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PRONAC 2414910ArquivadoMecenato

Um Canto à Terra - O legado de Carlos Catuípe à música do RS

57.553.806 JANAINA SOUZA VARGAS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 167,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-18
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Canoas Rio Grande do SulFontoura Xavier Rio Grande do SulMaquiné Rio Grande do SulPassa Sete Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Circulação de Espetáculo Musical em homenagem ao músico Carlos Catuípe, o maior responsável pela pesquisa e divulgação da música litorânea do Rio Grande do Sul, que dentro do contexto da música regional do estado, possui uma identidade única, devido aos gêneros Maçambique e Quicumbi, de origem africana, bem como à enorme influência açoriana com seus ternos de reis, folias do divino e cantigas de oilarai. Serão 5 espetáculos na voz da intérprete Janaína Maia, com convidados parceiros contemporâneos do homenageado; 5 oficinas sobre o Tambor de Maçambique e demais instrumentos de percussão litorâneos, com doação destes tambores ao final; Concurso de interpretação para estudantes e um Documentário em Média-metragem.

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

Objetivo Geral:-Preservação da memória musical originária do litoral do RS, por meio da releitura da obra de um dos maiores músicos do Rio Grande do Sul, Carlos Catuípe, principalmente obras de gênero afro-açoriana, e ainda milongas, mazurcas, entre ontras canções folclóricas, em 5 apresentações musicais em municípios de diferentes regiões do estado, privilegiando o público estudantil por meio de oficinas, concurso de interpretação das obras do homenageado o qual será também importante estratégia de divulgação na internet, além da comunicação antecipada com a rede escolar de cada cidade e realização de um documentário em média metragem. Objetivos Específicos: 1) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: realizar 5 apresentações musicais em homenagem a Carlos Catuípe, com entrada gratuita. As canções serão interpretadas pela cantora Janaína Maia com participação de convidados parceiros contemporâneos de Catuípe, como as cantoras Clea Gomes e Loma Pereira, o percussionista Mário Duleodatto e ainda a participação de Maya Michelon, neta do homenageado. Um artista local selecionado por concurso nas redes sociais participará do show. Expectativa de público: 2100 pessoas (1000 pessoas em Fontoura Xavier*; 300 pessoas em Maquiné; 250 pessoas em Passa Sete; 300 Canoas; 250 Porto Alegre). 2) Produto OFICINA MUSICAL: realizar 5 oficinas gratuitas do Tambor de Maçambique e outros instrumentos de percussão, conduzidas pelo Mestre Griô, tamboreiro Mario Duleodato, parceiro de Carlos Catuípe, em Escola da rede pública, de forma gratuita, para 25 alunos (de 12 a 18 anos). Serão realizadas uma oficina por cidade que receberá o show, sendo que será doado um tambor de Maçambique para uma entidade/escola pública deste município, relacionada ao ensino de música infanto-juvenil. Expectativa de público: 125 alunos. 3) Produto CONCURSO/PREMIAÇÃO: realizar um concurso de interpretação para alunos da rede pública, de 12 a 18 anos (do fundamental ao ensino médio), que sejam das cidades onde ocorrerá a circulação, de obras que sejam de autoria do autor homenageado, por meio de vídeos que serão veiculados nas redes sociais, promovendo, assim, a escuta e pesquisa por este público adolescente, o envolvimento de cada comunidade com este estilo regional tão rico e específico e a divulgação para o público em geral. Os 5 premiados receberão como prêmio a participação no Espetáculo Musical com cachê, sendo um premiado por cidade. Expectativa de Público virtual: 10 mil nos primeiros 2 meses de exibição. 4) Média-metragem: realizar um Documentário média-metragem, de cerca de no mínimo 20 minutos, sobre a trajetória de Carlos Catuípe. Expectativa de Público virtual: 2 mil pessoas nos primeiros 2 meses de exibição. *em contato prévio com a Secretária de Educação, que teve interesse em apoiar, sugeri e há indicativo de disponibilizar transporte público para alunos de 10 escolas municipais para lotar o Salão Comunitário Santa Terezinha e São Roque, no centro da cidade. Observamos uma grande satisfação da referida secretária por escolhermos um município tão interiorano e pequeno, tão carente de eventos culturais.

