Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto prevê uma temporada de 02 meses do espetáculo SÓ VENDO COMO DÓI SER MULHER DO TOLSTÓI em São Paulo, além de uma pequena circulação pelo interior do estado, passando por Santos, Ribeirão Preto e Lorena, totalizando 30 sessões do espetáculo.
Indicado ao Prêmio SHELL RJ por melhor figurino, e espetáculo retrata os quase 50 anos de casamento de León e Sofia Tolstói. Meio século de machismo estrutural, somado à imensa fama planetária e importância da obra de Tolstói, legou à Sofia o papel de megera. No entanto, o movimento feminista vem corrigindo essa injustiça. Durante toda a relação, cada qual retratou em diários o que se passava entre eles, em detalhes. É a leitura atual desses diários que deixa clara a relação tóxica, abusiva e patriarcal do homem Leon, independentemente de seu inquestionável talento literário. É a partir do conteúdo desses diários que o dramaturgo Ivan Jaf constrói seu monólogo, dando voz a Sofia. Não uma voz contida pela repressão da mulher na Rússia do começo do século XX, sob o peso da Igreja Ortodoxa e da mão pesada do czarismo, mas um discurso com toda a verve libertária da indignação feminina atual.
Objetivo geral: Circular com o espetáculo SÓ VENDO COMO DÓI SER MULHER DO TOLSTÓI por São Paulo, Santos, Ribeirão Preto e Lorena.. Objetivos específicos: - Gerar aproximadamente 20 empregos diretos entre artistas, técnicos e prestadores de serviços ligados à economia criativa; - Realizar, como contrapartida, 04 (quatro) oficinas de interpretação gratuita ministrada pela atriz do espetáculo. - Relizar três sessões seguidas de bate-papo com a plateia (uma em cada cidade visitada). - Realizar 30 (trinta) sessões do espetáculo
Nos bastidores da vida de um grande homem, havia mesmo uma grande mulher. Ela foi massacrada e oprimida. Rose Abdallah dá vida a Sofia Tolstói, cujos diários escritos durante os 48 anos de seu casamento com o célebre escritor Leon Tolstói, comprovam um relacionamento patriarcal, machista e abusivo. Ofuscada pela fama do marido por dois séculos, só agora, com os movimentos de empoderamento feminino, a voz de Sofia começa a ser ouvida. Em "Só vendo como dói ser mulher do Tolstói", uma atriz prepara-se para entrar em cena no papel de Sofia. No camarim, mistura a voz da personagem com sua voz feminista atual, indignada e revoltada com o escritor machista e abusivo. Mistura também épocas _inícios dos séculos XX e XXI _ e espaços _ Rússia e Brasil. Em uma linguagem do nosso tempo, Sofia, enfim, fala. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisIII - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura ememória; O projeto se enquadra no Art 3° da lei 8313/91 conforme abaixo:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) Realização de espetáculo de artes cênicas; Em resumo, o projeto tem por finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante realização da circulação de um espetáculo de artes cênicas.
O espetáculo, que foi sucesso de crítica e público no Rio de Janeiro, sendo indicado ao Prêmio SHELL por melhor figurino, é inédito em São Paulo.
Espetáculo teatral: duração aproximada 70 minutos. 04 Oficinas teatrais (contrapartida social): 04 horas cada.
Acessibilidade física: - Todos os espaços ocupados pelo projeto são projetados para garantir a mobilidade de pessoas com necessidades especiais de locomoção, contendo rampas, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeiras de rodas. Acessibilidade de conteúdo: - Todas as apresentações terão tradução em LIBRAS. - Será permitida a visita tátil de pessoas com deficência visual antes ou após o espetáculo, sempre que solicitado à produção. - O programa do espetáculo terá informações em braile.
- Os ingressos serão praticados a preços populares em todas as apresentações. - A atriz irá ministrar 04 (quatro) oficinas de interpretação gratuitas, uma em cada cidade visitada, com duração de 04h cada. Público alvo: alunos e professores da rede pública de ensino.
