expografia que ambiente as obras com uma proposta atrativa ao expectador.Período de exibição: 1 mês
A endometriose é uma condição médica crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, muitas vezes com consequências devastadoras para sua saúde física e emocional. No entanto, apesar de sua prevalência, a endometriose ainda é pouco compreendida e frequentemente diagnosticada tardiamente, resultando em anos de sofrimento silencioso para as mulheres afetadas. A exposição fotográfica e a programação paralela do projeto têm como objetivo sensibilizar o público e aumentar a conscientização sobre a endometriose, trazendo à luz as histórias e as dores das mulheres que vivem com essa condição. A visibilidade gerada pelo projeto pode ajudar a combater o estigma e a desinformação que cercam a doença. Ao dar voz às mulheres que sofrem com endometriose, o projeto proporciona um espaço de escuta e empoderamento. Através das fotografias e das atividades complementares, essas mulheres têm a oportunidade de compartilhar suas experiências e encontrar solidariedade e apoio em uma comunidade mais ampla. Isso não só alivia a sensação de isolamento, mas também fortalece a rede de apoio e promove a autoestima das participantes. A exposição visa ampliar o olhar para o feminino e suas questões, buscando nas artes a sensibilidade para promover o encontro com os desconfortos e desafios da vida das mulheres. A abordagem artística do projeto, utilizando fotografias com intervenções visuais, oferece uma forma única e poderosa de comunicar a experiência da endometriose. A arte tem a capacidade de tocar as pessoas em um nível profundo e emocional, criando um impacto duradouro. Além disso, a programação cultural paralela diversificada cria um espaço de troca e experiência que contribui para a vitalidade cultural da comunidade, proporcionando acesso a eventos artísticos e educativos de alta qualidade. Em resumo, o projeto é uma iniciativa vital que combina arte, educação e empoderamento para abordar uma questão de saúde feminina muitas vezes negligenciada. Sua importância reside não apenas em aumentar a conscientização sobre a endometriose, mas também em proporcionar um espaço de apoio e voz para as mulheres que vivem com essa condição.O incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental na obtenção de recursos para promoção de uma atividade desse porte ser oferecida de forma totalmente democrática e gratuita, unindo arte e conscientização.Acreditamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91):II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
1. Exposição Acessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislação - Item orçamentário: Locação de espaço Acessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição - Item orçamentário: Audiodescrição Acessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras - Item orçamentário: Intérprete de libras
A exposição será aberta ao público e gratuita. As medidas de acesso seguirão conforme descrito abaixo: 1. Exposição Medida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral 1. Mosaico Educação e CulturaMosaico Educação e Cultura Ltda. é uma empresa inovadora dedicada a promover a educação e a cultura por meio de projetos diversos, com foco em desenvolvimento social, cultural e esportivo. Atuamos em áreas que vão desde o planejamento e coordenação de projetos educativos até a produção e direção de conteúdos audiovisuais para cinema, TV e internet. Também oferecemos serviços de distribuição, exibição e pós-produção audiovisual, além de realizar eventos culturais, oficinas e espetáculos artísticos. Com uma equipe especializada, a Mosaico Educação e Cultura combina expertise técnica e criatividade para levar iniciativas culturais transformadoras a diferentes públicos e contextos, sempre com o compromisso de gerar impacto positivo e acessível na sociedade. 2. Janaina Bastos Soares – Coordenação GeralJanaina Bastos Soares é uma educadora social, professora e antropóloga apaixonada por educação, cultura e desenvolvimento sustentável. Com formação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e uma licenciatura em Sociologia, Janaina também possui especialização em História, Arte e Educação nos Museus Paulistas.Com uma sólida base educacional, ela complementou sua expertise com capacitações, incluindo "Diseño y gestión de políticas de formación y apoyo al empleo para el mejoramiento de la empleabilidad, la calidad y la equidad en la atención de la economía informal, MYPE y grupos vulnerables," uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), CINTEFOR e ONU, que concluiu em 2010.Ao longo de sua carreira de 16 anos, Janaina tem sido uma defensora incansável das políticas públicas culturais e projetos socioculturais e educativos. Seu compromisso se destacou durante seu tempo como Coordenadora Executiva Adjunta no Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), onde liderou a implementação de projetos nas áreas de cultura, educação e esportes, colaborando com governos municipais, estaduais, federais e organizações internacionais. Além disso, ela desempenhou um papel central no Monitoramento e Avaliação dos Projetos, baseado em indicadores de resultados.Janaina também é uma educadora ministrando cursos técnicos em Canto, Dança, Regência, Produção Cultural e Eventos na Escola Técnica (ETEC) de Artes desde 2009. Suas disciplinas incluem Produção Cultural e Artística, Contexto Histórico da Produção Cultural no Brasil, Ética e Cidadania, e Planejamento e Desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso.Sua influência se estendeu ao Centro Paula Souza, onde atuou como Coordenadora, liderando projetos especiais, formação e capacitação de professores nas áreas de Artes, Cultura e Cidadania, bem como na implantação do Polo Arte na Escola e coordenação de parcerias institucionais. 