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PRONAC 2414955Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NA FEIRA TEM ARTE

CICERO SEBASTIAO DA SILVA SANTOS
Solicitado
R$ 149,2 mil
Aprovado
R$ 149,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
São José do Egito
Início
2025-05-03
Término
2025-11-03
Locais de realização (17)
Afogados da Ingazeira PernambucoBrejinho PernambucoCalumbi PernambucoCarnaíba PernambucoFlores PernambucoIguaraci PernambucoIngazeira PernambucoItapetim PernambucoQuixaba Pernambuco

Resumo

O projeto "Na Feira Tem Arte" visa integrar apresentações artísticas nas feiras livres da região do Pajeú, promovendo a valorização e o fortalecimento da cultura local. Com apresentações mensais ao longo de seis meses, o projeto contará com a Banda de Pífanos de Riacho do Meio como anfitriã e envolverá uma diversidade de artistas locais convidados a cada evento, incluindo músicos, poetas, repentistas e outras expressões culturais típicas do sertão pernambucano. Os encontros serão realizados em espaços públicos, especialmente em feiras abertas, com o objetivo de aproximar a arte da comunidade, expandir o acesso à cultura e fortalecer a identidade regional.

Sinopse

O projeto "Na Feira Tem Arte" consiste em uma série de apresentações artísticas mensais que acontecerão em feiras livres da região do Pajeú, Pernambuco. Com foco na valorização e difusão da cultura popular local, o projeto traz músicos, poetas e grupos artísticos para apresentações gratuitas, transformando o espaço das feiras em palcos culturais acessíveis ao público em geral. A proposta inclui: Apresentações Musicais com a Banda de Pífanos de Riacho do Meio Sinopse: Em cada edição, a Banda de Pífanos de Riacho do Meio apresenta repertórios que celebram a tradição musical nordestina, encantando o público com o som característico do pife e de outros instrumentos típicos. As apresentações são interativas, convidando o público a experimentar e aprender sobre a música regional.Classificação Indicativa: Livre.Recitais de Poesia Popular com Poetas Locais Sinopse: Cada evento contará com recitais de poetas populares da região, incluindo cordelistas e repentistas que explorarão temas ligados à identidade sertaneja e ao cotidiano da vida no Pajeú. O recital promove a tradição oral e destaca o valor da poesia popular na preservação da cultura local.Classificação Indicativa: Livre.Oficinas Culturais e Vivências Musicais Sinopse: Serão realizadas oficinas com os músicos da Banda de Pífanos, como Ciço do Pife e Dié, direcionadas ao público interessado em aprender sobre o pife, zabumba e outros instrumentos. As oficinas abordarão aspectos históricos, técnicos e práticos, promovendo uma vivência cultural para todas as idades.Classificação Indicativa: Livre.Mediações e Palestras Culturais sobre a Tradição do Pife e Cultura Popular do Pajeú Sinopse: Em sessões informativas realizadas ao longo do projeto, artistas e representantes do Museu da Saudade conduzirão palestras sobre a história do pife e a importância das manifestações culturais do Pajeú. As palestras serão direcionadas a um público amplo e estarão abertas a perguntas e diálogos com o público.Classificação Indicativa: Livre.Acessibilidade e Inclusão Cultural Sinopse: Todas as apresentações e atividades contarão com recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras, audiodescrição, e guia tátil para tornar as vivências acessíveis a pessoas com deficiência. Essa ação visa garantir um ambiente inclusivo e democrático.Classificação Indicativa: Livre.Objetivo do Projeto: Proporcionar acesso gratuito à cultura popular e promover a valorização da identidade cultural nordestina em feiras livres, incentivando o contato direto do público com as manifestações artísticas do Pajeú.