Direção de Produção e captação de recursos: Sandro Rabello (Diga Sim Produções) O proponente realizará a função de direção de produção e também trabalhará tentando captar recursos, recebendo também por esta rubrica caso tenha sucesso na captação. Texto: IVAN JAF Nasceu no Rio de Janeiro, em 1957. É autor de mais de 65 livros de ficção para o público infanto-juvenil, premiado pela União Brasileira dos Escritores, Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil e quatro vezes finalista do Jabuti. É roteirista de histórias em quadrinhos, com trabalhos publicados em revistas brasileiras e italianas, e graphic novels de adaptações de clássicos da literatura brasileira. Escreve roteiros para cinema, acumulando prêmios como o Sundance Institute - USA/98; Melhor Curta-Metragem - Festival Cinema Brasil in Tokyo 2007 e Melhor Curta-Metragem Brasileiro - 7º Festival de Cinema Brasileiro de Paris e Melhor Animação Brasileira/ Rj e Sp/ Anima Mundi 2003. Como dramaturgo, tem diversas peças encenadas, com direção de Nelson Xavier, Amir Haddad entre outros, e texto premiado e publicado pela Funarte/2005. Com a diretora e atriz Rose Abdallah firmou uma parceria produtiva que começou com um ciclo de leituras no Gabinete Guilherme Araujo (Ipanema, RJ); em seguida fizeram um tributo ao escritor e ativista negro Joel Rufino no Teatro da Justiça, no Rio de Janeiro, e em 2019 levaram aos palcos dos teatros Laura Alvim e Sérgio Porto o espetáculo Follow Me, Baby!, que em 2020 ganhou os editais Cultura nas Redes (com Follow me Na Pandemia) e Retomada Cultural Lei Aldir Blanc (ambas podem ser vistas no You tube). Direção: JOHAYNE HIDELFONSO São três décadas de arte em movimento na trajetória de Johayne Hildefonso. O artista em formação que entrou para o respeitado Tablado em 1988, hoje é ator, diretor e coreógrafo com currículo de mestre. Não à toa, também se tornou professor de interpretação e improvisação no mesmo Tablado que o iniciou. Sua aproximação com o Grupo Nós do Morro – outra credencial importante – começou nos anos 90 e segue até hoje. Por lá trabalhou e trabalha, entre outras atividades, inclusive como diretor de movimento. Esteve na equipe de espetáculos como “Abalou – Um musical Funk”- que recebeu indicação ao Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem, em 1997; “Machado a 3X4”, pelo qual foi indicado na categoria especial, como diretor de movimento, no Prêmio Shell de 2009 e como um dos diretores da apresentação que o Nós do Morro fez na edição 2019 do Rock in Rio, no celebrado Espaço Favela. Outra parceria fundamental nessa história é com o relevante Afroreggae. Com o grupo cultural de Vigário Geral começou a produzir cultura no fim dos anos 90. Atuou como diretor artístico e coreógrafo de vários projetos. No cinema já esteve em filmes como “Tropa de Elite 2” (Dir. José Padilha) e “A Caminho das Nuvens” (Dir. Vicente Amorim). Seu trabalho já ultrapassou as fronteiras brasileiras e foi parar em lugares como Inglaterra e Escócia. Dentre eles: Em 2007 – Co-direção - Show "From The Favela to The World (Banda Afroreggae) - Barbican Theatre – Inglaterra; Em 2008 - Coreógrafo - Show "Favelization" (Banda Afroreggae) - Barbican Theatre – Inglaterra e participação no Festival de Teatro "Contacting the World" – Espetáculo Rua Paris 10A – Liverpool; Ainda em 2008 – participação no Youth