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Projeto para temporada no Rio de Janeiro do espetáculo teatral Alma Despejada. No texto, genuinamente brasileiro, Teresa é uma mulher de mais de 70 anos, que depois de morta faz várias visitas à casa onde morava, porém desta vez ela tem que se despedir porque a casa foi vendida e sua alma foi despejada. Na despedida, Teresa faz um apanhado de sua vida, revelando uma história surpreendente, poética, atual e bem-humorada.
Alma Despejada é espetáculo teatral, com texto inédito, brasileiro, com a atriz Irene Ravache, para temporada de um mes em teatro da cidade do Rio de Janeiro. A peça é um monólogo e conta a história de Teresa, mulher de mais de 70 anos, que depois de morta faz várias visitas à casa onde morava, porém desta vez ela tem que se despedir porque a casa foi vendida e sua alma foi despejada. Teresa era uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que se construiu sua vida familiar ao lado de um marido trabalhador e muito bem sucedido. A teatralidade do texto de Andrea Bassitt (“As Turca” e “Operilda na Orquestra Amazônica”), instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial mas que tem uma trajetória surpreendente, em sintonia com a nossa sociedade e os tempos atuais, sem perder a graça e a poesia da palavra.
O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: OBJETIVO GERAL Realizar temporada de dois meses da peça Alma Despejada, na cidade do Rio de Janeiro, levando ao Rio a montagem de um texto teatral brasileiro inédito, da autora e produtora Andréa Bassitt, interpretado a atriz Irene Ravache. A peça estreou no segundo semestre de 2019, e fez uma temporada de grande sucesso de público e crítica. Promover a cultura e levar arte à toda a sociedade, ampliando o público atingido para regiões fora da cidade de São Paulo. Divulgar amplamente as informações de acesso ao público, através da contratação de profissionais de divulgação e mídia social. Estimular a ida do público ao teatro e a formação de plateia, procurando apresentar um produto de alto nível artístico. Fomentar a geração de empregos na área cultural, com contratação de prestadores de serviços envolvidos no projeto. Divulgar e promover novos autores brasileiros, com uma dramaturgia, reflexiva, bem humorada, poética e teatral. Levar ao público um espetáculo atual, divertido, reflexivo e poético. Colocar em cena uma personagem que reflete o comportamento da sociedade brasileira atual, estimulando a identificação do espectador com o espetáculo. Atingir ao maior número de pessoas possível, divulgando nos veículos tradicionais (guias), mídia alternativa (entrevistas) e em mídia social (redes e internet). Entregar um produto valorize e estimule o investimento em teatro e na cultura brasileira em geral. OBJETIVO ESPECÍFICO Alma Despejada-Rio de Janeiro é um projeto para criação e produção de um espetáculo teatral brasileiro, inédito na capital fluminense. O projeto está programado para 3 meses de realização, com estreia e temporada de 1 mes, na cidade do Rio de Janeiro. Estão previstas 12 sessões na temporada, com 1 sessão com tradução simultânea para a linguagem de libras, em teatro com capacidade mínima de 300 lugares. Os ingressos terão valores acessíveis, objetivando a democratização ao público geral.
