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PRONAC 2414865Expirado o prazo de captação totalMecenato

Nas Batalhas Teens

EDUARDO RODRIGUES SANTOS
Solicitado
R$ 253,9 mil
Aprovado
R$ 253,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-04-01
Término
2026-04-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Na Batalhas Teens" busca impactar crianças, adolescentes e jovens de áreas periféricas de São Paulo por meio da cultura Hip Hop e danças urbanas, fortalecendo a identidade afrodiáspora e promovendo valores como diversidade e inclusão. Envolve a capacitação de jovens em danças urbanas, a produção de um espetáculo, e a realização de dois grandes eventos de dança com batalhas e apresentações. O projeto visa também criar conteúdo audiovisual para engajamento nas redes sociais, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento social e cultural dos participantes.

Sinopse

1. Seminários e Rodas de ConversaAssunto: Discussões sobre cultura Hip Hop, resistência afro-diaspórica, diversidade de gênero, representatividade feminina e LGBTQIAPN+ nas danças urbanas e na cultura de rua.Objetivo: Estimular reflexões e diálogos sobre identidade, inclusão social e direitos humanos. Especialistas e ativistas compartilharão experiências e abrirão espaço para troca com o público.Classificação Indicativa: Livre. 2. Oficinas de Graffiti e Danças UrbanasAssunto: Aulas práticas de graffiti e estilos de dança urbana como Breaking e Hip Hop, abordando tanto a técnica quanto o contexto cultural dessas expressões artísticas.Objetivo: Capacitar os participantes nas técnicas artísticas, ao mesmo tempo em que se promove a valorização da cultura urbana e da identidade pessoal e coletiva.Classificação Indicativa: 10 anos. 3. Espetáculo de Dança "Nas Batalhas Resistência"Assunto: Apresentação de um espetáculo de danças urbanas que explora temas de resistência, identidade racial e diversidade de gênero, representando a força e a inclusão presentes no Hip Hop.Objetivo: Proporcionar uma experiência artística que valorize a diversidade e promova a reflexão sobre a importância da cultura Hip Hop como movimento social transformador.Classificação Indicativa: Livre. 4. Mostra Virtual e Transmissões OnlineAssunto: Exibição de vídeos e transmissões ao vivo dos eventos e atividades do projeto, incluindo apresentações de dança, rodas de conversa e performances, para ampliar o acesso ao público remoto.Objetivo: Democratizar o acesso às atividades, permitindo que pessoas de diferentes regiões acompanhem e participem da proposta cultural.Classificação Indicativa: Livre. 5. Aulas AbertasAssunto: Aulas abertas de danças urbanas e ritmos populares brasileiros, introduzindo o público a diferentes estilos e técnicas de dança com ênfase no aprendizado inclusivo.Objetivo: Engajar a comunidade local e ampliar o acesso à dança como prática cultural e de lazer, incentivando a participação de pessoas de todas as idades e contextos sociais.Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

