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PRONAC 2414877Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TODAS AS HISTÓRIAS SE PERDEM

MARY DUTRA COMUNICACAO VISUAL LTDA.
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-03
Término
2025-11-24
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Todas as Histórias se Perdem" é uma exposição visual dedicada ao resgate, preservação e registro das memórias de família, com base no acervo artístico de mais de 300 obras produzidas por quatro gerações de artistas da família Paula Barros. O projeto envolve pesquisa, catalogação e restauração das obras, além da criação de novas peças que dialogam com esse legado com tecnologia e bagagem contemporânea. Será lançado um livro-catálogo que documenta acervo e histórias. A equipe do projeto, composta majoritariamente por mulheres e incluindo pessoas negras, idosos e um consultor com deficiência visual, reforça o compromisso com a inclusão e acessibilidade, proporcionando uma experiência artística que conecta passado, presente e futuro das histórias familiares brasileiras.

Sinopse

O projeto "Todas as Histórias se Perdem" é uma exposição visual inovadora que busca resgatar e conservar as memórias de família e promover uma reflexão profunda sobre nossas histórias pessoais e coletivas, através da arte. Com mais de 300 obras inéditas, criadas por quatro gerações de artistas brasileiros da família Paula Barros, a exposição abrange uma diversidade de linguagens, incluindo pinturas, livros, objetos e partituras, refletindo a rica trajetória cultural da família e suas contribuições para a cena artística brasileira. O projeto será realizado no Rio de Janeiro, durante os meses de 2025, e contará com seis etapas fundamentais: pesquisa, catalogação, restauração do acervo, criação de novas obras, montagem da exposição e produção de um livro-catálogo. A proposta visa não apenas a valorização das obras, mas também a promoção da acessibilidade e a inclusão de diferentes públicos, garantindo que todos possam vivenciar a experiência da exposição. Durante a fase de pesquisa, serão realizadas entrevistas com os membros da família Paula Barros, coletando relatos e histórias que ilustram a trajetória artística e social dos artistas. Essa investigação proporcionará um contexto mais amplo sobre as influências culturais e históricas que moldaram suas obras. Na catalogação, cada obra será documentada de forma detalhada, assegurando sua preservação e fácil acesso ao público. As obras que precisarem de restauração passarão por um cuidadoso processo de conservação, garantindo que cheguem ao público em perfeito estado. A etapa de criação de novas obras da artista Mary Dutra que dialoguem com as memórias resgatadas, estabelecendo uma conexão entre passado e presente. A montagem da exposição será cuidadosamente planejada, buscando criar uma narrativa visual coesa que envolva os visitantes e os convide a refletir sobre suas próprias histórias e identidades. Para além da exposição em si, serão promovidas visitas guiadas e palestras, que visam engajar a comunidade e enriquecer a experiência do público. O projeto culminará na produção de um livro-catálogo, que trará parte deste grande acervo documentado e servirá como um recurso valioso para a reflexão sobre a memória, a arte e a identidade cultural. "Todas as Histórias se Perdem" é mais do que uma simples exposição; é uma oportunidade de diálogo sobre as narrativas que moldam nossas vidas e comunidades, celebrando a riqueza da diversidade cultural e o poder da arte como agente de transformação social. O projeto promete impactar não apenas os visitantes da exposição, mas também as gerações futuras, deixando um legado de valorização das memórias e das histórias que todos carregamos.

