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O Circuito Dançando Pelas Beiradas,é uma turnê do Grupo de Dança Amigos da Toada com o Espetáculo "Ancestralidade Tucuju". Onde nosso foco de atuação é nas cidades ribeirinhas, realizando um intercâmbio entre Grupos dessa região. O Espetáculo "Ancestralidade Tucuju", retrata a formação étnica racial e sociocultural do povo Amapaense, em especial da Cidade de Macapá-AP. A Amazônia em geral tem uma história de colonização com peculiaridades bem comuns entre a região.Essa circulação irá atender 4 Cidades em 3 Estados do Norte do País, acontecendo respectivamente nas Cidades de Santana-AP, Almerim-PA, Santarém-PA e Parintins-AM.
Espetáculo: ANCESTRALIDADE TUCUJU A origem do povo Amapaense se confunde muito com a origem da miscigenação brasileira, mais com requintes e peculiaridades da colonização europeia na região amazônica. Ficando o desafio em trazer um trabalho de pesquisa para revelar alguns aspectos que estão longe do conhecimento da população. Desta forma, com muita originalidade, iremos trazer o espetáculo Ancestralidade Tucuju. -Entrada: Nosso apresentador, na figura de um guia histórico para nos contar os fatos relevantes e reveladores sobre os pontos escolhidos para homenagear Macapá. Munido de fatos históricos, mais que não seguem a uma ordem cronológica, juntando passado e presente. 1 ato - LENDA DA PEDRA DO GUINDASTE Iara é o ser responsável por cuidar das águas dos rios, lagos e igarapés. Devido aos muitos séculos como rainha das águas, Iara recebeu um presente dos Deuses, colocando em seu ventre um filho para que possa alegrar sua vida. Iara, sempre acompanhada por seus guardiões, vive o encanto de ser mãe pela primeira vez, o fascínio por seu rebento que estava a caminho era tão grande, que acabou esquecendo de sua missão de cuidar da harmonia nas águas, sendo assim, surge Boicorá e aproveitando do descuido de Iara lança um feitiço sobre as águas do Rio Amazonas, afetando principalmente a Vila de São José de Macapá com as marés altas. Ao perceber a presença de Boicorá, Iara então o expulsa de volta a profundeza das águas. Porém o mal já estava feito, com a subida da maré sobre Macapá, o desespero dos moradores ao perderem seus bens e até mesmo vidas. Com o ocorrido, Iara acaba se desgostando de sua filha ainda em seu ventre, e quando chegou a hora de seu parto, nem mesmo quis ver a filha, amaldiçoando a mesma no ato do nascimento, transformando sua filha em uma grande cobra, que desceu pelo leito do rio até chegar em uma pedra na frente de Macapá, onde a mesma tem a missão de proteger a Vila, e sempre que as águas das marés atingissem a vila, ela deverá beber as águas até que que elas baixem novamente. Nesse momento Iara sai de cena e quando a maré baixar irá surgir a pedra do guindaste. Nesse momento irá surgir Iara na Figura de nossa Porta Estandarte, e no seu Estandarte trás a logo do grupo que nada mais é, que uma cobra também, casando a lenda ao nosso pavilhão. - Música: Lenda da Pedra do Guindaste – (Álbum Ancestralidade Tucuju); - Música: Cores do Estandarte – (Álbum Ancestralidade Tucuju); 2 ato – PELOS CAMPOS DO CURIAÚ O Curiaú, é uma área quilombola remanescente dos tempos da construção da Fortaleza de São José de Macapá. Essa área de quilombo, é apenas uma das muitas que existem em nosso Amapá e pela nossa Amazônia. Com uma grande área de campos e várzea, o Curiaú, sempre local de criação de bubalinos e de gado. E assim iremos fazer nosso Alto do Boi dentro da Figura Típica Regional dos Campos do Curiaú. Ao som ritmado dos tambores de batuque, somos convidados a uma noite de festa em uma fazenda nos campos do Curiaú, fazenda essa onde tem uma sinhazinha apaixonada por um búfalo(adaptação do auto-do-boi), esse búfalo é tido como de estimação, e que por ela recebeu o nome de Búfalo Amigo. A bela sinhazinha, fica as margens do terreiro acompanhando a roda de batuque, quando um de seus integrantes a convida para participar da mesma. Sendo assim, deixando seu búfalo solto pela fazenda. É quando pai Francisco e mãe catirina encontram ele sozinho, e mãe catirina então sente um desejo em comer a língua daquele animal, e obriga o pai Francisco a matar e tirar a língua do Búfalo Amigo, desta forma fazendo uma pequena referência ao auto-do-boi, com morte e ressurreição