O projeto visa a criação de um grupo da nova geração Nas Batalhas, que será capacitado em danças urbanas por diferentes professores, culminando na produção de um espetáculo de danças para circulação em eventos. Além disso, pretende-se promover dois eventos de danças urbanas, cada um com batalhas em nossas categorias diversas e únicas de batalhas allstyle, apresentações de grupos convidados, DJs, MCs e grafiteiros, com capacidade para até 500 pessoas. A criação de diversos vídeos para divulgação nas redes sociais complementam a estratégia de alcance e engajamento do público-alvo. Com uma duração de 12 meses e um orçamento de 200.000,00 o projeto busca fomentar a cultura urbana e oferecer oportunidades de desenvolvimento e expressão para os crianças, adolescentes e jovens participantes. Objetivos Específicos: 1. Capacitar o Grupo da Nova Geração Nas Batalhas: - Desenvolver e aplicar junto ao nosso coordenador pedagógico uma sequência didática com orientações sobre direitos humanos e interseções presentes em seus cotidianos. - Contratar diferentes professores especializados em danças urbanas para ministrar workshops e aulas ao grupo. - Desenvolver as habilidades dos participantes visando a criação de um espetáculo de danças de alta qualidade. 2. Produzir e Apresentar Espetáculos de Danças Urbanas: - Planejar e executar a produção de um espetáculo de danças urbanas com o grupo capacitado. - Realizar a circulação do espetáculo em eventos locais e regionais, proporcionando visibilidade aos talentos emergentes. 3. Promover Dois Eventos de Danças Urbanas: - Organizar e promover dois eventos de danças urbanas, incluindo batalhas, apresentações de grupos convidados, DJs, MCs e grafiteiros. - Garantir a infraestrutura necessária para receber até 500 pessoas em cada evento, proporcionando uma experiência memorável para o público. 4. Produzir Vídeos para Divulgação nas Redes Sociais: - Criar e editar vídeos de qualidade que destaquem as performances do grupo e os momentos-chave dos eventos. - Compartilhar os vídeos nas redes sociais para ampliar o alcance do projeto e engajar a comunidade online. 5. Gerenciar o Orçamento de Forma Eficiente: - Elaborar um plano de gastos detalhado e monitorar o uso dos recursos de forma a maximizar o impacto do investimento. - Buscar parcerias e patrocínios adicionais para complementar o orçamento disponível, garantindo a viabilidade financeira do projeto. Ao estabelecer objetivos específicos claros e mensuráveis, o projeto terá uma direção definida e poderá acompanhar seu progresso de forma eficaz, garantindo a realização bem-sucedida de suas metas e contribuindo para o seu impacto positivo na comunidade.

Justificativa

A cultura Hip Hop, em especial as danças urbanas, desempenhou um papel fundamental em nosso desenvolvimento pessoal e das comunidades espalhadas pelo mundo, moldando nossa visão de vida e fortalecendo nossa identidade como indivíduos oriundos de comunidades periféricas. Essa vivência nos impulsionou a valorizar nossas origens, a celebrar quem somos e a reconhecer a riqueza de nossa cultura, tornando-nos pessoas engajadas e comprometidas com o bem-estar de nossas comunidades. Além disso, a cultura Hip Hop nos inspirou a buscar uma formação educacional, social e profissional que pudesse contribuir para o nosso crescimento pessoal e para o desenvolvimento de nosso entorno. Ao considerarmos a importância dessa experiência em nossas vidas e diversas comunidades, reconhecemos o potencial transformador que a cultura Hip Hop e as danças urbanas podem ter em nosso território. Acreditamos que ao oferecer oportunidades semelhantes para os jovens de nossa comunidade, estaremos não apenas compartilhando os benefícios que recebemos, mas também colaborando para o fortalecimento e a valorização de nossa região. Nossa motivação em realizar este projeto está enraizada na convicção de que as danças urbanas não é apenas uma forma de expressão artística e também hoje esportiva, mas também uma ferramenta poderosa para o empoderamento e para a promoção de valores como respeito, diversidade e inclusão. Ao proporcionar acesso a capacitação em danças urbanas, bem como a oportunidade de participar de eventos culturais significativos, almejamos inspirar os jovens de nossa comunidade a explorar seu potencial, a expressar sua criatividade e a se tornarem agentes de mudança positiva em seu entorno. Dessa forma, acreditamos que este projeto não apenas ressoa com nossa própria jornada pessoal, mas também se alinha com as necessidades e aspirações de nosso território, oferecendo uma plataforma para o crescimento, a valorização e a celebração da cultura local. Estamos confiantes de que ao investir na promoção das danças urbanas e na cultura Hip Hop, estaremos contribuindo para o enriquecimento da vida de nossa comunidade e para a construção de um ambiente mais inclusivo, diverso e equânime para todos os participantes