Objetivos

Objetivo Geral: O principal objetivo do projeto "Todas as Histórias se Perdem" é resgatar e preservar a memória artística e cultural de uma família brasileira através de quatro gerações de artistas, promovendo a valorização das histórias pessoais e coletivas que moldam nossa identidade. A exposição busca conectar o público com suas próprias memórias e ancestralidade, utilizando a arte como um meio de reflexão e entendimento sobre o passado, o presente e o futuro. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos Específicos: 1. Preservação e Restauro do Acervo Familiar: - Realizar a catalogação, restauração e digitalização de mais de 300 obras inéditas da família Paula Barros, abrangendo diferentes linguagens artísticas, como pinturas, objetos, partituras musicais e criações contemporâneas. - Contribuir para a preservação de um importante acervo familiar que corre o risco de deterioração, garantindo que as obras sejam conservadas para as gerações futuras. 2. Criação de Novas Obras Artísticas: - Fomentar a criação de novas obras que dialoguem com o acervo existente, incentivando os artistas contemporâneos da família a explorar suas heranças culturais e a reelaborar suas influências artísticas de maneira inovadora e relevante. - Expandir a narrativa artística da exposição, conectando o passado ao presente e propondo um olhar contemporâneo sobre a continuidade e reinvenção das tradições familiares. 3. Promoção da Inclusão e Acessibilidade: - Garantir que a exposição seja acessível para diferentes públicos, com adaptações para pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, como audiodescrição, narrações, linguagem simples e recursos de acessibilidade digital. - Incluir uma equipe diversa, formada majoritariamente por mulheres e por profissionais negros, idosos, e com um consultor cego especializado em acessibilidade visual, reforçando o compromisso com a inclusão social e cultural. 4. Exposição e Democratização do Acesso à Cultura: - Realizar a exposição no no Rio de Janeiro, durante 2 meses de 2025, com o objetivo de alcançar um público diverso, ampliando o acesso à arte e cultura, especialmente para pessoas que não frequentam regularmente eventos culturais. - Criar uma programação complementar que inclua visitas guiadas, palestras e debates sobre memória, história e ancestralidade, fortalecendo o diálogo com a comunidade e incentivando a participação ativa do público. 5. Produção de um Livro-Catálogo: - Lançar um livro-catálogo que documente o acervo artístico da família Paula Barros e o processo de criação da exposição. O livro irá incluir ensaios críticos, entrevistas com os artistas e imagens das obras, servindo como um registro permanente desse trabalho de resgate e preservação cultural. - Distribuir o livro gratuitamente para bibliotecas públicas e instituições culturais, garantindo que o conhecimento gerado a partir desse projeto tenha um impacto duradouro e alcance um público mais amplo, além da exposição temporária.