do mesmo. - Música: Percussão de Batuque com áudios de domínio público; - Música: Realeza da Fazenda – (Álbum Ancestralidade Tucuju); 3 ato – NATIVOS TUCUJUS Tribo Tucuju: Etnia indígena que habitava a margem esquerda da foz do rio amazonas, onde atualmente localiza-se a cidade de Macapá capital do Estado do Amapá. A palavra TUCUJU, acabou se tornando relativo a denominação aos habitantes naturais de Macapá-AP. RITO DE INICIAÇÃO – MULHER TUCUJU Durante toda a vida, a mulher tucuju recebe os ensinamentos para a vida. Enquanto ainda criança e adolescente, ela aprende a fazer as tarefas comuns para a vida em comunidade. Quando a moça está na puberdade e seu corpo mostra o momento de se tornar mulher, ao chegar a primeira menstruação da moça ela é recolhida em uma mini palhoça dentro de sua própria oca, geralmente o local onde já fica a rede da moça, onde ela fica reclusa por no mínimo por 7 dias, podendo esse período de dias ser maior ou não, pois depende do período lunar, onde somente no primeiro dia de lua cheia que a moça será apresentada como mulher. Dessa vez a preparação da moça e a festa terá um significado especial, pois a jovem iniciada da vez é a filha do Pajé Caranaí, e desta forma a índia será anunciada como a guerreira cunhã da tribo. Durante esse período a moça pode ser vista e tratada apenas por mulheres, onde irão cuidar do corpo, espírito e repassar alguns ensinamentos para a vida de mulher, seu corpo será ungido em tintura de urucum e jenipapo, e banhada as margens do Rio Amazonas para lavar suas impurezas, para somente então receber o colar de passagem para mulher. Aos homens fica a missão de realizar a preparação do terreiro, preparar as bebidas, caçar e colher os alimentos servidos na noite de festa de apresentação da nova mulher tucuju. Ao som de tambores e toques de flautas, os índios anunciam a chegada da primeira noite de lua cheia após o período de reclusão da moça tucuju, és chegada a hora da chegada da Cunhã Poranga dos Índios Tucujus. - Música: Iniciação da Mulher Tucuju – (Álbum Ancestralidade Tucuju); - Música: Nativa Tucuju – (Álbum Ancestralidade Tucuju); RITO DE PASSAGEM ESPIRITUAL Para os Tucujus a morte, é literalmente como apenas uma viagem que o espírito faz em continuação a vida terrena. Mais essa passagem precisa ser conduzida pelo xamã da aldeia, pois a alma pode se perder durante o caminho e ir parar no vale das almas perdidas. Nessa nova morada, o espírito receberá um novo corpo para habitar, desta forma dando continuidade a vida junto aos que já partiram. Para que os espíritos deixem por completo o corpo e possa seguir para essa nova vida, seu corpo sem vida, precisa ser curado para que a alma possa desprender em paz. Com isso o pajé traz um óleo para que seja ungido o corpo dos índios antes dos mesmos seres enterrados ou queimados. Usando o paricá e bebendo o elixir dos deuses o Pajé Caranaí começa um transe espiritual, e seu corpo transcende ao mundo dos espíritos e guia os espíritos dos índios mortos. E apesar da dor da perca de um membro da aldeia, o ritual se encerra em festa, com o retorno do Pajé ao mundo dos vivos, pois todos sabem que suas almas foram encaminhadas e os mesmos seguirão em uma nova vida. Música: Rito Tucuju – (Álbum Ancestralidade Tucuju); Música: Dança Xamânica – (Álbum Ancestralidade Tucuju); ANCESTRALIDADE TUCUJU - Macapá: - A toponímia é de origem tupi, como uma variação de "macapaba", que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região (Oenocarpus bacaba Mart.). Antes de ter o nome de "Macapá", o primeiro nome concedido oficialmente às terras da cidade foi Adelantado de Nueva Andaluzia. 4o ato - MISCIGENAÇÃO CULTURAL TUCUJU O povo macapaense é uma mistura de várias raças, onde trouxeram consigo na bagagem suas culturas de origem. Essa união de povos e culturas, deu origem a esse povo misturado conhecido de tucuju. Sendo assim, iremos trazer as três raças originárias dessa mistura. O índio, branco e negro irão seguir os passos e tons de nossa guardiã da cultura tucuju, fazendo uma grande mistura de crenças, ritos, amores, culturas e todas as cores. Música: Ancestralidade Tucuju – (Álbum Ancestralidade Tucuju); Música: Sublime Rainha – (Álbum Ancestralidade Tucuju); Música: Amigos da Toada ; Música: Ancestralidade Tucuju – (Álbum Ancestralidade Tucuju).