Festival - Espetáculo Rua Paris 10A - Aberdeen – Escócia Durante os anos de 2006/2007/2008 - ministrou a Oficina "O Movimento da Palavra” - em Liverpool - Inglaterra. Também de alto nível, na trajetória de Johayne, é aquela que inclui seus trabalhos no teatro. São mais de 30 espetáculos com vários diretores e companhias. É ator e diretor de movimento da CIA Fodidos e Privilegiados, nome de referência na cena teatral brasileira. Assinou como diretor de movimento o musical “Novos Baianos”, sucesso, que foi dirigido por Otávio Muller. Com “Hamlet é Negro” (Dir Antônio Abujamra) recebeu, por seu trabalho de ator, indicação ao Prêmio Shell (2002), que o indicou também em “Telecath” (Dir Henrique Tavares), no mesmo ano. Outra indicação que recebeu do mesmo prêmio, em 2007, foi pela direção de movimento na montagem do Nós do Morro para “Os Dois Cavaleiros de Verona”. Recentemente foi um dos apresentadores do Festival TIM Music Pra Todos. Fez isso nos shows de artistas como Martinália, Jorge Aragão e Caetano Veloso. Nos palcos, Johayne pode atuar, dirigir, ensinar, apresentar... Está sempre em movimento. De certa forma, a beleza disso está simbolizada, num bonito, carinhoso e criativo espetáculo infantil. Em “Lololendi”, peça escrita, idealizada e protagonizada por Heloisa Pérrisé, o nosso artista é ator, assistente de direção e coreógrafo. Pela coreografia desse espetáculo, ele foi indicado ao prêmio CBTIJ, em 2018. Atuação: Rose Abdallah Atriz e diretora, integrante da Cia Os Fodidos Privilegiados, desde 1995, fundada em 1991 por Antônio Abujamra. Desde então atuou em quase todos os espetáculos do grupo, com destaque para As Fúrias, de Rafael Alberti, e O Carioca, de Arthur Azevedo, pelo qual foi por dois anos consecutivos eleita pelo voto Popular como Melhor Atriz no Festival de Curitiba, e O Casamento do Pequeno Burguês, de B.Brecht, sendo citada pelo crítico Lionel Fisher quando escrevia no jornal A Tribuna da Imprensa, como uma das melhores atrizes de sua geração. Fora da Cia, atuou em Otelo, de Shakespeare; Os Sete Gatinhos e Boca de Ouro, ambas de Nelson Rodrigues; Menopausa A Comédia, Um Marido Ideal. Interpretou o monólogo Eu Só Queria Que Você Não Olhasse Pro Lado, de Herton Gratto, em 2018, para celebrar seus 30 anos de carreira. Em 2019 começou a produzir seus próprios espetáculos; realizando, atuando e dirigindo Follow-me, Baby!, de Ivan Jaf, que estreou em 2019, ficando em cartaz até 2020, quando foi interrompida por causa da pandemia. Em 2020 foi agraciada com o Edital Cultura Nas Redes com Follow-me durante a Pandemia e em 2021 ganhou o edital Retomada Cultural, Lei Aldir Blanc com Follow-me, Baby!, ambas encontradas no You Tube. Dirigiu sua primeira peça Antígone, América por influência de Abujamra; depois Processos, O Mercador de Veneza; Solteira, Casada, Viúva, Divorciada; Um Dia A Casa Cai; Amável Donzela, Natal, Follow-me, Baby! e Adelaide Sem Censura. Estreou no Glaucio Gil em setembro de 2022 A Luta, espetáculo idealizado e dirigido pela artista, baseado na terceira parte de “Os Sertões de Euclides da Cunha e que permanece e cartaz no Teatro Municipal Café Pequeno. No cinema; protagonizou os longas Strovengah Amor Torto, de André Sampaio; Paixão e Virtude, de Ricardo Miranda e participou de vários outros como: Tropa de Elite 2, Não Vamos Pagar Nada e Feliz Natal. Na TV participou