Objetivos

Objetivo Geral:Fortalecer e valorizar a identidade cultural da região do Pajeú por meio de apresentações artísticas em feiras livres, criando um espaço de interação entre a comunidade e as tradições culturais locais. O projeto visa democratizar o acesso à arte e promover a diversidade cultural do Pajeú, permitindo que o público conheça, vivencie e valorize a produção artística local. Objetivos Específicos Realizar seis apresentações culturais mensais em diferentes feiras livres da região do Pajeú, como as de São José do Egito e cidades vizinhas, durante o período de seis meses. As apresentações terão a Banda de Pífanos de Riacho do Meio como anfitriã e contarão com a participação de diversos artistas locais. A expectativa é atingir cerca de 300 pessoas por evento, incluindo moradores locais e visitantes, promovendo um contato direto e acessível com a cultura regional.Incluir e promover a participação de pelo menos 10 artistas locais por apresentação, garantindo uma representatividade cultural diversificada. Entre os artistas convidados estarão músicos, poetas, repentistas, dançarinos e outros representantes das expressões artísticas do Pajeú. A proposta é evidenciar a pluralidade cultural da região, incentivando a continuidade dessas manifestações e apoiando o desenvolvimento dos talentos locais.Produzir e distribuir material informativo sobre a cultura do Pajeú e seus artistas, com uma tiragem de 1.000 exemplares ao longo do projeto. Esse material, que será distribuído gratuitamente durante as feiras, terá conteúdo sobre a história e a importância das manifestações culturais locais, assim como informações sobre os artistas participantes. O objetivo é sensibilizar a comunidade e os visitantes para o valor do patrimônio cultural do Pajeú, fomentando o interesse e a apreciação das tradições regionais.Documentar as apresentações em formato audiovisual para criação de um acervo cultural digital. Todas as apresentações serão filmadas e fotografadas, com edições que captem os momentos e performances de cada artista e grupo. Esse material será disponibilizado online em plataformas digitais e redes sociais, permitindo o acesso a um público mais amplo, ampliando a visibilidade dos artistas do Pajeú e garantindo a preservação dessas expressões culturais para futuras gerações.Incluir Joel do Museu da Saudade na equipe do projeto, aproveitando seu extenso conhecimento sobre o patrimônio e a cultura local para enriquecer as apresentações com informações históricas e contextuais. Joel atuará como um elo entre o passado e o presente, contribuindo para que as performances nas feiras sejam compreendidas como parte de um patrimônio cultural em constante diálogo e evolução.Realizar encontros mensais de planejamento, avaliação e feedback com a equipe de produção e os artistas envolvidos, promovendo um ambiente de colaboração e ajuste contínuo das atividades. Estes encontros visam coletar impressões e sugestões dos artistas e do público, identificando oportunidades de aprimoramento e mensurando o impacto do projeto na comunidade. Além disso, as reuniões permitirão uma análise de cumprimento das metas e uma prestação de contas organizada e transparente ao final do projeto.