Estratégia de execução

Para agregar valor aos patrocinadores e destacar sua contribuição ao projeto , propomos uma série de contrapartidas estratégicas, que visam fortalecer a imagem da marca e criar um engajamento positivo junto ao público-alvo. Abaixo estão algumas sugestões: 1. Visibilidade da MarcaLogotipo nos Materiais de Divulgação: Inclusão da marca patrocinadora em todos os materiais impressos e digitais do projeto, como flyers, cartazes, camisetas dos participantes, vídeos e posts em redes sociais.Presença em Banners e Estrutura dos Eventos: Colocação de banners e materiais visuais com o logotipo da marca nos locais onde ocorrerão os eventos e atividades, como espetáculos, oficinas e rodas de conversa. 2. Citação e Agradecimento em Redes Sociais e Plataformas DigitaisAgradecimentos Públicos: Agradecimento aos patrocinadores em postagens nas redes sociais, durante as transmissões ao vivo dos eventos e nas mostras virtuais, dando destaque ao apoio fundamental que a marca proporcionou para a realização do projeto.Posts Específicos de Patrocínio: Publicações dedicadas a apresentar a marca patrocinadora ao público, explicando a importância de sua contribuição para a cultura urbana e o desenvolvimento social. 3. Participação e Interação nos EventosEspaço Exclusivo para Ativação da Marca: Disponibilização de um espaço nos eventos para a ativação de marca, onde a patrocinadora poderá realizar ações de interação direta com o público, como distribuição de brindes, demonstrações de produtos ou serviços, e coleta de contatos para marketing.Presença no Espetáculo e em Ações Paralelas: Convite para representantes da marca participarem dos eventos, incluindo os espetáculos e as oficinas abertas, promovendo interação e engajamento direto com o público. 4. Direito de Uso de Imagens e VídeosAcesso ao Conteúdo Produzido: Disponibilização de fotos e vídeos do evento para que a marca possa utilizar em suas campanhas, como forma de associar sua imagem ao projeto cultural e às ações de impacto social.Depoimentos de Participantes: Fornecimento de depoimentos em vídeo de participantes que reforcem a importância da marca patrocinadora na realização das atividades. 5. Relatório de Impacto e VisibilidadeRelatório Final: Entrega de um relatório com métricas de impacto do projeto, incluindo o número de participantes, alcance nas redes sociais, e o engajamento da comunidade. Esse relatório será uma ferramenta para a marca medir o retorno de sua contribuição e o impacto social alcançado. Mídia Espontânea: Compartilhamento de resultados de mídia espontânea e repercussões na imprensa, garantindo ao patrocinador transparência e visibilidade do alcance do projeto.Essas contrapartidas oferecem ampla exposição e oportunidades de engajamento direto, associando a marca patrocinadora a uma iniciativa de transformação social e cultural relevante, beneficiando a comunidade e promovendo a valorização da cultura urbana e da diversidade.