Justificativa

-Somente através da Lei de Incentivo à Cultura será possível desenvolver um projeto extremamente cultural e multidisciplinar, sobre uma identidade musical tão específica como é a do Litoral do RS, tão rica, com instrumentos musicais própios, ritmos e linguajar, que revelam nossas raízes culturais, principamente africanas e portuguesas, por meio da obra do falecido artista Carlos Catuípe. Com este fomento, manifestações folclóricas musicais como o Maçambique, o Quicumbi, de origem africana; ternos de reis, folias do divino e cantigas de oilarai, de origem açoriana, serão revisitadas. -Este projeto traz ações inovadoras de resgate à memória cultural regional, pois será a primeira vez que o insigne músico terá um tributo por sua obra por meio de um espetáculo em circulação, concurso, oficinas e de um documentário. Merece esta homenagem para celebrar os 80 anos de seu nascimento (09.07.1944). Em 03/01/2014 fez 10 anos de seu falecimento. -Carlos Catuípe era um divulgador da cultura afro-açoriana, principalmente do gênero maçambique. Somente com Ivo Ladislau compôs mais de 200 canções, algumas vencedoras de festivais como Moenda da Canção e Califórnia da Canção Nativa, além de dezenas de canções com outros parceiros. Compositor, cantor, arranjador e violonista era natural de Catuípe/RS, trabalhou em São Paulo ao lado de músicos como Ângela Maria e Oswaldinho do Acordeon. Na década de 1980, quando voltou a morar no RS, contribuiu decisivamente para um resgate musical e histórico do litoral, que até então não existia. -na seleção dos locais participantes houve a preocupação de selecionar a maioria de municípios interioranos, distantes dos centros culturais e com menores Índices de Desenvolvimento Humano do RS (IDH). Entre os 496 cidades do RS, Passa Sete ocupa uma das piores classificações, com 488 no IDH (pontuação 0,622), com apenas 3.983 habitantes; Fontoura Xavier ocupa a posição 433 (pontuação 0,661), com 9.550 habitantes, e Maquiné ocupa a posição 383 (pontuação 0,682) com 7.418 habitantes. Dados do IDH, confirmados no site do IBGE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_munic%C3%ADpios_do_Rio_Grande_do_Sul_por_IDH-M , dados de população extraídos do site: https://www.ibge.gov.br -A circulação terá como solista a cantora Janaína Maia, reconhecida no meio regional por interpretar obras da cultura regional nativista. E ao seu lado estarão artistas consagrados, que são a memória viva e atuante da musicalidade afro-açoriana do litoral do RS. Dos 4 convidados especiais, 2 são maiores de 70 anos. Para dar um exemplo da importãncia dos convidados: Cléa Gomes, companheira do saudoso Catuípe, foi a intérprete da maioria das canções que participaram de centenas de festivais. Suas carreiras foram construídas lado a lado e essa história também merece ser contada no palco e no Documentário. Assim como Mário Duleodato, 66 anos, que é Mestre Griô, tamboreiro e compositor parceiro de Carlos Catuípe que ministrará as oficinas sobre o Tambor de Maçambique e demais instrumentos de percussão do litoral. -O acesso aos espetáculos musicais, oficinas, concurso e para assistir ao documentário será totalmente gratuito, democratizando o acesso ao público em geral. -O projeto tem a preocupação de valorizar os artistas locais ao mesmo tempo que propõe ação cultural voltada ao público infantojuvenil, tanto que será promovido um concurso nas redes sociais para melhor seleção do participante, com foco nos adolescentes estudantes da rede pública, ampliando a democratização de acesso aos bens culturais. E, ainda, estimulando a pesquisa, aprendizado, formação artística, formação de plateia, a preservação da memória e a difusão das manifestações culturais regionais. -Diversidade e acessibilidade: Há o compromisso de de promover ampla participação das mulheres neste projeto; bem como de artistas e profissionais negros/pardos, idosos e de portadores de necessidades especiais, praticando, assim, a igualdade de gênero e racial, e a inclusão de PcD's e idosos na prestação dos serviços culturais. Alguns exemplos constam na ficha técnica. -Estima-se mais de 40 prestadores de serviço de forma direta ao projeto, promovendo, assim, uma ampla produção cultural, estimulando a sustentabilidade de artistas, técnicos, compositores, pesquisadores e demais trabalhadores da cultura. A proposta se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto também contribui nos objetivos do art. 3° da mesma Lei:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023).