O projeto se enquadra nos incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 contemplando os incisos I, II e III, uma vez que: As apresentações gratuitas e reserva de lugares oferecidos na contrapartida, visam contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais. A contratação de perofissionais locais, como assessoria de imprensa, produtor local, locaçao de equipamentos, e outros serviços necessários para a montagem, promovem, estimulam e valorizam de recursos humanos e serviços locais. Ao levar a montagem para além de seu local e origem, esse projeto cumpre a funçao de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Uma produção teatral de qualidade técnica e artística, com montagem fora da cidade de origem da produção, dificilmente pode ser viabilizada sem o auxílio de um incentivo, uma vez que mesmo com a redução de custos e orçamento enxuto, há gastos mínimos com suporte logístico para equipe, transporte de material cênico, ensaio para adaptação com a equipe local, contratação de serviços de profissionais qualificados, manutenção de cenário, adereços, figurino, confecção de material gráfico e outras necessidades básicas de uma montagem. O incentivo fiscal é fundamental pra estimular o mercado a investir em teatro e em produtos culturais de pequeno e médio porte. O espetáculo tem tido ótima repercussão e comprova sua qualidade através da receptividade do público, demonstrando que o produto cultural pode ser competitivo, rentável, gerador de empregos, além de retornar à sociedade e às entidades investidoras o incentivo feito. Cabe a essa produção otimizar o investimento seguindo orçamentos justos, de acordo com os valores do mercado, ou mesmo negociar com os profissionais e buscar parcerias com profissionais a área, para que possamos nesse momento de adaptações para todos, levar arte para todos. A atriz convidada, Irene Ravache traz a essa montagem um caráter especial. Atenta aos autores brasileiros contemporâneos, como Maria Adelaide do Amaral e Leilah Assumpção, Irene sabe lidar com a palavra como poucos e está sempre ajudando a divulgar novos autores brasileiros, como é o caso de Andrea Bassitt. A experiência de Ravache, certamente, faz deste texto um grande espetáculo e um produto teatral de visibilidade. Numa época em que se valoriza tanto culturas estrangeiras, trazer à cena uma atriz brasileira no auge de sua maturidade, que tanto colabora com nossa arte, é também uma forma de valorizar e celebrar nossa cultura e nossos talentos. Vale salientar aqui que a peça é um solo e a atriz acumula uma carga grande de trabalho e de responsabilidade, tendo que se dedicar integralmente ao projeto, o que reforça a necessidade de recursos que viabilizem a prestação de serviços artísticos e técnicos de todos profissionais envolvidos no projeto.
A produção e idealização deste projeto, Alma Despejada, é da autora e produtora Andréa Bassitt, que convidou a atriz Irene Ravache para representar esse monólogo inédito. Bassitt possui experiência em escrever e produzir espetáculos teatrais de baixo e médio custos, com temas brasileiros e relevantes da nossa cultura. Para que haja redução de custos sem perda de qualidade, é fundamental priorizar o investimento em profissionais experientes, que possam oferecer alternativas eficientes que supram as necessidades da encenação com criatividade e competência. A documentação da empresa proponente é mantida atualizada, facilitando o cumprimento de prazos de entrega. A contabilidade e prestação de contas de projetos são transparentes e enxutas, seguindo ao máximo as planilhas elaboradas. A produção prioriza a transparência, a disciplina de seus contratados, principalmente no cumprimento de horários e desempenho de suas funções técnicas pra que não haja atraso no início das sessões e sejam respeitados os espações e horários de montagens de outras produções.