Especificação técnica

"Proposta Pedagógica para o Projeto “Nas Batalhas” IntroduçãoA proposta pedagógica do projeto “Nas Batalhas” busca desenvolver e fomentar a cultura Hip Hop e as dançasurbanas como ferramentas pedagógicas de transformação social e emancipação cultural. Através de umaabordagem que envolve oficinas, rodas de conversa, batalhas e mostras culturais, o projeto pretende gerar espaçosde troca de saberes, valorização das identidades periféricas e a promoção de uma educação inclusiva. Com isso,promove-se o protagonismo dos jovens negros, periféricos e LGBTQIA+, ao mesmo tempo que se oferece um espaçoseguro para expressão e desenvolvimento artístico. A. Fundamentos TeóricosA proposta pedagógica será baseada em três eixos principais: Educação Emancipadora, Pedagogia Crítica eEducação para as Artes. Esses eixos são apoiados em referências teóricas que defendem a arte e a cultura comoferramentas para a construção de uma consciência crítica e libertadora.1. Educação Emancipadora:- Inspirada nas teorias de Paulo Freire, essa abordagem defende que a educação deve libertar o sujeito de suaopressão. Através do Hip Hop e das danças urbanas, o projeto visa criar uma educação dialógica, onde osparticipantes são vistos como sujeitos ativos no processo de aprendizado, trazendo suas experiências para construirconhecimento coletivo.- Paulo Freire argumenta que a educação não deve ser um simples depósito de conhecimento, mas sim um processode libertação, em que educadores e educandos se encontram em uma relação horizontal, trocando saberes erefletindo criticamente sobre sua realidade. No contexto das danças urbanas e da cultura Hip Hop, essa reflexãocrítica inclui a consciência de raça, classe e gênero, que são centrais à vivência das periferias.2. Pedagogia Crítica:- Henry Giroux defende a ideia de que a educação deve estar profundamente conectada ao contexto social epolítico do aluno. A pedagogia crítica aplicada nas atividades desenvolvidas no projeto “Nas Batalhas” visacapacitar os jovens a compreenderem e questionarem as estruturas de poder que moldam suas vidas,especialmente por meio de expressões culturais como a dança e o rap, que historicamente têm sido formas deresistência.- O Hip Hop, neste contexto, é uma ferramenta de resistência e uma prática cultural que ajuda os jovens adesenvolverem uma visão crítica do mundo em que vivem, permitindo-lhes tanto expressar suas angústias quantopropor alternativas de mudança social.3. Educação para as Artes:- A educação artística permite que o indivíduo desenvolva habilidades criativas e críticas ao mesmo tempo emquese reconhece como sujeito social. O projeto se apoia em princípios de educação para as artes, onde asexpressõesculturais urbanas, como a dança, o graffiti, e o rap, são vistas não apenas como manifestações estéticas, mas comoformas de narrativa e construção identitária.- De acordo com Bell Hooks, a arte tem um papel transformador, especialmente quando vinculada a questões deraça, gênero e classe. Para hooks, a prática da arte deve estar ligada à vida cotidiana, sendo uma forma deresistência contra opressões estruturais. O graffiti, as danças e o rap são, portanto, formas de empoderamentocultural. B. Metodologia de EnsinoA metodologia de ensino aplicada no projeto “Nas Batalhas” será baseada em uma abordagem participativa,colaborativa e interdisciplinar, promovendo o diálogo entre educadores e educandos. As atividades propostas serãoguiadas pelos seguintes princípios:- Dialogicidade e Interação: A troca constante de saberes será promovida através de rodas de conversa e oficinas,onde os participantes poderão compartilhar suas experiências e aprender uns com os outros, criando um ambientecolaborativo.- Prática Crítica: Todas as atividades serão fundamentadas na reflexão crítica sobre o contexto social dosparticipantes. As oficinas de MCs, as batalhas de rima, dança e graffiti serão acompanhadas de momentos dereflexão sobre a cultura afro-diaspórica, racismo estrutural, gênero e representatividade.