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Fazendo Rastro: Circuito de Arte e cultura é um projeto de difusão de espetáculo e oficina teatrais destacadopela diversidade na pesquisa de linguagem, qualidade técnica, sutileza poética e teatralidade potente. Umespetáculo que expressa a eloquência da cena teatral feita em Goiânia em busca pela expansão das nossas Fronteiras de atuação artística. O projeto envolve temporada em Goiânia, circulação em 4 capitais brasileiras.
Hamlet na Rua Sinopse O Espetáculo narra a trágica trajetória de Hamlet que na luta para consertar o seu mundo, ultrapassa os limites da realidade, da loucura, da ficção, do poder e do amor, provocando um rastro de graves consequências que atingem a todos os personagens ao seu redor. Conceito Hamlet na Rua, propõe-se a interferir no cotidiano das pessoas, ao promover nas ruas e ambientes públicos da cidade a representação do mais tradicional texto de Shakespeare. Neste contexto de encenação radical ao ar livre, buscamos nos aproximar da situação expressiva em que o próprio bardo vivenciou ao levar a cena suas peças. O Shakespeare Globe Theatre era um espaço cênico de arquitetura peculiar, parcialmente sem cobertura e onde as luzes naturais e de velas uniam-se para chamar atenção de uma orgiástica plateia. É justamente a partir deste cânone que estabelecemos o leitmotiv de condução do espetáculo. Um grande tapete vermelho demarca no espaço da rua o local da representação, coroas, espadas, flores, escadas, máscaras e capas compõem o cenário. Os personagens se materializam e desmaterializam diante dos olhos do público. Hamlet, Rei Hamlet, Horácio, Ofélia, Rei Cláudio, Rainha Gertrudes, Polônio, Laertes, Rossencrantz e Guildenstern, são representados como figuras arquetípicas que podem ainda habitar o cotidiano de hoje. Deste modo, num jogo cênico envolvente, quatro atores se revezam na representação dos personagens, e até mesmo o público é convidado, seduzido, a Ser e Não Ser, um personagem do espetáculo.
Geral: Essa iniciativa consiste na realização de uma circulação nacional para apresentação dos espetáculos Hamlet na Rua, envolvendo as cidades Goiânia, Fortaleza, João Pessoa, Recife e Maceio. O programa de apresentações será composto por 13 exibições, sendo 5 apresentações em Goiânia e 2 apresentação em cada uma das outras 4 cidades. Associado as apresentações propomos como contrapartida a realização de 4 ações formativas com 2 horas cada para o compartilhamento de nossas técnicas e conhecimentos nas áreas da interpretação teatral, nos processos de ensino e aprendizagem do teatro no contexto da educação. Objetivos específicos: Realizar 5 apresentações gratuitas do espetáculo HAMLET NA RUA na cidade de Goiânia; Realizar 2 apresentações gratuitas do espetáculo HAMLET NA RUA em cada umas das cidades Fortaleza, João Pessoa, Recife e Maceio, totalizando 8 apresentações Realizar 4 ações formativas com 2 horas/aula em cada cidade arrolada no projeto, totalizando 20 oficinas. Contribuir para o impulso das atividades teatrais em Goiás e expandir a área de abrangência do teatro feito em Goiânia para região nordeste brasileiro.