Justificativa

O projeto "Na Feira Tem Arte" surge como uma resposta à necessidade urgente de valorização e promoção da cultura local na região do Pajeú, uma área rica em tradições e expressões artísticas, mas que enfrenta desafios significativos para a sua preservação e divulgação. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) representa uma oportunidade fundamental para viabilizar iniciativas culturais que promovem o acesso e a democratização da arte, especialmente em contextos como o do Pajeú, onde a cultura popular desempenha um papel central na identidade local. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento deste projeto se justifica por diversos motivos, sendo um deles a capacidade da lei de fomentar a produção cultural de maneira inclusiva e acessível. O projeto "Na Feira Tem Arte" se enquadra nos incisos da Lei nº 8.313/91, especificamente: Inciso I do Art. 1º: "O incentivo à produção e à difusão de manifestações culturais, com a realização de atividades artísticas e culturais que possibilitem o acesso à cultura por parte da população."Inciso II do Art. 1º: "O apoio à formação de públicos para as manifestações culturais, buscando incentivar a participação da sociedade nas atividades artísticas e culturais."Inciso III do Art. 1º: "O fomento à preservação e à valorização do patrimônio cultural brasileiro, por meio de ações que busquem promover a cultura local e suas tradições."Esses incisos evidenciam a importância do projeto para a promoção das expressões culturais do Pajeú e para a construção de um público mais engajado e consciente das riquezas de sua própria cultura. O acesso à arte e à cultura é um direito de todos, e o projeto se propõe a democratizar esse acesso, levando apresentações artísticas às feiras livres, que são espaços de grande circulação e convívio social. Além disso, a proposta está alinhada com os objetivos do Art. 3º da mesma lei, que estabelece a promoção de iniciativas culturais que visam: Incentivar a produção cultural e artística: Ao realizar apresentações mensais que valorizam a cultura popular do Pajeú, o projeto promove a produção de arte local, incentivando artistas a se apresentarem e se envolverem com suas tradições culturais.Valorizar a cultura nacional: A proposta contribui para a valorização das manifestações culturais do Pajeú, fortalecendo a identidade regional e, consequentemente, a cultura nacional, ao reconhecer e divulgar a riqueza das tradições locais.Promover o acesso à cultura: A realização de eventos em feiras livres proporciona um acesso facilitado à cultura, permitindo que um público diverso, que talvez não tenha a oportunidade de frequentar espaços culturais tradicionais, vivencie as apresentações e se conecte com suas raízes culturais.Fomentar a inclusão social: Ao democratizar o acesso à arte, o projeto busca incluir grupos marginalizados e promover a diversidade cultural, respeitando as especificidades de cada segmento da população.Por todas essas razões, a adesão ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se revela essencial para a realização do "Na Feira Tem Arte". Este projeto não apenas contribuirá para o fortalecimento da cultura local, mas também proporcionará um espaço de diálogo e interação social, onde a arte se torna uma ferramenta de transformação e valorização da identidade cultural do Pajeú. Assim, o uso da Lei de Incentivo à Cultura não é apenas uma questão de financiamento, mas uma estratégia fundamental para garantir que a rica tradição cultural da região não apenas sobreviva, mas também floresça e se renove, alcançando novas gerações e ampliando seu impacto social.

Estratégia de execução

A proposta "Na Feira Tem Arte" visa, além de difundir e valorizar a cultura popular do Pajeú, contribuir para o fortalecimento da identidade cultural das comunidades locais e o reconhecimento da tradição do pife e da poesia nordestina como patrimônios imateriais. A continuidade e a permanência desses saberes são vitais para manter viva a história e a diversidade cultural da região. Outros pontos importantes para avaliação do projeto incluem: Impacto Social e Educativo: O projeto não apenas promove a cultura tradicional, mas também oferece uma experiência educativa, engajando o público das feiras, especialmente crianças e jovens, em atividades que ensinam sobre música, poesia e os valores culturais do sertão. O contato direto com artistas e poetas possibilita um aprendizado informal e um despertar para o valor cultural de suas raízes.Contribuição para o Turismo Cultural: Ao organizar eventos culturais em feiras locais, o projeto também atrai visitantes de outras regiões, incentivando o turismo e fomentando a economia local. As feiras se tornam não apenas pontos de compra e venda, mas também espaços de vivência cultural, atraindo turistas que buscam experiências autênticas e contribuindo para a sustentabilidade econômica das comunidades.Documentação e Registro Cultural: Todas as apresentações, oficinas, e palestras serão registradas em vídeo e fotografadas para criação de um acervo digital, que será disponibilizado para escolas e instituições culturais do Pajeú. Isso permitirá que o material produzido pelo projeto continue a ser utilizado após o término das atividades, perpetuando o acesso ao conhecimento e servindo de recurso para futuras iniciativas culturais e educacionais.Conscientização sobre Patrimônio Imaterial: O projeto também visa aumentar a conscientização sobre a importância de se preservar o patrimônio imaterial da cultura do pife, incentivando jovens e novos talentos a perpetuarem essa tradição e fomentando o interesse pela música e poesia popular. O contato direto com mestres da cultura, como Ciço do Pife e Daniel Costa, oferece ao público uma oportunidade única de aprender diretamente com aqueles que mantêm vivas as tradições da região.Parcerias Locais e Sustentabilidade: Para ampliar o alcance do projeto e assegurar seu impacto, "Na Feira Tem Arte" buscará parcerias com instituições educacionais e culturais da região, como escolas municipais, secretarias de cultura e o Museu da Saudade, com a possibilidade de que esses parceiros mantenham as atividades em suas próprias programações futuras. Essa rede colaborativa fortalece o papel do projeto como um vetor de sustentabilidade cultural.Adequação às Diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura: A proposta está alinhada com as diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura, tanto na promoção do acesso democrático quanto na valorização do patrimônio cultural. As ações do projeto incentivam a fruição cultural gratuita e inclusiva em um ambiente acessível, promovendo a cidadania cultural.Esses aspectos complementares reforçam a importância do projeto "Na Feira Tem Arte" como um veículo de transformação social e de preservação cultural, com potencial para gerar impacto duradouro nas comunidades do Pajeú.