- Educação Inclusiva e Acessível: A proposta educativa do projeto prevê a inclusão de todas as pessoas,independentemente de suas habilidades físicas ou cognitivas, oferecendo acessibilidade com intérpretes de Librase atividades abertas a toda comunidade, respeitando a diversidade cultural e individual dos participantes. C. Objetivos PedagógicosO projeto “Nas Batalhas” tem os seguintes objetivos pedagógicos:1. Promover o desenvolvimento artístico e técnico nas danças urbanas e no graffiti, oferecendo ferramentas paraque os participantes possam aprimorar suas habilidades através de oficinas e batalhas, com o acompanhamento deprofissionais da área.2. Fomentar a reflexão crítica sobre questões sociais como racismo, machismo, lgbtfobia, exclusão social e o papelda cultura Hip Hop como resistência a essas opressões. Através das rodas de conversa, os participantes serãoincentivados a refletir sobre essas temáticas e a expressar suas vivências nas performances artísticas.3. Valorizar as tradições afro-diaspóricas e periféricas por meio da prática e do estudo das danças urbanas,buscando reconhecer e fortalecer as raízes culturais dos participantes. A cultura Hip Hop será tratada como umaherança afro-diaspórica que resiste e evolui, conectando os jovens com suas identidades e histórias. 4. Incentivar a participação de minorias sub-representadas na cena de danças urbanas e Hip Hop, com focoespecial nas mulheres e na comunidade LGBTQIA+, garantindo que todos tenham um espaço para se expressarlivremente e sem preconceitos. D. Aplicação Prática das Atividades- Oficinas de MCs e Graffiti: As oficinas funcionarão como espaços de aprendizado técnico e ao mesmo tempo comoespaços de reflexão e troca. Durante a oficina de MCs, além de ensinar técnicas de improviso e rima, oseducadores trarão discussões sobre a importância do rap como forma de protesto e expressão das comunidadesnegras. Já na oficina de graffiti, além da prática artística, os grafiteiros discutirão o papel do graffiti como artepública e como ferramenta de empoderamento periférico.- Batalhas de Dança e Rima: As batalhas serão um momento de colocar em prática todo o conhecimento adquiridonas oficinas, ao mesmo tempo que servirão como espaço de inclusão e celebração da diversidade. Elas tambémserão acompanhadas de momentos de reflexão crítica, onde os participantes poderão discutir a importância dessaspráticas como formas de resistência cultural.- Rodas de Conversa: Cada roda de conversa será um espaço educativo, onde os temas discutidos (como a culturaafro-diaspórica, o embranquecimento das danças urbanas e a inclusão de minorias) serão aprofundados com baseem teorias e práticas culturais. A ideia é que essas rodas funcionem como espaços de conscientização e construçãode conhecimento coletivo. E. Avaliação PedagógicaA avaliação das atividades será contínua e baseada na participação dos alunos, na reflexão crítica e nodesenvolvimento técnico e artístico ao longo do projeto. Não haverá um processo de avaliação tradicional, masuma observação contínua da evolução dos participantes, suas reflexões e contribuições nas rodas de conversa esuas performances nas oficinas e batalhas.Os critérios principais de avaliação incluem:Engajamento e participaçãonas atividades;Capacidade de reflexão crítica;Desenvolvimento técnico e artístico;Respeito e colaboração com osdemais participantes ConclusãoA proposta pedagógica do projeto “Nas Batalhas” está alinhada a uma educação crítica e emancipadora, que visanão só desenvolver habilidades artísticas, mas também promover a conscientização social e o empoderamento dosparticipantes. Ao integrar práticas culturais da periferia com uma abordagem educativa inclusiva e reflexiva,o projeto contribui para a formação de indivíduos críticos, capazes de utilizar a arte como ferramenta detransformação social e expressão identitária

