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Encenação da temporada 2026 do espetáculo teatral ao ar livre "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião", com cinco apresentações gratuitas entre 22 e 26 de julho de 2026, na Estação do Forró, em Serra Talhada/PE. O projeto contempla montagem completa de grande porte (cenários, figurinos, trilha, sonorização, iluminação e efeitos especiais), com elenco e equipe técnica de aproximadamente 150 profissionais pernambucanos. Serão realizados ensaios, ações de produção, comunicação e acessibilidade para garantir a qualidade artística e o acesso amplo do público. Estima-se um público total de 35.000 pessoas durante a temporada.
O Massacre de Angico – A Morte de Lampião é um espetáculo teatral ao ar livre que reconstitui a trajetória de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, desde sua juventude no Sertão pernambucano até sua morte na Grota de Angico, em 1938. A narrativa combina fatos históricos, elementos do imaginário popular e aspectos da cultura sertaneja, apresentando ao público um panorama amplo sobre o cangaço e sua importância na formação da identidade nordestina.Encenado em uma ribanceira de aproximadamente 100 metros, com seis cenários simultâneos, o espetáculo utiliza recursos de teatro épico-popular, dança, música, dublagem, projeções e efeitos especiais para criar uma experiência imersiva. A dramaturgia de Anildomá Willans de Souza e a direção de Izaltino Caetano conduzem o público por episódios marcantes da vida de Lampião, incluindo:- sua infância e conflitos familiares;- a rivalidade com José Saturnino;- o encontro com Padre Cícero;- a patente simbólica de “Capitão”;- a vida no cangaço e a relação com Maria Bonita;- a perseguição policial;- a traição de Pedro de Cândida;- o desfecho trágico no Massacre de Angico.O espetáculo tem duração aproximada de 2 horas e conta com elenco e equipe técnica formados majoritariamente por artistas pernambucanos, totalizando cerca de 150 profissionais. A montagem é realizada em espaço aberto, com entrada gratuita, garantindo amplo acesso ao público e fortalecendo a circulação de bens culturais no Sertão.Além das apresentações, o projeto contempla produtos complementares que ampliam o alcance cultural e educativo da obra:1. Ensaio Geral AbertoAtividade formativa que permite ao público — especialmente estudantes da rede pública, idosos e pessoas com deficiência — acompanhar o processo final de preparação do espetáculo. O ensaio apresenta trechos da obra, marcações de cena, testes de luz e som, oferecendo uma visão pedagógica sobre a construção teatral.2. Visitas Guiadas aos BastidoresAção educativa destinada a escolas, grupos culturais e instituições sociais. Os participantes conhecem figurinos, cenários, adereços, trilha sonora e processos técnicos, com mediação da equipe artística. A atividade reforça a formação de plateia e o interesse por profissões da cultura.3. Conteúdos Digitais EducativosProdução de vídeos, fotografias e materiais informativos sobre o cangaço, Lampião, Maria Bonita e a história do Sertão. Os conteúdos são disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do projeto, ampliando o acesso de públicos que não podem comparecer presencialmente.4. Registro Audiovisual e FotográficoProdução de banco de imagens e vídeo institucional para documentação, memória e divulgação futura do espetáculo. O registro também serve como material educativo e de pesquisa sobre teatro ao ar livre e cultura sertaneja.5. Ações de AcessibilidadeO projeto incorpora recursos de acessibilidade de conteúdo, como intérprete de Libras em todas as apresentações, legendas descritivas em vídeos de divulgação e audiodescrição em materiais selecionados, garantindo que pessoas com deficiência possam compreender plenamente a obra.Classificação IndicativaClassificação: Livre para todos os públicos