de diversos produtos na Rede Globo e Rede Record. Desde 2016 coordena o Ciclo de Leitura Queridos de Guilherme, no Gabinete de Leitura Guilherme Araújo, em Ipanema. Música original: André Abujamra André Abujamra traz no sangue a necessidade em provocar a ordem vigente. Em mais de 40 anos de carreira se firmou como um dos grandes artistas criativos do Brasil. Multi artista André é cantor, compositor, guitarrista, percussionista, pianista, produtor musical, ator, diretor de teatro e cinema. Ao lado de Maurício Pereira, André também fez parte nos anos 1980 da dupla Os Mulheres Negras. Em 1994 estreou como líder, guitarrista e vocalista da banda Karnak, onde seu disco de estreia foi considerado pela revista americana Rolling Stones entre os melhores lançamentos da década de 1990. Seus projetos de discos solo incluem O Infinito de Pé (2004), Mafaro (2010), O Homem Bruxa (2015), Omindá (2018) e Emidoinã (2020). Também arruma tempo para seus projetos experimentais, como AbcyÇwÖk, Fat Marley e Turk Em 2022 lançou uma série de lançamentos de projetos sonoros, incluindo discos de música eletrônica, trilhas sonoras, álbuns temáticos, entre outros. Alguns serão transformados em NFTs no futuro. André compôs trilhas sonoras para cerca de 75 filmes brasileiros, alguns consagrados como Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, Castelo Ratimbum, Trinta e 2 Coelhos. Como ator já participou de vários longas, entre eles: Os 7 Prisioneiros (NetFlix), Clube dos Anjos (Angelo Defanti), Sábado (Ugo Georgetti), Durval Discos e Proibido Fumar (Anna Muylaert). André Abujamra foi indicado ao Grammy Latino 2021 na categoria Melhor álbum de Rock ou de Música alternativa em Língua Portuguesa pelo álbum Emidoinã – alma de fogo. Cenário e Figurinos: Giovanni Targa Formação: UFRJ, Escola de Belas Artes, Bacharel em Artes Cênicas. Figurinista, Produtor Artístico e Diretor Artístico – GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES AS, início: JULHO/2004. Criação, produção e execução de figurinos para novelas, seriados e programas de entretenimento, entre eles: Guerreiros Do Sol – 2023/GloboPlay Shopping Live – 2022/Vem Que Tem Na Globo – 2022/Rock In Rio - 2022 Os Outros – 2022/Nos Tempos do Imperador – 2019/2021/Amor e Sorte – 2020/Todas As Mulheres Do Mundo – 2019/Eu, A Avó e A Boi – 2019 Shippados – 2019/Onde Nascem Os Fortes – 2018/A Fórmula – 2017 Supermax – 2016/Justiça – 2016/Nada Será Como Antes – 2016/Encontro Com Fátima Bernardes – 2012/Esquenta – 2010 a 2014/Araguaia – 2010 a 2011/Tempos Modernos – 2010/Caminho das Índias – 2009/A Favorita – 2008/Eterna Magia – 2007/Amazônia – 2007/Sinhá Moça – 2006 Belíssima – 2005/Senhora do Destino – 2004/Terra dos Meninos Pelados – 2004/Kubanacan – 2003/O Quinto dos Infernos – 2002 Outros trabalhos como figurinista: nos DVDs: “BLOCO DA PRETA” - PRETA GIL – SETEMBRO-2013/“TUDO DE BOM” - GRUPO CLAREOU – AGOSTO-2013/“SOLDADO DO SAMBA” - LEANDRO SAPUCAHY – JULHO-2013/ “NALDO NA VEIA” – NALDO BENNY – JULHO-2013/“ARLINDO NETO AO VIVO” – ARLINDO NETO – JANEIRO-2013/ “BATUQUES DO MEU LUGAR” – ARLINDO CRUZ – JUNHO-2012/ Espetáculo “Nossa Pele” para o Rock In Rio em setembro de 2022/“Prêmio da Música Brasileira” em homenagem a Ney Matogrosso em julho de 2017/ “Prêmio da Música Brasileira” em homenagem a Gonzaguinha em junho de 2016/“Chacrinha, O Musical” em 