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PRONAC 2414882Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação do espetáculo teatral O pesadelo da borboleta

MARILYN CLARA NUNES
Solicitado
R$ 259,9 mil
Aprovado
R$ 259,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2025-07-01
Término
2025-11-01
Locais de realização (10)
Manoel Urbano AcreRio Branco AcreSena Madureira AcreHumaitá AmazonasLábrea AmazonasManaus AmazonasAriquemes RondôniaJi-Paraná RondôniaPorto Velho Rondônia

Resumo

O projeto vislumbra a circulação do espetáculo teatral intitulado "O pesadelo da borboleta", por 3 estados da região Norte: Rondônia, Acre e Amazonas, prevendo 10 apresentações gratuitas.

Sinopse

Sinopse de ""O pesadelo da borboleta" O espetáculo "O pesadelo da borboleta", centraliza-se numa personagem em estado de luto pela morte do pai. Metaforicamente, retrata a reclusão de uma borboleta em seu casulo que busca dentro de si forças para realizar a sua metamorfose. De tal modo, o espetáculo apresenta os conflitos, as dores e as perdas humanas e, com a devida crítica político-social, enaltece a capacidade de reinvenção da vida. Duração: 60 minutos. Público-alvo: jovens periféricos. Sinopse da mediação em teatro: "Espetáculo teatral bio-ficcional" Apresentação das principais vertentes e dos modos de criação em teatro na transposição artística de conteúdo biográfico, apresentando como este modo se relaciona com a estética da "dramaturgia do ator". Duração: 60 minutos. Público-alvo: artistas e interessados em arte teatral, em criação em geral, em estéticas e poéticas da cena. Sinopse de ""O pesadelo da borboleta" O espetáculo "O pesadelo da borboleta", centraliza-se numa personagem em estado de luto pela morte do pai. Metaforicamente, retrata a reclusão de uma borboleta em seu casulo que busca dentro de si forças para realizar a sua metamorfose. De tal modo, o espetáculo apresenta os conflitos, as dores e as perdas humanas e, com a devida crítica político-social, enaltece a capacidade de reinvenção da vida. Duração: 60 minutos. Público-alvo: jovens periféricos.

Objetivos

O objetivo geral: 1) Realizar a circulação do espetáculo "O pesadelo da borboleta" por 10 cidades da região Norte, distribuídas em três estados: Rondônia, Acre e Amazônia. Objetivos específicos: 1) Produto ESPETÁCULO TEATRAL: circular por 3 estados da região Norte: Rondônia, Acre e Amazonas, prevendo 10 apresentações divididas por estas localidades, de modo gratuito. 2) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 10 ações de mediação em arte teatral, após as apresentações, em formato de bate-papo aberto ao público, de modo gratuito. 3) O Produto CIRCULAÇÃO TEATRAL: contratar entorno de 15 pessoas de modo direto (equipe), favorecendo a potência de economia criativa na região norte.

