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PRONAC 2414937Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ANDARILHO

CARLOS ALBERTO ROSARIO DIAS
Solicitado
R$ 473,0 mil
Aprovado
R$ 473,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalMacaé Rio de JaneiroMaricá Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSão João de Meriti Rio de Janeiro

Resumo

Trata-se da proposta de encenação da peça "ANDARILHO", da Cia Encenatores, com o ator Carlos Rosario, em itinerância na capital e região metropolitana do Rio de Janeiro e interior do estado, totalizando doze sessões, além de apresentações em Salvador-BA e Brasília-DF, com três sessões em cada uma dessas capitais. Um monólogo que reúne textos dramáticos de períodos e estilos diferentes, com quebras e distanciamentos que farão com que o espectador se sinta parte da cena, direcionando-o a uma desconstrução temporal. É propositalmente encenado de forma que crie um novo tempo cênico, próprio da relação da personagem com suas lembranças narradas. Voltada para o público em geral, com entrada gratuita, e encenada em espaços adaptáveis e multiuso, com acessibilidade para PCD, a peça ANDARILHO pretende contribuir com o debate acerca da população em situação de rua, assim como fortalecer as iniciativas públicas e privadas de suporte e superação estrutural deste contexto.

Sinopse

Peça Teatral (monólogo) ANDARILHO Itamar é um cavaleiro andante. Um andarilho. Ele se vê na rua da amargura depois de levar um calote de 60 milhões de dólares da sua própria esposa e do seu sócio. Não sabendo onde chegar e nem para onde ir, vaga pela cidade a ponto de não querer mais viver. Até que um dia tem uma visão que o transforma e o faz resgatar sua dignidade e o amor pelo próximo – sentimento raro nos dias de hoje. Hoje, um andarilho, ele um dia foi um homem de posses. De repente perdeu tudo e passa a (sobre)viver um dia de cada vez, imerso nos mais profundos pensamentos e memórias, com suas músicas e poesias. Essa reviravolta em sua vida o transforma numa pessoa sem família, sem amigos, sem planos e sem expectativas. Tudo o que ele tem é sua mente amargurada e um coração sem esperanças e questionador, que lhe pergunta o tempo inteiro o que é a vida, qual o seu real valor e sentido, o que se perde por amor e pela falta dele. A solidão da personagem representa a linha tênue que separa o amor do ódio. Itamar relata seus sentimentos e desejos reprimidos, repentinamente extravasados com a sua revolta por ser mais um indivíduo entregue à própria sorte. ANDARILHO é um espetáculo que provoca inúmeras reflexões, como por exemplo: De que forma essas pessoas vivem? Onde dormem? Quais suas principais necessidades? O que teria impedido que se tornassem moradores de rua? Eles ainda têm sonhos? Tem fome e sede de quê? São várias as causas que levam uma pessoa a se tornar um andarilho: separações de casais, traição, abuso sexual, violência familiar, perda da autoestima, problemas econômicos, gente que não consegue sustentar a família e prefere fugir da responsabilidade, tornando-se drogados, alcoólatras e invisíveis. A peça é uma montagem que reúne textos de Carlos Rosario e fragmentos de Bertold Brecht e Elisa Lucinda. [classificação indicativa: livre]

Objetivos

Objetivo Geral Realizar encenações da peça teatral ANDARILHO em três regiões brasileiras, seguidas de rodas de conversas entre a equipe e a plateia, em teatros ou espaços cênicos multiuso, acessíveis ao público em geral, como forma de contribuir com o debate sobre o contexto da população em situação de rua. Objetivos Específicos Realizar 18 apresentações da peça teatral ANDARILHO (12 na região sudeste/ RJ; 3 na região nordeste/ Salvador-BA; e 3 na região centro oeste/ Brasília-DF). Garantir o acesso gratuito do público espectador, incentivando a doação voluntária de alimentos e/ou produtos de higiene pessoal a serem destinados às iniciativas locais de acolhimento e apoio à população em situação de rua. Realizar até 18 rodas de conversas, ao final de cada apresentação, provocando o debate crítico sobre as pessoas em situação de rua, mais detidamente quanto às políticas de saúde pública para atendimento aos usuários de drogas e similares, bem como às demais políticas públicas voltadas para sua assistência, além das ações sociais diretas de apoio a esta população. Gerar registros propositivos da participação do público nas rodas de conversas (até seis relatórios consolidados), disponibilizando os mesmos às entidades e agentes, privados e públicos, em cada município, como forma de contribuir com os desdobramentos locais sobre o tema. Realizar, ao menos, 9 (nove) transmissões online em canais e perfis parceiros, correspondente a 50% do total de apresentações (18), contribuindo com a democratização do acesso e, consequente, ampliação do público espectador. Disponibilizar audiodescrição das cenas para PCD visual.

