Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a realizaça~o de temporada do espeta´culo teatral "Um Tempo chamado Yayá" na cidade de São Paulo. A peça aborda a vida de Sebastiana de Mello Freire, conhecida como Dona Yayá, dona de uma grande herança, que viveu encarcerada, no início do século XX, em sua própria casa, por apresentar quadros de desequilíbrios psiquiátricos. Além do espetáculo teatral, o projeto pretende produzir, editar e publicar um livro sobre memória, teatro, feminino, saúde mental e patrimônio cultural.
Com texto e direção de Patrícia Teixeira e processo colaborativo das atrizes da Cia. Coexistir de Teatro, o espetáculo Um Tempo Chamado Yayá explora a vida de Sebastiana de Mello Freire (1887-1961), conhecida como Dona Yayá, herdeira de uma grande fortuna que foi confinada em uma casa devido a quadros de desequilíbrios psiquiátricos. No elenco, Alana Carvalho, Gabriela Pietro, Gislaine Mendes, Janaína dos Reis, Lia Xavier, Sandra Crobelatti, Silvia Fuller e Wash Peinado interpretam diferentes fases da vida de Dona Yayá, incluindo personagens como sua madrinha, cuidadoras, enfermeiro e professor. A dramaturgia utiliza uma narrativa dividida em duas partes, alternando entre o presente e o passado de maneira não linear. No plano do presente, uma monitora guia o espectador por meio de uma exposição, apresentando a vida de Dona Yayá. Enquanto no segundo plano, mergulha no passado da protagonista, revisitando momentos significativos de sua infância, adolescência e idade adulta. “As memórias de Yayá podem se confundir com as nossas memórias e de tantas mulheres que tiveram seus sonhos, subjetividade, alma e corpo confinados e mortos".
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto é realizar uma temporada do espetáculo teatral "Um tempo chamado Yayá" com 40 sessões, com duração de 90 minutos, a serem realizadas em locação na cidade de São Paulo, com lotação de aproximadamente 30 pessoas, contemplando um público de 1200 pessoas, ao final do projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO PRINCIPAL - APRESENTAÇÃO TEATRAL - Realizar temporada do espetáculo "Um tempo chamado Yayá", com 40 sessões na cidade de São Paulo, em locação na cidade de São Paulo com capacidade média de 30 lugares, atingindo aproximadamente 12.000 pessoas. As sessões terão duração de até 90 minutos. CONTRAPARTIDAS: - Realizar uma apresentação do espetáculo em um estabelecimento prisional feminino, na cidade de São Paulo. - Realizar a contratação de estagiário para apoio de produção durante a execução do projeto.
Rememorar na atualidade, a história de vida de Dona Yayá _ uma mulher, que foi encarcerada em sua própria casa por "apresentar" problemas mentais é a possibilidade de falarmos de sociedades mais justas, igualitárias e solidárias, principalmente ao relembrarmos da luta antimanicomial comemorada no dia 18 de maio, que não se restringe apenas a saúde em si, mas fala também dos direitos humanos, da luta contra todas as violações de direitos. Vivemos o estigma "atemporal" em relação a saúde mental, por isso justificamos a importância e necessidade do projeto, no sentido de continuarmos a discutir o que é o diagnóstico de doença mental dentro de um contexto de cultura, de sociedade, muitas vezes de adaptação social do que realmente de saúde mental. Como mulheres, feministas e artvistas, estamos contribuindo para a importância que a arte têm no recontar, denunciar, ressignificar, recriar, reinventar, transformar estigmas, diferenças e desigualdades. A busca de enaltecermos o empoderamento feminino de "tantas mulheres como Dona Yayá", em tempos tão árduos que vivemos _ tempos em que mulheres continuam a ser segregadas, caladas, violentadas e assassinadas. Dona Yayá, possivelmente, pode ser uma das tantas representantes do que uma sociedade patriarcal faz com as mulheres, com a subjetividade, com a natureza. A pertinência do projeto vai ao encontro do projeto de pesquisa da Cia. Coexistir conjuntamente com a Jupter Produções