OBJETIVO GERALRealizar a temporada 2026 do espetáculo teatral ao ar livre O Massacre de Angico _ A Morte de Lampião, com cinco apresentações gratuitas em Serra Talhada/PE, promovendo acesso democrático à cultura, valorização da memória do cangaço e fortalecimento da identidade cultural do Sertão pernambucano.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Realizar 5 apresentações gratuitas do espetáculo entre 22 e 26 de julho de 2026, na Estação do Forró, em Serra Talhada/PE.2. Atender um público estimado de 35.000 pessoas, considerando média de até 7.000 espectadores por noite.3. Empregar diretamente cerca de 150 profissionais pernambucanos, entre artistas, técnicos, produtores, cenógrafos, figurinistas, iluminadores, sonoplastas e equipe de apoio.4. Gerar aproximadamente 200 empregos indiretos, envolvendo setores de hospedagem, alimentação, transporte, comércio e serviços locais.5. Realizar ao menos 90 horas de ensaios com elenco e equipe técnica durante a fase de pré-produção.6. Montar estrutura cênica completa, incluindo:- ribanceira de 100 metros com 6 cenários simultâneos,- iluminação cênica profissional,- sonorização e trilha original,- figurinos, adereços e efeitos especiais.7. Produzir e disponibilizar materiais de comunicação, incluindo:- 1 campanha digital integrada (Instagram, Facebook, YouTube, TikTok),- 20 peças gráficas digitais,- 10 spots de rádio,- 5 vídeos promocionais (VTs),- releases e matérias para imprensa.8. Alcançar ao menos 500.000 pessoas por meio das ações de comunicação e divulgação.9. Garantir acessibilidade plena em 100% das apresentações, incluindo:- intérprete de Libras,- área reservada para PCDs,- piso tátil, rampas e banheiros adaptados,- sinalização acessível,- equipe treinada para atendimento inclusivo.10. Realizar ações de democratização de acesso e formação de plateia, incluindo:- mobilização de pelo menos 20 escolas públicas da região,- visitas guiadas aos bastidores,- distribuição de material informativo sobre o cangaço e a cultura sertaneja.11. Registrar e documentar o espetáculo, produzindo:- 1 banco de fotos oficial,- 1 vídeo institucional de registro.12. Elaborar relatório final e prestação de contas, comprovando a execução de todas as metas, ações e contrapartidas previstas.
A realização da temporada 2026 do espetáculo O Massacre de Angico _ A Morte de Lampião depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91 devido à natureza pública, gratuita e de grande porte da iniciativa, que exige investimentos elevados em estrutura cênica, equipe técnica especializada, figurinos, cenários, sonorização, iluminação, acessibilidade e logística. Por ser um evento gratuito, sem cobrança de ingressos e voltado à democratização do acesso, o projeto não possui capacidade de autofinanciamento, tornando indispensável o apoio via renúncia fiscal para sua viabilização.O projeto se enquadra diretamente nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao promover:- I _ a produção, difusão e circulação de bens culturais, por meio da realização de cinco apresentações públicas e gratuitas;- II _ a formação de plateias, ao atingir público estimado de 35.000 pessoas, incluindo estudantes da rede pública;- III _ o estímulo à criação artística, ao empregar cerca de 150 profissionais pernambucanos das artes cênicas;- V _ a preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro, ao abordar a história do cangaço e a trajetória de Lampião, elementos fundamentais da identidade nordestina.Além disso, o projeto contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente:- I _ democratizar o acesso aos bens culturais, com apresentações gratuitas em espaço público;- II _ estimular a produção cultural regional, valorizando artistas, técnicos e fornecedores do Sertão pernambucano;- III _ apoiar manifestações culturais de relevância nacional, ao tratar de tema histórico amplamente reconhecido;- IV _ promover a difusão cultural, alcançando público presencial e digital superior a 500 mil pessoas;- V _ fortalecer a identidade e a memória cultural brasileira, ao preservar e divulgar a história do cangaço;- VII _ incentivar a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos na área cultural, por meio de ensaios, processos criativos e atividades educativas;- VIII _ contribuir para o desenvolvimento socioeconômico, gerando empregos diretos e indiretos e movimentando a economia local.A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento adequado para garantir a continuidade de um espetáculo que já se consolidou como o maior teatro ao ar livre do Sertão, com forte impacto cultural, social e econômico. Sem o mecanismo de incentivo fiscal, a realização do projeto seria inviável, comprometendo o acesso da população a um bem cultural de grande relevância histórica e artística para o Nordeste e para o Brasil.