Justificativa

ANDARILHO é resultado de um trabalho de pesquisa teatral iniciado em 2012, com o objetivo de registrar através da técnica de teatro mímesis corpóreas de tipos específicos (drogados, moradores de rua, vendedores de shopping chão e mangueadores). A partir dessa pesquisa, emergiu o questionamento: o que fazer com as percepções a partir dessas experiências? Que desdobramento encaminhar a partir do consistente material reunido? Optou-se por montar um solo, onde o ator convida a plateia a mergulhar neste universo a partir de uma visão antropológica do pensar a paisagem urbana. A densidade dramática e o lirismo do texto remetem a imagens e simbolismos onde a personagem transita entre a busca constante de uma relação pessoal íntima e as tensões e dificuldades externas, que implicam em sua vivência como andarilho. Sua pertinência temática e qualidade cênica vão ao encontro da urgência de uma realidade objetiva no Brasil em que quase 230 mil pessoas encontram-se em situação de rua. A cidade do Rio de Janeiro quase totaliza oito mil pessoas nessas condições. Salvador-BA chega a ter quase sete mil pessoas, enquanto Brasília-DF possui aproximadamente três habitantes submetidos à sobrevivência. Neste sentido, ANDARILHO é um espetáculo que provoca inúmeras reflexões acerca da vida dessas pessoas em situação de rua: De que forma elas vivem? Onde dormem? Quais suas principais necessidades? O que poderia ter impedido que se tornassem "moradores de rua"? Eles ainda têm sonhos? Tem fome e sede de quê? Uma clara evidência do teatro (da arte e da cultura) como instrumento de transformação social. Um espaço poético e crítico, com roteiro atual e já encenada no Rio de Janeiro em espaços do Oi Futuro, Parque das Ruínas, Casa Rio, Biblioteca Parque Estadual entre outros, contando com uma equipe técnica experiente no campo das artes cênicas, conforme material disponibilizado. A presente proposta de encenação, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, vai ao encontro dos incisos III, IV, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 na medida em que se trata de uma peça teatral de autoria do próprio artista que a encena, sendo parte integrante, por óbvio, da constituição plural e diversa das expressões artísticas brasileiras e, portanto, contribuindo com experiências e fruições próprias da síntese formadora da população brasileira e sua respectiva produção cultural. Do mesmo modo, ela se insere no escopo de fomento à produção cultural, objetivamente, por se tratar da realização de um espetáculo de artes cênicas, comungando com os preceitos do inciso II do Artigo 3º da mesma Lei. O que, por estas razões, aliadas à defesa específica da peça em si, justificam sua certificação enquanto projeto apto a captar recursos financeiros por meio de incentivo fiscal.

Estratégia de execução

Coloca-se à disposição para avaliação os seguintes vídeos: https://vimeo.com/273987783 https://www.facebook.com/watch/?v=553365995746215

Acessibilidade

A encenação da peça ANDARILHO, necessariamente, realizar-se-á em espaços cênicos tradicionais e/ou em espaços multiusos em condições arquitetônicas que garantam a mobilidade do público com limitações de locomoção, sejam PCDs ou não. Deste modo, atenderá aos preceitos da inclusão social por meio de recursos que viabilizem a acessibilidade física: rampas, corrimões, espaços reservados para cadeirantes, pisos táteis, portas com largura adequada, distância/altura da relação cena-plateia. Do ponto de vista atitudinal, a equipe contará com mediadores capacitados para atender às PCDs que demandem acolhimento e/ou acompanhamento específico. Quanto à acessibilidade de conteúdo, as encenações contarão com equipe responsável pela tradução em Libras e o público deficiente visual poderá acessar, com apoio da equipe de mediadores, o link com audiodescrição da composição do espaço cênico por meio dos aparelhos celulares dos respectivos espectadores. Ou seja, busca-se garantir a todo e qualquer cidadã e cidadão as condições adequadas para sua plena fruição do espetáculo ANDARILHO.

Democratização do acesso

As encenações de ANDARILHO terão acesso gratuito do público em geral, com distribuição de senha diária e incentivo à doação de alimentos e/ou produtos de higiene pessoal. Esta arrecadação será destinada às ações sociais locais de apoio imediato à população em situação de rua. Será garantido ao patrocinador uma cota de ingressos/convites correspondente a até 20% do número total de lugares de cada espaço de encenação/plateia. Haverá transmissão ao vivo/online de, ao menos, 9 (nove) sessões da peça em perfis e canais de parceiros da peça ANDARILHO.