A duraçao da peça é de 1 hora e 10 minutos. A montagem de Alma Despejada prioriza a interpretação, o texto e os recursos técnicos da atriz. O trabalho vocal e físico da atriz têm importância fundamental para a dinâmica, o encanto e o resultado geral da encenação. O figurino e cenário de Fábio Namatame são simples porém critaivos, cumprindo a função de complementar a interpretação e ilustrar imagens sugeridas pelo texto, rementendo a uma casa quase vazia, com caixas de mudanças pelo espaço, uma janela flutuante, duas estantes vazias e um telão no fundo do palco com a impressão de um grande jardim, resultando em uma imagem de grande beleza plástica. O texto tem uma linguagem direta, atual, poética, sem perder o humor e comunicação com público. A cenografia, a iluminação, figurinos e adereços, seguem o padrão de simplicidade sem perder o bom gosto, buscando soluções práticas que facilitem as montagens e desmontagens, e viabilizem a manutenção e a redução de custos com uma encenação prática, funcional e teatral. O trabalho de interpretação é o maior destaque desse espetáculo. Alma Despejada é um texto solo que tem como recurso principal a palavra. A palavra escrita, falada e a palavra dada. O texto, permite à atriz experimentar o desafio de, sozinha, usar sua palavra, sua técnica e toda sua bagagem profissional, para contar uma história que prioriza a interpretação. Todas as equipes envolvidas são formadas por profissionais reconhecidos no mercado cultural e que têm experiências sólidas com a proponente, de trabalhos anteriores. O profissionalismo e sintonia das equipes favorece a agilidade dos trabalhos técnicos, administrativos e artísticos. A produção possui uma equipe de técnicos acostumados a montar e desmontar em diferentes locais e a dividir espaço com outras produções, as montagens e armazenamento de cenário são adaptados com eficiência e flexibilidade, planejados conforme a disponibilidade do teatro. A divulgação será feita de forma intensiva com contratação profissionais de assessoria de imprensa e mídia social, utilizando meios de comunicação impressos, radiofônicos, televisivos e eletrônico para acessar o maior número de pessoas possível. O material gráfico deverá incluir a exposição de banner no teatro, distribuição de flyers em diversos locais da cidade, entrega gratuita de programas da peça para ao público do teatro. Anúncio em guias culturais. Todas as logomarcas exigidas por esse Ministério deverão constar do material seguindo rigorosamente os procedimentos exigidos pela Lei de Incentivo à Cultura.
Acessibilidade Física O local de apresentação deverá cumprir as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”, garantindo a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A produção fará a verificação e ficará responsável para que o acesso se dê através de rampas de acesso ou elevadores específico, os banheiros sejam adaptados para pessoas com necessiades especiais e haja locais específicos para os cadeirantes. O endereço e telefone do teatro deverá estar impresso no material de divulgação, facilitando as informações de acesso geral. Acessibilidade de Conteúdo Espetáculo de artes cênicas: Realização de uma sessão do espetáculo com leitura em libras, com entrada gratuita aos deficientes auditivos e seus acompanhantes, favorece a inclusão de pessoas com deficiência auditiva ao público de "Alma Despejada". Dentro do planejamento de divulgação, um profissional contratado irá divulgar a sessão com linguagem de sinais em instituições que lidem com o público de deficiência visual e/ou auditiva, em escolas públicas, ONGs, Secretarias de Cultura, promoções em redes sociais e em mídia alternativa, cavando matérias de rádio, TV e jornais, a fim de atingir amplo acesso ao as informações às pessoas com deficiência.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Atendendo o Art. 21. e Art.22, respectivamente, o proponente adotará em sua proposta medidas de ampliação do acesso e ação formativa conforme o inciso abaixo: V - "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22"; * Para cumprimento do inciso “V” será realizados 1 ensaio aberto gratuito, seguido de bate-papo com a atriz, o diretor e a autora, voltados à inclusão da população de população de baixa renda, de instituições do setor social, e a estudantes e professores. *O evento será disponibilizados a estudantes e professores de instituição pública de ensino. Para realizaçao dos eventos mencionados, a produção fará contato com as entidades públicas, tais como secretarias de educação, para que essa populaçao possa ter acesso às informaçoes de contrapartida e democratizaçao de acesso. Também será dada grande ênfase na divulgação através da contratação de profissionais experientes na área de assessoria de imprensa e mídia‑social, que possam garantir o acesso às informações, com divulgação e promoções em redes sociais e em mídia alternativa, matérias de rádio,TV e jornais.
