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PRONAC 2414866Expirado o prazo de captação totalMecenato

A gravura e o gesto

TIJUQUAQUARA LTDA
Solicitado
R$ 153,8 mil
Aprovado
R$ 153,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Singulares, até R $ 1.000.000,00 (Art. 4º, alínea d)
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-03-03
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Projeto de artes visuais focado na construção de uma prensa de 3m de extensão, projetada para a impressão de gravuras em metal, na produção de um conjunto inédito de gravuras e na realização de exposição das mesmas (EXPOSIÇÃO DE ARTES). Os outros produtos que compõem o projeto são: Workshop de gravura em metal (CURSO / OFICINA / ESTÁGIO) e rodadas de conversas com a artista e curadora da exposição (SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA).

Sinopse

Através do projeto “A gravura e o gesto”, a artista Elaine Arruda pretende viabilizar tecnicamente a sua produção, com a construção de uma prensa de 3m de extensão, projetada especificamente para a impressão de gravuras em metal. O projeto também possui como objetivos a produção de um conjunto inédito de gravuras e a realização de uma exposição com entrada gratuita no Atelier+Casa, espaço autônomo gerido pela artista, em Belém (PA).

Objetivos

OBJETIVO GERAL Construir prensa com medidas de 1,2m x 3m com a finalidade de que a artista Elaine Arruda possa dar continuidade a sua criação de gravuras em metal inéditas nessas proporções. A partir das gravuras criadas, será feita exposição com 01 mês de duração no espaço autônomo Atelier + Casa da artista (aberta e gratuita ao público). OBJETIVOS ESPECÍFICOS EXPOSIÇÃO DE ARTES- Realizar exposição com 01 mês de duração no Ateliê + Casa da artista, como conclusão da produção gráfica realizada no decorrer do projeto, sendo a mesma aberta ao público durante 03 dias na semana por 04 horas. Desta forma, a exposição ficará aberta ao pública por 12 horas ao final do mês (acesso gratuito); - Realizar 01 vernissage de inauguração da exposição; - Documentar e sistematizar o processo de produção da prensa de gravura; CURSO / OFICINA / ESTÁGIO- Realizar 01 oficina prática de 15h/aula de tema "gravura em metal" ministrada pela artista Elaine Arruda (inscrição e acesso gratuitos); - Colaborar para a difusão das práticas de gravura em metal. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA- Realizar, durante o período de 01 mês em que a exposição estiver aberta no Atelier + Casa, 04 rodas de conversa entre a curadora do projeto, a artista Elaine Arruda, convidados e o público, com tema e data pré-definidos, tendo cada roda de conversa cerca de 1h30m de duração.