O projeto O Massacre de Angico – A Morte de Lampião integra um conjunto de ações culturais desenvolvidas pela Fundação Cultural Cabras de Lampião, instituição com mais de duas décadas de atuação contínua na promoção da cultura sertaneja, da memória do cangaço e da formação de plateia no Sertão pernambucano. A Fundação é responsável por iniciativas reconhecidas nacionalmente, como o Museu do Cangaço, o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e diversos projetos de circulação cultural, o que demonstra capacidade técnica, experiência acumulada e solidez institucional para a execução da proposta.O espetáculo, criado em 2012, consolidou-se como o maior teatro ao ar livre do Sertão brasileiro, atraindo público expressivo e contribuindo para o fortalecimento do turismo cultural em Serra Talhada. A realização anual da temporada movimenta a economia local, gera empregos diretos e indiretos e estimula setores como hospedagem, alimentação, transporte, comércio e serviços. A proposta, portanto, não apenas promove cultura, mas também atua como vetor de desenvolvimento regional.A temporada 2026 reforça a continuidade de um projeto cultural já consolidado, que se tornou parte do calendário oficial de eventos da cidade e referência para pesquisadores, artistas, estudantes e visitantes interessados na história do cangaço. A manutenção dessa continuidade é fundamental para preservar a identidade cultural da região, fortalecer a memória coletiva e garantir a sustentabilidade de iniciativas culturais no interior do Nordeste.O projeto também se destaca pela capacidade de mobilização comunitária. A cada edição, centenas de moradores participam como voluntários, figurantes, colaboradores e apoiadores, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorização da cultura local. Essa participação comunitária amplia o impacto social do espetáculo e reforça seu caráter de patrimônio cultural vivo.Outro aspecto relevante é o compromisso com a formação de novos públicos. Além das ações educativas previstas, o espetáculo tem forte presença entre jovens e estudantes, que encontram na obra uma oportunidade de contato com a história regional por meio da arte. Professores utilizam o espetáculo como recurso pedagógico, integrando-o a atividades escolares de história, literatura, artes e sociologia.A proposta também contribui para a preservação e difusão de saberes tradicionais, como o xaxado, a música sertaneja, a estética do couro e a oralidade popular. Esses elementos são incorporados à dramaturgia, aos figurinos, à trilha sonora e à encenação, fortalecendo a transmissão de conhecimentos culturais às novas gerações.Do ponto de vista técnico, a Fundação possui equipe qualificada e experiência comprovada na gestão de projetos financiados por mecanismos públicos, incluindo Lei Rouanet, Fundarpe, Funcultura e parcerias institucionais. A instituição mantém estrutura administrativa, contábil e jurídica capaz de garantir transparência, conformidade e eficiência na execução e prestação de contas.A relevância territorial do projeto também merece destaque. Serra Talhada é reconhecida nacionalmente como a “Terra de Lampião” e “Capital do Xaxado”, abrigando equipamentos culturais, grupos artísticos e iniciativas de memória que dialogam diretamente com o espetáculo. A realização da temporada fortalece esse ecossistema cultural, contribuindo para a consolidação da cidade como polo de referência em cultura sertaneja.Por fim, o projeto está alinhado às políticas públicas de cultura, turismo e economia criativa, promovendo acesso gratuito, inclusão social, acessibilidade, formação de plateia, valorização da cultura regional e geração de renda. Trata-se de uma iniciativa de interesse público, com impacto comprovado e potencial de ampliação, que justifica plenamente o apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