Teatrais sobre o estudo da mitologia como memória do patrimônio cultural de nossa civilização. Recontar Dona Yayá é contar a memória, o patrimônio e as lutas do feminismo dentro de um país que muitas vezes esquece da sua própria história; a importância de se preservar o patrimônio cultural ̶ como a A Casa de Dona Yayá e tantos outros espaços e personalidades que estão associados à constituição de uma memória coletiva que nos orienta na compreensão do passado e das questões relativas à saúde mental, gênero, cidade e memória social. Sabe-se em sua biografia, que Dona Yayá, ainda quando era jovem, fez muito pelos artistas, no sentido de protege-los. Com sua alegria, juventude e criatividade ̶ Yayá, fazia experiências artísticas com as suas próprias fotografias, gostava de artes plásticas e piano; de certa forma podemos refletir que era uma "transgressora" em um tempo, no qual, segregava-se de forma abrupta a expressão da alma. Sua voz foi calada e seu corpo encarcerado. Temas como a discussão da saúde mental e a importância da manutenção da mesma, a preservação e memória do patrimônio público, o gênero, o empoderamento feminino, a subjetividade, a liberdade de expressão, o acolhimento e a cura de tantos males que nos afligem enquanto seres humanos, pessoas, mulheres e mulheres-trans em uma sociedade que ao não respeitar a subjetividade, impacta os valores culturais ̶ são questões que sustentam a relevância cultural do projeto. Para viabilizar o projeto, contamos com o fundamental apoio do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo a Cultura, para captar os recursos necessários para prover os custos dessa produção. Assim, o projeto atende aos seguintes requisitos e objetivos do artigo 1º, da lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende também aos seguintes requisitos e objetivos do artigo 3º, da lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; Duração do estágio: 03 meses. Remuneração: Bolsa auxílio no valor de R$ 1.200,00 / 03 meses de atividade (já incluídos os benefícios). Seleção: por meio de entrevista individual, a partir de divulgação de oportunidade junto a escolas, universidades e cursos técnicos.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local selecionado para receber o projeto irá contar com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e devem estar adaptados para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: o projeto prevê a distribuição de cartilha contendo os descritivos das cenas e roteiro, para deficientes auditivos acompanharem as cenas durante a apresentação. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Cartilha MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: O projeto prevê a disponibilização de audioguia do programa do espetáculo, com a descrição das personagens e da ambientação da casa, além de monitor para atendimento. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Narrador de audiodescrição e monitor CONTRAPARTIDA MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O ensaio aberto será realizado em local com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e devem estar adaptados para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras para o ensaio aberto Item do orçamento para acessibilidade prevista: Intérprete de libras
Visando a democratização e a ampliação do acesso aos produtos culturais serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade com o exposto no artigo 29 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 do Ministério da Cultura: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em conformidade com o exposto no artigo 30 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; Será realizada uma apresentação em unidade prisional feminina do Estado de São Paulo. Em conformidade com o exposto no artigo 32 da Instrução Normativa nº 11/2024 do Ministério da Cultura: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas Será oferecida uma vaga de estágio para apoio de produção durante a execução do projeto.