A proponente "Oasis Empreendimentos Artísticos" exercerá as atividades e Coodenação Geral e será responsavel pela gestão administrativa / técnico financeira, itens com remuneração lançada na planilha orçamentária do projeto. ALMA DESPEJADA - FICHA TÉCNICACom: Irene Ravache.Texto: Andréa Bassitt.Direção: Elias Andreato.Cenário e Figurino: Fabio NamatameAssistente de cenografia: Fernando PassettiIluminação: Hiram RavacheTrilha Sonora: George Freire e Daniel GrajewVioloncelo: Vana BlockFotos: João Caldas FilhoAssistente de Fotografia: Andréia MachadoProgramação Visual: Vicka SuarezAdministrativo Financeiro: Cenne GotsProdução Executiva: Regilson FelicianoDireção de Produção e Assistência de Direção: Andréa BassittOperador de Som: Eder SoaresOperadores de Luz: Guilherme Ramos e Kleber MarquesCamareira: Maria da GuiaRealização: Oasis Empreendimentos Artísticos Ltda. ANDREA BASSITT - Dirigente do projeto, sócia-proprietária da empresa Proponente, exercerá as funções remuneradas de Autora e Diretora de Produção. Formada pela EAD – Escola de Arte Dramática/ECA/USP em 1997. Autora e atriz dos espetáculos: Operilda na Orquestra Amazônica, musical infantil com direção musical de Miguel Briamonte; As Turca, dividindo o palco com Juçara Morais e Claudia Mello, direçao de Regina Galdino. A Arca de Noé, com músicas de Vinícius de Moraes (texto e narração), com Banda Sinfônica do Estado de SP; Idomeneo, Rè di Creta, de Mozart (adaptação do libreto e narração da ópera), direção musical e regência de Rodolfo Fisher, com Orquestra Municipal de São Paulo e Corais Lírico e Paulistano; O Aprendiz de Maestro (atuação e dramaturgia de diversos textos para crianças, sobre música erudita, por sete anos), regência de João Maurício Galindo, na Sala São Paulo, Narrou e adaptou o texto de Os Saltimbancos, de Chico Buarque, com arranjos do grupo Bixiga 70. Atuou e é coautora, com Regina Galdino, de Filhos do Brasil, pelo qual o diretor musical Pedro Paulo Bogossian recebeu o Prêmio Shell de Melhor Música em 2000. Dirigiu o espetáculo Ele, Ela, os Outros, de Luis Fernando Veríssimo, com Rodrigo Frampton e Amanda Mendes. Escreveu Próximo Passo e Mar de Gente (com Fernanda Montenegro no Rio de Janeiro e Denise del Vecchio em São Paulo), para a Cia de Ivaldo Bertazzo, o livro Miguel Magno, o Pregador de Peças, para a coleção Aplauso. Direções de Produçao dos espetáculos: Chá e Catástrofe ; As Turca; Operilda na Orquestra Amazônica; Filhos do Brasil; As Favoritas do Rádio; Big Ben Produções teatrais coporativas: Osso Duro de Roer – texto e direção - 2006. Esquete teatral sobre tratamento de osteoporose, para a Roche Produtos Farmacêuticos, apresentada em congressos e simpósios médicos de várias regiões do Brasil. Com Irene Ravache. Santo de Casa Não Faz Milagre – texto e direção – 2007. Esquete teatral, sobre tratamento de osteoporose, para a Roche Produtos Farmacêuticos, apresentada em congressos e simpósios médicos de várias regiões do Brasil. Com Irene Ravache e Fúlvio Stefanini. TDD – Transtorno de Déficit de Diagnóstico – texto, direção e produção – 2017. Esquete teatral sobre tratamento de TDAH, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, para a empresa Shire do Brasil, apresentada no World Congresso on Brain, Behavior and Emotions, em Porto Alegre. Com André Garolli e Márcia Manfredini. IRENE RAVACHE - Atriz Irene Ravache já conquistou todos os principais prêmios destinados ao teatro por diversos espetáculos, dentre os mais de vinte nos quais atuou, como Intimidade