Acessibilidade

1. Treinamento de Equipe e Voluntários para Acessibilidade BásicaObjetivo: Capacitar a equipe e voluntários para que estejam aptos a interagir e atender as necessidades de pessoas com deficiências auditivas, visuais e motoras.Ações: Oferecer workshops com foco em comunicação inclusiva, incluindo noções básicas de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e técnicas de audiodescrição.Custo: Busca de apoio com voluntários ou profissionais de acessibilidade dispostos a realizar uma formação básica de forma gratuita ou com custos reduzidos. 2. Materiais de Comunicação AcessíveisObjetivo: Tornar todos os materiais informativos e de divulgação acessíveis para pessoas com deficiência visual ou auditiva.Ações: Criar conteúdos digitais compatíveis com leitores de tela e adicionar legendas e descrições em vídeos e imagens de divulgação. Documentos podem ser gerados em PDF acessível, com navegação facilitada para leitores de tela.Custo: Baixo; pode ser feito com recursos internos, utilizando ferramentas gratuitas para legendagem e formatação de PDFs. 3. Parcerias para AcessibilidadeObjetivo: Contar com o apoio de instituições e organizações que promovem a acessibilidade para enriquecer o evento.Ações: Formar parcerias com ONGs, associações ou coletivos que ofereçam intérpretes de Libras, audiodescrição e, se possível, dispositivos de acessibilidade para o evento, como rampas móveis, cadeiras de rodas e placas em braille.Custo: Pode ser gratuito ou a custos reduzidos mediante parceria. 4. Escolha de Espaços AcessíveisObjetivo: Garantir que todos os locais escolhidos para as apresentações, oficinas e eventos sejam acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida.Ações: Selecionar espaços que já possuam infraestrutura adequada, como rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados. Isso elimina a necessidade de adaptações adicionais e reduz custos.Custo: Zero, pois envolve a escolha estratégica de locais. 5. Divulgação InclusivaObjetivo: Ampliar o alcance e a acessibilidade da divulgação digital do projeto.Ações: Incluir legendas automáticas ou manuais em todos os vídeos, além de descrições de imagem detalhadas para pessoas com deficiência visual. Garantir que as postagens sigam as práticas de acessibilidade digital, com contraste adequado e letras legíveis.Custo: Baixo, podendo ser feito internamente com o apoio de ferramentas de edição e plataformas gratuitas. 6. Monitoramento e Avaliação ContínuosObjetivo: Avaliar o impacto das ações de acessibilidade e identificar melhorias para futuros eventos.Ações: Aplicar questionários simples entre os participantes sobre a experiência de acessibilidade no evento. Realizar ajustes com base no feedback, sem custos adicionais.Custo: Baixo; uso de formulários digitais gratuitos ou impressos simples.

Democratização do acesso

Para garantir o acesso democrático aos produtos e atividades do projeto, planeja-se uma distribuição acessível e diversificada, que contempla o público-alvo e permite a ampliação do alcance da proposta. As estratégias principais são: Ingressos Gratuitos e Convites para Comunidades Locais Destinação de uma parte significativa dos ingressos aos moradores das regiões periféricas de São Mateus, Parque São Rafael, Jardim da Conquista e Sapopemba, em São Paulo. Convites serão distribuídos gratuitamente a jovens e organizações locais para garantir a presença do público-alvo.Objetivo: Facilitar o acesso de jovens em situação de vulnerabilidade, incentivando a participação e promovendo a valorização cultural. Distribuição de Produtos Digitais e Materiais de Divulgação Produtos como vídeos, fotos e materiais de divulgação serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais (YouTube, Instagram e Facebook), permitindo que o conteúdo cultural alcance um público ainda maior e tenha vida longa nas redes sociais.Objetivo: Levar a experiência do evento a pessoas que não possam comparecer fisicamente e, assim, maximizar o alcance da proposta. Outras Medidas de Ampliação de Acesso Além da distribuição e comercialização, outras ações complementares visam ampliar o alcance e oferecer uma experiência imersiva no universo das danças urbanas e da cultura Hip Hop: Ensaio Aberto Realizar um ensaio aberto do espetáculo, oferecendo uma prévia do evento a moradores das comunidades locais e estudantes de escolas públicas, que poderão assistir gratuitamente.Objetivo: Convidar o público a conhecer e vivenciar o processo criativo dos artistas, incentivando a aproximação com a cultura Hip Hop e fomentando o interesse em novas produções. Oficinas Paralelas Promover oficinas gratuitas de danças urbanas, MC, grafite e DJ em paralelo ao evento principal. Essas atividades serão abertas ao público e contarão com instrutores experientes que poderão orientar os participantes nas práticas culturais do projeto.Objetivo: Oferecer capacitação artística, estimular o desenvolvimento de habilidades e inspirar novos talentos dentro da comunidade. Transmissão pela Internet Transmitir os eventos principais e partes do espetáculo ao vivo pelas redes sociais e/ou plataformas de streaming, como YouTube e Instagram. Dessa forma, o conteúdo poderá ser acessado por um público muito mais amplo, inclusive aqueles que não podem comparecer presencialmente.Objetivo: Ampliar o alcance e promover a inclusão digital, tornando o evento acessível a pessoas de outras regiões, e até de outros estados. Essas medidas de democratização e ampliação de acesso visam não só proporcionar entretenimento, mas também incentivar o engajamento da comunidade e criar um impacto duradouro. A proposta não apenas convida à participação cultural, mas também transforma os participantes em agentes da cultura local, inspirando a valorização e a difusão das danças urbanas e da cultura Hip Hop.