O presente projeto atende as finalidades do Art. 1° da lei 8313/91, se enquadrando nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a realização desta proposta iremos atender os objetivos estabelecidos no Artigo 3º da lei 8313/91 em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; No contexto da cultura ocidental o teatro é o espaço onde se observa a complexidade humana para poder compreende-la. Tal circunstancia é extremamente relevante no contexto social brasileiro, de radicalidades extremas. Hamlet na Rua é uma montagem que coloca em cena um dos mais tradicionais texto da dramaturgia mundial, dentro de um contexto radical, ao levá-lo para o meio da rua. A encenação nos aproxima de uma situação expressiva próxima ao contexto de Shakespeare. O teatro The Globe não era coberto e as luzes naturais e de velas uniam-se para chamar atenção de uma orgiástica plateia. Dessa forma Hamlet na Rua, propõe-se a interferir no cotidiano das pessoas, ao promover nas ruas e ambientes públicos da cidade a representação do mais tradicional texto de Shakespeare. É justamente a partir deste cânone que estabelecemos o leitmotiv de condução do espetáculo. Um grande tapete vermelho demarca no espaço da rua o local da representação, coroas, espadas, flores, escadas, máscaras e capas compõem o cenário. Os personagens se materializam e desmaterializam diante dos olhos do público. Hamlet, Rei Hamlet, Horácio, Ofélia, Rei Cláudio, Rainha Gertrudes, Polônio, Laertes, Rossencrantz e Guildenstern, não estão mortos e são representados como figuras arquetípicas que podem ainda habitar o cotidiano de hoje. Deste modo, num jogo cênico envolvente, quatro atores se revezam na representação dos personagens, e até mesmo o público é convidado, seduzido, a Ser e Não Ser, um personagem do espetáculo. A dramaturgia e direção cênica é de Constantino Isidoro e no elenco temos os reconhecidos artistas locais: Arilton Rocha, Luanna Boerges, Cleber Alves e Robson Parente. É importante ressaltar ainda o contexto sociocultural que conecta o tema artístico do Hamlet na Rua com a dimensão critica do nosso tempo. A base da democracia moderna pressupõe o reconhecimento de um conjunto de direitos individuais, sociais, econômicos, políticos e culturais. Garantir direitos é o dever de qualquer estado democrático. No Brasil, no entanto, ainda lutamos pela plena implementação dos direitos humanos, dos direitos sociais (educação, saúde, habitação, arte, lazer) e coletivos (partilha do patrimônio científico, cultural e tecnológico). A criação de espaços sociais de conscientização e participação na esfera pública é essencial para garantir cada vez mais a realização das liberdades civis, da igualdade social e do respeito ao cidadão. O cidadão por sua vez, mediante a ação política, age em favor de uma cidadania ativa, tornando-se consciente dos seus direitos e da possibilidade de ampliá-los e até mesmo modificá-los. Agir implica tomar iniciativa, imprimir um movimento a alguma coisa, liga-se diretamente à prática da liberdade, à possibilidade intrínseca do homem de inserir-se no mundo e começar uma historia própria. Esse pensamento vem ao encontro das preposições da arte. A ação cultural artística baseia-se na produção simbólica de um grupo, e é imprescindível que esteja carregada de um espírito questionador e libertário, capaz ainda de unir uma comunidade em torno de objetivos comuns. Ciente destas potencialidades da arte pretendemos através da apresentação do espetáculo Hamlet Na Rua, propor a ocupação cultural de espaços públicos importantes para as cidades da temporada de circulação e que permitam a convivência e a prática da cultura da paz. Através do teatro, realizado no ambiente da rua, no espaço público de uso coletivo, queremos estimular o debate sobre a necessária implementação de projetos de planejamento urbano que seja a expressão de uma política pública de estado com vista à qualidade de vida da população. Hamlet Na Rua teatraliza o patrimônio cultural a partir de estudos e levantamentos de documentos, fatos, personalidades, objetos, datas significativas e demais referências simbólicas sobre a memória cultural de cada município por onde será apresentado. Em relação ao conceito de patrimônio cultural ressaltamos que, neste projeto, este abarca não apenas a variedade de representações culturais, nas quais está incluído o meio ambiente, mas também a complexidade simbólica dos bens. Perdendo a característica de coisa do passado, ele se coloca como presente uma vez que é parte integrante do todo dinâmico em constante mutação. Para Rodrigues(1996): "Relacionado ao ambiente urbano, o patrimônio ganhou, a partir de 70, outra dimensão, a de ser elemento constituinte da qualidade de vida, dimensão esta que assume especial importância em sociedades nas quais o "progresso" traduz-se em devastação do velho, uma vez que