3. Camila Alves – Produção executivaCamila Alves é publicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona, atua como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.Atuando há 24 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros, na área esportiva desenvolveu projetos com a Universidade do Futebol, Corpore, ESPN e USP. Entre os projetos de destaque estão: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019 e Unilever Sons do Brasil.Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo.Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora dos projetos Caos on Canvas (artes visuais) e Cinefantasy (mostra de cinema fantástico), coordenadora do Festival Coletivo Pink (Outubro Rosa 2019 – Casa das Rosas). 4. Graziela Fraccaroli - FotógrafaGraduou-se em Desenho Industrial com especialização em Comunicação Visual na Faap.Atuou por muitos anos como diretora de arte e diretora de criação no mercado publicitário. Desde 2016 se dedica a fotografia comercial e autoral, participando de diversos cursos e grupos de estudos. Procura refletir em sua prática artística o seu olhar sobre as formas da natureza, o universo feminino, a passagem do tempo, sempre buscando a transformação, a liberdade e experimentações variadas em seu processo criativo. Em 2021 publicou o livro Revoada, lançado pelo Fotô Editorial. Participou de exposições Coletivas e em 2023 foi selecionada para a projeção no Festival de Arles ONOFF (Arles/França). 5. Carolina Krieger - Curadora Vive e trabalha em Camboriú, SC. É artista visual e fotógrafa autodidata. Trabalha com fotografia, imagens do seu álbum de família e colagem manual.Prêmios: “Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia”(2024), “Prêmio Pierre Vergerde Fotografia” (2021), artista indicada ao “Prêmio PIPA” (2022), “Prix Foto Aliança Francesa | Menção honrosa” (2023), “Prêmio Brasil Fotografia” (2013). Exposições Individuais: “Língua Gêmea”- mostra realizada com a poeta Isadora Krieger - Biblioteca Mário de Andrade – São Paulo, SP (2022), “O Espelho do Avesso” - Lianzhou International Photo Festival - China (2013), “O Espelho do Avesso” - Galeria Ateliê̂ Aberto - Campinas, SP (2012). Exposições Coletivas: “Projeções Brasil Imprevisto”- Festival ONOF – Les Recontres d’Arles - Arles, França (2023), “O mais profundo é a pele”- Galeria Belizário - São Paulo, SP (2023), “Constelações, intermitências e alguns rumores”- Zipper Galeria- São Paulo, SP (2015), “VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia” – Belém, PA (2015), “PHotoEspaña Descubrimientos” - Madrid (2014). Residências Artísticas: “Vivência Foto Síntese” com Eder Chiodetto – Fazenda Serrinha, SP (2021), “Ateliê̂ ENA” com Eustáquio Neves - Diamantina, MG (2014). Leituras de portfólio: "Festival Photothings" (2023) , "Maratona de Edição Lombada"- Maré Foto Festival (2021), "IV Fórum Latino-Americano de Fotografia/SP" (2016), "Trasaltántica PHotoEspaña" São Paulo (2013). 6. Fabiana Bruno - CuradoraÉ doutora em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicampe pós-doutora em Antropologia Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanase pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP. É pesquisadora e coordenadora adjunta do LA’GRIMA-IFCH/Unicamp (Laboratório Antropológico de Grafia e Imagem)e pesquisadora colaboradora do Departamento de Antropologia do IFCH/Unicamp.É curadora e editora e atua em projetos de fotolivros com a Fotô Editorial, em São Paulo, onde coordena e orienta grupos de estudos em fotografia contemporânea. Entre suas curadorias mais recentes está a exposição Coração na Aldeia, Pés no Mundo, de 22 artistas indígenas e não-indígenas, curadoria compartilhada com Fabiane Medinada Cruz, no Sesc Piracicaba, 2022-2023; A Deusa Linguagem em parceria com o curador Eder Chiodetto, na Galeria Vermelho, em 2023; Fábulas de Arquivos - entre feitiços e metamorfoses, com o pesquisador colombiano Oscar Guarín Martinez, no Ateliê̂ Casa, em 2022; e Arquivos órfãos: poéticas de adoção e re-existências de imagens, com curadoria individual, no MACC-Museu de Arte Contemporânea de Campinas, em 2019. Integrou a equipe de Consultoria e Formação do Educativo Sesc durante a exposição Levantes, de Georges Didi-Huberman, no SESC Pinheiros, SP, em 2017. É uma das fundadoras e coordenadora de projetos curatoriais do ACHO – Arquivo Coleção de Histórias Ordinárias, em Campinas, acervo que reúne cerca de 20 mil fotografias anônimas, recolhidas do lixo urbano pela ação conjunta com catadores de reciclados, destinado à adoção de artistas e pesquisadores.
PROJETO ARQUIVADO.