O projeto O Massacre de Angico – A Morte de Lampião contempla um conjunto de produtos culturais que envolvem criação artística, montagem técnica, ações educativas, registro audiovisual e atividades de acessibilidade. A seguir, apresentam-se as especificações técnicas de cada produto.1. Espetáculo Teatral ao Ar LivreFormato: Teatro épico-popular Duração: Aproximadamente 2 horas Local: Estação do Forró – Serra Talhada/PE Apresentações: 5 sessões gratuitas (22 a 26 de julho de 2026) Classificação Indicativa: Livre Equipe: Cerca de 150 profissionais pernambucanos (elenco, técnicos, produção, direção, cenografia, figurino, sonoplastia, iluminação)1.1. Cenografia- Estrutura montada em ribanceira de aproximadamente 100 metros.- 6 ambientes simultâneos, com transições realizadas por iluminação.- Materiais utilizados: madeira tratada, compensado naval, tecido, metalon, pintura acrílica, elementos naturais e adereços cenográficos.- Instalação de grids, torres de iluminação e pontos de fixação para efeitos especiais.- Áreas de circulação técnica e pontos de segurança.1.2. Figurinos e Adereços- Figurinos confeccionados com base em pesquisa histórica sobre o cangaço.- Materiais: couro, brim, algodão, bordados, metais, miçangas, chapéus estilizados, cartucheiras cenográficas.- Adereços: armas cenográficas, utensílios de época, objetos de cena.- Equipe de costura e manutenção durante toda a temporada.1.3. Iluminação Cênica- Sistema composto por refletores LED, moving lights, canhões de luz e projetores.- Mesa de controle digital com programação prévia.- Pontos de luz distribuídos ao longo da ribanceira para garantir visibilidade simultânea dos cenários.- Equipamentos com proteção contra intempéries.1.4. Sonorização e Trilha Sonora- Sistema de som profissional com caixas line array, subwoofers e monitores de palco.- Microfones sem fio, microfones de ambiente e sistema de dublagem sincronizada.- Trilha sonora original gravada em estúdio.- Operação de áudio ao vivo com mesa digital.1.5. Efeitos Especiais- Uso controlado de fumaça, iluminação dramática, projeções e efeitos sonoros.- Equipamentos certificados e operados por técnicos especializados. 2. Ensaio Geral AbertoDuração: 2 horas Data: 21 de julho de 2026 Público-alvo: estudantes da rede pública, idosos, PCDs, imprensa e convidados Objetivo: apresentar o processo final de montagem, permitindo compreensão pedagógica da criação teatral. Conteúdo: marcações de cena, testes de luz e som, ajustes de figurino e transições.3. Visitas Guiadas aos BastidoresFormato: Mediação cultural Duração: 40 a 60 minutos por grupo Público-alvo: escolas públicas, grupos culturais, instituições sociais Conteúdo:- apresentação dos figurinos e adereços;- explicação sobre cenários e efeitos;- demonstração de processos técnicos;- conversa com artistas e técnicos. Objetivo pedagógico: formação de plateia, educação patrimonial e aproximação do público com a produção teatral. 4. Conteúdos Digitais EducativosFormato: vídeos curtos, posts informativos, fotografias e textos acessíveis Plataformas: Instagram, Facebook, YouTube, TikTok Quantidade estimada:- 5 vídeos educativos- 20 peças gráficas- 1 vídeo institucional Conteúdo: história do cangaço, biografia de Lampião e Maria Bonita, bastidores do espetáculo, depoimentos da equipe. Acessibilidade: legendas, Libras e audiodescrição em materiais selecionados. 5. Registro Audiovisual e FotográficoFormato:- Banco de imagens (mínimo 100 fotos)- Vídeo institucional (3 a 5 minutos) Finalidade: documentação, memória, divulgação e prestação de contas. Equipamentos: câmeras DSLR/mirrorless, lentes teleobjetivas, iluminação auxiliar, microfones direcionais. Equipe: fotógrafo profissional, cinegrafista e editor. 6. Materiais de ComunicaçãoProdutos:- 20 peças gráficas digitais- 10 spots de rádio- 5 vídeos promocionais- releases e matérias para imprensa Objetivo: divulgação ampla e acessível, atingindo público regional e digital. Especificações:- formatos otimizados para redes sociais, rádio e TV;- linguagem clara e acessível;- inclusão de marcas oficiais conforme manual do MinC. 7. Acessibilidade – Produtos TécnicosRecursos previstos:- Intérprete de Libras em todas as apresentações- Legendas descritivas em vídeos- Audiodescrição em materiais selecionados- Sinalização acessível- Piso tátil e rampas- Área reservada para PCDs Objetivo: garantir compreensão, circulação e participação plena de pessoas com deficiência. 8. Projeto PedagógicoO projeto pedagógico integra ações educativas e formativas que dialogam com o conteúdo histórico e cultural do espetáculo.8.1. Objetivos Pedagógicos- promover educação patrimonial sobre o cangaço;- estimular o interesse por artes cênicas;- aproximar estudantes do processo criativo;- valorizar a cultura sertaneja como patrimônio imaterial.8.2. Metodologia- mediação cultural durante visitas guiadas;- materiais educativos digitais;- ensaio aberto como ferramenta de aprendizagem;- interação com artistas e técnicos.8.3. Público-alvo- estudantes da rede pública;- professores;- grupos culturais;- jovens e adolescentes.