Estratégia de execução

Classificação indicativa livre. Locais de realização dos Espetáculos musicais já possuem palco e não haverá custos de locação. Nas cidades de Canoas e Porto Alegre não tem previsão de despesas de transporte, sendo que este custo menor, correrá por conta de cada profissional.

Especificação técnica

Produto principal - Apresentação Musical: -Serão 5 apresentações musicais de música regional, ao estilo afro-açoriano, cantadas. Duração de 1h e 15 min no mínimo. Tempo de palco total: 2h30 (incluindo passagem). Por apresentação os cachês serão de R$1.000,00 por músico acompanhante (4 no total); R$1.200,00 por músico convidado (4 no total); R$2.000,00 para o Diretor Musical e R$3.600,00 para a cantora solista. Produto Secundário - Oficina Musical: -Serão 5 Oficinas. Em cada cidade será oferecida uma oficina gratuita de Tambor de Maçambique e outros instrumentos de percussão do litoral do RS, com 25 vagas, em Escola da rede pública. Público alvo: alunos de 12 anos ou mais da rede pública. Carga horária: 50 min..Objetivos/Justificativa: Despertar o gosto pela percussão; proporcionar a oportunidade de vivenciar a experiência artística, fazendo parte de grupo de percussão; expressar-se musicalmente, em nível básico, através da percussão popular; estimular o desenvolvimento e a ampliação de conhecimento em música fazendo uso da percussão em conjunto; formação musical; primeiras noções no instrumento percussivo Tambor de Maçambique e outros intrumentos do litoral do RS; ampliar a sensibilidade sonora; preservação da memória de um instrumento folclórico ao colocá-lo em contato com novas gerações. Profissionais envolvidos: A oficina será ministrada pelo Mestre Griô, tamboreiro Mario Duleodato, parceiro de Carlos Catuípe, com a assistência do músico Israel Silva de Oliveira, da equipe administrativa do projeto, mais a monitora e a intérprete de libras. Metodologia será simples: Transmissão oral; aulas expositivas, práticas e lúdicas, com performance nos instrumentos de percussão em grupo. Material didático: Convencionais e não convencionais - Tambores de Maçambique (de 2 a 5), chocalhos, puíta, machacá e materiais recicláveis (baldes, latas, etc). Conteúdo: noções de ritmo; noções básicas de técnica para tocar instrumentos de percussão; uso de repertório litorâneo do RS. Produto Secundário - Concurso: Concurso será realizado de forma virtual, através de vídeos contendo interpretação de uma música de autoria de Carlos Catuípe. Esta ação será também uma grande ferramenta de divulgação do Projeto, do Espetáculo, pois além do impulsionamento nas redes, o natural será o compartilhamento de conteúdos relacionados, pela torcida e um engajamento que pode surpreender. Haverá um vencedor por cidade (totalizando 5 no projeto), que participará do Espetáculo Musical, recebendo cachê de R$800,00. Produto Secundário - Média-metragem: Será produzido e lançado um Documentário de 20 minutos, com entrevistas e filmagens de elementos da história do artista homenageado, com vídeodescrição, interpretação em libras e legendas.