Justificativa

O projeto "A gravura e o gesto" prevê ações de criação que envolvem aspectos técnicos e poéticos da produção de Elaine Arruda. Há mais de uma década, a artista desenvolveu uma metodologia própria de trabalho, que a possibilitou transpor a gravura para a escala arquitetônica, a partir da adaptação de equipamentos industriais. Natural de Belém, no Pará, Arruda produz imagens que transbordam a bidimensionalidade do papel e imergem no espaço, cuja dimensão e densidade remetem à paisagem amazônica. A produção de uma série de gravuras em grandes dimensões, produto principal deste projeto, culminará numa exposição realizada no Atelier + Casa, espaço autônomo gerido pela artista, que abriu as portas há cerca de 2 anos em Belém. Nele existe uma galeria com 02 salas, além de um quintal que abrigou instalações, performances e pesquisas tridimensionais nos anos de 2022 e 2023. Os aspectos técnicos e tecnológicos que integram os objetivos deste projeto consistem na construção de uma prensa de gravura em metal. É importante ressaltar que esse equipamento é vital para a impressão das gravuras e que não existem prensas nessa dimensão no Brasil, com raríssimas exceções. As que existem, estão situadas em ateliês do sudeste, ainda assim com acesso restrito a poucos artistas. No início de sua carreira, ainda muito jovem, Elaine Arruda recorreu a equipamentos industriais para viabilizar a sua produção. Ela trabalhava em metalúrgicas navais, utilizando seu escopo de ferramentas e maquinário. Porém, o contexto econômico afetou fortemente essas pequenas fábricas, o que dificultou a continuidade de sua produção gráfica e o aprofundamento de questões que demandam maior tempo e estrutura para pesquisa, tanto do ponto de vista técnico quanto poético. Ainda assim, a artista realizou o mestrado em poéticas visuais na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo _ ECA /USP _ sob orientação do Professor Doutor Marco Buti _ período em que desenvolveu um conjunto de gravuras em grandes dimensões, que resultou na exposição « Cheio de Vazio », no Instituto Tomie Ohtake, com curadoria de Paulo Miyada e Julia Lima. Após o mestrado, as metalúrgicas enfrentaram uma crise econômica e o acesso ao maquinário se tornou cada vez mais escasso. Com o intuito de retomar sua produção gráfica, a artista propõe a construção de uma prensa com 3m de extensão, projetada especificamente para a impressão de gravuras em metal. A prensa será construída na Metalúrgica A Reconstrutora, onde a artista imprimiu grande parte de sua obra. Trata-se de uma iniciativa que visa o fomento da pesquisa em artes de modo transversal, característica fundamental para o processo criativo da artista, o qual se dá em territórios de negociação. Desta forma, a presente proposta é de grande relevância para as artes visuais pois possibilita a produção gráfica em grandes escalas, reposicionando a gravura no contexto da arte contemporânea brasileira. Existe um dado de ineditismo ao falarmos sobre gravuras em metal de 12m x 3m de dimensões, como o trabalho « Paisagem Suspensa », por exemplo, exposto no salão principal do Instituto Tomie Ohtake. Mesmo para os parâmetros internacionais, tal dado persiste. De fato essa produção, com a escala em questão e sua materialidade, é consideravelmente inovadora. Por outro lado, ao pensar no contexto amazônico e no difícil acesso aos materiais de gravura na região norte, o trabalho ganha ainda outra camada. A realidade sociocultural no norte do Brasil é desafiadora. A falta de estrutura institucional, tanto na esfera pública quanto na privada, provoca um outro modo de ser e fazer : a informalidade. Assim Elaine construiu a teia de sua pesquisa, costurada com tempo dilatado, colaborações, trocas, conversas e afetos. É surpreendente perceber que a artista se deslocou de Belém para cursar mestrado e doutorado na USP, em uma cidade que possui grande tradição no campo da gravura, porém ainda assim toda a sua produção gráfica ocorreu em Belém, no contexto amazônico, com a materialidade bruta e vigorosa desse lugar. Por conseguinte, o impacto de tal pesquisa na própria trajetória da artista, por si só, consiste em uma forma de democratização da gravura no contexto amazônico. O financiamento da construção da prensa, assim como das ações educativas previstas no presento projeto, representam desdobramentos que irão impactar na tradição da gravura no Pará, fortemente marcada por nomes como Waldir Sarubbi, Ruy Meira e Armando Sobral. Artistas de grande relevância, porém todos homens. A presença da mulher em posição de protagonismo, infelizmente ainda é exceção, não apenas no norte e nas artes visuais. Contemplar mulheres em editais de fomento é, portanto, uma forma de visibilizar outros nomes, narrativas e histórias. Com os dados elencados, entende-se o motivo pelo qual procuramos a utilização do mecanismo do Programa Lei Rouanet Norte 2024-2025. A proposta enquadra-se portanto nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; (...)" Da mesma forma, enquadra-se também nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida Lei: "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; (...)"

Estratégia de execução

Dossiê visual com recorte da produção gráfica da artista, a qual foi sua dissertação de mestrado em poéticas visuais: https://issuu.com/elainearruda/docs/paisagens_gr__ficas

Especificação técnica

CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Carga horária: 15h Total de dias 5 dias Horas por dia: 3h / dia Número de alunos: 20 Inscrição: Carta de interesse (inscrição via internet)