O projeto O Massacre de Angico – A Morte de Lampião assegura plena acessibilidade ao público, contemplando tanto Acessibilidade Física quanto Acessibilidade de Conteúdo, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), com as diretrizes do Ministério da Cultura e com as boas práticas de inclusão em eventos culturais de grande porte1. ACESSIBILIDADE FÍSICAA Estação do Forró, local de realização do espetáculo, possui estrutura adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O projeto reforça e amplia essas condições, garantindo:1.1. Circulação e Mobilidade- Rampas de acesso em pontos estratégicos, permitindo deslocamento seguro entre entrada, área de público, banheiros e setores de apoio.- Piso tátil direcional e de alerta, auxiliando pessoas cegas ou com baixa visão na identificação de caminhos, obstáculos e mudanças de nível.- Sinalização visual ampliada, com placas de alto contraste e pictogramas universais.- Corredores de circulação ampliados, garantindo fluxo seguro de cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.1.2. Área Reservada para PCDs- Plataforma elevada com rampa de acesso, garantindo visibilidade adequada do palco.- Espaço destinado a cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, acompanhantes e pessoas com deficiência visual ou auditiva.- Área monitorada por equipe treinada, garantindo segurança e conforto.1.3. Banheiros Acessíveis- Banheiros adaptados com barras de apoio, portas largas, piso antiderrapante e altura adequada de louças e acessórios.- Sinalização tátil e visual indicando localização e acessos.1.4. Estacionamento e Entrada Preferencial- Vagas reservadas para veículos identificados com cartão de estacionamento preferencial.- Entrada exclusiva para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e acompanhantes, reduzindo filas e garantindo acolhimento adequado.1.5. Segurança e Atendimento- Posto médico equipado e acessível, com equipe treinada para atendimento de emergências.- Brigadistas e seguranças orientados para atendimento inclusivo e suporte à locomoção.- Equipe de apoio preparada para orientar o público com deficiência desde a chegada até a acomodação.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOO projeto assegura que pessoas com deficiência sensorial tenham condições plenas de compreender, acompanhar e vivenciar o espetáculo. Serão adotadas as seguintes medidas:2.1. Libras – Língua Brasileira de Sinais- Intérprete de Libras em 100% das apresentações, posicionado em local visível ao público.- Iluminação adequada para garantir leitura clara dos sinais.- Comunicação prévia nas redes sociais informando a presença de Libras.2.2. Audiodescrição- Audiodescrição ao vivo para pessoas cegas ou com baixa visão, transmitida por sistema de áudio individual (quando tecnicamente possível) ou por roteiro descritivo acessível.- Descrição de figurinos, cenários, ações cênicas e efeitos visuais essenciais à compreensão da narrativa.2.3. Legenda Descritiva- Legendas descritivas em vídeos institucionais, teasers e conteúdos digitais de divulgação.- Identificação de sons relevantes, trilha, ruídos e falas importantes.2.4. Materiais Acessíveis- Materiais informativos em formato digital acessível, compatíveis com leitores de tela.- Disponibilização de versão em texto simples (linguagem facilitada) para conteúdos educativos.- Folheto digital acessível com sinopse, ficha técnica e orientações de acesso.2.5. Visita Sensorial (opcional conforme viabilidade técnica)- Visita guiada para pessoas cegas ou com baixa visão, permitindo contato tátil com figurinos, adereços e elementos cênicos selecionados.- Mediação feita por equipe capacitada, com explicações sobre estética, narrativa e contexto histórico.2.6. Comunicação Inclusiva- Publicações nas redes sociais com descrição de imagens (texto alternativo).- Vídeos com legendas, contraste adequado e velocidade ajustável.- Conteúdos educativos sobre o cangaço adaptados para leitura acessível.3. Equipe CapacitadaTodos os profissionais envolvidos no atendimento ao público — recepção, segurança, brigadistas, produção e comunicação — receberão orientação específica sobre atendimento inclusivo, garantindo acolhimento adequado e respeito às necessidades individuais.4. Compromisso com a InclusãoO projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso, garantindo que pessoas com deficiência possam chegar, circular, compreender e vivenciar plenamente o espetáculo. A acessibilidade é tratada como parte essencial da concepção artística e da responsabilidade social do projeto, e não como ação complementar.