Objetivo geral:A iniciativa do projeto em tela, visa gerar uma reflexão as pessoas que moram nessas Cidades às margens do rio Amazonas, e na cidade de Curitiba-PR, onde tem um número considerado de imigrantes Amapaenses, fazendo com que as mesmas se reconheçam nos momentos do Espetáculo Ancestralidade Tucuju, e que ao final dele, compreendam a mensagem de preservação para que a vida possa seguir por muitos e muitos anos. Intercambiar conhecimento entre os integrantes, tanto do Grupo circulante quanto aos que irão se relacionar. Como em cada cidade de circulação irá acontecer um evento em praça pública, de preferências as margens de rios, iremos também dessa forma, além de gerar plateia e difusão de conhecimento, também iremos gerar renda para os moradores locais. Objetivos específicos: - Circular com o Espetáculo "Ancestralidade Tucuju";- Intercâmbio entre Grupos de Dança e Produtores dessas regiões;- Criação de Plateia;- Difusão de Bens e Produtos Culturais;- Geração de renda aos envolvidos diretos e indiretamente;- Aperfeiçoamento e aprendizado;- Conscientização de preservação
A iniciativa do Circuito _ Dançando Pelas Beiradas, visa gerar uma reflexão as pessoas que moram nessas Cidades às margens do Rio Amazonas e Curitiba-PR, fazendo com que as mesmas se reconheçam no processo de formação do Macapaense e que tem muito em comum com a colonização Amazônica e formação desse povo que vive pelas beiradas. A interação entre os grupos durante o intercâmbio tem como objetivo poder agregar experiências e somar com a formação dos envolvidos, culminando com uma programação em local público, contendo 03 (três) apresentações de Grupos locais, e encerrando com a apresentação doEspetáculo "Ancestralidade Tucuju". acontecer um evento em praça pública as proximidades do rio.Além da democratização do acesso a cultura, intercâmbio entre Grupos e profissionais da Amazônia, o Circuito Dançando Pelas Beiradas tem como um dos objetivos na geração de renda e produtos de bens de consumo cultural. Desde a contratação deGrupos e Produtores locais, passando pela hospedagem, prestação de serviços que vai gerar muita cultura e circulação de dinheiro pelas cidades de execução.
- Apresentações e Formação de Plateia: em cada uma das 04(quatro) Cidades por onde o Espetáculo visa circular, será realizada uma programação cultural para a execução da mesma, juntamente com uma apresentação de um Grupo Local, gerando também oportunidade de emprego e renda aos municipes formais e informais; - Intercâmbio: Além das apresentações, no dia que antecederá o evento, os Grupos envolvidos participaram de uma roda de conversa com temática relacionada a Amazônia e troca de experiências; - Coleta de Lixo: todo lixo gerado durante a programação, será recolhido e dado destinação correta ao mesmo, incentivando o público para tal ação no dia-a-dia, além de que nas embarcações que iremos nos locomover; - Registro Digital: Será feito um registro de bordo da Circulação e Execução do Projeto, onde todo o material já ficará disponibilizado no ato pelas páginas e fanpages das redes sociais, podendo chegar ao alcance todos pela internet.