Especificação técnica

Apresentações Musicais com a Banda de Pífanos de Riacho do Meio Paginação: Em cada evento, será montado um palco simples e seguro para acomodar a banda e o público nas feiras livres.Duração: As apresentações terão duração média de 1 hora e 30 minutos, com intervalos entre as músicas para interação com o público.Material: Som profissional (caixas de som, microfones, mesa de som) adequado ao ambiente aberto das feiras, iluminação portátil e instrumentos tradicionais como pife, zabumba, triângulo e caixa.Projeto Pedagógico: Cada apresentação inclui momentos de conversa em que os músicos compartilham a história e a importância do pife e da música popular do Pajeú, promovendo o entendimento cultural e educacional entre o público.Recitais de Poesia Popular com Poetas Locais Paginação: Espaço montado próximo ao palco principal, com microfones para os poetas e público ao redor.Duração: Cada recital dura cerca de 40 minutos, com até 4 apresentações em cada feira.Material: Equipamento de som com microfone e mesa de som, palco portátil e iluminação básica.Projeto Pedagógico: Durante os recitais, os poetas fazem uma introdução de suas poesias, explicando temas e estilos característicos da literatura popular, como o cordel e o repente. A ação busca inspirar e sensibilizar o público para a poesia regional e sua relevância na cultura local.Oficinas Culturais e Vivências Musicais Paginação: As oficinas serão realizadas em espaço reservado, próximo ao palco, com assentos para até 20 participantes por sessão.Duração: Cada oficina terá 1 hora de duração, com um número de até 10 oficinas ao longo do projeto.Material: Instrumentos como pifes e zabumbas serão disponibilizados para uso dos participantes, assim como materiais de apoio (apostilas e folhetos).Projeto Pedagógico: As oficinas serão divididas em módulos práticos e teóricos. Os participantes aprenderão a tocar e conhecerão a história e importância do pife e da música nordestina. O conteúdo didático incluirá apostilas resumindo a teoria musical e o contexto histórico do pife no sertão.Mediações e Palestras Culturais sobre a Tradição do Pife e Cultura Popular do Pajeú Paginação: As palestras serão realizadas em área de fácil acesso ao público e próximo aos estandes das feiras, com espaço para público sentado.Duração: Cada palestra terá duração de 30 a 40 minutos, com até 6 palestras distribuídas ao longo do projeto.Material: Equipamento de som e microfone, projeção de slides ou vídeos curtos, material impresso com informações culturais e acesso digital a conteúdos complementares.Projeto Pedagógico: As palestras têm o intuito de aprofundar o conhecimento da cultura do Pajeú, abordando temas como a história do pife, o papel das bandas de pífano e a identidade cultural nordestina. Haverá espaço para perguntas, promovendo o envolvimento do público.Acessibilidade e Inclusão Cultural Paginação: Locais de fácil acesso para pessoas com deficiência, com banheiros adaptados, rampas de acesso, e sinalização tátil.Duração: Disponibilidade contínua durante todos os eventos e apresentações do projeto.Material: Intérpretes de Libras, materiais em Braille, audiodescrição para pessoas com deficiência visual e guias táteis.Projeto Pedagógico: Além de garantir acessibilidade física, haverá um esforço contínuo para a acessibilidade de conteúdo com interpretes de Libras em apresentações e oficinas, promovendo um ambiente inclusivo e aberto à participação de pessoas com deficiência em todas as atividades do projeto.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:Para garantir a acessibilidade física, o projeto "Na Feira Tem Arte" tomará medidas para que as apresentações nas feiras livres do Pajeú sejam acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física. Em parceria com as prefeituras e organizadores das feiras, serão providenciadas: Rampas de acesso nas áreas onde ocorrerão as apresentações, permitindo que pessoas em cadeiras de rodas ou com dificuldades de locomoção possam transitar pelo espaço com segurança.Banheiros adaptados com acessibilidade para pessoas com deficiência, garantindo conforto e dignidade para todos os participantes.Guias táteis, sempre que possível, para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência visual em locais com alto fluxo de pessoas.Acessibilidade de ConteúdoPara garantir que todos os participantes compreendam e aproveitem as apresentações, serão implementadas medidas de acessibilidade de conteúdo, proporcionando uma experiência inclusiva para pessoas com diferentes necessidades. As ações incluem: Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as apresentações, para que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo artístico e cultural.Material impresso em Braille sobre o projeto e as apresentações, com informações sobre o evento, a história da Banda de Pífanos de Riacho do Meio e o contexto cultural do Pajeú.Audiodescrição dos momentos-chave das apresentações, especialmente nos casos de performances visuais ou cenas que dependem de imagens, para que pessoas com deficiência visual possam compreender plenamente o que está acontecendo.Legendas descritivas em vídeos e registros audiovisuais, possibilitando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham acesso ao conteúdo que será disponibilizado online.Visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual, permitindo que toquem alguns dos instrumentos utilizados, como o pifano e a zabumba, e que sintam a textura e o peso dos objetos, proporcionando uma experiência mais imersiva e significativa.Essas medidas visam promover um ambiente cultural verdadeiramente inclusivo, onde todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar e apreciar o evento.