O projeto O Massacre de Angico – A Morte de Lampião tem como princípio central a democratização do acesso à cultura, garantindo que toda a população, independentemente de renda, escolaridade, idade ou condição física, possa usufruir gratuitamente de um espetáculo de grande porte e relevância histórica. Todas as ações previstas são estruturadas para ampliar o alcance territorial, social e cultural do projeto.1. Distribuição e Comercialização dos Produtos Culturais1.1. Acesso GratuitoTodas as cinco apresentações do espetáculo serão totalmente gratuitas, sem cobrança de ingressos, taxas ou reservas antecipadas. O acesso será por ordem de chegada, respeitando a capacidade do espaço (aproximadamente 7.000 pessoas sentadas por noite).1.2. Espaço Público e de Grande CapacidadeA realização no pátio de eventos da Estação do Forró, local amplo e de fácil acesso, garante que pessoas de diferentes bairros, comunidades rurais e municípios vizinhos possam participar sem barreiras financeiras ou logísticas.1.3. Proibição de ComercializaçãoNão haverá venda de ingressos, produtos culturais derivados ou qualquer forma de comercialização vinculada ao espetáculo. Todo o conteúdo artístico será disponibilizado ao público de forma gratuita, conforme diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura.2. Medidas de Ampliação de Acesso2.1. Ensaio AbertoSerá realizado um ensaio geral aberto ao público no dia 21 de julho de 2026, com prioridade para estudantes da rede pública, idosos, pessoas com deficiência e grupos culturais locais.O ensaio aberto funciona como ação formativa e de aproximação do público com o processo criativo.2.2. Visitas Guiadas aos BastidoresSerão realizadas visitas guiadas para grupos escolares e instituições culturais, permitindo conhecer:- figurinos,- cenários,- adereços,- funcionamento técnico,- processos de criação. As visitas serão conduzidas por membros da equipe artística e técnica, estimulando a formação de plateia e o interesse por profissões da cultura.2.3. Ações com Escolas PúblicasO projeto realizará mobilização ativa com escolas municipais e estaduais de Serra Talhada e região, incluindo:- agendamento de grupos,- transporte organizado em parceria com as instituições,- material educativo sobre o cangaço e a história de Lampião,- mediação cultural antes e depois do espetáculo.A meta é atender pelo menos 20 escolas públicas.2.4. Transmissão e Conteúdos DigitaisEmbora o espetáculo seja presencial, o projeto ampliará o acesso por meio de:- transmissão de trechos, bastidores e entrevistas nas redes sociais oficiais,- vídeos educativos sobre o cangaço,- conteúdos acessíveis (legendas, Libras e audiodescrição em materiais selecionados). A meta é alcançar pelo menos 500.000 pessoas no ambiente digital.2.5. Comunicação Ampla e InclusivaA campanha de divulgação será estruturada para atingir públicos diversos, utilizando:- rádio comunitária,- carro de som,- redes sociais,- TV regional,- parcerias com influenciadores culturais,- distribuição de material digital acessível.A comunicação prioriza linguagem clara, acessível e de fácil compreensão.3. Ações de Inclusão Social e Territorial3.1. Público de Baixa RendaA gratuidade total e a realização em espaço público garantem acesso a famílias de baixa renda, moradores de periferias urbanas e comunidades rurais.3.2. Acesso RegionalO espetáculo atrai público de diversos municípios do Sertão do Pajeú, Sertão Central e Sertão do São Francisco, ampliando o alcance cultural para além da cidade sede.3.3. Parcerias ComunitáriasSerão estabelecidas parcerias com:- associações de moradores,- grupos culturais,- coletivos de juventude,- instituições de assistência social,- para facilitar o acesso de públicos prioritários.4. Acessibilidade como Ferramenta de DemocratizaçãoA democratização do acesso está diretamente vinculada às medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que pessoas com deficiência possam participar plenamente do espetáculo.Entre as ações previstas:- intérprete de Libras em todas as apresentações,- área reservada para PCDs,- piso tátil e rampas,- banheiros adaptados,- sinalização acessível,- equipe treinada para atendimento inclusivo,- materiais digitais acessíveis,- audiodescrição em conteúdos selecionados.Essas medidas ampliam o acesso de pessoas cegas, surdas, com mobilidade reduzida, idosos e neurodivergentes.5. Formação de Plateia e Educação CulturalO projeto contribui para a formação de novos públicos por meio de:- ensaio aberto,- visitas guiadas,- conteúdos educativos,- mediação cultural com escolas,- divulgação de informações históricas sobre o cangaço,- incentivo à participação de jovens e estudantes.Essas ações fortalecem o vínculo da comunidade com o patrimônio cultural nordestino.6. Compromisso com a DemocratizaçãoTodas as ações do projeto foram planejadas para garantir que o espetáculo seja acessível, inclusivo e gratuito, atendendo aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura e ampliando o direito da população ao acesso a bens culturais de qualidade.