Ficha técnica

EDUARDO RODRIGUES SANTOS - DIRETOR PEDAGOGICOArtista da Dança desde os anos 2000 com enfoque nas Street Dances e Danças Pretas Contemporâneas,desenvolvendo trabalhos em performances autorais como: “Meu dia é assim”, “Violência Konquix”, “Torto” e "ÌYÁ".Circulando pelo C.E.Us, F.A.Z.P. e em diversos eventos de Dança. Fez parte de produções cênicas em diferentesgrupos como Ritmos Base, Animatrix, Soul Dip e Fragmento Urbano, sendo neste último co-criador do espetáculo"Esquina" com estreia no Sesc Pinheiro e circulação em diversos espaços culturais e processo virtuais na pandemia.Formador de profissionais da dança atuando em grupos e cias. Contemplado no “Provocações Cênicas”, ação doprojeto Transversalidades Poéticas pelo CRD-SP, espaço para apreciação estético-crítica, escuta e olhares sobreprocesso criativo e construção dramatúrgica de sua pesquisa artística em andamento na qual surgiu o solo “ÌYÁ”com compartilhamento virtual aberto ao público. Eduardo é arte-educador no melhor sentido da palavra, graduadoem Pedagogia na Faculdade Zumbi dos Palmares e formado no Curso Técnico em Dança pela ETEC de Artes. Estudaa cultura Hip Hop desde dois mil, sendo que nos últimos anos tem desenvolvido pesquisa sobre as potencialidadesda cultura Hip Hop no processo de aprendizagem socioeducativa enquanto uma linguagem afro diaspórica. JADE DA SILVA LYRIO - COORDENADORA GERALPós-graduada em História e Cultura Africana pelo INE (2021). Formada em Licenciatura de Artes pela FPA (2015) epedagogia pela UNIABC (2009). Fez formação livre pelo Instituto Brincante (2013) de Novos Brincantes. Desde entãovem participando de diferentes propostas e grupos de manifestações populares, como "Agô Anama". Passou porprocedimentos da Dança da Indignação de Gal Martins, IGBASILẸ DUDU NI IJÓ - Registros Negros na Dança por LuizAnastácio, entre outros. É idealizadora do "Nas Batalhas" evento de batalhas de dança urbanas que discute asingularidades presentes na cena e a importância da afirmação e do reconhecimento do movimento Hip Hopcomo uma cultura afrodiaspórica. O projeto já passou pelas casas de cultura São Mateus, São Rafael, Guaianases,no SescVerão em Itaquera e Sesc Belenzinho no 50 anos de Hip Hop Produtora Cultural, criando, dirigindo e orientandodiferentes trabalhos de produção executiva e artística, tendo realizado diferentes produções pela SMC, SESC eeditais. Sendo suas produções do ano de 2023 : Festival Nas Batalhas SESC Verão, 1ª Etapa do Circuito Sesc deCorridas com Dj André, Folia "Nas Batalhas" no Carnaval de SP, Circulação estreia do espetáculo "IYA" pelas casascultura e Sesc Itaquera. Virada Cultura com a atividade "Luz, Câmera e Dança", Dia do desafio com a ação"Quebrando a Rotina" no metro Itaquera, "No balanço do baile" Sesc Itaquera e Sesc Pinheiros, Escrita da propostade produção executiva: "Ecologia da Consciência" com a escritora Max Tovar, entre outras em andamento. SemanaMOVE no Sesc Belenzinho, Itaquera, Pinheiros e Consolação. Nas quebras projeto voltado intervenções de Breaking. NARA RAMRES - Professora de Hip Hop Formada em Design pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde escreveu o relatório “Back to Old School: O Hip-Hop Além dos 4 