Produto: Circuito - Espetáculo Ancestralidade Tucuju Santarém-PA: 1 apresentação de Grupo Local, com média de 20 a 25 integrantes 1 apresentação do Espetáculo Ancestralidade Tucuju, com 21 integrantes entre elenco e equipe Parintins-AM: 1 apresentação de Grupo Local, com média de 20 a 25 integrantes 1 apresentação do Espetáculo Ancestralidade Tucuju, com 21 integrantes entre elenco e equipe Curitiba-PR: 1 apresentação de Grupo Local, com média de 20 a 25 integrantes 1 apresentação do Espetáculo Ancestralidade Tucuju, com 21 integrantes entre elenco e equipe Produto: Roda de Conversa e Vivências Santarém-PA: Roda de conversa e vivência, com mínimo de 40 participantes Parintins-AM: Roda de conversa e vivência, com mínimo de 40 participantes Curitiba-PR: Roda de conversa e vivência, com mínimo de 40 participantes
Produto: Espetáculo A escolha do local para a apresentação deverá atender a possibilidade de acesso a cadeirantes, pessoas com deficiência visual ou baixa visão.Iremos ainda destinar uma área exclusiva para pessoas portadoras de deficiências físicas e necessidades especiais, juntamente comacompanhantes. Contratação de 06(três) interpretes em Libras para tradução simutânea. Um apresentador/narrador que irá conduzir parte dos momento descrevendo os atos e ações apresentados. Banheiros exclusivos PcD. Produto: Roda de Conversa e Vivência Aberto ao público e com participação garantido mínima de 100 pessoas das cidades por onde passará o espetáculo. Além das 21 pessoas da equipe que irão adquirir experiências e trocas nas rodas e vivências. Local com acessibilidade a pessoas com deficiência motora. Interprete em Libras na equipe, caso haja necessidade.
Em atendimento à medida sugerida na INº 2, de 23 de abril de 2019: Os eventos ocorreram em praça pública e aberto a todos os públicos. O Circuito Dançando Pelas Beiradas, consiste em uma turnê do Grupo de Dança “Amigos da Toada com o Espetáculo intitulado“Ancestralidade Tucuju”. Onde nosso foco de atuação é nas cidades ribeirinhas de nossa região Norte, mais especificamente nas cidades que integram o roteiro partindo do Município de Santana-AP até o Município de Parintins-AM, e na Região Sul na Cidade de Curitiba-PR. Realizando um grande intercâmbio Cultural entre Grupos de Dança das Cidades por onde o Projeto passará.Lembrando que essas Cidades da região norte são isoladas geograficamente em função das dimensões da região Amazônica, tendo o Rio como seu principal meio de transporte e ligação entre si e com outras cidades da Região. Dessa forma a carência em diversos setores sociais acaba sendo algo comum entre essas comunidades, logo o setor cultural geralmente é o mais prejudicado. Já a Cidade de Curitiba-PR, tem se tornado nos últimos anos um grande pólo de imigração de pessoas da região norte, sendo assim, podendo reconhecer sua formação e origens.
Sandro Conceição - Diretor e Iluminador Natural de Macapá, o dançarino, coreógrafo e produtor cultural transita entre sua terra de origem e Parintins, sendo o representante oficial do Boi Garantido no Estado do Amapá, juntamente com o Grupo Amigos da Toada, que em 2020 completa 22 (vinte e dois) anos de atividade continuada. Gestor e produtor cultural com serviços prestados à Secretaria de Estado da Cultura do Amapá–SECULT e Secretaria Extraordinária de Políticas para Afrodescendentes do Amapá– SEAFRO. É idealizador do Portal Amapá Cultural, que divulga a produção artística e cultural do Estado do Amapá Cláudio Silva - Produtor Executivo Ator, Diretor Teatral, Curador, Produtor e Gestor Cultural. Foi presidente do Conselho Estadual de Cultura do Amapá – CONSEC/AP, Presidente da Fundação de Cultura de Macapá – FUMCULT e Diretor do Teatro das Bacabeiras. Como parecerista/ avaliador/ curador já prestou serviços à SECULT/AP, FUMCULT-Macapá/AP, FAC-GO, FAC-DF, SIMDECJoinville, FUMCULTURA-PE, Lei Rubem Braga-Cachoeiro do Itapemirim/ ES, FUNCULTURA-PE, SECULT/ CE, PROFICE-PR, SECULT-Chapecó/ SC, FUNARTE, dentre outros. Atualmente presta serviço de parecerista à Secretaria Especial da Cultura, antigo Ministério da Cultura – MinC. Helison Queiroz - Produtor Geral e Estilista Natural de Macapá, o dançarino, coreógrafo, estilista e produtor cultural, desde o ano de 2002 inicio no mundo da dança e em 2005 passou a atuar como coreógrafo. Já ganhou diversos títulos como Pajé, dançando e coreografando. O Boi Bumbá, Quadra Junina e Carnaval tem sua maior atuação, mais