Acessibilidade

Uma questão geral que iremos implementar no projeto é o uso de um Design Acessível em qualquer forma de comunicação, com uso de letras grandes (o mais legíveis possíveis) em cartazes, cards e legenda em todas as peças em vídeo, na divulgação, concurso realizado pela internet e no documentário. Este cuidado está incluso nos custos vinculados de Divulgação, Administrativo e na Edição do Documentário. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Cada apresentação contará com monitor treinado no atendimento do público com deficiência ou necessidades especiais, devidamente identificado. Esta pessoa será responsável também pela correta identificação e reserva de assentos para obesos e portadores de necessidades especiais, orientando e/ou conduzindo as pessoas que precisem se acomodar nestas poltronas. A escolha dos locais se deu também por serem adequados a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Das 5 cidades que receberão o projeto, 4 delas possuem locais com banheiros adaptados, corredores largos, guias táteis e rampas de acesso, com exceção de Passa Sete, onde está cotado o item Piso, que se refere à 'Rampa de Acesso'. Não encontramos na lista de itens aqui na plataforma 'Rampa de Acesso'. Fabricaremos uma rampa de acesso para o local da apresentação, doando à entidade de assistência local, preferencialmente pública. Além da preocupação com a acessibilidade ao público, houve a preocupação de contratar profissionais PcD, como é o caso de Sérgio Roberto Rodrigues Rojas e Mario Duleodato, os quais também são idosos. Relacionada a questão de acessibilidade, ínclusive física, outros idosos também foram selecionados na equipe como as Convidadas Especiais Loma Pereira, Clea Gomes e a preparadora vocal Lucia de Moura Passos. Informaremos no material de divulgação as medidas de acessibilidade disponibilizadas. Item na planilha orçamentária: Monitores (todas as cidades); Pisos (Rampa de Acesso, na cidade de Passa Sete); Arranjador e Direção Musical - portador de PcD e idoso. Convidado Especial - portador de PcD e idoso. Convidadas Especiais - idosas Preparador Vocal - idosa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Programa em braille será fabricado em Porto Alegre, um lote suficiente para todas as cidades. Audiodescrição e ferramenta #paratodosverem serão usadas nas peças de divulgação (não consta como item específico na planilha), bem como informaremos no material de divulgação a disponibilização do programa em braille. Item na planilha orçamentária: Programa (cidade de Porto Alegre); ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as apresentações musicais contarão com tradutor e intérprete de libras em todas as cidades. Informaremos no material de divulgação a disponibilização desta medida. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras (todas as cidades) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Cada apresentação contará com monitor treinado no atendimento do público com deficiência ou necessidades especiais, devidamente identificado. Esta pessoa será responsável também pela correta identificação e reserva de assentos para obesos e portadores de necessidades especiais, encaminhando as pessoas que precisem se acomodar nestas poltronas. Informaremos no material de divulgação a disponibilização desta medida. Item da planilha orçamentária: Monitores PRODUTO: OFICINA/CAPACITAÇÃO – MÚSICA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas realizar-se-ão em escolas escolhidas por serem mais adequadas a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Cada oficina contará com monitor treinado no atendimento do público com deficiência ou necessidades especiais, devidamente identificado. Esta pessoa será responsável também pela correta identificação e reserva de assentos para obesos e portadores de necessidades especiais, orientando e/ou conduzindo as pessoas que precisem se acomodar nestas cadeiras. Além da preocupação com a acessibilidade ao público, houve a preocupação de contratar profissionais PcD, como é o caso do oficineiro Mario Duleodato. Item da planilha orçamentária: Monitores. Oficineiro - portador de PcD (todas as cidades) e idoso. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição e ferramenta #paratodosverem serão usadas nas peças de divulgação. Cada oficina contará com monitor treinado no atendimento do público com deficiência ou necessidades especiais, devidamente identificado. Esta pessoa será responsável também pela correta identificação, orientando e/ou conduzindo as pessoas que precisem se acomodar. Item da planilha orçamentária: Monitores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as oficinas contarão com tradutor e intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Cada oficina contará com monitor treinado no atendimento do público com deficiência ou necessidades especiais, devidamente identificado. Esta pessoa será responsável também pela correta identificação e reserva de assentos para obesos e portadores de necessidades especiais, encaminhando as pessoas que precisem se acomodar nestas poltronas. Item da planilha orçamentária: Monitores PRODUTO: MÉDIA-METRAGEM ACESSIBILIDADE FÍSICA: Houve a preocupação de contratar profissionais PcD, como é o caso de Sérgio Roberto Rodrigues Rojas. Item na planilha orçamentária: Trilha sonora - portador de PcD. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição e ferramenta #paratodosverem serão usadas no documentário em média-metragem produzido e nas peças de divulgação. Informaremos no material de divulgação a disponibilização da audiodescrição no documentáro. Item na planilha orçamentária: Legenda Descritiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o documentário contará com tradutor e intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. PRODUTO: CONCURSO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Por ser realizado de forma virtual, o concurso proporciona acessíbilidade e inclusão. Os custos relacionados estão inclusos nos Custos Vinculados (Divulgação e Administrativo). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição e ferramenta #paratodosverem serão usadas nos vídeos selecionados e nas peças de divulgação. Informaremos no material de divulgação a disponibilização da audiodescrição. Item na planilha orçamentária: Tradução (Valor referente à Legenda descritiva: audiodescrição) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: os vídeos disponibilizados ao público contarão com tradutor e intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras.