Elementos”, e Técnica em Dança pela ETEC de Artes, ela possui vasta experiência em dança e produção cultural. Foi aprendiz na Oficina Núcleo Luz e idealizadora do evento “Battle 404”. Entre seus projetos, destacam-se "Resignar-se" e "Sonhos Roubados", premiados pela Lei Aldir Blanc. Em 2023, atuou na Casa de Cultura Hip-Hop Leste nas comemorações dos 50 anos do Hip-Hop e no projeto “Nas Batalhas”, passando pelo Festival SESC Verão e Virada Cultural. Como docente, ministrou aulas sobre a cultura Hip-Hop na São Paulo Escola de Dança e foi premiada em festivais de dança, incluindo o 1º lugar no Festival da Fábrica de Cultura de Tiradentes. Diretora do coletivo The Legacy Crew, está em especialização em Produção e Gestão Cultural pela São Paulo Escola de Dança. JAB CUT - DJ DJ e beatmaker em São Paulo, este artista é pesquisador musical desde 2009, destacando-se pela valorização de ritmos nacionais em eventos. Sua pesquisa abrange gêneros como Hip Hop, Funk & Soul e House Music. Foi indicado ao Prêmio BreakSP Destaques de 2017 e, em 2018, discotecou na Alemanha pelo projeto High Five, levando a estética brasileira a eventos internacionais. Atuou em festivais como The Cypher Jam Berlin, Word Bboy Classic e Vivadança. Atualmente, integra o elenco de DJs da Phenomenal Creative, Circuito SP Breaking e eventos como Breaking Ibira MAM SP. Também é arte-educador e orientador no Programa Território Hip Hop. Em 2022, lançou o "Nas Batalhas Resistência" para promover o Hip Hop e a diversidade em São Gonçalo, Belo Horizonte, São Paulo e Manaus, com batalhas de dança, oficinas e transmissões online, focando na inclusão social e racial. ANA FERREIRA - professora de Waacking É artista, performer,pesquisadora e professora. Iniciou sua trajetória na dança como estudante de Danças Urbanas em 2013 em studios de dança em sua cidade natal, Porto Alegre no Rio Grande do Sul. Sua pesquisa em Waacking iniciou de forma autodidata através de vídeos no Youtube e em 2018 teve a oportunidade de ir aprofundar seus estudos em Waacking em Nova York (EUA) onde fez aulas com Tyrone Proctor, pioneiro do estilo e Princess Locker. Participou dos eventos internacionais: Waack to The Future, Ladies of Hip Hop e Step Ya Game up também em 2018. Atualmente reside em São Paulo capital onde ministra aulas no studio Bounce Basement. Além disso, participa de batalhas e eventos performaticos com Waacking. ALEX BOGGIE - Professor de Popping De 1998 a 2005, ministrei oficinas de Danças Urbanas em programas sociais como Amigo da Escola e Parceiro do Futuro, além de projetos das Casas Taiguara em parceria com o Ministério da Saúde. Em 2007, conduzi oficinas de 10 meses pelo Ballet Stagin, com apoio da Secretaria de Cultura e da UNESCO. A partir de 2008, comecei a desenvolver projetos de arte-educação em diversos espaços, incluindo Centros Culturais, Bibliotecas, Associações e ONGs. Nessas ONGs, atuei como arte-educador em oficinas, workshops e palestras para diferentes públicos, como crianças e adolescentes em CCAs, jovens em CJs, pessoas em abrigos, participantes de medidas socioeducativas em meio aberto (MSE/MA), além de idosos em NCIs e usuários de CAPS.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.