Democratização do acesso

O projeto "Na Feira Tem Arte" busca garantir que a cultura popular do Pajeú seja acessível a toda a comunidade, utilizando as feiras livres como espaço para as apresentações. Esse formato permite que as apresentações sejam gratuitas e acessíveis a pessoas de todas as faixas etárias e condições socioeconômicas, uma vez que as feiras são locais de grande circulação popular e integração social. Distribuição e Comercialização dos ProdutosOs produtos gerados pelo projeto, como as apresentações artísticas, serão gratuitos para o público, sem a necessidade de ingressos ou de qualquer forma de pagamento, promovendo o acesso irrestrito às manifestações culturais do Pajeú. Além disso, o material informativo sobre a cultura local e os artistas participantes, impresso em 1.000 exemplares, será distribuído gratuitamente durante as apresentações, reforçando o entendimento sobre o patrimônio cultural da região. Ampliação de Acesso por Meio de Outras Ações Ensaios AbertosOs artistas envolvidos realizarão ensaios abertos ao público antes de algumas apresentações, criando a oportunidade para que o público acompanhe o processo criativo e o preparo dos artistas, além de interagir com eles em um ambiente mais informal. Isso permitirá uma experiência de aproximação e aprendizado para a comunidade, especialmente para jovens e crianças.Oficinas Culturais ParalelasDurante o projeto, serão realizadas oficinas culturais gratuitas em escolas e centros comunitários, onde os participantes poderão aprender sobre os instrumentos musicais usados, como o pifano e a zabumba, e sobre as tradições culturais do Pajeú. As oficinas terão como objetivo formar novos apreciadores e potencialmente novos artistas, criando um legado cultural contínuo para a região.Transmissão pela InternetPara ampliar o alcance do projeto, cada apresentação será transmitida ao vivo por meio de redes sociais, como Facebook e Instagram. Isso permitirá que pessoas de outras regiões, ou que não possam comparecer fisicamente às feiras, acompanhem as apresentações e participem virtualmente. Além disso, as gravações dos eventos serão disponibilizadas posteriormente em plataformas digitais, ampliando o acesso ao conteúdo cultural para públicos que não conseguiram acompanhar ao vivo.Essas ações de democratização de acesso visam não apenas tornar a cultura popular do Pajeú amplamente disponível, mas também incentivar a participação ativa e o engajamento da comunidade, fortalecendo a apreciação e o reconhecimento das tradições locais e ampliando o legado cultural da região para um público maior e mais diversificado.