promovido sob a consagração do consumo e do obsoletismo dos objetos." Nesse sentido, faz-se necessário a produção de ações que visem a democratização do acesso aos bens culturais. Essas ações devem se colocar frente à responsabilidade para com os patrimônios e heranças através de políticas específicas de registro, documentação e difusão. "Nessa perspectiva, é imperativo que também se ampliam as estratégias de preservação abrindo o patrimônio à inclusão de bens representativos da cultura de todos os segmentos da sociedade e à re-apropriação democrática do potencial material e simbólico do patrimônio, de modo a promover, por meio da preservação da cultura, a melhoria da qualidade de vida." Nesse quadro assume especial importância ações que permitam aos cidadãos a possibilidade de reapropriação simbólica do espaço coletivo e publico da rua e do ambiente urbano. Desta forma justificamos a realização deste projeto, pela oportunidade de oferecer para a população espetáculo esteticamente provocante, destacado pela diversidade na pesquisa de linguagem, qualidade técnica, sutileza poética e teatralidade potente. Ao mesmo tempo, a proposta busca a abertura de mercado nacional ao circular por praças culturais do nordeste brasileiro. Essa proposta é uma oportunidade de continuidade deste espetáculo para continuar uma experiência cênica de expansão das fronteiras da ação artística pela qual os espectadores são provocados sensivelmente à repensar sua noção convencional e cotidiana de cidadania. A montagem é permeada pelos traço identitários de nosso território em dialogo com a universalidade dos elementos culturais que articulam a sociedade brasileira enquanto nação. O que vemos em cena é ao mesmo tempo local e nacional, é múltiplo.
NAO SE APLICA
Ações Formativas VIVÊNCIA de Teatro do Oprimido Orientador: Robson Parente e Luana borges Número de vagas: 20 Carga horária: 2 h Público alvo: adolescentes. Objetivo: Contribuir junto às comunidades ou grupos, para que estes percebam que são capazes e possíveis de uma transformação, sendo viável e imprescindível a apropriação de seus direitos. Contudo Programático: trabalho prático utilizando jogos do “Teatro do Oprimido” objetivando a preparação, produção e montagem de uma cena “fórum”. O Teatro-Fórum uma das técnicas do “T.O.” propõe a queda da quarta parede(imaginária), tão conhecida no teatro. Público e atores estão frente a frente, mas em universos diferentes. Não há uma comunicação direta dos atores com o público, e este se mantém passivo, apenas contempla os fatos sem poder modificar o que vê. No teatro-fórum o público deixa a sua situação de passividade e passa a interferir na cena buscando junto com o elenco ou grupo, uma forma mais justa e legal de solucionar o problema apresentado, tomando o lugar do oprimido que fracassou na sua tentativa de enfrentamento com o opressor( claro que objetivo do fórum não é ganhar, mas permitir que aprendamos e nos exercitemos). Nesse movimento surge a figura do curinga que é o facilitador e mediador da ação e estimula a participação entre o público e o elenco. É ele quem cria o clima de favorecimento, com pequenos jogos e aquecimento antes do início do evento. Primeiro deve-se sensibilizar o público para o que vai acontecer, para que as suas ações sejam espontâneas. Todo o processo parte do princípio da sensibilização e do diálogo. Tudo vem do improviso com base em um “acontecimento, fato ou situação de opressão” ocorrida com alguém que seja do grupo a ser trabalhado. Deve-se buscar junto com o grupo o “antes do fato” e outras formas que este poderia acontecer, sempre provocando no grupo outras possibilidades de análise e entendimento, ampliando seu argumento em relação à cena. O resultado final é surpreendente: pessoas que nunca tiveram a oportunidade de experimentar algo novo e diferente tornam-se artistas. Material necessário do participante: roupa leve Necessidades Técnicas: sala ampla, aparelhagem de som com VIVÊNCIA Interpretação Teatral Orientador: Arilton Lopes e Kleber Alves Número de vagas: 20 Carga horária: 2h Público alvo: artistas Objetivo: Desenvolver a percepção prática dos princípios da interpretação teatral. Metodologia: Através de discussões orientadas, análise dos textos, e exercícios práticos, efetivar o desenvolvimento da compreensão da relação entre cultura e desenvolvimento. Contudo Programático: Jogos e improvisações para exploração lúdica do conflito, Criação de cenas, personagens, e situações a partir da memória coletiva; experimentações sobre a memória coletiva da comunidade: fatos, práticas culturais, histórias e objetos. Prática de interpretação: memória coletiva e o Gesto Performático; a relação entre atos personativos da memória coletiva e a construção de cena. Material necessário do participante: roupa leve Necessidades Técnicas: sala ampla, aparelhagem de som com cd.