Democratização do acesso

- Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização doacesso à população, através dos limites e formas de distribuição do artigo 29 da IN MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024. Em relação ao MÉDIAMETRAGEM a disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube. -Serão oferecidas 5 OFICINAS MUSICAIS gratuitas ao público escolar da rede pública. Assim, estamos aplicando o exposto no art. 30 da IN acima referida: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; -5 Tambores de Maçambique, fabricados especialmente para este projeto, serão doados, ao término das OFICINAS à entidade de caráter social ou educativo, enquadrando-se assim no previsto no inciso I do art. 30 da IN acima mencionada: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

-Janaína Souza Vargas (Janaína Maia) - Coord. geral, gestão financeira, intérprete solista, curadora do repertório: Reconhecida intérprete da música tradicional do Rio Grande do Sul, com diversos prêmios em festivais. É também produtora cultural, compositora, artesã, violonista e advogada. Com 9 anos, gravou pela 1º vez no disco do 1º Festival da Canção do Litoral Norte, promovido pelo Governo do Estado do RS. Após muitas participações em CDs e DVDs de outros artistas, em 2004, lançou o emblemático CD Prenda, com canções regionais, em que fez um acurado resgate de canções de festivais nativistas dos anos 80 e 90. Em 2023 estreou seu 1º show de MPB, o ENTRELACE, no qual evidenciou a produção de compositoras e compositores do Rio Grande do Sul. -Sérgio Roberto Rodrigues Rojas -Diretor Musical, arranjador, trilha sonora: Renomado cantor, compositor e arranjador no cenário do RS e nos países do prata. Mais de 200 prêmios dentro do movimento dos festivais do sul. Quatro CDs e três DVD lançados, além de inúmeros projetos na área da publicidade, teatro e do áudio visual, com mais de 20 trilhas de longas-metragens. Dividiu palco com Mercedes Sosa, Fito Páez, Raimundo Fagner, Fafá de Belém, Beth Carvalho, Yamandú Costa, Kleiton e Kledir entre muitos outros expoentes. Idoso, PcD, conf. declaração. -Bárbara Duarte - Diretora cinematográfica do Média-metragem: Formada em audiovisual em 2014 pela Unisc, trabalhou na assessoria de comunicação desta universidade, produzindo vídeos e cobrindo eventos esportivos e educacionais. Artista negra e artesã, atou em projetos de audiovisual como Cárcere Doméstico, vídeo teatro que gravou e editou (Lei Aldir Blanc 1). Roteirizou, dirigiu e produziu conteúdos para redes sociais do Projeto Ancestralidade (LPG Capão da Canoa/RS). Atualmente está executando o Projeto Aguar em Arroio do Sal (LPG pela SEDAC RS) e o mini documentário e videoclipe, Game Over - Além da Canção, do qual é proponente (LPG Arroio do Sal/RS). -Mario Duleodato - Convidado especial e Oficineiro: - O Marião: Mestre Griô,Tamboreiro, compositor, oficineiro e um dos principais nomes da música negra