Indecente e Filhos do Silêncio. Na TV, realizou trabalhos marcantes como a divertida Katina, de Belíssima ou a rancorosa Loreta, de Eterna Magia, que lhe valeu uma indicação ao Emmy Internacional. Sua presença cênica, forte e carismática – independentemente do gênero – está também no cinema em mais de uma dezena de filmes, como Lição de Amor e Depois Daquele Baile. Começou sua carreira no Rio de Janeiro, na década de 1960. Em 1968 mudou-se para São Paulo, chamando a atenção pelo trabalho em A Cozinha, de Arnold Wesker, direção de Antunes Filho. A partir daí, encenou textos de autores como Maria Adelaide Amaral, Leilah Assunção e Loleh Bellon, entre tantos outros. Contracenou com atores como Juca de Oliveira, Rolando Boldrin, Marcos Caruso, Lílian Lemmertz e Regina Braga em inesquecíveis interpretações, e trabalhou com os mais conceituados diretores. Teatro - atuaçoes teatrais, entre outras: 2014 – Meu Deus!, deAnat Gov – Direçao de Elias Andreato 2008 - A Reserva, de Marta Góes - Direção de Regina Galdino 2000 – Intimidade Indecente, de Leilah Assumpção – quatro anos em cartaz 1997 – Inseparáveis, de Maria Adelaide Amaral 1996 – Brasil S/A, de Antônio Ermírio de Moraes – Direção: Marcos Caruso 1995 – Eu Me Lembro, de Geraldo Mayrink e Fernando Moreira Salles – Direção: Ulysses Cruz 1989 – Uma Relação Tão Delicada, texto poético de Loleh Bellon – Direção: William Pereira 1984 – De Braços Abertos, de Maria Adelaide Amaral – Direção: José Possi Neto 1982 – Filhos do Silêncio, de Mark Medoff – Direção: José Possi Neto 1981 – Afinal Uma Mulher de Negócios, de Rainer Werner Fassbinder 1980 – Pato com Laranja, de William Douglas Home 1977 – Os Filhos de Kennedy, de Robert Patrick, encenação de Sérgio Britto 1975 – Roda Cor de Roda, de Leilah Assumpção – Direção: Antônio Abujamra 1971 – A Ratoeira, de Agatha Christie 1968 – A Cozinha, de Arnold Wesker – Direção: Antunes Filho Elias Adreato - DIRETOR ARTÍSTICO Elias Vicente Andreato, mais conhecido como Elias Andreato (Rolândia, 8 de março de 1955) é ator teatro e diretor teatral. Estreou profissionalmente na peça "Pequenos Burgueses" (escrita por Máximo Gorki e dirigida por Renato Borghi) em 1977. Em meio aos seus trabalhos no teatro, estreia como ator de cinema no filme Shock: Diversão Diabólica, de 1984, e na televisão na novela Helena, de 1987. Nos anos seguintes, dividiu seu tempo entre o teatro, o cinema e a televisão, como nos filmes Sábado, de 1997, e Boleiros - Era uma Vez o Futebol..., de 1998; a novela Suave Veneno, de 1999, e a minissérie A Muralha, de 2000, entre muitos outros trabalhos. É vencedor da premiação de melhor ator no Prêmio Shell, na Associação Paulista de Críticos de Arte e na Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo, todos em 1990, e o Prêmio IBEU de melhor direção em 1996. Em seus trabalho mais recentes, dirgiu Meu Deus, com Irene Ravache e Dan Stulback FABIO NAMATAME - CENÓGRAFO E FIGURINISTA - Em 1981, Fábio Namatame formou-se em Publicidade e Artes Plástica pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Realiza trabalhos de direção de arte, cenário e figurino para teatro, ópera, publicidade, cinema e TV. É ganhador de prêmios como: SHELL, APETESP, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa, Sesc São Paulo, Paulínia de Cinema e Carlos Gomes de Ópera Prêmio Sesc / Sated de Belo Horizonte, Premio Usiminas SINPARC. MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS- direção de Regina Galdino São Paulo APARECEU A MARGARIDA - direção