É nosso propósito contemplar a acessibilidade, em suas múltiplas especificidades. Visando atender o disposto na Lei Federal nº13.146/2015 epromover alternativas queassegurem a fruição e acessibilidade das atividades propostas. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Acessibilidade Física: O local público de apresentação será escolhido tendo em vista as condições adequadas a pessoas comdeficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos. Nestes ambientes de exibição haverá ainda reserva de assento emlocalização privilegiada e acesso preferencial para idosos e pessoas com deficiência. . Será disponibilizado uma equipe deprofissionais para auxilio aos portadores de necessidades especificas em mobilidade e idosos durante as ações do evento.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Assistentes Acessibilidade dde Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: As apresentações contaram com intérpretede libras parapessoas com deficiência auditiva terem acesso aos conteúdos dos espetáculos.Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade dde Conteúdo para pessoas com deficiência visual: As apresentações contaram com audio descrição para aspessoas com deficiência visual terem acesso aos conteúdos dos espetáculos.Item na planilha: roteiro audiodescrição, equipamento de audiodescrição, narrador audio descrição. Constrapartida Social (Curso / Oficina / Estágio) Acessibilidade Física: O local público de contrapartida será escolhido tendo em vista as condições adequadas a pessoas comdeficiências físicase/ou mobilidade reduzida eidosos. Nestes ambientes de exibição haverá ainda reserva de assento emlocalização privilegiada e acessopreferencial para idosos e pessoas com deficiência. Será disponibilizado uma equipe de profissionais para auxilio aos portadores de necessidades especificas em mobilidade e idosos durante as ações do evento. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Assistentes e interprete librasAcessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: As atividades formativas contaram com intérpretede libras.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 27 da IN nº 01/2023. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso II do artigo 28 da IN nº 01/2023, a saber: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ( no caso prevemos a realização de oficinas)
Coordenação Geral e Produção Executiva RAQUEL BITTENCOURT Direção Artística CONSTANTINO ISIDORO Elenco ARILTON LOPES, LUANA BORGES, KLEBER ALVES, ROBSON PARENTE, Raquel Bittencourt - PROPONENTE, Coordenação Geral e Produção executiva A proponente irá desenvolver as seguites atribuições como Coordenadora Geral e Produção executiva, quais sejam: - Planejar, supervisionar e avaliar todas as atividades de realização do projeto. - Coordenar e gerenciar os trabalhos das diversas equipes necessárias a realização do projeto. - Gerenciar o orçamento do projeto realizando contratações e pagamentos em acordo com as legilações vigentes; - Coordenar e gerenciar as empresas e prestadores de serviço ao projeto CURRICULO Especialista em Planejamento e Administração em Eventos – Faculdades Integradas de Curitiba/PR. • Proponente do Projeto GESTÃO CULTURAL 3, realizado em parceria com SESC Centro e Anthropos Companhia de Arte na cidade de Goiânia, com patrocínio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás - Data do evento Maio a Julho 2015- em acontecimento. • Produção