passou também pelo Festival do Camarão em Afuá, até chegar pelas bandas da Cidade de Anajás, ambas são Cidades do Estado do ´Pará, onde no ano de 2014 passou a assumir o cargo de Secretário Municipal de Cultura e Turismo até o ano de 2016. O mesmo também atua na edição de áudio, vídeo e designer gráfico. Marcelo Souza - Coreógrafo Começou a dançar no ano de 2003 no segmento de Quadra Junina, passando por diversos grupos, no ano de 2004 iniciou também no segmento de Grupos de Boi Bumbá. Sendo que ano de 2016 iniciou sua carreira como coreógrafo, onde o mesmo atuou nos municípios de Macapá-AP, Tartarugalzinho-AP e Belém-PA. No ano de 2006 o mesmo ingresso no Carnaval, como integrante de comissão de frente de diversas escolas até ano de 2014, quando recebeu o primeiro convite para exercer a função de Mestre Sala, onde atua até no segmento do Carnaval, Atualmente é o Coordenador coreográfico do Grupo de Dança Amigos da Toada. Jonathan Quaresma - Coreógrafo atua na área da dança desde o ano 2001, participando dos principais movimentos culturais hoje existentes no Estado do Amapá, como Quadra Junina, Boi Bumbá e Carnaval, exercendo sempre trabalhos como coreógrafo, dançarino e figurinista. Residente em área de periferia, sempre mantém trabalho com jovens dessas áreas, fazendo com que a dança seja um dos principais meios de transformar uma sociedade. No ano de 2019 destacou-se como o melhor quadrilheiro do São João amapaense, coreógrafo do grupo Tradição Junina representante do Amapá no Festival Nacional de Quadrilhas Juninas realizado em Brasília-DF. No ano de 2020 teve grande destaque, participando de 16 lives com suas apresentações. Nanna Brito - Coreógrafa É paraense e formada em Bacharel em Direito pela Faculdade Estácio de Macapá (SEAMA), acadêmica do sextto semestre de Educação Física da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. É artista visual/performer de Estátua viva, desde 2005 na Associação Folclórica e Recreativa Raízes Culturais, onde assumiu o posto de Coreógrafa e Produtora 2010, detentora de diversos títulos como destaque da quadra junina, participa também como dançarina do grupo Movere in Dance, desde 2014. É instrutora de Dança de Salão, Dança do Ventre e Ritmos. Atriz de teatro, desde 2011, participando de Companhias Teatrais: grupo imagem e cia e Encenarte Produções Artísticas. Foi integrante em diversas Comissões de Frente. Marcos Fernandes - Coordenação de Dançarinos É formado em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Amapá (UNIFAP), Mobilidade Acadêmica em 2020 do Curso de Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-RIO), ator, bonequeiro, animador de festas, perna de pau, dançarino em diversos segmentos culturais, como: quadra junina, carnaval e toada. Quadrilha: Renovação junina ( 2012 até 2014, 2017 ) Carnaval - Ala Coreografada (Boêmios do Laguinho), Solidariedade - Comissão de Frente). Grupo de Toada Essência da Amazônia (2013), Grupo Amigos da Toada (2014 - 2022), Teatro Escola Maria Ivone de Menezes (2010), Grupo Marco Zero (2014 - 2022) e Senssensura (2017- 2022). J. Márcio - Artista Plástico Licenciado em Artes Visuais pela UNIFAP. Especialista em Ensino de Artes pela APOENA. Bolsista do Curso Técnico em Artes Visuais – MEDIOTECPRONATEC. Professor efetivo do Centro de Ensino Profissionalizante de Artes Visuais Cândido Portinarí. Assinou a ilustração dos livros de literatura de cordel As Proezas de Baduri/ 2003 e A Ovelha Malhada/ 2010, ambos de Romualdo Palhano. Ficou em 3º Lugar no Concurso de Grafitagem realizado pela Polícia Militar do Estado do Amapá no ano de 2014. Participou da 1ª Mostra Pan Amazônica de Arte, realizada em Manaus – AM. Joanne Ferreira - Coordenação de itens e acessibilidade acadêmica do Curso de Licenciatura em Libras, pela Universidade Federal do Estado Amapá, possui os níveis básico, intermediário e avançado em libras, afim de atuar com acessibilidade a bens culturais. Dança desde o ano de 1999, participando dos movimentos culturais como Quadra Junina, Boi Bumbá, Carnaval e Teatro, fundadora do grupo de evoluções folclóricas Raça Brasil. Diversos títulos como dançando em grupo, mais com inúmeras premiações individuais como dançarina, Cunhã Poranga e Porta Estandarte. Atualmente faz parte do Grupo Amigos da toada desde o ano de 2009, além de integrar o elenco do espetáculo teatral Moana e grupo Miscigenação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.