Justificativa

A memória e a cultura são elementos fundamentais na construção da identidade de um povo. Em um país tão diverso e multifacetado como o Brasil, a preservação da memória artística e cultural se torna ainda mais essencial, especialmente em relação às narrativas que emergem das famílias e comunidades que compõem nossa sociedade. O projeto "Todas as Histórias se Perdem" surge como uma resposta à necessidade de resgatar e valorizar as histórias e as expressões artísticas de uma família brasileira, a família Paula Barros, cujos integrantes se destacaram em diferentes campos da arte ao longo de quatro gerações. A proposta se justifica pela urgência de preservar um acervo significativo que abrange pinturas, livros, objetos, partituras e obras contemporâneas, todas representativas de um legado cultural que, se não for devidamente cuidado, poderá se perder com o tempo. O projeto se propõe a realizar a catalogação e restauração de mais de 300 obras, garantindo que as expressões criativas dos artistas da família sejam mantidas, documentadas e celebradas, contribuindo para o enriquecimento da cultura brasileira. Essa iniciativa se alinha à ODS 4 - Educação de Qualidade, que busca promover o acesso à educação e ao conhecimento cultural. Além disso, a proposta busca ampliar o acesso à arte e à cultura, promovendo uma exposição no Rio de Janeiro. A democratização do acesso à cultura é uma questão crítica no Brasil, onde muitos grupos, especialmente aqueles que habitam áreas periféricas e vulneráveis, enfrentam barreiras significativas para acessar eventos culturais. A exposição servirá como um espaço inclusivo, onde pessoas de diferentes origens e experiências poderão se conectar com a arte, refletir sobre suas próprias histórias e ancestralidade, e reconhecer a importância da memória coletiva. Essa abordagem contribui para a ODS 10 - Redução das Desigualdades, promovendo a inclusão social. Entre os destaques dessa exposição, estará o trabalho da artista visual contemporânea Mary Dutra, cujo nome completo é Mariana Dutra de Paula Barros. Mary desenvolveu uma sólida pesquisa sobre o TEMPO e suas implicações nas memórias e histórias. Suas obras, que abrangem pintura, instalações, videoarte, som, fotografia e mais, já foram exibidas em renomados centros culturais e museus do Rio de Janeiro e Niterói. Para esta exposição, ela traz uma nova narrativa ao colocar lado a lado sua própria trajetória artística com as produções de seu pai, avô e bisavô. Esse processo de paridade visa criar um diálogo profundo entre o passado e o presente, contextualizando e relacionando linguagens e reavivando memórias coletivas. A criação de novas obras artísticas que dialoguem com o acervo existente é uma maneira de reforçar a relevância do patrimônio familiar na contemporaneidade. C. Paula Barros (1894-1955), poeta, letrista e indianista paraense, deixou sua marca na literatura e música brasileira ao colaborar com Villa-Lobos e dedicar-se à preservação da cultura indígena. Seu filho, Aloysio de Paula Barros (1922-1993), foi um pintor modernista e compositor carioca que explorou o concretismo, o surrealismo e a abstração em suas pinturas. Já CM. Paula Barros (1946-presente) é um pintor e compositor cuja obra reflete uma interseção entre o expressionismo, o cubismo e temas como a liberdade e matemática na arte. Essas diferentes gerações artísticas da família convergem na obra de Mary Dutra, que, ao reinterpretar essas influências, homenageia o passado enquanto o torna vibrante e significativo no contexto atual. A inclusão de adaptações para pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual na exposição demonstra o compromisso do projeto com a acessibilidade e a diversidade. Em um cenário onde as práticas culturais frequentemente excluem grupos marginalizados, "Todas as Histórias se Perdem" se propõe a criar um ambiente acolhedor e inclusivo, onde todos os visitantes possam desfrutar e interagir com as obras de arte. Essa preocupação está em linha com a ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes, ao valorizar a diversidade e promover comunidades mais coesas. A equipe do projeto, composta majoritariamente por mulheres e por profissionais de diversas etnias e faixas etárias, é um reflexo dessa diversidade e reforça a importância de representar vozes frequentemente silenciadas no campo da arte. Por fim, a produção de um livro-catálogo não apenas documentará histórias e o acervo da família, mas também servirá como um recurso de propagação de informação e cultura que poderá ser distribuído a bibliotecas públicas e instituições culturais. Isso garantirá que o conhecimento gerado pelo projeto tenha um impacto duradouro, alcançando um público mais amplo e estimulando o interesse pela arte e pela preservação da memória cultural. Este aspecto contribui para a ODS 17 - Parcerias e Meios de Implementação, ao envolver colaborações que fortalecem a preservação cultural. Em suma, o projeto "Todas as Histórias se Perdem" é uma iniciativa necessária e urgente que visa preservar um legado artístico significativo, democratizar o acesso à cultura e promover a inclusão social. Ao conectar o público com suas próprias memórias e ancestralidade, o projeto se propõe a enriquecer a compreensão de nossa identidade coletiva e a valorizar as narrativas que compõem a rica trama cultural do Brasil. Através da arte, buscamos criar um espaço de diálogo, reflexão e reconhecimento das diversas histórias que formam nosso país, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. O projeto atende aos Incisos I, III, VI, VIII e IX Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Artigo 3º Inciso II, Alínea C.