do Festival ASAS DE PICADEIRO , um Encontro das Familias Circenses de Goiânia, Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo – Funarte – 2014. • Produção do Projeto RAZÕES PARA SONHAR, um Festival de Teatro para Infância e Juventude a ser realizado na cidade de Caldas Novas, patrocinado pela Lei Goyazes – Outubro 2013. • Produtora Executiva projeto II Programa de Aperfeiçoamento em Direção Teatral em realização pelo Constantino Isidoro Filho, patrocinado pela Lei Goyazes – fevereiro 2013 • Produção do Executiva do Projeto Gestão Cultural 2 – realizado em parceria com Anthropos Companhia de Arte na cidade de Goiânia, com patrocínio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia - Data do evento Maio a Julho 2012. • Produção do Espetáculo Teatral Lições de Motim – realizado pela Anthropos Companhia de Arte - Prêmio Funarte Myriam Muniz 2011 com a realização de 15 apresentações teatrais, sendo Cuiabá, Goiânia, Palmas, Belo Horizonte, Campo Grande e Brasília – Lei – Data do evento Julho e Dezembro 2012. • Produtora Executiva do projeto Fórum Goiano de Teatro em realização pela Anthropos Companhia de Arte – setembro 2012 • Produção do Executiva do Projeto Gestão Cultural – realizado pela Anthropos Companhia de Arte na cidade de Brasilia, com patrocínio da Caixa Cultural – Data do evento Setembro e Dezembro 2011. • Produção do Espetáculo Teatral Lições de Motim – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com a realização de 20 apresentações teatrais, sendo 10 em Goiânia e 10 em diversas cidades próximas a Goiânia, com patrocínio da Eletrobras, através da Lei Federal de Incentivo a Cultura – Lei – Data do evento Julho e Dezembro 2011. • Produção do Espetáculo Teatral Despertar da Primavera – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com a realização de 10 apresentações teatrais na cidade de Goiânia – Data do evento Março a Julho 2011. • Produção do Projeto NOVA DRAMATURGIA GOIANA – realizado pela Anthropos Companhia de Arte com carga horária de 120 horas em Goiânia – Data do evento 24 de janeiro a 07 Março 2011. • I Festival de Circo Social da Nossa America 2010 – realizado pelo Circo Laheto em parceria com o Ministerio da Cultura, Funarte e Premio Carequinha. Com a participação de 22 escolas de circo Social de todo o Brasil, e apoio efetivo do Cirque Du Soleil, através da Rede Circo do Mundo Brasil - data do evento: 20 a 26 de setembro 2010. • Produtora Cultural do Circo Laheto – 2009 a dezembro 2010. Constantino Isidoro Filho - Diretor Artistico Diretor artístico e professor na Anthropos Cia de Arte, Doutorando em Artes Cênicas pela UNB, Mestre em Artes Cênicas pela UNB - 2010, Graduado em Artes Cênicas pela UNB – 1999. Atuou como professor instituições de ensino como: IF – Brasilia, CEP em Artes Basileu França – 2033/2008, EMAC – UFG – 2055/2007. Diretor Geral do Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena edições: out/2001 - out/2003 – out/2013. Coordenador Geral da encenação de Auto da Paixão de Cristo em 2002. Trabalha ativamente como coordenador artístico e pedagógico de diversos trabalhos como: Razões Para Sonhar- Festival de Teatro para Infância e Juventude, Asas de Picadeiro - Festival das Famílias de Circo de Goiânia, Curso Gestão Cultural, Programa De Aperfeiçoamento Profissional Em Direção Teatral, Projeto Encenando para Vida. Diretor de renome no estado de Goiás atua desde 1989 dirigindo espetáculos como: Quase Apocalipse, Terror e