2014/“André Rebouças, O Musical” em novembro de 2014/“Acadêmicos da Abolição no carnaval de 2014/ Bloco Afroreggae carnaval 2014 com o tema: “ País do futebol”. Figura pessoal, entre outros, do dançarino Cássio Dias, do cantor Xande de Pilares e Arlindo Cruz, da cantora Mila Callado. Inúmeros trabalhos como figurinista para teatro e cinema. EMPRESÁRIO PROPRIETÁRIO – GT ESTÚDIO- Gravadora musical com selo próprio situada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. PRODUÇÕES ARTÍSTICAS EIRELI JANEIRO- Agenciamento e planejamento de carreira artística. Produção e execução de eventos artísticos musicais. Iluminação: Evelyn Silva No teatro: 2009 – Coordenação Técnica – peças “Mary Stuart” e “Calendário da Pedra” de Denise Stoklos – Bienal de Lusofonia – Lisboa - Portugal; 2008 – Coordenação Técnica – Festival Denise Stoklos – SESC SP; 2007 - Desenho de Iluminação – peça “Denise Stoklos em Teatro para Crianças”; 2007 – Consultora Dramatúrgica e Letrista – peça “A Hora e Vez de Augusto Matraga” de João Guimarães Rosa, adaptada por Andre Paes Leme; 2006 – Touring Technician - peça “Mary Stuart” de Denise Stoklos - Festival Internacional de Teatro de Santo Domingo – Santo Domingo – República Dominicana; Touring Technician - peça “Surto” – Turnê Nacional; Desenho de Iluminação - peça “Corrupcia” – Teatro Clara Nunes – RJ; 2006 – Desenho de Iluminação - peça “Fama Zero” – Teatro Candido Mendes – RJ; 2005 – Coordenação de Iluminação Cênica – Festival Denise Stoklos – São Paulo – SP; 2001/Ago, 2004 – Técnica Responsável de Iluminação Cênica – Teatro Glória – RJ; 2003 – Desenho de Iluminação - peça “Surto” de Os Surtados – em cartaz - RJ 2003 – Desenho de Iluminação - peça “Samba, suor e poesia” – Teatro Glória – RJ; 2003 – Touring Technician - peça “Mary Stuart” de Denise Stoklos - VI Festival Internacional de Teatro Experimental ‘ESCENARIO 2003’ – Quito y Guayaquil – Ecuador; 2003 – Desenho de Iluminação da leitura dramatizada “Dr. Faustus” de Goethe – direção de Antonio Abujamra; 2001 – Autora e dramaturga de “Patativa do Assaré” – peça dirigida por Alan Castelo – Prêmios de Melhor Autor: Festival do Estado do Rio de Janeiro, Festival Internacional de Blumenau e Festival de Campos; 2001 – Desenho de Iluminação - peça “Anti-Nelson Rodrigues” de Nelson Rodrigues – direção de Humberto Câmara Netto - UERJ – UVA; 2001 – Desenho de Iluminação - peça “A missão” de Heiner Müller – direção de Alan Castelo - Bienal da UNE - Teatro Noel Rosa – UERJ Show: 2017 – Desenho de Iluminação e operação da Roda de Autores do Quadrado – SESC Garagem; 2017 – Desesnho de Iluminação e operação do Festival Sonora – Mapati; 2011 – Desenho de Iluminação de Ute Lemper Concert – Teatro Oi Casa Grande; 2005 – Desenho de Iluminação de “Orquestras Populares Brasileiras” – Paulo Moura e Gafieira Contemporânea, Orquestra Popular de Câmara e Orquestra Tabajara – CCBB; 2005 – Desenho de Iluminação e Touring Technician de “Faz uma loucura por mim” tour (artista: Alcione); 2004 – Desenho de Iluminação de “Focus” in Brazil – Rio de Janeiro Concert (artista: Focus); Desenho de Iluminação e Touring Technician de “Alcione ao vivo 2” tour (artista: Alcione); Desenho de Iluminação de “Focus” in Brazil (artista: Focus); Touring Technician de “Alcione ao vivo ” tour (artista: Alcione)
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.