Estratégia de execução

AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE ODS 12 – Consumo e produção responsáveis Na parte de pré-produção, é realizado o desenvolvimento das novas embalagens e todas as obras serão embaladas sem a utilização de plástico. • Embalagens em tecido sem a utilização de plástico; • Uma logística complexa (lixo zero) de transporte; • Eventos sem a utilização de copos plásticos; • Divulgação de ações de sustentabilidade como estímulo à possibilidades no campo da arte; • Reutilização de materiais que iriam para o lixo, como suporte para a criação de algumas obras. INOVAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL A exposição conta com IA nos campos de processo, ações de acessibilidade e criação de obras. As ações de acessibilidade com IA envolvem criação de explicações em linguagem simples e descrição visual de obras. No campo da criação das obras, foram gerados Poemas de Inteligência Artificial, Video instalação sonora de retratos, e uma Série Póstuma que representa uma extensão do trabalho de um dos artistas da exposição. Processos do Livro e da exposição também utilizam a ferramenta para etapas de desenvolvimento e textos.

Especificação técnica

● Exposição: 1. Local da Exposição: - Rio de Janeiro - Área total disponível para a exposição: aproximadamente 300 m². - Acesso: O espaço possui entradas acessíveis, garantindo a entrada de pessoas com deficiência. 2. Obras Expostas: - Quantidade de Obras: Aproximadamente 90 obras, incluindo: - Pinturas de 1970 até 2024 (acrílica sobre tela ou madeira) - Painéis pintados com acrílica e escritos com nanquim - Objetos de acrílico, gesso e tecido - Instalações de peças de gesso - Livros e partituras originais de 1928 até 1950. - Videoarte - Obras que utilizam Inteligência Artificial - Obras contemporâneas criadas em diálogo com as obras da família Paula Barros. - Condições das Obras: Todas as obras passarão por avaliação técnica, sendo restauradas, se necessário, para garantir sua conservação. 3. Montagem da Exposição: - Layout: O espaço será dividido em seções temáticas que seguirão uma narrativa cronológica e/ou conceitual, permitindo uma fluidez na experiência do visitante. - Iluminação: Utilização de iluminação LED regulável para destacar as obras, evitando danos e garantindo a visibilidade adequada. - Placas de Identificação: Cada obra terá uma placa informativa com título, ano, técnica, dimensões e uma breve descrição da obra e seu contexto, disponíveis com QRcode para acesso a audiodescrição. 4. Atividades Complementares: - Visitas Guiadas: Serão realizadas ao longo de todo o período da exposição, com guias capacitados para atender públicos diversos. Livro/Catálogo: - Publicação impressa e digital que incluirá imagens de obras catalogadas, textos sobre a família Paula Barros, relatos coletados durante a pesquisa e reflexões sobre a memória cultural.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 27, Inciso I e Art 28, da IN 11/2024, as medidas de acessibilidade no projeto ‘Todas as Histórias se Perdem’ estão presentes da seguinte forma: 1. Acessibilidade Arquitetônica Adequações Físicas: O Espaço Cultural possuirá áreas acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida, como rampas, elevadores, corrimãos e portas largas que permita a passagem de cadeiras de rodas.Sinalização Acessível: O espaço de realização do projeto conta com sinalização interna e externa será clara e visível, utilizando contrastes de cores e fontes legíveis. Também serão utilizados símbolos universais para facilitar a orientação2. Acessibilidade Sensorial Audiodescrição: Durante a visitação da exposição, serão oferecidas visitas guiadas com audiodescrição das obras, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam melhor o conteúdo artístico apresentado. QRCodes: Serão disponibilizados materiais informativos com QRcode proporcionando acesso à informação sobre as obras e seus contextos históricos e culturais em audiodescrição.Libras: Teremos mediadores capacitados para oferecer interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as visitas, garantindo que pessoas surdas possam participar plenamente das atividades. 3. Acessibilidade Cognitiva Conteúdos Simplificados: Os materiais informativos sobre a exposição e as obras terão explicação com linguagem clara e acessível. Isso facilitará a compreensão para pessoas com deficiência intelectual e para o público em geral.5. Sensibilização e Formação Capacitação da Equipe: Todos os profissionais envolvidos na realização do projeto passarão por treinamentos sobre acessibilidade e inclusão, garantindo que compreendam a importância de atender às necessidades de todos os visitantes.Feedback e Melhoria Contínua: Será criado um canal de comunicação para que os visitantes possam fornecer feedback sobre a acessibilidade do espaço e das atividades. Isso permitirá ajustes e melhorias contínuas, garantindo que as necessidades do público sejam atendidas.6. Programa de Acompanhamento Visitas Inclusivas: Serão programadas visitas exclusivas para grupos de pessoas com deficiência, onde a equipe estará dedicada a atender suas necessidades específicas, garantindo um espaço seguro e acolhedor para a fruição artística.Parcerias com Instituições: O projeto buscará parcerias com instituições que atuam na área da deficiência para promover visitas e atividades conjuntas, ampliando o alcance e a inclusão das pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