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade FÍSICA: - Inclusão de rampas provisórias no Atelier + Casa (local onde a exposição ocorrerá) - item 28 na planilha orçamentária. Acessibilidade para PCDs auditivas: - Intérprete de LIBRAS para a noite de vernissage - item 16 na planilha orçamentária. Acessibilidade para PCDs visuais: - Audiodescrição para a noite de vernissage - item 31 na planilha orçamentária. CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Acessibilidade FÍSICA: - Inclusão de rampas provisórias no Atelier + Casa (local onde a exposição ocorrerá) - item 28 na planilha orçamentária.**mesmo item pois a ação ocorrerá no mesmo local da exposição de artes Acessibilidade para PCDs auditivos: - Intérprete de LIBRAS para todos os dias de oficina - item 41 na planilha orçamentária. Acessibilidade para PCDs visuais: - Audiodescrição para todos os dias de oficina - item 40 na planilha orçamentária. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA Acessibilidade FÍSICA: - Inclusão de rampas provisórias no Atelier + Casa (local onde a exposição ocorrerá) - item 28 na planilha orçamentária.**mesmo item pois a ação ocorrerá no mesmo local da exposição de artes Acessibilidade para PCDs auditivos: - Intérprete de LIBRAS para todas as rodas de conversa - item 2 na planilha orçamentária. Acessibilidade para PCDs visuais: - Audiodescrição para todas as rodas de conversa - item 3 na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto são totalmente gratuitas, tanto no que diz respeito a inscrições como no acesso. Além disso, as rodadas de conversas serão todas e integralmente transmitidas pela internet pelo canal de redes sociais do projeto.