Aderbal Freire Filho Rio de Janeiro REIS DO IMPROVISO - direção de Noemi Marinho São Paulo INTIMIDADE INDECENTE - direção Regina Galdino São Paulo CORAÇÃO BAZAR - direção José Possi Neto TURISTAS E REFUGIADOS -direção de Renata Mello AS TURCA - direção de Regina Galdino MAR DE GENTE direção de Ivaldo Bertazzo O MISTÉRIO DE IRMA VAP direção de Marília Pêra PALMAS PARA O SR. DIRETOR direção Marília Pêra MASTER CLASS - direção Jorge Takla São Paulo MORUS E SEU CARRASCO - direção Gianni Ratto São Paulo VERMOUTH - direção de Gianni Ratto São Paulo O LIVRO DE JÓ direção Antonio Araujo MARILIA PERA CANTA CARMEM MIRANDA direção de Mauricio Sherman AS PONTES DE MADISON direção de Regina Galdino A LOBA DE RAY BAN direção de Jose Possi Neto Óperas: O GUARANI direção de Jose Possi Neto CARMEM direção de Carla Camurati BODAS DE FIGARO direção Jose Possi Netto A TEMPESTADE direção de Willian Pereira OLGA direção de Willian Pereira MADAME BUTTER FLY direção de Jorge Takla IDOMENEO direção de Regina Galdino A VIUVA ALEGRE direção de Jorge Takla Musicais: MY FAIR LADY direção de Jorge Takla WEST SIDE STORY direção de Jorge Takla O REI E EU direçao de Jorge Takla EMOÇÕES BARATAS direção de José Possi Neto EVITA – direção de Jorge Takla CABARET direçao de José Possi Neto OASIS EMPREENDIMENTOS ARTÍSTICOS - Empresa Proponente A Oasis Empreendimentos Artísticos há 14 anos produz espetáculos teatrais e presta serviços artísticos de direção teatral, interpretação e dramaturgia. Produziu: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, com direção e adaptação de Regina Galdino, música original de Mário Manga, direção musical de Pedro Paulo Bogossian e interpretação de Marcos Damigo, indicado para o Prêmio APCA de Melhor Ator em 2017; Operilda na Orquestra Amazônica, de Andréa Bassitt, direção de Regina Galdino, Prêmio APCA Melhor Musical Infantil 2013 e FEMSA na Categoria Especial pela Divulgação da Música Erudita e Folclórica; Idomeneo, ópera de Mozart, no Teatro Municipal de São Paulo, com direção de Regina Galdino e dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; Filhos do Brasil, de Andréa Bassitt e Regina Galdino, com Andréa Bassitt, Deborah Serretiello e Pedro Paulo Bogossian (piano e Direção Musical), Prêmio Shell de Melhor Música; As Favoritas do Rádio, de Andréa Bassitt, Regina Galdino e Luciana Carnieli, com Andréa Bassitt, Luciana Carnieli, Gerson Steves e Márcia Manfredini, Premiado na Jornada SESC - O Teatro Musical. Prestou serviços, para: A Arca de Noé e Os Saltimbancos, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, com regências de Marcos Sadao e Mônica Giardini e Coro Infanto Juvenil da Escola de Música de São Paulo, com regência de Regina Kinjo; As Pontes de Madison, com Marcos Caruso e Denise Del Vecchio; Aprendiz de Maestro, na Sala São Paulo, com dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; As Turca, de Andréa Bassitt, que também assina a direção de produção e atuou com Claudia Mello e Juçara Morais; e Intimidade Indecente, com Irene Ravache e Marcos Caruso. Andréa Bassitt escreveu o texto e atuou em A Arca de Noé, com a Banda Sinfônica, atuou em Os Saltimbancos, com a Banda Bixiga 70 e escreveu Mar de Gente e Próximo Passo, para a Cia de Ivaldo Bertazzo e o livro Miguel Magno, o Pregador de Peças, para a coleção Aplauso, e dirigiu o espetáculo Ele, Ela, os Outros, de Luis Fernando Veríssimo, com Rodrigo Frampton e Amanda Mendes. OBS.: Demais participantes da equipe de criaçao estão sendo definidos.
PROJETO ARQUIVADO.