EQUIPE PRINCIPAL Fundação Cultural Cabras de Lampião – Produção Cleonice Maria – Produção Executiva Izaltino Caetano – Diretor Artístico Anildomá Willans de Souza – Dramaturgia e Diretor Assistente Karl Marx – Ator (Lampião) Bruna Florie – Atriz (Maria Bonita) CURRÍCULOS RESUMIDOS FUNDAÇÃO CULTURAL CABRAS DE LAMPIÃO Fundada em 1995, a Fundação Cultural Cabras de Lampião é responsável pela produção e criação de eventos culturais como: 1) Mostras de Teatro, envolvendo grupos de teatro de outros estados do Nordeste (Anual. Desde 1989.); 2) A Escola de Danças Populares Cabras de Lampião; 3) O Programa de Passeio Turístico Ecológico “Nas Pegadas de Lampião”; 4) É responsável pelo Grupo de Xaxado Cabras de Lampião (criado em 1995); 5) O Museu do Cangaço, de Serra Talhada, no Sítio Passagem das Pedras, onde nasceu Lampião (criado em 2001) e reestruturado pelo PROGRAMA BNB DE CULTURA 2006; 6) O Museu do Cangaço (Centro de Estudos Pesquisas do Cangaço). Criado em 2007, na antiga Estação Ferroviária em Serra Talhada. 7) Nas Pegadas de Lampião (2006); 8) Reestruturação do Museu do Cangaço (2006); 9) No Rastro de Lampião (2008) 10) Viagem ao Interior da Terra (2009); 11) No Rastro de Lampião – Nas Terras do Pajeú (2009); 12) Seminário Sertão, Beatos e Cangaceiros (2009); 13) Xaxado: A Dança de Cabra Macho (2010); 14) Feira de Literatura de Cordel do Sertão (2011). CLEONICE MARIA DOS SANTOS Cleonice Maria nasceu no dia 12 de março de 1970, em Serra Talhada Pernambuco. Possui formação no curso de História, pela Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada – FAFOPST. Sua vida artística se deu início em grupo de teatro amador da comunidade. Fez o seu primeiro papel de protagonista com a personagem Maria, na peça “Acorda, José!”, através do MTP – Movimento de Teatro Popular, sendo um marco na sua iniciação no meio artístico/cultural. Atualmente, é atriz, coreógrafa, coordenadora, dançarina, diretora e produtora cultural. Foi co-criadora do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, do Museu do Cangaço e da Fundação Cultural Cabras de Lampião (OSC / Organização da Sociedade Civil que preside há mais de dez anos). Sob sua regência, foi produtora e ou co-produtora dos seguintes eventos culturais: 1 - Encontro Nordestino de Xaxado (desde 2003); 2 - Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço (desde 1994); 3 - Mostra de Teatro de Serra Talhada (desde 1996); 4 - Feira de Literatura de Cordel (desde 2010); 5 - Festival de Músicas do Cangaço (2010 e 2014); 6 - O Massacre de Angico –A Morte de Lampião (desde 2012); 7 - IX Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, pela Rede das Culturas Populares e Tradicionais – incentivo Ministério da Cultura/Fundarpe, no período de 24 a 29 de novembro de 2015. 8 - Membro do Conselho Estadual de Políticas Cultural, do Assento de Pontos de Cultura, por dois mandatos como suplente e dois mandatos como titular. Função que exerce atualmente, em 2024; 9 - Eleita Delegada para a 4ª CNC / Conferência Nacional de Cultura, em Brasilia, em março de 2024, representando a Região Sertão do Pajeú. IZALTINO CAETANO José Isaltino Caetano Ator / Diretor/ Iluminador/ Produtor Teatral / Educador Social DRT. Nº: 601/136 Fones: (81) 3244-8320/ 3224-1692 (Artepe) / 87826804 E-mails: mc.abrave@bol.com.br/ foco3docoliseu@ig.com.br FORMAÇÃO: Curso: Magistério Local: Escola Clídio de Lima Nigro. Curso: Graduação em Psicologia (em conclusão – 7º período). Local: FACHO – Faculdade de Ciências Humanas de Olinda. Curso: Técnico em Teatro (Ator/ Diretor/ Iluminador). Locais: SESC, FUNDARPE, FUNDAJ, FCCR, TV Universitária, Governo do Estado, Prefeitura da Cidade do Recife. Curso: Produção Cultural – Teatral Locais: ARTEPE, FETEAPE, APACEPE, Fundação de Cultura Cidade do Recife. Curso: Educador Social Local: Instituto Espírita Allan Kardec/ Escola Estadual Clídio de Lima Nigro Teatro/ Cenografia/ Adereços/ Iluminação/ Sonoplastia/ Produção Cultural - 25 anos de experiência na área teatral em Pernambuco (Instituições: DETRAN, SESC, SESI, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Correios, Chesf, SEBRAE, CELPE, Lumiart Produções, Refletores Produções, Marketing Eventos Culturais, Foco III do Coliseu, Paulo de Castro Produções, Cristiano Lins Produções, Remo Produções, FETEAPE, APACEPE, SATED-PE, ARTEPE, A-Sim Comunicações). ANILDOMÁ WILLANS DE SOUZA Nascido no dia 08 de abril de 1962, em Serra Talhada, Pernambuco. Ator, Diretor, Pesquisador e Escritor do Cangaço. Escreveu para o teatro: - Padre Cícero; - Acorda, José!; - As proezas de João Grilo; - Lampião; - O Massacre de Angico – A Morte de Lampião. Dirigiu no teatro: - O Beato João; - Francisco de Assis; - Quatro seres distintos; - As mãos de Eurídice; - A chegada de Lampião no Inferno; - Acorda, José!; - A formiga fofoqueira. Outras atividades: - Profere palestras em universidades e faculdades, em seminários e simpósios, em todo Brasil, abordando temas relacionados com o ciclo do cangaço; - Escreve para jornais e revistas da região; - Fundador e filiado a ARTEPE – Associação dos Realizadores de Teatro de Pernambuco; - Filiado a SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço; - Membro da Academia Serra-Talhadense de Letras; - Membro da UBE/PE. KARL MARX SANTOS SOUZA Karl Marx iniciou suas atividades artísticas no Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, onde atua desde 2002, com o qual já se apresentou em todas as regiões do Brasil e fora do país. Participou de várias atividades ligadas ao movimento de cultura popular do Sertão do Pajeú, integrando diversos projetos realizados por importantes entidades da região. Atualmente, é membro da Associação dos Realizadores de Teatro de Pernambuco – ARTEPE, da Fundação Cultural Cabras de Lampião (Serra Talhada/PE) e filiado ao Sindicato dos Artistas e Técnicos em Diversão do Estado de Pernambuco – SATED-PE. Possui trabalhos reconhecidos e premiados no Brasil e no exterior. Como Ator, merece destaque sua participação como protagonista do maior espetáculo de teatro ao ar livre dos sertões: O MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO, desde 2012, e como apresentador da série SOU XAXADO, produzida e exibida pelo Canal Futura. Marx é Produtor do mestre ASSISÃO (desde 2012) e da banda AS SEVERINAS (desde 2021). BRUNA FLORIE Joyce Bruna da Silva, a qual assina artisticamente como Bruna Florie, é professora de teatro formada pela UFPE/2017, atriz e produtora cultural atuante no Sertão do Pajeú, em Triunfo-PE, pelo Coletivo Pantim, Coletivo Casa Espiral da Terra, pelo Coletivo Mangaio, Coletivo Mãe Chiquinha e pela RIPA (Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco). Suas primeiras experiências artísticas iniciaram em 2012, na entidade filantrópica Lar Santa Elisabeth (Triunfo-PE) por meio de oficinas de artes incluindo: pintura, teatro, dança, serigrafia e percussão. Em 2006, aos 16 anos, Bruna e outras adolescentes fundaram o grupo de cultura popular triunfense intitulado por Lótus e Percussão, o qual mesclava dança, teatro e cultura popular. Em 2006 Bruna entrou para o NAC (Núcleo de Artes Cênicas) do SESC Triunfo permanecendo nele até o ano de 2011. A sua experiência com produção cultural iniciou-se em 2008 no Festival de Cinema de Triunfo, realizado pela Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco).
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.