Miséria do III Reich, A Origem da Primavera, A Vida é Sonho, Hamlet nos Bate a Carteira, Uma Mulher Vestida de Sol, A Caravana da Ilusão, Viagem ao Coração da Cidade, Despertar da Primavera e outros. ARILTON ROCHA - ATOR - OFICINEIRO Especialização em Metodologia do Ensino Fundamental (UFG), pós-graduação em Cinema e Educação (UEG), graduação em Gestão Escolar (UEG) e Graduação em Pedagogia (UEG). Ator e diretor de teatro. Possui experiência na área de Educação com ênfase em Ensino-Aprendizagem. É Integrante do coletivo Anthropos Companhia de Arte desde 2006 onde desenvolve atividades como ator, arte educador e produtor. Especialização em Metodologia do ensino de Teatro - instituição: Universidade Federal de Goiás – UFG Conclusão: 2006 Atuação como ator em espetáculos: Martim Cererê. (de: Cassino Ricardo, Direção Marcos Fayad) O Despertar da primavera.(Texto Hugo Zorzetti - Direção Constatino Isidoro). Quando despertamos de entre os mortos.(Henrik Ibsen – Direção Constatino Isidoro). O Circo Sem Dono( Texto e Direção Graça Veloso). Tropas e Boiadas(Filme – Ferraz). Dianara( Filme – Pedro Augusto). A Padaria(Filme Christian Mariano). Humilhação(Texto e Direção – Hugo zorzetti). O Jogo(Texto e Direção – Hugo Zorzetti). Hamlet na rua – Direção Constantino Isidoro KLEBER ALVES Ator, professor e diretor de teatro, com a trajetória marcada por uma sólida formação acadêmica e uma destacada atuação nos palcos e no audiovisual. Iniciou a sua carreira aos 10 anos de idade e teve o privilégio de trabalhar com renomados diretores do cenário teatral goiano, participando de diversas produções que lhe renderam reconhecimento e premiações. É Integrante do coletivo Anthropos Companhia de Arte desde 2016, onde desempenha as funções de ator e arte educador. Tem vasta experiencia como atriz das quais destacamos a atuação nos Espetaculo HAMLET NA RUA – 2019/2024, Despertar da Primavera 2011/2019Trabalhos realizados Televisão Em família - Novela. Participação especial. Direção Jayme Monjardim. TV Globo. 2013. Teatro Cristo (O musical da paixão). Personagem: Cristo. 2019 – Texto: Ana Paula Paredes. Direção: Vitor Hugo Igreja. Realizado pelo Sistema Fecomércio/ Sesc/ Senac, Com a participação do ator global (Thiago abravanel). https://www.go.senac.br/portal/noticia/9473-cristo-musical-da-paixao-espera-reunir-publico-de-5-mil-pessoas ROBSON PARENTE Iniciou sua carreira em 1985 atuando em grupos de teatro amadores. Buscando um melhor desempenho na área teatral, atuou em grupos que se destacaram no início dos anos 90. Licenciado em teatro pela UFG. Tem experiência na área da Intepretação, figurino, direção e educação e produção cultural. É Integrante do coletivo Anthropos Companhia de Arte desde 1996 onde desenvolve atividades como ator, arte educador e produtor. atuando nos espetáculos: LUANA BORGES – Atriz oficineira Graduada em Artes Cênicas pela UFG – 2004. É Especialista em Teatro do Oprimido – CTO do Rio de Janeiro – 2009. É Integrante do coletivo Anthropos Companhia de Arte desde 2016, onde desenpenha as funções de atriz, arte educadora e produtora cultural. Tem vasta experiencia como atriz das quais destacamos a atuação nos Espetaculo HAMLET NA RUA – 2019/2024, Despertar da Primavera 2011/2019, Cuspe pra Cima 2018. Foi Produtora dos projetos Festival de teatro para Infancia, Festival das Familias de circo, Festival de Música para infancia e Juventude atuand ainda como professor de teatro.
PROJETO ARQUIVADO.