Ficha técnica

Ator: Carlos Rosario https://www.instagram.com/carlos.rosario.oficial/ Ator formado na Faculdade da Cidade, desenvolveu o seu trabalho teatral com: Moacyr Góes, Sérgio Brito e Antônio Nóbrega. Trabalha na Cia Encenatores, atuou na Cia Ensaio Aberto ao lado da atriz Telma Reston em “A Mãe de Bertold Brecht (Dir. Luis Fernando Lobo) e na Cia Os Previlegiados ao lado de Cláudio Cavalcati com a peça “Quando se é Alguém” do Pirandello (Dir. Marta Ribeiro). No cinema atuou nos filmes "Era uma vez" (Dir.Arturo Uranga), “O Guarani” (Dir. Norma Bengel), “Quem matou Pixote” (Dir.José Joffily), “Chico Xavier” (Dir.Daniel Filho), “Sonhos de outra vida” (Dir.Luiz Malan) e na tv nas novelas “Cheias de Charme”, “A Teia”, “Sinhá Moça”, ”Babilônia”, “A Regra do Jogo” e nos seriados “A Grande Família”, “Nada será como antes” (Globo), "Jesus e Gênesis” (2020, Record) e a série NETFLIX "O Mecanismo" (José Padilha). Os últimos trabalhos foram “Nos Tempos do Imperador” da Globo e na Série original da Disney “Tudo igual, Só que não”. Direção: Claudiana Cotrim https://www.instagram.com/claudianacotrim/ Preparadora Cênica, Atriz, Diretora e Pesquisadora 'ATOR-AUTOR-AUTONOMIA', graduada em Letras, pós-graduada em Psicopedagogia. Professora de oratória e interpretação, com experiência em oficinas de leitura e interpretação de textos. Trabalhos em audiovisual: ‘Medeias precisam de auxílio’ curta metragem de Gleyser Azevedo, MA, 2010; 'Dulce curta de Gleyser Azevedo, MA,2012;' ‘O próximo rosto’ curta metragem de Stéphane Dosse, França 2009; “De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti, RJ- 2008; participação em novelas: ‘Da cor do pecado’, 2004 (Globo); ‘Ti Ti Ti’, 2010 (Globo); ‘Chamas da Vida’, 2009 (Record), ‘Avenida Brasil’, 2012 (Globo), 'Salve Jorge', 2013 (Globo) e 'Em Família', 2014 (Globo). Ganhou o prêmio de melhor atriz com o solo Medeia no 18º Festival Nacional de Monólogos ‘Ana Maria Rêgo’; criou o projeto Teatro na Côrte, com apresentações cênicas em espaços extra cotidianos. Atuou na série “Sob Pressão” na TV Globo em 2022. Coordenação Geral: Carmen Valdez https://www.linkedin.com/in/carmen-valdez-br/ Socióloga, Mestre em Artes Cênicas, Especialista em Estudos Avançados em Dança Contemporânea e Especialista em Gestão de Organizações da Sociedade Civil e Negócios de Impacto. Experiências principais: Coordenadora Geral da Casa da Favela (da Agência de Notícias das Favelas - Grupo ANF); Edições FLIP | 2023-2024. Coordenadora de Projetos e Assessora em Planejamento Estratégico e Gestão do Grupo ANF | 2023-2024. Mentora no desenvolvimento institucional de Organizações da Sociedade Civil - Projetos do CIEDS | 2023-2024. Parecerista em comissões de avaliação de projetos culturais - RJ, CE, MS, RS, Fundação Volkswagen, Fundação Renova, SECEC-RJ | 2013-2024. Coordenadora de Projetos do Instituto Socioambiental COMPOR | 2021-2024. Mentora no desenvolvimento de negócios criativos no Programa Cria RJ/ Agência Cria - SECEC RJ/ Quitanda | 2023. Coordenadora Acadêmica no Istituto Europeo di Design - IED Rio | 2017-2019. Coordenadora de Economia Criativa na SECEC RJ | 2015-2016. Assessora em Economia Criativa na SECEC RJ | 2013-2015. Gerente do Escritório de Apoio à Produção Cultural (foco na rede estadual de Pontos de Cultura) na SECEC RJ | 2010-2013. Operador de Mapping e Som: Alan de Souza Cursou Publicidade e atualmente é graduando de Produção Cultural na UFF - Universidade Federal Fluminense. Frequentou instituições de ensino como Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Senai, ABC - Associação Brasileira de Cinematografia, EAV - Parque Lage, entre outras. No cinema, atuou como Diretor de Fotografia em diversos curtas metragens e no longa metragem independente “Quilombo Caçandoca - Uma Raiz Viva” (2014-2017), retratando a vida e dilemas de uma comunidade Quilombola da região de Ubatuba - SP. No teatro atua realizando projeções mapeadas de cenários virtuais através da técnica de videomapping em espetáculos teatrais no Brasil e