Ficha técnica

Coordenação Geral / Artista concorrente – Elaine Arruda Artista Visual, nortista, mulher lésbica e amazônida. Artista convidada da 1° Bienal das Amazônias, que ocorre de agosto a novembro de 2023, em Belém (PA). Além da bienal, no momento está participando da exposição ‘Amazônia Presente’, no Museu Casa das Onze Janelas, com curadoria de Alexandre Sequeira e John Flecher, Belém (PA). Artista representada pela Galeria Izabel Pinheiro (SP), Act on Art (Paris) e The House of Arts (Miami). Doutora em Artes pela ECA – USP, realizou parte do doutoramento na Université Paris 8. Em sua trajetória, participou de exposições nacionais e internacionais, dentre elas: Chromatica, durante a Artbasel Miami 2022, na Galeria THOA ; Brésil trois points, no Bateau Lavoir, em Paris. Biennale Internationale de la Gravure, em Sarcelles, França. Estampe Amazonienne, no Centro Artístico Engramme, em Québec. No Brasil, destaca-se o convite para a mostra Cheio de Vazio, que ocorreu no Institito Tomie Ohtake, em São Paulo, com curadoria de Paulo Miyada. Além de exposições no CCSP, Goethe-Institut de Porto Alegre e Salão Arte Pará. Curadora - Vânia Leal Vânia Leal é natural de Macapá AP é mestre em Comunicação Linguagem e Cultura, atua na área de curadoria, pesquisa e crítica de Arte. Atualmente faz parte do grupo de crítica do Centro Cultural SP. É interlocutora da poética da artista Elaine Arruda e Mestre João Aires há alguns anos em que curou o Mastarel em algumas rotas expositivas. Vive e trabalha em Belém. Produção – Samia Oliveira Samia Oliveira nasceu em Belém (PA) em 1991. É produtora cultural, atriz e professora.Iniciou seus estudos em teatro na Escola de Teatro e Dança da UFPA (ETDUFPA). Formou-se como atriz a nível técnico pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) em 2012 e a nível superior como bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2017. É especialista em Arte-Educação pela pós-graduação do SENAC (SP). Foi produtora de diversos espetáculos teatrais: “CIDADELA”; “Silêncio”; “O incansável Dom Quixote”; “A santa joana dos matadouros”; “Lima entre nós” e “Vácuo” (produção executiva), “Trilogia Sensível”; “Cada qual em seu barril” e “Rir é o melhor remédio” no Rio de Janeiro e “Orlando” e “Maniva” em Belém (produção local). Foi diretora de produção por 5 anos do espetáculo "Dinossauros e Pelancas" no Rio de Janeiro. Foi aluna-coordenadora e bolsista do projeto de extensão “FITU-Festival Integrado de Teatro da UNIRIO” entre 2013 e 2017. Foi produtora em outros projetos como “Rio Mapping Festival” (2017/ 2018), Juliana Sinimbú (2012 - 2020), "Circuito Mangueirosa" (2020 e 2023), Telas e Movimentos (2020 e 2021) e "Mastarel" de Elaine Arruda e João Aires (2021 / 2023). Assistente artístico – BEN BEN é um artiste paraense trans não-binarie e bacharelande em Artes Visuais na Universidade Federal do Pará (UFPa). Em construção na gravura e escrita criativa, entremeio estas linguagens ao meu eu-artista social, buscando nos veios e linhas suturas da vivência. Integrei o Centro Acadêmico de Artes Visuais (CAAV), em 2018. Ainda no mesmo ano, contribui com a pré-produção do Encontro Nacional de Estudantes de Artes (ENEARTE). Em 2020-2021, ingressei como bolsista (PIVIC / PIBIPA) do Projeto Mordente - Núcleo de Pesquisa e Experimentação da Imagem Gráfica. Atualmente encontro-me apenas como membro do projeto. Participei das exposições “Urubusservar - Pará por Paraenses” (2018), no Ateliê de Artes Visuais; “O Que Fiz Até Aqui II” (2019), realizada no anexo da Faculdade de Artes; “Arrepiour 2° edição”; (2022), nos arredores do Ateliê da Faculdade de Artes; “Mostra Xilográfica” (2022), na Casa Flow; “Os Múltiplos e o Tarot”; (2022), na Galeria de Vidro - Casa das Artes; Proponente e artista da exposição “Nós Cartográficos” (2023), galeria Benedito Nunes - CENTUR. Designer - Elisa Arruda Elisa Arruda (1987) é uma artista visual nascida em Belém do Pará. É Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2017) e atualmente vive e trabalha entre Belém e São Paulo. Seu trabalho faz uso de múltiplas linguagens, a gravura é um dos braços de sua atuação. Premiada pelo Núcleo Marcello Grassmann recentemente (1º prêmio Artes gráficas 2021), Elisa vem explorando a gravura através da expansão de campos tridimensionais a partir de um mapa planificado. Portanto, a partir do que ela chama: imagem planificada, Elisa destaca os planos e por meio de dobras e encaixes constrói objetos. Indicada ao Prêmio PIPA este ano (2021), Elisa explora assuntos cotidianos, dentre eles o corpo e a casa em seu sentido amplo de abrigo e acolhimento. Possui formação experimental em gravura, havendo formações com vários gravadores e gravadoras, tanto em Belém como São Paulo, a exemplo: Elaine Arruda, Ulysses Bôscolo, Kika Levy, Raphael Giannini, dentre outros. Premiada em importantes editais e salões de arte nacionais e regionais, participou de várias exposições coletivas e individuais. Possui trabalhos em acervos públicos tanto em Belém como em demais regiões brasileiras. Possui textos críticos sobre a sua produção expostos tanto no Brasil como no exterior. Detalhes sobre o seu currículo podem ser vistos nos sites: https://www.premiopipa.com/elisa-arruda/ https://www.premiomarcellograssmann.org.br/elisa-arruda Assessora de imprensa - Luciana Medeiros Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará, possui Curso de Pós Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização em Comunicação e Marketing Digital, pela Faculdade Estratego (INEX). Possui cursos livres na área do patrimônio, sustentabilidade, economia criativa e cinema. Trabalha com assessoria de imprensa; criação de conteúdos para redes sociais e produção cultural. Ministra oficinas e presta serviços de elaboração e consultoria para projetos culturais. É idealizadora e editora do Holofote Virtual, blog pioneiro de jornalismo cultural, criado em 2008. Desde 2015 integra a equipe gestora do Circular Campina Cidade Velha, na coordenação de comunicação. O projeto foi contemplado em 2017 com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade. É também editora da Revista digital Circular, desde 2016. Foi editora do Caderno D (Caderno de Cultura do Jornal Diário do Pará) entre os anos 1994 a 2000; produziu e dirigiu o programa Cultura Pai D’égua, na TV Cultura do Pará, entre os anos 2003 a 2008, e colaborou com o Portal Guiart, Revista Bravo (Especial Pará) e Revista Latitude (Hangar). Tem participação em seminários sobre diversidade cultural, economia criativa (Secult – 2010) e Congresso Internacional de Comunicação (Revista Cult - 2011 – SP). Entre outras participações em eventos, foi palestrante no projeto Territórios da Arte (UFF e FUNARTE) - Direitos Culturais (Agosto de 2017 - Belém) e do Interculturalidades (UFF e FUNARTE) - Direito à Cidade (Outubro de 2017 - Niterói-RJ).

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.