do estado do RS. Do pai herdou a herança da Cultura dos maçambiques. O ofício de tamboreiro lhe foi passado também pelos mestres João Ginuca, Pedro Serafina, Antônio Chico, Antônio Neca,Sr Salvador (Capitão da espada). Foi músico de Carlos Catuípe nos palcos de shows e festivais por mais de 20 anos. Foi um dos criadores da Tribo Maçambiqueira, realizando Shows pelo SESC no RS e SC. Idoso, PcD. -Loma Pereira, convidada especial: iniciou sua carreira na década de 70 com o Grupo Pentagrama de Jerônimo Jardim e Ivaldo. Cantora e negra, 71 anos, é reconhecida pelo pioneirismo nos festivais nativistas do RS, embora a predominância masculina. Em 1980 recebeu o Troféu Destaque Cantora da Década pelo Instituto Gaúcho da Tradição Folclórica. Com o álbum Um Mate Por Ti (RGE) foi indicada ao Prêmio Nacional Sharp de Música – categoria Cantora Regional, concorrendo com Margarete Menezes e Elba Ramalho. Em 1999 Prêmio venceu o Prêmio Açorianos de Música como Melhor CD e Melhor Intérprete de MPB. Em 2021 recebeu o Prêmio Trajetórias Mestra Sirley Amaro – Lei Aldir Blanc - Secret. E. da Cultura RS e em 2023 mais um Troféu Açorianos de Música por sua interpretação em Quilombola de Chico Saga e Mário Tressoldi. Conselheira de Estado da Cultura em 4 mandatos; Presidente do CEC/RS e Vice-Presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura brasileiros. -Marcelo Coelho - assessor de imprensa, roteirista e edição do Média-metragem: jornalista. Trabalha em comunicação há 37 anos.Dirige documentários, clipes, séries e filmes através da Tokadokoelho Filmes. Trabalhou para o SBT em Porto Alegre entre 2014 e 2019. Neste período, apresentou o telejornal SBT RIO GRANDE e conquistou a vice-liderança na audiência da TV aberta ao meio-dia. Entre 1993 e 2014 trabalhou em emissoras de TV do Rio de Janeiro. Foi narrador esportivo e apresentador do SPORTV. Como repórter, assinou mais de 6 mil reportagens para telejornais de rede nacional do SBT, RECORD, REDETV, GAZETA e CNT. -Clea Gomes - convidada especial: Iniciou cantando no Clube do Guri na rádio Farroupilha, aos 6 anos de idade, hoje com 77 anos. Em 1963, aos 16 anos se trabalhou como crooner de vários conjuntos, realizando a abertura de shows de Wanderléa, Jerry Adriani, Angela Maria, Cauby Peixoto, Demônios da Garoa. Na década de 70, trabalhou na noite paulistana por 12 anos ao lado de nomes como Luiz Gonzaga, Toquinho, Dominguinhos, Moraes Moreira, entre outros. Em SP gravou 3 LPs. De volta ao RS participou de pesquisa e divulgação da cultura afro-açoriana do litoral norte do RS, inclusive em Portugal, Espanha e Arquipélago dos Açores. Clea participou de vários festivais, inúmeras vezes premiada como melhor intérprete. Por duas vezes vencedora nacional do prêmio Talentos da Maturidade (Banco Santander e Min.da Cultura). Em 2016 recebeu o Prêmio Vitor Mateus Teixeira da Assembleia Legislativa do RS como melhor cantora do ano. Em 2021 foi uma das contempladas