PROPONENTE O proponente será responsável pela tomada de decisões e coordenação geral da execução da proposta, sendo remunerado pelas rubricas de Direitos autorais, Direção Artística e Coordenação Administrativa-Financeira do projeto. PATRÍCIA TEIXEIRA – Proponente, dramaturga e diretora artística Sócia-diretora da Jupter Produções Teatrais e fundadora da Companhia Coexistir de Teatro. Analista Junguiana em formação pelo IJUSP. Mestre no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica – Núcleos Junguianos da PUC-SP. Especialista em Psicologia Analítica pela PUC-SP. Graduada em Psicologia pela Universidade Paulistana. Graduada em Licenciatura Plena em Artes Cênicas pela UNIRIO. Especialista em Método Stanislavski pelo GITS-Moscou/Rússia. Especialista em Direção Teatral pela Célia Helena – Centro de Artes e Educação-SP. Diretora da Cia. Coexistir de Teatro, com a pesquisa sobre mitos, rito e psique, a partir da leitura junguiana. Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia pela PUC-Rio. Professora na Casa das Artes de Laranjeiras-RJ, no Mackenzie-Rio, no Instituto Freedom-SP, na Universidade Paulista e nas Oficinas Culturais da Secretaria de Cultura do Estado de SP. Autora das técnicas expressivas: Narrativas psico-históricas e Performance do Mito utilizadas como ampliação de conteúdos da psique. Desenvolve pesquisas nas seguintes áreas: performance, teatro, audiovisual, mito, psicologia, símbolos e história. Coordenadora do eixo temático "Formação, práticas e técnicas do artista teatral da coleção Artes em Cena da Editora Paco. Alana Carvalho — Atriz - Drt 0059341/SPFormada pelo curso técnico profissionalizante na escola de Atores Nilton Travesso. Em diversas oficinas teatrais pela cidade de Mogi das Cruzes. Participação na série Area de de Serviço, e da campanha de carnaval - 2023 da Brahma. Tem em sua carreira diversas peças como: “Olhos da Coxia” “Sobejos Gregos” “Boca de Ouro” entre outros.. Infantis como: “Sítio do Pica-pau Amarelo” “Era outra vez” “Magia dos Brinquedos” entre outros. Camareira na peça "O Deus de Spinoza" texto de Régis de Oliveira, Direção e adaptação: Luiz Amorim , com Juliano Dip e Bruno Perillo . Produção no projeto Arte na Praça do estado de São Paulo pelo núcleo Educatho com a intervenção Trovadores Literários. Durante o ano de 2023 foi responsável pela comunicação da escola de atores Band NCA, uma parceria TV Bandeirantes, Teatro Itália e Projeto Educatho. Gabriela Pietro – Atriz, DRT N° 32.963/SP Atriz, apresentadora, locutora e dubladora. Também com experiência em dança contemporânea, ballet e jazz. Fez diversos cursos como Célia Helena, Wolf Maya, SP Escola de Teatro, 4 Act Performing Arts, Fátima Toledo, interpretação com Zé Henrique de Paula no Núcleo experimental, Universidade da dublagem, locução e apresentação na Radioficina, entre outros. Atuou em alguns espetáculos teatrais, sendo os de maior sucesso e público “Dudinha e a Galinha Pintadinha” fazendo a personagem Mariana de 2012 à 2023 em cartaz em SP e turnê nacional e “Dom Quixote de Guarulhos” contemplado com a Lei de Fomento para o teatro e à Dança da cidade de Guarulhos. Participou da companhia de Dança Rita Camilo com diversos espetáculos em festivais de dança e da cia. de teatro Barca Cênica com estudos e pesquisas performáticas além dos espetáculos. Também trabalhou como apresentadora em canais de ofertas como Mega Tv, Shoptour e hoje segue nas redes sociais como apresentadora e como repórter freelancer na Redetv e Canal Uol. GISLAINE MENDES – atriz e preparadora corporalGislaine Mendes (atriz) no curso de artes dramáticas pela Recriarte - Escola de Arte e Comunicação (2013), Graduada em Educação Física pela Universidade de Santo Amaro, fez cursos complementares de dança clássica pelas escolas deptcult (2010) ENBC Brasil (Escola Nacional de Ballet Cubano (2016) e arte circense no Circo Vox (2013) e Arena de Artes (2015), participou do