Justificativa

Este projeto de circulação do espetáculo "O pesadelo da borboleta", criado pelo grupo Oposto Teatro Laboratório, de Porto Velho, foi idealizado para sua realização pela região amazônica, complementarmente oferecendo atividades de formação teatral, numa programação totalmente gratuita e que busca ser inclusiva. A circulação desta obra justifica-se pois "O pesadelo da borboleta" traz em seu cerne uma questão que atingiu a todos nesse momento pós-pandemia, que é o luto. Mas, em sua especificidade, traz problemáticas forte na região Norte, que é a violência, as drogas ilícitas e o narcotráfico. Isso porque, a região amazônica é rota primária de distribuição de cocaída de origem Andina, tornando-a num lugar transnacional do tráfico. Esse tema, em sua complexidade, é abordado pelo espetáculo de modo poético e íntimo, para sensibilizar e, concomitantemente, trazer consciência quanto aos prejuízos causados pelo consumo e tráfico de drogas. Voltado para um público amplo, o projeto pretende passar não apenas pelas capitais, como também em cidades do interior dos estados, fazendo com que a fruição deste bem cultural seja acessível para um diverso número de pessoas. Elegemos a região Norte por sermos daqui e sentimos a urgência por políticas de produção e fruição de artes nesta região. Salientamos que este espetáculo é um obra teatral com muita pesquisa, realizado em parceria com um dos mais renomados grupos de teatro do mundo, o Odin Teatret, da Dinamarca, ganhando um prêmio cultural para a sua montagem, sendo tema de pesquisa de doutorado pela sua trajetória de pesquisa de linguagem teatral (processos e procedimentos de criação do teatro contemporâneo), tendo estreado na Dinamarca, sendo apresentado em diversos festivais e mostras do Brasil. Objetivamos corroborar com a política do Pronac, ofertando: 1) a fruição de um bem cultural; 2) a educação através da arte; 3) a arte como ferramenta social. Entendemos que nossas ações atendem os artigos abaixo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; E, ainda, dos seguintes incisos do Artigo 3º, com grifo nosso: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Sobre o que é: “O Pesadelo da borboleta” é um espetáculo da Cia Oposto Teatro Laboratório, grupo de teatro independente sediado em Porto Velho-RO, criado em parceria com o Odin Teatret (Dinamarca), grupo que é referência mundial no conceito de Teatro de Grupo estruturado nos eixos: pesquisa teatral, trabalho do ator, antropologia teatral; e que neste processo de intercâmbios artístico-pedagógicos com 4 anos de duração contribuiu para a profunda pesquisa teatral que alicerçou a referida montagem, resultando no ganho de importantes prêmios brasileiros, incluindo o Prêmio Myriam Muniz (montagem), em 2015. Tendo como ponto de partida uma dramaturgia bio-ficcional (biografia com ficção), o espetáculo traz como personagem central uma mulher em luto pela morte do pai, vítima de overdose. Metaforicamente, retrata a reclusão de uma lagarta enclausulada que busca dentro de si forças para metamorfosear. A dramaturgia, por ser pautada na biografia da atriz protagonista, que perdeu seu pai ainda na infância, um homem negro, jovem (morreu aos 24 anos) e marginalizado, ganha uma força cênica grande, pois reflete, infelizmente, a dor de grande parte da população desfavorecida socialmente, direta ou indiretamente (pessoas que perdem para o narcotráfico entes próximos, vizinhos ou amigos). Esse dialogismo entre ficção e realidade potencializa a relação espetáculo x espectadores, fundamental nesta obra. Como várias linhas que constrói o tecido deste texto teatral, a circunstância ficcional entrecruza vários temas: conflitos, dores e as perdas humanas; luto e reinvenção de si; o uso de drogas e o sistema narcotráfico brasileiro; e, principalmente, a fase da adolescência, em que há a passagem para a vida adulta, uma espécie de "metamorfose humana". Voltada para o público jovem, o espetáculo busca trazer a mensagem de que as dores e os traumas, grande parte destes vivenciados na infância, e todas as crises de identidade, marcados pelo busca por quem se é e o que gostaria de ser, são etapas desta metamorfose da lagarta que se transforma em borboleta. Ao final, todos nós somos capazes de sermos belos, leves e livres como as borboletas. Assim, esta obra, com a devida crítica político-social, enaltece a capacidade de reinvenção da vida, já os ecos dessa dramaturgia atingem o sistema socioeconômico brasileiro em que o narcotráfico tem um papel importante, especialmente nas classes sociais mais fragilizadas, em que as drogas são um meio de sobrevivência econômica e um grave problema social estigmatizado e negligenciado. Em apresentações realizadas anteriormente em escolas públicas, o espetáculo mostrou-se muito potente para os jovens de ensino médio, visto estarem num momento de transição em que perdas, questões existenciais e experimentação de drogas são recorrentes. Da importância: Este projeto de circulação do espetáculo "O pesadelo da borboleta" foi idealizado para a região amazônica tendo em vista diversos fatores, tais como: temática do espetáculo, problemas socioeconômicos desta região, origem da trupe do espetáculo e, demanda local. A temática do espetáculo vai de encontro com as particularidades da região, no que diz respeito à problemática do narcofrático (um dos eixos temáticos do espetáculo) pois como aponta a pesquisadora da Universidade Federal do Pará, Aiala Couto, nesta segunda década do século XXI as redes do narcotráfico vêm fragilizando a política de defesa nacional nas fronteiras, sobretudo, na região amazônica, o que coloca o Brasil em uma situação de destaque enquanto uma rota primária de distribuição de cocaína de origem Andina em direção à Europa e África, bem como torna-o um mercado consumidor de destaque para esta droga ocupando a segunda posição no ranking mundial. Esse caráter transnacional do narcotráfico na Amazônia brasileira, é destacado pela existência de uma geografia do crime a partir de conexões regionais-globais que se dão sobre a região. Esse tema, em sua complexidade, é abordado pelo espetáculo de modo poético e íntimo, para sensibilizar e trazer consciência quanto aos prejuízos causados pelo consumo e tráfico de drogas. Elegemos a região Norte por sermos daqui e sentimos a importância da fruição de artes nesta região e vislumbramos contribuir positivamente para o quadro de produção e fruição cultural. Há uma grande demanda local por apresentações, cujo público, em grande número, tem muito interesse e pouco acesso às obras teatrais. Nesse sentido, e no sentido de alcançar um público amplo em cada cidade, elegemos 3 possíveis espaços para receber as apresentações: 1) espaço cultural independente, aberto para toda a comunidade; 2) escolas públicas de ensino médio, com apresentações para os jovens estudantes; 3) instituições sociais ou associações que trabalhem no combate, tratamento e/ou acompanhamento de adictos (ex-adictos) de drogas, cujo público jovem é maioria. Desse modo, trabalharemos para: 1) a fruição de um bem cultural; 2) a educação através da arte; 3) a arte como ferramenta social. Ainda, o espetáculo que circulará é premiado, o que evidencia sua grande qualidade, sendo tema de pesquisa de doutorado pela sua trajetória e linguagem teatral (processos e procedimentos de criação do teatro contemporâneo), tendo estreado na Dinamarca e apresentado em diversas cidades de São Paulo e no Paraná, fazendo curta temporada no Festival de Curitiba. Contudo, ainda é inédito nas cidades indicadas para receber o projeto (situação agravada pelos anos de pandemia), o que o torna um espetáculo com bagagem, porém novo nestas localidades.