no Prêmio Trajetórias Culturais Mestra Griô Sirlei Amaro, realizado pelo Instituto Trocando Ideia, pelos seus 50 anos dedicados exclusivamente à musica. -Maya Michelon - convidada especial: - talentosa intérprete de 7 anos, neta de Carlos Catuípe e de Clea Gomes. Em 2021, c/ apenas 5 anos estreou no Theatro São Pedro, ao lado de Sérgio Rojas. -Israel Silva De Oliveira- produção executiva: 38 anos, negro, musicólogo, multinstrumentista. Desde os 6 anos de idade percussionista da escola de samba Acadêmicos do Rio Branco, em São Leopoldo. Foi instrutor de Bandas e Fanfarras nas EMEFs de São Leopoldo e Novo Hamburgo. Graduando em Música/Licenciatura na UERGS Montenegro/RS; experiência administrativa na área cultural, integra o conselho de cultura de Capão da Canoa, como representante do 1o Ponto de Cultura do Litoral Norte, a CACdo Artista Caponense. -Gabriella Barbosa - musicista, artista negra, percussionista e backing vocal, 28 anos. Formada na UFRGS, trabalha como Educadora Social. Musicista desde a infância, integrou o Grupo Samba Delas, e atualmente atua como percussionista da Pamela Amaro (UNIMÚSICA REMIXANDO UFRGS e SAMBA DE BAMBA - SESC CURITIBA). Toca ainda em diversas Rodas de Samba (As Rainhas POA, Grupo Gurias do Samba, Herdeiras do Samba, etc). -Miguel Tejera - músico (contrabaixo acústico e elétrico): natural de Rivera (Uruguai), reside no RS desde 2001. Em Montevidéu tocou com a Comparsa Sinfonía de Ansina. Trabalhou com artistas como Neto Fagundes, Sergio Rojas, Raúl Ellwanger, Luiz Carlos Borges e Luciano Maia. Tocou em palcos como “Jazz a la Calle” (UY), “Cosquín”(AR), “Corrientes”(AR), Lisboa (PT), Albufeira (PT), “POA Jazz”, “Canoas Jazz”, além de grande parte dos festivais do RS onde tem recebido prêmios como instrumentista, arranjador e compositor. Em 2016, junto ao Instrumental Picumã venceu o Prêmios Açorianos de Música: Melhor disco Instrumental e Grupo Revelação. Em 2021, lançou com o Instrumental Picumã o Álbum “Vinda Boa”, em parceria com o multi-instrumentista Arismar do Espirito Santo. -Luciana Pires de Freitas, assistente adm.: acadêmica em Letras/ UFRGS, escritora e negra, possui experiência na área adm e de atendimento. -Diogo Barcelos - músico (teclado): pianista dos mais requisitados no RS, compositor premiado nos festivais. Atua com Kako Xavier, João de Almeida Neto, Adriana Sperandir, Daniel Torres, Isabela Fogaça, Luiza Barbosa, Sérgio Rojas e muitos outros. -Lucia Passos - preparadora vocal: 70 anos, é cantora e professora de técnica vocal. Atuou no Projeto Villa Lobos da FUNARTE, realizando oficinas de coros e preparadores vocais em todo o Brasil. Como cantora, realizou recitais de música de câmara no Brasil e exterior e também foi solista de várias orquestras brasileiras. -Rodrigo Rheinheimer - técnico de som. -Melina Cardoso - assistente de produção. -Leandro Roos Pires - técnico de luz.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.