Programação Acessível: A programação das atividades, incluindo visitas guiadas, permitindo que todos os interessados possam participar. Parcerias com Comunidades Locais: O projeto buscará parcerias com escolas, associações e coletivos locais que atuam em comunidades periféricas, promovendo ações que incentivem a participação desses grupos na visitação e nas atividades relacionadas à exposição. Além disso, toda semana a exposição terá um dia de acesso gratuito visando democratizar o acesso de um público diverso ao projeto. Divulgação Acessível: A estratégia de comunicação do projeto será planejada para alcançar uma ampla gama de públicos. Utilizaremos canais diversificados, incluindo redes sociais, materiais impressos e parcerias com mídias comunitárias, sempre buscando utilizar linguagem clara e acessível. CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social, será realizada 3 palestras com o público alvo estudantes de escolas públicas, além de visita guiada com estes estudantes. Palestra: Convidados e Mediadores: As palestras contarão com a participação de artistas membros da família Paula Barros, que compartilharão suas experiências e conhecimentos. Um mediador facilitará as discussões, garantindo que o diálogo flua de forma dinâmica.Formato: As palestras terão duração de aproximadamente 60 a 70 minutos, seguidas de uma sessão de perguntas e respostas. Isso permitirá que o público interaja diretamente com os palestrantes, promovendo um ambiente de troca de ideias e experiências. O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 30 da IN 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Mary Dutra – Direção Artística e Artista Visual Mary Dutra, artista visual há mais de 20 anos, desenvolve uma pesquisa em temas como o tempo, memórias, histórias, passado, luz, observação do céu e mar. Suas últimas exposições individuais aconteceram no Museu Naval, Espaço Cultural Correios Niterói e Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, levando pinturas, instalações, objetos, videoarte, sons, fotografias, caligrafia, painéis e escritos para as salas de exposição. Uma obra sua integra o acervo do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro. Possui formação em Entrepreneurship in Emerging Economies – HARVARD-X, MBA em Management – Gestão Empresarial – IAG PUC-Rio, Design Estratégico – IED – Istituto Europeo di Design, Gerente de Projetos – Gestão de Projeto PMP – Instituto Infnet, Graduação Desenho Industrial – Comunicação Visual – PUC-Rio Estudos em arte em cursos: Poética Expositiva: desenvolvimento e acompanhamento de projetos – Sonia Salcedo del Castillo, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Acompanhamento crítico com Fernanda Lopes – Assemblage, RJ, Scuola Il Bisonte – Florença, Accademia Italiana – Florença e Pintura com Orlando Mollica, Escola de Artes Visuais do Parque Lage Em âmbito internacional, participou de exposições em Nova York – em 2013 e 2014. Suas obras fora do Brasil estão na Holanda, Itália, Estados Unidos, Malásia, Suíça, Emirados Árabes, Suécia e França, num total de 15 cidades. Possui grande experiência empreendedora já tendo sido diretora de outras 3 empresas de design e tecnologia. A sustentabilidade é um tema forte e importante em seus projetos. ÚLTIMAS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS • ESPAÇO CULTURAL CORREIOS – 2024 – Niterói • DO MAR AO TEMPO – a coletânea do azul - MUSEU NAVAL - 2022 – RJ • SE FOI, TEMPO – ESPAÇO CULTURAL CORREIOS – 2022 – Niterói • SE FOI, TEMPO – CENTRO CULTURAL CORREIOS – 2021 – Rio de Janeiro Fernanda Deminicis – Curadora Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF), no setor temático de História Moderna, com período de estágio na Universidad Autónoma de Madrid (UAM). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes e Design da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na linha de pesquisa Comunicação, Cultura e Artes, com financiamento de bolsa CAPES / PROSUP. Possui especialização em Design pelo Istituto Europeo di Design (IED); é bacharel em Desenho Industrial, com habilitação em Projeto de Produto, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio); e concluiu cursos de aperfeiçoamento em história da arte, sobre o período do Renascimento, pela Universidade de Oxford (Ox). No doutorado, dedicou-se ao tema da cultura escrita, mais especificamente aos textos do humanista e pintor português Francisco de Holanda, relacionando-os com a política e o bom governo do rei. A tese também se debruça sobre o conceito de império na obra de Holanda, bem como suas percepções sobre os usos e valias da arte em períodos de paz e de guerra. Outro tema abordado versa sobre o uso político das imagens e a conformação do artista moderno, procurando relacioná-los à produção de programas culturais diretamente patrocinados pelos poderes em concorrência. Para além, a pesquisa se beneficiou de estágios de pesquisa em arquivos e bibliotecas nas cidades de Madri e Lisboa. Atua principalmente nas áreas de História, História da Arte e Museologia, desenvolvendo trabalhos de curadoria, pesquisa e projetos para exposições, com destaque para as mostras: Tinta e Fogo: a esquadra por Balliester; O Atlântico sul na construção do Brasil independente, Do Amazonas ao Prata: a força naval na conformação de um território brasileiro unificado e Ilha Fiscal: um neogótico em terras tropicais. C. Paula Barros – 1894-1955 – Paraense, poeta, letrista, professor, indianista, compositor. Escreveu 4 letras para músicas de Villa-Lobos, dentre elas o Canto do Pagé, mais tarde gravado pela Maria Bethânia. Versionou e traduziu as óperas de Carlos Gomes: O Guarany e O Escravo em livro e encenações no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Escreveu a biografia de Villa-Lobos, e livros dedicados à cultura e lendas indígenas trazendo contos, cultos, palavras, fauna e flora dos povos originários. Suas obras literárias, peças teatrais ou cantos orfeônicos constam em acervos da Fundação Biblioteca Nacional, do Theatro Municipal, do Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro e Real Gabinete Português de Leitura, RJ. E em Belém do Pará, no Centro de Memória da Amazônia, Belém e na Biblioteca Pública Arthur Vianna, Belém. Luis Ludovico – 1922 – 1993 – pintor e compositor do Rio de Janeiro, traz em suas pinturas obras modernistas, concretas, surrealistas e abstratas. Traz em sua produção a liberdade e a geometria como temas principais, nas décadas de 70 a 90. Seguindo a expressão artística e cultural liberalista, sua pintura traz a representatividade da figura humana, em corpo presente e puro, em pinturas que variam entre modernismo, expressionismo e surrealismo. Opostamente, no âmbito concreto, traz a geometria e estudos de forma e volume em composições perfeitamente alinhadas, retas e tridimensionais com sua palheta inconfundível de cores terrosas e coloridos fechados. Teve músicas suas gravadas por Alaíde Coste e Elizeth Cardoso. C.M. Paula Barros – Pintor e compositor com estilo expressionista, moderno e cubista, traz temas de liberdade, matemática na arte, retratos e temas sacros. Vem compor esta linha do tempo na década de 90 até os dias atuais com retratos, pinturas liberalistas, fauvistas, expressionistas, cubistas até uma série de representações religiosas em formas de figurativo-abstrato, numa construção própria de seu imaginário. Cores fortes, vivas e interrelacionadas compõem sua expressão com ritmo e matemática como guia da mentalidade e do pensamento artístico.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.