Acessibilidade

Neste projeto, objetivamos tomar o máximo de medidas de acessibilidade possível, dentro da natureza do projeto. São essas: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátil, estacionamento com vagas reservadas para deficientes, assentos reservados com acesso visual amplo, espaço reservado na platéia sem assento (espaço vazio) para cadeirante, em espaço de boa visibilidade e fácil mobilidade. Essas medidas serão asseguradas na escolha dos lugares, sendo que a maioria está dentro da norma, visto serem espaços públicos que já atendem, para seu funcionamento às leis que garantem estas medidas. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras Será disponibilizda 1 (uma) apresentação com intérprete de libras, para assegurar esta medida de acessibilidade. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: No programa do espetáculo, disponilizado online, seguiremos as medidas para uma acessibilidade através de uma comunicação simples, eliminando barreiras de acessibilidade.

Democratização do acesso

Toda a programação será realizada de modo gratuito, em espaços de amplo acesso à população, sendo que ao menos 30% destas serão realizadas exclusivamente para jovens de escolas públicas periféricas. Ainda, nestas mesmas apresentações, os professores serão contemplados. Adicionalmente, ao menos 20% das apresentações serão realizadas em instituições ou associações descentralizadas que assistam pessoas com vulnerabilidade social. De tal modo, há o encontro com a Instrução normatíva do MINC 1-/04/2023, que indica "mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo"; compreendendo a inclusão nos termos: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Também nossas atividades contarão com uma comunicação ampla, de modo a garantir o artigo a implementação do artigo 4 - "garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos"; O programa do espetáculo estará disponível na internet, bem como a assessoria de imprensa do projeto disponibilizará materiais complementares, incluindo vídeos e fotos para veículos de comunicação, e permitirá a captação de imagens, contemplando as alíneas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Marilyn Clara Nunes: atriz e diretora artística Marilyn Clara Nunes é atriz, professora e pesquisadora de Artes Cênicas, sendo Profa. Dra. Adjunta da Unir (Universidade Federal de Rondônia). Fundadora do grupo Oposto Teatro Laboratório (2012), colaboradora do Nordisk Teaterlaboratorium/Odin Teatret (Dinamarca (2012) e membro da rede internacional de mulheres nas artes cênicas Magdalena Project (2013). É doutora em Artes (Poéticas Cênicas) pelo Instituto de Artes da UNESP (2022), tendo realizado o doutorado sanduíche pela JNU (Jawaharlal Nehru University), em Nova Délhi, Índia (2020). Detentora de prêmios como Arte em Toda Parte – FUNARTE (2021), Proac- prêmios diversos para montagem e circulação de espetáculos (2020- 2021,) Myriam Muniz- FUNARTE (2015) e Reconhecimento do governo de Morelos, México (2014) e Intercâmbio Cultural- FUNARTE (quatro prêmios, entre 2012 e 2017), já se apresentou em diversos festivais do Brasil e em outros países, como: México, Dinamarca, Colômbia e Índia. Julia Varley (Odin Teatret) - Orientadora artística Julia Varley nasceu em Londres em 1954. Estudou na Itália onde trabalhou com o Teatro del Drago, Centro Sociale Santa Marta e Circolo La Comune. Depois de juntar-se ao Odin Teatret, em 1976, vive na Dinamarca, trabalhando como atriz nos espetáculos Anabasis, J. S. Bach, O milhão, Cinzas de Brecht, O Evangelho Segundo Oxyrhincus, Talabot, O Castelo de Holstebro I e II, Kaosmos, As borboletas de Doña Música, Mythos, Ode ao