Workshop – “Como criar um personagem para o vídeo”, ministrado por Tânia Bondezan e Fernando Petelinkar (2006). Como atriz esteve presente em diversas montagens, dentre elas “Oriki das Almas” direção de Paulo Fabiano (2024), “Eros e Psiquê” direção de Patrícia Teixeira (2023), "Vozes" direção de Patrícia Teixeira (2019), "Estiagem" de Victor Nóvoa e direção de Paulo Fabiano (2018), "Caminhador" direção de Paulo Fabiano (2016), "Noite dos Mascarados" direção de Paulo Fabiano (2015), "Quando as Máquinas param" direção de Ricardo Correa (2014), "Tartufo" direção de Rudson Marcelo (2013), "Devaneios" direção de Péricles Martins (2012), "Dorotéia" direção de Paulo Fabiano (2011), "A casa de Bernarda Alba" direção de Alberto Soares (2004). JANAÍNA REIS – Atriz, DRT 0012208/SPEstudou teatro com o diretor Marcos Granado. Pós graduada em teatro educação pela escola Paulista de arte e arteterapia, terapias expressivas pela Universidade Estadual Paulista. Atualmente na Cia Coexistir de teatro, integra os projetos: Um tempo chamado Yayá e a leitura dramática a Casa de Bernarda Alba. Na mesma companhia atuou em Vozes do Brasil e Eros e Psiquê (2023-2022); Vozes do Feminino (2020-2019); leitura dramática de Medéia (2018); Dioniso, a Vida Indestrutível (2018-2017-2016). No grupo de teatro Porto seguro, direção Leslie Marko, atuou nas peças: Pinocchio; Grito de Paz; Amanheceu; O Inspetor Geral e Quixote. Na Cia Sempre Teatro, direção Fernando dia Matheus, atuou nas peças Libel, a sapateirinha e o Pedido de Casamento. Lia Xavier - Atriz 62 anosFormada em Artes Visuais na Faculdade Estácio, curso, profissionalizante de teatro na Escola Recriarte, curso básico de técnica corporal Klauss Vianna. Atuação, em algumas peças como: O novico de Martins Pena, direção de Ricardo Leite, Tartufo, direção Rudson Marcelo 2013, Baú o mágico Baú infantil, direção Osmar Santana, 2010, Ópera do Malandro, direção Rudson Marcelo, 2011, Pátria Armada um musical, direção Pericles Martins 2019 e atualmente atuando na peça Um Tempo chamado Yayá, direção de Patrícia Teixeira companhia Coexistir. Sandra Crobelatti – Atriz, DRT N° 0038499/SPGraduada em Educação Física e formada em arte dramática e iluminação pelo Teatro Escola Macunaíma. Fez cursos de Teatro Farsesco com Vagner Anjinho e professor criativo no Ballet Stagium. Foi assistente de direção de Márcia Azevedo, com a peça “Clarão nas estrelas” e de Lúcia de Lellis com “O Burguês Fidalgo”. Como diretora do espetáculo “Abra as janelas”. Como atriz, participou de doze espetáculos, destacando "As Bacantes", "Quem não tiver pecado" e "Cólica" pela Cia Tocarte e "Dioniso - a vida indestrutível" , " Vozes", Eros e Psiquê pela Cia Coexistir. Integra a Cia TocArte desde 2012 e a Cia Coexistir desde 2017. Silvia Fuller – AtrizTambém é arte-educadora e diretora teatral, formada pela The Commedia School – Dinamarca e pela PUC/SP. Também é educadora somática pelo Método Feldenkrais de Consciência pelo Movimento. Especializou-se em Teatro Espontâneo, Psicodrama e Teatro do Oprimido. Há mais de 20 anos, pesquisa e utiliza o teatro como ferramenta de desenvolvimento humano e artístico. Atualmente faz parte da cia VerDeImproviso e da Cia Coexistir de Teatro, além de atuar no Setor de Artes do Instituto Visão Futuro desde sua formação e dar aulas de teatro na Associação São Joaquim. Os trabalhos mais recentes em teatro foram Eros Negro e a Jornada de Orfeu da cia Coexistir e João e os Gigantes da cia VerDeImproviso. Wash Peinado – ator - 46 anos DRT 060417/SPFormado no curso técnico de preparação de atores pela escola Macunaina em 2023. Em 2024 fez curso de preparação para musicais na escola Voz em Cena e em 2024 fez o curso de auto ficção com o ator, dramaturgo e professor Marcelo Várzea. Atuou nas seguintes peças: Morangos no concreto, Ficção, Ausência, Soma, De volta a Broadway e Eu e a cena. Em 2024 ingressou na companhia Coexistir.
PROJETO ARQUIVADO.