Ficha técnica

Ficha Técnica: Atividades do Dirigente e Instituição ProponenteO projeto "Na Feira Tem Arte" será coordenado pela instituição Museu da Saudade, de Riacho do Meio, São José do Egito, em parceria com Cícero Sebastião da Silva Santos, mais conhecido como "Ciço do Pife". Ciço será o responsável direto pela supervisão e execução do projeto, contando com sua experiência e reconhecimento como músico e agente cultural. Suas atividades incluirão: Coordenação Geral: Ciço supervisionará as atividades, assegurando o cumprimento do cronograma e dos objetivos específicos de democratização e acessibilidade.Curadoria Artística: Como curador, Ciço selecionará os artistas locais que irão se apresentar, garantindo uma programação diversificada e representativa da cultura do Pajeú.Parcerias Locais e Logística: Ele atuará em conjunto com parceiros, prefeituras e feirantes para garantir suporte e adequações necessárias de acessibilidade para todas as apresentações.Mediação Cultural e Divulgação: Ciço será responsável pela mediação cultural entre o público e os artistas, além de apoiar a divulgação do projeto nas feiras e nas redes sociais.Principais Participantes e Currículos ResumidosCícero Sebastião da Silva Santos (Ciço do Pife) – Coordenador Geral e Curador Perfil: Músico, poeta e produtor cultural, Ciço é natural de São José do Egito e integrante da Banda de Pífanos de Riacho do Meio. Com extensa experiência no pifano, é um dos principais representantes da cultura musical do Pajeú e defensor das tradições locais.Experiência: Com mais de 15 anos de atuação, Ciço tem experiência em conduzir oficinas culturais e eventos, além de colaborar com projetos voltados à valorização do pifano e da cultura regional.Joel Ferreira Lima (Joel do Museu da Saudade) – Coordenador de Parcerias e Logística Perfil: Fundador e diretor do Museu da Saudade, Joel é conhecido por seu trabalho em preservar e difundir a cultura popular do Pajeú, organizando eventos com foco na memória cultural da região.Experiência: Joel possui mais de 20 anos de atuação e é responsável por diversas iniciativas culturais que promovem a herança imaterial do sertão pernambucano.Daniel Costa (Dié) – Zabumbeiro e Instrutor de Oficinas Perfil: Dié é músico, tocador de zabumba e também toca triângulo e caixa na Banda de Pífanos de Riacho do Meio. Vindo de uma família musical, ele traz o compromisso de preservar e transmitir as tradições culturais.Experiência: Com mais de 10 anos de participação na banda, Dié ministra oficinas de música, onde compartilha suas habilidades rítmicas e conhecimentos sobre a música tradicional do Pajeú.Intérpretes de Libras e Equipe de Acessibilidade Perfil: A equipe de acessibilidade é composta por intérpretes de Libras e especialistas em audiodescrição, voltados para garantir o acesso de pessoas com deficiência ao conteúdo do projeto.Experiência: Cada membro possui ampla experiência em eventos culturais, facilitando a inclusão de pessoas com deficiência em projetos artísticos.Equipe de Produção e Divulgação Perfil: Responsável pela organização e comunicação do projeto, a equipe de produção conta com profissionais experientes em gestão de eventos e em campanhas de divulgação digital.Experiência: Especializada em eventos culturais e ações em redes sociais, a equipe possui know-how na produção de apresentações e oficinas em espaços públicos, com foco na ampliação do acesso cultural.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Santa Cruz da Baixa Verde Pernambuco
Santa Terezinha Pernambuco
Serra Talhada Pernambuco
Solidão Pernambuco
São José do Egito Pernambuco
Tabira Pernambuco
Triunfo Pernambuco
Tuparetama Pernambuco