progresso, Dentro do esqueleto de baleia, Grandes cidades sob a lua, O sonho de Andersen, Don Giovanni ao inferno, Ur-Hamlet, A vida crônica, O casamento de Medéa, Mantando o tempo, Ave Maria, e, A árvore. Com o Odin Teatret, Julia Varley trabalha ainda como pedagoga em escolas e universidades, e tem sintetizado a sua experiência em cinco demonstrações de trabalho: O eco do silêncio, O irmão morto, Texto-ação-relações, O tapete voador, Os ventos que sussurram. Desde 1986 participa da concepção e organização do Magdalena Project, uma rede de mulheres no teatro contemporâneo e, a paritr de 1990, na concepção e organização da ISTA (Escola Internacional de Antropologia Teatral) dirigido por Eugenio Barba, e atua como diretora artística do Festival Internacional Transit. Ela dirigiu espetáculos com a Pumpenhaus Teatro, da Alemanha (A fuga dos Yeti e Azul); com Ana Woolf, da Argentina (Sementes da Memória, Branca como a noite e Dentro da cortina); com Hisako Miura, do Japão (Casamento do Fox); com Lorenzo Gleijeses e Manolo Muoio (O filho de Gertrude, O exautivo e profundo azul), com Gabriella Sacco (O gosto de laranjas) e Teresa Ruggeri (Ruínas do tempo), da Itália; com Oposto Teatro Laboratório - Marilyn Nunes, do Brasil (Estrelas, O oposto e O pesadelo da Borboleta); com Amaranta Osorio e Teresa García, da Espanha (Anônimas). Julia Varley tem publicado vários artigos e ensaios em revistas como Teatro e Storia, Lapis, Performance Research, New Theatre Quarterly, Conjunto, Teatro XXI, The Mime Journal. É editora da The Open Page, autora do romance de Vento ad Ovest e do livro Pedras d’Agua. Reniele Cristiny Paixão Sukert: produção Reniele Sukert é membra do grupo Caixa Mágica desde 2021, fazendo parte também do grupo Oposto Teatro Laboratório desde 2018, atuando na função de produtora geral, produção executiva, divulgação de mídia online e assistente de gestão de projetos. Entre seus trabalhos realizados com os referidos grupos, destaca-se as produções teatrais: “Estrelas”, “O pesadelo da borboleta”, “O oposto”, “Shakuntala” e “Jiquitaia: brincantes do Norte”, com os quais realizou temporadas, circulação em diferentes partes do Brasil, produção de temporadas online, além de fazer produção de oficinas teatrais, palestras e workshops. Com esses espetáculos, trabalhou em mais de 30 apresentações por mais de 15 cidades, ganhando ainda, o Prêmio Aldir Blanc para técnicos e produtores (2021). Raoní Izoli Amaral - técnico de luz e som Raoní Amaral desenvolve atividades de teatro, música e produção artística desde 2008, tendo fundado o grupo Caixa Mágica de Artes Integradas em 2020, com sede própria na cidade de Porto Velho-RO, sendo também gestor do espaço cultural do grupo, organizador de mostras teatrais, coordenador de temporadas teatrais e atividades pedagógicas. É graduado do curso de licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR, com mobilidade acadêmica na UFMG, e pós-graduado na Faculdade Católica de Rondônia, em Metodologia do Ensino superior. Como ator, destaca-se seu trabalho nas montagens teatrais: “A nudez nossa de cada dia”, “Teu resto é meu coração” e “Breves Cenas”, desenvolvidas pela Cia Peripécias de Teatro Universitário, dirigido pelo Prof. Dr. Júnior Lopes, da Universidade Federal de Rondônia, entre 2010 e 2013. Já com o grupo Beradera Cia de Teatro, destacam-se os espetáculos “Lete” (vencedor do prêmio Miriam Muniz em 2013, sendo que em 2017 circulou pelo Brasil através do projeto PALCO GIRATÓRIO, organizado pelo SESC) e “Saga Beradera” (2015). Atua como técnico de luz e som em seu espaço cultural e depois grupos locais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Vilhena Rondônia