no exterior; entre eles, “Malala, a menina que queria ir para a escola” (2019), “Cérebro Coração” (2018), “A última aventura é a Morte” (2018), “Oboró - Masculinidades Negras” (2020), e em apresentação da OSB - Orquestra Sinfônica Brasileira (2021). Atualmente está em turnê Europeia com a peça 'Depois do Silêncio' da diretora Christiane Jatahy. Possui experiência em montagem de exposições de arte-tecnologia e vídeo-instalações que foram lançadas nos principais centros culturais e galerias de arte do Rio de Janeiro. Iluminação: Rodrigo Leitão https://www.instagram.com/rodrigoleitaocastagnini/ Iluminador cênico pelo Parque Lage e pela Escola das Artes Técnicas. Trabalhos em peças de teatro: Andarilho, Besouro cordão de ouro, um lobo nada mau, como nascem as estrelas. Shows: Oto, Pedro Luís, Anna Ratto, Silvia Manchete, Hermeto Pascoal. Festival multiplicidade, festival Ópera na tela. Festival varilux de cinema francês. Exposições. Raul mourão, cabelo, a gentil carioca, Siri, Adriana varejão, Ernesto neto entre outros Músico: Carlos Lamounier https://www.instagram.com/leallamounier/ Músico profissional com base na formação clássica, rock e MPB. Produtor de trilhas originais, comerciais e participante de algumas bandas do cenário carioca, desde “Elemento Visado” ao “Gerson King Combo” e participações com “Branco Melo (Titãs)” e ainda bandas autorais. Trilhas do documentários da “Profissão Cartunista”, do curta “Éter Godzilla”. Trilhas originais nos palcos de teatros, como no grupo de Abujamra “Fodidos e Privilegiados” e no “Andarilho” e outras peças do cenário fluminense. Recentemente fez alguns shows na Europa com músicos residentes. Produção Executiva: Carol D’Avila https://www.instagram.com/carolinadavilaelenco1/ Formada em Cinema, tem seu primeiro longa-metragem (Chatô, o Rei do Brasil, de Guilherme Fontes). Foi produtora de arte no longa-metragem Woman On Top, produção estrangeira com a atriz Penélope Cruz. Sua Primeira assinatura como Produção de Elenco foi “Tecendo Saber” novela de telecurso também do Canal Futura produzido pela Copacabana Filmes. Produziu comerciais de marcas como Banco do Brasil, Mastercard, Coca Cola, Powerade, Dove. Fez parte dos longas: Qualquer Gato Vira la 2, To Ryca, Copa de Elite, Odeio o Dia dos Namorados, Dom, Estrada 47, Último Animal, Quase Nada. Produziu novelas: Metamorfose e Milagres de Jesus da Rede Record, Pé na Jaca da Rede Globo, Se Eu Fosse Você série da Fox. Nos últimos anos produziu o curta-metragem do Youtuber Luccas Neto; o Clip lançamento da música da Valeska Popozuda; Campanha publicitária de lançamento do novo Perfume da Diesel e abertura da novela da Rede Globo Verão 90. Produziu o lançamento da linha de cosméticos da atriz Taís Araújo, lista vip da Tenda Raízes do Rock in Rio. Festa de final de ano da empresa Furnas contratando o mestre de cerimônia e atração da noite, sendo eles Nizo Neto e Bruno Mazzeo. Produziu a noite de Stand Up no Estrela da Lapa. Produziu dois Reality Shows, um para Tv da universidade dos EUA passando no canal da net. Tendo um casting variado de Estrelas AA. Articulação Local (parcerias): Mônica Nêga https://www.instagram.com/monicanegaoficial/ Mônica Nêga é uma artista multipotencial, nascida na Favela Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Com uma trajetória diversificada, ela é reconhecida como atriz, diretora de elenco, RP, palestrante e mentora. Seus trabalhos mais recentes no audiovisual são: "Nosso sonho", filme sobre a vida da dupla Claudinho e Buchecha (dir. Eduardo Albergaria) como diretora de elenco; a série Vizinhos, para o Canal Brasil (dir. José Eduardo Belmonte e Letícia Prisco), e o filme Bandida (dir. João Wainer), ambos como diretora de elenco e atriz. Além disso, como Relações Públicas, promove a diversidade, inclusão e pertencimento, potencializando a comunidade preta convidando para eventos recentes como o Festival Universo Spanta 2024 e o Camarote Folia Tropical 2024 no sambódromo do Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.